EURO 2016 – Grupo B – 1ª jornada – Inglaterra – Rússia

1-1
Joe Hart, Kyle Walker, Gary Cahill, Chris Smalling, Danny Rose, Dele Alli, Eric Dier, Wayne Rooney (78m – Jack Wilshere), Adam Lallana, Raheem Sterling (87m – James Milner) e Harry Kane
Igor Akinfeev, Igor Smolnikov, Sergei Ignashevich, Vasili Berezutski, Georgi Schennikov, Fedor Smolov (85m – Pavel Mamaev), Roman Neustädter (80m – Denis Glushakov), Aleksandr Golovin (77m – Roman Shirokov), Aleksandr Kokorin, Oleg Shatov e Artem Dzyuba
1-0 – Eric Dier – 73m
1-1 – Vasili Berezutski – 90m
“Melhor em campo” – Eric Dier
Amarelos – Gary Cahill (62m); Georgi Schennikov (72m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
Stade Vélodrome – Marseille (20h00)
Demasiado perdulária no primeiro tempo (tendo ainda desperdiçado, já na segunda metade, uma outra soberana oportunidade, negada pelo guardião russo, com excelente intervenção, ainda com ajuda da trave), a Inglaterra acabaria por chegar ao golo – que se pensou pudesse proporcionar-lhe a primeira vitória no jogo inaugural de um Europeu, na sua nona presença em fases finais – num livre soberbamente marcado por Eric Dier, desta feita sem hipótese para Akinfeev.
Porém, já em período de compensação, a Rússia viria a chegar ao empate, um desfecho penalizador para o melhor futebol dos ingleses.
EURO 2016 – Grupo B – 1ª jornada – País de Gales – Eslováquia

2-1
Danny Ward, James Chester, Ashley Williams, Ben Davies, Chris Gunter, Joe Allen, David Edwards (69m – Joe Ledley), Aaron Ramsey (88m – Jazz Richards), Neil Taylor, Jonathan Williams (71m – Hal Robson-Kanu) e Gareth Bale
Matúš Kozáčik, Peter Pekarík, Martin Škrtel, Ján Ďurica, Dušan Švento, Róbert Mak, Juraj Kucka, Patrik Hrošovský (60m – Ondrej Duda), Marek Hamšík, Vladimír Weiss (83m – Miroslav Stoch) e Michal Ďuriš (59m – Adam Nemec)
1-0 – Gareth Bale – 10m
1-1 – Ondrej Duda – 61m
2-1 – Hal Robson-Kanu – 81m
“Melhor em campo” – Joe Allen
Amarelos – Patrik Hrošovský (31m), Róbert Mak (78m), Vladimír Weiss (80m), Juraj Kucka (83m) e Martin Škrtel (90m)
Árbitro – Svein Oddvar Moen (Noruega)
Stade de Bordeaux – Bordeaux (17h00)
Num confronto entre dois outros estreantes em fases finais do Europeu, uma entrada “a todo o gás” da Eslováquia cedo seria contrariada por Gareth Bale, a concretizar da melhor forma um livre, apontado a considerável distância, dando à bola um efeito que ludibriou o guardião contrário.
A partir daí a equipa galesa organizou-se na defesa, dificultando a tarefa da selecção da Eslováquia, que, não obstante, veria as duas substituições, que efectuou praticamente em simultâneo, resultar, quase de imediato, no tento do empate, obtido por Duda, que entrara em campo no minuto precedente.
Mas, já no período final do desafio, seria ainda o País de Gales a retomar a situação de vantagem, acabando por alcançar um algo surpreendente triunfo.
EURO 2016 – Grupo A – 1ª jornada – Albânia – Suíça

0-1
Etrit Berisha, Elseid Hysaj, Mërgim Mavraj, Lorik Cana, Ansi Agolli, Amir Abrashi, Burim Kukeli, Taulant Xhaka (62m – Ergys Kaçe), Odise Roshi (74m – Sokol Cikalleshi), Armando Sadiku (82m – Shkelzen Gashi) e Ermir Lenjani
Yann Sommer, Stephan Lichtsteiner, Fabian Schär, Johan Djourou, Ricardo Rodriguez, Blerim Džemaili (76m – Fabian Frei), Valon Behrami, Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri (88m – Gelson Fernandes), Admir Mehmedi (62m – Breel Embolo) e Haris Seferović
0-1 – Fabian Schär – 5m
“Melhor em campo” – Xherdan Shaqiri
Amarelos – Lorik Cana (23m), E. Kaçe (63m), Burim Kukeli (89m) e Mërgim Mavraj (90m); Fabian Schär (14m) e Valon Behrami (66m)
Vermelho – Lorik Cana (36m)
Árbitro – Carlos Vellasco Carballo (Espanha)
Stade Bollaert-Delelis – Lens (14h00)
Na estreia absoluta da Albânia em fases finais de grandes competições, um jogo muito especial, com sete jogadores da selecção suíça com origens albanesas, seis jogadores da selecção albanesa nascidos na Suíça, dois irmãos (Taulant e Granit Xhaka) a defrontarem-se, o que sucede pela primeira vez na história do Campeonato da Europa, num desafio em que o país mais representado (local de nascimento de elementos de ambas as equipas) foi… o Kosovo!
