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O pulsar do campeonato – 10.ª jornada
(“O Templário”, 11.12.2014)
Na 10.ª jornada do Campeonato Distrital da I Divisão confirmaram-se algumas das situações aqui projectadas na passada semana, desde logo o triunfo do líder, Empregados do Comércio, sobre o Benavente (que somou o quarto desaire consecutivo), numa partida em que reunia maior dose de favoritismo, não obstante por margem tangencial de 2-1, portanto denotando menos “facilidades” do que poderia ser expectável.
Assim como, por outro lado, as dificuldades que alguns dos seus mais imediatos perseguidores, actuando em terreno alheio, experimentaram, e que, inclusivamente, não foram capazes de superar, casos do Fazendense (derrotado por 2-0 na deslocação a Torres Novas, com os torrejanos a conseguir quebrar uma invencibilidade de oito jogos do adversário, que não perdia desde a ronda inaugural do campeonato) e do Mação, com uma inesperada goleada sofrida em Amiais de Baixo, perdendo por 4-0 ante o Amiense, que confirma uma subida de rendimento.
Bem melhor estiveram o União de Tomar, ganhando por 3-2 no sempre difícil recinto do Pontével; e o Coruchense, vencendo na Chamusca por 2-0, quebrando assim a invencibilidade caseira do U. Chamusca. Nos restantes desafios desta ronda, um triunfo normal do Cartaxo sobre o Rio Maior (4-2) e o destaque para a primeira vitória do U. Santarém, e logo em terreno alheio, na Barrosa, por 2-1
No que respeita à turma nabantina, depois de ter chegado a uma vantagem de três golos no início do segundo tempo (após o 2-0 registado ao intervalo), com um “hat-trick” do inspirado Pelé, a aproveitar, de forma muito competente – com grande concentração e não desistindo nunca dos lances, persistindo e acreditando, do que retiraria o justo prémio –, as desatenções defensivas do adversário, nos dois primeiros tentos, e com um remate de “encher o olho”, num terceiro golo de belo efeito, acabaria por passar uns minutos finais de grande sofrimento.
Isto num jogo em que a arbitragem acabou por não estar feliz; efectivamente, depois de uma primeira parte em que foi notória a procura de evitar a exibição de cartões (amarelos), uma situação de “maior calor” no jogo, mas sem gravidade de maior (um desentendimento entre dois jogadores, na linha lateral), numa partida aliás bastante correcta, resultaria em dois cartões vermelhos directos, um para cada equipa; o que, porém, viria a penalizar mais a formação unionista, que surgiria então algo desequilibrada, denotando dificuldades em controlar o jogo, acabando por, instintivamente, recuar no terreno, concedendo espaços ao adversário.
Num terreno de reduzidas dimensões, em que a bola rapidamente se acerca de ambas as balizas, originando sucessivos lances de perigo, com o guardião tomarense já em inferioridade física (viria a ser substituído pouco depois), a equipa da casa começaria por reduzir para 1-3; pouco depois, na sequência de mais uma jogada confusa na área, tal resultaria não só na grande penalidade que permitiria ao Pontével reduzir para 2-3, como em mais uma expulsão para os tomarenses.
No derradeiro quarto de hora (incluindo mais de seis minutos de tempo de compensação), jogando nove contra dez, com os nervos à flor da pele, de parte a parte – numa fase em que, paralelamente, os pontevelenses jogavam também já mais com o “coração” do que com a cabeça –, os jogadores nabantinos teriam de apelar então a grande espírito de sacrifício e entreajuda, para manter a preciosa vantagem que tinham alcançado.
Assim, no próximo Domingo, actuando no seu terreno, o União de Tomar – que, beneficiando do desaire do Fazendense, se isolou no 2.º posto, somente a um ponto do guia –, recebendo a visita do líder, Empregados do Comércio, terá uma oportunidade soberana de partir à conquista do 1.º lugar, posição da qual, a nível da I Divisão Distrital, se encontra arredado desde a temporada de 1997-98 (época em que se viria a sagrar Campeão Distrital), há já quase 17 anos! Das restantes partidas, merece ainda referência o Coruchense-Amiense, em que a formação de Amiais de Baixo (a par do União de Tomar, a única a ganhar nas duas últimas rondas), defrontando um candidato, terá de se superar, em ordem a confirmar a recuperação que iniciou.
Na II Divisão Distrital, a U. Abrantina confirmou o favoritismo, ganhando ao vizinho Tramagal, pese embora por tangencial 2-1, enquanto o Pego não conseguiu passar em Minde, sendo desfeiteado pela mesma marca, atrasando-se face ao líder, com a turma de Abrantes agora já com quatro e cinco pontos de vantagem, respectivamente, sobre Pego e V. Mindense. Na próxima ronda os primeiros perfilam-se como favoritos, com a U. Abrantina a visitar Caxarias, e o Pego a receber o Rossiense. A Sul, o Moçarriense ganhou no Porto Alto (2-0), beneficiando do nulo entre Glória do Ribatejo e Samora Correia para se isolar no comando, agora com dois pontos a mais que U. Almeirim e Glória. A próxima jornada tem agendado um aliciante Moçarriense-U. Almeirim, enquanto o Glória do Ribatejo terá uma difícil saída à Golegã.
No Campeonato Nacional de Seniores, a 12.ª jornada foi “menos má”, em particular para o Alcanenense, impondo-se categoricamente ao Riachense, ganhando por 4-0, mas também com a igualdade imposta pelo Fátima ao candidato U. Leiria (2-2), tendo o At. Ouriense sido batido por margem tangencial (1-2) em Torres Vedras. Em função destes resultados – não se devendo esquecer que os pontos agora obtidos serão reduzidos a metade, para a segunda fase –, a formação de Alcanena vai procurando consolidar uma posição a meio da tabela; pior estão os restantes três representantes do Distrito, com o Fátima (8.º) já a nove pontos do Torreense, enquanto At. Riachense e At. Ouriense se “afundam” cada vez mais. Na próxima jornada, o Alcanenense tem uma difícil deslocação ao terreno do líder, Mafra; o Riachense recebe o Sertanense; defrontando-se as outras duas equipas, At. Ouriense e Fátima.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 11 de Dezembro de 2014)
O pulsar do campeonato – 9.ª jornada
(“O Templário”, 04.12.2014)
Ultrapassado o primeiro terço da prova, com a realização da 9.ª jornada, e na sequência do empate entre os até então dois primeiros, formou-se um quinteto no topo da pauta classificativa, separado por apenas três pontos, com a disputa do 1.º lugar do Campeonato Distrital da I Divisão verdadeiramente ao rubro.
Com boa reacção, superando o impacto adverso do desaire caseiro averbado na ronda anterior, o líder Empregados do Comércio continua a segurar-se com “unhas e dentes” a essa posição, tendo travado a série triunfal (três jogos) que o Coruchense vinha prosseguindo. A formação do Sorraia chegou ainda a estar em vantagem, mas não conseguiria levar de vencida a aguerrida turma escalabitana (que conserva a condição de defesa menos batida, com apenas cinco golos sofridos em nove jogos), a qual, curiosamente, registou o primeiro empate (1-1), numa competição em que tal desfecho tem abundado (registado já por 18 vezes).
