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Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – Napoli

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Luisão, Victor Lindelöf, André Almeida, Eduardo Salvio (89m – Kostas Mitroglou), Pizzi, Ljubomir Fejsa, Franco Cervi (68m – André Carrillo), Gonçalo Guedes (57m – Rafa Silva) e Raúl Jiménez

Napoli – Pepe Reina, Elseid Hysaj, Raúl Albiol, Kalidou Koulibaly, Faouzi Ghoulam, Allan, Amadou Diawara, Marek Hamšík (72m – Piotr Zieliński), José Callejón, Manolo Gabbiadini (57m – Dries Mertens) e Lorenzo Insigne (80m – Marko Rog)

0-1 – José Callejón – 60m
0-2 – Dries Mertens – 79m
1-2 – Raúl Jiménez – 87m

Cartões amarelos – Pizzi (89m); Kalidou Koulibaly (15m)

Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)

Dependendo do resultado que se verificasse na Ucrânia, entre o D. Kyiv e o Beşiktaş, o Benfica-Napoli poderia ser como que uma “final”, para apuramento de uma equipa, em detrimento da outra.

Mas, tal cenário apenas se colocaria ao longo de cerca de meia hora, pois, desde cedo, as notícias que ia chegando da Ucrânia eram bem positivas, acabando por limitar de forma determinante a importância do jogo da Luz, em que passava a estar em causa apenas a definição do vencedor do grupo.

Efectivamente, numa espécie de “hara-kiri”, aos 33 minutos a equipa turca perdia já por 0-3 (a marca continuaria a subir, até se fixar num “arrepiante” 0-6), tendo o Beşiktaş terminado o desafio apenas com nove jogadores em campo, podendo eventualmente queixar-se do lance de grande penalidade que deu origem ao segundo tento do D. Kyiv e à primeira expulsão.

Assim, foi uma partida algo “descomprometida” a que ia decorrendo em Lisboa, jogada de forma “aberta”, a proporcionar diversas ocasiões de perigo, de parte a parte. Mas seriam sempre os italianos os mais afoitos e, também, mais eficazes, não obstante a boa exibição do guardião benfiquista, Ederson, a negar alguns outros lances de golo iminente.

Efectivamente, quando o golo acabou por surgir, para os napolitanos, à passagem da hora de jogo, já o D. Kyiv ganhava então por 5-0, estando a formação turca reduzida já a nove elementos. Depois, enquanto o Benfica ensaiava algumas tentativas de repor a igualdade, expunha-se mais às contra-ofensivas italianas, acabando por sofrer segundo tento, evidenciando debilidades defensivas, numa noite em que a dupla de centrais revelou desacerto nas marcações.

Já depois de o Napoli ter tido oportunidade para dilatar ainda mais o marcador, o Benfica acabaria enfim por chegar ao “golo de honra”, por Raúl Jiménez, a três minutos do final, reduzindo para marca tangencial o desfecho de uma exibição desinspirada e algo desconcentrada.

Num percurso que atravessou bastantes trilhos sinuosos – em particular, os dois encontros com a equipa turca, assim como os desaires nos jogos com o Napoli – o Benfica, sob o comando de Rui Vitória, acaba por garantir a qualificação para os 1/8 de final da Liga dos Campeões pelo segundo ano sucessivo, potenciando os decisivos triunfos obtidos frente à formação ucraniana.

6 Dezembro, 2016 at 10:37 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Beşiktaş – Benfica

BeşiktaşBeşiktaş – Fabri Ramírez, Gökhan Gönül (45m – Cenk Tosun), Marcelo, Duško Tošić (60m – Atinc Nukan), Andreas Beck, Ricardo Quaresma, Tolgay Arslan (45m – Gokhan Inler), Atiba Hutchinson, Adriano, Oğuzhan Özyakup e Vincent Aboubakar

