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EURO 2012 – Grupo B – 2ª jornada – Dinamarca – Portugal

2-3
E, felizmente, os golos apareceram!
Contrariamente ao que poderia ser expectável foi a Dinamarca a surgir mais afoita, logo de entrada, empurrando a equipa portuguesa para a sua zona defensiva, obrigando-a a conceder três cantos nos 4 minutos iniciais da partida!
Não obstante, a partir do momento em que a selecção de Portugal conseguiu serenar, e “entrar em jogo”, rapidamente assumiu o controlo e a iniciativa do jogo, começando a explanar o seu futebol ofensivo.
Seria portanto com alguma naturalidade que, rapidamente, igualaria o adversário em número de cantos obtidos… com a pequena diferença de, num deles, na sequência de uma entrada fulgurante de Pepe, a antecipar-se de cabeça à defesa contrária, desviando a bola para a baliza, Portugal ter inaugurado o marcador.
Não desacelerando, a selecção nacional prosseguiria numa toada ofensiva, procurando consolidar a vantagem, o que conseguiria poucos minutos decorridos, num lance oportuno de Hélder Postiga. Isto depois de Cristiano Ronaldo ter já desperdiçado uma soberana oportunidade de golo, cara a cara com o guardião adversário, não tendo tido a frieza necessária para “picar a bola” por cima do último opositor.
Só que, quando se pensava que a vitória estava ali, à “mão de semear”, uma desconcentração da defesa portuguesa permitiria um inacreditável golo, com dois cabeceamentos da Dinamarca na zona da pequena área, o primeiro a cruzá-la, o segundo, a fazer com que inapelavelmente se anichasse nas redes da baliza lusa. Portugal começava a complicar o que parecia ter-se tornado relativamente fácil.
Mas o pior estaria para vir, no segundo tempo, em que, com a equipa portuguesa como que adormecida, durante uma longa meia hora, permitiu à Dinamarca assenhorear-se da iniciativa do jogo. Cristiano Ronaldo, em tarde desastrada (parecendo desligado do jogo, triste), desperdiçaria uma outra ocasião ainda mais flagrante de golo, completamente desmarcado, a cometer o mesmo erro do lance do primeiro tempo. E, no minuto imediato, o que se antecipava há largos minutos aconteceria mesmo: o tento do empate da Dinamarca.
Só então, a seis minutos do termo do encontro, Paulo Bento assumiria a necessidade (que era evidente há muito tempo…) de mexer na equipa, fazendo entrar Varela. Que, feliz – num lance em que até começara por, desenquadrado da bola, falhar o remate, tendo depois a extrema frieza de rematar de primeira, com o outro pé -, necessitaria de apenas três minutos para recolocar Portugal em posição de vantagem.
Faltava apenas praticamente o tempo de compensação, em que Portugal sofreria ainda um calafrio, mas a tentativa de remate à baliza sairia por alto.
Num jogo em que se sofreu imenso, de forma desnecessária, a equipa portuguesa, notoriamente superior ao adversário, garantia uma justa vitória. No próximo jogo com a Holanda, será necessário “estar em jogo” durante os 90 minutos, sem ausências como a hoje verificada durante cerca de meia hora da segunda parte…
Stephan Andersen, Lars Jacobsen, Simon Kjær, Daniel Agger, Simon Poulsen, William Kvist, Niki Zimling (16m – Jakob Poulsen), Dennis Rommedahl (60m – Tobias Mikkelsen), Christian Eriksen, Michael Krohn-Dehli (90m – Lasse Schøne) e Nicklas Bendtner
Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe e Fábio Coentrão, Miguel Veloso, Raul Meireles (84m – Silvestre Varela), João Moutinho, Nani (89m – Rolando), Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (64m – Nélson Oliveira)
0-1 – Pepe – 24m
0-2 – Hélder Postiga – 36m
1-2 – Nicklas Bendtner – 41m
2-2 – Nicklas Bendtner – 80m
2-3 – Silvestre Varela – 87m
“Melhor em campo” – Pepe (Portugal)
Amarelos – Jakob Poulsen (56m) e Lars Jacobsen (81m); Raul Meireles (29m) e Cristiano Ronaldo (90m)
Árbitro – Craig Thomson (Escócia)
Arena Lviv – Lviv (17h00)
EURO 2012 – Grupo B – 1ª jornada – Alemanha – Portugal

1-0
Entrando neste Europeu, uma vez mais, condicionada pelas polémicas suscitadas à volta do estágio em Óbidos, e pelas fracas exibições e resultados produzidos nos jogos de preparação, frente à Macedónia e à Turquia, a selecção portuguesa adoptou uma estratégia realista, procurando, em primeira análise, bloquear os espaços para as ofensivas alemãs, na expectativa de poder depois, em contra-ataque, espreitar a possibilidade de surpreender a equipa germânica.
