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Mundial 2018 – Irão – Portugal
1-1
Ali Beiranvand; Ramin Rezaeian, Majid Hosseini, Morteza Pouraliganji e Ehsan Haji Safi (c.) (56m – Milad Mohammadi); Mehdi Taremi, Alireza Jahanbakhsh (70m – Saman Ghoddos), Saeid Ezatolahi (76m – Karim Ansarifard), Omid Ebrahimi e Vahid Amiri; Sardar Azmoun
Rui Patrício; Cédric Soares, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, Adrien Silva, João Mário (84m – João Moutinho) e Ricardo Quaresma (70m – Bernardo Silva); Cristiano Ronaldo (c.) e André Silva (90m – Gonçalo Guedes)
0-1 – Ricardo Quaresma – 45m
1-1 – Karim Ansarifard (pen.) – 90m
Cartões amarelos – Raphaël Guerreiro (33m), Ricardo Quaresma (64m), Cristiano Ronaldo (83m) e Cédric Soares (90m); Ehsan Haji Safi (52m) e Sardar Azmoun (54m)
Árbitro – Enrique Cáceres (Paraguai)
Mordovia Arena – Saransk (19h00)
Num desafio final da fase de grupos em que o empate bastava para garantir o apuramento para os 1/8 de final, a selecção portuguesa mostrou-se bem consciente de que o melhor caminho para alcançar o objectivo era o de buscar a vitória, sabendo, não obstante, das dificuldades que a esperavam, atendendo ao desempenho do Irão nos encontros anteriores.
A equipa nacional teve a melhor entrada em jogo de todas as três partidas – pese embora tenha sido esta a única em que não marcou logo de início -, assumindo decididamente a iniciativa, não dando tempo à formação iraniana de se organizar defensivamente, a qual, de forma algo surpreendente, começou por denotar sinais de intranquilidade, com o guarda-redes muito nervoso, a falhar a intercepção de bolas e a desentender-se com os seus colegas da defesa.
Nesse período inicial de cerca de 20 minutos, Portugal criaria algumas situações de apuro na defensiva contrária, as quais, contudo, não conseguiu materializar em golo, nomeadamente com Cristiano Ronaldo e João Mário perdulários.
Também desde cedo os jogadores do Irão começaram a evidenciar uma toada de forte agressividade, que se intensificaria com o decorrer do jogo, com entradas à margem das regras, a par da sistemática pressão que, do lado de fora das quatro linhas, ia sendo feita pelos elementos que se encontravam no banco, sobre a equipa de arbitragem e, também sobre os jogadores portugueses.
Com o decorrer do tempo, sem que o Irão tivesse criado qualquer situação relevante de perigo, o ritmo da partida começou a decair, com o grupo português, porventura, a começar a crer em ilusórias facilidades, na expectativa de que o golo acabaria por surgir.
E, curiosamente, o golo chegaria, mesmo ao findar no primeiro tempo, numa soberba “trivela” de Quaresma, num remate ainda de longe, cruzado, com a bola a desferir uma trajectória caprichosa, a fugir do guardião contrário, para, inapelavelmente, se anichar no fundo das redes. Um golo que aparecia na melhor altura, a dar maior confiança e serenidade à turma lusa, para o segundo tempo.
Pouco mais de cinco minutos decorridos na metade complementar, Portugal poderia ter alcançado a tranquilidade: Cristiano Ronaldo foi derrubado na área, não tendo o árbitro assinalado a correspondente sanção, lapso que seria corrigido pela intervenção do “VAR” (primeira de três, neste jogo); porém, na conversão da grande penalidade, o mesmo Ronaldo, com um remate não muito colocado (a bola dirigiu-se a meio entre o centro da linha de baliza e o poste), permitiu uma boa defesa a Ali Beiranvand.
