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Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Olympiakos – Benfica
Olympiakos – Roberto Jiménez; Leandro Salino, Kostas Manolas, Dimitris Siovas, José Holebas, Giannis Maniatis, Andreas Samaris, Sambou Yatabaré (56m – Delvin N’Dinga), Javier Saviola (45m – Alejandro Domínguez), David Fuster (74m – Bong) e Kostas Mitroglou
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Nemanja Matić, Enzo Pérez, Lazar Marković (74m – Filip Đjuričić), Ruben Amorim (78m – Ivan Cavaleiro), Nico Gaitán e Óscar Cardozo (71m – Lima)
1-0 – Kostas Manolas – 13m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (33m), Nemanja Matić (37m) e Ruben Amorim (42m); Sambou Yatabaré (38m), Roberto (85m), Delvin N’Dinga (89m) e Alejandro Domínguez (90m)
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
Num grande paradoxo em que o futebol é por vezes fértil, o Benfica, com uma excelente exibição, em que denotou flagrante superioridade face ao seu adversário, acabando por perder o jogo, vê praticamente esfumarem-se as suas possibilidades de apuramento para os 1/8 Final da competição.
A equipa benfiquista, sabendo do cariz determinante desta partida, bastante personalizada, teve muito boa entrada neste jogo, com duas ocasiões de perigo, logo aos cinco e aos sete minutos, respectivamente por Cardozo e Marković, a obrigarem Roberto a duas defesas apertadas, em que revelou grande concentração. Só que, na primeira investida do Olympiakos, aos 13 minutos, na sequência de um canto, Manolas surgiu completamente liberto de marcação, fulgurante, numa entrada de rompante, a cabecear para o fundo da baliza.
Depois, aos 27 minutos, também na marcação de um canto, Luisão procurou dar a melhor resposta, de cabeça, mas falhou por pouco a baliza adversária.
Na segunda parte o domínio benfiquista intensificou-se, tendo chegado a ser avassalador. Logo no primeiro minuto deste segundo tempo, Roberto faria uma “defesa impossível”, ao estilo de guarda-redes de andebol, a remate quase “à queima roupa” de Marković.
E, novamente aos 54 minutos, Roberto a estirar-se todo para evitar o golo, a remate cruzado de Sílvio. Aos 58 minutos, foi Enzo Pérez a colocar o guardião espanhol uma vez mais à prova.
À medida que o tempo avançava, o Benfica ia perdendo serenidade, tendo deixado de criar tantas situações de perigo. Só já na parte derradeira, aos 89 minutos, voltaria a criar outra flagrante situação de golo, com Đjuričić, na cara de Roberto, mas pressionado pelo defesa, que o desequilibrou, a acabar por atrapalhar-se, não conseguindo desviar a bola do alcance do guarda-redes.
O Olympiakos, que foi mero espectador durante todo o jogo, só no 93º minuto teria nova oportunidade, com Leandro Salino a surgir isolado, mas a atrapalhar-se também, acabando por perder a bola para a defesa contrária.
O Benfica acaba por ser penalizado pela sua desconcentração defensiva, e, também, pela falta de eficácia na concretização, possibilitando a Roberto, com uma magnífica exibição, redimir-se do jogo da primeira volta.
Agora só um “milagre” poderia ainda permitir ao Benfica apurar-se: necessita vencer os dois jogos (em Bruxelas, com o Anderlecht, e, em casa, com o Paris St.-Germain) e esperar que o Olympiakos não consiga melhor que o empate nos dois jogos finais, com esses mesmos adversários; ou, em alternativa, se o Benfica somar quatro pontos (uma vitória e um empate), os gregos teriam de perder esses dois desafios.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Olympiakos
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Nemanja Matić, Enzo Pérez (82m – Ruben Amorim), Nico Gaitán (82m – Rodrigo), Ola John (45m – Ivan Cavaleiro), Lima e Óscar Cardozo
Olympiakos – Roberto Jiménez; Leandro Salino, Kostas Manolas, Dimitris Siovas, José Holebas, David Fuster (69m – Sambou Yatabaré), Giannis Maniatis, Alejandro Domínguez (88m – Carl Medjani), Andreas Samaris, Vladimir Weiss (56m – Delvin N’Dinga) e Kostas Mitroglou
0-1 – Alejandro Domínguez – 29m
1-1 – Óscar Cardozo – 83m
Cartões amarelos – Enzo Pérez (55m) e Nico Gaitán (62m); David Fuster (36m), Vladimir Weiss (42m) e Kostas Mitroglou (59m)
Árbitro – Alberto Undiano Mallenco (Espanha)
No primeiro de dois duelos luso-helénicos que se antecipa possam vir a ser determinantes para a definição do segundo clube qualificado neste grupo, a equipa do Benfica entrou em campo “a todo o gás”: aos quatro minutos já registava três cantos a seu favor, Cardozo, na conversão de um livre, com um potente remate, obrigara Roberto, o bem conhecido guarda-redes espanhol, agora ao serviço do Olympiakos, a uma excelente defesa, a revelar grande concentração, e Luisão desperdiçara uma outra flagrante oportunidade de marcar.
