Posts tagged ‘Benfica’
Taça UEFA – 1/8 Final
Anderlecht – Bayern Munich – 0-5
Fiorentina – Everton – 2-0
Marseille – Zenit St.-Petersburg – 3-1
Bolton – Sporting – 1-1
Glasgow Rangers – Werder Bremen – 2-0
Bayer Leverkusen – Hamburger – 1-0
Tottenham – PSV Eindhoven – 0-1
Benfica – Getafe – 1-2
Benfica – Quim, Nélson, Luisão (29m – Zoro), Edcarlos, Léo, Katsouranis, Cristián Rodríguez, Di María (62m – Mantorras), Rui Costa, Sepsi e Óscar Cardozo
Getafe – Óscar Ustari, Cosmin Contra, Belenguer, Cata Díaz, Lucas Licht, Albín, Casquero, Pablo Hernández, Esteban Granero (45m – Mario Cotelo), De la Red (73m – Celestini) e Braulio (61m – Manu)
0-1 – De la Red – 25m
0-2 – Pablo Hernández – 67m
1-2 – Mantorras – 76m
Cartões amarelos – Braulio (21m), De la Red (35m), Lucas Licht (82m), Casquero (85m) e Pablo Hernández (90m)
Cartão vermelho – Óscar Cardozo (9m)
Árbitro – Grzegorz Gilewski (Polónia)
Numa partida em que parecia querer demonstrar uma coesão e um futebol colectivo que tem estado arredado do clube nesta época, o Benfica, por culpas próprias, conjugadas com alguma infelicidade, cedo ofertou vantagem ao seu oponente.
Quando – logo aos 9 minutos – o seu único avançado, Óscar Cardozo, repetindo um gesto que já esboçara no último jogo contra o Sporting (face a Tonel), agrediu com uma cotovelada um jogador adversário, sendo expulso com cartão vermelho directo, o Benfica tomou consciência que este seria um desafio difícil, perante uma equipa (estreante nas provas europeias) que, em 8 jogos na edição desta época na Taça UEFA, sempre marcara (sendo o seu resultado típico o… 2-1).
O aviso chegaria logo aos 17 minutos, com Quim a responder com uma excelente defesa, adiando o golo… até aos 25 minutos, em que uma desatenção de Léo, perdendo a bola em zona proibida, e um ressalto (in)feliz do remate de De la Red em Edcarlos trairia inapelavelmente o guardião benfiquista.
E, quando, decorridos apenas mais 4 minutos, Luisão teve de abandonar o relvado, ressentindo-se de uma lesão, receou-se o pior. Nessa fase, o que se pedia era que o Benfica procurasse manter a serenidade, não se entregando.
Beneficiando do facto de o Getafe – especializado num sistema de jogo que explora velozes contra-ataques – não assumir deliberadamente uma toada ofensiva, a equipa benfiquista conseguiria controlar o jogo, dispondo mesmo de uma soberana ocasião para empatar a partida, ainda na fase inicial da segunda parte.
Como que adormecendo o jogo, sem criar oportunidades de perigo, o Getafe acabaria por – pouco depois de, com a entrada de Mantorras, o Benfica parecer querer assumir, não obstante a inferioridade numérica, uma toada ofensiva -, em nova jogada rápida, chegar ao segundo golo, iam decorridos 66 minutos, colocando alguma injustiça no marcador.
Para, no minuto seguinte, Edcarlos, a um metro da linha de golo, colocar o pé por baixo da bola, fazendo-a subir e embater no poste, em mais um momento de grande infelicidade… e imperícia.
O sinal de inconformismo perante a adversidade sairia dos pés de Mantorras, num remate potente, de meia-distância, com o Benfica finalmente a chegar ao golo.
Com o golo e com o apoio do (escasso) público, a equipa animar-se-ia, à entrada dos dez minutos finais, superando-se em termos de atitude e entrega ao jogo, acreditando, indo em busca do golo do empate.
Teria ainda uma oportunidade para tal, num livre marcado por Rui Costa, com a bola a ser desviada para canto, numa fase de grande confusão nas imediações da área da equipa espanhola, então algo desconcentrada e perdendo o controlo do jogo. Contudo, nos derradeiros cinco minutos, o Benfica acusaria o desgaste de um encontro pratcamente disputado na íntegra com um jogador a menos.
Numa das melhores e mais esforçadas exibições dos últimos meses – a par do jogo em Guimarães – o Benfica acaba por averbar uma derrota com algum travo de injustiça, tornando muito complexas as possibilidades de apuramento nesta eliminatória.
Em Inglaterra, o Sporting conseguiu alcançar um promissor empate a um golo (mais uma vez com Vukcevic a resolver), partindo para a 2ª mão em vantagem na eliminatória, em busca do almejado apuramento para os 1/4 Final da Taça UEFA.
