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Liga dos Campeões – Play-off – Benfica – PSV Eindhoven
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Diogo Gonçalves (71m – André Almeida), Nicolás Otamendi, Lucas Veríssimo, Felipe Silva “Morato”, Julian Weigl (71m – Everton Soares), João Mário (86m – Adel Taarabt), Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (71m – Soualiho Meïté), Rafael “Rafa” Silva e Roman Yaremchuk (71m – Gonçalo Ramos)
PSV Eindhoven – Joël Drommel, Phillipp Mwene, André Ramalho Silva, Olivier Boscagli (64m – Armando Obispo), Philipp Max (89m – Jordan Teze), Ibrahim Sangaré, Mario Götze, Wulfert “Marco” van Ginkel (64m – David “Davy” Pröpper), Chukwunonso “Noni” Madueke (71m – Armindo Bangna “Bruma”), Cody Gakpo e Eran Zahavi (89m – Yorbe Vertessen)
1-0 – Rafael “Rafa” Silva – 10m
2-0 – Julian Weigl – 42m
2-1 – Cody Gakpo – 51m
Cartões amarelos – Nicolás Otamendi (58m), Rafael “Rafa” Silva (61m), André Almeida (75m), Soualiho Meïté (86m), Jorge Jesus (Treinador – 90m) e Gonçalo Ramos (90m); Wulfert “Marco” van Ginkel (57m) e Armando Obispo (88m)
Árbitro – Felix Brych (Alemanha)
Indo directo ao assunto: foi um resultado bem lisonjeiro o que o Benfica conseguiu obter, somando a sua quinta vitória consecutiva em outros tantos desafios disputados neste arranque de época (tendo marcado, sempre, dois golos em cada jogo), impondo ao PSV a primeira derrota, após uma sucessão de seis triunfos (quatro deles nas eliminatórias anteriores desta competição europeia).
Se os benfiquistas podiam ter ficado apreensivos com a excessivamente perdulária exibição ante o Arouca, esta noite a equipa portuguesa atingiu excelente índice de eficácia.
Desde logo, entrando praticamente a ganhar, aos 10 minutos, numa fase em que ainda não tinha criado qualquer situação de perigo, com Rafa a surgir, muito oportuno, mesmo que com um remate algo enrolado, mas a desviar a bola do alcance do guardião contrário, a cruzar a linha de baliza junto ao poste mais distante.
E, não obstante, a formação de Eindhoven até começara por dividir a tentativa de controlo de jogo, assumindo mesmo – praticamente desde início – preponderância em termos de tempo de posse de bola. O que, naturalmente, se intensificaria a partir do momento em que se viu em desvantagem no marcador.
O jovem Madueke era um “perigo público”, para o qual Grimaldo não conseguia arranjar antídoto, sendo os sucessivos cruzamentos desfeitos por um atento Otamendi, bem auxiliado por Lucas Veríssimo e por Morato. E, quando estes não chegavam, Vlachodimos diria “presente”, com uma notável intervenção, a opor-se a remate, de fora da área, de Gakpo. Por seu lado, o Benfica revelava grande dificuldade na procura de aproveitar possíveis lances de transição.
Seria, pois, contra a tradicionalmente denominada “corrente do jogo” que a turma da casa viria, praticamente a fechar a primeira metade, a ampliar a contagem. Um remate potente de Lucas Veríssimo obrigou Drommel a apertada defesa para canto, na sequência do qual, Otamendi começaria por fazer o cabeceamento, sobrando a bola para Weigl, liberto de marcação, que teve todo o tempo para a empurrar para a baliza.
A etapa complementar seria ainda mais intensa, com a equipa dos Países Baixos a forçar o ritmo, levando por várias vezes o perigo até à área contrária. O PSV ameaçava, Vlachodimos, por instinto, voltaria ainda a adiar o inevitável, até que Gakpo acabaria mesmo por marcar, com pouco mais de cinco minutos decorridos.
A pressão era enorme; parecia adivinhar-se o tento do empate… que só não surgiria devido à inspirada actuação do guardião benfiquista, sendo que até Rafa seria chamado a um corte providencial.
Fazendo operar quatro substituições em simultâneo – de tal forma confusa que até se chegou a hesitar se poderiam efectivamente ocorrer todas ao mesmo tempo, o que provocou uma paragem no jogo de quase dois minutos -, Jorge Jesus procurava minorar o diferencial de capacidade física entre as duas equipas, com o Benfica a parecer não dispor de “gás” para jogar 90 minutos ao ritmo imposto pelo PSV.
