Posts filed under ‘Tomar’

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (IX)

“Mas Tomar, que não teve prejuízo grave com o terremoto de 1755, recebeu benefício industrial no período pombalino e logo depois, fundindo, em 1771, a antiga fábrica de meias de seda com uma fábrica de chapéus de 59, numa unidade só, e, em 1788, o empreendedor Jácome Ratton aqui implantaria uma fábrica de fiação de algodão por compra da de meias de seda, com elaboração em 94, e associando-se em complicada tramóia a um técnico, francês também, Thimothée Verdier, que deixaria descendência na cidade – embora tenha tido intervenção suspeita durante a primeira invasão francesa, que lhe valeu ser expulso do país, ou «setembrizado».

Ratton já tinha então deixado, há muito, a empresa que, tendo tido ao princípio questões de interesses com a Ordem de Cristo (de que Ratton era cavaleiro), sempre por causa das águas motoras da indústria, em 1816 estava na mão de um italiano, imigrado também, Schiappa Pietra, que teria igualmente descendência nabantina.

[…]

Porque outra indústria se desenvolveria em Tomar, ali se centralizando, e foi a indústria do papel que, no Prado (onde houvera ferrarias antigas, já em 1504) e na Matrena (onde já em 1327 havia moinhos de moer farinha, e em 1595 se dera alvará para fabrico de vidro) tiveram renome, com o mesmo Pietra e seu descendente, por aliança, no sítio, que foi João Casquilho; e ainda em Porto Cavaleiros, em 1876, se produziu papel até aos anos 1920, a certa altura nas mãos de Torres Pinheiro, e mais Marianaia onde houvera lagares da Ordem, numa unidade que o Prado absorveu em 1879 e só fechou em 1971, na crise que sobre esta indústria desabou.”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, p. 22

8 Junho, 2006 at 8:54 am Deixe um comentário

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (VIII)

“A vinda do rei espanhol de Portugal foi pacífica em Tomar, mesmo se D. António pretendente, que aqui estivera desterrado pelo cardeal-rei seu tio, durante seis meses de 1579, tivesse podido contar com partidários locais, como o seu fiel conde de Vimioso que do pai herdara a alcaidaria da vila.

Ali se reuniram finalmente as cortes que aclamaram D. Filipe I de Portugal, e ali ele foi solenemente jurado, em grandes festejos e arco triunfal de construção efémera na Praça de D. Manuel, à glória de «Philippo Invitissimo», com o duque de Bragança, seu primo direito pelas esposas de ambos, em condestável do reino perdido e assim «herdado, conquistado e comprado»…

Tendo passado dois meses e meio no Convento, o rei Filipe ofereceu aos frades hospedeiros não só protecção, mas o magnífico aqueduto que veremos, além de fazer terminar, pelo seu arquitecto Terzi, obras importantíssimas no Convento, como veremos também.

E durante esses dias de corte, um certo militar, Miguel de Cervantes, veio a Tomar receber ordens de marcha…

[…]

Já foi sob D. Filipe III que se criou a feira de Sta. Iria na vila – que em 1627 assinalou uma vitória cívica contra os freires de Cristo pela posse de certa parte da Várzea Grande, com um padrão que ali se ergueu e ficou.”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, pp. 20, 21

7 Junho, 2006 at 8:54 am Deixe um comentário

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (VII)

“Nos paços henriquinos, necessariamente adaptados, viveu D. Manuel, duque de Beja, administrador da Ordem por sucessão de irmão e pai; e também ao rei que foi, depois ficou devendo Tomar um novo e notável progresso. Ele dedicou-se à vila, corrigiu-lhe o curso do rio, deu-lhe casas de Câmara na Praça de S. João Baptista (que seria de D. Manuel), absorvendo as «boticas» da feira e com pelourinho defronte, e um hospital centralizado da Misericórdia, em 1520, na linha de assistência que sua régia irmã criara – e uma nova carta de foral em 1510.

«Ferrarias» no Prado, para fabrico de armamento, já antes de 1504, lagares e moinhos, celeiros e adegas foram ainda mandados construir por D. Manuel – e «d’El Rei» muitas dessas construções foram, por gratidão e hábito, chamadas pelos tomarenses, até aos dias de hoje. E a importante ponte da vila foi igualmente renovada por ele.

