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Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Arsenal – Ludogorets – 6-0
Paris St.-Germain – Basel – 3-0
1º Arsenal e Paris St.-Germain, 7; 3º Basel e Ludogorets, 1
Grupo B
Napoli – Beşiktaş – 2-3
D. Kyiv – Benfica – 0-2
1º Napoli, 6; 2º Beşiktaş, 5; 3º Benfica, 4; 4º D. Kyiv, 1
Grupo C
Celtic – B. Mönchengladbach – 0-2
Barcelona – Manchester City – 4-0
1º Barcelona, 9; 2º Manchester City, 4; 3º B. Mönchengladbach, 3; 4º Celtic, 1
Grupo D
Rostov – At. Madrid – 0-1
Bayern – PSV Eindhoven – 4-1
1º At. Madrid, 9; 2º Bayern, 6; 3º PSV Eindhoven e Rostov, 1
Grupo E
CSKA Moskva – Monaco – 1-1
Bayer Leverkusen – Tottenham – 0-0
1º Monaco, 5; 2º Tottenham, 4; 3º Bayer Leverkusen, 3; 4º CSKA Moskva, 2
Grupo F
Sporting – B. Dortmund – 1-2
Real Madrid – Legia Warsaw – 5-1
1º B. Dortmund e Real Madrid, 7; 3º Sporting, 3; 4º Legia Warsaw, 0
Grupo G
Leicester – København – 1-0
Brugge – FC Porto – 1-2
1º Leicester, 9; 2º København e FC Porto, 4; 4º Brugge, 0
Grupo H
D. Zagreb – Sevilla – 0-1
Lyon – Juventus – 0-1
1º Juventus e Sevilla, 7; 3º Lyon, 3; 4º D. Zagreb, 0
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – D. Kiev – Benfica
D. Kiev – Artur Rudko, Danilo Silva, Yevhen Khacheridi, Domagoj Vida, Antunes, Andriy Yarmolenko, Serhiy Sydorchuk (80m – Olexandr Gladkiy), Nikita Korzun, Valeriy Fedorchuk (56m – Vitaliy Buyalskiy), Derlis González (71m – Viktor Tsygankov) e Júnior Moraes
Benfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Luisão, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, Eduardo Salvio, Pizzi, Ljubomir Fejsa, Franco Cervi (83m – Guillermo Celis), Gonçalo Guedes (90m – Eliseu) e Kostas Mitroglou (71m – Raúl Jiménez)
0-1 – Eduardo Salvio (pen.) – 9m
0-2 – Franco Cervi – 55m
Cartões amarelos – Nikita Korzun (34m); Kostas Mitroglou (45m)
Árbitro – David Fernández Borbalán (Espanha)
Depois do “passo em falso” das duas rondas iniciais da competição, o Benfica foi esta noite arrancar uma determinante vitória ao terreno do D. Kiev – à partida o mais directo adversário na disputa pelo acesso aos 1/8 de final da Liga dos Campeões.
Adquirindo vantagem desde cedo, com um tento logo aos nove minutos, na sequência da conversão de uma grande penalidade, por Salvio, o Benfica teve então a possibilidade de actuar de forma concentrada, minimizando os riscos, controlando, em termos gerais, o jogo.
Beneficiou ainda da sua eficácia em termos de colectivo, sobretudo nas transições ofensivas, para sentenciar o desfecho do jogo, curiosamente à passagem do décimo minuto do segundo tempo, por Cervi, à “segunda tentativa”, ao passo que a equipa ucraniana desperdiçava as ocasiões de perigo criadas, também com realce para a exibição de Ederson Moraes e um corte providencial de Grimaldo.
Um triunfo alcançado com alguma felicidade, mas que se justifica pela forma como ambas as formações se apresentaram em campo, abrindo novas perspectivas à equipa portuguesa, sobretudo se conseguir voltar a superar este mesmo adversário, já na próxima jornada, em Lisboa.
I. Faroé – Portugal (Mundial 2018 – Qualif.)
I. Faroé – Gunnar Nielsen, Viljormur Davidsen, Atli Gregersen (72m – Johan Davidsen), Sonni Nattestad, Hallur Hansson, Frodi Benjaminsen, Brandur Hendriksson (80m – Kaj Bartalsstovu), Gilli Sorensen (66m – René Joensen), Solvi Vatnhamar, Joan Edmundsson e Bárður Hansen
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, José Fonte, Antunes, William Carvalho, Ricardo Quaresma (68m – Gelson Martins), André Gomes, João Mário (81m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo e André Silva (80m – Éder)
0-1 – André Silva – 12m
0-2 – André Silva – 22m
0-3 – André Silva – 37m
0-4 – Cristiano Ronaldo – 65m
0-5 – João Moutinho – 90m
0-6 – João Cancelo – 90m
Cartões amarelos – Atli Gregersen (59m); José Fonte (38m) e Pepe (60m)
Árbitro – Gediminas Mazeika (Lituânia)
Uma vez mais – tal como sucedera há apenas três dias – o adversário não era de “top”.