Seria preciso sofrer ainda bastante, nos derradeiros minutos, pese embora o adversário viesse denotando também menor lucidez à medida que o jogo se aproximava do final.
O resultado acabaria por não se alterar, mas fica a incógnita sobre qual o perfil que poderá ter o jogo da 2.ª mão: tendo de defender uma vantagem tangencial – mesmo que, a partir desta época, sem aplicação do tradicional factor de desempate dos golos marcados fora – será o Benfica capaz de suster o ímpeto adversário? Ou, idealmente, poderá até vir porventura a beneficiar de ainda maior exposição ao risco por parte do grupo de Eindhoven?
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – Benfica – Spartak Moskva
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Lucas Veríssimo, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen (45m – Felipe Silva “Morato”), Diogo Gonçalves (77m – Gilberto Moraes), João Mário, Julian Weigl, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (64m – Everton Soares), Rafael “Rafa” Silva (86m – Adel Taarabt) e Gonçalo Ramos (64m – Roman Yaremchuk)
Spartak Moskva – Aleksandr Maksimenko, Nikolai Rasskazov, Georgi Dzhikiya, Samuel Gigot, Ayrton Lucas Medeiros, Nail Umyarov (65m – Alex Král), Roman Zobnin, Aleksandr Lomovitski, Zelimkhan Bakaev (65m – Reziuan Mirzov), Jordan Larsson (81m – Mikhail Ignatov) e Ezequiel Ponce (81m – Aleksandr Sobolev)
1-0 – João Mário – 58m
2-0 – Samuel Gigot (p.b.) – 90m
Cartões amarelos – Nicolás Otamendi (16m) e Julian Weigl (71m); Aleksandr Lomovitski (25m) e Jordan Larsson (68m)
Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)
Em completo contraponto ao que se verificara na época anterior, foi de absoluta tranquilidade a passagem do Benfica pela 3.ª eliminatória prévia de acesso à “Liga dos Campeões”. Depois do categórico triunfo obtido em Moscovo, não houve o menor indício de que pudesse vir a suceder alguma surpresa nesta 2.ª mão.
No regresso do público ao Estádio da Luz – desde Março de 2020, apenas havia sido efectuada uma experiência, na recepção ao Standard de Liège, no final de Outubro, então com acesso limitado a menos de 5.000 adeptos -, tendo contado com mais de 15.000 espectadores nas bancadas (com certificado de vacinação ou de teste negativo à “COVID-19”), o Benfica repetiu o desfecho da partida disputada na Rússia, selando o apuramento para a fase seguinte com um score agregado de 4-0, o qual poderia ter sido ainda mais dilatado.
E isto apesar de o Benfica não ter feito uma grande exibição, nem sequer ter beneficiado de tantas oportunidades como na semana passada.
O técnico da equipa russa, Rui Vitória, optou por privilegiar a acção defensiva, procurando bloquear as investidas adversárias, na expectativa de que um hipotético golo a favor do Spartak pudesse ainda fazer duvidar o seu opositor. Mas, se tal estratégia permitiu suster as ofensivas benfiquistas, revelar-se-ia absolutamente estéril em termos de criação de lances de perigo, com Vlachodimos a ser pouco mais que um “espectador”.
O Benfica voltou a exercer flagrante superioridade em termos de posse de bola e de domínio territorial, empurrando o grupo russo para o seu meio-campo. E, confirmando o ditado, “água mole em pedra dura…”, a formação portuguesa acabaria mesmo por chegar ao(s) golo(s): primeiro, com Rafa a combinar com Diogo Gonçalves, acabando por ser João Mário, na recarga, a abrir o activo; já em período de compensação, o estreante Yaremchuk rematou, com a bola aparentemente desenquadrada da baliza, mas a tabelar em Gigot.
Conjugando o mérito próprio com algum demérito alheio – o Spartak revelou-se um adversário muito acessível, completamente inofensivo – o Benfica garantiu o apuramento para o play-off com grande segurança defensiva (mantendo a sua baliza a “zeros”), que terá de estar no seu máximo, perante um ameaçador PSV Eindhoven (já com quatro triunfos em quatro jogos nas eliminatórias prévias desta temporada, frente a Galatasaray e Midtjylland, brindados, respectivamente, com sete e quatro golos).