Também então o Convento de Cristo recebeu obras que lhe definiram o estilo dito muito mais tarde «manuelino», e logo na célebre janela que o simboliza.”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, pp. 16, 17

6 Junho, 2006 at 8:53 am Deixe um comentário

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (VI)

“A acção do Infante à frente da Ordem de Cristo foi considerável como todo o poder dos cavaleiros, que aumentou por força de novos estatutos em 1426, e de reformas desejadas, de que foi incumbido em 1434, mas só com aplicação em 1443 e sobretudo 49, D. João Vicente, bispo de Lamego, antigo médico de D. João I. Eram elas conformes aos estatutos da Ordem de Calatrava, modelo que lhe fora, já em 1319, e agora mais imposto.

Grandes obras no castelo-convento foram levadas a cabo, e ali o Infante residiu até se fixar, já em anos 40, no Algarve, na chamada Vila do Infante, desaparecida e de hipotética localização, onde morreria em 1460 (mas em 1451, por exemplo, estava em Tomar), deixando em testamento à Ordem as suas ilhas açoreanas de S. Miguel e de Sta. Maria que, como o restante arquipélago, recebera do rei, e indo as outras para a coroa ou para o sobrinho herdeiro.

Paços de residência no castelo, outros, possíveis, ditos da Ribeira, existentes à Várzea Grande, onde se julga que veio a morrer o Rei D. Duarte em 1438, abrilhantaram a vida da povoação que muitas figuras henriquinas atravessaram.

Ali D. Henrique realizou grandes obras civis, adaptando a ponte, fundando Estaus de novidade urbana, como em Lisboa fizera o irmão D. Pedro, e aqui para uso de visitantes e criadagem dos Mestres e dos cavaleiros, e também de feirantes, já que, em 1420, uma feira foi criada, a seu pedido, em Tomar, por autorização régia e com privilégios então únicos no país (Virgínia Rau, 1960).”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, p. 16

5 Junho, 2006 at 8:51 am Deixe um comentário

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (V)

“A povoação iria desde então crescendo, apesar da crise do fim do século, passava em breve para fora das muralhas, na «Vila de Baixo», e Gregório IX daria indulgências a quem visitasse Sta. Maria de Tomar, no segundo quartel de Duzentos. S. João Baptista foi então edificado e na segunda metade do século ter-se-á aberto, entre olivais, a Corredoura, ainda hoje a grande rua tomarense.

A vila vinha então, em importância, logo após Santarém e Leiria, a par de Coimbra e Abrantes, à frente de Ourém, Pombal, Torres Novas, Montemor (M. S. A. Conde, 1988).

Sucederam-se vinte e três Mestres na poderosa Ordem que ia somando terras e bens, na região de Soure e Pombal, que fora seu anterior território, na de Castelo Branco e Idanha, até ao Fundão e nesta de Tomar, com limites a sul na Quinta da Cardiga e no Castelo de Almourol – ao todo perto de 3700 quilómetros quadrados de domínio (F. Franco Nogueira, 1991).

Até que o Templo foi levado à extinção e à liquidação por reforma da Ordem no grande movimento internacional determinado por Filipe, o Belo, de França e apoiado pelo papado, a que D. Dinis naturalmente obedeceu – mas ressalvando a sua estrutura em 1319, numa nova Milícia ou Ordem de Cavalaria de Jesus Cristo que, depois de ocupar Castro Daire e Castelo Branco e com outras indecisões, se sediou finalmente e de novo em Tomar, em 1357, a pedido dos próprios freires que se queriam então menos expostos a encontros com os Mouros – se acreditarmos no que nos diz Frei Bernardo de Brito na Monarquia Lusitana.”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, p. 13

2 Junho, 2006 at 8:50 am Deixe um comentário

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (IV)

“Ruínas que houvesse no alto escolhido, ou perto dele, que deixaram vestígios arqueológicos nas novas construções, elas foram remodeladas com três longas cintas de muralhas atorreadas que havemos de ver.

A construção iniciou-se em 1160, no 1º dia de Março (conforme reza lápide no sítio conservada), no ano seguinte à doação régia que ressalvou importantes direitos espirituais da Ordem, em situação de Nullis Diocesis, isto é, com directa sujeição ao Papa, que seria bispo das suas terras – e foi Adriano IV, e depois Urbano III, Inocêncio III e Honório III, em verificações sucessivas, até 1217.