No imediato os principais beneficiários foram o Fazendense, com um difícil triunfo, por 3-2, na recepção ao Cartaxo, e o União de Tomar, vitorioso no clássico ante o rival Torres Novas, por 2-1 – com os dois tentos dos unionistas apontados no intervalo de… dois minutos –, agora ambos somente a um ponto do comandante, tendo relegado novamente o Coruchense para o 4.º posto, a dois pontos do guia.
Outra equipa em particular destaque é o Mação (depois de, nas duas saídas anteriores, ter ganho já em Torres Novas e em Santarém, face ao líder), equipa que – ao invés dos torrejanos, que registam três desaires nos últimos quatro jogos – somou a terceira vitória, também nas quatro partidas mais recentes do campeonato (não perdendo desde a 2.ª jornada), cotando-se, paralelamente, como o ataque mais concretizador, já com 22 golos apontados, para o que contribuiu mais uma goleada, desta feita aplicada ao U. Chamusca (5-0), isolando-se assim no 5.º lugar, a três pontos dos “caixeiros”.
Mais, já com nove desafios disputados, União de Tomar, Fazendense e Mação registam apenas, cada um deles, uma derrota sofrida. É obra!
Num campeonato em que o equilíbrio tem predominado, com uma curiosa tendência de superioridade das equipas que actuam em terreno alheio (apenas 22 vitórias dos clubes visitados, em 63 jogos já disputados), observa-se não obstante uma polarização em dois grupos: um primeiro, constituído por oito equipas, a disputar os lugares da frente – incluindo também Pontével, Torres Novas e Cartaxo –, que têm demonstrado capacidade para disputar a vitória em qualquer campo; um outro, integrando os seis clubes da parte baixa da tabela (neste caso, com realce, pelo inesperado da situação, para o Amiense), em que todos perderam em casa já por mais de uma vez, à excepção do “rei dos empates” (cinco no total), U. Chamusca, ainda invicto no seu terreno.
A confirmar aquela tendência, menção final para as três vitórias extra-muros, em que apenas a do Amiense seria talvez expectável, pelo menos em teoria – apesar de não vencer desde a ronda inaugural… –, impondo-se em Santarém, por convincente 3-0, frente ao “lanterna vermelha” União (única equipa ainda sem conseguir ganhar, que se afunda na cauda da classificação); o triunfo do Pontével em Benavente, por 2-0 (pese embora elevar para três os desaires sucessivos dos benaventenses, agora aparentemente em queda) é digno de nota; enquanto a vitória do Barrosense em Rio Maior (2-1) não estaria nas previsões gerais, atenta a evolução recente dos dois conjuntos, o da casa tendo obtido duas vitórias nas duas jornadas anteriores, em contraponto aos dois desaires (e cinco jogos sucessivos sem ganhar) da formação da Barrosa.
Na próxima jornada o líder, Empregados do Comércio, recebendo o Benavente, terá naturalmente de ser creditado de favoritismo, podendo, em caso de vitória, beneficiar de uma ronda bem favorável, atendendo a que os seus mais imediatos perseguidores enfrentam, todos eles, sérios testes em recinto alheio: o Fazendense, de visita a Torres Novas; o União de Tomar, de longada até Pontével; deslocando-se o Coruchense à Chamusca; e o Mação a Amiais de Baixo, para defrontar uma equipa que parece disposta a encetar uma recuperação.
Na II Divisão Distrital, U. Abrantina (ganhando em Alferrarede, por 2-0) e Pego (derrotando o Ferreira do Zêzere, por 3-1) mantêm-se destacados na frente, separados por um escasso ponto. A Sul, Moçarriense (com um triunfo categórico, por 4-0, frente ao Samora Correia) e Glória do Ribatejo (ganhando por 3-1 ao Atalaiense) não descolam, tendo o U. Almeirim (vitória por 4-1 em Pernes) a dois pontos. Na próxima ronda, tarefa mais difícil parece esperar o Pego, na visita a Minde, com a U. Abrantina a receber o vizinho Tramagal. O Moçarriense vai até ao Porto Alto, cabendo agora ao Glória receber a turma de Samora Correia.
No Campeonato Nacional de Seniores, já na 11.ª jornada – a sete do termo desta primeira fase –, as equipas do Distrito prosseguem a sua penosa marcha, não tendo conseguido melhor que dois empates caseiros: um nulo, no Fátima-Torreense; igualdade a um golo em Riachos, na recepção ao Eléctrico de Ponte de Sôr. O At. Ouriense, derrotado em casa pelo Sertanense (1-3) ficou agora sozinho na indesejada posição de “lanterna vermelha”, dado o ponto averbado pelo Riachense (terceiro empate); enquanto o Alcanenense foi goleado (1-5) nas Caldas da Rainha. Ainda assim, o conjunto de Alcanena, ocupando o 6.º lugar, é o único dos quatro representantes do Distrito a evitar, para já, as três últimas posições da classificação (zona de despromoção), com o Fátima (8.º), já a sete pontos do Torreense (7.º classificado)… e a oito do Alcanenense.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 4 de Dezembro de 2014)
O pulsar do campeonato – 8.ª jornada
(“O Templário”, 27.11.2014)
O campeonato distrital da I Divisão vai ficando, a cada jornada que passa, mais interessante e animado… Para tal contribuiu, no passado fim-de-semana, de forma determinante, o Mação, que foi a Santarém derrotar o (ainda) líder Empregados do Comércio, por 2-0 (primeiro desaire caseiro dos escalabitanos), confirmando uma curiosa propensão vitoriosa dos maçaenses em recinto alheio, depois de terem ganho recentemente em Torres Novas por 3-0, e após os 5-3, na abertura da prova, também em Santarém, então frente ao União local; paradoxalmente não conseguiu ainda registar qualquer triunfo no seu terreno.
Outros dois destaques da ronda vão para as equipas do Coruchense – notoriamente em subida, depois de ter atravessado um período difícil de três jogos sem ganhar, somando já três vitórias consecutivas, tendo ganho agora em Pontével, por 3-1 – e do Rio Maior, obtendo segundo triunfo sucessivo, vencendo, de forma sensacional, por 2-0, no sempre difícil terreno de Amiais de Baixo, frente a um Amiense até agora com uma campanha muito abaixo da sua tradição, sem conseguir vencer desde a ronda inaugural da prova.
Com a igualdade registada no duelo entre as equipas que partilhavam o 2.º posto, entre União de Tomar e Fazendense (2-2, tendo os unionistas deixado escapar a possibilidade de vitória, mas frente a um adversário que regista a mais longa série de invencibilidade, dado que não perde desde… a 1.ª jornada), assiste-se a um compactar de posições na frente da tabela, agora com os quatro primeiros classificados agrupados num curto intervalo de três pontos: os Empregados do Comércio viram encurtar-se para apenas dois pontos a sua vantagem sobre o Coruchense, que ascendeu entretanto ao 2.º lugar, com União e Fazendense agora a três pontos da liderança.
Mas também os clubes de Mação (que, tal como União de Tomar e Fazendense, apenas por uma vez foi, até agora, derrotado) e de Torres Novas – este, vencendo novamente por 3-0, na recepção ao Benavente, no regresso aos êxitos no campeonato, após dois desaires – parecem dispostos a reentrar na corrida aos primeiros lugares, agora ambos a cinco pontos do guia.
