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Cristiano Ronaldo – Golos
Em dia de aniversário (35.º), a lista detalhada de todos os golos marcados por Cristiano Ronaldo, por clube, competição, jogo a jogo, em grafismo interactivo.
Liga Europa – Sorteio dos 1/16 de Final
Wolverhampton – Espanyol
Sporting – Istanbul Başakşehir
Getafe – Ajax
Bayer Leverkusen – FC Porto
København – Celtic
APOEL – Basel
CFR Cluj – Sevilla
Olympiakos – Arsenal
AZ Alkmaar – LASK Linz
Brugge – Manchester United
Ludogorets – Inter
E. Frankfurt – RB Salzburg
Shakhtar Donetsk – Benfica
Wolfsburg – Malmö
Roma – Gent
Rangers – Sp. Braga
Os jogos da primeira mão serão disputados a 20 de Fevereiro de 2020, estando a segunda mão agendada para 27 de Fevereiro.
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 de Final
B. Dortmund – Paris St.-Germain
Real Madrid – Manchester City
Atalanta – Valencia
At. Madrid – Liverpool
Chelsea – Bayern
Lyon – Juventus
Tottenham – RB Leipzig
Napoli – Barcelona
Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 18, 19, 25 e 26 de Fevereiro de 2020. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 10, 11, 17 e 18 de Março.
Liga Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
LASK Linz – Sporting – 3-0
PSV Eindhoven – Rosenborg – 1-1
1º LASK Linz, 13; 2º Sporting, 12; 3º PSV Eindhoven, 8; 4º Rosenborg, 1
Grupo F
Standard Liège – Arsenal – 2-2
E. Frankfurt – V. Guimarães – 2-3
1º Arsenal, 11; 2º E. Frankfurt, 9; 3º Standard Liège, 8; 4º V. Guimarães, 5
Grupo G
Rangers – Young Boys – 1-1
FC Porto – Feyenoord – 3-2
1º FC Porto, 10; 2º Rangers, 9; 3º Young Boys, 8; 4º Feyenoord, 5
Grupo K
Wolverhampton – Beşiktaş – 4-0
Slovan Bratislava – Sp. Braga – 2-4
1º Sp. Braga, 14; 2º Wolverhampton, 13; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 3
Garantiram o apuramento para os 1/16 de final os seguintes clubes: Sevilla, APOEL, Malmö, København, Basel, Getafe, LASK Linz, Sporting, Celtic, CFR Cluj, Arsenal, E. Frankfurt, FC Porto, Rangers, Espanyol, Ludogorets, Gent, Wolfsburg, Istanbul Başakşehir, Roma, Sp. Braga, Wolverhampton, Manchester United e AZ Alkmaar.
A estes juntam-se as oito equipas que transitam da Liga dos Campeões: Brugge, Olympiakos, Shakhtar Donetsk, Bayer Leverkusen, RB Salzburg, Inter, Benfica e Ajax.
Em termos gerais, temos os seguintes contingentes principais, por países: Portugal, único país com 4 representantes; Alemanha, Espanha e Inglaterra (3 clubes cada), Áustria, Bélgica, Escócia, Holanda e Itália (2).
