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Mundial 2018 – Irão – Portugal

Irão Portugal 1-1

Irão Ali Beiranvand; Ramin Rezaeian, Majid Hosseini, Morteza Pouraliganji e Ehsan Haji Safi (c.) (56m – Milad Mohammadi); Mehdi Taremi, Alireza Jahanbakhsh (70m – Saman Ghoddos), Saeid Ezatolahi (76m – Karim Ansarifard), Omid Ebrahimi e Vahid Amiri; Sardar Azmoun

Portugal Rui Patrício; Cédric Soares, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, Adrien Silva, João Mário (84m – João Moutinho) e Ricardo Quaresma (70m – Bernardo Silva); Cristiano Ronaldo (c.) e André Silva (90m – Gonçalo Guedes)

0-1 – Ricardo Quaresma – 45m
1-1 – Karim Ansarifard (pen.) – 90m

Cartões amarelos – Raphaël Guerreiro (33m), Ricardo Quaresma (64m), Cristiano Ronaldo (83m) e Cédric Soares (90m); Ehsan Haji Safi (52m) e Sardar Azmoun (54m)

Árbitro – Enrique Cáceres (Paraguai)

Mordovia Arena – Saransk (19h00)

Num desafio final da fase de grupos em que o empate bastava para garantir o apuramento para os 1/8 de final, a selecção portuguesa mostrou-se bem consciente de que o melhor caminho para alcançar o objectivo era o de buscar a vitória, sabendo, não obstante, das dificuldades que a esperavam, atendendo ao desempenho do Irão nos encontros anteriores.

A equipa nacional teve a melhor entrada em jogo de todas as três partidas – pese embora tenha sido esta a única em que não marcou logo de início -, assumindo decididamente a iniciativa, não dando tempo à formação iraniana de se organizar defensivamente, a qual, de forma algo surpreendente, começou por denotar sinais de intranquilidade, com o guarda-redes muito nervoso, a falhar a intercepção de bolas e a desentender-se com os seus colegas da defesa.

Nesse período inicial de cerca de 20 minutos, Portugal criaria algumas situações de apuro na defensiva contrária, as quais, contudo, não conseguiu materializar em golo, nomeadamente com Cristiano Ronaldo e João Mário perdulários.

Também desde cedo os jogadores do Irão começaram a evidenciar uma toada de forte agressividade, que se intensificaria com o decorrer do jogo, com entradas à margem das regras, a par da sistemática pressão que, do lado de fora das quatro linhas, ia sendo feita pelos elementos que se encontravam no banco, sobre a equipa de arbitragem e, também sobre os jogadores portugueses.

Com o decorrer do tempo, sem que o Irão tivesse criado qualquer situação relevante de perigo, o ritmo da partida começou a decair, com o grupo português, porventura, a começar a crer em ilusórias facilidades, na expectativa de que o golo acabaria por surgir.

E, curiosamente, o golo chegaria, mesmo ao findar no primeiro tempo, numa soberba “trivela” de Quaresma, num remate ainda de longe, cruzado, com a bola a desferir uma trajectória caprichosa, a fugir do guardião contrário, para, inapelavelmente, se anichar no fundo das redes. Um golo que aparecia na melhor altura, a dar maior confiança e serenidade à turma lusa, para o segundo tempo.

Pouco mais de cinco minutos decorridos na metade complementar, Portugal poderia ter alcançado a tranquilidade: Cristiano Ronaldo foi derrubado na área, não tendo o árbitro assinalado a correspondente sanção, lapso que seria corrigido pela intervenção do “VAR” (primeira de três, neste jogo); porém, na conversão da grande penalidade, o mesmo Ronaldo, com um remate não muito colocado (a bola dirigiu-se a meio entre o centro da linha de baliza e o poste), permitiu uma boa defesa a Ali Beiranvand.

Estávamos no minuto 53 e este seria um lance capital; em função da oportuna intervenção do seu guarda-redes, a partir daí, os iranianos galvanizar-se-iam, em contraponto a um conjunto português que se intranquilizaria, começando a “embarcar” no jogo duro e nas provocações dos jogadores do Irão, com Quaresma a “responder” a uma sucessão de entradas em falta, acabando por ver o cartão amarelo e “forçando” Fernando Santos a “preservá-lo”.

O mesmo sucederia com Cristiano Ronaldo, num lance duvidoso, aparentemente a procurar desforço, o que resultaria na segunda intervenção do “VAR”, com o árbitro a decidir-se por lhe “poupar” a expulsão, admoestando-o também com o cartão amarelo.