Porém, o “gás” rapidamente se evaporaria, com a formação benfiquista, gradualmente, a perder ritmo de jogo, e, pior, a perder também o controlo de jogo a meio-campo, perante um opositor que, durante a primeira parte, seria sempre mais rápido, criando algumas situações de apuro – tinha tido também o golo iminente, a seu favor, logo aos cinco minutos -, até acabar mesmo por chegar ao golo.
Para o segundo tempo, com o Benfica em desvantagem no marcador, o treinador Jorge Jesus optaria por trocar Ola John por Ivan Cavaleiro, que fazia a sua estreia em jogos das competições europeias (depois de se ter estreado na equipa principal no sábado, em partida da Taça de Portugal), um jogador de características mais “explosivas”.
Mas Jesus não deve ter consultado o boletim meteorológico… a chuva que caía sobre o Estádio da Luz transformar-se-ia em dilúvio, inundando o relvado, que, até cerca de um quarto de hora do fim do encontro, esteve verdadeiramente impraticável, com a bola a parar, sistematicamente retida a cada poça de água. Durante cerca de meia hora foi impossível jogar futebol, com o jogo a transformar-se em autêntica “lotaria”, com uma imprevisibilidade constante sobre qual seria a trajectória da bola a cada chuto, e onde (ou se) se deteria na água.
O que, naturalmente, facilitava a tarefa de quem defendia, com os jogadores do Benfica, a necessitarem de construir jogadas ofensivas, numa tenaz mas inglória luta contra… a água.
Quando, enfim, nos últimos dez minutos, com a chuva, já não tão inclemente, enfim a dar alguma trégua, o relvado conseguira assegurar uma drenagem mínima para que a bola voltasse a rolar e se pudesse voltar a jogar futebol, o Benfica acabaria por ser feliz: Jesus mal tinha acabado de fazer uma dupla substituição, fazendo entrar Ruben Amorim e Rodrigo para os lugares dos dois jogadores “amarelados”, quando, na sequência de um canto (mal assinalado pelo árbitro, que, aliás teve uma arbitragem bastante contestada, com pelo menos uma grande penalidade por assinalar a favor do Benfica), o guardião Roberto teve uma das suas recorrentes saídas em falso, deixando espaço à entrada de Óscar Cardozo, que não desperdiçaria o ensejo de empatar.
Jogar-se-iam ainda mais cerca de dez minutos (incluindo o tempo de compensação), mas, com o Olympiakos então apostado em manter, no mínimo, a igualdade, a turma benfiquista já não teria engenho e arte para completar a reviravolta no marcador, deixando tudo em aberto para daqui a quinze dias, em Atenas, onde as equipas se voltarão a encontrar. E onde o Benfica terá de jogar bem mais ( e melhor) do que fez hoje, em particular no primeiro tempo.
Com o empate final – que acabou por ser porventura o mais ajustado ao que as duas equipas exibiram, no conjunto dos 90 minutos – quebraram-se duas séries: o Benfica registava sete vitórias sucessivas no Estádio da Luz em jogos nas provas europeias; por seu lado, o Olympiakos somava já 27 desafios consecutivos em competições europeias sem empate!