Estávamos no minuto 53 e este seria um lance capital; em função da oportuna intervenção do seu guarda-redes, a partir daí, os iranianos galvanizar-se-iam, em contraponto a um conjunto português que se intranquilizaria, começando a “embarcar” no jogo duro e nas provocações dos jogadores do Irão, com Quaresma a “responder” a uma sucessão de entradas em falta, acabando por ver o cartão amarelo e “forçando” Fernando Santos a “preservá-lo”.
O mesmo sucederia com Cristiano Ronaldo, num lance duvidoso, aparentemente a procurar desforço, o que resultaria na segunda intervenção do “VAR”, com o árbitro a decidir-se por lhe “poupar” a expulsão, admoestando-o também com o cartão amarelo.
Na fase final do encontro, com o clima de tensão elevado ao máximo, então com o Irão a correr todos os riscos para procurar chegar ao golo – e, quando, tendo-se esgotado o tempo regulamentar, se julgaria que o “trabalho estava feito”, – o “VAR” teria a sua última intervenção no jogo, desta feita com o árbitro a julgar contra Portugal, interpretando erroneamente um cabeceamento de um iraniano (de cima para baixo), que embateu no braço de Cédric Soares, em plena grande área, apontando a marca da grande penalidade.
Quando, já em período de compensação – com Portugal então a ganhar e a Espanha a perder (frente a Marrocos) -, a selecção nacional parecia ter tudo para garantir o 1.º lugar do grupo, num ápice tudo se inverteria: os espanhóis marcavam o seu segundo tento, restabelecendo a igualdade, para, de imediato (já no minuto 93), os iranianos empatarem também.
Tendo o árbitro fixado o tempo de descontos em seis minutos (acabariam por ser um pouco mais de sete), o Irão acreditou que tudo era ainda possível, lançando bolas em profundidade para a área portuguesa; logo no minuto 94, num desses lances, na sequência de um ressalto, a bola sobrou para Mehdi Taremi que, ligeiramente descaído sobre o lado esquerdo, só frente a Rui Patrício – o qual apenas teve possibilidade de esboçar a “mancha”, procurando cobrir o ângulo da sua baliza -, remataria à malha lateral das redes, num instante em que o coração dos portugueses teve uma “paragem”.
Foi por “um cabelo” que Portugal não sofria o segundo golo (uma espécie de “matchpoint” desperdiçado), que, irremediavelmente, o teria afastado da fase seguinte!
No termo de um jogo com fases electrizantes, de elevadíssima tensão – em que Portugal acabou por passar por um enorme (e evitável) sofrimento, a par de um colossal susto -, tem de lastimar-se a atitude genericamente evidenciada pelo conjunto iraniano, pautada por excessiva agressividade, assim como pela “azia” revelada por Carlos Queiroz, a queixar-se abusivamente da arbitragem, quando nem se poderá considerar que a sua equipa tenha sido mais prejudicada.
Do mal o menos, embora baixando ao 2.º posto, a selecção nacional passava a ter encontro marcado, para Sábado, com o Uruguai (ao invés de defrontar a equipa da casa, Rússia). Um teste que se afigura ainda de maior grau de dificuldade, tendo em consideração o elevado potencial futebolístico do adversário, no qual será necessário que Portugal melhore ainda, substancialmente, a sua exibição, concentração e efectividade.
Mundial 2018 – Portugal – Marrocos
1-0
Rui Patrício; Cédric Soares, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, João Moutinho (89m – Adrien Silva), Bernardo Silva (59m – Gelson Martins), João Mário (70m – Bruno Fernandes) e Gonçalo Guedes; Cristiano Ronaldo (c.)
Monir El Kajoui; Nabil Dirar, Mehdi Benatia (c.), Manuel da Costa e Achraf Hakimi; Nouredinne Amrabat, Karim El Ahmadi (86m – Fayçal Fajr), Younes Belhanda (75m – Mehdi Carcela-González), Mbark Boussoufa e Hakim Ziyach; Khalid Boutaib (69m – Ayoub El Kaabi)
1-0 – Cristiano Ronaldo – 4m
Cartões amarelos – Adrien Silva (90m); Mehdi Benatia (40m)
Árbitro – Mark Geiger (EUA)
Luzhniki Stadium – Moskva (13h00)
Não há como contornar a evidência: a selecção de Portugal teve uma péssima exibição neste jogo, que, por felicidade, acabou por vencer.