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Luisão, Victor Lindelöf, Eliseu, Eduardo Salvio, Pizzi, Ljubomir Fejsa, Franco Cervi (64m – Rafa Silva), Gonçalo Guedes (75m – Andreas Samaris) e Kostas Mitroglou (86m – Raúl Jiménez)

0-1 – Gonçalo Guedes – 10m
0-2 – Nélson Semedo – 25m
0-3 – Ljubomir Fejsa – 31m
1-3 – Cenk Tosun – 58m
2-3 – Ricardo Quaresma (pen.) – 83m
3-3 – Vincent Aboubakar – 89m

Cartões amarelos – Tolgay Arslan (29m) e Vincent Aboubakar (90m); Pizzi (34m) e Luisão (77m)

Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)

É tradicional do jargão futebolístico a célebre referência ao facto de os jogos terem duas partes distintas. Uma máxima que foi levada ao extremo neste encontro.

Que, desde cedo, pareceu oferecer ao Benfica inesperadas facilidades, quando, no curto intervalo de apenas cerca de 20 minutos, e apenas com pouco mais de meia hora decorrida de jogo, na sequência de uma exibição avassaladora, na sua ofensiva, chegou a uma confortável… e que se esperava absolutamente tranquila e definitiva vantagem de 3-0 (tendo ainda desperdiçado outra soberana ocasião de golo, com um remate ao poste), tendo o terceiro golo surgido na sequência de um absolutamente incrível lance: um primeiro cabeceamento de Mitroglou à trave, na recarga o grego a cabecear outra vez à trave, na segunda recarga, Salvio, também de cabeça, a acertar no poste, até que, enfim, na terceira recarga, Fejsa rematou para o fundo da baliza.

Um lance bem ilustrativo da apatia até então revelada pelo conjunto turco, a deixar que os jogadores do Benfica ganhassem todos os lances de antecipação.

Para o segundo tempo, perante a imagem que ambas as equipas haviam transmitido na metade inicial, a expectativa seria a de que o resultado se viesse ainda a avolumar a favor da formação portuguesa, convertendo-se numa goleada histórica…

Um engano crasso. Depois de cerca de uma hora em que controlou por completo o jogo, a equipa portuguesa, como que assustada, desunir-se-ia logo após ter sofrido o primeiro golo, não conseguindo suster a reacção da formação turca, impulsionada pelo seu público, com uma deliberada aposta no ataque, após a entrada em campo de Tosun (substituindo o lateral direito) e de Inler, logo no recomeço do desafio.

Infelizmente, Mitroglou acabara de desperdiçar, escassos momentos antes, o que seria o quarto tento benfiquista, isolado face ao guarda-redes, mas a rematar ligeiramente ao lado.

Ao invés, o Benfica, recuando no terreno, incapaz de construir jogo – ou, sequer, de concretizar um único lance de contra-ataque -, viria ainda, a um quarto de hora do final, com a substituição de Gonçalo Guedes por Andreas Samaris, a transmitir às duas equipas um mesmo sinal, pese embora de duplo sentido: para os portugueses, que era tempo de defender, paradoxalmente, na zona do campo onde tem revelado maiores dificuldades; para o Besiktas, um verdadeiro convite ao derradeiro “assalto”, instalando-se de forma permanente nas imediações da grande área contrária.

E, quando Ricardo Quaresma, na conversão de uma grande penalidade- resultante de um erro capital da defesa, com Lindelöf a abordar o lance com os braços abertos, não evitando o contacto com a bola -, já dentro dos dez minutos finais da partida, reduziu para a desvantagem mínima, desde logo se receou o pior… que acabaria por vir a confirmar-se praticamente no derradeiro minuto.

Repetia-se o “filme” que fora já “exibido” no Estádio da Luz, com o Benfica a deixar escapar duas vitórias que parecia ter “na mão”, o que poderá ter custos elevadíssimos.