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Manchester United – Real Sociedad – 1-0
Bayer Leverkusen – Shakhtar Donetsk – 4-0
1º Manchester United, 7; 2º Bayer Leverkusen, 6; 3º Shakhtar Donetsk, 4; 4º Real Sociedad, 0
Grupo B
Galatasaray – København – 3-1
Real Madrid – Juventus – 2-1
1º Real Madrid, 9; 2º Galatasaray, 4; 3º Juventus, 2; 4º København, 1
Grupo C
Benfica – Olympiakos – 1-1
Anderlecht – Paris St.-Germain – 0-5
1º Paris St.-Germain, 9, 2º Olympiakos e Benfica, 4; 4º Anderlecht, 0
Grupo D
Bayern – Viktoria Plzeň – 5-0
CSKA Moskva – Manchester City – 1-2
1º Bayern, 9; 2º Manchester City, 6; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Schalke 04 – Chelsea – 0-3
Steaua – Basel – 1-1
1º Chelsea e Schalke 04, 6; 3º Basel, 4; 4º Steaua, 1
Grupo F
Marseille – Napoli – 1-2
Arsenal – B. Dortmund – 1-2
1º Arsenal, B. Dortmund e Napoli, 6; 4º Marseille, 0
Grupo G
Austria Wien – At. Madrid – 0-3
FC Porto – Zenit – 0-1
1º At. Madrid, 9; 2º Zenit, 4; 3º FC Porto, 3; 4º Austria Wien, 1
Grupo H
AC Milan – Barcelona – 1-1
Celtic – Ajax – 2-1
1º Barcelona, 7; 2º AC Milan, 5; 3º Celtic, 3; 4º Ajax, 1
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Bayer Leverkusen – Real Sociedad – 2-1
Shakhtar Donetsk – Manchester United – 1-1
1º Manchester United e Shakhtar Donetsk, 4; 3º Bayer Leverkusen, 3; 4º Real Sociedad, 0
Grupo B
Real Madrid – København – 4-0
Juventus – Galatasaray – 2-2
1º Real Madrid, 6; 2º Juventus, 2; 3º København e Galatasaray, 1
Grupo C
Anderlecht – Olympiakos – 0-3
Paris St.-Germain – Benfica – 3-0
1º Paris St.-Germain, 6, 2º Olympiakos e Benfica, 3; 4º Anderlecht, 0
Grupo D
CSKA Moskva – Viktoria Plzeň – 3-2
Manchester City – Bayern – 1-3
1º Bayern, 6; 2º Manchester City e CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Steaua – Chelsea – 0-4
Basel – Schalke 04 – 0-1
1º Schalke 04, 6; 2º Chelsea e Basel, 3; 4º Steaua, 0
Grupo F
Arsenal – Napoli – 2-0
B. Dortmund – Marseille – 3-0
1º Arsenal, 6; 2º B. Dortmund e Napoli, 3; 4º Marseille, 0
Grupo G
FC Porto – At. Madrid – 1-2
Zenit – Austria Wien – 0-0
1º At. Madrid, 6; 2º FC Porto, 3; 3º Austria Wien e Zenit, 1
Grupo H
Celtic – Barcelona – 0-1
Ajax – AC Milan – 1-1
1º Barcelona, 6; 2º AC Milan, 4; 3º Ajax, 1; 4º Celtic, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Paris St.-Germain – Benfica
Paris St.-Germain – Salvatore Sirigu, Gregory Van der Wiel, Alex (78m – Zoumana Camara), Marquinhos, Maxwell, Thiago Motta, Marco Verratti (70m – Adrien Rabiot), Blaise Matuidi, Edinson Cavani, Ezequiel Lavezzi (70m – Lucas) e Zlatan Ibrahimović
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Ljubomir Fejsa (29m – André Gomes), Nemanja Matić, Enzo Pérez, Filip Đuričić (45m – Lazar Marković), Nico Gaitán (66m – Miralem Sulejmani) e Óscar Cardozo
1-0 – Zlatan Ibrahimović – 5m
2-0 – Marquinhos – 25m
3-0 – Zlatan Ibrahimović – 30m
Cartões amarelos – Van der Wiel (36m) e Alex (47m); Nico Gaitán (32m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
No regresso a Paris, dois anos e meio depois – mas para defrontar uma formação parisiense que é hoje radicalmente diferente – num encontro em que, logo à partida, as equipas se apresentavam com um importante desnível, começando pelo valor dos respectivos orçamentos – e como perfeito reverso do que sucedera na ronda inaugural -, o pior que podia acontecer a um Benfica algo falho de confiança era sofrer um golo logo aos cinco minutos.
Acusando o toque – na verdade, a equipa nunca deu indicações de que pudesse operar qualquer tipo de inversão na tendência do jogo, ou seja, de que fosse possível evitar a derrota -, a formação benfiquista desuniu-se, com os seus jogadores muito “longe” uns dos outros.
Quando, no espaço de cinco minutos, entre os 25 e os 30 minutos, o marcador se elevou para 3-0, temeu-se que o Benfica pudesse ter hoje uma noite negra.
