Posts tagged ‘Benfica’

Taça UEFA – 1/8 Final (2ª mão)

Bayern Munich – Anderlecht – 1-2 / 5-0 (6-2)
Everton – Fiorentina – 2-0 / 0-2 (2-2) – 2-4 g.p.
Zenit St.-Petersburg – Marseille – 2-0 / 1-3 (3-3)
Sporting – Bolton – 13.03.2008 / 1-1 (—)
Werder Bremen – Glasgow Rangers – 1-0 / 0-2 (1-2)
Hamburger – Bayer Leverkusen – 3-2 / 0-1 (3-3)
PSV Eindhoven – Tottenham – 0-1 / 1-0 (1-1) – 6-5 g.p.
Getafe – Benfica – 1-0 / 2-1 (3-1)

GetafeGetafe – Roberto Abbondanzieri Pato, Cosmin Contra, Manuel Tena, Lucas Licht, Mario Cotelo (74m – Cortés), Fabio Celestini, Francisco Casquero, Jaime Gavilán (80m – Fuertes), Juan Albín, Kepa González (69m – Signorino) e Rubén De la Red

BenficaBenfica – Quim, Nélson, Edcarlos (74m – Sepsi), Katsouranis, Léo, Petit, Maxi Pereira (59m – Di María), Rui Costa, Cristián Rodríguez, Nuno Gomes (66m – Mantorras) e Makukula

1-0 – Juan Albín – 77m

Cartões amarelos – Roberto Abbondanzieri Pato (38m), Mario Cotelo (60m) e Lucas Licht (73m); Katsouranis (14m), Maxi Pereira (55m) e Edcarlos (68m)

Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)

Numa partida insípida, o Benfica confirmou que a crise é bem real, possivelmente mesmo mais profunda do que poderia supor-se, não parecendo a chicotada psicológica proporcionada pela demissão de Camacho ter trazido qualquer ânimo à equipa.

Perante um Getafe, privado de vários jogadores (por lesão e castigo), obrigado a remodelar meia-equipa, que pareceu adoptar como estratégia conceder a iniciativa ao adversário – a par de sistemáticas perdas de tempo, nas reposições de bola por parte do guarda-redes, e, inclusivamente, com mais de uma situação de duas bolas no campo em simultâneo –, para, de acordo com a sua matriz de jogo, replicar em rápidos contra-ataques, o Benfica nunca revelou capacidade para assumir de forma determinada a iniciativa.

Uma oportunidade desperdiçada (de forma incrível, rematando ao poste a um metro da baliza) por Makukula ainda no primeiro quarto de hora e uma outra, já na segunda parte, por intermédio de Rui Costa (rematando forte da zona central, à entrada da grande-área… mas à figura do guarda-redes), foi tudo o que a equipa portuguesa conseguiu construir.

Apesar das tentativas de Chalana, colocando em campo, primeiro, Di María, e, depois, Mantorras, o Benfica nunca conseguiria libertar-se da apatia.

Aproveitando uma falha, o Getafe não perdoaria, marcando o golo que lhe dá nova vitória, numa eliminatória que, desde cedo, controlou.

A partir daí – embora o golo não alterasse substancialmente a situação, uma vez que o Benfica necessitaria sempre, em qualquer circunstância, de marcar 2 golos – a equipa descreu, arrastando-se pelo campo, pouco mais do que limitando-se a esperar pelo escoar do tempo, vencida e convencida.

E assim, desta forma descolorida, se despede o Benfica de mais uma época de competições europeias, eliminado, pelo terceiro ano consecutivo, por equipas espanholas.

12 Março, 2008 at 10:30 pm Deixe um comentário

Demissão de Camacho

O treinador do Benfica, José Antonio Camacho acaba de pedir a demissão; no termo de um jogo em que empatou no seu Estádio, frente ao U. Leiria (último classificado da I Liga), terá solicitado a rescisão do vínculo laboral que o ligava ao clube ainda por mais uma época, sem exigência de qualquer compensação contratual.

Não tendo nunca – em cerca de seis meses! – conseguido que o Benfica jogasse como equipa (no que constitui o lema da modalidade, football association), sem um modelo de futebol organizado, sem um fio condutor (com a equipa a viver de iniciativas individuais), há muitos jogos atrás que Camacho parecia ter baixado os braços.

Não confiando nos seus jogadores (não acreditando no seu potencial), sentia-se, desde há várias semanas, o seu conformismo e impotência para injectar o sopro de moral e motivação de que a equipa carece, na aparente impossibilidade que denota de se auto-motivar na disputa dos objectivos que lhe restam ainda: garantir o 2º lugar no Campeonato (e consequente qualificação automática para a Liga dos Campeões); conquistar a Taça de Portugal; por que não vencer em Getafe, para prosseguir na Taça UEFA.