Passando de uma posição em que chegou a ter, durante largo período, o apuramento “garantido”, ao ceder a igualdade, o Benfica – não obstante continue a depender de si próprio – enfrenta agora uma partida final, quase que “a eliminar”, ante o Napoli, caso o Besiktas vença na Ucrânia. O cenário será bem mais favorável caso a formação turca não consiga vencer, o que, desde logo, qualificará portugueses e italianos para os 1/8 de final da Liga dos Campeões.

23 Novembro, 2016 at 8:37 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – D. Kiev

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Luisão, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, Eduardo Salvio, Pizzi, Ljubomir Fejsa (59m – Andreas Samaris), Franco Cervi, Gonçalo Guedes (87m – André Almeida) e Kostas Mitroglou (70m – Raúl Jiménez)

D. Kiev – Artur Rudko, Mykola Morozyuk, Yevhen Khacheridi, Domagoj Vida, Yevhen Makarenko, Viktor Tsygankov (61m – Artem Besedin), Serhiy Sydorchuk (76m – Pavlo Orikhovskiy), Serhiy Rybalka, Vitaliy Buyalskiy (87m – Artem Gromov), Derlis González e Júnior Moraes

1-0 – Eduardo Salvio (pen.) – 45m

Cartões amarelos – Samaris (79m); Derlis González (11m), Mykola Morozyuk (15m), Yevhen Makarenko (44m), Domagoj Vida (45m), Serhiy Rybalka (56m) e Yevhen Khacheridi (90m)

Árbitro – Clément Turpin (França)

Com a “embalagem” adquirida na sequência do triunfo alcançado em Kiev, o Benfica bisou a vitória, porventura com mais dificuldade do que poderia esperar-se.

De facto, embora tendo assumido, desde início, a iniciativa do jogo, a equipa portuguesa sentiu, desta feita, mais dificuldades em contornar o bloco defensivo da turma ucraniana, adoptando uma estratégia de defesa “alta”, fazendo concentrar o jogo a meio-campo.

O Benfica apenas conseguiria desbloquear por via de uma grande penalidade (tal como sucedera na Ucrânia, com Salvio a não dar hipótese de defesa ao guardião contrário), já em período de compensação do primeiro tempo.

E acabaria mesmo por ser nas grandes penalidades que se decidiria este jogo, com Ederson Moraes, com excelente intervenção, a evitar que o D. Kiev restabelecesse a igualdade, quando, aos 68 minutos, beneficiou também de um castigo máximo, mas que desaproveitaria.

Antes, já Gonçalo Guedes vira os postes da baliza contrária negar, por duas vezes, o que teria sido o segundo tento dos “encarnados”. Pouco depois, saíra de campo, lesionado, Fejsa, o que provocaria dificuldades acrescidas no controlo de jogo por parte da equipa portuguesa, que só voltaria a estabilizar na fase final do desafio.

De qualquer forma, um resultado que proporciona ao Benfica ascender à liderança partilhada do seu Grupo (a par do Napoli), com boas perspectivas de poder vir a alcançar o apuramento, pese embora o grande equilíbrio que vem caracterizando a disputa entre os três primeiros classificados, com o surpreendente Besiktas, somente um ponto abaixo.

Ainda com duas rondas por disputar, garantida ficou desde já, no pior dos cenários, a continuidade nas competições europeias desta temporada, no mínimo, por via da transição para a Liga Europa.

1 Novembro, 2016 at 10:37 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – D. Kiev – Benfica

D. Kiev – Artur Rudko, Danilo Silva, Yevhen Khacheridi, Domagoj Vida, Antunes, Andriy Yarmolenko, Serhiy Sydorchuk (80m – Olexandr Gladkiy), Nikita Korzun, Valeriy Fedorchuk (56m – Vitaliy Buyalskiy), Derlis González (71m – Viktor Tsygankov) e Júnior Moraes

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Luisão, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, Eduardo Salvio, Pizzi, Ljubomir Fejsa, Franco Cervi (83m – Guillermo Celis), Gonçalo Guedes (90m – Eliseu) e Kostas Mitroglou (71m – Raúl Jiménez)

0-1 – Eduardo Salvio (pen.) – 9m
0-2 – Franco Cervi – 55m

Cartões amarelos – Nikita Korzun (34m); Kostas Mitroglou (45m)

Árbitro – David Fernández Borbalán (Espanha)

Depois do “passo em falso” das duas rondas iniciais da competição, o Benfica foi esta noite arrancar uma determinante vitória ao terreno do D. Kiev – à partida o mais directo adversário na disputa pelo acesso aos 1/8 de final da Liga dos Campeões.