O plano de jogo ia correndo bem, sem que a Alemanha criasse ocasiões de perigo, não obstante Portugal não ter tido também oportunidades de potenciar a sua estratégia, devido ao facto de não conseguir imprimir velocidade nas transições a partir da defesa.
Até que, a fechar o primeiro tempo, surgiria o lance que podia ter marcado (e, que, por outro lado, marcaria mesmo…) o jogo: Pepe, oportuno, a aproveitar um ressalto de bola na área alemã, rematou em força, de cima para baixo, com a bola a embater com estrondo na trave e a cair… em cima da linha de baliza; Portugal garantia o melhor “quase-golo” deste Europeu…
Na fase inicial da segunda parte, a toada de jogo não se alteraria substancialmente, com a Alemanha, respeitando Portugal, a experimentar grandes dificuldades para criar lances ofensivos, embora procurando pressionar cada vez mais.
À espera do erro, que aconteceria mesmo, a pouco mais de um quarto de hora do termo da partida; Mario Gomez, qual matador, não perdoaria. A Alemanha chegava ao golo… e à vitória.
A partir daí, com o tempo a correr de forma acelerada, a selecção portuguesa teria uma boa reacção, embora, naturalmente, “mais com o coração que com a cabeça”. Faltou então frieza e eficácia à equipa nacional, que não conseguiu aproveitar nenhum dos 11 (!) cantos que obteve…
Destaque para uma perdida de Varela, já muito próximo do final, na cara de Neuer, a não conseguir desviar a trajectória da bola do guardião alemão.
Estava consumado mais um desaire português frente aos alemães, repetindo o desfecho das partidas disputadas no Mundial 2006 e no Europeu 2008.
Golos precisam-se para o jogo com a Dinamarca, onde o “plano de jogo” terá de ser distinto: só a vitória interessa a Portugal…
Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Mats Hummels, Holger Badstuber, Philipp Lahm, Sami Khedira, Bastian Schweinsteiger, Thomas Müller (90m – Lars Bender), Mesut Özil (87m – Toni Kroos), Lukas Podolski e Mario Gomez (80m – Miroslav Klose)
Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe e Fábio Coentrão, Miguel Veloso, Raul Meireles (80m – Silvestre Varela), João Moutinho, Nani, Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (70m – Nélson Oliveira)
1-0 – Mario Gomez – 72m
“Melhor em campo” – Mesut Özil (Alemanha)
Amarelos – Holger Badstuber (43m) e Jérôme Boateng (69m); Hélder Postiga (13m) e Fábio Coentrão (60m)
Árbitro – Stéphane Lannoy (França)
Arena Lviv – Lviv (19h45)
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Benfica 24 9 FC Porto 16 12 Sporting 15 11 Boavista 5 1 Setúbal 3 7 Belenenses 3 5 Académica 2 3 Braga 1 3 Leixões 1 1 Beira-Mar 1 1 E. Amadora 1 - Guimarães - 5 Marítimo - 2 Atlético - 2 U. Leiria - 1 Campomaiorense - 1 Farense - 1 Rio Ave - 1 Covilhã - 1 Torreense - 1 Olhanense - 1 Estoril - 1 Paços Ferreira - 1 Chaves - 1
Finais da Taça de Portugal