Valeu que, na segunda parte, a equipa de alguma forma se conseguiu recompor a nível defensivo, assim como a baixa de intensidade de jogo por parte do conjunto francês.
Numa das piores exibições dos últimos tempos em competições europeias, o Benfica escapou à goleada, mas impõe-se uma séria reflexão – que terá de ser realizada a breve prazo, dados os dois jogos que se seguem com o Olympiakos, que serão decisivos para determinar quem deverá acompanhar o Paris St.-Germain nos 1/8 Final da Liga dos Campeões – sobre as opções tácticas, a nível de escolha de jogadores titulares e coerência de substituições, assim como sobre a condição física (e agora também psicológica) em que a equipa se apresenta neste início de temporada.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Real Sociedad – Shakhtar Donetsk – 0-2
Manchester United – Bayer Leverkusen – 4-2
1º Manchester United e Shakhtar Donetsk, 3; 3º Bayer Leverkusen e Real Sociedad, 0
Grupo B
København – Juventus – 1-1
Galatasaray – Real Madrid – 1-6
1º Real Madrid, 3; 2º Juventus e København, 1; 4º Galatasaray, 0
Grupo C
Olympiakos – Paris St.-Germain – 1-4
Benfica – Anderlecht – 2-0
1º Paris St.-Germain e Benfica, 3; 3º Anderlecht e Olympiakos, 0
Grupo D
Viktoria Plzeň – Manchester City – 0-3
Bayern – CSKA Moskva – 3-0
1º Bayern e Manchester City, 3; 3º CSKA Moskva e Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Chelsea – Basel – 1-2
Schalke 04 – Steaua – 3-0
1º Schalke 04 e Basel, 3; 3º Chelsea e Steaua, 0
Grupo F
Napoli – B. Dortmund – 2-1
Marseille – Arsenal – 1-2
1º Arsenal e Napoli, 3; 3º B. Dortmund e Marseille, 0
Grupo G
At. Madrid – Zenit – 3-1
Austria Wien – FC Porto – 0-1
1º At. Madrid e FC Porto, 3; 3º Austria Wien e Zenit, 0
Grupo H
Barcelona – Ajax – 4-0
AC Milan – Celtic – 2-0
1º Barcelona e AC Milan, 3; 3º Celtic e Ajax, 0
Para além dos bons resultados averbados pelas duas equipas portuguesas, o destaque desta primeira ronda vai para as goleadas impostas por Real Madrid e Barcelona, com Cristiano Ronaldo e Lionel Messi ambos a obterem “hat-tricks”, assim como para o concludente triunfo do Paris St.-Germain em Atenas. Referência ainda para as vitórias, fora de casa, de Shakhtar Donetsk, Arsenal e Manchester City, e, especialmente, para a maior surpresa da jornada, o desaire caseiro do Chelsea ante o Basel.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Anderlecht
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Nemanja Matić, Enzo Peréz (69m – Ola John), Ljubomir Fejsa, Filip Đuričić (75m – Maxi Pereira), Lazar Marković e Óscar Cardozo (87m – Lima)
Anderlecht – Silvio Proto, Guillaume Gillet, Cheikhou Kouyaté, Chancel Mbemba, Fabrice N’Sakala, Massimo Bruno (79m – Dennis Praet), Demy De Zeeuw (45m – Acheampong), Luka Milivojević, Sacha Kljestan, Matías Suárez e Aleksandar Mitrović (76m – Cyriac)
1-0 – Filip Đuričić – 4m
2-0 – Luisão – 30m
Cartões amarelos – Enzo Pérez (27m); Massimo Bruno (21m), Demy De Zeeuw (34m), Aleksandar Mitrović (70m), Chancel Mbemba (76m) e Matías Suárez (89m)
Árbitro – Manuel Gräfe (Alemanha)
No arranque de uma época muito especial – com a particularidade de a longa caminhada da Liga dos Campeões culminar no Estádio da Luz, a 24 de Maio de 2014, com a disputa da Final – o Benfica não poderia ter tido melhor início do que colocar-se, nesta jornada inaugural, logo aos 4 minutos, em posição de vantagem, com um excelente golo de Đuričić, pleno de concentração e oportunidade, a aproveitar da melhor forma uma possibilidade de recarga que uma defesa incompleta do guardião adversário, largando a bola para a frente, proporcionou.
Animado com a vantagem, a equipa benfiquista assumiu o controlo do jogo, sem que a formação belga provocasse alguma inquietação a Artur Moraes.