Sentia-se que o Benfica necessitava de se libertar de Camacho; que necessitava urgentemente de “sangue novo”, de um responsável (com um perfil de treinador jovem, ambicioso, numa fase de lançamento de carreira) que – no quadro das condicionantes orçamentais do clube – pudesse preparar, planear, programar tempestivamente a próxima época.

Hoje, consumada que está a saída de Camacho – num gesto de grande dignidade profissional -, é fundamental que a Direcção do Benfica não se precipite e que, sem pressas, faça a opção mais adequada para o futuro. No imediato, necessariamente, a equipa não deixará de dar uma resposta positiva a esta situação; mais importante que este final de época (o fundamental será mesmo conservar o 2º lugar…) será a próxima. O seu desfecho começará a desenhar-se agora, em função da decisão que for tomada.

9 Março, 2008 at 11:32 pm Deixe um comentário

Taça UEFA – 1/8 Final

Anderlecht – Bayern Munich – 0-5
Fiorentina – Everton – 2-0
Marseille – Zenit St.-Petersburg – 3-1
Bolton – Sporting – 1-1
Glasgow Rangers – Werder Bremen – 2-0
Bayer Leverkusen – Hamburger – 1-0
Tottenham – PSV Eindhoven – 0-1
Benfica – Getafe – 1-2

BenficaBenfica – Quim, Nélson, Luisão (29m – Zoro), Edcarlos, Léo, Katsouranis, Cristián Rodríguez, Di María (62m – Mantorras), Rui Costa, Sepsi e Óscar Cardozo

GetafeGetafe – Óscar Ustari, Cosmin Contra, Belenguer, Cata Díaz, Lucas Licht, Albín, Casquero, Pablo Hernández, Esteban Granero (45m – Mario Cotelo), De la Red (73m – Celestini) e Braulio (61m – Manu)

0-1 – De la Red – 25m
0-2 – Pablo Hernández – 67m
1-2 – Mantorras – 76m

Cartões amarelos – Braulio (21m), De la Red (35m), Lucas Licht (82m), Casquero (85m) e Pablo Hernández (90m)

Cartão vermelho – Óscar Cardozo (9m)

Árbitro – Grzegorz Gilewski (Polónia)

Numa partida em que parecia querer demonstrar uma coesão e um futebol colectivo que tem estado arredado do clube nesta época, o Benfica, por culpas próprias, conjugadas com alguma infelicidade, cedo ofertou vantagem ao seu oponente.

Quando – logo aos 9 minutos – o seu único avançado, Óscar Cardozo, repetindo um gesto que já esboçara no último jogo contra o Sporting (face a Tonel), agrediu com uma cotovelada um jogador adversário, sendo expulso com cartão vermelho directo, o Benfica tomou consciência que este seria um desafio difícil, perante uma equipa (estreante nas provas europeias) que, em 8 jogos na edição desta época na Taça UEFA, sempre marcara (sendo o seu resultado típico o… 2-1).

O aviso chegaria logo aos 17 minutos, com Quim a responder com uma excelente defesa, adiando o golo… até aos 25 minutos, em que uma desatenção de Léo, perdendo a bola em zona proibida, e um ressalto (in)feliz do remate de De la Red em Edcarlos trairia inapelavelmente o guardião benfiquista.

E, quando, decorridos apenas mais 4 minutos, Luisão teve de abandonar o relvado, ressentindo-se de uma lesão, receou-se o pior. Nessa fase, o que se pedia era que o Benfica procurasse manter a serenidade, não se entregando.

Beneficiando do facto de o Getafe – especializado num sistema de jogo que explora velozes contra-ataques – não assumir deliberadamente uma toada ofensiva, a equipa benfiquista conseguiria controlar o jogo, dispondo mesmo de uma soberana ocasião para empatar a partida, ainda na fase inicial da segunda parte.

Como que adormecendo o jogo, sem criar oportunidades de perigo, o Getafe acabaria por – pouco depois de, com a entrada de Mantorras, o Benfica parecer querer assumir, não obstante a inferioridade numérica, uma toada ofensiva -, em nova jogada rápida, chegar ao segundo golo, iam decorridos 66 minutos, colocando alguma injustiça no marcador.

Para, no minuto seguinte, Edcarlos, a um metro da linha de golo, colocar o pé por baixo da bola, fazendo-a subir e embater no poste, em mais um momento de grande infelicidade… e imperícia.

O sinal de inconformismo perante a adversidade sairia dos pés de Mantorras, num remate potente, de meia-distância, com o Benfica finalmente a chegar ao golo.

Com o golo e com o apoio do (escasso) público, a equipa animar-se-ia, à entrada dos dez minutos finais, superando-se em termos de atitude e entrega ao jogo, acreditando, indo em busca do golo do empate.

