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Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Barcelona - Manchester City 2-1 2-0 4-1 Manchester United - Olympiakos 3-0 0-2 3-2 At. Madrid - AC Milan 4-1 1-0 5-1 Paris St.-Germain - B. Leverkusen 2-1 4-0 6-1 Chelsea - Galatasaray 2-0 1-1 3-1 Real Madrid - Schalke 04 3-1 6-1 9-2 Borussia Dortmund - Zenit 1-2 4-2 5-4 Bayern München - Arsenal 1-1 2-0 3-1
Os oito vencedores da fase de grupos acabaram por garantir o apuramento para os 1/4 Final, depois da boa reviravolta operada pelo Manchester United ao resultado negativo que averbara em Atenas, graças a um hat-trick de van Persie.
Teremos portanto os seguintes contingentes: Espanha (3) – Barcelona, At. Madrid e Real Madrid; Alemanha (2) – Borussia Dortmund e Bayern; Inglaterra (2) – Manchester United e Chelsea; França (1) – Paris St.-Germain. Quer a Alemanha, quer a Inglaterra perderam duas equipas nos 1/8 Final; sendo ainda de notar que a Itália ficou também sem representação na prova.
Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Barcelona - Manchester City 2-1 2-0 4-1 Manchester United - Olympiakos --- 0-2 --- At. Madrid - AC Milan 4-1 1-0 5-1 Paris St.-Germain - B. Leverkusen 2-1 4-0 6-1 Chelsea - Galatasaray --- 1-1 --- Real Madrid - Schalke 04 --- 6-1 --- Borussia Dortmund - Zenit --- 4-2 --- Bayern München - Arsenal 1-1 2-0 3-1
Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)
18.02.2013 – Manchester City – Barcelona – 0-2
25.02.2013 – Olympiakos – Manchester United – 2-0
19.02.2013 – AC Milan – At. Madrid – 0-1
18.02.2013 – Bayer Leverkusen – Paris St.-Germain – 0-4
26.02.2013 – Galatasaray – Chelsea – 1-1
26.02.2013 – Schalke 04 – Real Madrid – 1-6
25.02.2013 – Zenit – Borussia Dortmund – 2-4
19.02.2013 – Arsenal – Bayern München – 0-2
Seis vitórias e um empate, a par de uma única derrota (do Manchester United, em Atenas), com um score global de 20-6 (!) – traduzindo uma tão inequívoca como imprevista superioridade (por tão flagrante) dos vencedores de grupos -, deixa as equipas que jogaram em terreno alheio nesta primeira mão, praticamente todas, à beira do apuramento para os 1/4 Final. Salvo maiores surpresas, das equipas que agora actuaram em casa, apenas o Olympiakos parece ter aspirações a, na segunda mão, em Manchester, confirmar tal apuramento.
Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)
18.02.2013 – Manchester City – Barcelona – 0-2
25.02.2013 – Olympiakos – Manchester United
19.02.2013 – AC Milan – At. Madrid – 0-1
18.02.2013 – Bayer Leverkusen – Paris St.-Germain – 0-4
26.02.2013 – Galatasaray – Chelsea
26.02.2013 – Schalke 04 – Real Madrid
25.02.2013 – Zenit – Borussia Dortmund
19.02.2013 – Arsenal – Bayern München – 0-2
Na primeira metade desta 1.ª mão dos 1/8 Final da Liga dos Campeões, a curiosidade de todas as equipas visitadas terem sido derrotadas, portanto com os visitantes com “meio caminho” andado nesta eliminatória, etapa inicial no percurso até Lisboa.