Um jogo histórico que ficou marcado, em termos desportivos, por uma saída em falso do guardião albanês, a proporcionar a Schär, logo aos cinco minutos, numa boa antecipação, de cabeça, o que viria a ser o único tento da partida, com uma abnegada selecção albanesa, mesmo reduzida a dez desde muito cedo, a não abdicar da procura do golo, tendo inclusivamente desperdiçado ocasião soberana para empatar, já muito próximo do final.
EURO 2016 – Grupo A – 1ª jornada – França – Roménia

2-1
Hugo Lloris, Bacary Sagna, Adil Rami, Laurent Koscielny, Patrice Evra, Paul Pogba (77m – Anthony Martial), N’Golo Kanté, Blaise Matuidi, Antoine Griezmann (66m – Kingsley Coman), Olivier Giroud e Dimitri Payet (90m – Moussa Sissoko)
Ciprian Tătăruşanu, Cristian Săpunaru, Vlad Chiricheş, Dragoş Grigore, Răzvan Raţ, Nicolae Stanciu (72m – Alexandru Chipciu), Ovidiu Hoban, Mihai Pintilii, Adrian Popa (82m – Gabriel Torje), Florin Andone (61m – Denis Alibec) e Bogdan Stancu
1-0 – Olivier Giroud – 58m
1-1 – Bogdan Stancu (pen.) – 65m
2-1 – Dimitri Payet – 89m
“Melhor em campo” – Dimitri Payet
Amarelos – Olivier Giroud (69m); Vlad Chiricheş (32m), Răzvan Raţ (45m) e Adrian Popa (78m)
Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)
Stade de France – Paris (20h00)
No jogo de abertura do Campeonato da Europa, a selecção da “casa” a defrontar-se com bastantes dificuldades para vencer uma bem organizada selecção romena – que teve até a primeira grande oportunidade de marcar nesta fase final da competição -, acabando por chegar ao triunfo já à entrada do derradeiro minuto, colocando, não obstante, justiça no marcador, em face do que foi o volume ofensivo de cada uma das equipas em contenda, num encontro assinalado pela excelente exibição de Payet.
Liga dos Campeões – Final – Real Madrid – At. Madrid
Real Madrid – Keylor Navas, Daniel Carvajal (52m – Danilo), Sergio Ramos, Pepe, Marcelo, Casemiro, Luka Modrić, Toni Kroos (72m – Isco), Gareth Bale, Cristiano Ronaldo e Karim Benzema (77m – Lucas Vázquez)
At. Madrid – Jan Oblak, Juanfran, Stefan Savić, Diego Godín, Filipe Luís (109m – ), Saúl Ñíguez, Gabi, Augusto Fernández (45m – Yannick Ferreira Carrasco), Koke (116m – Thomas Partey), Antoine Griezmann e Fernando Torres
1-0 – Sergio Ramos – 15m
1-1 – Yannick Ferreira Carrasco – 79m
Desempate da marca de grande penalidade:
1-0 – Lucas Vázquez
1-1 – Antoine Griezmann
2-1 – Marcelo
2-2 – Gabi
3-2 – Gareth Bale
3-3 – Saúl Ñíguez
4-3 – Sergio Ramos
Juanfran rematou ao poste
5-3 – Cristiano Ronaldo
Cartões amarelos – Daniel Carvajal (11m), Keylor Navas (47m), Casemiro (79m), Sergio Ramos (90m), Danilo (93m) e Pepe (112m); Fernando Torres (61m) e Gabi (90m)
Árbitro – Mark Clattenburg (Inglaterra)
A “história não se repete”, reinventa-se…
Depois de, há dois anos, em Lisboa, as duas equipas de Madrid terem chegado ao final do tempo regulamentar empatadas a uma bola, a final desta noite teria precisamente o mesmo resultado, embora a trajectória do marcador, e do próprio jogo, tenha sido bem distinta da do confronto anterior.