Benfica, Porto e Sporting nas 1/2 Finais da Taça de Portugal
Pela primeira vez desde 1996/97 – ou seja, após 10 anos de interregno – Benfica, Porto e Sporting marcam presença simultânea nas 1/2 Finais da Taça de Portugal, depois de terem eliminado hoje, respectivamente o Moreirense (2-0), Gil Vicente (1-0) e E. Amadora (1-0). O outro semi-finalista deste ano será o V. Setúbal (vencedor, na Figueira da Foz, frente à Naval, por 2-1).
Em 1996/97, o quarto semi-finalista fora o Boavista, que – depois de eliminar o Sporting nas 1/2 Finais – venceria a final frente ao Benfica (que eliminara o FC Porto por 2-0), com vitórias por 3-2 em ambas as partidas. Os três grandes atingiram também (em conjunto) as 1/2 Finais da Taça de Portugal nas épocas de 1995/96, 1986/87, 1973/74, 1971/72, 1959/60, 1958/59, 1951/52, 1942/43 e 1938/39.
Taça UEFA – 1/16 Final
Bayern – Aberdeen – 5-1 / 2-2 (7-3)
Getafe – AEK – 3-0 / 1-1 (4-1)
At. Madrid – Bolton – 0-0 / 0-1 (0-1)
Villarreal – Zenit – 2-1 / 0-1 (2-2)
B. Leverkusen – Galatasaray – 5-1 / 0-0 (5-1)
Bordeaux – Anderlecht – 1-1 / 1-2 (2-3)
Everton – Brann – 6-1 / 2-0 (8-1)
Hamburgo – Zurich – 0-0 / 3-1 (3-1)
Panathinaikos – Gl. Rangers – 1-1 / 0-0 (1-1)
Helsingborg – PSV – 1-2 / 0-2 (1-4)
Tottenham – Slavia Praga – 1-1 / 2-1 (3-2)
Fiorentina – Rosenborg – 2-1 / 1-0 (3-1)
Basileia – Sporting – 0-3 / 0-2 (0-5)
Braga – Werder Bremen – 0-1 / 0-3 (0-4)
Nuremberga – Benfica – 2-2 / 0-1 (2-3)
Spartak Moscovo – Marseille – 2-0 / 0-3 (2-3)
Nuremberga – Jaromír Blazek, Dominik Reinhardt, Andreas Wolf, Berti Glauber, Javier Pinola, Tomás Galásek, Jawhar Mnari (87m – Abardonado), Marco Engelhardt, Angelos Charisteas, Ivan Saenko e Jan Koller
Benfica – Quim, Luís Filipe, Luisão, Edcarlos (70m – Óscar Cardozo), Léo, Petit, Katsouranis, Maxi Pereira (70m – Sepsi), Rui Costa, Nuno Assis (81m – Di María) e Makukula
1-0 – Charisteas – 59m
2-0 – Saenko – 66m
2-1 – Cardozo – 89m
2-2 – Di María – 90m
Cartões amarelos – Pinola (89m); Léo (28m), Nuno Assis (45m), Luís Filipe (56m), Makukula (67m) e Petit (77m)
Árbitro – Ivan Bebek (Croácia)
Em mais uma (muito) pobre exibição, frente a uma equipa alemã sem nível europeu (6º classificado no campeonato da época passada, mas que luta agora para evitar a despromoção), o Benfica acabou por ser bafejado pela sorte, conseguindo, in extremis, um lisonjeiro empate, que lhe permitiu prosseguir para os 1/8 Final da Taça UEFA, onde enfrentará o Getafe, de Espanha.
Voltando a optar por um modelo de um único avançado, Camacho apostaria em Makukula, em detrimento de Cardozo, porventura mais desgastado nesta fase da época.
Não obstante, a equipa do Benfica entraria no jogo com boa atitude, beneficiando do retraimento voluntário do seu adversário, que parecia querer jogar na expectativa. De tal forma que, assumindo o controlo da partida, ainda antes dos 10 minutos, já a equipa portuguesa criara três situações de perigo na área do Nuremberga, contudo sem aproveitamento.
À medida que o tempo ia passando, o Benfica foi perdendo o fulgor inicial, enquanto, qual sistema de vasos comunicantes, o Nuremberga ia-se soltando e tornando mais afoito, com Charisteas, já próximo do intervalo, a desperdiçar a maior oportunidade de golo do primeiro tempo.
Na etapa complementar, a equipa benfiquista pareceu desaparecer do jogo, recuando no terreno, atravessando mesmo um período de 10 minutos de descontrolo total, com uma extrema apatia da defesa, permitindo aos alemães marcar dois golos e colocar-se em vantagem na eliminatória… até ao último minuto.