Na fase final do encontro, com o clima de tensão elevado ao máximo, então com o Irão a correr todos os riscos para procurar chegar ao golo – e, quando, tendo-se esgotado o tempo regulamentar, se julgaria que o “trabalho estava feito”, – o “VAR” teria a sua última intervenção no jogo, desta feita com o árbitro a julgar contra Portugal, interpretando erroneamente um cabeceamento de um iraniano (de cima para baixo), que embateu no braço de Cédric Soares, em plena grande área, apontando a marca da grande penalidade.

Quando, já em período de compensação – com Portugal então a ganhar e a Espanha a perder (frente a Marrocos) -, a selecção nacional parecia ter tudo para garantir o 1.º lugar do grupo, num ápice tudo se inverteria: os espanhóis marcavam o seu segundo tento, restabelecendo a igualdade, para, de imediato (já no minuto 93), os iranianos empatarem também.

Tendo o árbitro fixado o tempo de descontos em seis minutos (acabariam por ser um pouco mais de sete), o Irão acreditou que tudo era ainda possível, lançando bolas em profundidade para a área portuguesa; logo no minuto 94, num desses lances, na sequência de um ressalto, a bola sobrou para Mehdi Taremi que, ligeiramente descaído sobre o lado esquerdo, só frente a Rui Patrício – o qual apenas teve possibilidade de esboçar a “mancha”, procurando cobrir o ângulo da sua baliza -, remataria à malha lateral das redes, num instante em que o coração dos portugueses teve uma “paragem”.

Foi por “um cabelo” que Portugal não sofria o segundo golo (uma espécie de “matchpoint” desperdiçado), que, irremediavelmente, o teria afastado da fase seguinte!

No termo de um jogo com fases electrizantes, de elevadíssima tensão – em que Portugal acabou por passar por um enorme (e evitável) sofrimento, a par de um colossal susto -, tem de lastimar-se a atitude genericamente evidenciada pelo conjunto iraniano, pautada por excessiva agressividade, assim como pela “azia” revelada por Carlos Queiroz, a queixar-se abusivamente da arbitragem, quando nem se poderá considerar que a sua equipa tenha sido mais prejudicada.

Do mal o menos, embora baixando ao 2.º posto, a selecção nacional passava a ter encontro marcado, para Sábado, com o Uruguai (ao invés de defrontar a equipa da casa, Rússia). Um teste que se afigura ainda de maior grau de dificuldade, tendo em consideração o elevado potencial futebolístico do adversário, no qual será necessário que Portugal melhore ainda, substancialmente, a sua exibição, concentração e efectividade.

25 Junho, 2018 at 8:57 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – Portugal – Marrocos

Portugal Marrocos 1-0

Portugal Rui Patrício; Cédric Soares, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, João Moutinho (89m – Adrien Silva), Bernardo Silva (59m – Gelson Martins), João Mário (70m – Bruno Fernandes) e Gonçalo Guedes; Cristiano Ronaldo (c.)

Marrocos Monir El Kajoui; Nabil Dirar, Mehdi Benatia (c.), Manuel da Costa e Achraf Hakimi; Nouredinne Amrabat, Karim El Ahmadi (86m – Fayçal Fajr), Younes Belhanda (75m – Mehdi Carcela-González), Mbark Boussoufa e Hakim Ziyach; Khalid Boutaib (69m – Ayoub El Kaabi)

1-0 – Cristiano Ronaldo – 4m

Cartões amarelos – Adrien Silva (90m); Mehdi Benatia (40m)

Árbitro – Mark Geiger (EUA)

Luzhniki Stadium – Moskva (13h00)

Não há como contornar a evidência: a selecção de Portugal teve uma péssima exibição neste jogo, que, por felicidade, acabou por vencer.

Com Cristiano Ronaldo inspirado, o mais difícil parecia ter sido feito logo ao quarto minuto – outra vez, tal como sucedera na estreia, com a Espanha – quando, na sequência de um canto curto, João Moutinho, com um excelente cruzamento, colocou a bola na área de acção do avançado, que, numa espécie de “salto de peixe”, tendo de se baixar, cabeceou, apertado entre dois defesas contrários, fulminando a baliza.

Porém, inexplicavelmente, ao longo do tempo, esta partida acabaria por ter contornos de grande similitude face aos do primeiro desafio, com a formação portuguesa a denotar uma aflitiva incapacidade de “ter bola”, concedendo a iniciativa a uma atrevida equipa de Marrocos, sempre “por cima”, assumindo o controlo, empurrando os portugueses para a sua zona defensiva, fazendo-os desgastar-se, correndo incessantemente atrás da bola.

E, claro, criando lances de apuro próximo da grande área de Rui Patrício, com a defesa nacional a ver-se e desejar-se para acorrer a todas as solicitações que, só não dariam em golo, por manifesto desacerto dos marroquinos.

