Liga Europa – Sorteio dos 1/16 de Final

Wolverhampton – Espanyol
Sporting – Istanbul Başakşehir
Getafe – Ajax
Bayer Leverkusen – FC Porto
København – Celtic
APOEL – Basel
CFR Cluj – Sevilla
Olympiakos – Arsenal
AZ Alkmaar – LASK Linz
Brugge – Manchester United
Ludogorets – Inter
E. Frankfurt – RB Salzburg
Shakhtar Donetsk – Benfica
Wolfsburg – Malmö
Roma – Gent
Rangers – Sp. Braga

Os jogos da primeira mão serão disputados a 20 de Fevereiro de 2020, estando a segunda mão agendada para 27 de Fevereiro.

16 Dezembro, 2019 at 1:29 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 de Final

B. Dortmund – Paris St.-Germain
Real Madrid – Manchester City
Atalanta – Valencia
At. Madrid – Liverpool
Chelsea – Bayern
Lyon – Juventus
Tottenham – RB Leipzig
Napoli – Barcelona

Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 18, 19, 25 e 26 de Fevereiro de 2020. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 10, 11, 17 e 18 de Março.

16 Dezembro, 2019 at 12:21 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 13ª Jornada

O pulsar do campeonato - 2019-20 - 13jornada

(“O Templário”, 12.12.2019)

Tendo os actuais cinco primeiros classificados vencido os respectivos desafios – acentuando ainda mais o fosso que os separa de praticamente todos os restantes concorrentes (à excepção de Cartaxo e Mação) –, precisamente, a derrota sofrida pelo Cartaxo em Tomar resulta no irremediável afastamento do lugar de topo da tabela de um clube que, à partida, se assumia como um dos principais candidatos ao título, isto numa ronda em que o Mação esteve em particular evidência, igualando a maior goleada do campeonato (8-1).

Destaques – O primeiro destaque da 13.ª jornada vai, uma vez mais, para o U. Tomar, que prossegue o seu notável percurso nesta temporada, tendo somado a 11.ª vitória (oitava sucessiva perante os clubes posicionados atrás de si), impondo-se, desta feita por tangencial 1-0, a uma valorosa equipa do Cartaxo, que jogava a sua derradeira “cartada” em ordem a poder manter ainda algumas aspirações.

Após uma primeira metade repartida, no recomeço da partida os unionistas surgiriam determinados a ir em busca dos três pontos, tendo porfiado na iniciativa atacante, mas, perante uma forte oposição, apenas ao cair do pano, e na conversão de uma grande penalidade, conseguiriam chegar ao tão almejado golo que lhes viria a proporcionar ter êxito nos seus intentos.

Foi o 23.º tento apontado pelo jovem Tiago Vieira ao serviço do clube – mantendo a liderança dos melhores marcadores do campeonato na presente temporada, somando já dez golos –, igualando assim o registo de nomes históricos, como Totói ou Tito – por curiosidade, ambos protagonistas em homenagem a este último (grande figura do futebol português, tendo-se notabilizado especialmente com a camisola do V. Guimarães), promovida pelos veteranos do União no passado fim-de-semana, num encontro com as “velhas guardas” do Vitória.

Uma equipa do Mação que se mostra agora bem mais consolidada – pese embora já sem possibilidades de almejar a reconquista do título – goleou o Ferreira do Zêzere por 8-1, uma marca improvável, que terá resultado de um “dia não” dos ferreirenses, em conjugação com um bom aproveitamento das oportunidades de golo por parte dos maçaenses.

Também o Coruchense segue a bom ritmo, averbando o seu quinto triunfo consecutivo, tendo ido ganhar a Rio Maior – agora a atravessar fase negativa – por categórico “placard” de 4-1, continuando, desta forma, a pressionar os dois da frente da pauta classificativa, reiterando as suas pretensões, fazendo notar de forma bem clara que não abdicou ainda de poder chegar mais acima.

Quem continua a merecer igualmente nota de particular realce é o Fazendense, a realizar excelente campanha, isolando-se no 5.º posto, afinal, apenas quatro pontos abaixo do emblema do Sorraia. Desta vez, actuando no seu reduto, impôs um convincente 3-0 ao Torres Novas.

Surpresa – Não se pode considerar que tenha sido uma grande surpresa – atendendo inclusivamente ao desempenho que tem tido, esta época, extra-muros –, mas não seria o desfecho mais previsível, a vitória averbada pelo Amiense em Samora Correia (1-0), a conseguir assim rectificar as perdas pontuais sofridas em casa, igualando o Torres Novas na 8.ª posição, ambos com o dobro dos pontos (16 face a 8) em relação à “linha de água”.