Até aí demasiado passivo, Camacho faria então, aos 70 minutos, uma dupla substituição, arriscando – já sem nada a perder – ao trocar um defesa central (Edcarlos) por um avançado (Cardozo), com Katsouranis a recuar no terreno.
Bastaram três minutos para Cardozo, numa excelente desmarcação, em diagonal, surgir isolado frente ao guarda-redes adversário, embora do seu lado menos forte, rematando cruzado, ligeiramente ao lado, na que era a melhor oportunidade de golo do Benfica.
Já sem grande convicção, e sempre “mais com o coração do que com a cabeça”, seria ainda Cardozo, em cima do nonagésimo minuto, num remate enrolado, a fazer ressaltar a bola no chão, para se anichar nas redes contrárias, junto ao poste, sem hipóteses de defesa. O Benfica salvava a eliminatória.
Haveria ainda tempo para momentos de apuro, com a bola a sofrer vários ressaltos na área benfiquista, terminando com um canto. Na sequência, num rápido contra-ataque, ultrapassando a defesa alemã que – balanceada para a frente – não recuperara, Di María beneficiaria de uma situação de “um para zero”, rodeando o guarda-redes e praticamente entrando pela baliza dentro, fazendo o golo do empate.
Numa partida muito sofrida – e quando talvez já não acreditasse – o Benfica conseguia eliminar o Nuremberga, única das 5 equipas alemãs ainda em prova a ser afastada.
O Sporting, defrontando também uma débil equipa do Basileia, conseguiu alcançar, não obstante, uma excelente e clara vitória, por 3-0, num dos melhores resultados da equipa em jogos europeus fora de casa. E pode não ficar por aqui, já que defrontará o Bolton (vencedor do Atlético de Madrid) na próxima eliminatória.
O sorteio dos 1/8 Final (antecipadamente realizado) ditou os seguintes confrontos:
Anderlecht – Bayern
Gl. Rangers – Werder Bremen
Bolton – Sporting
B. Leverkusen – Hamburgo
Getafe – Benfica
Fiorentina – Everton
Tottenham – PSV
Marseille – Zenit
Benfica – 100 vitórias europeias em casa
O Benfica atingiu ontem, no jogo com o Nuremberga, a marca de 100 vitórias em jogos das provas europeias disputados “em casa”:
10-0 (1) – Dudelange (1965-66)
8-1 (2) – Valur (1968-69); Olimpija Ljubliana (1970-71)
7-0 (2) – Fenerbahce (1975-76); Honved (1989-90)
6-0 (2) – Nuremberg (1961-62) ; Beitar Jerusalém (1998-99)
5-0 (3) – Distillery (1963-64); La Chaux Fonds (1964-65); D. Kiev (1991-92)
6-2 (1) – Ujpest Dosza (1960-61)
5-1 (7) – Austria Wien (1961-62); Norrkoping (1962-63); Aris Bonnevoie e Real Madrid (1964-65); Feyenoord (1971-72); Vac Izzo (1992-93); Ruch Chorzow (1996-97)
4-0 (7) – Vasas Gyor (1964-65); Vanlose (1974-75); Altay Izmir (1980-81); Zurich (1982-83); Partizan Tirana (1987-88); Derry City (1989-90); Hamrun (1991-92)
5-2 (1) – Ujpest Dosza (1975-76)
4-1 (1) – Malmoe (1972-73)
3-0 (11) – Hearts e Rapid Wien (1960-61); Spartak Plovdiv (1966-67); Vasas Budapest (1967-68); Celtic (1969-70); Omonia Nicósia (1981-82); Linfield e Olympiakos (1983-84); Belvedur Izola (1992-93); Austria Wien e Celtic (2006-07)
4-2 (1) – Heerenveen (2004-05)
3-1 (10) – Aahrus (1960-61); Tottenham (1961-62); Feyenoord (1962-63); Tirol (1971-72); Montpellier (1988-89); CSKA Sofia (1993-94); Anderlecht (1994-95); Molde (2003-04); Copenhaga e P. St.-Germain (2006-07)
2-0 (15) – Saint-Etienne e Juventus (1967-68); BK Kopenhague (1969-70); Vorwaerts (1970-71); D. Zagreb e Malmoe (1980-81); Lokeren (1982-83); Crvena Zvezda (1984-85); Sampdoria (1985-86); Lillestroem (1986-87); Anderlecht e Steaua Bucuresti (1987-88); D. Moscovo (1992-93); Banska Bystrica e D. Zagreb (2004-05)
3-2 (1) – Levski Sofia (1965-66)
2-1 (16) – Dukla Praha (1962-63); B. Dortmund (1963-64); Lok. Leipzig (1966-67) ; CSKA Sofia (1971-72); Aris Salonica (1979-80); Betis (1982-83); Dukla Praha (1985-86); Juventus (1992-93); Parma (1993-94); Hajduk Split e Steaua Bucuresti (1994-95); Lierse (1995-96); Kaiserslautern e PSV Eindhoven (1998-99); Manchester Utd. (2005-06); Copenhaga (2007-08)
1-0 (19) – Olympiakos (1973-74); BK 1903 (1977-78); F. Dusseldorf e Carl Zeiss Jena (1980-81); Liverpool (1984-85); Aahrus (1987-88); Dniepr e Marseille (1989-90); Katowice (1993-94); Roda (1995-96); Lok. Moscovo (1996-97); La Louvière e Rosenborg (2003-04); Anderlecht (2004-05); Lille e Liverpool (2005-06); D. Bucuresti (2006-07); Celtic e Nuremberg (2007-08)
Pode consultar aqui todos os resultados do Benfica nas provas europeias. E, aqui, as fichas dos jogos disputados nas últimas 3 épocas.
