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Sérvia – Portugal (Europeu 2016 – Qualif.)
Sérvia – Vladimir Stojković, Nenad Tomović, Stefan Mitrović, Duško Tošić, Aleksandar Kolarov (77m – Ivan Obradović), Zoran Tošić (84m – Miralem Sulejmani), Luka Milivojević, Nemanja Matić, Dušan Tadić, Adem Ljajić e Aleksandar Mitrović (85m – Petar Škuletić)
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, José Fonte, Bruno Alves (45m – Luís Neto), Eliseu, Danilo Pereira, Nani, André André, Miguel Veloso (70m – João Moutinho), Ricardo Quaresma e Danny (57m – Éder)
0-1 – Nani – 5m
1-1 – Zoran Tošić – 65m
1-2 – João Moutinho – 78m
Cartões amarelos – A. Mitrović (50m), D. Tošić (78m), Kolarov (79m); Nélson Semedo (28m), Danny (42m), Nani (42m), Danilo Pereira (50m) e André André (82m)
Cartões vermelhos – Kolarov (80m) e Matić (81m)
Árbitro – David Fernández Borbalán (Espanha)
Encerrando com chave de ouro esta fase de apuramento, a selecção de Portugal conseguiu mesmo superar o record de vitórias consecutivas em jogos oficiais, completando uma série de sete triunfos (em todos os jogos, à excepção da partida inaugural desta qualificação).
Tendo garantido a qualificação já na ronda anterior – desta vez, evitando a “máquina de calcular” até ao último dia, e os sempre incertos “play-off” – o seleccionador Fernando Santos teve inclusivamente a oportunidade para fazer rodar alguns jogadores, renovando a equipa neste último desafio em que apenas a honra estava em causa – para além do tal “record” de vitórias.
Por seu lado, a Sérvia, também sem nada a ganhar (nem a perder…), abordou a partida sem grande responsabilidade, vendo-se surpreendida com o tento de Nani, logo aos cinco minutos de jogo.
Em situação de desvantagem, caberia naturalmente aos sérvios reagir, procurando o golo do empate, que viriam a alcançar já no segundo tempo, então repondo alguma justiça no marcador.
Mesmo sem fazer uma boa exibição, a equipa portuguesa acabaria por ter a felicidade de chegar à vitória, já na fase final, com mais um golo de João Moutinho. Um resultado bem melhor do que a exibição, afinal, à imagem do que foi toda esta fase de qualificação de Portugal.
Beneficiando da segurança defensiva, ganhando todos os (sete) jogos pela margem mínima, a equipa nacional afirma-se como “resultadista”, conseguindo maximizar os pontos obtidos com o relativamente escasso número de golos apontados.
Agora será oportunidade de, com tempo, preparar a presença na Fase Final, a disputar em França no próximo ano, na qual terá a inesperada companhia da Albânia, que assegurou hoje um inédito apuramento, relegando a Dinamarca para a disputa do indesejável “play-off”.
GRUPO I Jg V E D G Pt 1º Portugal 8 7 - 1 11 - 5 21 2º Albânia 8 4 2 2 10 - 5 14 3º Dinamarca 8 3 3 2 8 - 5 12 4º Sérvia 8 2 1 5 8 -13 4* 5º Arménia 8 - 2 6 5 -14 2
* Sérvia penalizada em 3 pontos pela UEFA, devido aos acontecimentos do jogo com a Albânia
10ª jornada
11.10.15 – Arménia – Albânia – 0-3
11.10.15 – Sérvia – Portugal – 1-2
Portugal – Dinamarca (Europeu 2016 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Fábio Coentrão, Danilo Pereira, João Moutinho (90m – José Fonte), Bernardo Silva (76m – Danny), Tiago, Nani (82m – Quaresma) e Cristiano Ronaldo
Dinamarca – Kasper Schmeichel, Lars Jacobsen, Simon Kjær, Daniel Agger, Riza Durmisi, Pierre Højbjerg (45m – William Kvist), Martin Braithwaite, Daniel Wass (69m – Nicolai Jørgensen), Michael Krohn-Dehli, Christian Eriksen (82m – Yussuf Poulsen) e Nicklas Bendtner
1-0 – João Moutinho – 66m
Cartões amarelos – Rui Patrício (83m) e Danilo Pereira (90m); Pierre Højbjerg (25m), Christian Eriksen (43) e Daniel Wass (69m)
Árbitro – Mark Clattenburg (Inglaterra)
Portugal está no EURO 2016!