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – Spartak Moskva – Benfica
Spartak Moskva – Aleksandr Maksimenko, Nikolai Rasskazov, Samuel Gigot, Georgi Dzhikiya, Ayrton Lucas Medeiros, Roman Zobnin (59m – Mikhail Ignatov), Jorrit Hendrix (77m – Ezequiel Ponce), Nail Umyarov, Zelimkhan Bakaev (68m – Victor Moses), Jordan Larsson (77m – Alex Král) e Aleksandr Sobolev
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Lucas Veríssimo, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Diogo Gonçalves (65m – Gilberto Moraes), Julian Weigl, João Mário, Alejandro “Álex” Grimaldo (84m – Gil Dias), Luís Fernandes “Pizzi” (65m – Everton Soares), Rafael “Rafa” Silva (83m – Adel Taarabt) e Haris Seferović (37m – Gonçalo Ramos)
0-1 – Rafael “Rafa” Silva – 51m
0-2 – Gilberto Moraes – 74m
Cartões amarelos – Aleksandr Sobolev (33m) e Mikhail Ignatov (87m); Jan Vertonghen (48m)
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
Com uma exibição bastante bem conseguida em jogo inaugural de temporada, o Benfica impôs-se categoricamente ao Spartak de Moscovo, equipa que denotou debilidades, acabando mesmo por, de alguma forma, se desestruturar após ter sofrido o primeiro golo.
Ao longo de toda a partida, a turma portuguesa foi sempre claramente superior, instalando-se no meio campo adversário, não concedendo margem de manobra para que o Spartak pudesse sequer ameaçar a zona defensiva portuguesa.
Por seu lado, para além dos dois golos marcados, o Benfica ficou ainda a dever a si próprio mais um par de boas ocasiões (com uma entrada muito afirmativa, logo no quarto de hora inicial, para além de poder ter também selado já o desfecho da eliminatória na fase final desta 1.ª mão), assim como apresentou motivos de queixa da arbitragem, a não sancionar lance passível de grande penalidade.
Apostando na estabilidade no “onze” inicial, face ao que apresentara nas provas europeias na época passada, a nota de principal realce foi a forma como João Mário se integrou no grupo, formando boa parceria com Weigl.
A primeira etapa desta fase de qualificação para a Liga dos Campeões parece praticamente decidida, salvo alguma espécie de “hecatombe”, a premiar uma atitude bem mais positiva do que a demonstrada em idêntica fase da temporada anterior.
I Liga – 2020-21 – Classificação final
Equipa J V E D GM GS P 1.º Sporting 34 26 7 1 65 - 20 85 2.º FC Porto 34 24 8 2 74 - 29 80 3.º Benfica 34 23 7 4 69 - 27 76 4.º Sp. Braga 34 19 7 8 53 - 33 64 5.º Paços Ferreira 34 15 8 11 40 - 41 53 6.º Santa Clara 34 13 7 14 44 - 36 46 7.º V. Guimarães 34 12 7 15 37 - 44 43 8.º Moreirense 34 10 13 11 37 - 43 43 9.º Famalicão 34 10 10 14 40 - 48 40 10.º B SAD 34 9 13 12 25 - 35 40 11.º Gil Vicente 34 11 6 17 33 - 42 39 12.º Tondela 34 10 6 18 36 - 57 36 13.º Boavista 34 8 12 14 39 - 49 36 14.º Portimonense 34 9 8 17 34 - 41 35 15.º Marítimo 34 10 5 19 27 - 47 35 16.º Rio Ave 34 7 13 14 25 - 40 34 17.º Farense 34 7 10 17 31 - 48 31 18.º Nacional 34 6 7 21 30 - 59 25
Campeão – Sporting – Entrada directa na Fase de Grupos da Liga dos Campeões
2.º classificado – FC Porto – Entrada directa na Fase de Grupos da Liga Campeões
3.º classificado – Benfica – 3.ª elimin. acesso à Fase Grupos da Liga Campeões
4.º classificado – Sp. Braga – Entrada directa na Fase de Grupos da Liga Europa
5.º classificado – Paços Ferreira – Play-off acesso F. Grupos “Conference League”
6.º classificado – Santa Clara – 2.ª elimin. acesso F. Grupos “Conference League”
Despromovidos – Farense e Nacional
Promovidos – Estoril + Vizela/Arouca
Play-off de manutenção/promoção – Rio Ave (I); Vizela/Arouca/Académica (II)
Melhores marcadores:
1. Pedro Gonçalves (Sporting) – 23
2. Haris Seferović (Benfica) – 22
3. Mehdi Taremi (FC Porto) – 16
Palmarés – Campeões:
Benfica (37) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10; 2013-14; 2014-15; 2015-16; 2016-17; 2018-19
FC Porto (29) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12; 2012-13; 2017-18; 2019-20
Sporting (19) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02; 2020-21
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Liga Europa – 1/16 Final (2.ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Tottenham - Wolfsberger 4-0 4-1 8-1 Brugge - D. Kyiv 0-1 1-1 1-2 Manchester United - Real Sociedad 0-0 4-0 4-0 Arsenal - Benfica 3-2 1-1 4-3 AC Milan - Crvena Zvezda 1-1 2-2 3-3 Rangers - Antwerp 5-2 4-3 9-5 Leicester - Slavia Praha 0-2 0-0 0-2 Villarreal - Salzburg 2-1 2-0 4-1 Roma - Sp. Braga 3-1 2-0 5-1 D. Zagreb - Krasnodar 1-0 3-2 4-2 Bayer Leverkusen - Young Boys 0-2 3-4 3-6 Hoffenheim - Molde 0-2 3-3 3-5 Napoli - Granada 2-1 0-2 2-3 Shakhtar Donetsk - Mac. Tel-Aviv 1-0 2-0 3-0 Ajax - Lille 2-1 2-1 4-2 PSV Eindhoven - Olympiakos 2-1 2-4 4-5
Com a eliminação das duas equipas portuguesas, Portugal deixa de ter representação na presente edição da prova, ainda numa fase relativamente prematura da competição (o que sucede também, por exemplo, à Alemanha e à França), sendo de notar, por outro lado, os surpreendentes afastamentos de Leicester, Bayer Leverkusen e Napoli.