Benfica – Nuremberga – Taça UEFA – 1/16 Final


Benfica – Quim, Nélson, Luisão, Katsouranis, Léo, Petit, Nuno Assis (85m – Freddy Adu), Rui Costa, Cristián Rodríguez (85m – David Luiz), Makukula e Óscar Cardozo (59m – Di María)
Nuremberga – Jaromír Blazek, Dominik Reinhardt, Andreas Wolf, Berti Glauber, Javier Pinola, Nicky Adler (46m – Jan Kristiansen), Peer Kluge, Tomás Galásek, Marco Engelhardt, Ivan Saenko e Jan Koller
1-0 – Makukula – 43m
Cartões amarelos – Nélson (22m) e Petit (86m); Wolf (66m) e Pinola (87m)
Árbitro – Alexandru Dan Tudor (Roménia)
Com uma exibição pouco convincente – e, sobretudo, pouco consistente -, o Benfica obteve hoje uma importante vitória (a 100ª em casa em jogos das provas europeias), não obstante a margem mínima, mas sem sofrer golos, o que lhe poderá permitir alcançar o apuramento para os 1/8 Final.
Satisfazendo a “vontade dos adeptos”, Camacho colocou em campo a dupla de avançados formada por Makukuka (fazendo a sua estreia em jogos europeus pelo Benfica) e Cardozo.
Não obstante, na fase inicial da partida, a boa organização da equipa do Nuremberga – aliada à falta de dinamismo benfiquista – dificultou as acções ofensivas do Benfica, que não conseguia criar qualquer oportunidade de perigo… nem sequer, remates à baliza.
Seria o maestro Rui Costa, já muito perto do intervalo, a tomar a iniciativa, solicitando Makukula que, com um remate potente – contando com alguma colaboração do guarda-redes adversário – marcaria o único golo do encontro.
Apenas na segunda parte, e pelo que jogou nos primeiros 20 minutos, o Benfica acabaria por justificar a vantagem e a vitória na partida; nessa fase, a equipa portuguesa, assegurando o domínio a nível do meio-campo, controlaria o jogo e procuraria construir novos lances de perigo para a baliza alemã, embora sem concretização.
A partir dos 70 minutos, beneficiando da perda de ritmo do Benfica, o Nuremberga – que, até aí, praticamente não denotara intenções ofensivas – começou a subir no terreno, ameaçando a baliza, e colocando Quim à prova, o qual, aplicando-se a fundo, daria excelente resposta, numa oportuna intervenção.
Até ao termo do jogo, seriam os alemães a estar mais próximos do empate, sem que o Benfica conseguisse retomar o controlo da partida.
O resultado final, apesar de tangencial – muito distante dos 6-0 com que o Benfica, na senda da conquista da sua segunda Taça dos Campeões Europeus (na época de 1961-62), esmagara os então campeões alemães -, acaba por ser melhor que a exibição conseguida. Resta aguardar que, na Alemanha, o Benfica consiga marcar, e garantir assim a continuidade na prova.