Época Vencedor Finalista 2011-2012 Académica Sporting 1-0 2010-2011 FC Porto Guimarães 6-2 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 1987-1988 FC Porto Guimarães 1-0 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 1975-1976 Boavista Guimarães 2-1 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 1968-1969 Benfica Académica 2-1 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 1962-1963 Sporting Guimarães 4-0 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 1950-1951 Benfica Académica 5-1 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 1941-1942 Belenenses Guimarães 2-0 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 1938-1939 Académica Benfica 4-3
Liga dos Campeões – Final – Bayern – Chelsea
Bayern – Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Philipp Lahm, Diego Contento, Thomas Müller (87m – Van Buyten), Arjen Robben, Bastian Schweinsteiger, Toni Kroos, Anatoliy Tymoshchuk, Mario Gómez e Franck Ribéry (96m – Ivica Olić)
Chelsea – Petr Čech, José Bosingwa, David Luiz, Gary Cahill, Ashley Cole, Frank Lampard, John Obi Mikel, Ryan Bertrand (73m – Florent Malouda), Juan Mata, Didier Drogba e Salomon Kalou (84m – Fernando Torres)
1-0 – Thomas Müller – 83m
1-1 – Didier Drogba – 88m
Desempate por grandes penalidades – 3-4: Philipp Lahm, Mario Gómez e Manuel Neuer marcaram nas três primeiras tentativas; tendo Ivica Olić permitido a defesa a Čech, e, por fim, Bastian Schweinsteiger rematado ao poste. Pelo Chelsea, Juan Mata começou por permitir a defesa a Manuel Neuer, tendo depois David Luiz, Lampard, Ashley Cole e Didier Drogba marcado.
Cartões amarelos – Bastian Schweinsteiger (2m); Ashley Cole (81m), David Luiz (86m), Didier Drogba (93m) e Fernando Torres (120m)
Árbitro – Pedro Proença (Portugal)
Numa Final em que ficou bem vincada a presença portuguesa, com uma equipa de arbitragem lusa, chefiada por Pedro Proença, e com Bosingwa, Paulo Ferreira, Raúl Meireles e Hilário a integrarem o plantel do Chelsea – durante larga parte da temporada, sob a orientação técnica de André Villas-Boas -, a equipa inglesa sagrou-se, inesperadamente, e pela primeira vez na sua história, Campeã Europeia, no desempate por via da marcação de pontapés da marca de grande penalidade, assim esconjurando o desaire de 2008, em Moscovo.
Depois de afastar Napoli, Benfica e Barcelona, o Chelsea defrontava, na Final, o Bayern, no seu próprio terreno. A equipa alemã, assumindo o favoritismo, tomou, ao longo de todo o encontro, a iniciativa do jogo, procurando o ataque, mas com o Chelsea sempre a fechar os caminhos para a sua baliza.
Quando, aos 83 minutos, Thomas Müller conseguiu finalmente quebrar a barreira defensiva, pensou-se que o Bayern iria conquistar a sua 5ª vitória da prova; contudo, com alguma felicidade, reagindo no curto espaço de tempo que lhe restava, Drogba igualaria o marcador, obrigando ao prolongamento (tendo tido ainda nos pés, no instante derradeiro do tempo regulamentar, a hipótese de definir logo aí o desfecho da Final; contudo, na marcação de um livre, remataria sem a direcção acertada).
Já no prolongamento, o Bayern voltaria a ter a Taça “à mercê”, com uma grande penalidade bem assinalada por Pedro Proença, por falta de Drogba… mas Arjen Robben permitiria a defesa a Petr Čech. Até final, o Chelsea apostaria no escoar do tempo, à espera do desempate por pontapés da marca de grande penalidade.
