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Taça UEFA – 1ª eliminatória (1ª mão)
Numa partida algo atípica – em que o jogo nº 300 nas provas europeias não teve o desfecho desejado -, perante um adversário que não é, hoje por hoje, uma equipa de topo do futebol italiano, nem, por maioria de razão, do futebol europeu, o Benfica acaba de ser derrotado, com alguma naturalidade, pelo Napoli, por 3-2.
Com uma equipa ainda em formação, inexperiente, denotando alguma falta de confiança nas suas capacidades, evidenciando debilidades a defender, com momentos de desconcentração irreparáveis, muito dificilmente o Benfica poderá ultrapassar esta eliminatória (para o que, paradoxalmente, lhe bastaria vencer na Luz, pela margem mínima, por 1-0 ou 2-1).
No encontro desta noite, o Benfica começou por ter dois momentos felizes: ainda antes dos 5 minutos, com uma soberba intervenção de Quim, a evitar com muita classe que uma excelente jogada individual do adversário, deambulando pela defesa, culminasse em golo; logo aos 16 minutos, com Suazo a estrear-se a marcar, colocando a equipa portuguesa em vantagem.
Para, nos três minutos imediatos, com falhas dificilmente aceitáveis, sofrer dois golos, passando de uma situação de privilégio na eliminatória a uma posição de derrota.
Até final da primeira parte, praticamente mais não seria visto o futebol do Benfica, com o Napoli a tomar conta do jogo, impelindo o adversário a remeter-se a uma posição de passividade.
Com o terceiro golo da equipa italiana quando estavam apenas jogados 9 minutos do segundo tempo (com a bola a ressaltar no corpo de Léo, traindo Quim, num lance infeliz), receou-se que o conjunto português se desmoronasse; o golo de Luisão 5 minutos decorridos permitiria alimentar a ilusão… que poderia ser ainda maior se se tivesse concretizado o 3-3 numa jogada confusa na área napolitana em que, desta feita, a sorte não esteve com o Benfica.
A concluir, uma referência inevitável ao incompreensível critério disciplinar do árbitro, poupando alguns cartões amarelos (e, talvez, um vermelho, numa jogada de que Suazo não se recomporia até final do jogo) à equipa italiana.
Napoli – Navarro, Santacroce, Cannavaro, Contini, Maggio, Blasi (45m – Pazienza), Walter Gargano, Hamšík (75m – Piá), Vitale, Denis (66m – Zalayeta), Lavezzi
Benfica – Quim, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Léo, Urreta (45m – Balboa), Carlos Martins (55m – Katsouranis), Yebda, Di María (63m – Nuno Gomes), Reyes e Suazo
0-1 – Suazo – 16m
1-1 – Vitale – 18m
2-1 – Denis – 19m
3-1 – Maggio – 54m
3-2 – Luisão – 59m
Cartões amarelos – Blasi (32m); Carlos Martins (41m)
Árbitro – Bjorn Kuipers (Holanda)
Resultados das equipas portuguesas nesta 1ª mão da 1ª eliminatória da Taça UEFA:
Napoli – Benfica – 3-2
Portsmouth – Guimarães – 2-0
Braga – Artmedia – 4-0
Setúbal – Heerenveen – 1-1
Marítimo – Valencia – 0-1
Novo Benfica – O blogue
Aqui.
Com a participação de: António de Souza-Cardoso, Armindo Monteiro, Bruno Carvalho, Júlio Machado Vaz, Miguel Esteves Cardoso, Miguel Osório, Miguel Álvares Ribeiro, Paulo Ferreira e Pedro Fonseca.