Liga dos Campeões – 6ª Jornada
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 AC Milan 6 4 1 1 12-5 13 2 Celtic 6 3 - 3 5-6 9 3 Benfica 6 2 1 3 5-6 7 4 Shakhtar 6 2 - 4 6-11 6 AC Milan-Benfica______________ 2-1 / 1-1 Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / 1-2 Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / 0-1 Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / 2-1 Benfica-Celtic________________ 1-0 / 0-1 AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / 3-0
Benfica – Quim; Nélson, Luisão, David Luiz e Léo; Maxi Pereira (83m – Luís Fiilipe), Petit, Katsouranis, Rui Costa e Di María (67m – Nuno Assis); Cardozo (90m – Nuno Gomes)
Shakhtar Donetsk – Pyatov; Srna, Chygrynskyi, Kucher e Rat; Ilsinho (67m – Wilian), Lewandowski (57m – Hubschman), Jadson e Fernandinho; Brandão e Lucarelli (74m – Gladkiy)
0-1 – Cardozo – 6m
0-2 – Cardozo – 22m
1-2 – Lucarelli – 30m
Cartões Amarelos – Kucher (68m) e Brandão (90m); David Luiz (29m) e Luís Filipe (90m)
Árbitro – Kyros Vassaros (Grécia)
Numa primeira parte feliz, com um anormal índice de eficácia (nas duas primeiras oportunidades, marcou dois golos), o Benfica cedo se colocaria em vantagem, na sequência do aproveitamento de um mau atraso da defesa ucraniana.
Não obstante, o Shakhtar entrara determinado, levando muito perigo à baliza benfiquista logo aos dois minutos. E, mesmo já em posição desfavorável no marcador, a equipa da casa continuaria a criar as melhores ocasiões, beneficiando do facto de o Benfica defender numa posição bastante recuada… até que chegaria o segundo golo do Benfica.
A partir daí, a pressão sobre os ucranianos – que necessitavam vencer para poder aspirar a prosseguir na Liga dos Campeões – parecia começar a ser inversamente proporcional à tranquilidade e confiança de que a equipa portuguesa poderia beneficiar. Todavia, numa falta evitável de David Luiz, que o árbitro sancionaria com a consequente grande penalidade, Lucarelli, à passagem da meia-hora, com um remate forte (a embater ainda em Quim) reduzia para 1-2, relançando a partida.
No quarto de hora final do primeiro tempo, o Shakhtar continuaria a pressionar a defesa benfiquista, com o Benfica a procurar responder em contra-ataque. Na sua terceira investida, a equipa portuguesa poderia ter chegado ao terceiro golo, não fora a deficiente execução de Maxi Pereira. Na resposta, coincidindo com os 45 minutos, Quim, colocado à prova, conseguiria repelir a bola, evitando o perigo.
À medida que a segunda parte foi decorrendo, o jogo – disputado com uma temperatura de 5 graus negativos – foi arrefecendo, caindo de intensidade, com os ucranianos gradualmente a esmorecer, não obstante os esforços continuados em busca do golo do empate.
Com a vitória num campo difícil, frente a um adversário valoroso – apesar de encerrar a sua campanha com 4 derrotas sucessivas, depois das vitórias nas duas jornadas iniciais – o Benfica, ascendendo ao terceiro lugar, salva a sua continuidade nas provas europeias, transitando (tal como o Sporting garantira já na jornada precedente) para a Taça UEFA, onde iniciará a participação nos 1/16 Final. AC Milan e Celtic confirmaram o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada (Act.)
GRUPO A Jg V E D G Pt 1 FC Porto 5 2 2 1 6-7 8 2 Marseille 5 2 1 2 6-5 7 3 Liverpool 5 2 1 2 14-5 7 4 Besiktas 5 2 - 3 4-13 6 Marseille-Besiktas____________ 2-0 / 1-2 FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / 1-4 Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___ Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___ Besiktas-Liverpool____________ 2-1 / 0-8 Marseille-FC Porto____________ 1-1 / 1-2
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 AC Milan 5 3 1 1 11-5 10 2 Celtic 5 3 - 2 5-5 9 3 Shakhtar 5 2 - 3 5-9 6 4 Benfica 5 1 1 3 3-5 4 AC Milan-Benfica______________ 2-1 / 1-1 Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / 1-2 Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___ Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___ Benfica-Celtic________________ 1-0 / 0-1 AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / 3-0
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M.United 5 5 - - 12-3 15 2 Roma 5 3 1 1 10-5 10 3 Sporting 5 1 1 3 6-8 4 4 D. Kiev 5 - - 5 4-16 - Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / 4-1 Sporting-M. United____________ 0-1 / 1-2 M. United-Roma________________ 1-0 / ___ D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___ D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / 0-4 Roma-Sporting_________________ 2-1 / 2-2
Benfica – Quim; Luís Filipe (74m – Di María), Luisão, David Luiz (88m – Freddy Adu) e Léo; Maxi Pereira, Petit, Katsouranis, Rui Costa e Cristián Rodríguez; Nuno Gomes (75m – Cardozo)
Ac Milan – Dida; Bonera, Nesta, Kaladze, Serginho (45m – Maldini); Gattuso, Pirlo, Seedorf (73m – Oddo), Brocchi (51m – Gourcuff); Kaká e Gilardino
0-1 – Pirlo – 15m
1-1 – Maxi Pereira – 20m
Cartões Amarelos – Petit (68 m); Kaladze (36 m), Serginho (41 m) e Maldini (80 m)
Árbitro – Herbert Fandel (Alemanha)
Uma equipa do Benfica pouco confiante nas suas capacidades, oferecendo – logo desde início – o controlo do jogo ao adversário, permitiu que o Ac Milan se instalasse no meio-campo benfiquista no primeiro quarto de hora da partida, criando algumas jogadas de perigo, culminadas com o excelente golo, num potente remate de Pirlo, na zona intermediária, com Quim a parecer mal batido.