(mais…)
Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris St.-Germain – Galatasaray – 5-0
Brugge – Real Madrid – 1-3
1º Paris St.-Germain, 16; 2º Real Madrid, 11; 3º Brugge, 3; 4º Galatasaray, 2
Grupo B
Bayern – Tottenham – 3-1
Olympiakos – Crvena Zvezda – 1-0
1º Bayern, 18; 2º Tottenham, 10; 3º Olympiakos, 4; 4º Crvena Zvezda, 3
Grupo C
D. Zagreb – Manchester City – 1-4
Shakhtar Donetsk – Atalanta – 0-3
1º Manchester City, 14; 2º Atalanta, 7; 3º Shakhtar Donetsk, 6; 4º D. Zagreb, 5
Grupo D
Bayer Leverkusen – Juventus – 0-2
At. Madrid – Lokomotiv Moskva – 2-0
1º Juventus, 16; 2º At. Madrid, 10; 3º Bayer Leverkusen, 6; 4º Lokomotiv Moskva, 3
Grupo E
Napoli – Genk – 4-0
RB Salzburg – Liverpool – 0-2
1º Liverpool, 13; 2º Napoli, 12; 3º RB Salzburg, 7; 4º Genk, 1
Grupo F
B. Dortmund – Slavia Praha – 2-1
Inter – Barcelona – 1-2
1º Barcelona, 14; 2º B. Dortmund, 10; 3º Inter, 7; 4º Slavia Praha, 2
Grupo G
Lyon – RB Leipzig – 2-2
Benfica – Zenit – 3-0
1º RB Leipzig, 11; 2º Lyon, 8; 3º Benfica, 7; 4º Zenit, 7
Grupo H
Chelsea – Lille – 2-1
Ajax – Valencia – 0-1
1º Valencia, 11; 2º Chelsea, 11; 3º Ajax, 10; 4º Lille, 1
Garantiram o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões os seguintes clubes: Paris St.-Germain, Real Madrid, Bayern, Tottenham, Manchester City, Atalanta, Juventus, At. Madrid, Liverpool, Napoli, Barcelona, B. Dortmund, RB Leipzig, Lyon, Valencia e Chelsea.
Limitam-se, pois, somente a cinco os países que subsistem com representação na prova: Espanha e Inglaterra, cada qual com quatro clubes; Alemanha e Itália, com três; e França, com dois representantes.
Por seu lado, transitam para a Liga Europa: Brugge, Olympiakos, Shakhtar Donetsk, Bayer Leverkusen, RB Salzburg, Inter, Benfica e Ajax.
Grandes clássicos das competições europeias – (13) Barcelona – Inter

Época Prova Ronda 1.ª Mão 2.ª mão 1958-60 TCF 1/4 Barcelona-Inter 4-0 Inter-Barcelona 2-4 1969-70 TCF 1/8 Barcelona-Inter 1-2 Inter-Barcelona 1-1 2002-03 LCE Grupo Barcelona-Inter 3-0 Inter-Barcelona 0-0 2009-10 LCE Grupo Inter-Barcelona 0-0 Barcelona-Inter 2-0 2009-10 LCE 1/2 Inter-Barcelona 3-1 Barcelona-Inter 1-0 2018-19 LCE Grupo Barcelona-Inter 2-0 Inter-Barcelona 1-1 2019-20 LCE Grupo Barcelona-Inter 2-1 Inter-Barcelona 1-2 Balanço global J V E D GM GS Barcelona - Internazionale 14 8 4 2 24 – 11
É uma história longa, já de 60 anos – tendo-se disputado, em Maio e em Setembro de 1959, os primeiros jogos entre ambos -, a da rivalidade entre entre estes dois colossos do futebol europeu, com o Barcelona, com dois triunfos (goleando na Catalunha, e somando um agregado de 8-2 na eliminatória), a avançar então para as meias-finais da segunda edição (1958-60) da Taça das Cidades com Feiras, troféu que viria a revalidar, após a vitória na estreia desta competição (1955-58).
Para além do claro domínio do Barcelona (oito vitórias a duas e um “score” global de 24-11), ressalta ainda o relativamente escasso número de golos marcados pelo Inter – tendo ficado “em branco” em metade dos 14 jogos realizados.
Anota-se também a particularidade de os dois clubes se terem enfrentado por quatro vezes na época de 2009-10, com o Inter – então sob o comando técnico de José Mourinho – a “rectificar” o balanço da fase de grupos, vencendo a eliminatória correspondente às meias-finais, antes de bater, na Final, no “Santiago Bernabéu”, em Madrid, o Bayern, para se sagrar Campeão Europeu pela 3.ª vez no seu historial.
