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Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Manchester United – Benfica – 2-0
Basel – CSKA Moskva – 1-2
1º Manchester United, 12; 2º Basel e CSKA Moskva, 6; 4º Benfica, 0
Grupo B
Celtic – Bayern – 1-2
Paris St.-Germain – Anderlecht – 5-0
1º Paris St.-Germain, 12; 2º Bayern, 9; 3º Celtic, 3; 4º Anderlecht, 0
Grupo C
Roma – Chelsea – 3-0
At. Madrid – Qarabağ – 1-1
1º Roma, 8; 2º Chelsea, 7; 3º At. Madrid, 3; 4º Qarabağ, 2
Grupo D
Olympiakos – Barcelona – 0-0
Sporting – Juventus – 1-1
1º Barcelona, 10; 2º Juventus, 7; 3º Sporting, 4; 4º Olympiakos, 1
Grupo E
Liverpool – Maribor – 3-0
Sevilla – Spartak Moskva – 2-1
1º Liverpool, 8; 2º Sevilla, 7; 3º Spartak Moskva, 5; 4º Maribor, 1
Grupo F
Shakhtar Donetsk – Feyenoord – 3-1
Napoli – Manchester City – 2-4
1º Manchester City, 12, 2º Shakhtar Donetsk, 9; 3º Napoli, 3; 4º Feyenoord, 0
Grupo G
FC Porto – RB Leipzig – 3-1
Beşiktaş – Monaco – 1-1
1º Beşiktaş, 10; 2º FC Porto, 6; 3º RB Leipzig, 4; 4º Monaco, 2
Grupo H
Tottenham – Real Madrid – 3-1
B. Dortmund – APOEL – 1-1
1º Tottenham, 10; 2º Real Madrid, 7; 3º B. Dortmund e APOEL, 2
Paris St.-Germain, Bayern, Manchester City e Tottenham são as primeiras equipas a garantir, ainda com duas rondas por disputar, o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Manchester United – Benfica
Manchester United – David de Gea, Matteo Darmian, Eric Bertrand Bailly, Chris Smalling, Daley Blind, Juan Mata (68m – Ander Herrera), Nemanja Matić, Scott McTominay, Anthony Martial (75m – Marcus Rashford), Jesse Lingard (45m – Henrikh Mkhitaryan) e Romelu Lukaku
Benfica – Mile Svilar, Douglas, Jardel, Rúben Dias, Álex Grimaldo (64m – Eliseu), Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio, Andreas Samaris, Pizzi (78m – Jonas), Diogo Gonçalves e Raúl Jiménez (74m – Haris Seferović)
1-0 – Mile Svilar (p.b.) – 45m
2-0 – Daley Blind (pen.) – 78m
Cartões amarelos – Eric Bertrand Bailly (24m) e Jesse Lingard (24m); Rúben Dias (6m), Eduardo Salvio (69m) e Andreas Samaris (77m)
Árbitro – Gediminas Mažeika (Lituânia)
Parecendo continuar a procurar “reinventar-se”, o Benfica voltou a apresentar “mexidas” no seu onze inicial, com as entradas de Jardel e Samaris, ficando Jonas, uma vez mais, no banco.
A estratégia de Rui Vitória começou por resultar, pelo menos a nível de controlo do jogo e posse de bola, com a equipa portuguesa pressionante, de alguma forma surpreendendo o Manchester United, no seu próprio reduto.
Mas, uma vez mais, cedo se perceberia que continuava a faltar profundidade ao futebol benfiquista, com bola sim, mas em zonas relativamente recuadas, longe da baliza adversária. Ao invés, era a turma inglesa a procurar avançar em transições rápidas.
Estava decorrido apenas o quarto de hora inicial e já o Manchester United beneficiava de uma grande penalidade, numa infantilidade de Douglas, que, depois de se embrulhar com um contrário, em plena grande área, ao cair no chão, tocou a bola com o braço. O jovem guardião do Benfica, Svilar, com excelente estirada, defenderia o remate de Martial, evitando o golo.