Com Cristiano Ronaldo inspirado, o mais difícil parecia ter sido feito logo ao quarto minuto – outra vez, tal como sucedera na estreia, com a Espanha – quando, na sequência de um canto curto, João Moutinho, com um excelente cruzamento, colocou a bola na área de acção do avançado, que, numa espécie de “salto de peixe”, tendo de se baixar, cabeceou, apertado entre dois defesas contrários, fulminando a baliza.
Porém, inexplicavelmente, ao longo do tempo, esta partida acabaria por ter contornos de grande similitude face aos do primeiro desafio, com a formação portuguesa a denotar uma aflitiva incapacidade de “ter bola”, concedendo a iniciativa a uma atrevida equipa de Marrocos, sempre “por cima”, assumindo o controlo, empurrando os portugueses para a sua zona defensiva, fazendo-os desgastar-se, correndo incessantemente atrás da bola.
E, claro, criando lances de apuro próximo da grande área de Rui Patrício, com a defesa nacional a ver-se e desejar-se para acorrer a todas as solicitações que, só não dariam em golo, por manifesto desacerto dos marroquinos.
Tal como no jogo com a Espanha, como que a “papel químico”, também neste encontro Portugal podia ter ampliado a vantagem, outra vez com Cristiano Ronaldo a desmarcar Gonçalo Guedes, que, contudo – infeliz na concretização, pese embora deva ser creditado pelo intenso trabalho que desenvolveu, mais no apoio ao meio-campo -, rematou de forma a possibilitar que o guardião contrário, estendendo o braço, sacudisse a bola com uma “palmada”, impedindo a sua trajectória vitoriosa. Estavam, então, decorridos 39 minutos, e este lance constituiria como que o “canto do cisne”.
Se a primeira metade tinha sido já sofrível, o segundo tempo, então, seria penoso para o grupo luso, com um meio-campo praticamente “ausente”, sem sequer conseguir aproveitar o adiantamento contrário para esboçar o contra-ataque. Valeria, na circunstância, uma soberba intervenção de Rui Patrício, a negar o golo do empate, que, num par de outras ocasiões, apenas não viria igualmente a acontecer por clamorosas falhas dos jogadores marroquinos, em posição de alvejar a baliza, desastradamente rematando ao lado e/ou por cima.
Foi enorme o sufoco vivido até final, para aguentar a magra vantagem que deixa Portugal a um ponto do apuramento para os 1/8 de final, ao mesmo tempo que, paralelamente, com muito de injustiça, deixou já, matematicamente, a selecção de Marrocos afastada de tal aspiração.
No último jogo desta fase de grupos, face a uma selecção do Irão, treinada por Carlos Queiroz, que fez a “vida negra” à Espanha, posicionando-se em campo, por vezes, num inaudito sistema táctico de “6-3-1”, com uma defesa perfeitamente alinhada de seis elementos, a tapar os espaços a toda a largura do campo e – muitos poucos metros adiante -, uma segunda barreira defensiva, de mais três elementos (tendo os espanhóis sido felizes, marcando o seu único tento, numa espécie de “carambola”, tendo tido, depois, de sofrer também para preservar a vantagem), Portugal terá de operar uma significativa melhoria na sua atitude para procurar evitar passar por maiores sustos.
Mundial 2018 – Portugal – Espanha
3-3
Rui Patrício; Cédric Soares, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, João Moutinho, Bernardo Silva (69m – Ricardo Quaresma), Gonçalo Guedes (80m – André Silva) e Bruno Fernandes (68m – João Mário); Cristiano Ronaldo (c.)