E, inclusivamente, o Cartaxo, com um categórico triunfo, por 5-1, na Barrosa, e não obstante fechar a primeira metade da pauta classificativa, dista apenas seis pontos do comandante. Por fim, na partida restante, a registar um nulo entre U. Chamusca – averbando quinto empate nas últimas seis jornadas, estando sem ganhar desde a ronda inicial – e U. Santarém… única equipa que ainda não se estreou a vencer neste campeonato.
No próximo fim-de-semana, com a disputa da 9.ª jornada da prova, teremos um apetecido confronto entre os dois primeiros classificados, com o Coruchense, recebendo os Empregados do Comércio, com a possibilidade de arrebatar ao adversário o lugar cimeiro do campeonato; ao invés, os escalabitanos pretenderão obviamente prolongar o (surpreendente) reinado que têm vindo a exercer desde o início da competição. Embora o favoritismo pareça agora pender para a turma do Sorraia, não deixará de ser um jogo de “tripla”.
De grande interesse será também o tradicional clássico entre os velhos rivais União de Tomar e Torres Novas, com os unionistas com segundo jogo sucessivo em casa de elevado grau de dificuldade, terreno em que, até agora, apenas contam uma vitória. Um desejável novo triunfo unionista permitiria consolidar uma posição na vanguarda da classificação. Por seu lado, em Fazendas de Almeirim, o Fazendense, recebendo o motivado Cartaxo, poderá, caso consiga vencer, aproveitar algum deslize dos seus concorrentes mais directos na disputa do 1.º lugar.
Passando à II Divisão Distrital, temos novo líder na série mais a Norte, após o triunfo da U. Abrantina sobre o Pego (1-0), com as duas equipas agora separadas por um escasso ponto, a favor do conjunto de Abrantes. A turma de Ferreira do Zêzere ocupa o 3.º posto, agora a quatro pontos do novo guia. A Sul, os dois primeiros “empataram-se”, na Moçarria, recebendo a Glória do Ribatejo, com um empolgante desfecho de 3-3 – curiosamente, um marcador que se repetiu, nesta mesma jornada, noutros dois desafios (Tramagal-Assentiz e Porto Alto-At. Pernes) –, pelo que viram reduzida a dois pontos a vantagem face aos mais imediatos perseguidores, Samora Correia e U. Almeirim.
Na próxima ronda, a Norte, a U. Abrantina tem uma curta mas sempre difícil deslocação, até Alferrarede, enquanto o Pego recebe o 3.º classificado, Ferreira do Zêzere. A Sul, o Moçarriense, actuando de novo no seu terreno, recebe o Samora Correia, enquanto o grupo da Glória do Ribatejo é visitado pelo Atalaiense, que ocupa, por agora, posição relativamente modesta na tabela classificativa.
Após breve pausa para disputa da eliminatória correspondente aos 1/16 de final da Taça de Portugal – em que o Riachense, que era o último sobrevivente do Distrito na competição, foi impotente para travar o superior poderio do novamente sensacional Paços de Ferreira, de Paulo Fonseca, sendo goleado por severa marca de 9-0 – será também retomado o Campeonato Nacional de Seniores, com as equipas representantes da Associação de Futebol de Santarém (que acabou de comemorar, na passada semana, o seu 90.º aniversário) com as difíceis tarefas já aqui anunciadas, não obstante três delas actuarem em casa, recebendo respectivamente o Torreense (Fátima), Sertanense (At. Ouriense) e Eléctrico de Ponte de Sôr (Riachense); visitando o Alcanenense as Caldas da Rainha.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 27 de Novembro de 2014)
O pulsar do campeonato – Taça do Ribatejo – 2.ª jornada
(“O Templário”, 20.11.2014)
Após a disputa da 2.ª ronda da fase de grupos da Taça do Ribatejo, há cinco equipas que, tendo vencido os dois desafios que realizaram na prova, garantiram já o apuramento para os 1/8 de final da competição: Torres Novas, Mação, V. Mindense – as duas últimas tendo, aliás, finalizado já a sua participação nesta fase, dado que folgam na terceira e última jornada –, Fazendense e Cartaxo.
Para tal, impuseram-se por números inequívocos face aos seus adversários desta jornada, com os torrejanos a bater o Rio Maior por 3-0 (desfecho que, não obstante, não traduzirá fielmente as dificuldades sentidas pela equipa da casa durante largo período do encontro); tendo a formação de Fazendas de Almeirim vencido por idêntico resultado em Benavente; os maçaenses a golear a turma da Sabacheira por 5-0; também a mesma marca com que o V. Mindense (para já, a única equipa da divisão secundária já qualificada) “brindou” o Tramagal; enquanto o Cartaxo ganhou no terreno do vizinho Vale da Pedra por 2-0.
Nos restantes desafios que mais interesse despertavam, menção ao triunfo do Coruchense na Barrosa (2-0); o mesmo desfecho obtido pelo Amiense na deslocação a Alferrarede; a vitória do Pontével sobre o Muge; e o triunfo do Samora Correia em Santarém, frente ao União local – ambos pela margem mínima, de 1-0 –, com os samorenses a cumprir, neste fim-de-semana, o papel de “mini-tomba-gigantes”, dado terem sido os únicos de escalão inferior a derrotar uma equipa da I Divisão, apesar de se tratar do “lanterna vermelha” da classificação.
Por fim, um realce especial para a vitória do União de Tomar no Rossio ao Sul do Tejo, igualmente mercê de um solitário tento, no reeditar de um antigo “clássico” do futebol distrital, que não se disputava, a nível de competições oficiais de seniores, há já 67 anos, desde a época de 1947-48! Um resultado crucial para que os unionistas mantenham intactas as suas aspirações de qualificação, uma vez que, recebendo o Ferreira do Zêzere na ronda decisiva, caso vençam, garantirão (seja como 1.º, ou como 2.º classificado da sua série) a qualificação para a fase seguinte da prova, tendo ainda hipóteses, embora mais contingentes, num eventual cenário de empate.
São apurados para os 1/8 de final da Taça do Ribatejo, os dez clubes vencedores de série, e os seis melhores 2.ºs classificados, com base na aplicação de média ponderada dos pontos obtidos. Assim, após esta jornada, há também algumas equipas já virtualmente afastadas, sem possibilidade de apuramento, nomeadamente por terem registado dois desaires: Alferrarede, Ferreira do Zêzere, Caxarias e U. Almeirin. Em termos gerais, nas diversas séries, subsiste portanto ainda muita coisa em aberto, com 25 equipas a disputar as onze vagas restantes…
A nível nacional, no Campeonato Nacional de Seniores, teve já início a segunda volta da primeira fase, com a disputa da 10.ª jornada, com o At. Ouriense, jogando em “casa emprestada”, em Fátima, a ser goleado pelo Alcanenense, por 1-5, tendo as outras duas equipas do distrito sido também derrotadas: o Fátima, na Sertã, por 0-1, e o Riachense, pese embora a boa réplica oferecida no terreno do líder, Mafra, perdendo por 0-2.