Avançam para os 1/8 de final representantes dos seguintes contingentes principais: Inglaterra, com três clubes (Tottenham, Manchester United e Arsenal) e Espanha (Villarreal e Granada), Itália (AC Milan e Roma) e Ucrânia (D. Kyiv e Shakhtar Donetsk), cada um com duas equipas.
Liga Europa – 1/16 de final – Arsenal – Benfica
Estádio Geórgios Κaraïsκáκis, Pireu (Atenas)
Arsenal – Bernd Leno, Héctor Bellerín (77m – Alexandre Lacazette), David Luiz, Gabriel Magalhães, Kieran Tierney, Daniel “Dani” Ceballos (63m – Willian Silva), Granit Xhaka, Martin Ødegaard (90m – Calum Chambers), Emile Smith Rowe (63m – Thomas Partey), Bukayo Saka (90m – Mohamed Elneny) e Pierre-Emerick Aubameyang
Benfica – Helton Leite, Lucas Veríssimo, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Diogo Gonçalves, Adel Taarabt (58m – Gabriel Pires), Julian Weigl (90m – Gian-Luca Waldschmidt), Alejandro “Álex” Grimaldo (85m – Nuno Tavares), Luís Fernandes “Pizzi” (57m – Everton Soares), Rafael “Rafa” Silva e Haris Seferović (57m – Darwin Nuñez)
1-0 – Pierre-Emerick Aubameyang – 21m
1-1 – Diogo Gonçalves – 43m
1-2 – Rafael “Rafa” Silva – 61m
2-2 – Kieran Tierney – 67m
3-2 – Pierre-Emerick Aubameyang – 87m
Cartão amarelo – Adel Taarabt (5m)
Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)
Entrando em campo, nesta 2.ª mão, em desvantagem na eliminatória, em função do golo sofrido na partida disputada em Roma, na condição de visitado, o Benfica sabia que seria necessário marcar para poder manter aspirações a seguir em frente na competição.
E a verdade é que a equipa surgiu mais desinibida, como a que querer jogar o “jogo pelo jogo”, discutindo com o adversário o controlo do meio-campo, pese embora continuasse a ser notória uma flagrante falta de inteligência emocional no último terço do terreno, perdendo-se a bola com muita facilidade, não conseguindo dar efectiva sequência a qualquer perspectiva de lance ofensivo, falho de definição no momento da transição meio-campo / ataque.
De facto este não foi um jogo bem jogado, de ambas as partes, entre duas equipas em crise. O Arsenal pareceu, de alguma forma, ter subestimado o valor do Benfica, confiando que a vitória não lhe escaparia, actuando sem grande intensidade, dando mesmo a ideia de displicência. Não obstante o predomínio em termos de posse de bola a formação inglesa também não criava situações de perigo, tendo realizado um único remate à baliza nos vinte minutos iniciais.
Até que, na primeira oportunidade, os arsenalistas se colocaram em vantagem no marcador, com Aubameyang, dando a melhor sequência a uma boa assistência de Saka, a isolar-se e a fazer a bola passar por cima do guardião contrário.