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 Final
Manchester City – Barcelona
Olympiakos – Manchester United
AC Milan – At. Madrid
Bayer Leverkusen – Paris St.-Germain
Galatasaray – Chelsea
Schalke 04 – Real Madrid
Zenit – Borussia Dortmund
Arsenal – Bayern München
Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 18, 19, 25 e 26 de Fevereiro de 2014. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 11, 12, 18 e 19 de Março.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Real Sociedad – Bayer Leverkusen – 0-1
Manchester United – Shakhtar Donetsk – 1-0
1º Manchester United, 14; 2º Bayer Leverkusen, 10; 3º Shakhtar Donetsk, 8; 4º Real Sociedad, 1
Grupo B
København – Real Madrid – 0-2
Galatasaray – Juventus – 1-0
1º Real Madrid, 16; 2º Galatasaray, 7; 3º Juventus, 6; 4º København, 4
Grupo C
Olympiakos – Anderlecht – 3-1
Benfica – Paris St.-Germain – 2-1
1º Paris St.-Germain, 13, 2º Olympiakos, 10; 3º Benfica, 10; 4º Anderlecht, 1
Grupo D
Viktoria Plzeň – CSKA Moskva – 2-1
Bayern – Manchester City – 2-3
1º Bayern, 15; 2º Manchester City, 15; 3º Viktoria Plzeň, 3; 4º CSKA Moskva, 3
Grupo E
Chelsea – Steaua – 1-0
Schalke 04 – Basel – 2-0
1º Chelsea, 12; 2º Schalke 04, 10; 3º Basel, 8; 4º Steaua, 3
Grupo F
Napoli – Arsenal – 2-0
Marseille – B. Dortmund – 1-2
1º B. Dortmund, 12; 2º Arsenal, 12; 3º Napoli, 12; 4º Marseille, 0
Grupo G
At. Madrid – FC Porto – 2-0
Austria Wien – Zenit – 4-1
1º At. Madrid, 16; 2º Zenit, 6; 3º FC Porto, 5; 4º Austria Wien, 5
Grupo H
Barcelona – Celtic – 6-1
AC Milan – Ajax – 0-0
1º Barcelona, 13; 2º AC Milan, 9; 3º Ajax, 8; 4º Celtic, 3
Foram apuradas para os 1/8 Final da Liga dos Campeões dois quartetos, de Inglaterra (Manchester United, Manchester City, Chelsea e Arsenal) e Alemanha (Bayer Leverkusen, Bayern, Schalke 04 e B. Dortmund) – com ambos os países a fazerem o pleno -, um trio de Espanha (Real Madrid, At. Madrid e Barcelona – tendo perdido a Real Sociedad), e, por fim, mais cinco representantes de outros tantos países, AC Milan (de Itália, principal perdedora desta fase, em que foram eliminados a Juventus e o Napoli), Paris St.-Germain (França, tendo o outro representante do hexágono tido a pior prestação de todos os concorrentes, com derrotas em todos os seis jogos disputados), Galatasaray (Turquia), Olympiakos (Grécia) e Zenit (Rússia), estes dois a expensas dos clubes portugueses, que, sendo notoriamente superiores, ficam a dever a si próprios a eliminação da prova.
Transitam para a Liga Europa: Shakhtar Donetsk, Juventus, Benfica, Viktoria Plzeň, Basel, Napoli, FC Porto e Ajax.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – Paris St.-Germain
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Ljubomir Fejsa, Nemanja Matić, Enzo Pérez (90m – André Gomes), Lazar Marković (69m – Ivan Cavaleiro), Nico Gaitán (77m – Miralem Sulejmani) e Lima
Paris St.-Germain – Salvatore Sirigu, Kalifa Traoré, Marquinhos, Zoumana Camara, Lucas Digne, Thiago Motta (61m – Blaise Matuidi), Adrien Rabiot, Lucas, Javier Pastore, Jérémy Ménez e Edinson Cavani (61m – Ezequiel Lavezzi)
0-1 – Edinson Cavani – 37m
1-1 – Lima (pen.) – 45m
2-1 – Nico Gaitán – 58m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (30m) e Sílvio (87m); Thiago Motta (50m), Jérémy Ménez (70m) e Adrien Rabiot (77m)
Árbitro – Mark Clattenburg (Inglaterra)
Denotando uma atitude mental, competitiva e física que não tem tido a constância desejada, superando-se a esses vários níveis, a equipa do Benfica realizou esta noite uma excelente exibição, aproveitando também a menor aplicação de um adversário já qualificado e com algumas “poupanças” de jogadores, como foi o caso mais notável de Ibrahimovic, obtendo uma tão justa quão insuficiente vitória.