As formações de Ourém e de Riachos mantêm a posição na cauda da tabela, contando somente dois empates, já a doze pontos do 7.º classificado Torreense; com o Fátima, cuja situação de grave crise subsiste, a cair também na parte mais baixa da classificação, no antepenúltimo posto, cinco pontos acima do duo que partilha a “lanterna vermelha”. O conjunto de Alcanena, repartindo agora o 5.º lugar com o Sertanense, parece poder recompor-se de uma fase menos boa, distando somente três pontos do 3.º classificado, Caldas.
No próximo fim-de-semana estarão de regresso os campeonatos distritais, com destaque para algumas partidas de especial interesse: União de Tomar-Fazendense, em que se defrontam os dois clubes que partilham o 2.º posto da classificação, num desafio de elevado grau de dificuldade para ambos; mas também o líder Empregados do Comércio não poderá “repousar”, recebendo o sempre complicado conjunto de Mação; o mesmo se aplica à equipa que se segue na pauta classificativa, o Coruchense, com um sério teste na deslocação ao exíguo recinto do Pontével, que, aliás, se situa imediatamente após a turma de Coruche. A equipa do Torres Novas, recebendo o Benavente, terá uma oportunidade de voltar aos triunfos, de que anda arredada, no campeonato, há já três jornadas.
Na II Divisão Distrital, teremos dois “jogos de primeira”: em Abrantes, com a U. Abrantina a receber o Pego; e na Moçarria, com o Moçarriense a ser visitado pela turma da Glória do Ribatejo, defrontando-se, precisamente, os dois primeiros classificados de cada uma das séries.
Curiosamente, o mesmo sucede no Campeonato Nacional de Seniores, com o U. Leiria a receber o Mafra, com as equipas do distrito com tarefas difíceis, não obstante três delas actuarem em casa, recebendo o Torreense (Fátima), Sertanense (At. Ouriense) e Eléctrico de Ponte de Sôr (Riachense); enquanto o Alcanenense visita as Caldas.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 20 de Novembro de 2014)
O pulsar do campeonato – 7.ª jornada
(“O Templário”, 13.11.2014)
Poderá considerar-se que, em termos gerais, imperou a lógica, na 7.ª jornada do campeonato distrital da I Divisão, com as equipas teoricamente mais apetrechadas a vencer, com destaque para os triunfos: dos Empregados do Comércio, frente à U. Santarém, no derby escalabitano, por 1-0, sexta vitória dos “Caixeiros” em sete jogos, que continuam destacados na liderança, com quatro pontos de avanço; e dos também outrora “Empregados do Comércio”, os de Tomar, com uma excelente vitória do União (2-0) num terreno tradicionalmente difícil como é o do Benavente, equipa que mantinha em curso uma série de cinco encontros sucessivos sem derrota.
Num desafio a requerer grande concentração e entrega, a turma nabantina cedo afirmou a sua maior determinação, procurando assumir a iniciativa do jogo, pese embora a esforçada réplica do adversário, tendo beneficiado de duas ocasiões de perigo, antes de, ainda no primeiro tempo, inaugurar o marcador, com o regressado Wemerson – após curta passagem pelo Alcanenense, do Campeonato Nacional de Seniores –, a marcar logo neste seu jogo de “estreia”.
O brasileiro estaria em particular evidência no segundo tempo, em especial na sua fase final, altura em que, potenciando a sua força, velocidade e poder de drible, que fazem com que seja muito difícil de travar, sem ser em falta, estaria na origem da marcação de duas grandes penalidades (e consequentes duas expulsões de defesas contrários), num intervalo de cerca de dois minutos: a primeira em que o melhor marcador, Pelé, permitiria a defesa ao guardião adversário; a segunda, serenamente convertida por Nuno Rodrigues no segundo tento dos unionistas, que, antes disso, tinham sofrido uma fase de pressão mais intensa, que poderia ter tido consequências funestas, dado terem passado entretanto por um período de desvantagem numérica (10 contra 11; tendo o jogo terminado 10 do União contra 9 do Benavente…).
Também o Fazendense, de forma tranquila, goleando o Barrosense por 4-0, e o Coruchense, batendo o Torres Novas por 2-0 (sendo, a par dos Empregados do Comércio, as únicas equipas a repetir a vitória da ronda precedente), confirmaram o seu favoritismo, agrupando-se – juntamente com o União de Tomar – como perseguidores mais próximos do líder, com o grupo de Coruche um ponto abaixo do par que continua a repartir a 2.ª posição.
Por fim, a notar ainda, a primeira vitória do Rio Maior, na recepção ao U. Chamusca, por 3-1, devolvendo a “lanterna vermelha” ao U. Santarém. As restantes duas partidas registaram igualdades também dentro do expectável, dado o equilíbrio dos contendores, com 1-1 no Mação-Pontével e 2-2 no Cartaxo-Amiense.
Na II Divisão Distrital, o Pego (derrotando o Caxarias) mantém a sua campanha cem por cento vitoriosa, após a disputa da quinta jornada, contando dois pontos de vantagem sobre a U. Abrantina (que, até agora, cedeu apenas um empate, tendo goleado nesta ronda a Sabacheira por 4-0), com o Ferreira do Zêzere, 3.º classificado, já a seis pontos do guia. Na outra série, mais equilibrada, os quatro primeiros estão separados por apenas três pontos, com o Moçarriense (com um empate na Vale da Pedra) a ser igualado no comando pelo Glória do Ribatejo (mercê de um difícil triunfo, ante o Muge), dois pontos acima do U. Almeirim (com um bom triunfo, na Atalaia), e três em relação ao Goleganense (que empatou em casa com o último, Porto Alto).
Subindo até ao Campeonato Nacional de Seniores, já na conclusão da primeira volta da prova, o Alcanenense – colocando termo a uma série negativa, de quatro desaires sucessivos, o que lhe permitiu voltar a “respirar” melhor na tabela classificativa – conseguiu enfim ganhar de novo (1-0), frente a um Fátima também em preocupante queda (apenas com dois empates nas últimas cinco rondas). Por seu lado, em situação ainda mais delicada, At. Ouriense e o Riachense, ambos derrotados em casa, respectivamente pelo Mafra (0-1) e pelo líder U. Leiria (2-3), continuam a repartir a última posição, com apenas dois pontos, a cinco do Fátima, e já a onze pontos do Torreense.
No próximo fim-de-semana os campeonatos distritais sofrem nova interrupção, para disputa da segunda jornada da Taça Ribatejo, com destaque para os seguintes desafios, entre equipas do principal escalão, em que, por definição, dada a especificidade desta competição (e não obstante não se ter atingido ainda a fase de aplicação do sistema de eliminação directa), “não haverá favoritos”: Benavente-Fazendense, Torres Novas-Rio Maior e Barrosense-Coruchense – isto sem ignorar que os conjuntos de Fazendas de Almeirim, Torres Novas e Coruche são três equipas de topo a nível da hierarquia do futebol distrital.