David de Gea; Nacho, Gerard Piqué, Sergio Ramos (c.) e Jordi Alba; Sergio Busquets, Koke, Isco e Andrés Iniesta (70m – Thiago Alcântara); David Silva (86m – Lucas Vázquez) e Diego Costa (77m – Iago Aspas)
1-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 4m
1-1 – Diego Costa – 24m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 44m
2-2 – Diego Costa – 55m
2-3 – Nacho – 58m
3-3 – Cristiano Ronaldo – 88m
Cartões amarelos – Bruno Fernandes (28m); Sergio Busquets (17m)
Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)
Fisht Stadium – Sochi (19h00)
Frente a uma selecção de Espanha necessariamente ainda algo combalida pela mudança de seleccionador apenas dois dias antes da estreia no Mundial (na sequência do anúncio da contratação de Julen Lopetegui pelo Real Madrid, a Federação espanhola decidiu dispensá-lo com efeitos imediatos, sendo substituído por Fernando Hierro), seria difícil pedir-se melhor entrada em campo: apenas com três minutos decorridos, era assinalada uma grande penalidade (a sancionar falta de Nacho sobre Cristiano Ronaldo), a qual, superiormente convertida pelo próprio Cristiano, colocaria Portugal em vantagem.
Era um excelente tónico para este jogo inaugural, que se esperava pudesse reforçar os níveis de confiança da equipa portuguesa, a qual viria a dispor ainda de uma outra ocasião soberana de golo, por volta dos vinte minutos de jogo; porém, Gonçalo Guedes, pouco expedito, não conseguiu materializar tal oportunidade.
Não obstante, ainda com “todo o tempo” pela frente, os espanhóis não se desuniram, fiéis ao seu estilo de jogo, de posse e controlo. E, em aplicação da velha máxima de que “quem não marca sofre”, igualariam o marcador, com um tento de Diego Costa, todavia ferido de ilegalidade, não sancionada pelo árbitro, nem pelo “VAR”: antes da concretização, o brasileiro naturalizado espanhol dera uma cotovelada no brasileiro naturalizado português (Pepe), afastando-o do lance (cairia ao chão), ficando assim com espaço de manobra para visar com êxito a baliza de Rui Patrício.
Estávamos a meio da primeira parte e, até final, a formação de Espanha “pegou no jogo”, não dando liberdade aos portugueses, que, apenas de forma algo “incidental”, numa iniciativa de Cristiano Ronaldo, com um forte remate, de efeito caprichoso, a trair o guardião de Gea (que viu a bola escapar-se-lhe das mãos ao tentar detê-la), voltaria a criar perigo, sendo bem sucedido, recolocando a equipa lusa em vantagem. Um golo, mesmo a findar a metade inicial do desafio, que parecia chegar na altura ideal.
Contudo, na etapa complementar, a turma portuguesa não conseguiria nunca suster o ímpeto contrário, vendo-se gradualmente empurrada para a sua zona defensiva, perante a insistência de troca de bola dos espanhóis – no final do encontro, a estatística conferia-lhes uns claramente dominadores mais de 60% de posse de bola -, que ia “apertando”, outra vez com Diego Costa, perante uma passiva defesa, a restabelecer o empate, para, quase de imediato, numa excelente execução de Nacho, a Espanha consumar a reviravolta no marcador.
A partir daí, embora a tendência do jogo se mantivesse, sempre com controlo espanhol, a verdade é que não surgiram grandes ocasiões de golo, enquanto, por seu lado, o conjunto português ia procurando, mesmo que sem grande convicção, reverter o resultado negativo que passara a registar.
