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Mundial 2018 – Sorteio da Fase de Qualificação
Realizou-se hoje, em S. Petersburgo, na Rússia, o sorteio da Fase de Qualificação para o Mundial 2018 de Futebol. É a seguinte a constituição dos Grupos da Zona Europeia:
Grupo A Grupo B Grupo C Holanda Portugal Alemanha França Suíça R. Checa Suécia Hungria I. Norte Bulgária Ilhas Faroé Noruega Bielorrússia Letónia Azerbaijão Luxemburgo Andorra S. Marino Grupo D Grupo E Grupo F País de Gales Roménia Inglaterra Áustria Dinamarca Eslováquia Sérvia Polónia Escócia Irlanda Montenegro Eslovénia Moldávia Arménia Lituânia Geórgia Cazaquistão Malta Grupo G Grupo H Grupo I Espanha Bélgica Croácia Itália Bósnia-Herzegovina Islândia Albânia Grécia Ucrânia Israel Estónia Turquia Macedónia Chipre Finlândia Liechtenstein
Portugal – beneficiando da sua posição no ranking da FIFA (7.º lugar a nível mundial e 4.º europeu), o que lhe confere o estatuto de “cabeça-de-série” (juntamente com Alemanha, Bélgica, Holanda, Roménia, Inglaterra, País de Gales, Espanha e Croácia) – vê-se enquadrado num Grupo em que terá de se assumir como claro favorito à vitória e ao apuramento directo.
Tendo a Europa direito a 13 selecções na Fase Final do Mundial, das 52 participantes na qualificação, apenas o vencedor de cada um dos 9 Grupos de Qualificação terá acesso directo à referida Fase Final; os 8 melhores segundos classificados de entre os vários Grupos disputarão entre si (em sistema de “play-off”) mais 4 vagas de apuramento.
Portugal vice-campeão da Europa de sub-21

No termo de uma fantástica campanha, com 15 jogos de invencibilidade, somando 12 vitórias (dez delas em todos os desafios disputados na fase de apuramento) – coroadas com a estrondosa goleada de 5-0 à Alemanha – e três empates, a selecção nacional acabou por, ingloriamente (depois de ter afastado selecções como a da Holanda, Itália, Inglaterra e Alemanha), deixar escapar o título de Campeã da Europa a favor da Suécia, no desempate da marca de grande penalidade (3-4), depois de 0-0 no final dos 120 minutos de tempo regulamentar e prolongamento.
Na final de hoje, disputada em Praga, na R. Checa, a equipa portuguesa, assumindo o favoritismo que lhe era concedido, procurou, desde início, controlar o jogo, tomando a iniciativa, em busca do golo, de que é bom indício a contagem do número de cantos, em que Portugal chegou a ter uma vantagem de 8-0 (fixando-se, no final, em 9-2), com um diferencial de 57% face a 43% em termos de posse de bola. Porém, alguma infelicidade (uma bola na trave, logo nos minutos iniciais, e duas a rasar o poste, uma delas num excelente remate em arco, sem hipóteses para o guardião contrário), a par do bom desempenho do guarda-redes sueco, não permitiram concretizar em golo a superioridade então manifestada.
Todavia, à medida que o tempo foi decorrendo, o grupo português foi decaindo, de forma bem notória a nível físico, mas, porventura, também animicamente, sentindo a incapacidade de resolver a seu favor o jogo. E, nos minutos finais, e, a espaços, no prolongamento, seriam mesmo os adversários a superiorizar-se e a ameaçar a baliza, onde José Sá respondeu sempre a alto nível.
Fica a, por agora, magra consolação de apuramento para os Jogos Olímpicos do próximo ano. Que a (enorme) desilusão desta noite possa constituir o ponto de partida para futuros sucessos!
Para a história, os nomes dos jogadores que integraram este grupo, que esteve tão perto do sucesso: José Sá, Daniel Fernandes, Bruno Varela, Ricardo Esgaio, Tiago Ilori, Paulo Oliveira, Raphael Guerreiro, João Cancelo, Tobias Figueiredo, Frederico Venâncio, William Carvalho, Rafa Silva, Sérgio Oliveira, Bernardo Silva, Rúben Neves, Tozé, João Mário, Gonçalo Paciência, Iuri Medeiros, Carlos Mané, Ivan Cavaleiro, Ricardo Horta e Ricardo, dirigidos pelo seleccionador Rui Jorge.