Tal como no jogo com a Espanha, como que a “papel químico”, também neste encontro Portugal podia ter ampliado a vantagem, outra vez com Cristiano Ronaldo a desmarcar Gonçalo Guedes, que, contudo – infeliz na concretização, pese embora deva ser creditado pelo intenso trabalho que desenvolveu, mais no apoio ao meio-campo -, rematou de forma a possibilitar que o guardião contrário, estendendo o braço, sacudisse a bola com uma “palmada”, impedindo a sua trajectória vitoriosa. Estavam, então, decorridos 39 minutos, e este lance constituiria como que o “canto do cisne”.

Se a primeira metade tinha sido já sofrível, o segundo tempo, então, seria penoso para o grupo luso, com um meio-campo praticamente “ausente”, sem sequer conseguir aproveitar o adiantamento contrário para esboçar o contra-ataque. Valeria, na circunstância, uma soberba intervenção de Rui Patrício, a negar o golo do empate, que, num par de outras ocasiões, apenas não viria igualmente a acontecer por clamorosas falhas dos jogadores marroquinos, em posição de alvejar a baliza, desastradamente rematando ao lado e/ou por cima.

Foi enorme o sufoco vivido até final, para aguentar a magra vantagem que deixa Portugal a um ponto do apuramento para os 1/8 de final, ao mesmo tempo que, paralelamente, com muito de injustiça, deixou já, matematicamente, a selecção de Marrocos afastada de tal aspiração.

No último jogo desta fase de grupos, face a uma selecção do Irão, treinada por Carlos Queiroz, que fez a “vida negra” à Espanha, posicionando-se em campo, por vezes, num inaudito sistema táctico de “6-3-1”, com uma defesa perfeitamente alinhada de seis elementos, a tapar os espaços a toda a largura do campo e – muitos poucos metros adiante -, uma segunda barreira defensiva, de mais três elementos (tendo os espanhóis sido felizes, marcando o seu único tento, numa espécie de “carambola”, tendo tido, depois, de sofrer também para preservar a vantagem), Portugal  terá de operar uma significativa melhoria na sua atitude para procurar evitar passar por maiores sustos.

20 Junho, 2018 at 2:54 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – Portugal – Espanha

Portugal Espanha 3-3

Portugal Rui Patrício; Cédric Soares, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, João Moutinho, Bernardo Silva (69m – Ricardo Quaresma), Gonçalo Guedes (80m – André Silva) e Bruno Fernandes (68m – João Mário); Cristiano Ronaldo (c.)

Espanha David de Gea; Nacho, Gerard Piqué, Sergio Ramos (c.) e Jordi Alba; Sergio Busquets, Koke, Isco e Andrés Iniesta (70m – Thiago Alcântara); David Silva (86m – Lucas Vázquez) e Diego Costa (77m – Iago Aspas)

1-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 4m
1-1 – Diego Costa – 24m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 44m
2-2 – Diego Costa – 55m
2-3 – Nacho – 58m
3-3 – Cristiano Ronaldo – 88m

Cartões amarelos – Bruno Fernandes (28m); Sergio Busquets (17m)

Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)

Fisht Stadium – Sochi (19h00)

Frente a uma selecção de Espanha necessariamente ainda algo combalida pela mudança de seleccionador apenas dois dias antes da estreia no Mundial (na sequência do anúncio da contratação de Julen Lopetegui pelo Real Madrid, a Federação espanhola decidiu dispensá-lo com efeitos imediatos, sendo substituído por Fernando Hierro), seria difícil pedir-se melhor entrada em campo: apenas com três minutos decorridos, era assinalada uma grande penalidade (a sancionar falta de Nacho sobre Cristiano Ronaldo), a qual, superiormente convertida pelo próprio Cristiano, colocaria Portugal em vantagem.

Era um excelente tónico para este jogo inaugural, que se esperava pudesse reforçar os níveis de confiança da equipa portuguesa, a qual viria a dispor ainda de uma outra ocasião soberana de golo, por volta dos vinte minutos de jogo; porém, Gonçalo Guedes, pouco expedito, não conseguiu materializar tal oportunidade.

Não obstante, ainda com “todo o tempo” pela frente, os espanhóis não se desuniram, fiéis ao seu estilo de jogo, de posse e controlo. E, em aplicação da velha máxima de que “quem não marca sofre”, igualariam o marcador, com um tento de Diego Costa, todavia ferido de ilegalidade, não sancionada pelo árbitro, nem pelo “VAR”: antes da concretização, o brasileiro naturalizado espanhol dera uma cotovelada no brasileiro naturalizado português (Pepe), afastando-o do lance (cairia ao chão), ficando assim com espaço de manobra para visar com êxito a baliza de Rui Patrício.