O Benfica não se descompôs – o tento sofrido não alterava substancialmente a sua posição, sendo que continuava a necessitar de um golo, agora para igualar a eliminatória – e acabaria por ser feliz, já à beira do intervalo: sem que, até então, tivesse feito algo por isso, aproveitaria um livre directo, a sancionar falta sobre Weigl, à entrada da área, para, com uma soberba execução de Diogo Gonçalves, marcar mesmo, restabelecendo o empate no desafio e na eliminatória.
Mais, a partir daí, era o Arsenal – actuando neste jogo na condição de visitado – a passar a ficar condicionado pela eventualidade de um segundo golo benfiquista, que, a suceder, implicaria a necessidade de os ingleses marcarem mais dois golos…
A toada de jogo não se alteraria substancialmente após a retoma, até que, logo após a passagem do quarto de hora do segundo tempo, o Benfica – até então a revelar eficácia extrema – beneficiaria de um tremendo erro da defensiva contrária, num mau atraso para o guarda-redes, com Rafa a interceptar a bola, a tornear Bernd Leno, e – fugindo ao risco -, praticamente, a entrar com a bola pela baliza dentro!
O Benfica passava a ganhar e, num ápice, parecia agora ter a eliminatória “na mão”, assim conseguisse manter a serenidade. Por coincidência, Jorge Jesus tinha acabado de fazer, menos de cinco minutos antes do segundo tento benfiquista, três substituições, as quais, contudo, não surtiriam efeito para a meia hora final.
A vantagem da turma portuguesa no jogo não duraria mais de seis minutos, tendo sido, desta vez, Tierney a tirar partido das facilidades concedidas pela defesa contrária – com Everton a proporcionar-lhe todo o espaço, para manobrar à vontade -, para igualar o “placard” a duas bolas… o que, não obstante, mantinha o Benfica em vantagem na eliminatória.
Como tantas vezes sucede, começando a sentir-se “acossado”, num instinto de preservação, o Benfica foi recuando no terreno, aproximando-se gradualmente da sua linha de grande área. E, depois de dois momentos de alguma dose de “felicidade”, a equipa portuguesa acabaria por vir a passar por outras duas situações de “infelicidade”.
Primeiro, no que poderia ter sido o “momento do jogo”, com Darwin Nuñez, a surgir desmarcado, na sequência de um lance de transição, mas a desperdiçar o que seria o terceiro golo, que, certamente, teria sentenciado o desfecho da eliminatória a favor do Benfica; o jovem avançado uruguaio, na “Hora H”, no frente-a-frente com um último opositor, atrapalhou-se, acabando por nem rematar em condições, nem cruzar a bola para outros colegas que acompanhavam o lance, também em boa posição.
Por fim, a escassos três minutos do termo do encontro – tendo-se “posto a jeito”, e mesmo que o Arsenal não tivesse sido fortemente ameaçador -, o Benfica viria a sofrer o golo que ditaria a derrota e consequente eliminação. Já em período de compensação, haveria ainda uma oportunidade para o 3-3, que, contudo, não se concretizou.
Depois de ter sido afastado da Liga dos Campeões, ainda numa pré-eliminatória, em Salónica, o Benfica viu fechar-se a sua participação europeia nesta temporada – quedando-se, outra vez, tal como na época passada, pelos 1/16 de final da Liga Europa – em Atenas, guardando, pois, más recordações da Grécia. Pior de tudo: a sensação de que se desperdiçou uma rara ocasião para suplantar um adversário com a nomeada do Arsenal, afinal – na sua condição actual – ao alcance de um Benfica que pudesse também dispor de um pouco mais de auto-confiança.