Mas o golo chegaria, mesmo ao findar o primeiro tempo, na sequência de um potente remate de meia distância de Matić, a embater no poste e a ressaltar, embatendo nas costas de Svilar… e anichando-se na baliza. Desta feita, um lance de extrema infelicidade para o guarda-redes benfiquista.
Na segunda metade, já em desvantagem no marcador, o Benfica sentiu-se de alguma forma “desarmado”, vendo o controlo do jogo passar para os pés do opositor, denotando alguma impotência para procurar alterar o rumo dos acontecimentos.
De facto, só depois do segundo golo, resultante de outra grande penalidade, desta feita a sancionar acção de Samaris, Rui Vitória faria entrar Jonas, por troca com Pizzi, uma substituição que não resultou qualquer efeito.
Em síntese, o Benfica apresentou melhorias exibicionais, chegou a impor respeito em Old Trafford, mas, para além da falta de acutilância patenteada, não teve a dose mínima de felicidade, com um árbitro extremamente rigoroso, a não hesitar em apontar a marca de grande penalidade por duas vezes, e, sobretudo, com o primeiro tento sofrido, que, inevitavelmente, fez “mossa” em termos anímicos.
Paradoxalmente, dada a conjugação de resultados desta ronda, o Benfica mantém hipóteses – meramente académicas – de qualificação, em caso de vencer os dois jogos que faltam (e num eventual cenário de igualdade pontual a seis pontos com Basel e CSKA Moscovo, entrando então em acção a “máquina de calcular”, relativamente às diferenças de golos). Ao invés, o triunfo do CSKA na Suíça veio ainda dificultar a possibilidade de o Benfica transitar para a Liga Europa. Por seu lado, o Manchester United, com vitórias em todas as quatro jornadas já disputadas, não garantiu ainda, matematicamente, o apuramento!
160.º aniversário do mais antigo clube do Mundo – Sheffield Foot-ball Club
Completam-se hoje 160 anos da fundação do primeiro clube de futebol do Mundo, o Sheffield Foot-ball Club (actualmente no 8.º escalão inglês), criado por Nathaniel Creswick e William Prest (autores das primeiras regras do novo jogo), ainda antes da unificação das diferentes regras, decorrente da fundação, em 26 de Outubro de 1863, da “FA – Football Association“.
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo C
Hoffenheim – Başakşehir – 3-1
Sp. Braga – Ludogorets – 0-2
1º Ludogorets, 7; 2º Sp. Braga, 6; 3º Hoffenheim, 3; 4º Başakşehir, 1
Grupo I
Olympique Marseille – V. Guimarães – 2-1
Konyaspor – Salzburg – 0-2
1º Salzburg, 7; 2º Marseille, 6; 3º Konyaspor, 3; 4º V. Guimarães, 1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Benfica – Manchester United – 0-1
CSKA Moskva – Basel – 0-2
1º Manchester United, 9; 2º Basel, 6; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Benfica, 0
Grupo B
Bayern – Celtic – 3-0
Anderlecht – Paris St.-Germain – 0-4
1º Paris St.-Germain, 9; 2º Bayern, 6; 3º Celtic, 3; 4º Anderlecht, 0
Grupo C
Chelsea – Roma – 3-3
Qarabağ – At. Madrid – 0-0
1º Chelsea, 7; 2º Roma, 5; 3º At. Madrid, 2; 4º Qarabağ, 1
Grupo D
Barcelona – Olympiakos – 3-1
Juventus – Sporting – 2-1
1º Barcelona, 9; 2º Juventus, 6; 3º Sporting, 3; 4º Olympiakos, 0
Grupo E
Maribor – Liverpool – 0-7
Spartak Moskva – Sevilla – 5-1
1º Liverpool e Spartak Moskva, 5; 3º Sevilla, 4; 4º Maribor, 1
Grupo F
Feyenoord – Shakhtar Donetsk – 1-2