Adquirindo vantagem desde cedo, com um tento logo aos nove minutos, na sequência da conversão de uma grande penalidade, por Salvio, o Benfica teve então a possibilidade de actuar de forma concentrada, minimizando os riscos, controlando, em termos gerais, o jogo.

Beneficiou ainda da sua eficácia em termos de colectivo, sobretudo nas transições ofensivas, para sentenciar o desfecho do jogo, curiosamente à passagem do décimo minuto do segundo tempo, por Cervi, à “segunda tentativa”, ao passo que a equipa ucraniana desperdiçava as ocasiões de perigo criadas, também com realce para a exibição de Ederson Moraes e um corte providencial de Grimaldo.

Um triunfo alcançado com alguma felicidade, mas que se justifica pela forma como ambas as formações se apresentaram em campo, abrindo novas perspectivas à equipa portuguesa, sobretudo se conseguir voltar a superar este mesmo adversário, já na próxima jornada, em Lisboa.

19 Outubro, 2016 at 9:35 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Napoli – Benfica

Napoli – Pepe Reina, Elseid Hysaj, Raúl Albiol (11m – Nikola Maksimović), Kalidou Koulibaly, Faouzi Ghoulam, Allan, Jorginho, José Callejón (70m – Lorenzo Insigne), Marek Hamšík, Dries Mertens (82m – Emanuele Giaccherini) e Arkadiusz Milik

BenficaBenfica – Júlio César, André Almeida, Lisandro López, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, Nélson Semedo, André Horta (56m – Eduardo Salvio), Ljubomir Fejsa (82m – José Gomes), Pizzi, André Carrillo (67m – Gonçalo Guedes) e Kostas Mitroglou

1-0 – Marek Hamšík – 20m
2-0 – Dries Mertens – 51m
3-0 – Arkadiusz Milik (pen.) – 54m
4-0 – Dries Mertens – 58m
4-1 – Gonçalo Guedes – 70m
4-2 – Eduardo Salvio – 86m

Cartões amarelos – Pepe Reina (86m); Lisandro López (50m), Júlio César (53m), Carrillo (65m) e Fejsa (76m)

Árbitro – Felix Brych (Alemanha)

Após o “passo em falso” da ronda inicial, o Benfica enfrentava o mais difícil desafio, perante o opositor teoricamente mais cotado do Grupo, e em terreno alheio.

Não obstante, entrando bem no jogo, pertenceriam mesmo à equipa portuguesa as primeiras boas ocasiões de golo, porém não concretizadas.

A piorar as coisas, depois das falhas ofensivas, o acumular de sucessivos erros defensivos, começando, logo aos 20 minutos, com o primeiro tento sofrido, na sequência de um canto, com Hamšík a beneficiar da excessiva liberdade que lhe foi concedida, para se antecipar à defesa, desviando a bola, de cabeça, para a baliza.

A formação lusa acusou o golo sofrido, tendo demorado a recompor-se, de forma a que pudesse, de alguma forma, chamar a si o controlo do jogo.

Depois de chegar ao intervalo com a desvantagem mínima, tudo se desmoronaria, com outros três golos sofridos num curtíssimo espaço de sete minutos, na sequência de um livre, de uma grande penalidade e, por fim, de uma comprometedora falha do guardião benfiquista – curiosamente, escolhido para este jogo pelo seu traquejo internacional, e conhecimento do futebol italiano, onde militou vários (sete) anos, ao serviço do Inter (sagrando-se penta-campeão).

