Posts tagged ‘Liga Campeões’

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Napoli – Benfica

Napoli – Pepe Reina, Elseid Hysaj, Raúl Albiol (11m – Nikola Maksimović), Kalidou Koulibaly, Faouzi Ghoulam, Allan, Jorginho, José Callejón (70m – Lorenzo Insigne), Marek Hamšík, Dries Mertens (82m – Emanuele Giaccherini) e Arkadiusz Milik

BenficaBenfica – Júlio César, André Almeida, Lisandro López, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, Nélson Semedo, André Horta (56m – Eduardo Salvio), Ljubomir Fejsa (82m – José Gomes), Pizzi, André Carrillo (67m – Gonçalo Guedes) e Kostas Mitroglou

1-0 – Marek Hamšík – 20m
2-0 – Dries Mertens – 51m
3-0 – Arkadiusz Milik (pen.) – 54m
4-0 – Dries Mertens – 58m
4-1 – Gonçalo Guedes – 70m
4-2 – Eduardo Salvio – 86m

Cartões amarelos – Pepe Reina (86m); Lisandro López (50m), Júlio César (53m), Carrillo (65m) e Fejsa (76m)

Árbitro – Felix Brych (Alemanha)

Após o “passo em falso” da ronda inicial, o Benfica enfrentava o mais difícil desafio, perante o opositor teoricamente mais cotado do Grupo, e em terreno alheio.

Não obstante, entrando bem no jogo, pertenceriam mesmo à equipa portuguesa as primeiras boas ocasiões de golo, porém não concretizadas.

A piorar as coisas, depois das falhas ofensivas, o acumular de sucessivos erros defensivos, começando, logo aos 20 minutos, com o primeiro tento sofrido, na sequência de um canto, com Hamšík a beneficiar da excessiva liberdade que lhe foi concedida, para se antecipar à defesa, desviando a bola, de cabeça, para a baliza.

A formação lusa acusou o golo sofrido, tendo demorado a recompor-se, de forma a que pudesse, de alguma forma, chamar a si o controlo do jogo.

Depois de chegar ao intervalo com a desvantagem mínima, tudo se desmoronaria, com outros três golos sofridos num curtíssimo espaço de sete minutos, na sequência de um livre, de uma grande penalidade e, por fim, de uma comprometedora falha do guardião benfiquista – curiosamente, escolhido para este jogo pelo seu traquejo internacional, e conhecimento do futebol italiano, onde militou vários (sete) anos, ao serviço do Inter (sagrando-se penta-campeão).

Ainda com mais de meia hora para jogar, chegou então a recear-se o avolumar do resultado para números nada dignificantes, dado o desnorte que o grupo parecia atravessar.

Contudo, beneficiando de alguma natural baixa de intensidade e concentração do adversário, aproveitando então da melhor forma as oportunidades criadas, o Benfica apontaria ainda dois golos, reduzindo o desfecho final a uma mais tolerável marca de 2-4 (na deslocação anterior a Nápoles, tinha perdido por 2-3).

Em síntese, uma noite bastante negativa, com a equipa a ser fortemente penalizada pelos diversos erros individuais cometidos, sem que o conjunto tivesse revelado a necessária coesão para contrariar este poderoso adversário.

A decisão do posicionamento no Grupo fica reservada para o duplo confronto com o D. Kiev…

28 Setembro, 2016 at 9:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Paris St.-Germain – Arsenal – 1-1
Basel – Ludogorets – 1-1