Confirmações – Nos restantes desafios, U. Almeirim e Abrantes e Benfica confirmaram o favoritismo que lhes era creditado, enfrentando os dois clubes que repartem agora a condição de “lanterna vermelha”, tendo vencido ambos por 2-0, respectivamente no Pego (no que constitui já a 13.ª vitória consecutiva dos almeirinenses, já a ameaçar o registo de 16 triunfos sucessivos do Fátima, obtido nas 16 últimas jornadas da época de 2015-16) e na recepção ao Riachense.

Quanto ao Moçarriense, defrontando um adversário directo na luta pela manutenção, não desperdiçou a oportunidade de estancar a negativa série de seis desaires, ganhando à formação da Glória do Ribatejo, mercê de um solitário tento, o suficiente para dar um pequeno pulo na pauta classificativa, superando aqueles dois concorrentes e igualando o Rio Maior no 13.º lugar.

II Divisão Distrital – A Norte, numa “cimeira de líderes”, o Alcanenense fez valer a sua posição de comandante, e a condição de visitante, batendo o Tramagal por 3-1, voltando a destacar-se. Por seu lado, o Entroncamento, ganhando em Tomar, à equipa “B” do União, por 4-2, fez uma boa operação no sentido de poder vir a ser, no final, um dos três clubes apurados para a fase final.

A Sul, o Pontével, ganhando por 1-0 ao Porto Alto, aproveitou a “folga” do Marinhais para se isolar na liderança, sendo de notar também o triunfo do Benavente (3-0) no Espinheiro.

Campeonato de Portugal – Fátima e U. Santarém voltaram a ter uma semana positiva, conquistando pontos em terreno alheio: os fatimenses, tendo ido ganhar a Anadia por 2-0, repartem agora a 3.ª posição com o Sertanense, continuando a dois pontos do Beira-Mar (2.º); os escalabitanos registaram um nulo na Marinha Grande, ante o Marinhense, mantendo o 12.º posto.

Antevisão – Na próxima jornada do escalão principal do futebol distrital – última do ano de 2019 – o jogo grande será o que opõe o 3.º e 2.º classificados, com o Coruchense a receber o U. Tomar, num embate de desfecho imprevisível, em que nenhuma das equipas poderá perder, sob pena de ver afastar-se definitivamente o líder, U. Almeirim, o qual beneficia de total favoritismo na partida que disputará, recebendo a visita do Moçarriense. Outras partidas de interesse serão, nomeadamente, o Amiense-Mação e o Riachense-Fazendense.

Na II Divisão, salientam-se os seguintes encontros: U. Atalaiense-Alcanenense, Ortiga-U. Tomar “B”, Goleganense-Forense e, em especial, o Marinhais-Pontével, que coloca frente-a-frente os dois primeiros classificados da “Série B”.

No Campeonato de Portugal, está também agendado um aliciante confronto entre Fátima e o histórico Beira-Mar, com os fatimenses, em caso de vitória, a poder “catapultar-se” para os lugares de acesso ao “play-off” de apuramento de Campeão. Por seu lado, o U. Santarém, jogando também em casa, recebe o Oleiros, um adversário difícil, que ocupa muito meritório 5.º lugar.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 12 de Dezembro de 2019)

15 Dezembro, 2019 at 11:00 am Deixe um comentário

Tiago Rodrigues – “Prémio Pessoa” 2019

Tiago Rodrigues, de 42 anos, actor, dramaturgo, encenador e produtor (actualmente director artístico do Teatro Nacional D. Maria II), foi hoje distinguido com a 33.ª edição do “Prémio Pessoa“, no valor de 60 mil euros.

Nas edições anteriores do “Prémio Pessoa”, foram distinguidos:

2018 – Miguel Bastos Araújo (geógrafo)
2017 – Manuel Aires Mateus (arquitecto)
2016 – Frederico Lourenço (escritor)
2015 – Rui Chafes (escultor)
2014 – Henrique Leitão (investigador)
2013 – Maria Manuel Mota (investigadora)
2012 – Richard Zenith (investigador, escritor e tradutor)
2011 – Eduardo Lourenço (ensaísta e filósofo)
2010 – Maria do Carmo Fonseca (cientista)
2009 – D. Manuel Clemente (bispo)
2008 – Carrilho da Graça (arquitecto)
2007 – Irene Pimentel (historiadora e investigadora)
2006 – António Câmara (professor catedrático, empresário e investigador)
2005 – Luís Miguel Cintra (actor e encenador)
2004 – Mário Cláudio (escritor)
2003 – José Gomes Canotilho (constitucionalista)
2002 – Manuel Sobrinho Simões (investigador)
2001 – João Bénard da Costa (crítico e historiador de cinema)
2000 – Emmanuel Nunes (compositor)
1999 – Manuel Alegre (poeta) e José Manuel Rodrigues (fotógrafo)
1998 – Eduardo Souto de Moura (arquitecto)
1997 – José Cardoso Pires (escritor)
1996 – João Lobo Antunes (neurocirurgião)
1995 – Vasco Graça Moura (ensaísta)
1994 – Herberto Hélder (poeta)
1993 – Fernando Gil (filósofo)
1992 – Hannah e António Damásio (neurocientistas)
1991 – Cláudio Torres (arqueólogo)
1990 – Menez (pintora)
1989 – Maria João Pires (pianista)
1988 – António Ramos Rosa (poeta)
1987 – José Mattoso (historiador)

13 Dezembro, 2019 at 6:45 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 6ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
LASK Linz – Sporting – 3-0
PSV Eindhoven – Rosenborg – 1-1

1º LASK Linz, 13; 2º Sporting, 12; 3º PSV Eindhoven, 8; 4º Rosenborg, 1

Grupo F
Standard Liège – Arsenal – 2-2
E. Frankfurt – V. Guimarães – 2-3

1º Arsenal, 11; 2º E. Frankfurt, 9; 3º Standard Liège, 8; 4º V. Guimarães, 5

Grupo G
Rangers – Young Boys – 1-1
FC Porto – Feyenoord – 3-2

1º FC Porto, 10; 2º Rangers, 9; 3º  Young Boys, 8; 4º Feyenoord, 5

Grupo K
Wolverhampton – Beşiktaş – 4-0
Slovan Bratislava – Sp. Braga – 2-4

1º Sp. Braga, 14; 2º Wolverhampton, 13; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 3

Garantiram o apuramento para os 1/16 de final os seguintes clubes: Sevilla, APOEL, Malmö, København, Basel, Getafe, LASK Linz, Sporting, Celtic, CFR Cluj, Arsenal, E. Frankfurt, FC Porto, Rangers, Espanyol, Ludogorets, Gent, Wolfsburg, Istanbul Başakşehir, Roma, Sp. Braga, Wolverhampton, Manchester United e AZ Alkmaar.

A estes juntam-se as oito equipas que transitam da Liga dos Campeões: Brugge, Olympiakos, Shakhtar Donetsk, Bayer Leverkusen, RB Salzburg, Inter, Benfica e Ajax.

Em termos gerais, temos os seguintes contingentes principais, por países: Portugal, único país com 4 representantes; Alemanha, Espanha e Inglaterra (3 clubes cada),  Áustria, Bélgica, Escócia, Holanda e Itália (2).
(mais…)

12 Dezembro, 2019 at 10:58 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Paris St.-Germain – Galatasaray – 5-0
Brugge – Real Madrid – 1-3

1º Paris St.-Germain, 16; 2º Real Madrid, 11; 3º Brugge, 3; 4º Galatasaray, 2

Grupo B
Bayern – Tottenham – 3-1
Olympiakos – Crvena Zvezda – 1-0

1º Bayern, 18; 2º Tottenham, 10; 3º Olympiakos, 4; 4º Crvena Zvezda, 3

Grupo C
D. Zagreb – Manchester City – 1-4
Shakhtar Donetsk – Atalanta – 0-3

1º Manchester City, 14; 2º Atalanta, 7; 3º Shakhtar Donetsk, 6; 4º D. Zagreb, 5

Grupo D
Bayer Leverkusen – Juventus – 0-2
At. Madrid – Lokomotiv Moskva – 2-0

1º Juventus, 16; 2º At. Madrid, 10; 3º Bayer Leverkusen, 6; 4º Lokomotiv Moskva, 3

Grupo E
Napoli – Genk – 4-0
RB Salzburg – Liverpool – 0-2

1º Liverpool, 13; 2º Napoli, 12; 3º RB Salzburg, 7; 4º Genk, 1

Grupo F
B. Dortmund – Slavia Praha – 2-1
Inter – Barcelona – 1-2

1º Barcelona, 14; 2º B. Dortmund, 10; 3º Inter, 7; 4º Slavia Praha, 2

Grupo G
Lyon – RB Leipzig – 2-2
Benfica – Zenit – 3-0

1º RB Leipzig, 11; 2º Lyon, 8; 3º Benfica, 7; 4º Zenit, 7

Grupo H
Chelsea – Lille – 2-1
Ajax – Valencia – 0-1

1º Valencia, 11; 2º Chelsea, 11; 3º Ajax, 10; 4º Lille, 1

Garantiram o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões os seguintes clubes: Paris St.-Germain, Real Madrid, Bayern, Tottenham, Manchester City, Atalanta, Juventus, At. Madrid, Liverpool, Napoli, Barcelona, B. Dortmund, RB Leipzig, Lyon, Valencia e Chelsea.