Insuficiente nos números – à semelhança do que se passara em Atenas, na partida contra o Olympiakos, os dianteiros benfiquistas desperdiçaram inúmeras ocasiões de perigo, tanto procurando colocar a bola, subtraindo-a ao alcance do guardião contrário (depois de uma primeira defesa “afirmativa”), que ela acabava por sair invariavelmente ao lado, mesmo que muito próximo da baliza – e também amargamente insuficiente para o objectivo de apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões, numa edição tão mais especial dado o simbolismo de a Final ser disputada no Estádio da Luz.
De facto, procurando ignorar que o seu destino dependia do que o Olympiakos fizesse, o Benfica entrou determinado a fazer a sua parte do contrato, ou seja, garantir a vitória. Com grande intensidade, assumindo o jogo, correndo riscos, ostensivamente remetendo os parisienses à sua defesa, a equipa benfiquista acabaria por vir a ser penalizada num dos raros momentos de desconcentração, com Cavani, muito oportuno, a não desaproveitar a oportunidade que se lhe deparou para inaugurar o marcador.
As notícias que chegavam de Atenas também não eram nada animadoras – o Olympiakos já ganhava por 1-0 – mas nem assim o Benfica se desuniu, mantendo a sua toada de jogo, que seria recompensada, mesmo ao cair do pano do primeiro tempo, com o golo do empate, obtido por Lima, na conversão irrepreensível de uma grande penalidade, a sancionar uma falta grosseira (e perigosa, dado ter-se tratado de uma cabeçada no jogador português) cometida sobre Sílvio, após uma magnífica simulação, a procurar tirar o adversário do seu caminho.
Entretanto, o Anderlecht empatara o jogo em Atenas; porém, logo a abrir a segunda parte, ficava em desvantagem numérica, reduzido a dez elementos, por expulsão. Até que, aos 58 minutos, Saviola, que, depois de ter inaugurado o marcador, falhara já uma grande penalidade, recolocava o Olympiakos em vantagem.
Com a dificuldade acrescida de ter de “jogar simultaneamente em dois campos”, com os “pés” na Luz e a “cabeça” em Atenas, a equipa portuguesa, muito motivada e altamente envolvida no jogo, prosseguia a sua bela exibição, com elementos a atingir elevada craveira, como os casos particulares de Matić, Enzo Pérez ou Gaitán. E, praticamente ao mesmo tempo do segundo golo dos gregos, o Benfica replicava o resultado, fazendo também o 2-1 a seu favor.
Até final, a tendência do jogo não se alteraria significativamente (o Paris St.-Germain teria uma flagrante ocasião de golo, com a bola a cruzar toda a linha de baliza, e a sair rente ao poste mais distante, num grande calafrio), mas foi sempre o Benfica a dar sinal mais.
Entretanto, num jogo completamente atípico, em Atenas, o Olympiakos beneficiava – e desperdiçava – de uma segunda grande penalidade (aos 71 minutos). Já depois de uma fase de grande pressão do Anderlecht, com os gregos remetidos à defesa… e ao contra-ataque, aos 88 minutos, o Olympiakos ficaria a jogar contra nove, assim sentenciando as aspirações dos belgas (e dos portugueses). Mas a história não ficaria por aqui: já em período de descontos, e com as substituições já esgotadas, surgiria a terceira grande penalidade a favor da equipa grega, e a terceira expulsão, desta vez com o guarda-redes do Anderlecht (que defendera as duas anteriores), a ser substituído por um improvisado guardião, que não conseguiria evitar o 3-1 para o Olympiakos.