Nessa eliminatória de boa memória para os nerazzurri, depois de vencer, em Milão, por 3-1 (numa partida arbitrada por Olegário Benquerença), tendo inclusivamente operado reviravolta no marcador, o Inter conseguiu, na 2.ª mão – reduzido a dez elementos durante mais de uma hora, por expulsão de Thiago Motta – aguentar o nulo em “Camp Nou” praticamente até aos cinco minutos finais, vindo a consentir um único golo, insuficiente para que o Barcelona (liderado por Pep Guardiola) evitasse ser afastado da prova.
Nas outras ocasiões em que se haviam encontrado na fase de grupos da Liga dos Campeões – em 2002-03 e, precisamente, na época passada -, o Inter alcançou as meias-finais no primeiro caso (eliminado pelo AC Milan, que viria a conquistar o troféu), quedando-se o Barcelona pelos 1/4 de final (superado pelo outro finalista, Juventus); na última temporada, o Inter não foi além dessa fase de grupos (3.º classificado, atrás do Barcelona e do Tottenham), enquanto os catalães veriam o seu percurso interrompido nas meias-finais (com a incrível goleada de 4-0 sofrida ante o actual Campeão Europeu, Liverpool, depois da vitória por 3-0, averbada na 1.ª mão).
Por capricho do sorteio, Barcelona e Inter reencontraram-se já na fase de grupos da presente época – a última vez, ontem mesmo -, repetindo os duelos do ano passado. O Inter praticamente entrou a ganhar em Camp Nou, onde, ao 5.º jogo aí disputado no âmbito da Liga dos Campeões, marcou pela primeira vez, mas não conseguiria evitar a reviravolta no marcador por parte do Barcelona. A repetição da vitória do Barcelona, em Milão, traduziu-se no afastamento do clube italiano da Liga dos Campeões, superado pelos catalães e pelo Borussia Dortmund.
Liga dos Campeões – 6ª jornada – Benfica – Zenit
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi”, Adel Taarabt, Gabriel Pires (81m – Andreas Samaris), Franco Cervi (81m – Haris Seferović), Francisco “Chiquinho” Machado e Carlos Vinícius (89m – Caio Lucas)
Zenit S. Petersburgo – Mikhail Kerzhakov, Yordan Osorio, Branislav Ivanović, Douglas Santos, Vyacheslav Karavaev, Aleksandr Erokhin (66m – Aleksei Sutormin), Wílmar Barrios, Magomed Ozdoev (60m – Igor Smolnikov), Oleg Shatov (89m – Róbert Mak), Sardar Azmoun e Artem Dzyuba
1-0 – Franco Cervi – 47m
2-0 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 60m
3-0 – Sardar Azmoun (p.b.) – 79m
Cartões amarelos – Gabriel Pires (19m); Douglas Santos (17m), Magomed Ozdoev (43m) e Aleksandr Erokhin (55m)
Cartão vermelho – Douglas Santos (56m)
Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)
Não se afigurava linear o apuramento do Benfica para a Liga Europa, uma vez que pressupunha uma vitória por 2-0, ou, alternativamente, por três (ou mais) golos de diferença, de modo a não ficar dependente de uma derrota caseira do Lyon (caso em que bastaria o triunfo benfiquista, por qualquer margem).
E, não obstante, até começaram cedo a chegar boas notícias de Lyon, com o RB Leipzig a inaugurar o marcador logo aos 9 minutos, vantagem que viria a consolidar pouco depois da meia hora… O caminho da formação portuguesa parecia, por essa via, “atapetado”: um golo prometia, então, poder chegar para garantir o objectivo.
Dentro de campo, algo alheia ao que se ia passando em Lyon, a equipa do Benfica – personalizada e confiante como ainda não se tinha visto na presente edição da prova – assumiu, logo desde início, a iniciativa do jogo, que viria a dominar, de princípio a fim.
O primeiro sinal de inconformismo seria dado, apenas com três minutos jogados, por Taarabt, rematando ainda fora da área. Mas, com a equipa do Zenit aglomerada no seu meio-campo, na expectativa do erro do adversário, o golo tardava em chegar, apesar dos esforços benfiquistas, na tentativa de desbloquear o marcador.