Estávamos a meio da primeira parte e, até final, a formação de Espanha “pegou no jogo”,  não dando liberdade aos portugueses, que, apenas de forma algo “incidental”, numa iniciativa de Cristiano Ronaldo, com um forte remate, de efeito caprichoso, a trair o guardião de Gea (que viu a bola escapar-se-lhe das mãos ao tentar detê-la), voltaria a criar perigo, sendo bem sucedido, recolocando a equipa lusa em vantagem. Um golo, mesmo a findar a metade inicial do desafio, que parecia chegar na altura ideal.

Contudo, na etapa complementar, a turma portuguesa não conseguiria nunca suster o ímpeto contrário, vendo-se gradualmente empurrada para a sua zona defensiva, perante a insistência de troca de bola dos espanhóis – no final do encontro, a estatística conferia-lhes uns claramente dominadores mais de 60% de posse de bola -, que ia “apertando”, outra vez com Diego Costa, perante uma passiva defesa, a restabelecer o empate, para, quase de imediato, numa excelente execução de Nacho, a Espanha consumar a reviravolta no marcador.

A partir daí, embora a tendência do jogo se mantivesse, sempre com controlo espanhol, a verdade é que não surgiram grandes ocasiões de golo, enquanto, por seu lado, o conjunto português ia procurando, mesmo que sem grande convicção, reverter o resultado negativo que passara a registar.

Num jogo bastante intenso, muito exigente a nível físico para ambos os lados, no qual a equipa nacional teve a virtude de não virar a cara à luta, nunca se “entregando”, Portugal voltaria a ser feliz, quando restavam apenas dois minutos para o final: na sequência de uma falta de Piqué sobre Ronaldo, muito próximo da área, ligeiramente descaída para o lado direito, o mesmo Cristiano – pleno de crença, concentração/foco e uma imensa vontade de ser o melhor -, com uma execução perfeita do livre, com a bola a sobrevoar/contornar a barreira e a sair fora do alcance do guarda-redes, completava o “hat-trick”, que proporcionava um algo lisonjeiro empate à nossa selecção.

No final, a alegria estampada no rosto de todos os portugueses – com Cristiano Ronaldo à cabeça, radiante com a sua magnífica exibição, coroada pelos três golos apontados a uma das melhores selecções do mundo, num jogo em que preencheu todo o campo, procurando apoiar também em momentos defensivos – era a prova cabal da importância deste resultado.

Quanto à exibição global da equipa, sobretudo a nível defensivo (incluindo a acção do meio-campo), Fernando Santos – que, no momento crucial do jogo, arriscara em busca do empate, vindo a ver a sua aposta bem sucedida – revelou estar bem consciente de quanto será necessário melhorar para dar sequência positiva a este jogo de estreia.

«Spain and Portugal Play a Draw for the Ages, Starring a Player for All Time» (Rory Smith – The New York Times)

15 Junho, 2018 at 8:52 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Final – Real Madrid – Liverpool

Real Madrid – Keylor Navas, Daniel Carvajal (37m – Nacho), Raphaël Varane, Sergio Ramos, Marcelo, Luka Modrić, Casemiro, Toni Kroos, Isco (61m – Gareth Bale), Karim Benzema (89m – Marco Asensio) e Cristiano Ronaldo

LiverpoolLiverpool – Lorius Karius, Trent Alexander-Arnold, Dejan Lovren, Virgil Van Dijk, Andy Robertson, James Milner (83m – Emre Can), Jordan Henderson, Georginio Wijnaldum, Mohamed Salah (31m – Adam Lallana), Roberto Firmino e Sadio Mané

1-0 – Karim Benzema – 51m
1-1 – Sadio Mane – 55m
2-1 – Gareth Bale – 64m
3-1 – Gareth Bale – 83m

Cartões amarelos – Sadio Mané (82m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Numa final com a curiosidade de o Real Madrid ter alinhado precisamente com o mesmo “onze” inicial da final da época passada – e em que o guardião do Liverpool teve a noite mais infeliz da sua carreira, com enorme responsabilidade no primeiro e terceiro golos sofridos -, é ainda de salientar que Cristiano Ronaldo se sagrou Campeão Europeu pela quinta vez (2008, 2014, 2016, 2017 e 2018).

A lista de vencedores, nas 63 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada:

  • Real Madrid, 13 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17 e 2017-18)
  • AC Milan, 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07)
  • Liverpool, 5 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84 e 2004-05)
  • Bayern München, 5 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01 e 2012-13)
  • Barcelona, 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15)
  • Ajax, 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95)
  • Inter, 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10)
  • Manchester United, 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08)
  • Benfica, 2 (1960-61 e 1961-62)
  • Nottingham Forest, 2 (1978-79 e 1979-80)
  • Juventus, 2 (1984-85 e 1995-96)
  • FC Porto, 2 (1986-87 e 2003-04)
  • Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); Borussia Dortmund (1996-97); e Chelsea (2011-12).