No Estádio da Luz, o Benfica despedia-se ingloriamente da Liga dos Campeões, severamente penalizado pela fraca exibição no jogo em casa com esta formação da Grécia, e pela infelicidade e falta de eficácia manifestadas em Atenas; numa cruel ironia, os seus antigos jogadores Roberto (em particular nesse jogo Olympiakos-Benfica) e Saviola (com os dois golos hoje apontados) teriam acção determinante nesta eliminação benfiquista, que, uma vez mais, terá de procurar alguma consolo na Liga Europa.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Shakhtar Donetsk – Real Sociedad – 4-0
Bayer Leverkusen – Manchester United – 0-5
1º Manchester United, 11; 2º Shakhtar Donetsk, 8; 3º Bayer Leverkusen, 7; 4º Real Sociedad, 1
Grupo B
Juventus – København – 3-1
Real Madrid – Galatasaray – 4-1
1º Real Madrid, 13; 2º Juventus, 6; 3º Galatasaray e København, 4
Grupo C
Paris St.-Germain – Olympiakos – 2-1
Anderlecht – Benfica – 2-3
1º Paris St.-Germain, 13, 2º Olympiakos e Benfica, 7; 4º Anderlecht, 1
Grupo D
Manchester City – Viktoria Plzeň – 4-2
CSKA Moskva – Bayern – 1-3
1º Bayern, 15; 2º Manchester City, 12; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Basel – Chelsea – 1-0
Steaua – Schalke 04 – 0-0
1º Chelsea, 9; 2º Basel, 8; 3º Schalke 04, 7; 4º Steaua, 3
Grupo F
B. Dortmund – Napoli – 3-1
Arsenal – Marseille – 2-0
1º Arsenal, 12; 2º B. Dortmund e Napoli, 9; 4º Marseille, 0
Grupo G
Zenit – At. Madrid – 1-1
FC Porto – Austria Wien – 1-1
1º At. Madrid, 13; 2º Zenit, 6; 3º FC Porto, 5; 4º Austria Wien, 2
Grupo H
Ajax – Barcelona – 2-1
Celtic – AC Milan – 0-3
1º Barcelona, 10; 2º AC Milan, 8; 3º Ajax, 7; 4º Celtic, 3
Depois de Bayern, Manchester City, Atlético de Madrid e Barcelona, também o Chelsea (mesmo tendo sido derrotado em Basileia), Manchester United, Real Madrid e Paris St.-Germain garantiram já o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Anderlecht – Benfica
Anderlecht – Silvio Proto, Anthony Vanden Borre, Chancel Mbemba, Bram Nuytinck (73m – Ronald Vargas), Olivier Deschacht (55m – Frank Acheampong), Cheikhou Kouyaté, Massimo Bruno, Guillaume Gillet, Dennis Praet, Fabrice N’Sakala e Aleksandar Mitrović
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, André Almeida, Nemanja Matić, Enzo Peréz (87m – Rodrigo), Lazar Marković (89m – Ivan Cavaleiro), Ljubomir Fejsa, Nico Gaitán (72m – Miralem Sulejmani) e Lima
1-0 – Chancel Mbemba – 18m
1-1 – Nemanja Matić – 34m
1-2 – Chancel Mbemba (p.b.) – 52m
2-2 – Massimo Bruno – 77m
2-3 – Rodrigo – 90m
Cartões amarelos – Massimo Bruno (29m), Bram Nuytinck (49m) e Aleksandar Mitrović (88m); André Almeida (78m) e Artur (90m)
Árbitro – Daniele Orsato (Itália)
Procurando remediar os danos do desaire sofrido em Atenas, o Benfica entrava neste jogo de “2 em 1” (a vitória podia valer a continuidade das aspirações à passagem à fase seguinte da Liga dos Campeões, sendo que, pelo menos o empate, garantia desde logo, no pior cenário, a passagem para a Liga Europa) sabendo que tinha – perante o actual potencial do adversário – a melhor oportunidade de sempre para vencer em Bruxelas.
Porém, denotando falta de clarividência no seu jogo, não só não conseguiria impor-se logo desde início, vindo, inclusivamente, num lance infeliz, na sequência de uma “carambola” entre o central do Anderlecht, Mbemba, e Luisão, a sofrer o primeiro golo. O Benfica reagiu então de forma positiva a este revés, não se descontrolando, mantendo a toada de jogo, necessariamente agora mais claramente estimulado pela necessidade de marcar.
E o golo do empate surgiria pouco depois, como corolário de uma melhor fase da equipa benfiquista. Já no segundo tempo, aproveitando a fragilidade do opositor, o Benfica chegaria, com alguma naturalidade, à vantagem. Durante um bom período, de cerca de vinte minutos, a equipa portuguesa deu a sensação de controlar o jogo, e de o triunfo não lhe escaparia.