Liga Europa – 1/16 de final (1.ª mão)
Wolfsberger – Tottenham – 1-4 (1.ª mão em Budapeste)
D. Kyiv – Brugge – 1-1
Real Sociedad – Manchester United – 0-4 (1.ª mão em Turim)
Benfica – Arsenal – 1-1 (1.ª mão em Roma)
Crvena Zvezda – AC Milan – 2-2
Antwerp – Rangers – 3-4
Slavia Praha – Leicester – 0-0
Salzburg – Villarreal – 0-2
Sp. Braga – Roma – 0-2
Krasnodar – D. Zagreb – 2-3
Young Boys – Bayer Leverkusen – 4-3
Molde – Hoffenheim – 3-3 (1.ª mão em Villarreal)
Granada – Napoli – 2-0
Maccabi Tel-Aviv – Shakhtar Donetsk – 0-2
Lille – Ajax – 1-2
Olympiakos – PSV Eindhoven – 4-2
Liga Europa – 1/16 de final – Benfica – Arsenal
Estádio Olímpico de Roma
Benfica – Helton Leite, Lucas Veríssimo (85m – Francisco “Chiquinho” Machado), Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Diogo Gonçalves, Adel Taarabt (77m – Gabriel Pires), Julian Weigl, Luís Fernandes “Pizzi” (63m – Everton Soares), Alejandro “Álex” Grimaldo, Gian-Luca Waldschmidt (45m – Rafael “Rafa” Silva) e Darwin Nuñez (63m – Haris Seferović)
Arsenal – Bernd Leno, Héctor Bellerín, David Luiz, Gabriel Magalhães, Cédric Soares (63m – Kieran Tierney), Martin Ødegaard (90m – Willian Silva), Daniel “Dani” Ceballos (90m – Mohamed Elneny), Granit Xhaka, Bukayo Saka, Pierre-Emerick Aubameyang (77m – Nicolas Pépé) e Emile Smith Rowe (77m – Gabriel Martinelli)
1-0 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 55m
1-1 – Bukayo Saka – 57m
Cartão amarelo – Emile Smith Rowe (54m)
Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)
Num muito particular contexto pandémico, que originou o agendamento dos jogos envolvendo clubes ingleses para terreno neutro, o Benfica teve de disputar em Roma o encontro que lhe cabia jogar em casa – sendo que a 2.ª mão será jogada em Atenas -, com o ajustamento mental que tal implicará, numa eliminatória em que, ainda assim, subsiste em aplicação a regra geral do desempate com base nos golos marcados “fora de casa”.
Neste âmbito, as duas equipas procuraram adaptar-se, ficando bem patente, desde o começo, que a principal preocupação da equipa portuguesa seria a de procurar manter inviolada a sua baliza, assinalando-se a aposta de Jesus num trio de centrais, coincidindo com a estreia absoluta do reforço de Inverno, Lucas Veríssimo. Mas, efectivamente, nenhuma das equipas se mostrou disposta a arriscar, adoptando atitude conservadora, pese embora o Arsenal tivesse assumido o controlo do jogo, bem expresso pelas estatísticas de “posse de bola” (mais de 70% nessa fase inicial).
Ao longo de toda a primeira parte, em que o Benfica praticamente se limitou a ficar na expectativa, muito recuado, meramente reactivo face à iniciativa contrária, houve apenas uma soberana ocasião de golo a assinalar, logo aos 18 minutos, incrivelmente desperdiçada por Aubameyang – isto já depois de, no minuto precedente, Helton Leite ter saído da sua área para interceptar de cabeça um outro lance ofensivo.
Sem realmente ter feito muito por isso, a turma benfiquista colocar-se-ia em vantagem, aproveitando uma grande penalidade, a sancionar um corte com o braço (na sequência de um “canto curto”), que proporcionou a Pizzi chegar aos sete golos, em outros tantos desafios da Liga Europa na presente temporada. Porém, tal situação não duraria mais de dois minutos, com o Arsenal prontamente a restabelecer a igualdade, beneficiando de um ressalto de bola em Otamendi, com Bukayo Saka a conseguir escapar à marcação dos centrais.
Na última meia hora de jogo o Benfica, porventura a acreditar que poderia discutir o resultado, mostrou-se mais “solto”, conseguindo enfim repartir a posse de bola, pese embora sem criar flagrantes oportunidades, com o momento de maior “frisson” a resultar de um remate de Everton, aos 73 minutos. Ao contrário, seria Aubameyang a falhar novamente, por duas vezes (aos 63 e aos 75 minutos, neste último com oportuna acção de Lucas Veríssimo).
O desfecho desta partida acabaria por revelar-se lisonjeiro para o Benfica, bem melhor que a exibição da equipa, sem “chama”, longe de qualquer rasgo – em paralelo a penalizar a ineficácia inglesa, com o Arsenal, a dada altura, também a parecer satisfeito com o resultado (o qual lhe confere vantagem no tal critério de desempate), mas que adia a decisão da eliminatória para… Atenas.