Limitam-se, pois, somente a cinco os países que subsistem com representação na prova: Espanha e Inglaterra, cada qual com quatro clubes; Alemanha e Itália, com três; e França, com dois representantes.

Por seu lado, transitam para a Liga Europa: Brugge, Olympiakos, Shakhtar Donetsk, Bayer Leverkusen, RB Salzburg, Inter, Benfica e Ajax.

11 Dezembro, 2019 at 10:53 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (13) Barcelona – Inter

Barcelona Internazionale

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1958-60 TCF   1/4  Barcelona-Inter  4-0   Inter-Barcelona  2-4
1969-70 TCF   1/8  Barcelona-Inter  1-2   Inter-Barcelona  1-1
2002-03 LCE  Grupo Barcelona-Inter  3-0   Inter-Barcelona  0-0
2009-10 LCE  Grupo Inter-Barcelona  0-0   Barcelona-Inter  2-0
2009-10 LCE   1/2  Inter-Barcelona  3-1   Barcelona-Inter  1-0
2018-19 LCE  Grupo Barcelona-Inter  2-0   Inter-Barcelona  1-1
2019-20 LCE  Grupo Barcelona-Inter  2-1   Inter-Barcelona  1-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Barcelona - Internazionale         14    8    4    2   24 – 11

É uma história longa, já de 60 anos – tendo-se disputado, em Maio e em Setembro de 1959, os primeiros jogos entre ambos -, a da rivalidade entre entre estes dois colossos do futebol europeu, com o Barcelona, com dois triunfos (goleando na Catalunha, e somando um agregado de 8-2 na eliminatória), a avançar então para as meias-finais da segunda edição (1958-60) da Taça das Cidades com Feiras, troféu que viria a revalidar, após a vitória na estreia desta competição (1955-58).

Para além do claro domínio do Barcelona (oito vitórias a duas e um “score” global de 24-11), ressalta ainda o relativamente escasso número de golos marcados pelo Inter – tendo ficado “em branco” em metade dos 14 jogos realizados.

Anota-se também a particularidade de os dois clubes se terem enfrentado por quatro vezes na época de 2009-10, com o Inter – então sob o comando técnico de José Mourinho – a “rectificar” o balanço da fase de grupos, vencendo a eliminatória correspondente às meias-finais, antes de bater, na Final, no “Santiago Bernabéu”, em Madrid, o Bayern, para se sagrar Campeão Europeu pela 3.ª vez no seu historial.

Nessa eliminatória de boa memória para os nerazzurri, depois de vencer, em Milão, por 3-1 (numa partida arbitrada por Olegário Benquerença), tendo inclusivamente operado reviravolta no marcador, o Inter conseguiu, na 2.ª mão – reduzido a dez elementos durante mais de uma hora, por expulsão de Thiago Motta – aguentar o nulo em “Camp Nou” praticamente até aos cinco minutos finais, vindo a consentir um único golo, insuficiente para que o Barcelona (liderado por Pep Guardiola) evitasse ser afastado da prova.

Nas outras ocasiões em que se haviam encontrado na fase de grupos da Liga dos Campeões – em 2002-03 e, precisamente, na época passada -, o Inter alcançou as meias-finais no primeiro caso (eliminado pelo AC Milan, que viria a conquistar o troféu), quedando-se o Barcelona pelos 1/4 de final (superado pelo outro finalista, Juventus); na última temporada, o Inter não foi além dessa fase de grupos (3.º classificado, atrás do Barcelona e do Tottenham), enquanto os catalães veriam o seu percurso interrompido nas meias-finais (com a incrível goleada de 4-0 sofrida ante o actual Campeão Europeu, Liverpool, depois da vitória por 3-0, averbada na 1.ª mão).