1º Arsenal, Basel, Ludogorets e Paris St.-Germain, 1

Grupo B
D. Kyiv – Napoli – 1-2
Benfica – Beşiktaş – 1-1

1º Napoli, 3; 2º Benfica e Beşiktaş, 1; 4º D. Kyiv, 0

Grupo C
Barcelona – Celtic – 7-0
Manchester City – B. Mönchengladbach – 4-0

1º Barcelona e Manchester City, 3; 3º B. Mönchengladbach e Celtic, 0

Grupo D
Bayern – Rostov – 5-0
PSV Eindhoven – At. Madrid – 0-1

1º Bayern e At. Madrid, 3; 3º PSV Eindhoven e Rostov, 0

Grupo E
Bayer Leverkusen – CSKA Moskva – 2-2
Tottenham – Monaco – 1-2

1º Monaco, 3; 2º Bayer Leverkusen e CSKA Moskva, 1; 4º Tottenham, 0

Grupo F
Real Madrid – Sporting – 2-1
Legia Warsaw – B. Dortmund – 0-6

1º B. Dortmund e Real Madrid, 3; 3º Sporting e Legia Warsaw, 0

Grupo G
Brugge – Leicester – 0-3
FC Porto – København – 1-1

1º Leicester, 3; 2º FC Porto e København, 1;  4º Brugge, 0

Grupo H
Lyon – D. Zagreb –  3-0
Juventus – Sevilla – 0-0

1º Lyon, 3; 2º Juventus e Sevilla, 1; 4º D. Zagreb, 0

Para além de resultados extremamente desnivelados, com grandes goleadas como os 7-0 do Barcelona ao Celtic, os 6-0 do B. Dortmund em Varsóvia, frente ao Legia, os 5-0 do Bayern-Rostov, ou mesmo os 4-0 do Manchester City ao B. Mönchengladbach, esta jornada inaugural fica também marcada pela forma como as equipas portuguesas deixaram escapar – todas elas – a vantagem de que chegaram a desfrutar, no caso do Benfica, sofrendo o empate já em período de compensação, tendo o Sporting perdido mesmo, consentindo dois tentos em curtíssimo espaço de tempo, o do empate aos 89 minutos, e o que consumou a reviravolta a favor do Real Madrid, também já para além do tempo regulamentar…

14 Setembro, 2016 at 9:48 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Beşiktaş

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Lisandro López, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, André Horta, Ljubomir Fejsa (89m – Guillermo Celis), Eduardo Salvio, Franco Cervi (70m – Andreas Samaris), Pizzi e Gonçalo Guedes

BeşiktaşBeşiktaş – Tolga Zengin, Andreas Beck, Marcelo, Duško Tošić, Adriano (63m – Cenk Tosun), Gökhan Inler, Atiba Hutchinson, Ricardo Quaresma, Oğuzhan Özyakup (45m – Anderson Talisca), Caner Erkin e Vincent Aboubakar (81m – Olcay Şahan)

1-0 – Franco Cervi – 12m
1-1 – Anderson Talisca – 90m

Cartões amarelos – Andreas Samaris (78m) e Eduardo Salvio (87m); Caner Erkin (87m) e Andreas Beck (88m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Iniciando esta fase de grupos da Liga dos Campeões, recebendo, teoricamente, o concorrente menos difícil, o Benfica acabaria por vir a ser penalizado, já em período de descontos, deixando escapar uma vitória que tão importante poderia vir a revelar-se nas contas finais.

Privada de uma série de elementos fulcrais, quer na defesa, mas, sobretudo, na dianteira (nomeadamente com as forçadas ausências de Jardel, Rafa, Jiménez, Mitroglou e Jonas), a equipa portuguesa teve de recorrer a Franco Cervi e Gonçalo Guedes como homens mais adiantados no terreno.

Não obstante, a boa exibição de Fejsa e André Horta, a pautar o jogo a meio-campo, proporcionaram ao Benfica um absoluto controlo das operações, com sucessivas recuperações de bola a originar investidas para o ataque, rapidamente premiadas com o golo, obtido logo aos 12 minutos, por Cervi, muito oportuno, a antecipar-se à defesa, na recarga a uma defesa incompleta de Zengin a um primeiro remate de Salvio, bem desmarcado por André Horta.

Esta vantagem alcançada ainda numa fase inicial do encontro tranquilizou e motivou os jogadores benfiquistas, que beneficiariam então da possibilidade de procurar explorar rápidos lances de contra-ataque, em situações de superioridade numérica que, caso tivessem sido mais bem aproveitadas, poderiam ter possibilitado o ampliar da vantagem… e o consolidar do triunfo.

Para a segunda parte, a equipa turca fez entrar em campo o emprestado Anderson Talisca, a par de alterações tácticas de posicionamento, com Quaresma mais activo. Subindo gradualmente de rendimento, o Beşiktaş começaria a ameaçar, forçando Ederson Moraes a excelentes intervenções, a negar o tento do empate.

Ao invés, o sinal dado pelo Benfica era, nesta fase final, o de procurar a contenção, com a entrada de Andreas Samaris para reforço do meio-campo defensivo. Ainda assim, poderia ter “matado” o jogo, caso Gonçalo Guedes tivesse materializado em golo uma soberana oportunidade de que dispôs, isolado face ao guardião contrário, mas permitindo-lhe uma defesa “in-extremis”, com os pés.