Sem se deixar abater animicamente, o Benfica regressou para a segunda parte a grande ritmo, tendo então a felicidade de chegar ao golo logo aos dois minutos, com um oportuno Cervi, sem dificuldade, a empurrar a bola para a baliza, a solicitação de Pizzi.
Mantendo-se o resultado de Lyon, o Zenit continuava em posição de apuramento para a fase seguinte da “Liga dos Campeões”, com o clube francês a cair para o último posto do grupo, por troca com o Benfica.
Pelo que se torna algo difícil compreender o desnorte então evidenciado pela equipa russa, primeiro, com Erokhin, depois de ludibriado por Taarabt, a recorrer a uma “placagem”, para, no minuto imediato, ser Douglas Santos a interceptar a bola com o braço, na sua grande área, o que lhe valeu segundo amarelo e consequente expulsão, a par da grande penalidade, de que resultou o segundo golo benfiquista, numa boa conversão de Pizzi, a enganar Kerzhakov.
Tudo corria “sobre rodas”, pese embora o Lyon tivesse já, entretanto, reduzido a desvantagem ante o RB Leipzig para 1-2.
O Benfica aproveitava a desorientação do Zenit para ir em busca de um terceiro golo, tendo mesmo desperdiçado um par de flagrantes oportunidades, mas, num lance de contra-ataque, viria ainda a sofrer um calafrio, quando Azmoun, com um remate muito perigoso, proporcionou a Vlachodimos a defesa da noite, com uma excelente estirada.
No lance imediato, Carlos Vinícius, isolado frente ao guardião contrário, não foi eficaz, permitindo a defesa para canto, de cuja conversão, surgiria, num corte desastrado, também de Azmoun, o terceiro golo benfiquista.
Faltavam pouco mais de dez minutos e a missão do Benfica parecia cumprida na perfeição. Mas tal sentimento de tranquilidade não duraria cinco minutos, altura em que o Lyon empatava o seu jogo com o RB Leipzig (entrando assim em posição de apuramento, trocando com o Zenit, então relegado para o 4.º lugar do grupo); um golo sofrido poderia significar a eliminação do Benfica…
No entretanto – entre o terceiro golo benfiquista e o segundo do Lyon -, Bruno Lage optara já por reforçar o meio-campo, com a entrada de Samaris, trocando, em paralelo, Cervi por Seferović, procurando, desta forma, explorar a (que passava a ser necessária) assumpção de risco por parte dos russos.
Porém, reduzida a dez elementos, algo atordoada pelo que se estava a passar (quer na Luz, quer em Lyon), a turma do Zenit não conseguiria, nesses dez minutos finais, provocar qualquer efectivo perigo para a baliza portuguesa.
Mesmo acabando por ter de sofrer nesses minutos derradeiros – perante a ameaça que subsistia de poder eventualmente sofrer um golo nalgum lance de bola parada, ou ressalto fortuito -, o Benfica fecharia a sua presença nesta edição da “Liga dos Campeões” com a sua melhor exibição e um categórico triunfo por 3-0 sobre o líder destacado do campeonato russo (dez pontos de vantagem sobre o 2.º classificado, Krasnodar, a onze jornadas do fim), garantindo assim, por mérito próprio, não dependente de terceiros, a qualificação para a Liga Europa.