26 Maio, 2018 at 9:38 pm Deixe um comentário

Benfica / FC Porto / Sporting – Títulos

SLB-FCP-SCP-Títulos

20 Maio, 2018 at 11:28 pm Deixe um comentário

Taça de Portugal – Palmarés

           Vencedor Finalista  Épocas (Vencedor / Finalista)

Benfica        26      10   1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49;
                            1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55;
                            1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64;
                            1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80;
                            1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86;
                            1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04;
                            2013-14; 2016-17
                            1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71;
                            1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97;
                            2004-05; 2012-13
FC Porto       16      13   1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77;
                            1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94;
                            1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03;
                            2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11
                            1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64;
                            1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83;
                            1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08;
                            2015-16
Sporting       16      12   1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48;
                            1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73;
                            1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95;
                            2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15                            
                            1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70;
                            1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94;
                            1995-96; 1999-00; 2011-12; 2017-18
Boavista        5       1   1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92;
                            1996-97/ 1992-93
V. Setúbal      3       7   1964-65; 1966-67; 2004-05
                            1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66
                            1967-68; 1972-73; 2005-06
Belenenses      3       5   1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40
                            1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07
Sp. Braga       2       4   1965-66; 2015-16
                            1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15
Académica       2       3   1938-39; 2011-12
                            1950-51; 1966-67; 1968-69
V. Guimarães    1       6   2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76;
                            1987-88; 2010-11; 2016-17
Leixões         1       1   1960-61/ 2001-02
Beira-Mar       1       1   1998-99/ 1990-91
E. Amadora      1       -   1989-90
D. Aves         1       -   2017-18
Atlético        -       2   1945-46; 1948-49
Marítimo        -       2   1994-95; 2000-01
Rio Ave         -       2   1983-84; 2013-14
Estoril         -       1   1943-44
Olhanense       -       1   1944-45
Torreense       -       1   1955-56
Covilhã         -       1   1956-57
Farense         -       1   1989-90
Campomaiorense  -       1   1998-99
U. Leiria       -       1   2002-03
Paços Ferreira  -       1   2008-09
Chaves          -       1   2009-10