Num jogo bastante intenso, muito exigente a nível físico para ambos os lados, no qual a equipa nacional teve a virtude de não virar a cara à luta, nunca se “entregando”, Portugal voltaria a ser feliz, quando restavam apenas dois minutos para o final: na sequência de uma falta de Piqué sobre Ronaldo, muito próximo da área, ligeiramente descaída para o lado direito, o mesmo Cristiano – pleno de crença, concentração/foco e uma imensa vontade de ser o melhor -, com uma execução perfeita do livre, com a bola a sobrevoar/contornar a barreira e a sair fora do alcance do guarda-redes, completava o “hat-trick”, que proporcionava um algo lisonjeiro empate à nossa selecção.
No final, a alegria estampada no rosto de todos os portugueses – com Cristiano Ronaldo à cabeça, radiante com a sua magnífica exibição, coroada pelos três golos apontados a uma das melhores selecções do mundo, num jogo em que preencheu todo o campo, procurando apoiar também em momentos defensivos – era a prova cabal da importância deste resultado.
Quanto à exibição global da equipa, sobretudo a nível defensivo (incluindo a acção do meio-campo), Fernando Santos – que, no momento crucial do jogo, arriscara em busca do empate, vindo a ver a sua aposta bem sucedida – revelou estar bem consciente de quanto será necessário melhorar para dar sequência positiva a este jogo de estreia.
«Spain and Portugal Play a Draw for the Ages, Starring a Player for All Time» (Rory Smith – The New York Times)
Liga dos Campeões – Final – Real Madrid – Liverpool
Real Madrid – Keylor Navas, Daniel Carvajal (37m – Nacho), Raphaël Varane, Sergio Ramos, Marcelo, Luka Modrić, Casemiro, Toni Kroos, Isco (61m – Gareth Bale), Karim Benzema (89m – Marco Asensio) e Cristiano Ronaldo
Liverpool – Lorius Karius, Trent Alexander-Arnold, Dejan Lovren, Virgil Van Dijk, Andy Robertson, James Milner (83m – Emre Can), Jordan Henderson, Georginio Wijnaldum, Mohamed Salah (31m – Adam Lallana), Roberto Firmino e Sadio Mané
1-0 – Karim Benzema – 51m
1-1 – Sadio Mane – 55m
2-1 – Gareth Bale – 64m
3-1 – Gareth Bale – 83m
Cartões amarelos – Sadio Mané (82m)
Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)
Numa final com a curiosidade de o Real Madrid ter alinhado precisamente com o mesmo “onze” inicial da final da época passada – e em que o guardião do Liverpool teve a noite mais infeliz da sua carreira, com enorme responsabilidade no primeiro e terceiro golos sofridos -, é ainda de salientar que Cristiano Ronaldo se sagrou Campeão Europeu pela quinta vez (2008, 2014, 2016, 2017 e 2018).
A lista de vencedores, nas 63 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada:
- Real Madrid, 13 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17 e 2017-18)
- AC Milan, 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07)
- Liverpool, 5 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84 e 2004-05)
- Bayern München, 5 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01 e 2012-13)
- Barcelona, 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15)
- Ajax, 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95)
- Inter, 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10)
- Manchester United, 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08)
- Benfica, 2 (1960-61 e 1961-62)
- Nottingham Forest, 2 (1978-79 e 1979-80)
- Juventus, 2 (1984-85 e 1995-96)
- FC Porto, 2 (1986-87 e 2003-04)
- Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); Borussia Dortmund (1996-97); e Chelsea (2011-12).