Já numa fase em que geria as substituições (Fejsa saíra aos 89 minutos, por troca com Celis, e José Gomes preparava-se para entrar, em cima do minuto 90) – a culminar uma prestação algo desequilibrada do Benfica, entre as duas partes do jogo -, uma falta cometida próxima da área daria o melhor pretexto para Talisca se “vingar”, não perdoando, rematando sem apelo, na cobrança do livre, convertendo-o em golo, que retirava os tais dois pontos de uma vitória que parecia adquirida…

13 Setembro, 2016 at 9:40 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2016-17 – Sorteio da Fase de Grupos

Grupo A         Grupo B         Grupo C         Grupo D
P. St.-Germain  Benfica         Barcelona       Bayern
Arsenal         Napoli          Man. City       At. Madrid
Basel           D. Kyiv         B. M'gladbach   PSV
Ludogorets      Beşiktaş        Celtic          Rostov

Grupo E         Grupo F         Grupo G         Grupo H
CSKA Moskva     Real Madrid     Leicester       Juventus
B. Leverkusen   B. Dortmund     FC Porto        Sevilla
Tottenham       Sporting        Brugges         Lyon
Monaco          Legia Warsaw    København       D. Zegreb

A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 13 e 14 de Setembro, estando agendado para 6 e 7 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.

A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se no “Millennium Stadium”, em Cardiff, no País de Gales, a 3 de Junho de 2017.

25 Agosto, 2016 at 5:54 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Final – Real Madrid – At. Madrid

Real Madrid – Keylor Navas, Daniel Carvajal (52m – Danilo), Sergio Ramos, Pepe, Marcelo, Casemiro, Luka Modrić, Toni Kroos (72m – Isco), Gareth Bale, Cristiano Ronaldo e Karim Benzema (77m – Lucas Vázquez)

At. MadridAt. Madrid – Jan Oblak, Juanfran, Stefan Savić, Diego Godín, Filipe Luís (109m – Lucas Hernández), Saúl Ñíguez, Gabi, Augusto Fernández (45m – Yannick Ferreira Carrasco), Koke (116m – Thomas Partey), Antoine Griezmann e Fernando Torres

1-0 – Sergio Ramos – 15m
1-1 – Yannick Ferreira Carrasco – 79m

Desempate da marca de grande penalidade:

1-0 – Lucas Vázquez
1-1 – Antoine Griezmann
2-1 – Marcelo
2-2 – Gabi
3-2 – Gareth Bale
3-3 – Saúl Ñíguez
4-3 – Sergio Ramos
Juanfran rematou ao poste
5-3 – Cristiano Ronaldo

Cartões amarelos – Daniel Carvajal (11m), Keylor Navas (47m), Casemiro (79m), Sergio Ramos (90m), Danilo (93m) e Pepe (112m); Fernando Torres (61m) e Gabi (90m)

Árbitro – Mark Clattenburg (Inglaterra)

A “história não se repete”, reinventa-se…

Depois de, há dois anos, em Lisboa, as duas equipas de Madrid terem chegado ao final do tempo regulamentar empatadas a uma bola, a final desta noite teria precisamente o mesmo resultado, embora a trajectória do marcador, e do próprio jogo, tenha sido bem distinta da do confronto anterior.

Desta vez o prolongamento não seria decisivo, obrigando ao recurso ao desempate da marca de grande penalidade. Mas, no final, o desfecho seria, uma vez mais – pelo terceiro ano consecutivo, nos confrontos entre Real e Atlético de Madrid na Liga dos Campeões – o triunfo dos “merengues”.

O Real Madrid entrou bem mais afirmativo, dominador desde os minutos iniciais, remetendo a equipa “colchonera” para a sua zona defensiva, com Oblak a ser chamado a intervir logo aos 5 minutos, a defender um remate de Benzema.

Dada a toada de jogo, não surpreenderia o tento inaugural do desafio, a surgir logo à passagem do quarto de hora, com Sergio Ramos, na cara do guardião esloveno – em posição de fora de jogo -, a desviar subtilmente a bola para a baliza, na sequência de um cabeceamento de Bale, após livre apontado por Kroos.

Até final da primeira parte, o At. Madrid parecia incapaz de reagir, acusando sobremaneira o golo sofrido, pairando como uma sombra o desaire de Lisboa.