20 Maio, 2018 at 7:20 pm Deixe um comentário

Finais da Taça de Portugal

Edição     Época     Vencedor     Finalista
LXXVIII  2017-2018   D. Aves      Sporting        2-1
LXXVII   2016-2017   Benfica      V. Guimarães    2-1
LXXVI    2015-2016   Sp. Braga    FC Porto        2-2 (4-2 g.p.)
LXXV     2014-2015   Sporting     Sp. Braga       2-2 (3-1 g.p.)
LXXIV    2013-2014   Benfica      Rio Ave         1-0
LXXIII   2012-2013   V. Guimarães Benfica         2-1
LXXII    2011-2012   Académica    Sporting        1-0
LXXI     2010-2011   FC Porto     V. Guimarães    6-2
LXX      2009-2010   FC Porto     Chaves          2-1
LXIX     2008-2009   FC Porto     Paços Ferreira  1-0
LXVIII   2007-2008   Sporting     FC Porto        2-0
LXVII    2006-2007   Sporting     Belenenses      1-0
LXVI     2005-2006   FC Porto     Setúbal         1-0
LXV      2004-2005   Setúbal      Benfica         2-1
LXIV     2003-2004   Benfica      FC Porto        2-1
LXIII    2002-2003   FC Porto     U. Leiria       1-0
LXII     2001-2002   Sporting     Leixões         1-0
LXI      2000-2001   FC Porto     Marítimo        2-0
LX       1999-2000   FC Porto     Sporting        1-1   2-0
LIX      1998-1999   Beira-Mar    Campomaiorense  1-0
LVIII    1997-1998   FC Porto     Sp. Braga       3-1
LVII     1996-1997   Boavista     Benfica         3-2
LVI      1995-1996   Benfica      Sporting        3-1
LV       1994-1995   Sporting     Marítimo        2-0
LIV      1993-1994   FC Porto     Sporting        0-0   2-1
LIII     1992-1993   Benfica      Boavista        5-2
LII      1991-1992   Boavista     FC Porto        2-1
LI       1990-1991   FC Porto     Beira-Mar       3-1
L        1989-1990   E. Amadora   Farense         1-1   2-0
XLIX     1988-1989   Belenenses   Benfica         2-1
XLVIII   1987-1988   FC Porto     V. Guimarães    1-0
XLVII    1986-1987   Benfica      Sporting        2-1
XLVI     1985-1986   Benfica      Belenenses      2-0
XLV      1984-1985   Benfica      FC Porto        3-1
XLIV     1983-1984   FC Porto     Rio Ave         4-1
XLIII    1982-1983   Benfica      FC Porto        1-0
XLII     1981-1982   Sporting     Sp. Braga       4-0
XLI      1980-1981   Benfica      FC Porto        3-1
XL       1979-1980   Benfica      FC Porto        1-0
XXXIX    1978-1979   Boavista     Sporting        1-1   1-0
XXXVIII  1977-1978   Sporting     FC Porto        1-1   2-1
XXXVII   1976-1977   FC Porto     Sp. Braga       1-0
XXXVI    1975-1976   Boavista     V. Guimarães    2-1
XXXV     1974-1975   Boavista     Benfica         2-1
XXXIV    1973-1974   Sporting     Benfica         2-1
XXXIII   1972-1973   Sporting     V. Setúbal      3-2
XXXII    1971-1972   Benfica      Sporting        3-2
XXXI     1970-1971   Sporting     Benfica         4-1
XXX      1969-1970   Benfica      Sporting        3-1
XXIX     1968-1969   Benfica      Académica       2-1
XXVIII   1967-1968   FC Porto     V. Setúbal      2-1
XXVII    1966-1967   V. Setúbal   Académica       3-2
XXVI     1965-1966   Sp. Braga    V. Setúbal      1-0
XXV      1964-1965   V. Setúbal   Benfica         3-1
XXIV     1963-1964   Benfica      FC Porto        6-2
XXIII    1962-1963   Sporting     V. Guimarães    4-0
XXII     1961-1962   Benfica      V. Setúbal      3-0
XXI      1960-1961   Leixões      FC Porto        2-0
XX       1959-1960   Belenenses   Sporting        2-1
XIX      1958-1959   Benfica      FC Porto        1-0
XVIII    1957-1958   FC Porto     Benfica         1-0
XVII     1956-1957   Benfica      Sp. Covilhã     3-1
XVI      1955-1956   FC Porto     Torreense       2-0
XV       1954-1955   Benfica      Sporting        2-1
XIV      1953-1954   Sporting     V. Setúbal      3-2
XIII     1952-1953   Benfica      FC Porto        5-0
XII      1951-1952   Benfica      Sporting        5-4
XI       1950-1951   Benfica      Académica       5-1
X        1948-1949   Benfica      Atlético        2-1
IX       1947-1948   Sporting     Belenenses      3-1
VIII     1945-1946   Sporting     Atlético        4-2
VII      1944-1945   Sporting     Olhanense       1-0
VI       1943-1944   Benfica      Estoril         8-0
V        1942-1943   Benfica      V. Setúbal      5-1
IV       1941-1942   Belenenses   V. Guimarães    2-0
III      1940-1941   Sporting     Belenenses      4-1
II       1939-1940   Benfica      Belenenses      3-1
I        1938-1939   Académica    Benfica         4-3

20 Maio, 2018 at 7:18 pm Deixe um comentário

Convocados para o Mundial 2018

Guarda-redes – Rui Patrício (Sporting), Anthony Lopes (Lyon) e Beto (Göztepe)

Defesas – Cédric Soares (Southampton), Ricardo Pereira (FC Porto), Pepe (Beşiktaş), José Fonte (Dalian Yifang), Bruno Alves (Glasgow Rangers), Rúben Dias (Benfica), Raphaël Guerreiro (Borussia Dortmund) e Mário Rui (Napoli)

Médios – William Carvalho (Sporting), João Moutinho (Mónaco), João Mário (West Ham), Manuel Fernandes (Lokomotiv Moscovo), Adrien Silva (Leicester City) e Bruno Fernandes (Sporting)

Avançados – Bernardo Silva (Manchester City), Gonçalo Guedes (Valencia), Gelson Martins (Sporting), Ricardo Quaresma (Beşiktaş), Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e André Silva (AC Milan)

O seleccionador nacional, Fernando Santos, anunciou esta noite o nome dos 23 jogadores convocados para a Fase Final do Campeonato do Mundo de Futebol, a disputar na Rússia, a partir do próximo dia 14 de Junho.

Em relação à anterior competição (Europeu 2016, no qual Portugal se sagrou Campeão), verifica-se uma importante remodelação, com a entrada de dez jogadores: Beto, Ricardo Pereira, Rúben Dias, Mário Rui, Manuel Fernandes, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Gonçalo Guedes, Gelson Martins e André Silva.

Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados: Eduardo, Vieirinha, Ricardo Carvalho, Eliseu, Danilo Pereira, Renato Sanches, André Gomes, Rafa Silva, Nani e Éder.

Comparando com o Mundial de há quatro anos, no Brasil, mantêm-se apenas os seguintes sete: os guardiões Rui Patrício e Beto, Bruno Alves, Pepe, João Moutinho, William Carvalho e Cristiano Ronaldo.