Apenas a partir daí o Benfica “entraria no jogo”, primeiro com uma boa iniciativa aos 18 minutos, para, dois minutos volvidos, Maxi Pereira restabelecer a igualdade.
No tempo restante, o Milan – beneficiando da superior qualidade do triângulo formado por Pirlo, Gattuso e Seedorf – apenas pareceu interessado em gerir o resultado (também com Dida a “queimar tempo” em sucessivas reposições de bola), que lhe assegurava a qualificação para os 1/8 Final da Liga dos Campeões. Couberam então ao Benfica as mais soberanas oportunidades de golo, pelo menos por três ocasiões.
A equipa italiana apenas nos minutos finais – quando o Benfica procurava atacar já sem capacidade de recuperação nas situações de perda de bola, com jogadores como Petit, Katsouranis, Rui Costa e, em especial, Cristián Rodríguez e Maxi Pereira, “esgotados”, depois de terem “dado o litro” durante todo o encontro – criaria novas situações de golo eminente, aos 88 e 90 minutos.
Num jogo em que, a haver um vencedor, a vitória assentaria melhor ao Benfica, o empate final, conjugado com a vitória – no derradeiro minuto – do Celtic frente ao Shakhtar Donetsk, coloca o Ac Milan (Campeão Europeu em título) nos 1/8 Final da prova, afastando a equipa portuguesa, à qual resta apenas a possibilidade de, vencendo na Ucrânia na última jornada, transitar para a Taça UEFA.
Frente a uma poderosa equipa do Liverpool (finalista vencido da Liga dos Campeões da época passada), necessitando imperiosamente da vitória, o FC Porto teve hoje uma severa punição, perdendo por 1-4, com 3 golos sofridos nos últimos doze minutos. Após os resultados de hoje, o FC Porto mantém a liderança do mais equilibrado dos Grupos, com todas as equipas ainda com possibilidades de serem apuradas… ou eliminadas. Para garantir a qualificação, à equipa portista bastará um empate; porém, na eventualidade de vir a sofrer uma derrota frente ao Besiktas, poderia ficar inclusivamente afastada da Taça UEFA.
Não obstante uma boa prestação – tendo inaugurado o marcador aos 21 minutos e mantido a vantagem até à hora de jogo – o Sporting não conseguiu evitar a derrota em Manchester. Tal como na partida com a Roma, a equipa portuguesa sofreria o golo decisivo já no período de compensação, numa soberba transformação de um livre por Cristiano Ronaldo (que já dera à vitória à sua equipa, também no jogo disputado em Alvalade).
Com a concludente vitória da Roma em Kiev, tudo está já decidido neste Grupo: quanto ao apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões, Manchester United e Roma prosseguem na prova; o Sporting, com a terceira posição hoje garantida, transita para a Taça UEFA.
Para além de Manchester United e Roma, estão também já apuradas para os 1/8 Final as equipas do Barcelona, Inter de Milão, Sevilha, Arsenal (que viu quebrada a sua invencibilidade na presente época), Chelsea e AC Milan. O Slavia de Praga acompanhará o Sporting na Taça UEFA.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada
GRUPO A Jg V E D G Pt 1 FC Porto 4 2 2 - 5-3 8 2 Marseille 4 2 1 1 5-3 7 3 Liverpool 4 1 1 2 10-4 4 4 Besiktas 4 1 - 3 2-12 3 Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___ FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___ Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___ Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___ Besiktas-Liverpool____________ 2-1 / 0-8 Marseille-FC Porto____________ 1-1 / 1-2
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 AC Milan 4 3 - 1 10-4 9 2 Celtic 4 2 - 2 3-4 6 3 Shakhtar 4 2 - 2 4-7 6 4 Benfica 4 1 - 3 2-4 3 AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___ Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___ Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___ Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___ Benfica-Celtic________________ 1-0 / 0-1 AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / 3-0
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M.United 3 3 - - 6-2 9 2 Roma 3 2 - 1 4-2 6 3 Sporting 3 1 - 2 3-4 3 4 D. Kiev 3 - - 3 3-8 - Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___ Sporting-M. United____________ 0-1 / ___ M. United-Roma________________ 1-0 / ___ D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___ D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / ___ Roma-Sporting_________________ 2-1 / ___
O Benfica, parecendo revelar alguma tranquilidade logo desde o início da partida, beneficiando da ausência de pressão do Celtic, ameaçaria a baliza escocesa logo aos 5 minutos, numa boa execução de Cardozo, a que o guarda-redes deu boa resposta.