Foi esse acerto objecto de difícil trato com o bispo de Lisboa, logo em 1159, que exigia ali jurisdição sua, sobre aquela que a Santarém já tinha pertencido e que logo em 1147 Afonso Henriques passara ao Templo. A autoridade lograda (e que só seria eclesiasticamente anulada em 1882) permitiu a Gualdim Pais, com seu talento administrativo, povoar rapidamente as terras que o castelo protegia, com gente vinda do Norte do país novo, dando aos seus habitantes um foral logo em 1162, inspirado no de Coimbra, e completado, doze anos depois, com definições jurídicas de carácter criminal, ao mesmo tempo que fazia edificar a Igreja de Sta. Maria do Olival, ou de Tomar, provavelmente aproveitando ruínas beneditinas; seria ela bailia, casa capitular e panteão dos Mestres templários, na outra margem do rio, em antigo sítio de Sellium que fez dar à igreja também o nome popular de Sta. Maria do Selho, pelos séculos XII e XIII.”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, pp. 12, 13

1 Junho, 2006 at 8:50 am Deixe um comentário

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (III)

“Rio e cabeço fronteiro foram certamente razões que determinaram D. Gualdim Pais a escolher o sítio para nele finalmente sediar a Ordem dos Templários, de que era o 4º ou 6º Mestre nacional, conforme a contagem, após ter sido comendador dela em Braga, e de nas suas hostes se ter batido na Palestina, durante cinco ou nove anos (discute-se o prazo) – rico – homem de Entre-Douro-e-Minho, da nobre estirpe dos Ramirões, criado junto do próprio rei, ao que se julga, e por ele armado cavaleiro em Ourique, como se julga também.

A opção de Tomar veio depois de o Mestre ter recebido as ruínas do castelo de Ceras (Castrum Caesaris, se supõe), junto à ribeira deste nome e, depois, do lugar de Alviobeira, a duas léguas para norte-nordeste. Impunha-se fundar ali, ou por ali, um forte castelo que, com outros em vizinhança, na Cardiga ou no ilhéu de Almourol, defendesse o acesso de Coimbra, pelo vale que subia de Santarém: seria ele em Ceras ou em Tomar, considerado seu território, por razões exactas que se ignoram, mas nas quais o rio muito provavelmente terá influído. Outras não deixam, todavia, de ser evocadas, de muito diferente categoria, ligadas à vida lendária do Templo.

E seria assim que o sítio de Tomar se verifica ser ponto de cruzamento de acreditadas forças telúricas, caras aos Templários, e encontra-se na linha que, em relação ao Meridiano de Paris, forma um ângulo de 34º, significativo nos esquemas das construções da Ordem, correspondendo à diagonal da relação 2/3 que se observa na constelação de Gémeos, signo templário por excelência.”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, pp. 11, 12

31 Maio, 2006 at 8:47 am Deixe um comentário

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (II)

“Discutido foi também o nome do rio: Nabanus, que deu verosimilmente Nabância, local senão região que, como Namba, parece vir de Nava, nome do território ou pagus por ali definido e documentado, quando da delimitação (divísio) dos bispados de Coimbra, Lisboa e Guarda (aliás, então, Idanha), em famoso documento do século VII, em topónimo pré-romano («talvez etrusco»), aventou-se); ou Tomar, por imaginosa origem árabe, que estaria em «Tamaramá», significando água com gosto de tâmara, doce por consequência.

É ideia, ao que parece, do Pe. Carvalho da Costa em sua Corografia… de 1712, apoiando-se na citação de terras «entre os rios Zêzere, Tomar (que seria, provavelmente, “de Tomar”) e ribeira de Bezelga» e em outros documentos de leitura incerta; e também um «portu(m) de Thomar» surge num documento já de 1159 que tanto pode referir curso de água como local de terra à sua beira.