Somando a sexta vitória consecutiva – curiosamente obtidas, todas elas, pela margem mínima – a selecção portuguesa garantiu o 1.º lugar no seu grupo de apuramento, e consequente qualificação automática para a fase final do Campeonato da Europa, a disputar em França no próximo ano.
Com uma exibição ao nível do que tem realizado ao longo desta fase de qualificação, sem grandes exuberâncias, procurando mais controlar o jogo, minimizando os riscos – era aos dinamarqueses que competia arriscar em busca do golo e da vitória – do que, em boa verdade, uma aposta deliberada no ataque,
Premiada pela segurança defensiva, que lhe permitiu manter inviolada a sua baliza, a selecção nacional alcançaria mesmo o triunfo, na sequência de uma oportuna intervenção de João Moutinho, estabelecendo um resultado que se ajusta ao que ambas as equipas apresentaram em campo.
A Dinamarca – que disputou o seu último jogo nesta fase de grupos – fica assim dependente do que fará a Albânia no seu derradeiro encontro, na Arménia, sendo que apenas a vitória dos albaneses lhe proporcionará uma inédita qualificação directa.
Para além do país organizador (França) e de Portugal, estão também já apurados os seguintes países (metade dos finalistas): Islândia, R. Checa, Inglaterra, I. Norte e Áustria; Espanha e Suíça; Itália, Bélgica e País de Gales [actualização a 10.10.2015].
À entrada para a derradeira ronda, garantiram já, pelo menos, a presença no “play-off” as seguintes selecções: Eslováquia, Ucrânia, Alemanha, Polónia, Irlanda, Roménia, Hungria, Rússia, Suécia, Noruega, Croácia, Dinamarca e Albânia.
GRUPO I Jg V E D G Pt 1º Portugal 7 6 - 1 9 - 4 18 2º Dinamarca 8 3 3 2 8 - 5 12 3º Albânia 7 3 2 2 7 - 5 11 4º Sérvia 7 2 1 4 7 -11 4* 5º Arménia 7 - 2 5 5 -11 2
* Sérvia penalizada em 3 pontos pela UEFA, devido aos acontecimentos do jogo com a Albânia
9ª jornada
08.10.15 – Albânia – Sérvia – 0-2
08.10.15 – Portugal – Dinamarca – 1-0
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo F
Marseille – Slovan Liberec – 0-1
Sp. Braga – Groningen – 1-0
1º Sp. Braga, 6; 2º Marseille e Slovan Liberec, 3; 4º Groningen, 0
Grupo H
Beşiktaş – Sporting – 1-1
Lokomotiv Moskva – Skënderbeu – 2-0
1º Lokomotiv Moskva, 6; 2º Beşiktaş, 4; 3º Sporting, 1; 4º Skënderbeu, 0
Grupo I
Belenenses – Fiorentina – 0-4
Basel – Lech Poznan – 2-0
1º Basel, 6; 2º Fiorentina, 3; 3º Lech Poznan e Belenenses, 1
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – At. Madrid – Benfica
At. Madrid – Jan Oblak, Juanfran, José María Giménez, Diego Godín, Filipe Luís, Gabi, Óliver Torres (63m – Saúl Ñíguez), Tiago, Ángel Correa (77m – Fernando Torres), Antoine Griezmann (71m – Luciano Vietto) e Jackson Martínez
Benfica – Júlio César, Nélson Semedo, Luisão, Jardel, Eliseu, Andreas Samaris (73m – Lubjomir Fejsa), Gonçalo Guedes, André Almeida, Nico Gaitán, Raúl Jiménez (72m – Kostas Mitroglou) e Jonas (80m – Pizzi)
1-0 – Correa – 23m
1-1 – Nico Gaitán – 36m
1-2 – Gonçalo Guedes – 51m
Cartões amarelos – Jackson Martínez (40m) e Óliver Torres (55m); Eliseu (25m), Luisão (28m), Andreas Samaris (40m) e Jardel (82m)
Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)
No regresso do Benfica às “grandes noites europeias”, fica o registo de uma excelente vitória, no terreno de um dos finalistas da competição há dois anos (em que deixou então escapar o troféu, já em período de compensação, ao consentir a igualdade ao Real Madrid, vindo a perder no prolongamento).
Uma noite fundada na solidariedade e entreajuda, denotando forte espírito colectivo, com capacidade para reagir, não apenas à intensa pressão a que a equipa foi sujeita por parte do adversário, mas também à adversidade de um golo surgido ainda numa fase relativamente inicial do desafio.
O que, necessariamente, provocaria alguma intranquilidade, até que o grupo conseguisse voltar a acalmar, no que teria um auxílio determinante no tento do empate, num lance em que o conjunto mostrou o seu entrosamento, e em que a individualidade – Nico Gaitán, que, curiosamente, até começara o encontro algo “apagado” – sobressairia, evidenciando a sua classe superior.