Manchester City – Napoli – 2-1
1º Manchester City, 9, 2º Shakhtar Donetsk, 6; 3º Napoli, 3; 4º Feyenoord, 0
Grupo G
RB Leipzig – FC Porto – 3-2
Monaco – Beşiktaş – 1-2
1º Beşiktaş, 9; 2º RB Leipzig, 4; 3º FC Porto, 3; 4º Monaco, 1
Grupo H
Real Madrid – Tottenham – 1-1
APOEL – B. Dortmund – 1-1
1º Real Madrid e Tottenham, 7; 3º B. Dortmund e APOEL, 1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Manchester United
Benfica – Mile Svilar, Douglas, Luisão, Rúben Dias, Álex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio (83m – Franco Cervi), Pizzi (59m – Andrija Živković), Filipe Augusto, Diogo Gonçalves (69m – Jonas) e Raúl Jiménez
Manchester United – David de Gea, Antonio Valencia, Victor Lindelöf, Chris Smalling, Daley Blind, Juan Mata (83m – Jesse Lingard), Ander Herrera, Nemanja Matić, Marcus Rashford (76m – Anthony Martial), Henrikh Mkhitaryan (90m – Scott McTominay) e Romelu Lukaku
0-1 – Marcus Rashford – 64m
Cartões amarelos – Luisão (5m) e Diogo Gonçalves (54m); Antonio Valencia (41m) e Jesse Lingard (90m)
Cartão vermelho – Luisão (90m)
Árbitro – Felix Zwayer (Alemanha)
Uma equipa do Benfica distante da sua melhor forma, ainda à procura dos melhores “acertos tácticos”, mas sobretudo carenciada de confiança, que só as vitórias podem proporcionar, enfrentava hoje uma difícil missão, atendendo à conjuntura – duas derrotas das duas rondas iniciais da prova – e ao adversário.
Rui Vitória praticamente operou uma “revolução” no onze inicial, confiando a baliza a um jovem guarda-redes, acabado de fazer 18 anos, que se estreava ao mais alto nível (o guardião mais jovem de sempre em jogos da Liga dos Campeões), para além de ter apostado também em Douglas (que ainda não jogara no campeonato) e nos jovens Rúben Dias e Diogo Gonçalves.
A estratégia adoptada foi a de reforçar o meio-campo (com Filipe Augusto junto a Fejsa), procurando ganhar em segurança defensiva, o que, porém, teria contraponto, na enorme dificuldade patenteada em estender o jogo, o que, no final da partida, se saldaria por nenhum remate enquadrado com a baliza adversária!
Para além disso, depois de uma meia-hora inicial em que o Benfica ainda procurou repartir a iniciativa, viria a baixar as linhas, cedendo o controlo do jogo ao Manchester United, começando, nos últimos dez minutos, a sofrer uma intensa pressão na sua zona defensiva.
Na segunda metade os contornos do jogo não se alterariam muito, com a turma inglesa confiante que o golo acabaria por surgir, mais tarde ou mais cedo.
E acabaria mesmo por chegar, da forma porventura mais inesperada, pelo caricato da situação: depois de ter já ensaiado dois cantos directos, Rashford, na sequência de um livre, rematou em profundidade, aproveitando o adiantamento de Svilar, que, inadvertidamente, ao recuar para conseguir segurar a bola, entraria notoriamente pela baliza dentro, numa infantilidade incrível, própria de um guarda-redes sem qualquer experiência…
Até final, o marcador não se alteraria, dado que o Manchester United estava satisfeito com o resultado.
A derrota benfiquista ficava indelevelmente associada ao erro de Svilar, mas, a verdade, é que, ao longo dos noventa minutos, a ideia que prevaleceu sempre foi de que, em qualquer outra oportunidade, os ingleses acabariam por marcar.