Na convocatória hoje anunciada, o Sporting conta com quatro jogadores, enquanto FC Porto e Benfica têm somente um cada. Há, portanto, um contingente de 17 elementos a actuar em clubes estrangeiros (quatro do campeonato de Inglaterra, três na Turquia, dois em Espanha, França e Itália, um da Alemanha, China, Escócia e Rússia) – face a um total de 15 na convocatória anterior -, com destaque para o Beşiktaş (com dois representantes).

17 Maio, 2018 at 9:19 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Final – At. Madrid – Marseille

At. MadridNa final da Liga Europa, hoje disputada em Lyon, o At. Madrid conquistou o troféu, ao vencer o Olympique de Marseille por 3-0, com dois golos do francês Antoine Griezmann e um do espanhol Gabi.

No Palmarés da prova, após as nove edições já disputadas sob o formato de “Liga Europa”, são os seguintes os vencedores: At. Madrid (2010, 2012 e 2018), Sevilla (2014, 2015 e 2016), Manchester United (2017), Chelsea (2013) e FC Porto (2011).

Nas 51 edições anteriores, com a designação de Taça Cidade das Feiras (até 1971) e de Taça UEFA (de 1972 a 2009), foram vencedores: Valencia (1962, 1963 e 2004), Liverpool (1973, 1976 e 2001), Inter (1991, 1994 e 1998), Juventus (1977, 1990 e 1993) e Barcelona (1958, 1960 e 1966), com três títulos cada; Sevilla (2006 e 2007), Feyenoord (1974 e 2002), Parma (1995 e 1999), Goteborg (1982 e 1987), Real Madrid (1985 e 1986), Tottenham (1972 e 1984), Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979) e Leeds (1968 e 1971), cada um com dois troféus; Shakhtar Donetsk (2009), Zenit St. Petersburg (2008), CSKA Moscovo (2005), FC Porto (2003), Galatasaray (2000), Schalke 04 (1997), Bayern München (1996), Ajax (1992), Napoli (1989), Bayer Leverkusen (1988), Anderlecht (1983), Ipswich Town (1981), E. Frankfurt (1980), PSV Eindhoven (1978), Arsenal (1970), Newcastle (1969), D. Zagreb (1967), Ferencvaros (1965), Zaragoza (1964) e Roma (1961).