Apenas aos 9 minutos, o Celtic chegaria com perigo à baliza benfiquista, com um cabeceamento ligeiramente ao lado. Para, dois minutos decorridos, Cardozo dispor de nova oportunidade; contudo, apanhando a bola a meia-altura, o remate sairia algo alto, ainda com Boruc a desviar.
Com o jogo a começar a animar, aos 16 minutos, seria Brown a obrigar Quim a uma excelente intervenção, numa defesa de um potente e colocado remate. Até aos 20 minutos, ainda mais três lances de perigo: dois para o Celtic, entremeados por um a favor do Benfica. E ainda, aos 22 minutos, com o Benfica a recuar, o Celtic, agora intensificando a pressão, criava nova ocasião de perigo, obrigando a nova defesa de Quim.
No quarto de hora final do primeiro tempo o ritmo de jogo cairia naturalmente; porém, aos 45 minutos, num remate feliz de McGeady (com a bola a tabelar em Luisão, traindo Quim), o Celtic chegaria finalmente ao golo.
Na segunda metade da partida, com o jogo mais confuso, o Benfica raramente denotou capacidade para organizar o ataque, faltando-lhe a velocidade necessária para criar perigo; as substituições operadas por Camacho não trariam nada de novo à equipa.
As melhores oportunidades surgiriam ainda para a equipa escocesa, nomeadamente à passagem dos 70 minutos, por duas vezes e, de novo, aos 90 minutos, assim acabando por justificar a vitória.
Benfica – Quim, Luís Filipe, Luisão, Edcarlos, Léo, Katsouranis, Binya, Maxi Pereira (61m – Di Maria), Rui Costa (77m – Bergessio), Cristian Rodriguez e Cardozo (77m – Nuno Gomes)
Celtic – Boruc, G. Caldwell, Kennedy, McManus, Naylor, Hartley, McGeady, S. Brown (89m – Sno), Jarosik (66m – Donati), Jan Vennegoor Hesselink (66m – Killen) e McDonald
1-0 – McGeady – 45m
Cartões amarelos – Maxi Pereira (42m)
Cartão vermelho – Binya (85m)
Árbitro – Martin Hansson (Suécia)
O FC Porto – com um excelente golo de Tarik Sektioui, na sequência de uma magnífica iniciativa individual, complementado por outro de Lisandro López – obteve uma importante vitória, que lhe permitiu ascender à liderança do seu grupo de apuramento, podendo garantir a qualificação na próxima jornada, recebendo a equipa turca do Besiktas, hoje vítima da maior goleada da história da Liga dos Campeões, derrotada em Liverpool por 8-0.
Taça da Liga – 1/4 Final (2ª mão)
Fátima – Sporting – 2-3 / 2-1 (4-4)
Setúbal – Benfica – 2-1 / 1-1 (3-2)
U. Leiria – Penafiel – 1-0 / 1-3 (2-3)
Beira-Mar – Portimonense – 3-1 /0-1 (3-2)
Sporting, Setúbal, Penafiel e Beira-Mar são as 4 equipas apuradas para a Fase de Grupo da I edição da Taça da Liga.
Perdendo hoje em casa, o Fátima encerra uma brilhante participação na prova, da qual sai com honra: depois da vitória na 1ª mão, no Estádio do Restelo, hoje esteve novamente a vencer por 1-0 e por 2-1; teria ainda a possibilidade de, a cerca de escassos 10 minutos do fim, se colocar novamente em vantagem (quando o resultado registava um empate a 2-2, o que lhe proporcionava então o apuramento)… contudo, seria o Sporting, poucos minutos depois, a chegar ao 3-2, colocando-se pela primeira vez em vantagem ao fim de mais de 170 minutos de eliminatória.
Ao invés, o Benfica, terminando a primeira parte em vantagem (com novo golo de Freddy Adu, em cima dos 45 minutos, na conversão de uma grande penalidade), concederia ao Setúbal a possibilidade de inverter o resultado, sendo assim afastado da competição.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada (Act.)