Europeu sub-21 – 1/2 Finais – Portugal – Alemanha – 5-0

Portugal tira a Alemanha do Euro. E o árbitro era grego…
Portugal humiliate Germany to reach European Under-21 Championship final
Portugal reached their first European Under-21 Championship final for 21 years with a victory in Olomouc that was as thrilling as it was emphatic, in doing so inflicting the mannschaft’s worst ever competitive defeat at this level.
Arménia – Portugal (Europeu 2016 – Qualif.)
Arménia – Roman Berezovski, Hrayr Mkoyan, Robert Arzumanyan, Gael Andonyan, Levon Hayrapetyan, Karlen Mkrtchyan (29m – Rumyan Hovsepyan), Kamo Hovhannisyan (61m – Aras Ozbiliz), Henrikh Mkhitaryan, Marcos Pizzelli, Gevorg Ghazaryan e Artur Sarkisov (72m – Ruslan Korian)
Portugal – Rui Patrício, Vieirinha, Ricardo Carvalho (78m – José Fonte), Bruno Alves, Eliseu, Tiago, João Moutinho, Fábio Coentrão (72m – Adrien Silva), Danny (63m – William Carvalho), Nani e Ronaldo
1-0 – Marcos Pizzelli – 14m
1-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 29m
1-2 – Cristiano Ronaldo – 55m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 58m
2-3 – Hrayr Mkoyan – 72m
Cartões amarelos – Rumyan Hovsepyan (85m); Tiago (33m) e Rui Patrício (90m)
Cartão vermelho – Tiago (62m)
Árbitro – Serge Gumienny (Bélgica)
Num desafio que se antevia difícil – até em função do histórico, não tendo Portugal conseguido vencer nos dois encontros disputados na Arménia – e de possível cariz determinante para a qualificação, a selecção portuguesa estava bem consciente da importância da vitória.
Porém, entrando em campo com um esquema táctico que visava libertar Cristiano Ronaldo para um papel de “ponta-de-lança”, a equipa nacional não conseguiu, logo desde nos minutos iniciais, encontrar o antídoto para obstar à superioridade revelada pela formação da casa na área nevrálgica do terreno, de tal maneira que, quando o primeiro golo chegou, aos 14 minutos, já a defesa portuguesa tinha passado por alguns calafrios.
E, no imediato, os portugueses não conseguiram inverter o cariz do jogo, acabando por beneficiar de um lance esporádico, do qual resultaria uma grande penalidade, para restabelecer a igualdade, o que possibilitaria o readquirir da confiança. Até final do primeiro tempo, não haveria grandes ocasiões de golo.
A selecção de Portugal teria então, no primeiro quarto de hora do segundo tempo, um inspirado, concentrado e determinado Cristiano Ronaldo, acreditando e porfiando sempre, o que lhe valeria a obtenção de mais dois golos, repetindo assim o “hat-trick” do jogo na Suécia, de apuramento para o Mundial 2014, oferecendo à equipa portuguesa uma confortável vantagem de 3-1.
Todavia, pouco depois, Tiago veria o segundo cartão amarelo, ficando a equipa lusa reduzida a dez elementos, o que permitiria à Arménia voltar a acreditar, ainda mais quando recolocou o marcador num tangencial 2-3.
Até final, a equipa portuguesa, mais uma vez bastante pragmática, privilegiando o resultado em detrimento da exibição, conseguiria suster as investidas adversárias, também em função das adaptações tácticas que tinha entretanto operado.
Com uma campanha nada exuberante, longe de deslumbrar, Portugal, somando o quarto triunfo consecutivo, é – caso se confirme a sanção à Sérvia – a primeira selecção a garantir, no mínimo, a presença no “play-off” (no que foi entretanto já também acompanhado pela Eslováquia), tendo o apuramento bastante bem encaminhado.
GRUPO I Jg V E D G Pt 1º Portugal 5 4 - 1 7 - 4 12 2º Dinamarca 5 3 1 1 8 - 4 10 3º Albânia 4 2 1 1 4 - 5 7 4º Sérvia 5 1 1 3 6 - 8 1* 5º Arménia 5 - 1 4 5 - 9 1
* Sérvia penalizada em 3 pontos pela UEFA, devido aos acontecimentos do jogo com a Albânia
6ª jornada
13.06.15 – Arménia – Portugal – 2-3
13.06.15 – Dinamarca – Sérvia – 2-0
Liga dos Campeões – Final – Barcelona – Juventus
Entrando praticamente a ganhar, com um golo de Rakitic ao quarto minuto, o favorito Barcelona teria contudo de superar porventura inesperadas dificuldades, tendo consentido o empate, por Morata, na fase inicial da segunda parte, tendo a equipa italiana chegado a ameaçar. Porém, um golo de Suárez, e, já no final do período de compensação, outro tento de Neymar, permitiram aos catalães ganhar por 3.1, assim conquistando o troféu pela quinta vez na sua história, enquanto o clube de Turim perdeu a sua sexta final da Liga / Taça dos Campeões, passando a ser a equipa com mais finais perdidas.