Por capricho do sorteio, Barcelona e Inter reencontraram-se já na fase de grupos da presente época – a última vez, ontem mesmo -, repetindo os duelos do ano passado. O Inter praticamente entrou a ganhar em Camp Nou, onde, ao 5.º jogo aí disputado no âmbito da Liga dos Campeões, marcou pela primeira vez, mas não conseguiria evitar a reviravolta no marcador por parte do Barcelona. A repetição da vitória do Barcelona, em Milão, traduziu-se no afastamento do clube italiano da Liga dos Campeões, superado pelos catalães e pelo Borussia Dortmund.

11 Dezembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 6ª jornada – Benfica – Zenit

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi”, Adel Taarabt, Gabriel Pires (81m – Andreas Samaris), Franco Cervi (81m – Haris Seferović), Francisco “Chiquinho” Machado e Carlos Vinícius (89m – Caio Lucas)

Zenit S. PetersburgoZenit S. Petersburgo – Mikhail Kerzhakov, Yordan Osorio, Branislav Ivanović, Douglas Santos, Vyacheslav Karavaev, Aleksandr Erokhin (66m – Aleksei Sutormin), Wílmar Barrios, Magomed Ozdoev (60m – Igor Smolnikov), Oleg Shatov (89m – Róbert Mak), Sardar Azmoun e Artem Dzyuba

1-0 – Franco Cervi – 47m
2-0 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 60m
3-0 – Sardar Azmoun (p.b.) – 79m

Cartões amarelos – Gabriel Pires (19m); Douglas Santos (17m), Magomed Ozdoev (43m) e Aleksandr Erokhin (55m)

Cartão vermelho – Douglas Santos (56m)

Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)

Não se afigurava linear o apuramento do Benfica para a Liga Europa, uma vez que pressupunha uma vitória por 2-0, ou, alternativamente, por três (ou mais) golos de diferença, de modo a não ficar dependente de uma derrota caseira do Lyon (caso em que bastaria o triunfo benfiquista, por qualquer margem).

E, não obstante, até começaram cedo a chegar boas notícias de Lyon, com o RB Leipzig a inaugurar o marcador logo aos 9 minutos, vantagem que viria a consolidar pouco depois da meia hora… O caminho da formação portuguesa parecia, por essa via, “atapetado”: um golo prometia, então, poder chegar para garantir o objectivo.

Dentro de campo, algo alheia ao que se ia passando em Lyon, a equipa do Benfica – personalizada e confiante como ainda não se tinha visto na presente edição da prova –  assumiu, logo desde início, a iniciativa do jogo, que viria a dominar, de princípio a fim.

O primeiro sinal de inconformismo seria dado, apenas com três minutos jogados, por Taarabt, rematando ainda fora da área. Mas, com a equipa do Zenit aglomerada no seu meio-campo, na expectativa do erro do adversário, o golo tardava em chegar, apesar dos esforços benfiquistas, na tentativa de desbloquear o marcador.

Sem se deixar abater animicamente, o Benfica regressou para a segunda parte a grande ritmo, tendo então a felicidade de chegar ao golo logo aos dois minutos, com um oportuno Cervi, sem dificuldade, a empurrar a bola para a baliza, a solicitação de Pizzi.

Mantendo-se o resultado de Lyon, o Zenit continuava em posição de apuramento para a fase seguinte da “Liga dos Campeões”, com o clube francês a cair para o último posto do grupo, por troca com o Benfica.

Pelo que se torna algo difícil compreender o desnorte então evidenciado pela equipa russa, primeiro, com Erokhin, depois de ludibriado por Taarabt, a recorrer a uma “placagem”, para, no minuto imediato, ser Douglas Santos a interceptar a bola com o braço, na sua grande área, o que lhe valeu segundo amarelo e consequente expulsão, a par da grande penalidade, de que resultou o segundo golo benfiquista, numa boa conversão de Pizzi, a enganar Kerzhakov.

Tudo corria “sobre rodas”, pese embora o Lyon tivesse já, entretanto, reduzido a desvantagem ante o RB Leipzig para 1-2.

O Benfica aproveitava a desorientação do Zenit para ir em busca de um terceiro golo,  tendo mesmo desperdiçado um par de flagrantes oportunidades, mas, num lance de contra-ataque, viria ainda a sofrer um calafrio, quando Azmoun, com um remate muito perigoso, proporcionou a Vlachodimos a defesa da noite, com uma excelente estirada.

No lance imediato, Carlos Vinícius, isolado frente ao guardião contrário, não foi eficaz, permitindo a defesa para canto, de cuja conversão, surgiria, num corte desastrado, também de Azmoun, o terceiro golo benfiquista.