Desta vez o prolongamento não seria decisivo, obrigando ao recurso ao desempate da marca de grande penalidade. Mas, no final, o desfecho seria, uma vez mais – pelo terceiro ano consecutivo, nos confrontos entre Real e Atlético de Madrid na Liga dos Campeões – o triunfo dos “merengues”.
O Real Madrid entrou bem mais afirmativo, dominador desde os minutos iniciais, remetendo a equipa “colchonera” para a sua zona defensiva, com Oblak a ser chamado a intervir logo aos 5 minutos, a defender um remate de Benzema.
Dada a toada de jogo, não surpreenderia o tento inaugural do desafio, a surgir logo à passagem do quarto de hora, com Sergio Ramos, na cara do guardião esloveno – em posição de fora de jogo -, a desviar subtilmente a bola para a baliza, na sequência de um cabeceamento de Bale, após livre apontado por Kroos.
Até final da primeira parte, o At. Madrid parecia incapaz de reagir, acusando sobremaneira o golo sofrido, pairando como uma sombra o desaire de Lisboa.
Para o segundo tempo, Simeone apostou em Yannick Ferreira Carrasco, o que se revelaria uma opção acertada. Logo no minuto inicial da etapa complementar, os “vermelho-e-brancos” beneficiariam de uma grande penalidade, por derrube de Pepe sobre Torres. Porém, na conversão, Griezmann, infeliz, acertaria, com estrondo, na trave.
Mais um duro revés, que poderia contribuir para agravar o desânimo da equipa. Mas, então, cerrando fileiras, o Atlético Madrid foi buscar forças onde elas pareciam escassear, intensificando a pressão sobre a área do Real. Savić não conseguiria concretizar uma oportunidade, para, à passagem da hora de jogo, ser Saúl a ameaçar o golo.
Em contra-ataque, o Real poderia ter sentenciado o jogo, também por duas ocasiões, primeiro com Oblak, aos 70 minutos, a salvar a sua equipa, negando o golo a Benzema, para, pouco depois, ser agora a vez de Savić evitar o golo, em cima da linha de baliza.
O tempo escoava-se rapidamente, quando, no minuto imediato, Yannick Ferreira Carrasco conseguiria colocar justiça no marcador, empatando a contenda, dando – já na pequena área – a melhor sequência a um potente centro de Juanfran, “a rasgar”, nas costas da defesa contrária. Melhor, passavam a ser os “colchoneros” a beneficiar do ascendente psicológico (e físico – com Bale e Modrić esgotados, e Cristiano Ronaldo, inegavelmente, longe da sua melhor condição física), com o Real, então, nos minutos derradeiros do tempo regulamentar, a limitar-se a defender, forçando o prolongamento.
Faltou então ao Atlético conseguir dar a “estocada final”; à medida que o prolongamento avançava, o fulgor ia, necessariamente, diminuindo, enquanto, em paralelo, o Real ia acreditando cada vez mais que era possível “aguentar” e levar a decisão para a marca dos “onze metros”.
No desempate da marca de grande penalidade – em que os “merengues” voltavam à “mó de cima”, não só por terem forçado tal situação, mas contando também com a estatística mais favorável ao seu guarda-redes, as duas equipas estariam praticamente perfeitas (pese embora o Real parecer sempre “em esforço”), sem que nenhum dos guardiões tivesse possibilidade de deter qualquer um dos dez remates.
Todavia, ao penúltimo pontapé, Juanfran seria excessivamente certeiro, colocando tanto a bola que ela embateria no poste; no derradeiro remate, Cristiano Ronaldo não perdoaria, proporcionando ao Real Madrid a conquista da “undécima” (e terceiro troféu da sua conta pessoal).
Infeliz, o Atlético de Madrid – depois de ter rematado um “penalty” à trave, e outro ao poste -, voltava a ser derrotado, perdendo a sua terceira final da Taça / Liga dos Campeões Europeus, sendo agora o clube com mais finais perdidas de entre os que não conseguiram ainda conquistar o troféu.