Teria ainda uma oportunidade para tal, num livre marcado por Rui Costa, com a bola a ser desviada para canto, numa fase de grande confusão nas imediações da área da equipa espanhola, então algo desconcentrada e perdendo o controlo do jogo. Contudo, nos derradeiros cinco minutos, o Benfica acusaria o desgaste de um encontro pratcamente disputado na íntegra com um jogador a menos.

Numa das melhores e mais esforçadas exibições dos últimos meses – a par do jogo em Guimarães – o Benfica acaba por averbar uma derrota com algum travo de injustiça, tornando muito complexas as possibilidades de apuramento nesta eliminatória.

Em Inglaterra, o Sporting conseguiu alcançar um promissor empate a um golo (mais uma vez com Vukcevic a resolver), partindo para a 2ª mão em vantagem na eliminatória, em busca do almejado apuramento para os 1/4 Final da Taça UEFA.

6 Março, 2008 at 10:35 pm Deixe um comentário

Benfica, Porto e Sporting nas 1/2 Finais da Taça de Portugal

Pela primeira vez desde 1996/97 – ou seja, após 10 anos de interregno – Benfica, Porto e Sporting marcam presença simultânea nas 1/2 Finais da Taça de Portugal, depois de terem eliminado hoje, respectivamente o Moreirense (2-0), Gil Vicente (1-0) e E. Amadora (1-0). O outro semi-finalista deste ano será o V. Setúbal (vencedor, na Figueira da Foz, frente à Naval, por 2-1).

Em 1996/97, o quarto semi-finalista fora o Boavista, que – depois de eliminar o Sporting nas 1/2 Finais – venceria a final frente ao Benfica (que eliminara o FC Porto por 2-0), com vitórias por 3-2 em ambas as partidas. Os três grandes atingiram também (em conjunto) as 1/2 Finais da Taça de Portugal nas épocas de 1995/96, 1986/87, 1973/74, 1971/72, 1959/60, 1958/59, 1951/52, 1942/43 e 1938/39.

27 Fevereiro, 2008 at 10:40 pm Deixe um comentário

Taça UEFA – 1/16 Final

Bayern – Aberdeen – 5-1 / 2-2 (7-3)
Getafe – AEK – 3-0 / 1-1 (4-1)
At. Madrid – Bolton – 0-0 / 0-1 (0-1)
Villarreal – Zenit – 2-1 / 0-1 (2-2)
B. Leverkusen – Galatasaray – 5-1 / 0-0 (5-1)
Bordeaux – Anderlecht – 1-1 / 1-2 (2-3)
Everton – Brann – 6-1 / 2-0 (8-1)
Hamburgo – Zurich – 0-0 / 3-1 (3-1)
Panathinaikos – Gl. Rangers – 1-1 / 0-0 (1-1)
Helsingborg – PSV – 1-2 / 0-2 (1-4)
Tottenham – Slavia Praga – 1-1 / 2-1 (3-2)
Fiorentina – Rosenborg – 2-1 / 1-0 (3-1)
Basileia – Sporting – 0-3 / 0-2 (0-5)
Braga – Werder Bremen – 0-1 / 0-3 (0-4)
Nuremberga – Benfica – 2-2 / 0-1 (2-3)
Spartak Moscovo – Marseille – 2-0 / 0-3 (2-3)

Nuremberga – Jaromír Blazek, Dominik Reinhardt, Andreas Wolf, Berti Glauber, Javier Pinola, Tomás Galásek, Jawhar Mnari (87m – Abardonado), Marco Engelhardt, Angelos Charisteas, Ivan Saenko e Jan Koller

BenficaBenfica – Quim, Luís Filipe, Luisão, Edcarlos (70m – Óscar Cardozo), Léo, Petit, Katsouranis, Maxi Pereira (70m – Sepsi), Rui Costa, Nuno Assis (81m – Di María) e Makukula

1-0 – Charisteas – 59m
2-0 – Saenko – 66m
2-1 – Cardozo – 89m
2-2 – Di María – 90m

Cartões amarelos – Pinola (89m); Léo (28m), Nuno Assis (45m), Luís Filipe (56m), Makukula (67m) e Petit (77m)

Árbitro – Ivan Bebek (Croácia)

Em mais uma (muito) pobre exibição, frente a uma equipa alemã sem nível europeu (6º classificado no campeonato da época passada, mas que luta agora para evitar a despromoção), o Benfica acabou por ser bafejado pela sorte, conseguindo, in extremis, um lisonjeiro empate, que lhe permitiu prosseguir para os 1/8 Final da Taça UEFA, onde enfrentará o Getafe, de Espanha.