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Épocas (Vencedor / Finalista) Benfica 26 10 1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55; 1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64; 1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86; 1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04; 2013-14; 2016-17 1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71; 1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97; 2004-05; 2012-13 FC Porto 16 13 1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77; 1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94; 1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03; 2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11 1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64; 1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08; 2015-16 Sporting 16 12 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48; 1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73; 1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95; 2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15 1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70; 1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94; 1995-96; 1999-00; 2011-12; 2017-18 Boavista 5 1 1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92; 1996-97/ 1992-93 V. Setúbal 3 7 1964-65; 1966-67; 2004-05 1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66 1967-68; 1972-73; 2005-06 Belenenses 3 5 1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40 1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07 Sp. Braga 2 4 1965-66; 2015-16 1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15 Académica 2 3 1938-39; 2011-12 1950-51; 1966-67; 1968-69 V. Guimarães 1 6 2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76; 1987-88; 2010-11; 2016-17 Leixões 1 1 1960-61/ 2001-02 Beira-Mar 1 1 1998-99/ 1990-91 E. Amadora 1 - 1989-90 D. Aves 1 - 2017-18 Atlético - 2 1945-46; 1948-49 Marítimo - 2 1994-95; 2000-01 Rio Ave - 2 1983-84; 2013-14 Estoril - 1 1943-44 Olhanense - 1 1944-45 Torreense - 1 1955-56 Covilhã - 1 1956-57 Farense - 1 1989-90 Campomaiorense - 1 1998-99 U. Leiria - 1 2002-03 Paços Ferreira - 1 2008-09 Chaves - 1 2009-10
Finais da Taça de Portugal
Edição Época Vencedor Finalista LXXVIII 2017-2018 D. Aves Sporting 2-1 LXXVII 2016-2017 Benfica V. Guimarães 2-1 LXXVI 2015-2016 Sp. Braga FC Porto 2-2 (4-2 g.p.) LXXV 2014-2015 Sporting Sp. Braga 2-2 (3-1 g.p.) LXXIV 2013-2014 Benfica Rio Ave 1-0 LXXIII 2012-2013 V. Guimarães Benfica 2-1 LXXII 2011-2012 Académica Sporting 1-0 LXXI 2010-2011 FC Porto V. Guimarães 6-2 LXX 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 LXIX 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 LXVIII 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 LXVII 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 LXVI 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 LXV 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 LXIV 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 LXIII 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 LXII 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 LXI 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 LX 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 LIX 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 LVIII 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 LVII 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 LVI 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 LV 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 LIV 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 LIII 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 LII 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 LI 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 L 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 XLIX 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 XLVIII 1987-1988 FC Porto V. Guimarães 1-0 XLVII 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 XLVI 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 XLV 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 XLIV 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 XLIII 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 XLII 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 XLI 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 XL 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 XXXIX 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 XXXVIII 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 XXXVII 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 XXXVI 1975-1976 Boavista V. Guimarães 2-1 XXXV 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 XXXIV 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 XXXIII 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 XXXII 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 XXXI 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 XXX 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 XXIX 1968-1969 Benfica Académica 2-1 XXVIII 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 XXVII 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 XXVI 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 XXV 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 XXIV 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 XXIII 1962-1963 Sporting V. Guimarães 4-0 XXII 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 XXI 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 XX 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 XIX 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 XVIII 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 XVII 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 XVI 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 XV 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 XIV 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 XIII 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 XII 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 XI 1950-1951 Benfica Académica 5-1 X 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 IX 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 VIII 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 VII 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 VI 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 V 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 IV 1941-1942 Belenenses V. Guimarães 2-0 III 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 II 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 I 1938-1939 Académica Benfica 4-3
Convocados para o Mundial 2018
Guarda-redes – Rui Patrício (Sporting), Anthony Lopes (Lyon) e Beto (Göztepe)
Defesas – Cédric Soares (Southampton), Ricardo Pereira (FC Porto), Pepe (Beşiktaş), José Fonte (Dalian Yifang), Bruno Alves (Glasgow Rangers), Rúben Dias (Benfica), Raphaël Guerreiro (Borussia Dortmund) e Mário Rui (Napoli)
Médios – William Carvalho (Sporting), João Moutinho (Mónaco), João Mário (West Ham), Manuel Fernandes (Lokomotiv Moscovo), Adrien Silva (Leicester City) e Bruno Fernandes (Sporting)
Avançados – Bernardo Silva (Manchester City), Gonçalo Guedes (Valencia), Gelson Martins (Sporting), Ricardo Quaresma (Beşiktaş), Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e André Silva (AC Milan)
O seleccionador nacional, Fernando Santos, anunciou esta noite o nome dos 23 jogadores convocados para a Fase Final do Campeonato do Mundo de Futebol, a disputar na Rússia, a partir do próximo dia 14 de Junho.