Prosseguindo a sua toada ofensiva, denotando evidente superioridade, não surpreenderia que Luisão, numa magnífica execução técnica, dominando no peito e rematando de primeira, após se ter conseguido desmarcar dentro da área adversária (!), ampliasse a marca a favor do Benfica. Isto depois de Cardozo ter já ameaçado por duas vezes, primeiro, num raro momento de perícia técnica, a driblar dois adversários, depois, com um remate a propiciar uma defesa aparatosa a Proto.
No segundo tempo, o Benfica, afrouxando um pouco a intensidade do jogo, permitiria ao Anderlecht não só repartir o controlo do jogo, como, inclusivamente, já na parte final, ameaçar então a baliza benfiquista. Não obstante, a melhor oportunidade seria ainda desperdiçada por Óscar Cardozo que, liberto na grande área, não conseguiu contudo dominar a bola da melhor forma, resultando num remate já em queda, sem força nem colocação.
Obtendo um triunfo sem contestação, pela primeira vez nesta temporada – ao fim de mais de uma dúzia de partidas – o Benfica conseguiu enfim chegar ao termo do encontro mantendo a sua baliza inviolada. Um bom começo!
Liga dos Campeões – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Man. United Real Madrid Benfica Bayern Shakhtar Juventus P. St.-Germain CSKA Moskva B. Leverkusen Galatasaray Olympiakos Man. City Real Sociedad København Anderlecht V. Plzeň Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Chelsea Arsenal FC Porto Barcelona Schalke 04 Marseille At. Madrid AC Milan Basel B. Dortmund Zenit Ajax Steaua Napoli Austria Wien Celtic
A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 17 e 18 de Setembro, estando agendado para 10 e 11 de Dezembro o termo desta fase de Grupos. A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se em Lisboa, no Estádio da Luz, a 24 de Maio de 2014.
Liga dos Campeões – Final – Bayern – Borussia Dortmund
Bayern – Manuel Neuer, Philipp Lahm, Jérôme Boateng, Dante, David Alaba; Javi Martínez, Arjen Robben, Thomas Müller, Bastian Schweinsteiger, Franck Ribéry (90m – Luiz Gustavo) e Mario Mandžukić (90m – Mario Gomez)
B. Dortmund – Roman Weidenfeller, Łukasz Piszczek, Neven Subotić, Mats Hummels, Marcel Schmelzer, Sven Bender (90m – Nuri Şahin), İlkay Gündoğan, Jakub Błaszczykowski (90m – Julian Schieber), Marco Reus, Kevin Grosskreutz e Robert Lewandowski
1-0 – Mario Mandžukić – 60m
1-1 – İlkay Gündoğan (pen.) – 68m
2-1 – Arjen Robben – 89m
Cartões amarelos – Dante (29m) e Franck Ribéry (73m); Grosskreutz (73m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
Numa final de enorme intensidade, jogada a “alta rotação”, de grande espectáculo – em que o tempo pareceu ter passado num ápice -, a equipa do Bayern acabou por superiorizar-se, impondo a sua maior capacidade física e qualidade técnica, após uma fortíssima entrada do Borussia Dortmund, com Manuel Neuer, nessa fase, a segurar, com extraordinárias defesas, a taça (Weidenfeller também teria as suas ocasiões para brilhar…), que Robben confirmaria já muito próximo do final do tempo regulamentar.
A lista de vencedores, nas 58 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada: Real Madrid (9); AC Milan (7); Liverpool e Bayern Munique (5); Ajax e Barcelona (4); Inter e Manchester United (3); Juventus, Benfica, FC Porto e Nottingham Forest (2); Celtic, Hamburgo, Marseille, Steaua Bucareste, Crvena Zvezda, Borussia Dortmund, PSV Eindhoven, Feyenoord, Aston Villa e Chelsea (1).
Liga dos Campeões – 1/2 Finais (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Barcelona - Bayern 0-3 0-4 0-7 Real Madrid - B. Dortmund 2-0 1-4 3-4
Bayern (com um estrondoso score global de 7-0 sobre o Barcelona, uma marca para a história do futebol) e Borussia Dortmund (que ainda teve de sofrer nos minutos finais, para evitar que o Real Madrid, tendo marcado aos 82 e aos 88 minutos, consumasse a “remontada”, que ficou… a um golo de distância) acabaram por confirmar, com toda a justiça e mérito, a superioridade do futebol alemão nesta competição, na presente temporada, encontrando-se no Estádio de Wembley para uma espectacular Final, no próximo dia 25 de Maio.