Mais confiante nas suas capacidades, o início do segundo tempo seria coroado com mais um magnífico golo, na sequência de um rápido contra-ataque, com o jovem Gonçalo Guedes, com muita personalidade, a surgir a rematar quase sem ângulo, junto ao poste, com um remate cruzado para o poste mais distante, enganando o antigo guardião benfiquista, o esloveno Jan Oblak.
No imediato, os “colchoneros” procuraram inverter a tendência do marcador, intensificando a pressão, a que o Benfica conseguiu responder com serenidade, contando também com a magnífica concentração do guarda-redes Júlio César.
A equipa encarnada – a alinhar de camisola branca, e calções vermelhos – beneficiaria ainda do período de substituições (cinco, entre os 70 e os 80 minutos, praticamente “suspendendo” o jogo nessa fase crucial) para quebrar o ímpeto do opositor, que, em boa verdade, à medida que a partida se encaminhava para o seu termo, foi perdendo discernimento, acabando, nessa fase, por não criar efectivas situações de perigo.
Um triunfo alcançado com a indispensável dose de fortuna, mas, paralelamente, um justo prémio à aplicação de toda a equipa, a funcionar como um todo, não obstante proporcionando também espaço às individualidades (com realce para Júlio César, Nico Gaitán, Jonas e Gonçalo Guedes) para brilhar ao mais alto nível, num grande palco do futebol europeu.
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Shakhtar Donetsk – Paris St.-Germain – 0-3
Malmö – Real Madrid – 0-2
1º Real Madrid e Paris St.-Germain, 6; 3º Malmö e Shakhtar Donestsk, 0
Grupo B
Manchester United – Wolfsburg – 2-1
CSKA Moskva – PSV – 3-2
1º PSV, CSKA Moskva, Manchester United e Wolfsburg, 3
Grupo C
Astana – Galatasaray – 2-2
At. Madrid – Benfica – 1-2
1º Benfica, 6; 2º At. Madrid, 3; 3º Astana e Galatasaray, 1
Grupo D
Borussia M’gladbach – Manchester City – 1-2
Juventus – Sevilla – 2-0
1º Juventus, 6; 2º Sevilla e Manchester City, 3; 4º Borussia M’gladbach, 0
Grupo E
Barcelona – Bayer Leverkusen – 2-1
BATE Borisov – Roma – 3-2
1º Barcelona, 4; 2º Bayer Leverkusen e BATE Borisov, 3; 4º Roma, 1
Grupo F
Bayern – D. Zagreb – 5-0
Arsenal – Olympiakos – 2-3
1º Bayern, 6; 2º Olympiakos e D. Zagreb, 3; 4º Arsenal, 0
Grupo G
Maccabi Tel-Aviv – D. Kyiv – 0-2
FC Porto – Chelsea – 2-1
1º D. Kyiv e FC Porto, 4; 3º Chelsea, 3; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0
Grupo H
Lyon – Valencia – 0-1
Zenit – Gent – 2-1
1º Zenit, 6; 2º Valencia, 3; 3º Gent e Lyon, 1
Da 2.ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, o principal destaque vai para os excelentes triunfos obtidos pelas equipas portuguesas, frente a At. Madrid e Chelsea. Mas, para além de Rui Vitória, houve outros treinadores portugueses em noite vitoriosa: desde logo, Marco Silva, com o Olympiakos, a ganhar em Londres, face ao Arsenal; Nuno Espírito Santo, com o Valencia, a triunfar em Lyon; e André Villas-Boas, com o Zenit a derrotar o Gent.
Mas esta ronda fica também indelevelmente assinalada pelo 500.º golo da carreira de Cristiano Ronaldo (o primeiro que marcou em Malmoe), tendo, com o segundo tento apontado, igualado Raúl como melhor marcador de sempre da história do Real Madrid (com um total de 323 golos)!
Robert Lewandowski – 5 golos em 9 minutos!
Entrando em campo apenas na segunda parte, no jogo entre o Bayern e o Wolfsburg, do campeonato da Alemanha, Robert Lewandowski marcou 2 golos no espaço de 1 minuto; 3 golos em 3:22 minutos; 4 golos em 5:42 minutos; e 5 golos em 9 minutos (golos obtidos aos 50:40, 51:40, 54:02, 56:22 e 59:38 minutos). Absolutamente fenomenal!