16 Maio, 2018 at 9:36 pm Deixe um comentário

I Liga / I Divisão – Historial de lugares de honra

 Época    Campeão           2º           3º           4º 
2017-18   FC Porto     Benfica      Sporting     Sp. Braga
2016-17   Benfica      FC Porto     Sporting     V. Guimarães
2015-16   Benfica      Sporting     FC Porto     Sp. Braga  
2014-15   Benfica      FC Porto     Sporting     Sp. Braga 
2013-14   Benfica      Sporting     FC Porto     Estoril      
2012-13   FC Porto     Benfica      P. Ferreira  Sp. Braga
2011-12   FC Porto     Benfica      Sp. Braga    Sporting
2010-11   FC Porto     Benfica      Sporting     Sp. Braga
2009-10   Benfica      Sp. Braga    FC Porto     Sporting
2008-09   FC Porto     Sporting     Benfica      Nacional
2007-08   FC Porto     Sporting     V. Guimarães Benfica
2006-07   FC Porto     Sporting     Benfica      Sp. Braga
2005-06   FC Porto     Sporting     Benfica      Sp. Braga
2004-05   Benfica      FC Porto     Sporting     Sp. Braga
2003-04   FC Porto     Benfica      Sporting     Nacional
2002-03   FC Porto     Benfica      Sporting     V. Guimarães
2001-02   Sporting     Boavista     FC Porto     Benfica
2000-01   Boavista     FC Porto     Sporting     Sp. Braga
1999-00   Sporting     FC Porto     Benfica      Boavista
1998-99   FC Porto     Boavista     Benfica      Sporting
1997-98   FC Porto     Benfica      V. Guimarães Sporting
1996-97   FC Porto     Sporting     Benfica      Sp. Braga
1995-96   FC Porto     Benfica      Sporting     Boavista
1994-95   FC Porto     Sporting     Benfica      V. Guimarães
1993-94   Benfica      FC Porto     Sporting     Boavista
1992-93   FC Porto     Benfica      Sporting     Boavista
1991-92   FC Porto     Benfica      Boavista     Sporting
1990-91   Benfica      FC Porto     Sporting     Boavista
1989-90   FC Porto     Benfica      Sporting     V. Guimarães
1988-89   Benfica      FC Porto     Boavista     Sporting
1987-88   FC Porto     Benfica      Belenenses   Sporting
1986-87   Benfica      FC Porto     V. Guimarães Sporting
1985-86   FC Porto     Benfica      Sporting     V. Guimarães
1984-85   FC Porto     Sporting     Benfica      Boavista
1983-84   Benfica      FC Porto     Sporting     Sp. Braga
1982-83   Benfica      FC Porto     Sporting     V. Guimarães
1981-82   Sporting     Benfica      FC Porto     V. Guimarães
1980-81   Benfica      FC Porto     Sporting     Boavista
1979-80   Sporting     FC Porto     Benfica      Boavista
1978-79   FC Porto     Benfica      Sporting     Sp. Braga
1977-78   FC Porto     Benfica      Sporting     Sp. Braga
1976-77   Benfica      Sporting     FC Porto     Boavista
1975-76   Benfica      Boavista     Belenenses   FC Porto
1974-75   Benfica      FC Porto     Sporting     Boavista
1973-74   Sporting     Benfica      V. Setúbal   FC Porto
1972-73   Benfica      Belenenses   V. Setúbal   FC Porto
1971-72   Benfica      V. Setúbal   Sporting     CUF
1970-71   Benfica      Sporting     FC Porto     V. Setúbal
1969-70   Sporting     Benfica      V. Setúbal   Barreirense
1968-69   Benfica      FC Porto     V. Guimarães V. Setúbal
1967-68   Benfica      Sporting     FC Porto     Académica
1966-67   Benfica      Académica    FC Porto     Sporting
1965-66   Sporting     Benfica      FC Porto     V. Guimarães
1964-65   Benfica      FC Porto     CUF          Académica
1963-64   Benfica      FC Porto     Sporting     V. Guimarães
1962-63   Benfica      FC Porto     Sporting     Belenenses
1961-62   Sporting     FC Porto     Benfica      CUF
1960-61   Benfica      Sporting     FC Porto     V. Guimarães
1959-60   Benfica      Sporting     Belenenses   FC Porto
1958-59   FC Porto     Benfica      Belenenses   Sporting
1957-58   Sporting     FC Porto     Benfica      Belenenses
1956-57   Benfica      FC Porto     Belenenses   Sporting
1955-56   FC Porto     Benfica      Belenenses   Sporting
1954-55   Benfica      Belenenses   Sporting     FC Porto
1953-54   Sporting     FC Porto     Benfica      Belenenses
1952-53   Sporting     Benfica      Belenenses   FC Porto
1951-52   Sporting     Benfica      FC Porto     Belenenses
1950-51   Sporting     FC Porto     Benfica      Atlético
1949-50   Benfica      Sporting     Atlético     Belenenses
1948-49   Sporting     Benfica      Belenenses   FC Porto
1947-48   Sporting     Benfica      Belenenses   Estoril
1946-47   Sporting     Benfica      FC Porto     Belenenses        
1945-46   Belenenses   Benfica      Sporting     Olhanense
1944-45   Benfica      Sporting     Belenenses   FC Porto
1943-44   Sporting     Benfica      Atlético     FC Porto
1942-43   Benfica      Sporting     Belenenses   Unidos Lisboa
1941-42   Benfica      Sporting     Belenenses   FC Porto
1940-41   Sporting     FC Porto     Belenenses   Benfica
1939-40   FC Porto     Sporting     Belenenses   Benfica
1938-39   FC Porto     Sporting     Benfica      Belenenses
1937-38   Benfica      FC Porto     Sporting     Carcavelinhos
1936-37   Benfica      Belenenses   Sporting     FC Porto
1935-36   Benfica      FC Porto     Sporting     Belenenses
1934-35   FC Porto     Sporting     Benfica      Belenenses

Resumo:

– Benfica – 36 vezes Campeão / 28 vezes 2º / 15 vezes 3º / 4 vezes 4º classificado
– FC Porto – 28 vezes Campeão / 26 vezes 2º / 13 vezes 3º / 11 vezes 4º classif.
– Sporting – 18 vezes Campeão / 21 vezes 2º / 28 vezes 3º / 12 vezes 4º classif.
– Belenenses – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 14 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
– Boavista – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 2 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– V. Setúbal – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 2 vezes 4º classificado
– Sp. Braga – 1 vez 2º / 1 vez 3º / 13 vezes 4º classificado
– Académica – 1 vez 2º / 2 vezes 4º classificado
– V. Guimarães – 4 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– Atlético – 2 vezes 3º / 1 vez 4º classificado
– CUF – 1 vez 3º / 2 vezes 4º classificado
– Paços Ferreira – 1 vez 3º classificado
– Nacional – 2 vezes 4º classificado
– Estoril – 2 vezes 4º classificado
– Barreirense – 1 vez 4º classificado
– Olhanense – 1 vez 4º classificado
– Unidos Lisboa – 1 vez 4º classificado
– Carcavelinhos – 1 vez 4º classificado

13 Maio, 2018 at 11:06 pm Deixe um comentário

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