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Benfica 24 9 Sporting 15 10 FC Porto 13 12 Boavista 5 1 Setúbal 3 7 Belenenses 3 5 Braga 1 3 Académica 1 3 Leixões 1 1 Beira-Mar 1 1 E. Amadora 1 - Guimarães - 4 Marítimo - 2 Atlético - 2 U. Leiria - 1 Campomaiorense - 1 Farense - 1 Rio Ave - 1 Covilhã - 1 Torreense - 1 Olhanense - 1 Estoril - 1
Finais da Taça de Portugal
Época Vencedor Finalista
2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 1987-1988 FC Porto Guimarães 1-0 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 1975-1976 Boavista Guimarães 2-1 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 1968-1969 Benfica Académica 2-1 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 1962-1963 Sporting Guimarães 4-0 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 1950-1951 Benfica Académica 5-1 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 1941-1942 Belenenses Guimarães 2-0 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 1938-1939 Académica Benfica 4-3
Classificação final Liga Futebol – 2007-08
Equipa J V E D GM GS P 1º FC Porto 30 24 3 3 60 - 13 69 (a) 2º Sporting 30 16 7 7 46 - 28 55 3º V. Guimarães 30 15 8 7 35 - 31 53 4º Benfica 30 13 13 4 45 - 21 52 5º Marítimo 30 14 4 12 39 - 28 46 6º V. Setúbal 30 11 12 7 37 - 33 45 7º Sp. Braga 30 10 11 9 32 - 34 41 8º Belenenses 30 11 10 9 35 - 33 40 (b) 9º Boavista 30 8 12 10 32 - 41 36 (c) 10º Nacional 30 9 8 13 23 - 28 35 11º Naval 30 9 7 14 26 - 45 34 12º Académica 30 6 14 10 31 - 38 32 13º E. Amadora 30 6 13 11 29 - 41 31 14º Leixões 30 4 14 12 27 - 37 26 15º Paços Ferreira 30 6 7 17 31 - 49 25 16º U. Leiria 30 3 7 20 25 - 53 13 (d)
Campeão – FC Porto
Despromovidos – Boavista e U. Leiria (caso o recurso a apresentar pelo Boavista quanto à penalização de que foi alvo lhe venha a ser favorável, seria despromovida a equipa do P. Ferreira)
(a) Considerando a penalização de 6 pontos a que o FC Porto foi submetido, por deliberação da Comissão Disciplinar da Liga, na sequência de caso de tentativa de corrupção na época 2003-04
(b) Por decisão confirmada pelo Conselho de Justiça da Federação Portugesa de Futebol em 29.04.2008, o Belenenses foi punido com derrota por 0-3 no jogo da 16ª Jornada com a Naval (que vencera por 2-1), por utilização indevida do jogador Meyong (devido ao facto de este ter já jogado em duas equipas espanholas na presente época), tendo sido ainda penalizado adicionalmente em 3 pontos
(c) Por deliberação da Comissão Disciplinar da Liga, o Boavista deverá ser despromovido à Liga de Honra, na sequência de caso de corrupção – decisão de que apresentará recurso
(d) Considerando a penalização de 3 pontos a que a U. Leiria foi submetida, por deliberação da Comissão Disciplinar da Liga, na sequência de caso de tentativa de corrupção
Liga dos Campeões – FC Porto e Sporting CP
Liga dos Campeões (3ª Pré-Eliminatória) – VSC Guimarães
Taça UEFA – SL Benfica, CS Marítimo e VFC Setúbal
Promovidos à I Liga – CD Trofense e Rio Ave
– O FC Porto somou o seu 23º título de Campeão Nacional em 74 edições da prova (1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08); foi vice-campeão por 24 vezes; 10 3º lugares; 11 4ª lugares; 3 5º lugares; 1 6º; 1 7º; e 1 9º lugar
– O Sporting conquistou já 18 títulos de Campeão (1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02); sendo vice-campeão pela 18ª vez; 24 vezes 3º; 10 4º lugares; e 4 5º lugares.
– O Benfica, já Campeão por 31 vezes (1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05); conta ainda 24 vice-campeonatos; 14 3º lugares; tendo obtido pela 4ª vez o 4º lugar; e 1 6º lugar.
– Os restantes Campeonatos foram conquistados por: Belenenses (em 1945-46); e Boavista (em 2000-01).
5 golos em 25 minutos
Chalana disse há minutos não se lembrar de um jogo com 5 golos em 25 minutos. Eu recordo-me: foi em 19 de Novembro de 1978, para o Campeonato Nacional, no Estádio da Luz, e o Benfica ganhou então ao Sporting por 5-0… e Chalana até jogou nessa partida!
O Benfica, treinado por John Mortimore, jogou com: Bento (José Henrique, 82m); Pietra, Humberto Coelho, Alhinho e Alberto, Toni, Alves e Shéu; Nené, Reinaldo e Chalana (Eurico, 63m).
A marcha do marcador foi a seguinte: 1-0 – Reinaldo (15m); 2-0 – Nené (18m); 3-0 – Reinaldo (28m); 4-0 Alves (30m); 5-0 – Alves (40m).
FC Porto Tri-Campeão
Ao vencer o E. Amadora por expressivos 6-0 (maior goleada do campeonato na presente temporada), o FC Porto sagrou-se hoje Campeão Nacional pela 23ª vez (1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08) – em 74 edições da prova –, alcançando, pela segunda vez na sua história, o tri-campeonato.
Desde a época de 1972-73 – quando o Benfica garantiu o título a 7 jornadas do termo da prova – que o Campeão não era definido tão cedo como este ano: a 5 jornadas do final do Campeonato, o FC Porto dispõe de 18 pontos de vantagem sobre o segundo classificado.
Taça UEFA – 1/8 Final (2ª mão)
Bayern Munich – Anderlecht – 1-2 / 5-0 (6-2)
Everton – Fiorentina – 2-0 / 0-2 (2-2) – 2-4 g.p.
Zenit St.-Petersburg – Marseille – 2-0 / 1-3 (3-3)
Sporting – Bolton – 13.03.2008 / 1-1 (—)
Werder Bremen – Glasgow Rangers – 1-0 / 0-2 (1-2)
Hamburger – Bayer Leverkusen – 3-2 / 0-1 (3-3)
PSV Eindhoven – Tottenham – 0-1 / 1-0 (1-1) – 6-5 g.p.