Ainda com mais de meia hora para jogar, chegou então a recear-se o avolumar do resultado para números nada dignificantes, dado o desnorte que o grupo parecia atravessar.

Contudo, beneficiando de alguma natural baixa de intensidade e concentração do adversário, aproveitando então da melhor forma as oportunidades criadas, o Benfica apontaria ainda dois golos, reduzindo o desfecho final a uma mais tolerável marca de 2-4 (na deslocação anterior a Nápoles, tinha perdido por 2-3).

Em síntese, uma noite bastante negativa, com a equipa a ser fortemente penalizada pelos diversos erros individuais cometidos, sem que o conjunto tivesse revelado a necessária coesão para contrariar este poderoso adversário.

A decisão do posicionamento no Grupo fica reservada para o duplo confronto com o D. Kiev…

28 Setembro, 2016 at 9:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Beşiktaş

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Lisandro López, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, André Horta, Ljubomir Fejsa (89m – Guillermo Celis), Eduardo Salvio, Franco Cervi (70m – Andreas Samaris), Pizzi e Gonçalo Guedes

BeşiktaşBeşiktaş – Tolga Zengin, Andreas Beck, Marcelo, Duško Tošić, Adriano (63m – Cenk Tosun), Gökhan Inler, Atiba Hutchinson, Ricardo Quaresma, Oğuzhan Özyakup (45m – Anderson Talisca), Caner Erkin e Vincent Aboubakar (81m – Olcay Şahan)

1-0 – Franco Cervi – 12m
1-1 – Anderson Talisca – 90m

Cartões amarelos – Andreas Samaris (78m) e Eduardo Salvio (87m); Caner Erkin (87m) e Andreas Beck (88m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Iniciando esta fase de grupos da Liga dos Campeões, recebendo, teoricamente, o concorrente menos difícil, o Benfica acabaria por vir a ser penalizado, já em período de descontos, deixando escapar uma vitória que tão importante poderia vir a revelar-se nas contas finais.

Privada de uma série de elementos fulcrais, quer na defesa, mas, sobretudo, na dianteira (nomeadamente com as forçadas ausências de Jardel, Rafa, Jiménez, Mitroglou e Jonas), a equipa portuguesa teve de recorrer a Franco Cervi e Gonçalo Guedes como homens mais adiantados no terreno.

Não obstante, a boa exibição de Fejsa e André Horta, a pautar o jogo a meio-campo, proporcionaram ao Benfica um absoluto controlo das operações, com sucessivas recuperações de bola a originar investidas para o ataque, rapidamente premiadas com o golo, obtido logo aos 12 minutos, por Cervi, muito oportuno, a antecipar-se à defesa, na recarga a uma defesa incompleta de Zengin a um primeiro remate de Salvio, bem desmarcado por André Horta.

Esta vantagem alcançada ainda numa fase inicial do encontro tranquilizou e motivou os jogadores benfiquistas, que beneficiariam então da possibilidade de procurar explorar rápidos lances de contra-ataque, em situações de superioridade numérica que, caso tivessem sido mais bem aproveitadas, poderiam ter possibilitado o ampliar da vantagem… e o consolidar do triunfo.

Para a segunda parte, a equipa turca fez entrar em campo o emprestado Anderson Talisca, a par de alterações tácticas de posicionamento, com Quaresma mais activo. Subindo gradualmente de rendimento, o Beşiktaş começaria a ameaçar, forçando Ederson Moraes a excelentes intervenções, a negar o tento do empate.

Ao invés, o sinal dado pelo Benfica era, nesta fase final, o de procurar a contenção, com a entrada de Andreas Samaris para reforço do meio-campo defensivo. Ainda assim, poderia ter “matado” o jogo, caso Gonçalo Guedes tivesse materializado em golo uma soberana oportunidade de que dispôs, isolado face ao guardião contrário, mas permitindo-lhe uma defesa “in-extremis”, com os pés.