GRUPO A Jg V E D G Pt 1 Marseille 3 2 1 - 4-1 7 2 FC Porto 3 1 2 - 3-2 5 3 Besiktas 3 1 - 2 2-4 3 4 Liverpool 3 - 1 2 2-4 1 Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___ FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___ Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___ Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___ Besiktas-Liverpool____________ 2-1 / ___ Marseille-FC Porto____________ 1-1 / ___
GRUPO D Jg V E D G Pt 1 AC Milan 3 2 - 1 7-4 6 2 Shakhtar 3 2 - 1 4-4 6 3 Benfica 3 1 - 2 2-3 3 4 Celtic 3 1 - 2 2-4 3 AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___ Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___ Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___ Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___ Benfica-Celtic________________ 1-0 / ___ AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / ___
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M.United 3 3 - - 6-2 9 2 Roma 3 2 - 1 4-2 6 3 Sporting 3 1 - 2 3-4 3 4 D. Kiev 3 - - 3 3-8 - Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___ Sporting-M. United____________ 0-1 / ___ M. United-Roma________________ 1-0 / ___ D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___ D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / ___ Roma-Sporting_________________ 2-1 / ___
Perante um Celtic a jogar “pelo seguro”, na expectativa de poder lançar o contra-ataque, concedendo a iniciativa ao adversário, o Benfica surgiu em campo algo intranquilo e precipitado, sem a calma necessária para explanar o seu jogo.
Assim, apenas aos 23 minutos criaria a primeira jogada de perigo, com Cardozo, próximo da pequena área, a não conseguir chegar à bola, para – fazendo o desvio – dar o melhor seguimento ao cruzamento. Por seu lado, os escoceses só aos 33 minutos ameaçariam a baliza benfiquista, com Quim a corresponder. Numa primeira parte relativamente “morna”, o Benfica teria nova ocasião para inaugurar o marcador praticamente em cima da hora, por intermédio de Katsouranis, para a “defesa da noite” de Boruc.
No segundo período da partida, a toada não se alterou significativamente, o que levou Camacho a proceder – relativamente cedo – a duas substituições simultâneas. E, apenas dois minutos volvidos – e num espaço de outros 2 minutos -, o Benfica, infeliz, desperdiçaria duas excelentes oportunidades, ambas por Cardozo, primeiro (63m), rematando com tal potência que a bola embateu estrondosamente na barra; logo de seguida (65m), um remate cruzado… a embater na base do poste.
E, ainda, mais uma ocasião desaproveitada por Cardozo, aos 73 minutos, com um remate “enrolado”, a saír ligeiramente ao lado. Para, aos 76 minutos – sempre Cardozo – a cabecear fraco… para as mãos de Boruc. Só aos 79 minutos o Celtic chegaria a área benfiquista, com Sno a rematar, para uma defesa sem dificuldade de Quim.
Até que, ao 87º minuto, numa excelente abertura de Di Maria, a solicitar a desmarcação, Cardozo finalmente – numa perfeita execução técnica, parando a bola no peito, para depois a desviar do alcance de Boruc – conseguiria o tão ansiado (e já há muito merecido) golo.
Num jogo em que apenas uma das equipas procurou o golo e a vitória, esta assenta perfeitamente ao Benfica, bastante esforçado, não obstante deixasse transparecer sintomas de intranquilidade, criando várias oportunidades (com mais de 20 remates à baliza), com grandes dificuldades na concretização.
Benfica – Quim, Maxi Pereira, Luisão, Katsouranis, Léo, Nuno Assis (61m – Di Maria), Binya, Rui Costa, Cristian Rodriguez (84m – Luís Filipe), Bergessio (61m – Freddy Adu), Cardozo
Celtic – Boruc, G. Caldwell, Kennedy, McManus, Naylor, Hartley, Jarosik, S. Brown, Donati (63m – Sno), McGeady, Killen (74m – Scott McDonald)
1-0 – Cardozo – 87m
Cartões amarelos – Di Maria (89m); McGeady (28m), Killen (55m), Hartley (72m)
Árbitro – Massimo Busacca (Suíça)
O Sporting deslocou-se a Roma para uma partida em que não teve capacidade para suster a pressão da equipa italiana, não obstante Tiago ter ainda defendido uma grande penalidade no início da segunda parte. Com o resultado então em 1-1, parecia que a equipa portuguesa se poderia galvanizar, mas, após o segundo golo dos italianos, a qualidade de jogo sportinguista decairia notoriamente.
O FC Porto registou um empate a um golo em Marselha, num encontro em que podia até ter conseguido melhor resultado (também com 2 remates ao poste), não obstante ter sofrido um golo cerca dos 70 minutos e apenas ter empatado – na transformação de uma grande penalidade , por Lucho González – aos 79 minutos.