Voltando a optar por um modelo de um único avançado, Camacho apostaria em Makukula, em detrimento de Cardozo, porventura mais desgastado nesta fase da época.

Não obstante, a equipa do Benfica entraria no jogo com boa atitude, beneficiando do retraimento voluntário do seu adversário, que parecia querer jogar na expectativa. De tal forma que, assumindo o controlo da partida, ainda antes dos 10 minutos, já a equipa portuguesa criara três situações de perigo na área do Nuremberga, contudo sem aproveitamento.

À medida que o tempo ia passando, o Benfica foi perdendo o fulgor inicial, enquanto, qual sistema de vasos comunicantes, o Nuremberga ia-se soltando e tornando mais afoito, com Charisteas, já próximo do intervalo, a desperdiçar a maior oportunidade de golo do primeiro tempo.

Na etapa complementar, a equipa benfiquista pareceu desaparecer do jogo, recuando no terreno, atravessando mesmo um período de 10 minutos de descontrolo total, com uma extrema apatia da defesa, permitindo aos alemães marcar dois golos e colocar-se em vantagem na eliminatória… até ao último minuto.

Até aí demasiado passivo, Camacho faria então, aos 70 minutos, uma dupla substituição, arriscando – já sem nada a perder – ao trocar um defesa central (Edcarlos) por um avançado (Cardozo), com Katsouranis a recuar no terreno.

Bastaram três minutos para Cardozo, numa excelente desmarcação, em diagonal, surgir isolado frente ao guarda-redes adversário, embora do seu lado menos forte, rematando cruzado, ligeiramente ao lado, na que era a melhor oportunidade de golo do Benfica.

Já sem grande convicção, e sempre “mais com o coração do que com a cabeça”, seria ainda Cardozo, em cima do nonagésimo minuto, num remate enrolado, a fazer ressaltar a bola no chão, para se anichar nas redes contrárias, junto ao poste, sem hipóteses de defesa. O Benfica salvava a eliminatória.

Haveria ainda tempo para momentos de apuro, com a bola a sofrer vários ressaltos na área benfiquista, terminando com um canto. Na sequência, num rápido contra-ataque, ultrapassando a defesa alemã que – balanceada para a frente – não recuperara, Di María beneficiaria de uma situação de “um para zero”, rodeando o guarda-redes e praticamente entrando pela baliza dentro, fazendo o golo do empate.

Numa partida muito sofrida – e quando talvez já não acreditasse – o Benfica conseguia eliminar o Nuremberga, única das 5 equipas alemãs ainda em prova a ser afastada.

O Sporting, defrontando também uma débil equipa do Basileia, conseguiu alcançar, não obstante, uma excelente e clara vitória, por 3-0, num dos melhores resultados da equipa em jogos europeus fora de casa. E pode não ficar por aqui, já que defrontará o Bolton (vencedor do Atlético de Madrid) na próxima eliminatória.

O sorteio dos 1/8 Final (antecipadamente realizado) ditou os seguintes confrontos:

Anderlecht – Bayern
Gl. Rangers – Werder Bremen
Bolton – Sporting
B. Leverkusen – Hamburgo
Getafe – Benfica
Fiorentina – Everton
Tottenham – PSV
Marseille – Zenit

21 Fevereiro, 2008 at 9:56 pm Deixe um comentário

Benfica – 100 vitórias europeias em casa

O Benfica atingiu ontem, no jogo com o Nuremberga, a marca de 100 vitórias em jogos das provas europeias disputados “em casa”:

10-0 (1) – Dudelange (1965-66)

8-1 (2) – Valur (1968-69); Olimpija Ljubliana (1970-71)

7-0 (2) – Fenerbahce (1975-76); Honved (1989-90)

6-0 (2) – Nuremberg (1961-62) ; Beitar Jerusalém (1998-99)

5-0 (3) – Distillery (1963-64); La Chaux Fonds (1964-65); D. Kiev (1991-92)

6-2 (1) – Ujpest Dosza (1960-61)

5-1 (7) – Austria Wien (1961-62); Norrkoping (1962-63); Aris Bonnevoie e Real Madrid (1964-65); Feyenoord (1971-72); Vac Izzo (1992-93); Ruch Chorzow (1996-97)

4-0 (7) – Vasas Gyor (1964-65); Vanlose (1974-75); Altay Izmir (1980-81); Zurich (1982-83); Partizan Tirana (1987-88); Derry City (1989-90); Hamrun (1991-92)

5-2 (1) – Ujpest Dosza (1975-76)

4-1 (1) – Malmoe (1972-73)

3-0 (11) – Hearts e Rapid Wien (1960-61); Spartak Plovdiv (1966-67); Vasas Budapest (1967-68); Celtic (1969-70); Omonia Nicósia (1981-82); Linfield e Olympiakos (1983-84); Belvedur Izola (1992-93); Austria Wien e Celtic (2006-07)