Liga Europa – 6ª jornada – Standard Liège – Benfica
Standard de Liège – Arnaud Bodart, Laurent Jans, Merveille Bokadi, Konstantinos “Kostas” Laifis, Nicolas Gavory, Gojko Cimirot, Samuel Bastien, Nicolas Raskin (80m – Joachim Carcela-Gonzalez), Eden Shamir (59m – Collins Fai), Michel-Ange Balikwisha (59m – Jackson Muleka) e Abdoul-Fessal Tapsoba (72m – Obbi Oularé)
Benfica – Helton Leite, João Ferreira, Jan Vertonghen, Jardel Vieira, Nuno Tavares (80m – Franco Cervi), Julian Weigl (80m – Gabriel Pires), Pedro “Pedrinho” da Silva (64m – Rafael “Rafa” Silva), Adel Taarabt (83m – Haris Seferović), Everton Soares, Gian-Luca Waldschmidt (64m – Luís Fernandes “Pizzi”) e Darwin Núñez
1-0 – Nicolas Raskin – 12m
1-1 – Everton Soares – 16m
2-1 – Abdoul Tapsoba – 60m
2-2 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 67m
Cartões amarelos – Gojko Cimirot (65m); João Ferreira (53m) e Franco Cervi (90m)
Árbitro – Aleksei Kulbakov (Bielorrússia)
Seria pouco crível que o Rangers não ganhasse na Polónia e pudesse deixar escapar a liderança do grupo. Tal não invalida a sensação de alguma frustração decorrente do facto de o Benfica nem a sua parte ter cumprido, não conseguindo vencer em Liège, no termo de uma sofrível campanha, em que é magra a consolação de – perante opositores de fraco nível – ter mantido a invencibilidade nesta fase (num grupo em que seria talvez exigível obter, pelo menos, cinco vitórias e um empate – em Glasgow).
Evidenciando de forma declarada que este jogo não constituía uma prioridade, Jesus fez alinhar um “onze” inicial em que mais de metade dos habituais titulares ficou “em repouso” – o que é tão mais difícil de compreender quando, perante as fragilidades defensivas que têm sido constantes, improvisou uma defesa com quatro “reservistas” (incluindo o guardião). Os sinais transmitidos pela “liderança” acabam, inevitavelmente, por se fazer sentir dentro de campo…
E, contudo, há que sublinhar que a equipa benfiquista até entrou em jogo com uma atitude muito positiva, assumindo a iniciativa, aparentemente apostada em resolver rapidamente a contenda a seu favor, só que, esta noite, os avançados estiveram tão desinspirados quanto costumam estar os defesas, e foram desperdiçando sucessivas oportunidades de golo. Apenas no primeiro quarto de hora foram, pelo menos, três. Ao contrário, o Standard, na primeira investida à zona defensiva contrária marcou, aproveitando as tais facilidades…
O Benfica não se descompôs e Darwin rematou, de ângulo muito apertado, ao poste, no minuto imediato; bastariam mais três minutos para chegar ao golo, restabelecendo a igualdade, curiosamente numa cabeçada pouco ortodoxa de Everton, com a bola a ser impelida para o relvado, ressaltando para o fundo das redes, sem hipótese de defesa para Bodart.
A equipa portuguesa prosseguiu o controlo do jogo até próximo da meia hora, fase a partir da qual a turma belga começou a libertar-se mais, pese embora actuasse de forma bastante “caótica” nas saídas para o meio-campo adversário, permitindo diversas situações de “contra-golpe”, nunca aproveitadas.
No início da segunda parte, o Benfica perdera já o domínio, pelo que acabaria por não surpreender novo tento do Standard, após uma perda de bola de Taarabt, com Tapsosa, muito expedito, a rematar de longe, tendo a felicidade de a bola embater ainda em Vertonghen, traindo Helton Leite.
Só então surgiu a ordem do banco para entrarem em campo reforços (Rafa e Pizzi), que prontamente imprimiram maior ritmo ao jogo, forçando o erro do adversário, beneficiando ainda da “colaboração” do árbitro, a assinalar grande penalidade, num lance em que o defesa da formação belga pouco mais fez do que colocar os braços em torno do adversário, praticamente sem contacto, para repor o empate. Foi o sexto golo de Pizzi nestes seis jogos da fase de grupos da Liga Europa (apenas não marcou na Luz, ante o Rangers – jogo em que fora substituído logo aos 21 minutos, devido à expulsão de Otamendi – tendo bisado no jogo em casa ante este mesmo Standard de Liège).
O Benfica voltou a forçar no quarto de hora final, não conseguindo, porém, finalizar nenhuma de várias ocasiões de perigo criadas, em especial já nos derradeiros minutos, pelo que o resultado não se alteraria.
Em função do 2.º lugar averbado, o Benfica irá a sorteio com a condicionante de não ser “cabeça-de-série”, à mercê da possibilidade de se lhe poder deparar no caminho, logo nos 1/16 de final, um opositor do calibre de Manchester United, Arsenal, Tottenham, Leicester, AC Milan, Napoli, Roma, Bayer Leverkusen, Villarreal, Shakhtar Donetsk ou Ajax. Restando, pois, poucas alternativas “mais acessíveis”, talvez restringidas a Hoffenheim, Brugge, D. Zagreb e PSV Eindhoven.