A lista de vencedores, nas 61 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada: Real Madrid, 11 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14 e 2015-16); AC Milan, 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07); Liverpool, 5 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84 e 2004-05); Bayern München, 5 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01 e 2012-13); Barcelona, 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15); Ajax, 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95); Inter, 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10); Manchester United, 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08); Benfica, 2 (1960-61 e 1961-62); Nottingham Forest, 2 (1978-79 e 1979-80); Juventus, 2 (1984-85 e 1995-96); FC Porto, 2 (1986-87 e 2003-04); Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); Borussia Dortmund (1996-97); e Chelsea (2011-12).
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Épocas (Vencedor / Finalista) Benfica 25 10 1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55; 1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64; 1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86; 1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04; 2013-14 1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71; 1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97; 2004-05; 2012-13 FC Porto 16 13 1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77; 1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94; 1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03; 2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11 1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64; 1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08; 2015-16 Sporting 16 11 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48; 1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73; 1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95; 2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15 1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70; 1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94; 1995-96; 1999-00; 2011-12 Boavista 5 1 1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92; 1996-97/ 1992-93 V. Setúbal 3 7 1964-65; 1966-67; 2004-05 1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66 1967-68; 1972-73; 2005-06 Belenenses 3 5 1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40 1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07 Braga 2 4 1965-66; 2015-16 1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15 Académica 2 3 1938-39; 2011-12 1950-51; 1966-67; 1968-69 V. Guimarães 1 5 2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76; 1987-88; 2010-11 Leixões 1 1 1960-61/ 2001-02 Beira-Mar 1 1 1998-99/ 1990-91 E. Amadora 1 - 1989-90 Atlético - 2 1945-46; 1948-49 Marítimo - 2 1994-95; 2000-01 Rio Ave - 2 1983-84; 2013-14 Estoril - 1 1943-44 Olhanense - 1 1944-45 Torreense - 1 1955-56 Covilhã - 1 1956-57 Farense - 1 1989-90 Campomaiorense - 1 1998-99 U. Leiria - 1 2002-03 Paços Ferreira - 1 2008-09 Chaves - 1 2009-10
Finais da Taça de Portugal
Edição Época Vencedor Finalista LXXVI 2015-2016 Sp. Braga FC Porto 2-2 (4-2 g.p.) LXXV 2014-2015 Sporting Sp. Braga 2-2 (3-1 g.p.) LXXIV 2013-2014 Benfica Rio Ave 1-0 LXXIII 2012-2013 V. Guimarães Benfica 2-1 LXXII 2011-2012 Académica Sporting 1-0 LXXI 2010-2011 FC Porto V. Guimarães 6-2 LXX 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 LXIX 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 LXVIII 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 LXVII 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 LXVI 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 LXV 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 LXIV 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 LXIII 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 LXII 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 LXI 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 LX 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 LIX 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 LVIII 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 LVII 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 LVI 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 LV 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 LIV 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 LIII 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 LII 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 LI 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 L 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 XLIX 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 XLVIII 1987-1988 FC Porto V. Guimarães 1-0 XLVII 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 XLVI 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 XLV 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 XLIV 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 XLIII 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 XLII 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 XLI 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 XL 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 XXXIX 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 XXXVIII 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 XXXVII 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 XXXVI 1975-1976 Boavista V. Guimarães 2-1 XXXV 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 XXXIV 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 XXXIII 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 XXXII 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 XXXI 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 XXX 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 XXIX 1968-1969 Benfica Académica 2-1 XXVIII 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 XXVII 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 XXVI 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 XXV 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 XXIV 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 XXIII 1962-1963 Sporting V. Guimarães 4-0 XXII 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 XXI 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 XX 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 XIX 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 XVIII 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 XVII 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 XVI 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 XV 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 XIV 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 XIII 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 XII 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 XI 1950-1951 Benfica Académica 5-1 X 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 IX 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 VIII 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 VII 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 VI 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 V 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 IV 1941-1942 Belenenses V. Guimarães 2-0 III 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 II 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 I 1938-1939 Académica Benfica 4-3
Liga Europa – Final – Liverpool – Sevilla
Na final da prova, hoje disputada em Basileia, o Sevilla obteve o seu terceiro troféu consecutivo na Liga Europa, ao ganhar ao Liverpool, por 3-1 (dois golos de Coke, e o primeiro de Kevin Gameiro) – depois de ter chegado ao intervalo em desvantagem, devido a um tento de Sturridge.
Uma partida que, tal como sucedido na final de há dois anos (contra o Benfica), fica lamentavelmente marcada pelas falhas de arbitragem, com a equipa inglesa a reclamar igualmente três grandes penalidades, todas elas no primeiro tempo.