Portugal – Suíça (Mundial 2018 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, José Fonte, Eliseu (68m – Antunes), William Carvalho, João Mário (90m – Danilo Pereira), João Moutinho, Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e André Silva (75m – André Gomes)
Suíça – Yann Sommer, Stephan Lichtsteiner, Fabian Schär, Johan Djourou, Ricardo Rodríguez, Remo Freuler (45m – Denis Zakaria), Blerim Džemaili (66m – Steven Zuber), Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri, Haris Seferović e Admir Mehmedi (66m – Breel Embolo)
1-0 – Johan Djourou (p.b.) – 41m
2-0 – André Silva – 57m
Cartões amarelos – Eliseu (45m); Remo Freuler (27m) e Denis Zakaria (69m)
Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)
Culminando duas excelentes campanhas, em paralelo, com o pleno de vitórias face aos restantes adversários do grupo – pese embora se tenha revelado de nível geral bastante fraco, sobretudo no que respeita à Hungria e à Letónia, muito aquém das expectativas -, Portugal e Suíça tinham encontro marcado para esta espécie de “final”, que ditaria qual dos dois garantiria o apuramento directo, em prejuízo do outro, forçado a “horas extraordinárias”, num sempre imprevisível “play-off”.
A selecção suíça, com a vantagem teórica de poder jogar com dois resultados – apenas a derrota não servia as suas aspirações – apresentou-se muito coesa, com um forte sentido de colectivo, bem posicionada, jogando “olhos nos olhos” com os portugueses, mas, efectivamente, sem criar especial perigo.
Por seu lado, a equipa lusa, ambicionando a vitória, sabia que teria de ser paciente e não conceder qualquer espécie de facilidades ao oponente. Assim, com o jogo muito equilibrado a meio-campo, o primeiro lance de maior “frisson” surgiria já próximo dos 40 minutos, num remate de Bernardo Silva, a que o guardião suíço deu a melhor resposta para as suas cores.
Quando se esperava que o intervalo chegasse com o nulo no marcador, Portugal viria então a ser feliz: na sequência de um centro de Eliseu, João Mário atrapalhou Sommer e Djorou, tendo o guarda-redes desviado a bola contra o defesa, que, involuntariamente, fez auto-golo.
À saída para o descanso os papéis invertiam-se: era Portugal que passava a estar “qualificado”, cabendo aos suíços ir em busca do prejuízo.
Mas, contrariamente ao que sucedera há três dias em Andorra, desta feita o segundo tento surgiria cedo, ainda antes do quarto de hora da segunda metade, com André Silva, muito oportuno, a finalizar um lance criado por João Moutinho e Bernardo Silva.
Desde logo se sentiu que o apuramento já não nos escaparia. A equipa portuguesa, muito segura e confiante, controlou o jogo a seu bel-prazer, anulando qualquer veleidade que os suíços pudessem ter.
Ao invés, na parte final do desafio, seria inclusivamente Portugal a dispor de oportunidades para ampliar a marca, com Cristiano Ronaldo, isolado frente a Sommer, a permitir a defesa (80 minutos), e, já em período de compensação, Bernardo Silva, a perder o “timing” de uma assistência para Ronaldo, que, provavelmente, teria resultado em mais um golo, que lhe teria proporcionado igualar o polaco Lewandowski como melhor goleador desta fase de qualificação europeia para o Mundial.
Portugal, superior no momento decisivo, cumpria o seu destino: privilegiando o “jogar bem”, em detrimento do “jogar bonito”, completava uma série perfeita de nove vitórias, garantindo assim a 10.ª presença consecutiva em fases finais de grandes competições internacionais, desde 2000 (cinco Campeonatos da Europa e cinco Campeonatos do Mundo)!
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Portugal 10 9 - 1 32 - 4 27 2º Suíça 10 9 - 1 23 - 7 27 3º Hungria 10 4 1 5 14 -14 13 4º I. Faroé 10 2 3 5 4 -16 9 5º Letónia 10 2 1 7 7 -18 7 6º Andorra 10 1 1 8 2 -23 4
10ª jornada
10.10.2017 – Hungria – I. Faroé – 1-0
10.10.2017 – Letónia – Andorra – 4-0
10.10.2017 – Portugal – Suíça – 2-0
Andorra – Portugal (Mundial 2018 – Qualif.)