Para o segundo tempo, Simeone apostou em Yannick Ferreira Carrasco, o que se revelaria uma opção acertada. Logo no minuto inicial da etapa complementar, os “vermelho-e-brancos” beneficiariam de uma grande penalidade, por derrube de Pepe sobre Torres. Porém, na conversão, Griezmann, infeliz, acertaria, com estrondo, na trave.

Mais um duro revés, que poderia contribuir para agravar o desânimo da equipa. Mas, então, cerrando fileiras, o Atlético Madrid foi buscar forças onde elas pareciam escassear, intensificando a pressão sobre a área do Real. Savić não conseguiria concretizar uma oportunidade, para, à passagem da hora de jogo, ser Saúl a ameaçar o golo.

Em contra-ataque, o Real poderia ter sentenciado o jogo, também por duas ocasiões, primeiro com Oblak, aos 70 minutos, a salvar a sua equipa, negando o golo a Benzema, para, pouco depois, ser agora a vez de Savić evitar o golo, em cima da linha de baliza.

O tempo escoava-se rapidamente, quando, no minuto imediato, Yannick Ferreira Carrasco conseguiria colocar justiça no marcador, empatando a contenda, dando – já na pequena área – a melhor sequência a um potente centro de Juanfran, “a rasgar”, nas costas da defesa contrária. Melhor, passavam a ser os “colchoneros” a beneficiar do ascendente psicológico (e físico – com Bale e Modrić esgotados, e Cristiano Ronaldo, inegavelmente, longe da sua melhor condição física), com o Real, então, nos minutos derradeiros do tempo regulamentar, a limitar-se a defender, forçando o prolongamento.

Faltou então ao Atlético conseguir dar a “estocada final”; à medida que o prolongamento avançava, o fulgor ia, necessariamente, diminuindo, enquanto, em paralelo, o Real ia acreditando cada vez mais que era possível “aguentar” e levar a decisão para a marca dos “onze metros”.

No desempate da marca de grande penalidade – em que os “merengues” voltavam à “mó de cima”, não só por terem forçado tal situação, mas contando também com a estatística mais favorável ao seu guarda-redes, as duas equipas estariam praticamente perfeitas (pese embora o Real parecer sempre “em esforço”), sem que nenhum dos guardiões tivesse possibilidade de deter qualquer um dos dez remates.

Todavia, ao penúltimo pontapé, Juanfran seria excessivamente certeiro, colocando tanto a bola que ela embateria no poste; no derradeiro remate, Cristiano Ronaldo não perdoaria, proporcionando ao Real Madrid a conquista da “undécima” (e terceiro troféu da sua conta pessoal).

Infeliz, o Atlético de Madrid – depois de ter rematado um “penalty” à trave, e outro ao poste -, voltava a ser derrotado, perdendo a sua terceira final da Taça / Liga dos Campeões Europeus, sendo agora o clube com mais finais perdidas de entre os que não conseguiram ainda conquistar o troféu.

A lista de vencedores, nas 61 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada: Real Madrid, 11 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14 e 2015-16); AC Milan, 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07); Liverpool, 5 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84 e 2004-05); Bayern München, 5 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01 e 2012-13); Barcelona, 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15); Ajax, 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95); Inter, 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10); Manchester United, 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08); Benfica, 2 (1960-61 e 1961-62); Nottingham Forest, 2 (1978-79 e 1979-80); Juventus, 2 (1984-85 e 1995-96); FC Porto, 2 (1986-87 e 2003-04);  Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); Borussia Dortmund (1996-97); e Chelsea (2011-12).

28 Maio, 2016 at 9:34 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/2 Finais (2ª mão)

                                 2ª mão      1ª mão       Total
Real Madrid - Manchester City      1-0         0-0         1-0
Bayern - At. Madrid                2-1         0-1         2-2

Dois anos depois repete-se – agora em Milão – a final de Lisboa, de 2014, entre Real Madrid e Atlético de Madrid.

4 Maio, 2016 at 8:37 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/2 Finais (1ª mão)

Manchester City – Real Madrid – 0-0
At. Madrid – Bayern – 1-0

27 Abril, 2016 at 8:35 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio das 1/2 Finais

Manchester  City – Real Madrid
At. Madrid – Bayern

Os jogos da primeira mão serão disputados nos próximos dias 26 e 27 de Abril de 2016. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 3 e 4 de Maio.