Porém, quando se esperava que fosse o Benfica a explorar alguma situação de contra-ataque, aproveitando o adiantamento dos belgas, o Anderlecht restabeleceria o empate. A situação complicava-se bastante: já na fase derradeira do encontro – e tendo em consideração que o Olympiakos ia empatando também em Paris, a um golo -, até ao minuto noventa, o Benfica estava virtualmente afastado da Liga dos Campeões. E tinha de manter-se atento para que a própria eventual passagem para a Liga Europa não viesse a ficar também comprometida.
Depois de uma aparentemente estranha substituição, com a saída de Gaitán, Jorge Jesus, apostaria então na entrada em campo, já mesmo em cima do final do tempo de jogo, de Rodrigo e Ivan Cavaleiro, alterações que pareciam ser feitas já em “desespero de causa”, e, sobretudo, demasiado tarde. Mas chegava então o momento de o Benfica ser feliz: aproveitando a velocidade de Rodrigo, muito bem desmarcado, a equipa portuguesa chegava, já no minuto noventa, ao terceiro golo, que lhe proporcionava enfim – sem que, contudo, tivesse feito uma exibição memorável – a primeira vitória no terreno do outrora bem poderoso Anderlecht (a Final da Taça UEFA de há trinta anos ainda perdura na memória…), uma equipa abnegada, lutadora, mas bem abaixo da qualidade que patenteou na Europa nas décadas de 70 e 80 do século passado.
Em paralelo, ligeiramente depois do golo benfiquista, o Paris St.-Germain marcava o segundo golo, que resultava na derrota do Olympiakos. No espaço de um minuto, um golo em Bruxelas e outro em Paris provocava uma reviravolta (parcial) na tendência pontual do Grupo: o Benfica passava de uma situação de eliminação, para uma posição de poder continuar ainda a agarrar-se ao “sonho” de prosseguir na Liga dos Campeões (embora bastante condicionado, uma vez que implica a necessidade de, na derradeira ronda, fazer melhor resultado ante o Paris St.-Germain do que o que o Olympiakos averbar frente ao Anderlecht…).
A continuidade na Europa ficou, não obstante, já garantida, quanto mais não seja via Liga Europa. Dada a impossibilidade de jogar em dois campos ao mesmo tempo (Lisboa e Atenas), ao Benfica só resta uma opção: a de tentar ganhar na última ronda, na recepção aos parisienses…
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Real Sociedad – Manchester United – 0-0
Shakhtar Donetsk – Bayer Leverkusen – 0-0
1º Manchester United, 8; 2º Bayer Leverkusen, 7; 3º Shakhtar Donetsk, 5; 4º Real Sociedad, 1
Grupo B
København – Galatasaray – 1-0
Juventus – Real Madrid – 2-2
1º Real Madrid, 10; 2º Galatasaray e København, 4; 4º Juventus, 3
Grupo C
Olympiakos – Benfica – 1-0
Paris St.-Germain – Anderlecht – 1-1
1º Paris St.-Germain, 10, 2º Olympiakos, 7; 3º Benfica, 4; 4º Anderlecht, 1
Grupo D
Viktoria Plzeň – Bayern – 0-1
Manchester City – CSKA Moskva – 5-2
1º Bayern, 12; 2º Manchester City, 9; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Chelsea – Schalke 04 – 3-0
Basel – Steaua – 1-1
1º Chelsea, 9; 2º Schalke 04, 6; 3º Basel, 5; 4º Steaua, 2
Grupo F
Napoli – Marseille – 3-2
B. Dortmund – Arsenal – 0-1
1º Arsenal e Napoli, 9; 3º B. Dortmund, 6; 4º Marseille, 0
Grupo G
At. Madrid – Austria Wien – 4-0
Zenit – FC Porto – 1-1
1º At. Madrid, 12; 2º Zenit, 5; 3º FC Porto, 4; 4º Austria Wien, 1
Grupo H
Barcelona – AC Milan – 3-1
Ajax – Celtic – 1-0
1º Barcelona, 10; 2º AC Milan, 5; 3º Ajax, 4; 4º Celtic, 3
Bayern (actual detentor do título), Manchester City, Atlético de Madrid e Barcelona são as primeiras quatro equipas que garantiram já o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.