Andorra – Josep Antoni Gomes, Jesús “Chus” Rubio, Ildefons Lima, Max Llovera, Moisès San Nicolas, Victor Rodríguez (87m – Juli Sánchez), Marc Rebés, Marc Vales, Ludovic Clemente (79m – Alex Martínez), Márcio Vieira (90m – Sergi Moreno) e Jordi Aláez
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe, Luís Neto, Eliseu, Danilo, Gelson Martins (45m – Cristiano Ronaldo), João Mário, Ricardo Quaresma (79m – William Carvalho), Bernardo Silva e André Silva (90m – Gonçalo Guedes)
0-1 – Cristiano Ronaldo – 63m
0-2 – André Silva – 86m
Cartões amarelos – Jordi Aláez (37m), Moisès San Nicolas (57m), Victor Rodríguez (75m) e Sergi Moreno (90m)
Árbitro – Miroslav Zelinka (R. Checa)
Não foi um bom jogo esta última etapa da selecção portuguesa, a caminho da “final” com a Suíça, mas, pode dizer-se “missão cumprida” na tarefa – que se confirmou ser imprescindível – de, após o “passo em falso” na estreia desta fase de qualificação, vencer todas as partidas, em ordem a continuar a depender exclusivamente de si própria.
Pese embora a imperiosa necessidade de vencer – caso tal não sucedesse, esvaziar-se-ia de conteúdo o derradeiro encontro, ante a Suíça, dado que tudo teria ficado já antecipadamente definido, a favor dos suíços – a realidade competitiva sobrepôs-se e Fernando Santos optou mesmo por preservar alguns dos titulares, poupando-os ao esforço e a eventuais “cartões amarelos”, que os poderiam afastar do prélio decisivo.
Num campo de dimensões reduzidas e com relvado sintético, a equipa portuguesa denotou muita dificuldade em contornar a barreira defensiva andorrana, muito compacta, preenchendo todos os espaços, não tendo conseguido impor a velocidade necessária para poder fazer desequilibrar a organização contrária.
No final do primeiro tempo podia dizer-se que se “alugava meio terreno”, mas as ocasiões de perigo junto da área de Andorra rarearam, destacando-se a tentativa de Quaresma, aos 26 minutos, e um remate de meia distância de Pepe, aos 40 minutos.
Com o nulo teimosamente a manter-se – nula altura em que, paralelamente, na Suíça, os nossos mais directos rivais tinham decidido já, em seu proveito, a contenda face aos húngaros -, Cristiano Ronaldo seria chamado a entrar em acção para o segundo tempo.
E, não obstante a toada do jogo não se tivesse alterado substancialmente, bastaria pouco mais de um quarto de hora para que, numa sobra de bola, Cristiano Ronaldo, muito eficaz, não perdoasse, apontando o seu 15.º tento nesta fase de qualificação, desbloqueando assim o problema que se vinha perfilando.
Inaugurado o marcador, Portugal beneficiaria então, na fase final da partida, de mais espaço, proporcionado também pela fadiga que se ia acumulando nos jogadores da casa, acabando por obter o golo da tranquilidade já bem próximo do termo do encontro.
Confirmava-se a “final”, com a Suíça, “pré-agendada” há mais de um ano…
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Suíça 9 9 - - 23 - 5 27 2º Portugal 9 8 - 1 30 - 4 24 3º Hungria 9 3 1 5 13 -14 10 4º I. Faroé 9 2 3 4 4 -15 9 5º Letónia 9 1 1 7 3 -18 4 6º Andorra 9 1 1 7 2 -19 4
9ª jornada
07.10.2017 – I. Faroé – Letónia – 0-0
07.10.2017 – Andorra – Portugal – 0-2
07.10.2017 – Suíça – Hungria – 5-2
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo C
Sp. Braga – Başakşehir – 2-1
Ludogorets – Hoffenheim – 2-1
1º Sp. Braga, 6; 2º Ludogorets, 4; 3º Başakşehir, 1; 4º Hoffenheim, 0
Grupo I
Konyaspor – V. Guimarães – 2-1
Salzburg – Olympique Marseille – 1-0
1º Salzburg, 4; 2º Konyaspor e Marseille, 3; 4º V. Guimarães, 1