Faltavam pouco mais de dez minutos e a missão do Benfica parecia cumprida na perfeição. Mas tal sentimento de tranquilidade não duraria cinco minutos, altura em que o Lyon empatava o seu jogo com o RB Leipzig (entrando assim em posição de apuramento, trocando com o Zenit, então relegado para o 4.º lugar do grupo); um golo sofrido poderia significar a eliminação do Benfica…

No entretanto – entre o terceiro golo benfiquista e o segundo do Lyon -, Bruno Lage optara já por reforçar o meio-campo, com a entrada de Samaris, trocando, em paralelo, Cervi por Seferović, procurando, desta forma, explorar a (que passava a ser necessária) assumpção de risco por parte dos russos.

Porém, reduzida a dez elementos, algo atordoada pelo que se estava a passar (quer na Luz, quer em Lyon), a turma do Zenit não conseguiria, nesses dez minutos finais, provocar qualquer efectivo perigo para a baliza portuguesa.

Mesmo acabando por ter de sofrer nesses minutos derradeiros – perante a ameaça que subsistia de poder eventualmente sofrer um golo nalgum lance de bola parada, ou ressalto fortuito -, o Benfica fecharia a sua presença nesta edição da “Liga dos Campeões” com a sua melhor exibição e um categórico triunfo por 3-0 sobre o líder destacado do campeonato russo (dez pontos de vantagem sobre o 2.º classificado, Krasnodar, a onze jornadas do fim), garantindo assim, por mérito próprio, não dependente de terceiros, a qualificação para a Liga Europa.

Num balanço final, num grupo equilibrado como se antevia que este seria, o que se veio a confirmar, é inevitável a sensação de que o apuramento para os 1/8 de final da “Champions” estava perfeitamente ao alcance, tendo acabado por ficar à “mão de semear”, não fossem, em última instância, os dois golos consentidos na fase final do jogo de Leipzig…

10 Dezembro, 2019 at 10:52 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (14) Barcelona – Juventus

Barcelona Juventus

 Época Prova Ronda       1.ª Mão               2.ª mão
1970-71 TCF   1/16 Barcelona-Juvent. 1-2 Juvent.-Barcelona 2-1
1985-86 TCE   1/4  Barcelona-Juvent. 1-0 Juvent.-Barcelona 1-1
1990-91 TVT   1/2  Barcelona-Juvent. 3-1 Juvent.-Barcelona 1-0
2002-03 LCE   1/4  Juvent.-Barcelona 1-1 Barcelona-Juvent. 1-2
2014-15 LCE  Final Barcelona-Juvent. 3-1 (Est. Olímp. Berlim)
2016-17 LCE   1/4  Juvent.-Barcelona 3-0 Barcelona-Juvent. 0-0
2017-18 LCE  Grupo Barcelona-Juvent. 3-0 Juvent.-Barcelona 0-0

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Barcelona - Juventus               13    4    4    5   15 – 14

Num confronto de extremo equilíbrio, regista-se uma ligeira superioridade da Juventus em termos de vitórias, pese embora o “score” global lhe seja desfavorável.

Os dois clubes defrontaram-se na Final da Liga dos Campeões de 2014-15, com triunfo do Barcelona, que conquistou então o seu 5.º título de Campeão Europeu (último, até à data), culminando a época de estreia de Luís Enrique no banco, coincidindo igualmente com o último jogo do “maestro”, Xavi, pela equipa catalã.

Nos embates a eliminar, a Juventus seguiu em frente por três vezes (tendo inclusivamente ganho os jogos das duas mãos na Taça das Cidades com Feiras, em 1970-71), face a apenas duas eliminatórias ganhas pelo Barcelona (em 1985-86 e em 1990-91).

Naquela que foi a derradeira edição da Taça das Cidades com Feiras (1970-71), a formação italiana superaria ainda os húngaros do Pécsi, o Twente e o Köln, vindo contudo a perder a Final, ante o Leeds United (com duas igualdades, a dois golos em Turim, e 1-1 em Leeds).

Em 1986, o Barcelona eliminaria, nas meias-finais da Taça dos Campeões Europeus, o Göteborg (no desempate da marca de grande penalidade, após duas vitórias caseiras por 3-0), acabando por ter uma das maiores desilusões da sua história (tendo adiado, ainda por mais alguns anos, a conquista do seu primeiro título de Campeão europeu) ao perder a Final, disputada em Sevilha, ante o Steaua… no desempate da marca de grande penalidade (não tendo conseguido bater o guardião Helmuth Ducadam uma única vez!).

Melhor não seria a sorte dos catalães em 1991, tendo perdido também a Final da Taça das Taças, ante o Manchester United.