4-2 (1) – Heerenveen (2004-05)

3-1 (10) – Aahrus (1960-61); Tottenham (1961-62); Feyenoord (1962-63); Tirol (1971-72); Montpellier (1988-89); CSKA Sofia (1993-94); Anderlecht (1994-95); Molde (2003-04); Copenhaga e P. St.-Germain (2006-07)

2-0 (15) – Saint-Etienne e Juventus (1967-68); BK Kopenhague (1969-70); Vorwaerts (1970-71); D. Zagreb e Malmoe (1980-81); Lokeren (1982-83); Crvena Zvezda (1984-85); Sampdoria (1985-86); Lillestroem (1986-87); Anderlecht e Steaua Bucuresti (1987-88); D. Moscovo (1992-93); Banska Bystrica e D. Zagreb (2004-05)

3-2 (1) – Levski Sofia (1965-66)

2-1 (16) – Dukla Praha (1962-63); B. Dortmund (1963-64); Lok. Leipzig (1966-67) ; CSKA Sofia (1971-72); Aris Salonica (1979-80); Betis (1982-83); Dukla Praha (1985-86); Juventus (1992-93); Parma (1993-94); Hajduk Split e Steaua Bucuresti (1994-95); Lierse (1995-96); Kaiserslautern e PSV Eindhoven (1998-99); Manchester Utd. (2005-06); Copenhaga (2007-08)

1-0 (19) – Olympiakos (1973-74); BK 1903 (1977-78); F. Dusseldorf e Carl Zeiss Jena (1980-81); Liverpool (1984-85); Aahrus (1987-88); Dniepr e Marseille (1989-90); Katowice (1993-94); Roda (1995-96); Lok. Moscovo (1996-97); La Louvière e Rosenborg (2003-04); Anderlecht (2004-05); Lille e Liverpool (2005-06); D. Bucuresti (2006-07); Celtic e Nuremberg (2007-08)

Pode consultar aqui todos os resultados do Benfica nas provas europeias. E, aqui, as fichas dos jogos disputados nas últimas 3 épocas.

15 Fevereiro, 2008 at 3:35 pm 3 comentários

Benfica – Nuremberga – Taça UEFA – 1/16 Final

BenficaNuremberga

Benfica – Quim, Nélson, Luisão, Katsouranis, Léo, Petit, Nuno Assis (85m – Freddy Adu), Rui Costa, Cristián Rodríguez (85m – David Luiz), Makukula e Óscar Cardozo (59m – Di María)

Nuremberga – Jaromír Blazek, Dominik Reinhardt, Andreas Wolf, Berti Glauber, Javier Pinola, Nicky Adler (46m – Jan Kristiansen), Peer Kluge, Tomás Galásek, Marco Engelhardt, Ivan Saenko e Jan Koller

1-0 – Makukula – 43m

Cartões amarelos – Nélson (22m) e Petit (86m); Wolf (66m) e Pinola (87m)

Árbitro – Alexandru Dan Tudor (Roménia)

Com uma exibição pouco convincente – e, sobretudo, pouco consistente -, o Benfica obteve hoje uma importante vitória (a 100ª em casa em jogos das provas europeias), não obstante a margem mínima, mas sem sofrer golos, o que lhe poderá permitir alcançar o apuramento para os 1/8 Final.

Satisfazendo a “vontade dos adeptos”, Camacho colocou em campo a dupla de avançados formada por Makukuka (fazendo a sua estreia em jogos europeus pelo Benfica) e Cardozo.

Não obstante, na fase inicial da partida, a boa organização da equipa do Nuremberga – aliada à falta de dinamismo benfiquista – dificultou as acções ofensivas do Benfica, que não conseguia criar qualquer oportunidade de perigo… nem sequer, remates à baliza.

Seria o maestro Rui Costa, já muito perto do intervalo, a tomar a iniciativa, solicitando Makukula que, com um remate potente – contando com alguma colaboração do guarda-redes adversário – marcaria o único golo do encontro.

Apenas na segunda parte, e pelo que jogou nos primeiros 20 minutos, o Benfica acabaria por justificar a vantagem e a vitória na partida; nessa fase, a equipa portuguesa, assegurando o domínio a nível do meio-campo, controlaria o jogo e procuraria construir novos lances de perigo para a baliza alemã, embora sem concretização.

A partir dos 70 minutos, beneficiando da perda de ritmo do Benfica, o Nuremberga – que, até aí, praticamente não denotara intenções ofensivas – começou a subir no terreno, ameaçando a baliza, e colocando Quim à prova, o qual, aplicando-se a fundo, daria excelente resposta, numa oportuna intervenção.