Mas como local é iniludivelmente designado, quatro anos mais tarde, por D. Gualdim Pais ao dar foro aos povoadores pioneiros de um campo já certamente assim conhecido por ser referido na «Chronica Gothorum» da Portugaliae Monumenta Historica no passo que cita a derrota ali («in Thomar») sofrida pelos cristãos, em 1137. É de sítio de batalha e de povoação que, num caso e noutro, se trata – e não deixará de haver confusão entre o rio, documentado como Nabão pelo menos desde 1254, e a povoação fixada no nome de Thomar (Vieira Guimarães, 1927) – sem esquecer, porém, que, em 1465, um viajante estrangeiro, que Camilo traduziu, achou ser «anónimo» o rio que «regava» a vila, sendo apenas «o rio de Tomar».”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, p. 10

30 Maio, 2006 at 8:46 am Deixe um comentário

“TOMAR", DE JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA (I)

“Nascida cristã de Reconquista junto do rio Nabão e tendo memória de um sítio romano de anterior designação, com passagem e estada de bárbaros, Tomar tem em sua história precedente três situações sabidas da ocupação do território muito disputado da Lusitânia, entre o Mondego e o Tejo.

Certo é que no conventus scalabitanus da jurisdição romana e junto e a meio do troço da estrada entre Olisipo e Bracara, que ligava Scalabis a Conimbriga, existia, mencionado no itinerário de Antonino, do século III, o município de Sellium, com «prova evidente» (J. Alarcão, 1987) de importantes achados arqueológicos (uma das três cabeças de Augusto encontradas em Portugal), além da Igreja de Santa Maria do Olival, junto ao sítio de Marmelais, na margem esquerda do rio. Mais do que villae rusticae, um fórum aponta para local proto-urbano de relevo.

Nabância, fundada primordialmente pelos Túrdulos em 480 a. C. e, seiscentos anos depois, pelos romanos de Trajano, na ideia simplista transmitida por Pinho Leal em 1873, foi, porém, nome que, tirado da designação do rio, perdurou na mitologia local, muito estimada (Vieira Guimarães, 1927), sobrepondo-se ao de Sellium, Sélio já, dos Suevos de c. 570, e mais ou menos usado pelos Visigodos que dominaram aqueles, poucos anos depois – afinal a mesma povoação com dois nomes diferentes, em diferentes e sucessivas épocas, com datas de fundação e denominação de impossível acerto. Tem sido isso tema de longa discussão mais ou menos erudita, que hoje pode considerar-se fixada.”

Tomar – «Thomar Revisited», José-Augusto França, Editorial Presença, 1994, p. 9

29 Maio, 2006 at 8:44 am Deixe um comentário

"O SEGREDO DOS TEMPLÁRIOS" (VI)

“Mas isto não é surpreendente: não são muitas as vítimas de tortura que conseguem ranger os dentes e recusar concordar com as palavras que são postas na sua boca pelos carrascos. Mas, neste caso, há mais nesta história do que aquilo que é visível. Por um lado, tem havido sugestões de que todas as acusações apresentadas contra os Templários foram forjadas pelos que invejavam a sua riqueza e se sentiam exasperados pelo seu poder, e que essas acusações deram ao rei francês um bom pretexto para se libertar das suas conhecidas dificuldades económicas, apoderando-se da riqueza dos Templários. Por outro lado, embora as acusações possam não ser estritamente verdadeiras, há provas de que os Templários encontraram uma coisa misteriosa e talvez «secreta», no sentido ocultista. É evidente que estas duas ideias alternativas não se excluem mutuamente.

Muita tinta tem corrido sobre o debate das acusações feitas aos Templários e às suas confissões. Cometeram eles, de facto, os actos que confessaram ou os inquisidores inventaram, antecipadamente, as acusações e simplesmente torturaram os cavaleiros até que eles concordassem com elas? (Alguns cavaleiros declararam que lhes tinham dito que Jesus era um «falso profeta», por exemplo). É impossível afirmar uma coisa ou outra de forma conclusiva.

[…]

Nem todos os Templários foram aniquilados naquela sexta-feira, dia 13. A muitos foi-lhes permitido viver e voltar a reagrupar-se sob um nome diferente, e dois países, em particular, ofereceram refúgio seguro aos cavaleiros fugitivos – Escócia e Portugal. (Neste último, os cavaleiros tornaram-se conhecidos por Cavaleiros de Cristo).”

“O Segredo dos Templários – O Destino de Cristo”, Lynn Picknett e Clive Prince

27 Maio, 2006 at 9:40 am Deixe um comentário

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