Em 2002-03, nos 1/4 de final da Liga dos Campeões, o empate averbado em Turim (golo de Saviola) parecia conferir vantagem aos catalães; porém, na 2.ª mão, depois de ter começado por inaugurar o marcador, e apesar de se ter visto reduzida a dez unidades (por expulsão de Edgar Davids), a “Vecchia Signora” forçaria ainda o prolongamento, período no qual viria mesmo a superiorizar-se, com Buffon em grande evidência. O grupo então comandado por Marcello Lippi viria contudo a perder igualmente a Final, ante o AC Milan… no desempate da marca de grande penalidade.

Em 2016-17, o triunfo dos transalpinos seria ainda mais concludente, ganhando por 3-0 em Turim, o que, praticamente, definiu o desfecho da eliminatória. Porém, como que numa espécie de “maldição” associada aos embates entre Barcelona e Juventus – e depois de terem ultrapassado o Monaco nas 1/2 finais -, os italianos voltariam a ser batidos na Final, derrotados pelo Real Madrid por categórica marca de 4-1, no que corresponde já à sétima final da Taça / Liga dos Campeões perdida pela Juventus, um “record” destacado (face a cinco finais perdidas por Bayern e Benfica).

Registe-se ainda a curiosidade de o Barcelona nunca ter conseguido ganhar na 2.ª mão  / 2.ª volta (sendo que jogou quatro vezes em terreno alheio e apenas duas em casa).

Por uma única vez estes dois emblemas integraram o mesmo grupo da Liga dos Campeões, há duas temporadas. Nessa ocasião, a turma da Catalunha “retribuiria” o 3-0 com que fora brindada na época imediatamente precedente, em partida disputada apenas cinco meses antes.

Os dois clubes prosseguiriam para a fase a eliminar (à frente do Sporting, 3.º classificado do grupo): a Juventus eliminaria ainda o Tottenham, antes de ser afastada nos 1/4 de final pelo Real Madrid, futuro vencedor da prova; quanto ao Barcelona, depois de ultrapassar o Chelsea, permitiria à Roma uma inesperada reviravolta (perdendo 0-3 em Itália, desperdiçando a vantagem de 4-1 obtida em Camp Nou), caindo, pois, naquela mesma eliminatória.

10 Dezembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 12ª Jornada

O pulsar do campeonato - 2019-20 - 12jornada

(“O Templário”, 05.12.2019)

Com o líder, U. Almeirim, a ampliar a sua histórica série de vitórias para doze, enquanto o U. Tomar ganhou todos os seus últimos sete jogos frente aos restantes adversários, seguindo o Corcuchense com quatro triunfos sucessivos, tal traduz também o desequilíbrio que vem caracterizando este campeonato, bastante partido (já com nove pontos de diferença entre o 6.º e o 9.º lugares; e, em paralelo, com oito pontos entre esse 9.º classificado e a “linha de água”).

Destaques – O principal sublinhado da 12.ª jornada vai para a vitória averbada pelo U. Tomar em Amiais de Baixo, no regresso a casa da equipa do Amiense, tendo inaugurado novo relvado sintético no Campo da Azenha, num significativo investimento na melhoria das infra-estruturas.

Com uma entrada forte em campo, a turma da casa dominou na metade inicial do primeiro tempo, não concedendo espaço aos tomarenses, que tiveram, nessa fase, de ser bastante solidários, para salvaguardar a sua baliza. Revelando grande maturidade, os unionistas, foram, desta feita, eficazes, inaugurando o marcador numa das primeiras ocasiões de que beneficiaram, com Wemerson Silva a apontar o seu 50.º golo ao serviço do U. Tomar – o que, em paralelo, com os 40 tentos marcados na I Divisão Distrital, lhe proporciona igualar Bernardino (que alinhou pelos nabantinos no final da década de 80) como o melhor marcador do clube neste escalão.

Na segunda parte o Amiense voltou a procurar assumir a iniciativa, mas sem criar efectivas oportunidades de golo, perante uma bem organizada equipa tomarense, que ampliaria ainda a vantagem para 2-0, assim confirmando um importante triunfo, numa envolvente muito difícil.

Também digna de realce é, naturalmente, a vitória (2-0) do Coruchense sobre o Fazendense, colocando termo a um ciclo de três triunfos da formação das Fazendas, um desfecho que, possibilitando ainda o subsistir das esperanças do grupo do Sorraia, afasta o adversário de um eventual cenário de poder vir a discutir o lugar do topo da tabela.