Num balanço final, num grupo equilibrado como se antevia que este seria, o que se veio a confirmar, é inevitável a sensação de que o apuramento para os 1/8 de final da “Champions” estava perfeitamente ao alcance, tendo acabado por ficar à “mão de semear”, não fossem, em última instância, os dois golos consentidos na fase final do jogo de Leipzig…
Grandes clássicos das competições europeias – (14) Barcelona – Juventus

Época Prova Ronda 1.ª Mão 2.ª mão 1970-71 TCF 1/16 Barcelona-Juvent. 1-2 Juvent.-Barcelona 2-1 1985-86 TCE 1/4 Barcelona-Juvent. 1-0 Juvent.-Barcelona 1-1 1990-91 TVT 1/2 Barcelona-Juvent. 3-1 Juvent.-Barcelona 1-0 2002-03 LCE 1/4 Juvent.-Barcelona 1-1 Barcelona-Juvent. 1-2 2014-15 LCE Final Barcelona-Juvent. 3-1 (Est. Olímp. Berlim) 2016-17 LCE 1/4 Juvent.-Barcelona 3-0 Barcelona-Juvent. 0-0 2017-18 LCE Grupo Barcelona-Juvent. 3-0 Juvent.-Barcelona 0-0 Balanço global J V E D GM GS Barcelona - Juventus 13 4 4 5 15 – 14
Num confronto de extremo equilíbrio, regista-se uma ligeira superioridade da Juventus em termos de vitórias, pese embora o “score” global lhe seja desfavorável.
Os dois clubes defrontaram-se na Final da Liga dos Campeões de 2014-15, com triunfo do Barcelona, que conquistou então o seu 5.º título de Campeão Europeu (último, até à data), culminando a época de estreia de Luís Enrique no banco, coincidindo igualmente com o último jogo do “maestro”, Xavi, pela equipa catalã.
Nos embates a eliminar, a Juventus seguiu em frente por três vezes (tendo inclusivamente ganho os jogos das duas mãos na Taça das Cidades com Feiras, em 1970-71), face a apenas duas eliminatórias ganhas pelo Barcelona (em 1985-86 e em 1990-91).
Naquela que foi a derradeira edição da Taça das Cidades com Feiras (1970-71), a formação italiana superaria ainda os húngaros do Pécsi, o Twente e o Köln, vindo contudo a perder a Final, ante o Leeds United (com duas igualdades, a dois golos em Turim, e 1-1 em Leeds).
Em 1986, o Barcelona eliminaria, nas meias-finais da Taça dos Campeões Europeus, o Göteborg (no desempate da marca de grande penalidade, após duas vitórias caseiras por 3-0), acabando por ter uma das maiores desilusões da sua história (tendo adiado, ainda por mais alguns anos, a conquista do seu primeiro título de Campeão europeu) ao perder a Final, disputada em Sevilha, ante o Steaua… no desempate da marca de grande penalidade (não tendo conseguido bater o guardião Helmuth Ducadam uma única vez!).
Melhor não seria a sorte dos catalães em 1991, tendo perdido também a Final da Taça das Taças, ante o Manchester United.
Em 2002-03, nos 1/4 de final da Liga dos Campeões, o empate averbado em Turim (golo de Saviola) parecia conferir vantagem aos catalães; porém, na 2.ª mão, depois de ter começado por inaugurar o marcador, e apesar de se ter visto reduzida a dez unidades (por expulsão de Edgar Davids), a “Vecchia Signora” forçaria ainda o prolongamento, período no qual viria mesmo a superiorizar-se, com Buffon em grande evidência. O grupo então comandado por Marcello Lippi viria contudo a perder igualmente a Final, ante o AC Milan… no desempate da marca de grande penalidade.
Em 2016-17, o triunfo dos transalpinos seria ainda mais concludente, ganhando por 3-0 em Turim, o que, praticamente, definiu o desfecho da eliminatória. Porém, como que numa espécie de “maldição” associada aos embates entre Barcelona e Juventus – e depois de terem ultrapassado o Monaco nas 1/2 finais -, os italianos voltariam a ser batidos na Final, derrotados pelo Real Madrid por categórica marca de 4-1, no que corresponde já à sétima final da Taça / Liga dos Campeões perdida pela Juventus, um “record” destacado (face a cinco finais perdidas por Bayern e Benfica).
Registe-se ainda a curiosidade de o Barcelona nunca ter conseguido ganhar na 2.ª mão / 2.ª volta (sendo que jogou quatro vezes em terreno alheio e apenas duas em casa).