Liga Europa – 5ª jornada – Benfica – Lech Poznań
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Jan Vertonghen, Nicolás Otamendi, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (59m – Gian-Luca Waldschmidt), Gabriel Pires, Rafael “Rafa” Silva (77m – Franco Cervi), Francisco “Chiquinho” Machado (60m – Julian Weigl), Everton Soares (70m – Pedro “Pedrinho” da Silva) e Darwin Núñez (60m – Haris Seferović)
Lech Poznań – Filip Bednarek, Bogdan Butko, Ľubomír Šatka, Tomasz Dejewski, Tymoteusz Puchacz, Michał Skóraś (63m – Alan Czerwiński), Karlo Muhar, Filip Marchwiński (82m – Jakub Moder), Jan Sýkora (63m – Vasyl Kravets), Mohammad Awaed (63m – Daniel Ramirez) e Nikoloz “Nika” Kacharava (42m – Mikael Ishak)
1-0 – Jan Vertonghen – 36m
2-0 – Darwin Núñez – 57m
3-0 – Luís Fernandes “Pizzi” – 58m
4-0 – Julian Weigl – 89m
Cartões amarelos – Nikoloz “Nika” Kacharava (2m) e Filip Marchwiński (72m)
Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)
Certamente ninguém se iludirá com o resultado “gordo” esta noite alcançado, uma goleada com uma amplitude que não se registava nas provas europeias, a favor do Benfica, já há mais de dez anos (desde idêntico resultado, ante o Hertha Berlin, averbado em Fevereiro de 2010).
De facto, as debilidades competitivas desta equipa do Lech Poznań haviam ficado já bem patentes no jogo da primeira volta, na Polónia, sendo que as únicas dúvidas que poderiam subsistir quanto ao resultado seriam sobre a expressão da vitória benfiquista e se conseguiria manter a sua baliza a zeros.
Frente a um opositor que – dada a sua posição no grupo – optou também por fazer algumas “poupanças” (mudando nada menos de sete dos dez jogadores de campo que tinham iniciado a partida em casa), o Benfica beneficiaria ainda de mais “facilidades”, instalando-se, a maior parte do tempo, no meio-campo contrário, mas, durante largos períodos, falho de objectividade e intensidade, jogando a ritmo lento, facilitando a tarefa defensiva dos polacos.
A primeira ocasião de perigo surgiria apenas já a meio da metade inicial do encontro, com Bednarek a suster o remate de Pizzi, mas a bola a sobrar para Darwin, o qual, porém, remataria muito por alto. Pelo que só já numa fase relativamente tardia o Benfica conseguiria inaugurar o marcador, na sequência de um canto apontado por Pizzi, com o central Vertonghen, de cabeça, a antecipar-se à defensiva contrária.
Ao intervalo, o resultado tangencial era claramente demasiado escasso para o desnível competitivo entre as duas formações, vislumbrando-se que, perante um oponente de topo do futebol europeu, o Lech dificilmente poderia escapar a uma robusta goleada.
Fosse pela maior tranquilidade alcançada em função do golo ou efeito da pausa, o Benfica entraria para a segunda metade bastante mais liberto, impondo uma intensidade de jogo que desmontou por completo a estrutura polaca.
Ainda antes do segundo golo, já Pizzi tivera duas tentativas de longe, assim como Chiquinho levara também perigo ao reduto contrário. A viragem do minuto 57 para o 58 acabaria por ser demolidora para o Lech, com dois golos sofridos “de rajada”, primeiro por Darwin (a passe de Pizzi); logo de seguida, uma recuperação de bola de Chiquinho, permitindo a Rafa uma aceleração, assistindo Pizzi, para o 3-0.
De imediato seria o Benfica a fazer rodar jogadores, com três substituições, fazendo repousar Pizzi, Chiquinho e Darwin (pouco depois sairiam também os restantes elementos da frente, Rafa e Everton).
Numa fase final em que o ritmo de jogo se ressentiu com as várias substituições, de parte a parte, o Benfica continuaria a provocar várias situações de perigo, destacando-se uma perdida de Seferović. O quarto golo acabaria por chegar em cima do derradeiro minuto, pelo substituto Weigl. Seria já em tempo de descontos que o conjunto polaco teria a sua única oportunidade, com uma bola a embater na trave.
No cômputo geral, uma noite descansada para os benfiquistas, que selaram já, matematicamente, o apuramento para a fase seguinte da prova, mas sem deslumbrar, podendo considerar-se mesmo como mais positiva a manutenção da inviolabilidade da sua baliza do que, propriamente, o número de golos alcançados.