Igualmente aliciantes serão também algumas das partidas que colocam frente a frente equipas de diferentes escalões, em particular: Rossiense-União de Tomar, fazendo “renascer” um velho clássico dos anos 40 do século passado, com os nabantinos a necessitar obter um resultado positivo, para poder manter aspirações na prova; Alferrarede-Amiense; U. Santarém-Samora Correia; Pontével-Muge; e o derby Vale da Pedra-Cartaxo.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 13 de Novembro de 2014)
O pulsar do campeonato – 6.ª jornada
(“O Templário”, 06.11.2014)
União perde invencibilidade
Numa jornada de empates no campeonato distrital da I Divisão (um total de quatro, em sete desafios realizados), o União de Tomar viu quebrada a sua invencibilidade, sendo desfeiteado em casa, ante o candidato Coruchense – que, por seu lado, colocou assim termo a uma série de três jogos sem ganhar, incluindo dois desaires sucessivos –, perdendo por 0-2, no primeiro jogo da época em que os tomarenses ficaram “em branco”.
O que possibilitou aos Empregados do Comércio – única equipa, de entre os sete primeiros da classificação à entrada para esta ronda, a conseguir vencer (parecendo retomar o trilho dos triunfos folgados, e sem sofrer golos, derrotando o Rio Maior por 3-0) voltar a distanciar-se na liderança, agora com quatro de pontos de avanço sobre o par formado por Fazendense e União de Tomar, e cinco pontos a mais que o trio constituído por Torres Novas, Coruchense e Pontével.
E isto porque também o Torres Novas sofreu pesado desaire caseiro, ante o Mação (que, curiosamente, não ganhava desde a ronda inaugural), perdendo por 0-3. Enquanto, por seu lado, o Fazendense não conseguiu melhor que o empate a um golo na visita a Benavente.
Nos restantes encontros desta 6.ª jornada, outras três igualdades: a dois golos, no Pontével-U. Santarém (um desfecho positivo para os escalabitanos, a “trespassarem” a posição de “lanterna vermelha” ao Rio Maior), assim como no Amiense-Barrosense (outra surpresa, com a formação de Amiais de Baixo a não conseguir engrenar neste campeonato, sem vencer há cinco jogos); não tendo U. Chamusca e Cartaxo conseguido desfazer o nulo inicial, neste caso um desfecho aparentemente de maior lógica.
No total, estes quatro empates dão também mais um pequeno contributo para que, após a disputa de seis jornadas, haja ainda um total de seis equipas (quase metade dos concorrentes) com apenas uma derrota averbada… sendo que apenas os quatro clubes da cauda da tabela (Barrosense, Amiense, U. Santarém e Rio Maior) já perderam por mais de duas vezes.
E, para além da “normal” sequência registada pelo Fazendense, sem perder desde a jornada inicial, portanto já há cinco jogos, há algumas “surpresas”: também o Benavente mantém registo similar; enquanto Mação e U. Chamusca somam quatro jornadas sucessivas sem derrota – no caso dos chamusquenses, traduzidas num ciclo de quatro empates; por fim, o Pontével não é desfeiteado há três jogos. Na situação oposta, temos o Rio Maior (a par do U. Santarém as únicas equipas ainda sem vitórias), com um ciclo de quatro desaires consecutivos.
A nível de golos marcados e golos sofridos, o destaque vai, também, em primeiro lugar, para os Empregados do Comércio – ataque mais concretizador, a par do Mação (14 golos), e defesa menos batida, posição partilhada com o Fazendense (apenas dois golos sofridos). Ao invés, reflectindo também as posições que ocupam na pauta classificativa, o Rio Maior é a equipa com menos golos marcados (quatro), sendo o U. Santarém a mais batida (18 golos sofridos).
Ora, conduz-nos esta observação ao desafiante derby que o líder enfrentará na próxima ronda, um porventura inédito U. Santarém-Empregados do Comércio, que certamente animará a cidade escalabitana. Para além deste, o desafio da jornada será o Coruchense-Torres Novas, agora com os torrejanos em posição mais desconfortável, a procurar evitar a derrota, sob pena de se atrasar ainda mais; por fim, destaque ainda para o Benavente-União de Tomar, e para o Mação-Pontével, envolvendo quatro dos oito primeiros classificados, partidas de desfecho imprevisível.
Na II Divisão Distrital, na série a Norte, o Pego prossegue a sua campanha integralmente vitoriosa, tendo ganho no Tramagal por 1-0, seguido de perto pela U. Abrantina, também com um bom triunfo, ante o vizinho Rossiense, por 3-1. O Alferrarede, empatando em casa com o Assentis, atrasou-se, distando agora já cinco pontos do guia. A Sul, o Moçarriense (ganhando 2-0 ao At. Pernes) mantém o comando, com dois pontos a mais que o Glória do Ribatejo, que não conseguiu melhor que a igualdade (1-1) no terreno do Vale da Pedra. Pior esteve o Samora Correia, perdendo em casa com o Goleganense, partilhando ambos o 3.º lugar, a três pontos do líder.
No Campeonato Nacional de Seniores, as equipas do Distrito continuam em baixa, tendo registado três derrotas, com o At. Ouriense a perder em casa com o comandante, Mafra, por 0-1; tendo o Riachense sido derrotado nas Caldas (1-2), enquanto o Alcanenense perdeu em Torres Vedras, ante o Torreense (1-3); apenas o Fátima evitou o desaire, mas sem conseguir mais que um empate (1-1) na recepção ao Eléctrico de Ponte de Sôr.
Assim, os quatro representantes no Nacional ocupam agora as quatro últimas posições da tabela classificativa, sendo de notar a quebra sofrida pelo Alcanenense – enquanto Riachense e At. Ouriense subsistem ainda, após oito jornadas (portanto à entrada para a derradeira ronda da primeira volta), em busca do primeiro triunfo. Na próxima semana, para além do confronto entre Alcanenense e Fátima, tarefas difíceis esperam os dois últimos classificados, com a formação de Riachos a receber o vice-líder, U. Leiria; e o At. Ouriense a deslocar-se a Ponte de Sôr.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 6 de Novembro de 2014)
O pulsar do campeonato – 5.ª jornada
(“O Templário”, 30.10.2014)
Tal como aqui antevira na semana passada, os então três primeiros classificados (Empregados do Comércio, União de Tomar e Torres Novas) tinham saídas de elevado grau de dificuldade, nenhum deles tendo conseguido vencer. Pelo que o principal destaque da ronda vai para o Cartaxo, que ganhando por 2-1 ao (ainda) líder Empregados do Comércio, quebrou a invencibilidade (e a inviolabilidade das redes) dos escalabitanos.
Em função do que o União de Tomar – tendo obtido um positivo empate, a dois golos, em jogo de grande intensidade, no sempre difícil terreno do Mação – passa portanto a ser a única equipa ainda invicta nesta temporada, após a disputa da 5.ª jornada do campeonato (a que acresce um jogo da Taça Ribatejo), mantendo uma excelente 2.ª posição na pauta classificativa, reduzindo somente para um único ponto a diferença face ao guia.
No que respeita ao Torres Novas, jogando em Santarém, parecia ter o “pássaro” na mão, mas não evitaria o golo do União local, a empatar o jogo, o que representou a conquista do primeiro ponto pela turma da casa. Por outro lado, quem vem notoriamente “emergindo” é o Fazendense, com mais um categórico triunfo, desta feita frente ao Amiense, por 3-0, assim igualando os torrejanos no 3.º posto, ambos a dois pontos da liderança.