Já numa fase em que geria as substituições (Fejsa saíra aos 89 minutos, por troca com Celis, e José Gomes preparava-se para entrar, em cima do minuto 90) – a culminar uma prestação algo desequilibrada do Benfica, entre as duas partes do jogo -, uma falta cometida próxima da área daria o melhor pretexto para Talisca se “vingar”, não perdoando, rematando sem apelo, na cobrança do livre, convertendo-o em golo, que retirava os tais dois pontos de uma vitória que parecia adquirida…

13 Setembro, 2016 at 9:40 pm Deixe um comentário

Benfica / FC Porto / Sporting – Títulos

7 Agosto, 2016 at 11:18 pm Deixe um comentário

Taça de Portugal – Palmarés

           Vencedor Finalista  Épocas (Vencedor / Finalista)

Benfica        25      10   1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49;
                            1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55;
                            1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64;
                            1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80;
                            1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86;
                            1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04;
                            2013-14
                            1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71;
                            1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97;
                            2004-05; 2012-13
FC Porto       16      13   1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77;
                            1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94;
                            1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03;
                            2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11
                            1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64;
                            1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83;
                            1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08;
                            2015-16
Sporting       16      11   1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48;
                            1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73;
                            1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95;
                            2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15
                            1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70;
                            1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94;
                            1995-96; 1999-00; 2011-12
Boavista        5       1   1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92;
                            1996-97/ 1992-93
V. Setúbal      3       7   1964-65; 1966-67; 2004-05
                            1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66
                            1967-68; 1972-73; 2005-06
Belenenses      3       5   1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40
                            1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07
Braga           2       4   1965-66; 2015-16
                            1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15
Académica       2       3   1938-39; 2011-12
                            1950-51; 1966-67; 1968-69
V. Guimarães    1       5   2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76;
                            1987-88; 2010-11
Leixões         1       1   1960-61/ 2001-02
Beira-Mar       1       1   1998-99/ 1990-91
E. Amadora      1       -   1989-90
Atlético        -       2   1945-46; 1948-49
Marítimo        -       2   1994-95; 2000-01
Rio Ave         -       2   1983-84; 2013-14
Estoril         -       1   1943-44
Olhanense       -       1   1944-45
Torreense       -       1   1955-56
Covilhã         -       1   1956-57
Farense         -       1   1989-90
Campomaiorense  -       1   1998-99
U. Leiria       -       1   2002-03
Paços Ferreira  -       1   2008-09
Chaves          -       1   2009-10