A equipa bávara teria ainda, por uma terceira vez, “as mãos na Taça”, quando, no referido desempate, Juan Mata começou por permitir a defesa Manuel Neuer, logo na primeira tentativa da equipa inglesa; mas se o clube inglês começou mal, O Bayern acabaria pior, desperdiçando as duas últimas oportunidades, permitindo ao Chelsea alcançar a felicidade, por via da conquista do título que, desde 2004, perseguia.
A lista de vencedores, nas 57 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada: Real Madrid (9); AC Milan (7); Liverpool (5); Bayern Munique, Ajax e Barcelona (4); Inter e Manchester United (3); Juventus, Benfica, FC Porto e Nottingham Forest (2); Celtic, Hamburgo, Marseille, Steaua Bucareste, Crvena Zvezda, Borussia Dortmund, PSV Eindhoven, Feyenoord, Aston Villa e Chelsea (1).
Convocados para o Europeu 2012
Guarda-redes – Rui Patrício (Sporting), Eduardo (Benfica) e Beto (CFR Cluj)
Defesas – João Pereira (Sporting), Fábio Coentrão (Real Madrid), Miguel Lopes (Braga), Pepe (Real Madrid), Bruno Alves (Zenit), Rolando (FC Porto) e Ricardo Costa (Valencia)
Médios – Raúl Meireles (Chelsea), Miguel Veloso (Genoa), Carlos Martins (Granada), João Moutinho (FC Porto), Ruben Micael (Zaragoza), Silvestre Varela (FC Porto), Ricardo Quaresma (Besiktas) e Custódio (Braga)
Avançados – Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Nélson Oliveira (Benfica), Nani (Manchester United), Hélder Postiga (Zaragoza) e Hugo Almeida (Besiktas)
Acabam de ser anunciados os nomes dos 23 convocados para a selecção nacional de futebol na Fase Final do Europeu de 2012, com início no próximo dia 8 de Junho, na Polónia e Ucrânia.
Numa significativa remodelação em relação ao Mundial de 2010, entram nesta convocatória 11 jogadores: Rui Patrício, João Pereira, Miguel Lopes, Carlos Martins, João Moutinho, Ruben Micael, Silvestre Varela, Ricardo Quaresma, Custódio, Nélson Oliveira e Hélder Postiga (sendo que Rui Patrício, João Moutinho, Ricardo Quaresma e Hélder Postiga repetem a presença no anterior Europeu, de 2008). De notar as estreias absolutas de Miguel Lopes e Custódio.
Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados (face à pré-convocatória do Mundial): Daniel Fernandes, Miguel, Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Duda, Pedro Mendes, Zé Castro, Tiago, Deco, Simão Sabrosa, Danny e Liedson. Para além das já esperadas ausências de Besiktas e Ricardo Carvalho, assinale-se a não convocatória de jogadores como Quim, Hugo Viana ou Manuel Fernandes, com boas épocas nos seus clubes.
Por exclusão de partes, repetem a convocatória de há dois anos: Eduardo, Beto, Bruno Alves, Rolando, Ricardo Costa, Fábio Coentrão, Pepe, Raúl Meireles, Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo, Nani (que viria a ser excluído da convocatória final, por lesão, já na África do Sul) e Hugo Almeida.
Na convocatória hoje anunciada, o FC Porto e Real Madrid contam com 3 jogadores cada, seguindo-se o Benfica, Braga, Sporting, Zaragoza e Besiktas (todos com 2 cada).
Os quatro primeiros classificados do campeonato contribuem com 9 dos seleccionados, provindo os restantes 14 de equipas estrangeiras (7 dos quais alinhando no campeonato de Espanha).