Outro realce, mas este pela negativa, foi o segundo desaire caseiro sucessivo do Coruchense, que, ao invés de ter recuperado do “trauma” da goleada sofrida ante o Fazendense, pode tê-lo agravado, ao perder, de forma inesperada, ante o “vizinho” Benavente, por 1-2. O Rio Maior não conseguiu também confirmar o ânimo que os 8-0 da Taça Ribatejo teriam proporcionado ao grupo, tendo sido surpreendido em casa pelo Pontével, perdendo por 2-3. Por fim, Barrosense e U. Chamusca, com alguma lógica, ter-se-ão equivalido, empatando a uma bola.
Algumas curiosidades ainda em relação às tendências reveladas por alguns concorrentes: três das equipas que perderam na ronda inaugural (Torres Novas, Fazendense e Benavente) não voltaram a ser derrotadas; ao invés, três outros clubes (Mação e U. Chamusca – ambos com uma série, em curso, de três empates sucessivos – e Amiense), que tinham ganho o jogo de estreia, não conseguiram (ainda) tornar a vencer…
As melhores séries actualmente em curso são as do Fazendense e Pontével, que venceram os dois últimos jogos; as piores, as do Rio Maior (três derrotas sucessivas) e do… Coruchense, que perdeu os dois encontros mais recentes que disputou.
Na classificação, tudo isto resume-se, para já, a um compactar na frente da tabela, com um quarteto no topo, separado por apenas dois pontos, seguido de perto por duas equipas agora a surpreender pela positiva, Pontével e Benavente. As principais desilusões, o Coruchense – um dos dois principais favoritos ao título, a par do Fazendense –, actualmente num sofrível 7.º lugar, a cinco pontos do comandante… mas, ressalve-se, apenas a três de Torres Novas e Fazendense; e o Amiense, que tem atrás de si apenas os três recém-promovidos (aliás, um deles, Barrosense, em igualdade pontual). As equipas de Rio Maior e do U. Santarém têm denotado dificuldades na adaptação ao “ritmo” da I Divisão.
Na Divisão secundária, o Pego, ganhando ao Alferrarede (3-1), isolou-se na liderança da série mais a Norte, beneficiando também do empate da U. Abrantina em Minde (1-1). O Assentis, depois da igualdade em Tomar, goleou o Ferreira do Zêzere por 7-0. A Sul os dois primeiros (Glória do Ribatejo e U. Almeirim) empataram entre si (2-2), o que permitiu a Samora Correia e Moçarriense (ganhando ambos por 3-0, em terreno alheio) igualarem a Glória na liderança.
No Campeonato Nacional de Seniores, as equipas do Distrito atravessam uma fase de dificuldades, nesta altura todas as quatro posicionadas na segunda metade da tabela: Riachense e At. Ouriense (dois últimos da classificação) não conseguiram desfazer o nulo em Riachos, enquanto o Fátima (agora antepenúltimo) perdeu (1-4) com o novo líder, Mafra, tendo o Alcanenense (6.º) sido surpreendido em casa, pelo Sertanense, perdendo por 1-2.
Na próxima jornada da I Divisão do Distrital, o grande destaque vai para o União de Tomar-Coruchense, necessariamente um jogo de “tripla”, mas de forte interesse serão também os desafios Benavente-Fazendense e Torres Novas-Mação. Os Empregados do Comércio reúnem favoritismo na recepção ao Rio Maior; veremos se poderá eventualmente haver surpresa…
P. S. No âmbito de pesquisa que tenho vindo a desenvolver, acabei entretanto de tomar conhecimento de alguns resultados do União de Tomar, referentes à temporada de 1951-52 (Campeonato Distrital da II Divisão), que – com base na consulta efectuada a jornais locais, de Tomar, jornais regionais (de Torres Novas e Santarém), e a jornais de índole nacional – não me tinha sido ainda, até agora, possível apurar. Dado que um desses resultados assume expressão muito significativa, traduzindo-se, efectivamente, na maior goleada sofrida pelo clube a nível de jogos oficiais, aproveito a oportunidade que me é proporcionada por “O Templário” para aqui rectificar tal omissão – ao mesmo tempo que, com a humildade devida, expresso também o meu pedido de desculpas por tal falta –, publicando uma lista actualizada das maiores goleadas, obtidas e sofridas pelo União de Tomar, em desafios de cariz oficial (jogos em que marcou, ou sofreu, oito ou mais golos, e em que, paralelamente, a diferença foi, pelo menos, de sete golos).
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 30 de Outubro de 2014)

O pulsar do campeonato – Taça Ribatejo – 1.ª jornada
(“O Templário”, 23.10.2014)
Começou a “festa” da Taça Ribatejo, nesta primeira fase, em sistema de grupos – portanto ainda sem o aliciante dos jogos de eliminação directa –, compreendendo dez séries: quatro constituídas por quatro clubes cada, integrando as restantes seis apenas três clubes, num total de 34 participantes, 14 da I Divisão e 20 da II Divisão Distrital, apurando-se para os 1/8 de final os dez vencedores de série, e as seis equipas, de entre as classificadas no 2.º lugar, com melhor média ponderada de pontos obtidos nesta fase.
Um modelo de disputa da competição que se reveste de alguma complexidade e que não deixa de suscitar dúvidas de interpretação (até pelo facto de haver algumas séries de três equipas, e outras de quatro), acrescida ainda pela fórmula de desempate adoptada intra-série, baseada na marcação (no final de todos os desafios) de pontapés da marca de grande penalidade, mas a qual produz efeitos apenas em caso de igualdade pontual no conjunto dos jogos disputados pelos concorrentes empatados em cada série.
Por outro lado, é de notar que o sorteio caprichou em reunir três clubes da I Divisão nas Séries 1 (Torres Novas, Amiense e Rio Maior) e 6 (Fazendense, Pontével e Benavente); e duas nas Séries 5 (Empregados do Comércio e U. Chamusca) e 9 (Coruchense e Barrosense); enquanto, ao invés, as Séries 4 e 8 (ambas com três participantes) apenas agregam clubes a militar na II Divisão Distrital, portanto numa notória situação de desequilíbrio de forças.
Assim sendo, nesta ronda inaugural, temos de começar por destacar as goleadas aplicadas pelo Rio Maior (8-0 ao Alferrarede); Empregados do Comércio (5-0 ao Caxarias, continuando a sua campanha “imparável”, com cinco vitórias em cinco jogos disputados, com um impressionante score de 15-0); e do Fazendense (5-0 ao Pontével, repetindo a marca registada na semana anterior em Coruche, confirmando atravessar uma fase de grande forma). Depois, não se tratando propriamente – ainda – de “tomba-gigantes”, uma menção particular ao Muge, única equipa de escalão secundário a derrotar outra do principal (Benavente) por 3-1.
De resto, nos oito encontros entre equipas de Divisão diferente (tendo Coruchense e U. Chamusca folgado), apenas o União de Tomar, neste jogo com uma exibição menos conseguida, não venceu também, não conseguindo ir além da igualdade a uma bola (mais um tento apontado por Pelé), e depois de o guardião unionista ter já defendido uma grande penalidade.