15 Abril, 2016 at 9:54 am Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final (2ª mão)

                                 2ª mão      1ª mão       Total
Real Madrid - Wolfsburg            3-0         0-2         3-2
Benfica – Bayern                   2-2         0-1         2-3
At. Madrid - Barcelona             2-0         1-2         3-2
Manchester City - P. St.-Germain   1-0         2-2         3-2

Sinal notório do grande equilíbrio dos confrontos destes 1/4 de final: todas as quatro eliminatórias decididas por tangencial margem de 3-2 no agregado das duas mãos.

13 Abril, 2016 at 8:37 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final (2ª mão) – Benfica – Bayern

BenficaBenfica – Ederson Moraes, André Almeida, Jardel, Victor Lindelöf, Eliseu (88m – Luka Jović), Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Eduardo Salvio (68m – Anderson Talisca), Mehdi Carcela-González, Pizzi (58m – Gonçalo Guedes) e Raúl Jiménez

BayernBayern München – Manuel Neuer, Philipp Lahm, Joshua Kimmich, Javi Martínez, David Alaba, Thiago Alcântara, Xabi Alonso (90m – Juan Bernat), Arturo Vidal, Douglas Costa, Thomas Müller (84m – Robert Lewandowski) e Franck Ribéry (90m – Mario Götze)

1-0 – Raúl Jiménez – 27m
1-1 – Arturo Vidal – 38m
1-2 – Thomas Müller – 52m
2-2 – Anderson Talisca – 76m

Cartões amarelos – Mehdi Carcela-González (70m) e André Almeida (90m); Javi Martínez (74m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

Numa conclusão sumária, confirmou-se que a “missão era impossível”.

E, todavia – mesmo privado do concurso de Jonas (castigado), Nico Gaitán, Mitroglou (para além de Júlio César ou Luisão), por lesão -, o Benfica até começou por conseguir o que parecia mais difícil, ao colocar-se em vantagem no marcador, numa excelente antecipação, em voo, de Raúl Jiménez, a aproveitar uma saída em falso de Neuer, a cabecear sem hipóteses para o guardião bávaro, igualando assim a eliminatória.

Mas, efectivamente – e pese embora nova boa exibição do guarda-redes Ederson -, o mais difícil era mesmo manter a baliza benfiquista inviolada, tal a expressão de posse de bola da equipa alemã (a aproximar-se, no final da partida, dos 70%), e a pressão imposta sobre o meio campo e zona defensiva contrária, qual “rolo compressor”.

Poderiam as coisas ter sido diferentes, em termos de desfecho da eliminatória? Quem sabe, se o Benfica tivesse concretizado a soberana oportunidade de que dispôs para ampliar o resultado para 2-0 (negada por Neuer), apenas quatro minutos volvidos após o primeiro tento… talvez pudesse prolongar o sonho.

Como se receava, o golo do Bayern – novamente por Vidal, numa recarga de “baliza aberta”, após um deficiente desvio de Ederson, para a frente, e para a zona central -, empatando o jogo, poucos minutos antes do intervalo, praticamente sentenciou tal desfecho.

Depois, com a obtenção do segundo tento pelos alemães, num lance estudado de bola parada (canto), chegou a poder recear-se que algum desânimo se apoderasse da equipa portuguesa, que veria ainda uma bola embater no poste da baliza de Ederson.

Mas não, o grupo soube reagir da melhor forma à desilusão, não virando a cara à luta, enfrentando o adversário “olhos nos olhos”, conseguindo, na sequência de uma soberba execução de Talisca, na conversão de um livre, marcar novamente, restabelecendo a igualdade.

E o mesmo Talisca teria ainda nos pés, também na marcação de um outro livre, a cinco minutos do final, a possibilidade de dar a vitória ao clube português, com a bola, contudo, a sair ligeiramente ao lado da baliza. Até final, seria o conjunto benfiquista a procurar com mais insistência chegar ainda ao golo.

No conjunto das duas mãos, o tangencial diferencial de 2-3, espelha bem a oposição que o Benfica ofereceu ao amplamente favorito Bayern, dispondo de meios e recursos largamente superiores.

Não aconteceu a desejada “noite mágica” no Estádio da Luz, mas foi de forma honrosa que a equipa portuguesa se despediu da Liga dos Campeões, concluindo uma bela campanha nesta temporada.

Uma palavra, para definir a atitude e o comportamento do Benfica nestes dois jogos: Dignidade!

13 Abril, 2016 at 8:35 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Março 2026
S T Q Q S S D
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.