Até ao termo do jogo, seriam os alemães a estar mais próximos do empate, sem que o Benfica conseguisse retomar o controlo da partida.

O resultado final, apesar de tangencial – muito distante dos 6-0 com que o Benfica, na senda da conquista da sua segunda Taça dos Campeões Europeus (na época de 1961-62), esmagara os então campeões alemães -, acaba por ser melhor que a exibição conseguida. Resta aguardar que, na Alemanha, o Benfica consiga marcar, e garantir assim a continuidade na prova.

14 Fevereiro, 2008 at 10:32 pm 1 comentário

Liga dos Campeões – 6ª Jornada

GRUPO D           Jg  V  E  D   G   Pt
1 AC Milan         6  4  1  1 12-5  13
2 Celtic           6  3  -  3  5-6   9
3 Benfica          6  2  1  3  5-6   7
4 Shakhtar         6  2  -  4  6-11  6

AC Milan-Benfica______________ 2-1 / 1-1
Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / 1-2
Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / 0-1
Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / 2-1
Benfica-Celtic________________ 1-0 / 0-1
AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / 3-0

Benfica – Quim; Nélson, Luisão, David Luiz e Léo; Maxi Pereira (83m – Luís Fiilipe), Petit, Katsouranis, Rui Costa e Di María (67m – Nuno Assis); Cardozo (90m – Nuno Gomes)

Shakhtar Donetsk – Pyatov; Srna, Chygrynskyi, Kucher e Rat; Ilsinho (67m – Wilian), Lewandowski (57m – Hubschman), Jadson e Fernandinho; Brandão e Lucarelli (74m – Gladkiy)

0-1 – Cardozo – 6m
0-2 – Cardozo – 22m
1-2 – Lucarelli – 30m

Cartões Amarelos – Kucher (68m) e Brandão (90m); David Luiz (29m) e Luís Filipe (90m)

Árbitro – Kyros Vassaros (Grécia)


Numa primeira parte feliz, com um anormal índice de eficácia (nas duas primeiras oportunidades, marcou dois golos), o Benfica cedo se colocaria em vantagem, na sequência do aproveitamento de um mau atraso da defesa ucraniana.

Não obstante, o Shakhtar entrara determinado, levando muito perigo à baliza benfiquista logo aos dois minutos. E, mesmo já em posição desfavorável no marcador, a equipa da casa continuaria a criar as melhores ocasiões, beneficiando do facto de o Benfica defender numa posição bastante recuada… até que chegaria o segundo golo do Benfica.

A partir daí, a pressão sobre os ucranianos – que necessitavam vencer para poder aspirar a prosseguir na Liga dos Campeões – parecia começar a ser inversamente proporcional à tranquilidade e confiança de que a equipa portuguesa poderia beneficiar. Todavia, numa falta evitável de David Luiz, que o árbitro sancionaria com a consequente grande penalidade, Lucarelli, à passagem da meia-hora, com um remate forte (a embater ainda em Quim) reduzia para 1-2, relançando a partida.

No quarto de hora final do primeiro tempo, o Shakhtar continuaria a pressionar a defesa benfiquista, com o Benfica a procurar responder em contra-ataque. Na sua terceira investida, a equipa portuguesa poderia ter chegado ao terceiro golo, não fora a deficiente execução de Maxi Pereira. Na resposta, coincidindo com os 45 minutos, Quim, colocado à prova, conseguiria repelir a bola, evitando o perigo.

À medida que a segunda parte foi decorrendo, o jogo – disputado com uma temperatura de 5 graus negativos – foi arrefecendo, caindo de intensidade, com os ucranianos gradualmente a esmorecer, não obstante os esforços continuados em busca do golo do empate.

Com a vitória num campo difícil, frente a um adversário valoroso – apesar de encerrar a sua campanha com 4 derrotas sucessivas, depois das vitórias nas duas jornadas iniciais – o Benfica, ascendendo ao terceiro lugar, salva a sua continuidade nas provas europeias, transitando (tal como o Sporting garantira já na jornada precedente) para a Taça UEFA, onde iniciará a participação nos 1/16 Final. AC Milan e Celtic confirmaram o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.