Por fim, no “principal” jogo desta primeira jornada, Amiense-Torres Novas, os torrejanos, ganhando por 1-0, obtiveram a “desforra” do desaire sofrido na ronda inicial do campeonato. E, ainda, uma referência final a uma particularidade muito especial, porventura inédita: o regressado Rossiense – que acabou de fazer a sua estreia no campeonato da II Divisão no sábado, empatando a duas bolas com o Tramagal –, jogou, menos de 24 horas depois (!) para a Taça do Ribatejo, indo ganhar a Ferreira do Zêzere por 3-2!
A nível nacional, disputou-se a eliminatória correspondente aos 1/32 de final da Taça de Portugal, não tendo o Alcanenense podido resistir ao superior poderio do Nacional da Madeira, saindo goleado por 6-1; ao invés, o Riachense – recebendo a visita de um conjunto do mesmo escalão (Campeonato Nacional de Seniores), Benfica de Castelo Branco – conseguiu, mercê de um tento alcançado nos derradeiros minutos, vencer por 2-1, avançando assim para os 1/16 de final, fase em que não marcam já presença cinco clubes da I Liga (FC Porto, Estoril, Boavista, Arouca e Académica, surpreendido pelo “tomba-gigantes” Santa Maria).
Na próxima semana estarão de regresso os campeonatos. Na I Divisão Distrital, o destaque vai para o Fazendense-Amiense, com favoritismo para a formação de Fazendas de Almeirim, e para o Coruchense-Benavente (também com clara tendência para os donos da casa, necessitando recuperar do “trauma” da última jornada), para além dos três sérios testes que os três primeiros classificados enfrentarão, todos a enfrentar deslocações de elevado risco: os Empregados do Comércio ao Cartaxo; o União de Tomar a Mação; e o Torres Novas a Santarém, neste caso com maior dose de favoritismo a ter de ser atribuído aos torrejanos, frente ao U. Santarém.
Na II Divisão Distrital, a Norte, os quatro primeiros defrontam-se: dois dos líderes encontram-se no Pego-Alferrarede; enquanto o outro, U. Abrantina, se desloca a Minde. Mais a Sul, temos também um líder, Glória do Ribatejo, a receber um dos 2.ºs classificados, U. Almeirim, enquanto Goleganense e Moçarriense, que partilham a 2.ª posição, se encontram também na Golegã.
Por fim, no Campeonato Nacional de Seniores, os dois últimos classificados, Riachense e At. Ouriense, enfrentam-se nos Riachos, enquanto o Alcanenense recebe o Sertanense, tendo o Fátima uma difícil saída a Mafra, actual vice-líder.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 23 de Outubro de 2014)
O pulsar do campeonato – 4.ª jornada
(“O Templário”, 16.10.2014)
Quando, na passada semana, aqui escrevi que o principal destaque da jornada teria de ir, inteirinho, para o grande desafio que colocava frente a frente, talvez os dois principais candidatos ao título, estava longe de imaginar que o desfecho do Coruchense-Fazendense pudesse ser uma extraordinária goleada (5-0) obtida pelos visitantes, dado o equilíbrio de forças que se poderia antever. Mas o futebol é fértil em “fenómenos” desta natureza, em que a equipa supostamente mais “confortável” (jogando em casa e em posição vantajosa na tabela classificativa), rapidamente deixa de o ser, após sofrer um golo, que a desestabiliza, na exacta medida em que, inversamente, o adversário, adquirindo confiança, se agiganta (veja-se o recente exemplo do Brasil-Alemanha do Mundial).
E, depois, outro cenário clássico nestas circunstâncias: quando uma equipa se vê em desvantagem por dois ou três golos, perante uma da sua igualha, o que fazer? Procurar evitar que o marcador se continue a avolumar? Ou continuar a correr riscos, em busca – mais com o “coração” do que com a cabeça – de um golo que possa de alguma forma suscitar uma inversão da tendência. Ou, mais simplesmente – não tendo assistido ao jogo –, possivelmente um dia em que tudo sai bem a um dos contendores, enquanto ao outro, pelo contrário, tudo corre mal.
Reflexos imediatos deste resultado: para além do mais evidente – o facto de o Coruchense se ter visto igualado na classificação pelo Fazendense, portanto voltando praticamente à “estaca zero” neste duelo particular (com a vantagem anímica agora a pender para o grupo de Fazendas de Almeirim) –, o União de Tomar, mercê de um triunfo categórico (goleando também, por 4-0) no tradicional clássico frente à agora ainda relativamente inexperiente equipa do U. Santarém, isolou-se no segundo lugar. Com uma campanha bastante segura, é agora, a par dos Empregados do Comércio, um dos únicos dois clubes a manter a invencibilidade. A destacar o pendor goleador de Pelé (quarto golo apontado) e de Nuno Rodrigues, a marcar em dois jogos sucessivos.
Por falar em Empregados do Comércio, continua a afirmar a sua liderança, tendo vencido com tranquilidade o Barrosense (3-0); quatro jogos, quatro vitórias, 10-0 em golos (ataque mais concretizador, a par do Torres Novas; defesa menos batida), tem os candidatos Fazendense e Coruchense já a cinco pontos de distância… Por curiosidade, um desempenho perfeitamente simétrico face ao do rival escalabitano, U. Santarém, este, para já, somando por derrotas todos os quatro desafios disputados.
Nesta ronda, uma nota de saliência também para o Torres Novas, que depois de um arranque “em falso” – se assim se pode chamar à derrota tangencial em Amiais de Baixo –, somou o terceiro triunfo consecutivo, ascendendo ao 3.º posto, a um ponto do União de Tomar, e a três do comandante, com a tal particularidade de ser uma das duas equipas mais concretizadoras.
Esta era uma jornada repleta de aliciantes, incluindo ainda o derby municipal do Cartaxo, com o Pontével a impor-se, no seu também difícil terreno (em função das suas reduzidas dimensões), ganhando por 1-0, dando um pulo na pauta classificativa, ascendendo ao 6.º lugar. Falta-nos apenas referir os empates (2-2 em ambos os casos) registados no Benavente-Mação e no U. Chamusca-Amiense, jogos em que era já antevisto o equilíbrio, que acabaria por predominar.
Em função dos resultados desta ronda, as equipas do Cartaxo e do Amiense ocupam posições abaixo das expectativas, partilhando o 10.º posto, ambos com quatro pontos. Os três novos primodivisionários estão, para já, instalados nos indesejáveis três lugares da cauda da tabela.
Na II Divisão Distrital, que teve a sua segunda jornada, a Norte, temos três equipas que somaram segundo triunfo (Alferrarede – considerando a vitória administrativa da ronda inaugural, no Rossio ao Sul do Tejo –, Pego e U. Abrantina), enquanto, a Sul, apenas o Glória do Ribatejo conseguiu tal feito. O regressado (?) Rossiense continua sem comparecer nos campos, tendo adiado a sua partida (desta feita no Tramagal). Os grupos de Assentis, Sabacheira, Porto Alto e Pernes registaram segundo desaire.