Classificação Final – Campeonato Nacional Futebol 2011-12
J V E D GM GS P 1º FC Porto 30 23 6 1 69 - 19 75 2º Benfica 30 21 6 3 66 - 27 69 3º Sp. Braga 30 19 5 6 59 - 29 62 4º Sporting 30 18 5 7 47 - 26 59 5º Marítimo 30 14 8 8 41 - 38 50 6º V. Guimarães 30 14 3 13 40 - 40 45 7º Nacional 30 13 5 12 48 - 50 44 8º Olhanense 30 9 12 9 36 - 38 39 9º Gil Vicente 30 8 10 12 31 - 42 34 10º Paços Ferreira 30 8 7 15 35 - 53 31 11º V. Setúbal 30 8 6 16 24 - 49 30 12º Beira-Mar 30 8 5 17 26 - 38 29 13º Académica 30 7 8 15 27 - 38 29 14º Rio Ave 30 7 7 16 33 - 42 28 15º Feirense 30 5 9 16 27 - 49 24 16º U. Leiria 30 5 4 21 25 - 56 19
Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Benfica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
3º classificado – Braga – “Play-off” de acesso à Fase Grupos Liga dos Campeões
4º classificado – Sporting – “Play-off” de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – Marítimo – 3ª eliminatória de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
Vencedor Taça – Académica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga Europa
Despromovidos – Feirense e U. Leiria
Promovidos – Estoril e Moreirense
Palmarés – Campeões:
Benfica (32) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10
FC Porto (26) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12
Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Liga Europa – Final – At. Madrid – Athletic Bilbao
Com mais um excelente desempenho do colombiano Radamel Falcão – a bisar a condição de melhor marcador da competição, assim como a presença na Final, em dois anos consecutivos, marcando, tal como no ano passado, golos decisivos para a conquista do troféu (na época anterior, ao serviço do FC Porto, o único golo da Final; hoje, mais dois golos) – o Atlético de Madrid sagrou-se hoje vencedor da Liga Europa, repetindo o triunfo alcançado na primeira edição da prova, em 2009-10.
Na Final de hoje, disputada em Bucareste, o Atlético de Madrid venceu categoricamente a equipa basca do Athletic Bilbao por 3-0, golos de Falcão aos 7 e 34 minutos, e de Diego, aos 85 minutos.
2 de Maio de 1962 – Benfica Bi-Campeão Europeu
Estádio Olímpico de Amesterdão – 02.05.1962
Benfica – Costa Pereira; Mário João e Ângelo; Cavém, Germano e Cruz; José Augusto, Eusébio, José Águas (cap.), Coluna e Simões
Real Madrid – Araquistáin; Casado, Miera, Felo, Santamaria; Pachín, Tejada, Del Sol, Di Stéfano; Puskas e Gento
0-1 – Puskas – 17m
0-2 – Puskas – 23m
1-2 – José Águas – 25m
2-2 – Cavém – 34m
2-3 – Puskas – 38m
3-3 – Coluna – 51m
4-3 – Eusébio (pen.) – 65m
5-3 – Eusébio – 68m
Árbitro – Leo Horn (Holanda)
Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Valencia - At. Madrid 0-1 2-4 2-5 Athletic Bilbao - Sporting 3-1 1-2 4-3
Depois da final lusa da temporada anterior, teremos esta época uma final espanhola, entre “Atléticos”. A equipa de Madrid confirmou a vitória da 1ª mão. Quanto ao Athletic Bilbao encontrou no Sporting um opositor mais difícil do que talvez esperasse; a equipa portuguesa, com uma boa exibição, nunca se “entregou”, mesmo sofrendo um golo pouco depois do quarto de hora inicial, conseguindo empatar o jogo (e colocar-se novamente em vantagem na eliminatória), já depois de Pereirinha ter desperdiçado uma soberana ocasião de golo. Porém, uma desconcentração defensiva do conjunto leonino permitiria à equipa basca ir para o intervalo novamente em vantagem. No segundo tempo, não obstante o intensificar da pressão, o Sporting resistiria… até 2 minutos do final do tempo regulamentar, quando já se aguardava o prolongamento; era então demasiado tarde para esboçar uma reacção…