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo F
Slovan Liberec – Sp. Braga – 0-1
Groningen – Marseille – 0-3
1º Marseille e Sp. Braga, 3; 3º Slovan Liberec e Groningen, 0
Grupo H
Sporting – Lokomotiv Moskva – 1-3
Skënderbeu – Beşiktaş – 0-1
1º Lokomotiv Moskva e Beşiktaş, 3; 3º Skënderbeu e Sporting, 0
Grupo I
Fiorentina – Basel – 1-2
Lech Poznan – Belenenses – 0-0
1º Basel, 3; 2º Belenenses e Lech Poznan, 1; 4º Fiorentina, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris St.-Germain – Malmö – 2-0
Real Madrid – Shakhtar Donetsk – 4-0
1º Real Madrid e Paris St.-Germain, 3; 3º Malmö e Shakhtar Donestsk, 0
Grupo B
Wolfsburg – CSKA Moskva – 1-0
PSV – Manchester United – 2-1
1º PSV e Wolfsburg, 3; 3º Manchester United e CSKA Moskva, 0
Grupo C
Galatasaray – At. Madrid – 0-2
Benfica – Astana – 2-0
1º At. Madrid e Benfica, 3; 3º Astana e Galatasaray, 0
Grupo D
Manchester City – Juventus – 1-2
Sevilla – Borussia M’gladbach – 3-0
1º Sevilla e Juventus, 3; 3º Manchester City e Borussia M’gladbach, 0
Grupo E
Bayer Leverkusen – BATE Borisov – 4-1
Roma – Barcelona – 1-1
1º Bayer Leverkusen, 3; 2º Barcelona e Roma, 1; 4º BATE Borisov, 0
Grupo F
D. Zagreb – Arsenal – 2-1
Olympiakos – Bayern – 0-3
1º Bayern e D. Zagreb, 3; 3º Arsenal e Olympiakos, 0
Grupo G
D. Kyiv – FC Porto – 2-2
Chelsea – Maccabi Tel-Aviv – 4-0
1º Chelsea, 3; 2º D. Kyiv e FC Porto, 1; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0
Grupo H
Valencia – Zenit – 2-3
Gent – Lyon – 1-1
1º Zenit, 3; 2º Gent e Lyon, 1; 4º Valencia, 0
Os principais destaques desta ronda inaugural da fase de grupos da Liga dos Campeões vão para as goleadas do Real Madrid (com um hat-trick de Cristiano Ronaldo, a afirmar-se como melhor marcador de sempre da Liga dos Campeões Europeus, atingindo a fantástica marca de 80 golos) e Chelsea, assim como para os triunfos fora de portas da Juventus (em Manchester), do At. Madrid (em Istambul), do Bayern (em Atenas) e do Zenit (em Valencia).
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Astana
Benfica – Júlio César, Nélson Semedo, Luisão, Jardel, Eliseu, Andreas Samaris (85m – Ljubomir Fejsa), Gonçalo Guedes, Anderson Talisca (77m – Raúl Jiménez), Nico Gaitán, Kostas Mitroglou e Jonas (72m – Pizzi)
Astana – Nenad Eric, Branko Ilic (90m – Denys Dedechko), Evgeni Postnikov, Marin Anicic, Dmitri Shomko, Baurzhan Dzholchiyev (81m – Abzal Beysebekov), Roger Cañas, Georgi Zhukov, Nemanja Maksimovic, Foxi Kéthévoama e Junior Kabananga
1-0 – Nico Gaitán – 51m
2-0 – Kostas Mitroglou – 62m
Cartões amarelos – Andreas Samaris (40m), Gonçalo Guedes (45m) e Jardel (83m); Marin Anicic (21m) e Baurzhan Dzholchiyev (24m)
Árbitro – Tasos Sidiropoulos (Grécia)
À semelhança do que tem sido regra neste início de época – a única excepção vem precisamente do jogo anterior para o campeonato, ante o Belenenses – o Benfica ficou mais uma vez em branco no primeiro tempo.
Um nulo que reflecte bem o que se passou dentro de campo nesses 45 minutos iniciais, com um jogo de toada lenta, denunciado, muito afunilado, sem rasgo nem chama.
Perante uma equipa de estatuto bem inferior, estreante nesta fase da competição, o Benfica, tendo necessariamente a responsabilidade de assumir a iniciativa e procurar a vitória – pese embora até tenha começado por passar por um grande susto, logo no minuto inicial após o recomeço, com a bola a embater no poste da baliza, com Júlio César a fazer a mancha, dificultando o remate do adversário – regressou para a segunda metade com outra atitude, muito mais dinâmica, tendo sobressaído nessa fase a acção do irrequieto Nico Gaitán, a puxar pelos seus companheiros, apontando o caminho, culminando mesmo com a obtenção do tento que consumava a abertura no marcador.