Em relação à anterior competição (Europeu 2016, no qual Portugal se sagrou Campeão), verifica-se uma importante remodelação, com a entrada de dez jogadores: Beto, Ricardo Pereira, Rúben Dias, Mário Rui, Manuel Fernandes, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Gonçalo Guedes, Gelson Martins e André Silva.
Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados: Eduardo, Vieirinha, Ricardo Carvalho, Eliseu, Danilo Pereira, Renato Sanches, André Gomes, Rafa Silva, Nani e Éder.
Comparando com o Mundial de há quatro anos, no Brasil, mantêm-se apenas os seguintes sete: os guardiões Rui Patrício e Beto, Bruno Alves, Pepe, João Moutinho, William Carvalho e Cristiano Ronaldo.
Na convocatória hoje anunciada, o Sporting conta com quatro jogadores, enquanto FC Porto e Benfica têm somente um cada. Há, portanto, um contingente de 17 elementos a actuar em clubes estrangeiros (quatro do campeonato de Inglaterra, três na Turquia, dois em Espanha, França e Itália, um da Alemanha, China, Escócia e Rússia) – face a um total de 15 na convocatória anterior -, com destaque para o Beşiktaş (com dois representantes).
Liga Europa – Final – At. Madrid – Marseille
Na final da Liga Europa, hoje disputada em Lyon, o At. Madrid conquistou o troféu, ao vencer o Olympique de Marseille por 3-0, com dois golos do francês Antoine Griezmann e um do espanhol Gabi.
No Palmarés da prova, após as nove edições já disputadas sob o formato de “Liga Europa”, são os seguintes os vencedores: At. Madrid (2010, 2012 e 2018), Sevilla (2014, 2015 e 2016), Manchester United (2017), Chelsea (2013) e FC Porto (2011).
Nas 51 edições anteriores, com a designação de Taça Cidade das Feiras (até 1971) e de Taça UEFA (de 1972 a 2009), foram vencedores: Valencia (1962, 1963 e 2004), Liverpool (1973, 1976 e 2001), Inter (1991, 1994 e 1998), Juventus (1977, 1990 e 1993) e Barcelona (1958, 1960 e 1966), com três títulos cada; Sevilla (2006 e 2007), Feyenoord (1974 e 2002), Parma (1995 e 1999), Goteborg (1982 e 1987), Real Madrid (1985 e 1986), Tottenham (1972 e 1984), Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979) e Leeds (1968 e 1971), cada um com dois troféus; Shakhtar Donetsk (2009), Zenit St. Petersburg (2008), CSKA Moscovo (2005), FC Porto (2003), Galatasaray (2000), Schalke 04 (1997), Bayern München (1996), Ajax (1992), Napoli (1989), Bayer Leverkusen (1988), Anderlecht (1983), Ipswich Town (1981), E. Frankfurt (1980), PSV Eindhoven (1978), Arsenal (1970), Newcastle (1969), D. Zagreb (1967), Ferencvaros (1965), Zaragoza (1964) e Roma (1961).