Por uma única vez estes dois emblemas integraram o mesmo grupo da Liga dos Campeões, há duas temporadas. Nessa ocasião, a turma da Catalunha “retribuiria” o 3-0 com que fora brindada na época imediatamente precedente, em partida disputada apenas cinco meses antes.
Os dois clubes prosseguiriam para a fase a eliminar (à frente do Sporting, 3.º classificado do grupo): a Juventus eliminaria ainda o Tottenham, antes de ser afastada nos 1/4 de final pelo Real Madrid, futuro vencedor da prova; quanto ao Barcelona, depois de ultrapassar o Chelsea, permitiria à Roma uma inesperada reviravolta (perdendo 0-3 em Itália, desperdiçando a vantagem de 4-1 obtida em Camp Nou), caindo, pois, naquela mesma eliminatória.
Europeu 2020 – Sorteio da Fase Final
Realizou-se hoje o sorteio da Fase Final do Europeu 2020 de Futebol. É a seguinte a constituição dos Grupos:
Grupo A Grupo B Grupo C Itália Bélgica Ucrânia Suíça Rússia Holanda Turquia Dinamarca Áustria País de Gales Finlândia Play-off D/A Grupo D Grupo E Grupo F Inglaterra Espanha Alemanha Croácia Polónia França R. Checa Suécia Portugal Play-off C Play-off B Play-off A/D
Apuram-se para os 1/8 de final os 2 primeiros classificados de cada grupo, assim como os quatro melhores dos 3.º classificados.
Os jogos serão disputados nas seguintes cidades: Baku e Roma (Grupo A); Copenhaga e S. Petersburgo (Grupo B); Amesterdão e Bucareste (Grupo C); Glasgow e Londres (Grupo D); Bilbao e Dublin (Grupo E); Budapeste e Munique (Grupo F).
A selecção de Portugal estreia-se a 16 de Junho, em Budapeste, frente ao apurado do “play-off”; joga com a Alemanha em Munique a 20 de Junho; concluindo a fase de grupos, a 24 de Junho, com a França, novamente em Budapeste.
A quarta selecção do grupo de Portugal sairá do trio Islândia/Bulgária/Hungria, excepto se for a Roménia a ser apurada nesse “Play-off A”, cenário em que os romenos seriam integrados no Grupo C, saindo o adversário de Portugal do lote Geórgia/Bielorrússia/Macedónia do Norte/Kosovo.
Recorde-se que as finais dos “play-off”, a disputar a 31.03.2020, terão o seguinte alinhamento:
Play-off A – Bulgária/Hungria – Islândia/Roménia
Play-off B – Bósnia-Herzegovina/I. Norte – Eslováquia/Irlanda
Play-off C – Noruega/Sérvia – Escócia/Israel
Play-off D – Geórgia/Bielorrússia – Macedónia do Norte/Kosovo
Liga Europa – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Rosenborg – LASK Linz – 1-2
Sporting – PSV Eindhoven – 4-0
1º Sporting, 12; 2º LASK Linz, 10; 3º PSV Eindhoven, 7; 4º Rosenborg, 0
Grupo F
V. Guimarães – Standard Liège – 1-1
Arsenal – E. Frankfurt – 1-2
1º Arsenal, 10; 2º E. Frankfurt, 9; 3º Standard Liège, 7; 4º V. Guimarães, 2
Grupo G
Feyenoord – Rangers – 2-2
Young Boys – FC Porto – 1-2
1º Rangers, 8; 2º FC Porto e Young Boys, 7; 4º Feyenoord, 5
Grupo K
Sp. Braga – Wolverhampton – 3-3
Beşiktaş – Slovan Bratislava – 2-1
1º Sp. Braga, 11; 2º Wolverhampton, 10; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 3
Ainda com uma jornada por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final os seguintes 13 clubes: Sevilla, APOEL, Basel, Sporting, LASK Linz, Celtic, Espanyol, Gent, Wolfsburg, Sp. Braga, Wolverhampton, Manchester United e AZ Alkmaar.
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