22 Maio, 2016 at 7:06 pm Deixe um comentário

Finais da Taça de Portugal

Edição     Época     Vencedor     Finalista
LXXVI    2015-2016   Sp. Braga    FC Porto        2-2 (4-2 g.p.)
LXXV     2014-2015   Sporting     Sp. Braga       2-2 (3-1 g.p.)
LXXIV    2013-2014   Benfica      Rio Ave         1-0
LXXIII   2012-2013   V. Guimarães Benfica         2-1
LXXII    2011-2012   Académica    Sporting        1-0
LXXI     2010-2011   FC Porto     V. Guimarães    6-2
LXX      2009-2010   FC Porto     Chaves          2-1
LXIX     2008-2009   FC Porto     Paços Ferreira  1-0
LXVIII   2007-2008   Sporting     FC Porto        2-0
LXVII    2006-2007   Sporting     Belenenses      1-0
LXVI     2005-2006   FC Porto     Setúbal         1-0
LXV      2004-2005   Setúbal      Benfica         2-1
LXIV     2003-2004   Benfica      FC Porto        2-1
LXIII    2002-2003   FC Porto     U. Leiria       1-0
LXII     2001-2002   Sporting     Leixões         1-0
LXI      2000-2001   FC Porto     Marítimo        2-0
LX       1999-2000   FC Porto     Sporting        1-1   2-0
LIX      1998-1999   Beira-Mar    Campomaiorense  1-0
LVIII    1997-1998   FC Porto     Sp. Braga       3-1
LVII     1996-1997   Boavista     Benfica         3-2
LVI      1995-1996   Benfica      Sporting        3-1
LV       1994-1995   Sporting     Marítimo        2-0
LIV      1993-1994   FC Porto     Sporting        0-0   2-1
LIII     1992-1993   Benfica      Boavista        5-2
LII      1991-1992   Boavista     FC Porto        2-1
LI       1990-1991   FC Porto     Beira-Mar       3-1
L        1989-1990   E. Amadora   Farense         1-1   2-0
XLIX     1988-1989   Belenenses   Benfica         2-1
XLVIII   1987-1988   FC Porto     V. Guimarães    1-0
XLVII    1986-1987   Benfica      Sporting        2-1
XLVI     1985-1986   Benfica      Belenenses      2-0
XLV      1984-1985   Benfica      FC Porto        3-1
XLIV     1983-1984   FC Porto     Rio Ave         4-1
XLIII    1982-1983   Benfica      FC Porto        1-0
XLII     1981-1982   Sporting     Sp. Braga       4-0
XLI      1980-1981   Benfica      FC Porto        3-1
XL       1979-1980   Benfica      FC Porto        1-0
XXXIX    1978-1979   Boavista     Sporting        1-1   1-0
XXXVIII  1977-1978   Sporting     FC Porto        1-1   2-1
XXXVII   1976-1977   FC Porto     Sp. Braga       1-0
XXXVI    1975-1976   Boavista     V. Guimarães    2-1
XXXV     1974-1975   Boavista     Benfica         2-1
XXXIV    1973-1974   Sporting     Benfica         2-1
XXXIII   1972-1973   Sporting     V. Setúbal      3-2
XXXII    1971-1972   Benfica      Sporting        3-2
XXXI     1970-1971   Sporting     Benfica         4-1
XXX      1969-1970   Benfica      Sporting        3-1
XXIX     1968-1969   Benfica      Académica       2-1
XXVIII   1967-1968   FC Porto     V. Setúbal      2-1
XXVII    1966-1967   V. Setúbal   Académica       3-2
XXVI     1965-1966   Sp. Braga    V. Setúbal      1-0
XXV      1964-1965   V. Setúbal   Benfica         3-1
XXIV     1963-1964   Benfica      FC Porto        6-2
XXIII    1962-1963   Sporting     V. Guimarães    4-0
XXII     1961-1962   Benfica      V. Setúbal      3-0
XXI      1960-1961   Leixões      FC Porto        2-0
XX       1959-1960   Belenenses   Sporting        2-1
XIX      1958-1959   Benfica      FC Porto        1-0
XVIII    1957-1958   FC Porto     Benfica         1-0
XVII     1956-1957   Benfica      Sp. Covilhã     3-1
XVI      1955-1956   FC Porto     Torreense       2-0
XV       1954-1955   Benfica      Sporting        2-1
XIV      1953-1954   Sporting     V. Setúbal      3-2
XIII     1952-1953   Benfica      FC Porto        5-0
XII      1951-1952   Benfica      Sporting        5-4
XI       1950-1951   Benfica      Académica       5-1
X        1948-1949   Benfica      Atlético        2-1
IX       1947-1948   Sporting     Belenenses      3-1
VIII     1945-1946   Sporting     Atlético        4-2
VII      1944-1945   Sporting     Olhanense       1-0
VI       1943-1944   Benfica      Estoril         8-0
V        1942-1943   Benfica      V. Setúbal      5-1
IV       1941-1942   Belenenses   V. Guimarães    2-0
III      1940-1941   Sporting     Belenenses      4-1
II       1939-1940   Benfica      Belenenses      3-1
I        1938-1939   Académica    Benfica         4-3

22 Maio, 2016 at 7:04 pm Deixe um comentário

Benfica / FC Porto / Sporting – Títulos

20 Maio, 2016 at 10:02 pm Deixe um comentário

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