Getafe – Benfica – 1-0 / 2-1 (3-1)
Getafe – Roberto Abbondanzieri Pato, Cosmin Contra, Manuel Tena, Lucas Licht, Mario Cotelo (74m – Cortés), Fabio Celestini, Francisco Casquero, Jaime Gavilán (80m – Fuertes), Juan Albín, Kepa González (69m – Signorino) e Rubén De la Red
Benfica – Quim, Nélson, Edcarlos (74m – Sepsi), Katsouranis, Léo, Petit, Maxi Pereira (59m – Di María), Rui Costa, Cristián Rodríguez, Nuno Gomes (66m – Mantorras) e Makukula
1-0 – Juan Albín – 77m
Cartões amarelos – Roberto Abbondanzieri Pato (38m), Mario Cotelo (60m) e Lucas Licht (73m); Katsouranis (14m), Maxi Pereira (55m) e Edcarlos (68m)
Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)
Numa partida insípida, o Benfica confirmou que a crise é bem real, possivelmente mesmo mais profunda do que poderia supor-se, não parecendo a chicotada psicológica proporcionada pela demissão de Camacho ter trazido qualquer ânimo à equipa.
Perante um Getafe, privado de vários jogadores (por lesão e castigo), obrigado a remodelar meia-equipa, que pareceu adoptar como estratégia conceder a iniciativa ao adversário – a par de sistemáticas perdas de tempo, nas reposições de bola por parte do guarda-redes, e, inclusivamente, com mais de uma situação de duas bolas no campo em simultâneo –, para, de acordo com a sua matriz de jogo, replicar em rápidos contra-ataques, o Benfica nunca revelou capacidade para assumir de forma determinada a iniciativa.
Uma oportunidade desperdiçada (de forma incrível, rematando ao poste a um metro da baliza) por Makukula ainda no primeiro quarto de hora e uma outra, já na segunda parte, por intermédio de Rui Costa (rematando forte da zona central, à entrada da grande-área… mas à figura do guarda-redes), foi tudo o que a equipa portuguesa conseguiu construir.
Apesar das tentativas de Chalana, colocando em campo, primeiro, Di María, e, depois, Mantorras, o Benfica nunca conseguiria libertar-se da apatia.
Aproveitando uma falha, o Getafe não perdoaria, marcando o golo que lhe dá nova vitória, numa eliminatória que, desde cedo, controlou.
A partir daí – embora o golo não alterasse substancialmente a situação, uma vez que o Benfica necessitaria sempre, em qualquer circunstância, de marcar 2 golos – a equipa descreu, arrastando-se pelo campo, pouco mais do que limitando-se a esperar pelo escoar do tempo, vencida e convencida.
E assim, desta forma descolorida, se despede o Benfica de mais uma época de competições europeias, eliminado, pelo terceiro ano consecutivo, por equipas espanholas.
Demissão de Camacho
O treinador do Benfica, José Antonio Camacho acaba de pedir a demissão; no termo de um jogo em que empatou no seu Estádio, frente ao U. Leiria (último classificado da I Liga), terá solicitado a rescisão do vínculo laboral que o ligava ao clube ainda por mais uma época, sem exigência de qualquer compensação contratual.
Não tendo nunca – em cerca de seis meses! – conseguido que o Benfica jogasse como equipa (no que constitui o lema da modalidade, football association), sem um modelo de futebol organizado, sem um fio condutor (com a equipa a viver de iniciativas individuais), há muitos jogos atrás que Camacho parecia ter baixado os braços.
Não confiando nos seus jogadores (não acreditando no seu potencial), sentia-se, desde há várias semanas, o seu conformismo e impotência para injectar o sopro de moral e motivação de que a equipa carece, na aparente impossibilidade que denota de se auto-motivar na disputa dos objectivos que lhe restam ainda: garantir o 2º lugar no Campeonato (e consequente qualificação automática para a Liga dos Campeões); conquistar a Taça de Portugal; por que não vencer em Getafe, para prosseguir na Taça UEFA.
Sentia-se que o Benfica necessitava de se libertar de Camacho; que necessitava urgentemente de “sangue novo”, de um responsável (com um perfil de treinador jovem, ambicioso, numa fase de lançamento de carreira) que – no quadro das condicionantes orçamentais do clube – pudesse preparar, planear, programar tempestivamente a próxima época.
Hoje, consumada que está a saída de Camacho – num gesto de grande dignidade profissional -, é fundamental que a Direcção do Benfica não se precipite e que, sem pressas, faça a opção mais adequada para o futuro. No imediato, necessariamente, a equipa não deixará de dar uma resposta positiva a esta situação; mais importante que este final de época (o fundamental será mesmo conservar o 2º lugar…) será a próxima. O seu desfecho começará a desenhar-se agora, em função da decisão que for tomada.