4 Dezembro, 2007 at 9:35 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 5ª Jornada (Act.)

GRUPO A           Jg  V  E  D   G   Pt
1 FC Porto         5  2  2  1  6-7   8
2 Marseille        5  2  1  2  6-5   7
3 Liverpool        5  2  1  2 14-5   7
4 Besiktas         5  2  -  3  4-13  6

Marseille-Besiktas____________ 2-0 / 1-2
FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / 1-4
Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___
Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___
Besiktas-Liverpool____________ 2-1 / 0-8
Marseille-FC Porto____________ 1-1 / 1-2

GRUPO D           Jg  V  E  D   G   Pt
1 AC Milan         5  3  1  1 11-5  10
2 Celtic           5  3  -  2  5-5   9
3 Shakhtar         5  2  -  3  5-9   6
4 Benfica          5  1  1  3  3-5   4

AC Milan-Benfica______________ 2-1 / 1-1
Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / 1-2
Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___
Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___
Benfica-Celtic________________ 1-0 / 0-1
AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / 3-0

GRUPO F           Jg  V  E  D   G   Pt
1 M.United         5  5  -  - 12-3  15
2 Roma             5  3  1  1 10-5  10
3 Sporting         5  1  1  3  6-8   4
4 D. Kiev          5  -  -  5  4-16  -

Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / 4-1
Sporting-M. United____________ 0-1 / 1-2
M. United-Roma________________ 1-0 / ___
D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___
D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / 0-4
Roma-Sporting_________________ 2-1 / 2-2

Benfica – Quim; Luís Filipe (74m – Di María), Luisão, David Luiz (88m – Freddy Adu) e Léo; Maxi Pereira, Petit, Katsouranis, Rui Costa e Cristián Rodríguez; Nuno Gomes (75m – Cardozo)

Ac Milan – Dida; Bonera, Nesta, Kaladze, Serginho (45m – Maldini); Gattuso, Pirlo, Seedorf (73m – Oddo), Brocchi (51m – Gourcuff); Kaká e Gilardino

0-1 – Pirlo – 15m
1-1 – Maxi Pereira – 20m

Cartões Amarelos – Petit (68 m); Kaladze (36 m), Serginho (41 m) e Maldini (80 m)

Árbitro – Herbert Fandel (Alemanha)


Uma equipa do Benfica pouco confiante nas suas capacidades, oferecendo – logo desde início – o controlo do jogo ao adversário, permitiu que o Ac Milan se instalasse no meio-campo benfiquista no primeiro quarto de hora da partida, criando algumas jogadas de perigo, culminadas com o excelente golo, num potente remate de Pirlo, na zona intermediária, com Quim a parecer mal batido.

Apenas a partir daí o Benfica “entraria no jogo”, primeiro com uma boa iniciativa aos 18 minutos, para, dois minutos volvidos, Maxi Pereira restabelecer a igualdade.

No tempo restante, o Milan – beneficiando da superior qualidade do triângulo formado por Pirlo, Gattuso e Seedorf – apenas pareceu interessado em gerir o resultado (também com Dida a “queimar tempo” em sucessivas reposições de bola), que lhe assegurava a qualificação para os 1/8 Final da Liga dos Campeões. Couberam então ao Benfica as mais soberanas oportunidades de golo, pelo menos por três ocasiões.

A equipa italiana apenas nos minutos finais – quando o Benfica procurava atacar já sem capacidade de recuperação nas situações de perda de bola, com jogadores como Petit, Katsouranis, Rui Costa e, em especial, Cristián Rodríguez e Maxi Pereira, “esgotados”, depois de terem “dado o litro” durante todo o encontro – criaria novas situações de golo eminente, aos 88 e 90 minutos.

Num jogo em que, a haver um vencedor, a vitória assentaria melhor ao Benfica, o empate final, conjugado com a vitória – no derradeiro minuto – do Celtic frente ao Shakhtar Donetsk, coloca o Ac Milan (Campeão Europeu em título) nos 1/8 Final da prova, afastando a equipa portuguesa, à qual resta apenas a possibilidade de, vencendo na Ucrânia na última jornada, transitar para a Taça UEFA.


Frente a uma poderosa equipa do Liverpool (finalista vencido da Liga dos Campeões da época passada), necessitando imperiosamente da vitória, o FC Porto teve hoje uma severa punição, perdendo por 1-4, com 3 golos sofridos nos últimos doze minutos. Após os resultados de hoje, o FC Porto mantém a liderança do mais equilibrado dos Grupos, com todas as equipas ainda com possibilidades de serem apuradas… ou eliminadas. Para garantir a qualificação, à equipa portista bastará um empate; porém, na eventualidade de vir a sofrer uma derrota frente ao Besiktas, poderia ficar inclusivamente afastada da Taça UEFA.


Não obstante uma boa prestação – tendo inaugurado o marcador aos 21 minutos e mantido a vantagem até à hora de jogo – o Sporting não conseguiu evitar a derrota em Manchester. Tal como na partida com a Roma, a equipa portuguesa sofreria o golo decisivo já no período de compensação, numa soberba transformação de um livre por Cristiano Ronaldo (que já dera à vitória à sua equipa, também no jogo disputado em Alvalade).