I Liga / I Divisão – Historial de lugares de honra
Época Campeão 2º 3º 4º 2017-18 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2016-17 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 2015-16 Benfica Sporting FC Porto Sp. Braga 2014-15 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2013-14 Benfica Sporting FC Porto Estoril 2012-13 FC Porto Benfica P. Ferreira Sp. Braga 2011-12 FC Porto Benfica Sp. Braga Sporting 2010-11 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2009-10 Benfica Sp. Braga FC Porto Sporting 2008-09 FC Porto Sporting Benfica Nacional 2007-08 FC Porto Sporting V. Guimarães Benfica 2006-07 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2005-06 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2004-05 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2003-04 FC Porto Benfica Sporting Nacional 2002-03 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 2001-02 Sporting Boavista FC Porto Benfica 2000-01 Boavista FC Porto Sporting Sp. Braga 1999-00 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1998-99 FC Porto Boavista Benfica Sporting 1997-98 FC Porto Benfica V. Guimarães Sporting 1996-97 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 1995-96 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1994-95 FC Porto Sporting Benfica V. Guimarães 1993-94 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1992-93 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1991-92 FC Porto Benfica Boavista Sporting 1990-91 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1989-90 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1988-89 Benfica FC Porto Boavista Sporting 1987-88 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1986-87 Benfica FC Porto V. Guimarães Sporting 1985-86 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1984-85 FC Porto Sporting Benfica Boavista 1983-84 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 1982-83 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1981-82 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1980-81 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1979-80 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1978-79 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1977-78 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1976-77 Benfica Sporting FC Porto Boavista 1975-76 Benfica Boavista Belenenses FC Porto 1974-75 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1973-74 Sporting Benfica V. Setúbal FC Porto 1972-73 Benfica Belenenses V. Setúbal FC Porto 1971-72 Benfica V. Setúbal Sporting CUF 1970-71 Benfica Sporting FC Porto V. Setúbal 1969-70 Sporting Benfica V. Setúbal Barreirense 1968-69 Benfica FC Porto V. Guimarães V. Setúbal 1967-68 Benfica Sporting FC Porto Académica 1966-67 Benfica Académica FC Porto Sporting 1965-66 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1964-65 Benfica FC Porto CUF Académica 1963-64 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1962-63 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1961-62 Sporting FC Porto Benfica CUF 1960-61 Benfica Sporting FC Porto V. Guimarães 1959-60 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1958-59 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1957-58 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1956-57 Benfica FC Porto Belenenses Sporting 1955-56 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1954-55 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1953-54 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1952-53 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1951-52 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1950-51 Sporting FC Porto Benfica Atlético 1949-50 Benfica Sporting Atlético Belenenses 1948-49 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1947-48 Sporting Benfica Belenenses Estoril 1946-47 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1945-46 Belenenses Benfica Sporting Olhanense 1944-45 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1943-44 Sporting Benfica Atlético FC Porto 1942-43 Benfica Sporting Belenenses Unidos Lisboa 1941-42 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1940-41 Sporting FC Porto Belenenses Benfica 1939-40 FC Porto Sporting Belenenses Benfica 1938-39 FC Porto Sporting Benfica Belenenses 1937-38 Benfica FC Porto Sporting Carcavelinhos 1936-37 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1935-36 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1934-35 FC Porto Sporting Benfica Belenenses
Resumo:
– Benfica – 36 vezes Campeão / 28 vezes 2º / 15 vezes 3º / 4 vezes 4º classificado
– FC Porto – 28 vezes Campeão / 26 vezes 2º / 13 vezes 3º / 11 vezes 4º classif.
– Sporting – 18 vezes Campeão / 21 vezes 2º / 28 vezes 3º / 12 vezes 4º classif.
– Belenenses – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 14 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
– Boavista – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 2 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– V. Setúbal – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 2 vezes 4º classificado
– Sp. Braga – 1 vez 2º / 1 vez 3º / 13 vezes 4º classificado
– Académica – 1 vez 2º / 2 vezes 4º classificado
– V. Guimarães – 4 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– Atlético – 2 vezes 3º / 1 vez 4º classificado
– CUF – 1 vez 3º / 2 vezes 4º classificado
– Paços Ferreira – 1 vez 3º classificado
– Nacional – 2 vezes 4º classificado
– Estoril – 2 vezes 4º classificado
– Barreirense – 1 vez 4º classificado
– Olhanense – 1 vez 4º classificado
– Unidos Lisboa – 1 vez 4º classificado
– Carcavelinhos – 1 vez 4º classificado