No Palmarés da prova, após a disputa da 60.ª edição da Liga dos Campeões / Taça dos Campeões Europeus, são os seguintes os vencedores: Real Madrid, 10 (1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1966, 1998, 2000, 2002 e 2014); AC Milan, 7 (1963, 1969, 1989, 1990,1994, 2003 e 2007); Liverpool, 5 (1977, 1978, 1981, 1984 e 2005); Bayern München, 5 (1974, 1975, 1976, 2001 e 2013); Barcelona, 5 (1992, 2006, 2009, 2011 e 2015); Ajax, 4 (1971, 1972, 1973 e 1995); Manchester United, 3 (1968, 1999 e 2008); Inter, 3 (1964, 1965 e 2010); Benfica, 2 (1961 e 1962); Nottingham Forest, 2 (1978 e 1979); Juventus, 2 (1985 e 1996); FC Porto, 2 (1987 e 2004); Celtic (1967); Feyenoord (1970); Aston Villa (1982); Hamburger (1983); Steaua București (1986); PSV Eindhoven (1988); Crvena Zvezda (1991); Marseille (1993); Borussia Dortmund (1997); e Chelsea (2012).
Numa análise por países dos clubes que se sagram Campeões Europeus, a Espanha somou o 15.º titulo (obtidos por 2 equipas), face a 12 da Itália (3 equipas) e da Inglaterra (5 equipas), 7 da Alemanha (3 equipas), 6 da Holanda (3 equipas), 4 de Portugal (2 equipas), e 1 da Escócia, Roménia, Jugoslávia e França.
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Épocas (Vencedor / Finalista) Benfica 25 10 1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55; 1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64; 1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86; 1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04; 2013-14 1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71; 1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97; 2004-05; 2012-13 FC Porto 16 12 1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77; 1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94; 1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03; 2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11 1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64; 1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08 Sporting 16 11 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48; 1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73; 1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95; 2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15 1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70; 1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94; 1995-96; 1999-00; 2011-12 Boavista 5 1 1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92; 1996-97/ 1992-93 V. Setúbal 3 7 1964-65; 1966-67; 2004-05 1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66 1967-68; 1972-73; 2005-06 Belenenses 3 5 1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40 1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07 Académica 2 3 1938-39; 2011-12 1950-51; 1966-67; 1968-69 V. Guimarães 1 5 2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76; 1987-88; 2010-11 Braga 1 4 1965-66 1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15 Leixões 1 1 1960-61/ 2001-02 Beira-Mar 1 1 1998-99/ 1990-91 E. Amadora 1 - 1989-90 Atlético - 2 1945-46; 1948-49 Marítimo - 2 1994-95; 2000-01 Rio Ave - 2 1983-84; 2013-14 Estoril - 1 1943-44 Olhanense - 1 1944-45 Torreense - 1 1955-56 Covilhã - 1 1956-57 Farense - 1 1989-90 Campomaiorense - 1 1998-99 U. Leiria - 1 2002-03 Paços Ferreira - 1 2008-09 Chaves - 1 2009-10
Finais da Taça de Portugal
Edição Época Vencedor Finalista LXXV 2014-2015 Sporting Sp. Braga 2-2 (3-1 g.p.) LXXIV 2013-2014 Benfica Rio Ave 1-0 LXXIII 2012-2013 V. Guimarães Benfica 2-1 LXXII 2011-2012 Académica Sporting 1-0 LXXI 2010-2011 FC Porto V. Guimarães 6-2 LXX 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 LXIX 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 LXVIII 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 LXVII 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 LXVI 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 LXV 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 LXIV 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 LXIII 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 LXII 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 LXI 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 LX 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 LIX 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 LVIII 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 LVII 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 LVI 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 LV 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 LIV 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 LIII 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 LII 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 LI 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 L 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 XLIX 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 XLVIII 1987-1988 FC Porto V. Guimarães 1-0 XLVII 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 XLVI 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 XLV 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 XLIV 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 XLIII 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 XLII 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 XLI 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 XL 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 XXXIX 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 XXXVIII 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 XXXVII 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 XXXVI 1975-1976 Boavista V. Guimarães 2-1 XXXV 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 XXXIV 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 XXXIII 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 XXXII 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 XXXI 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 XXX 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 XXIX 1968-1969 Benfica Académica 2-1 XXVIII 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 XXVII 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 XXVI 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 XXV 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 XXIV 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 XXIII 1962-1963 Sporting V. Guimarães 4-0 XXII 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 XXI 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 XX 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 XIX 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 XVIII 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 XVII 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 XVI 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 XV 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 XIV 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 XIII 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 XII 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 XI 1950-1951 Benfica Académica 5-1 X 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 IX 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 VIII 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 VII 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 VI 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 V 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 IV 1941-1942 Belenenses V. Guimarães 2-0 III 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 II 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 I 1938-1939 Académica Benfica 4-3
«UEFA shows this FIFA the red card»
The UEFA Executive Committee met today in Warsaw and issued the following statement:
Today’s events are a disaster for FIFA and tarnish the image of football as a whole.