Até ao tento da confirmação, por Mitroglou, decorreram apenas mais cerca de 10 minutos. A partir daí, até final, o pensamento terá estado mais em gerir o resultado que em procurar ampliá-lo, até em função do confronto agendado para domingo, no Estádio do Dragão, frente ao FC Porto, pelo que não houve mais eventos de relevo a assinalar.
Perante uma equipa que, após ter conseguido quebrar a resistência e a barreira defensiva, não colocou grandes problemas, acabou por ser um triunfo tranquilo do Benfica, a lançar positivamente esta campanha, que poderá beneficiar também do resultado da outra partida da ronda, com o Galatasaray a ser derrotado em casa pelo Atlético de Madrid.
Albânia – Portugal (Europeu 2016 – Qualif.)
Albânia – Etrit Berisha, Berat Djimsiti, Lorik Cana, Arlind Ajeti, Ansi Agolli, Burim Kukeli, Taulant Xhaka, Sokol Çikalleshi (86m – Bekim Balaj), Amir Abrashi (54m – Migjen Basha), Shkelzen Gashi (70m – Odise Roshi) e Ermir Lenjani
Portugal – Rui Patrício, Vieirinha (54m – Cédric Soares), Pepe, Ricardo Carvalho, Eliseu, Danilo, Miguel Veloso, Bernardo Silva (65m – Ricardo Quaresma), Danny (76m – Éder), Nani e Cristiano Ronaldo
0-1 – Miguel Veloso – 90m
Cartões amarelos – Berat Djimsiti (23m) e Amir Abrashi (44m); Nani (82m)
Árbitro – Jonas Eriksson (Suécia)
No dia em que se cumpria exactamente um ano de um inesperado desaire caseiro ante a Albânia, a selecção de Portugal, com alguma felicidade – marcando novamente em período de compensação, tal como sucedera na Dinamarca, igualmente na sequência de um cruzamento de Ricardo Quaresma -, tirou a sua desforra, obtendo uma tão escassa como crucial vitória, que a coloca à beira da qualificação para a Fase Final do Europeu, necessitando apenas de um ponto nos dois jogos que lhe falta disputar.
Numa campanha que se tem pautado por um desempenho sofrível na generalidade dos desafios, mas que, não obstante, se tem traduzido numa boa série de (cinco) vitórias consecutivas, a primeira metade deste jogo na Albânia terá sido o período em que a selecção portuguesa melhor esteve, assumindo a iniciativa do jogo, sabendo que o empate poderia ser um desfecho arriscado, dado que deixaria os três primeiros classificados muito nivelados.
Dessa fase mais positiva, realce para um lance que deixou toda a ideia de grande penalidade não sancionada pela arbitragem. Pese embora as estatísticas do jogo continuassem a denotar a superioridade portuguesa em campo (no final, registaria uma vantagem de 7-1 em remates à baliza), a verdade é que, à medida que o tempo ia decorrendo, o nível exibicional foi decrescendo, tendo o guardião Rui Patrício apanhado um enorme susto, quando, sem hipóteses de defesa, viu a bola embater no poste da sua baliza.
Já na fase final do desafio, seria Eliseu, a não ser feliz, num subtil “chapéu” ao guarda-redes contrário, com a bola a sair muito ligeiramente ao lado do poste. E, quando porventura já não se acreditaria que o marcador funcionasse, na sequência de um canto, já no minuto 92, Miguel Veloso, antecipando-se a toda a defesa albanesa, cabecearia de forma imparável, obtendo o tento da vitória lusa.
Noutros grupos, garantiram já o apuramento a Inglaterra (até agora com uma campanha “perfeita”, com triunfos em todos os oito encontros realizados), R. Checa, Islândia (uma estreia absoluta em fases finais de grandes competições a nível do escalão de seniores) e Áustria. Para além de Portugal, também País de Gales, Bélgica, Espanha, Alemanha e Irlanda do Norte estão à beira de marcar presença em França no próximo ano.
GRUPO I Jg V E D G Pt 1º Portugal 6 5 - 1 8 - 4 15 2º Dinamarca 7 3 3 1 8 - 4 12 3º Albânia 6 3 2 1 7 - 3 11 4º Arménia 7 - 2 5 5 -11 2 5º Sérvia 6 1 1 4 5 -11 1*
* Sérvia penalizada em 3 pontos pela UEFA, devido aos acontecimentos do jogo com a Albânia
8ª jornada
07.09.15 – Arménia – Dinamarca – 0-0
07.09.15 – Albânia – Portugal – 0-1