E isto porque um imparável U. Almeirim cumpriu cabalmente o seu papel de comandante, batendo por convincente 3-1 o Mação (equipa que, tal como o Fazendense, vinha em crescendo, igualmente com vitórias nos três desafios anteriores), tendo voltado a beneficiar de novos deslizes de alguns dos mais próximos contendores (Fazendense e Cartaxo, no caso) para ampliar, já para treze pontos, o diferencial face a esse duo, que reparte agora a 5.ª posição.

Por fim, ainda uma nota para o regresso às vitórias do Abrantes e Benfica (agora 4.º classificado, a dez pontos do guia), ganhando na Moçarria por 2-0, no que constitui já o sexto desaire consecutivo do “lanterna vermelha”, Moçarriense.

Surpresa – A grande surpresa da jornada chegou precisamente do Cartaxo, onde os locais não conseguiram superiorizar-se ao Rio Maior, não tendo ido além da igualdade a um golo, vendo-se, desde já, praticamente forçados a abdicar da candidatura ao título assumida no início da época.

Confirmações – Nas outras três partidas os resultados confirmaram as expectativas, sendo, porém, de notar as dificuldades sentidas pelo Torres Novas para se impor (por tangencial 2-1) no “derby”, ante um Riachense que procura libertar-se dos lugares indesejados da cauda da tabela.

Em Ferreira do Zêzere, num encontro entre duas equipas de forças equilibradas, que dão passos seguros a caminho da tranquilidade, o Samora Correia impôs um empate a duas bolas, tendo inclusivamente chegado a dispor de vantagem no marcador.

Por fim, a formação da Glória do Ribatejo obteve um bom resultado (2-1) frente a um rival directo na disputa pela manutenção, o Pego, que não conseguiu, pois, dar sequência ao resultado positivo da semana anterior.

II Divisão Distrital – O Alcanenense parece atravessar período de menor fulgor, tendo empatado no terreno da Ortiga, também a dois golos, tendo agora o Tramagal (que goleou a U. Atalaiense por 5-2) a um escasso ponto, sendo que os tramagalenses têm um jogo disputado a menos. A equipa “B” do U. Tomar, assim como o novo clube do Entroncamento prosseguem a contenda pelo 3.º lugar, ambos também com robustas goleadas (6-1 no caso dos tomarenses, em Abrantes; 7-2 pela equipa ferroviária, recebendo também a equipa “B” do Ferreira do Zêzere).

A Sul, os líderes, Pontével e Marinhais, obtiveram boas vitórias em terreno alheio, respectivamente em Benavente (2-1) e no Porto Alto (1-0), consolidando a posição que ocupam, agora já com cinco pontos de vantagem sobre Espinheirense (batido na Golegã) e Forense (que ganhou 4-2 em Benfica do Ribatejo).

Campeonato de Portugal – Tal como se antecipava a 12.ª ronda foi bem positiva para os clubes do Distrito, com dois importantes triunfos: o Fátima, por difícil 3-2, ante o Torreense; o U. Santarém, por 3-1, na recepção ao V. Sernache.

Os fatimenses integram agora o quarteto que partilha o 3.º ao 6.º lugar, somente a dois pontos do Beira-Mar (2.º), mas, por outro lado, apenas com uma margem de cinco pontos sobre a “linha de água”; por seu lado os escalabitanos subiram ao 12.º lugar, somente um ponto acima de tal linha.

Antevisão – Na próxima jornada do Distrital da I Divisão os três emblemas da frente terão tarefas de grau de dificuldade diferenciado, mas em que não poderão desconcentrar-se, sob risco de poderem vir a ceder pontos: o U. Almeirim desloca-se ao Pego, sendo claro favorito, mas tendo, claro, de confirmar tal favoritismo dentro de campo; o jogo grande da ronda está agendado para Tomar, opondo U. Tomar e Cartaxo, um teste de exigência máxima para as duas formações; quanto ao Coruchense, não esperará decerto facilidades na visita a Rio Maior.

Na II Divisão, destacam-se os seguintes embates: uma cimeira de líderes, no Alcanenense-Tramagal; o U. Tomar “B”-Entroncamento AC; e o Espinheirense-Benavente.

No Campeonato de Portugal, as equipas do Distrito terão saídas difíceis, mas em que será possível regressar a casa com pontos: o Fátima viaja até a Anadia (8.º); o U. Santarém visita a Marinha Grande, para defrontar o 9.º classificado, Marinhense.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 5 de Dezembro de 2019)

8 Dezembro, 2019 at 11:00 am Deixe um comentário

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