UEFA is deeply shocked and saddened by them.
These events show, once again, that corruption is deeply rooted in FIFA’s culture.
There is a need for the whole of FIFA to be “rebooted” and for a real reform to be carried out.
The upcoming FIFA Congress risks to turn into a farce and therefore the European associations will have to consider carefully if they should even attend this Congress and caution a system, which, if it is not stopped, will ultimately kill football.
The UEFA member associations are meeting tomorrow ahead of the FIFA Congress. At that point, the European associations will decide on what further steps need to be taken to protect the game of football.
In the meantime, the members of the UEFA Executive Committee are convinced that there is a strong need for a change to the leadership of this FIFA and strongly believe that the FIFA Congress should be postponed, with new FIFA presidential elections to be organised within the next six months.
Liga Europa – Final – Sevilla – Dnipro
Numa animada final, hoje disputada em Varsóvia, o Sevilla repetiu a vitória na Taça UEFA (que alcançara também já na época passada, então frente ao Benfica), ao ganhar ao Dnipro, da Ucrânia, por 3-2 (dois golos do colombiano Carlos Bacca, e o primeiro do polaco Grzegorz Krychowiak), confirmando o favoritismo e a sua teórica superioridade frente a uma equipa estreante em finais, mas só depois de ter começado por sofrer o primeiro tento, tendo ainda consentido o empate a dois golos a fechar o primeiro tempo.
O clube andaluz obteve assim o seu quarto troféu na competição, de que é agora recordista isolado. Paralelamente, com o triunfo desta noite, o Sevilla garante também o apuramento para a fase de Grupos da Liga dos Campeões da próxima temporada, na sequência de uma inovadora regulamentação estabelecida pela UEFA.
No Palmarés da prova, após as seis edições já disputadas sob o formato de Liga Europa, são os seguintes os vencedores: Sevilla (2014 e 2015), Chelsea (2013), At. Madrid (2010 e 2012) e FC Porto (2011).
Nas 51 edições anteriores, com a designação de Taça Cidade das Feiras (até 1971) e de Taça UEFA (de 1972 a 2009), foram vencedores: Valencia (1962, 1963 e 2004), Liverpool (1973, 1976 e 2001), Inter (1991, 1994 e 1998), Juventus (1977, 1990 e 1993) e Barcelona (1958, 1960 e 1966), com três títulos cada; Sevilla (2006 e 2007), Feyenoord (1974 e 2002), Parma (1995 e 1999), Goteborg (1982 e 1987), Real Madrid (1985 e 1986), Tottenham (1972 e 1984), Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979) e Leeds (1968 e 1971), cada um com dois troféus; Shakhtar Donetsk (2009), Zenit St. Petersburg (2008), CSKA Moscovo (2005), FC Porto (2003), Galatasaray (2000), Schalke 04 (1997), Bayern München (1996), Ajax (1992), Napoli (1989), Bayer Leverkusen (1988), Anderlecht (1983), Ipswich Town (1981), E. Frankfurt (1980), PSV Eindhoven (1978), Arsenal (1970), Newcastle (1969), D. Zagreb (1967), Ferencvaros (1965), Zaragoza (1964) e Roma (1961).