O clube andaluz eleva assim para um total de cinco os triunfos na competição (todos eles conquistados nos últimos onze anos!), de que é recordista. Paralelamente, o Sevilla volta a garantir também o apuramento para a fase de Grupos da Liga dos Campeões da próxima temporada.
No Palmarés da prova, após as sete edições já disputadas sob o formato de Liga Europa, são os seguintes os vencedores: Sevilla (2014, 2015 e 2016), Chelsea (2013), At. Madrid (2010 e 2012) e FC Porto (2011).
Nas 51 edições anteriores, com a designação de Taça Cidade das Feiras (até 1971) e de Taça UEFA (de 1972 a 2009), foram vencedores: Valencia (1962, 1963 e 2004), Liverpool (1973, 1976 e 2001), Inter (1991, 1994 e 1998), Juventus (1977, 1990 e 1993) e Barcelona (1958, 1960 e 1966), com três títulos cada; Sevilla (2006 e 2007), Feyenoord (1974 e 2002), Parma (1995 e 1999), Goteborg (1982 e 1987), Real Madrid (1985 e 1986), Tottenham (1972 e 1984), Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979) e Leeds (1968 e 1971), cada um com dois troféus; Shakhtar Donetsk (2009), Zenit St. Petersburg (2008), CSKA Moscovo (2005), FC Porto (2003), Galatasaray (2000), Schalke 04 (1997), Bayern München (1996), Ajax (1992), Napoli (1989), Bayer Leverkusen (1988), Anderlecht (1983), Ipswich Town (1981), E. Frankfurt (1980), PSV Eindhoven (1978), Arsenal (1970), Newcastle (1969), D. Zagreb (1967), Ferencvaros (1965), Zaragoza (1964) e Roma (1961).
Convocados para o Europeu 2016
Guarda-redes – Rui Patrício (Sporting), Anthony Lopes (Lyon) e Eduardo (Dínamo Zagreb)
Defesas – Vieirinha (Wolfsburg), Cédric (Southampton), Pepe (Real Madrid), Ricardo Carvalho (Mónaco), Bruno Alves (Fenerbahçe), José Fonte (Southampton), Eliseu (Benfica) e Raphael Guerreiro (Lorient)
Médios – William Carvalho (Sporting), Danilo Pereira (FC Porto), João Moutinho (Mónaco), Renato Sanches (Benfica), Adrien Silva (Sporting), André Gomes (Valência) e João Mário (Sporting)
Avançados – Rafa Silva (Sp. Braga), Ricardo Quaresma (Besiktas), Nani (Fenerbahçe), Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e Éder (Lille)
O seleccionador nacional Fernando Santos anunciou esta noite o nome dos 23 jogadores convocados para a Fase Final do Campeonato da Europa de Futebol, a disputar em França, a partir do próximo dia 10 de Junho.
Em relação à anterior competição (Mundial 2014), verifica-se uma significativa remodelação, com a entrada de 12 jogadores: Anthony Lopes, Cédric, Ricardo Carvalho (um regresso), José Fonte, Eliseu, Raphael Guerreiro, Danilo Pereira, Renato Sanches, Adrien Silva, André Gomes, João Mário e Ricardo Quaresma (outro regresso). Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados: Beto, André Almeida, Fábio Coentrão (lesionado), João Pereira, Luís Neto, Ricardo Costa, Miguel Veloso, Raul Meireles, Rúben Amorim, Hélder Postiga, Hugo Almeida e Silvestre Varela.
Comparando com o Europeu de há quatro anos, na Polónia e Ucrânia, mantêm-se apenas os seguintes oito: os guardiões Rui Patrício e Eduardo, Pepe, Bruno Alves, João Moutinho, Ricardo Quaresma, Nani e Cristiano Ronaldo
Na convocatória hoje anunciada, o tri-campeão nacional, Benfica, conta com apenas dois jogadores, enquanto o Sporting apresenta quatro, tendo sido seleccionado somente um jogador do FC Porto e outro do Sp. Braga. Há portanto um contingente de 15 elementos a actuar em clubes estrangeiros – à semelhança do verificado na convocatória anterior -, com destaque para Real Madrid, Mónaco, Fenerbahçe e Southampton (cada um com dois representantes).
Para além dos jogadores que participaram no Mundial e que não constam agora da convocatória, destacam-se as ausências de Tiago (recém-regressado à competição, após longo período de paragem por lesão), Bernardo Silva e Danny (ambos lesionados) e Pizzi.