Com a concludente vitória da Roma em Kiev, tudo está já decidido neste Grupo: quanto ao apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões, Manchester United e Roma prosseguem na prova; o Sporting, com a terceira posição hoje garantida, transita para a Taça UEFA.

Para além de Manchester United e Roma, estão também já apuradas para os 1/8 Final as equipas do Barcelona, Inter de Milão, Sevilha, Arsenal (que viu quebrada a sua invencibilidade na presente época), Chelsea e AC Milan. O Slavia de Praga acompanhará o Sporting na Taça UEFA.

28 Novembro, 2007 at 10:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada

GRUPO A           Jg  V  E  D   G   Pt
1 FC Porto         4  2  2  -  5-3   8
2 Marseille        4  2  1  1  5-3   7
3 Liverpool        4  1  1  2 10-4   4
4 Besiktas         4  1  -  3  2-12  3

Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___
FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___
Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___
Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___
Besiktas-Liverpool____________ 2-1 / 0-8
Marseille-FC Porto____________ 1-1 / 1-2

GRUPO D           Jg  V  E  D   G   Pt
1 AC Milan         4  3  -  1 10-4   9
2 Celtic           4  2  -  2  3-4   6
3 Shakhtar         4  2  -  2  4-7   6
4 Benfica          4  1  -  3  2-4   3

AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___
Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___
Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___
Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___
Benfica-Celtic________________ 1-0 / 0-1
AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / 3-0

GRUPO F           Jg  V  E  D   G   Pt
1 M.United         3  3  -  -  6-2   9
2 Roma             3  2  -  1  4-2   6
3 Sporting         3  1  -  2  3-4   3
4 D. Kiev          3  -  -  3  3-8   -

Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___
Sporting-M. United____________ 0-1 / ___
M. United-Roma________________ 1-0 / ___
D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___
D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / ___
Roma-Sporting_________________ 2-1 / ___

O Benfica, parecendo revelar alguma tranquilidade logo desde o início da partida, beneficiando da ausência de pressão do Celtic, ameaçaria a baliza escocesa logo aos 5 minutos, numa boa execução de Cardozo, a que o guarda-redes deu boa resposta.

Apenas aos 9 minutos, o Celtic chegaria com perigo à baliza benfiquista, com um cabeceamento ligeiramente ao lado. Para, dois minutos decorridos, Cardozo dispor de nova oportunidade; contudo, apanhando a bola a meia-altura, o remate sairia algo alto, ainda com Boruc a desviar.

Com o jogo a começar a animar, aos 16 minutos, seria Brown a obrigar Quim a uma excelente intervenção, numa defesa de um potente e colocado remate. Até aos 20 minutos, ainda mais três lances de perigo: dois para o Celtic, entremeados por um a favor do Benfica. E ainda, aos 22 minutos, com o Benfica a recuar, o Celtic, agora intensificando a pressão, criava nova ocasião de perigo, obrigando a nova defesa de Quim.

No quarto de hora final do primeiro tempo o ritmo de jogo cairia naturalmente; porém, aos 45 minutos, num remate feliz de McGeady (com a bola a tabelar em Luisão, traindo Quim), o Celtic chegaria finalmente ao golo.

Na segunda metade da partida, com o jogo mais confuso, o Benfica raramente denotou capacidade para organizar o ataque, faltando-lhe a velocidade necessária para criar perigo; as substituições operadas por Camacho não trariam nada de novo à equipa.

As melhores oportunidades surgiriam ainda para a equipa escocesa, nomeadamente à passagem dos 70 minutos, por duas vezes e, de novo, aos 90 minutos, assim acabando por justificar a vitória.

Benfica – Quim, Luís Filipe, Luisão, Edcarlos, Léo, Katsouranis, Binya, Maxi Pereira (61m – Di Maria), Rui Costa (77m – Bergessio), Cristian Rodriguez e Cardozo (77m – Nuno Gomes)

Celtic – Boruc, G. Caldwell, Kennedy, McManus, Naylor, Hartley, McGeady, S. Brown (89m – Sno), Jarosik (66m – Donati), Jan Vennegoor Hesselink (66m – Killen) e McDonald

1-0 – McGeady – 45m

Cartões amarelos – Maxi Pereira (42m)

Cartão vermelho – Binya (85m)

Árbitro – Martin Hansson (Suécia)


O FC Porto – com um excelente golo de Tarik Sektioui, na sequência de uma magnífica iniciativa individual, complementado por outro de Lisandro López – obteve uma importante vitória, que lhe permitiu ascender à liderança do seu grupo de apuramento, podendo garantir a qualificação na próxima jornada, recebendo a equipa turca do Besiktas, hoje vítima da maior goleada da história da Liga dos Campeões, derrotada em Liverpool por 8-0.

6 Novembro, 2007 at 9:37 pm Deixe um comentário

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