Subindo até ao Campeonato Nacional de Seniores, o destaque vai para um empolgante desafio entre Fátima e Riachense (que somou o primeiro ponto, graças ao empate a três bolas). O At. Ouriense, que continua de “casa às costas”, foi goleado pelo Caldas (0-4), afundando-se na classificação (regista também, somente, um ponto) – estando portanto riachenses e ourienses já a cinco pontos dos mais próximos competidores (sendo um deles o Fátima); por fim, o Alcanenense foi derrotado em casa pelo líder (U. Leiria), por 1-2, repartindo agora a 3.ª posição com Eléctrico de Ponte de Sôr e Caldas, todos com dez pontos.
No próximo fim-de-semana, os campeonatos estarão em pausa, para disputa dos 1/32 avos de final da Taça de Portugal (ainda com dois “sobreviventes” do distrito, Alcanenense, que se desloca à Madeira, para defrontar o Nacional, da I Liga, e Riachense, que recebe a visita do Benfica de Castelo Branco, numa ronda em que se destaca o FC Porto-Sporting) e da 1.ª jornada da fase de grupos da Taça Ribatejo, neste caso, com algumas partidas de particular interesse, como o União de Tomar-Assentis, a reedição do Amiense-Torres Novas, o Fazendense-Pontével, e, espera-se, a estreia do Rossiense, em Ferreira do Zêzere.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 16 de Outubro de 2014)
O pulsar do campeonato – 3.ª jornada
(“O Templário”, 09.10.2014)
Antes da realização dos jogos correspondentes à 3.ª ronda da I Divisão Distrital poderia até esperar-se que, no seu final, emergisse um líder isolado, mas seriam muito poucos certamente os que apostariam nos Empregados do Comércio (em detrimento do favorito Coruchense), os quais enfrentavam quase como que uma “missão impossível” – passe o natural excesso –, a de ganhar em Amiais de Baixo.
Pois, foi isso mesmo que os “Caixeiros” de Santarém conseguiram, e de uma forma absolutamente categórica, triunfando por 3-0! Três jogos, três vitórias (duas delas em terreno alheio – além da partida de Amiais de Baixo, também em Fazendas de Almeirim, no campo de outro dos principais candidatos), sete golos marcados (ataque mais concretizador, a par do da turma de Mação), nenhum golo sofrido (única equipa a manter a inviolabilidade das suas balizas); numa palavra: sensacional! Teremos candidato? Ou o “primeiro milho é dos pardais”?
Não se esperaria que fosse, para já, o Coruchense a “descolar” – agora dois pontos abaixo do guia –, mas, não obstante ter chegado a dispor de dois golos de vantagem, acabaria por permitir a reacção do grupo maçaense, que restabeleceria a situação de igualdade, a duas bolas, não conseguindo portanto “passar” no também difícil terreno de Mação.
O que, paralelamente, proporcionou ao União de Tomar a subida ao 2.º lugar (partilhado com o conjunto de Coruche), depois, também, de averbar o segundo triunfo fora de portas, desta feita em Rio Maior, igualmente por 1-0, num desafio no qual, à semelhança do que se passara na Barrosa, os nabantinos tiveram de apelar a um sentido de realismo, privilegiando o resultado em relação ao “espectáculo”, sabendo sofrer quando necessário, em ordem a preservar até final a vantagem alcançada quase no termo do primeiro tempo, num golo de Nuno Rodrigues. Uma boa campanha unionista, até agora, que se espera possa prosseguir no mesmo rumo.
Outras duas equipas ganharam também fora de casa (para além de Empregados do Comércio e U. Tomar) – numa jornada particularmente adversa para as equipas da casa, dado que apenas uma delas, o Barrosense, conseguiu vencer… –, o Torres Novas, com um excelente resultado no Cartaxo (vitória por 1-0), a isolar-se no 4.º posto, apenas um ponto abaixo do duo que reparte a 2.ª posição; e o Benavente, em Santarém, frente ao União (duas equipas que ocupavam os lugares da cauda da tabela), por 3-2, o que permitiu ao grupo vitorioso integrar agora um “mini-pelotão” de cinco equipas, a meio da tabela, “afundando” os escalabitanos na indesejada posição de “lanterna vermelha”.
Surpreendente foi também o empate caseiro cedido pelo Fazendense ante o U. Chamusca, não tendo conseguir desfazer o nulo no marcador, integrando ambos o tal grupo de cinco clubes (como sucede também com Cartaxo e Mação) que, em apenas três jogos, já “fizeram de tudo” neste campeonato: ganharam, empataram e perderam; um comportamento algo decepcionante para os adeptos da turma de Fazendas de Almeirim, cujo técnico terá já colocado o lugar à disposição, não obstante a fase muito prematura da prova em que nos encontramos ainda… e o facto de o atraso face ao Coruchense ser de apenas 3 pontos.
Já antes ficou dito que o Barrosense foi o único visitado a triunfar, e fê-lo, também, de forma convincente, por 4-1, sobre o Pontével, que, a par do Amiense – estas três equipas agora com três pontos – se posicionam, para já, bastante aquém do que serão as suas legítimas expectativas, apenas superando os recém-promovidos Rio Maior e U. Santarém.
Na próxima jornada, o principal destaque terá de ir, inteirinho, para o grande desafio que colocará frente a frente, porventura, os dois principais candidatos ao título, Coruchense e Fazendense, com os visitantes a começarem a ver escassear a sua margem de erro. Do líder, Empregados do Comércio, espera-se agora, naturalmente, a vitória, na recepção ao Barrosense; veremos se a “pressão do 1.º lugar” será virtuosa. Haverá também um derby no Cartaxo-Pontével; e, ainda, o reeditar de um grande clássico do Ribatejo, tantas vezes disputado noutros escalões: U. Tomar – U. Santarém (com os tomarenses a defrontarem, ao fim de apenas quatro jornadas, a terceira equipa promovida no final da temporada passada). Aliciantes não faltam…
Na II Divisão Distrital, o aspecto mais saliente da ronda inaugural acabaria mesmo por ser a inusitada falta de comparência no que seria o regresso do Rossiense à competição, recebendo o Alferrarede… Para além disso, no duelo entre as duas equipas despromovidas, a U. Abrantina foi vencer ao terreno do Assentis, por 1-0; tendo o Pego ganho também fora de casa, na Sabacheira, pela clara margem de 3-0. A sul, destaque para o triunfo do Glória sobre o Porto Alto (3-2) e para o empate (1-1) entre U. Almeirim e Samora Correia.
Subindo até ao Campeonato Nacional de Seniores, tivemos um fim-de-semana muito negativo para os representantes do Distrito, acumulando quatro desaires: o At. Ouriense em Leiria (0-2), o Fátima nas Caldas (0-1), o Riachense, em casa, frente ao Torreense (1-2), e, mais inesperado, o até então líder, Alcanena, em Ponte de Sôr (1-2). Na próxima jornada, os dois primeiros defrontam-se em Alcanena, com a equipa da casa a procurar destronar o agora comandante U. Leiria, recebendo o já algo “aflito” At. Ouriense a visita do Caldas; por fim, as outras duas equipas do Distrito, cruzam-se em Fátima, com o Riachense a necessitar começar a pontuar.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 9 de Outubro de 2014)