Não obstante, consciente das dificuldades que lhe poderiam ser colocadas por uma selecção extremamente motivada, por defrontar o Campeão Europeu, por vir de uma extraordinária vitória na Letónia, por jogar no seu ambiente, num piso de relvado sintético, a selecção portuguesa encarou este desafio com todo o profissionalismo e responsabilidade, levando muito a sério, de forma empenhada, a sua actuação.
Que, cedo se começou a materializar em golos, novamente por intermédio da jovem esperança André Silva, que, desta feita, não se ficaria por aqui, alcançando um brihante “hat-trick” em pouco mais de meia hora de jogo.
Com o triunfo assim consolidado, a equipa portuguesa manteve, durante todo o tempo do encontro, um bom nível de intensidade de jogo, a ritmo regular, que lhe permitiram ir somando golos, os dois últimos obtidos já em período de compensação, numa fase em que os jogadores da equipa da casa não dispunham já de reservas físicas (nem psicológicas)…
Acima de tudo, de enaltecer a concentração, o foco neste jogo, a tornar fácil o que, eventualmente, se poderia ter revestido de alguma dificuldade, caso a abordagem adoptada tivesse sido outra, de menor aplicação.
Um balanço excelente desta dupla jornada, com duas vitórias e um “score” global de 12-0. Os golos que terão ficado por marcar frente a Andorra foram de alguma forma compensados por esta excepcional goleada alcançada “fora de portas” (a segunda maior do historial português a nível oficial, apenas superada pelos 7-0 averbados no Liechtenstein em 1995, a par dos 7-1 registados em Andorra em 2001).
Surpreendente foi a margem tangencial com que a Suíça venceu em Andorra, enquanto a selecção da Letónia confirma estar a atravessar uma fase negativa, tendo sofrido novo desaire caseiro, agora ante a Hungria.
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Suíça 3 3 - - 7 - 3 9 2º Portugal 3 2 - 1 12 - 2 6 3º Hungria 3 1 1 1 4 - 3 4 4º I. Faroé 3 1 1 1 2 - 6 4 5º Letónia 3 1 - 2 1 - 4 3 6º Andorra 3 - - 3 1 - 9 -
3ª jornada
10.10.2016 – Andorra – Suíça – 1-2
10.10.2016 – I. Faroé – Portugal – 0-6
10.10.2016 – Letónia – Hungria – 0-2
Portugal – Andorra (Mundial 2018 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, José Fonte, Pepe (72m – Gelson Martins), Raphaël Guerreiro (52m – Antunes), Ricardo Quaresma, André Gomes (66m – João Mário), João Moutinho, Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e André Silva
Andorra – Josep Antoni Gomes, Jordi Rubio, Ildefons Lima, Marc Vales, Max-Adrio Llovera, Marc García (49m – Moisès San Nicolas), Victor Rodríguez, Marcio Vieira, Marc Rebés, Cristian Martínez (76m – Victor Hugo Moreira) e Jordi Aláez (73m – Marc Pujol)
1-0 – Cristiano Ronaldo – 2m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 4m
3-0 – João Cancelo – 44m
4-0 – Cristiano Ronaldo – 47m
5-0 – Cristiano Ronaldo – 68m
6-0 – André Silva – 86m
Cartões amarelos – Pepe (35m); Victor Rodríguez (28m), Jordi Rubio (53m) e Ildefons Lima (85m)
Cartões vermelhos – Jordi Rubio (62m) e Marc Rebés (71m)
Árbitro – Oliver Drachta (Áustria)
No regresso a casa após a magnífica conquista do título, em França, no mês de Julho, os Campeões Europeus em título recebiam – numa partida em que os “extremos se tocam” – a historicamente mais fraca das selecções de futebol da Europa, Andorra (203.º lugar no ranking da FIFA, apenas à frente, a nível de selecções europeias, da novel selecção de Gibraltar, que não regista ainda qualquer ponto em tal ranking).
Um jogo que, necessariamente, se adivinhava fácil, mais fácil se tornaria quando o também regressado Cristiano Ronaldo – após a lesão sofrida na Final do “EURO 2016” -, em menos de três minutos e meio, marcou dois golos (um “record” mundial em jogos de qualificação para Campeonatos do Mundo)!
Antecipada que era já a certeza da goleada, faltaria apenas estabelecer a sua expressão, por via do número de golos que a equipa portuguesa conseguisse vir a concretizar.
Contudo, perante uma aguerrida (e algo agressiva) selecção andorrana, o conjunto português, embora nunca deixasse de porfiar, assumindo todas as iniciativas de ataque, com um avassalador domínio em termos de posse de bola, viria, algo compreensivelmente – há já outro desafio, mais exigente, para disputar, logo daqui a apenas três dias – a baixar o ritmo, apenas chegando ao terceiro tento mesmo a findar o primeiro tempo.
Na abertura da segunda metade, como que a “papel químico” da primeira parte, logo no segundo minuto, Cristiano Ronaldo faria o seu terceiro golo, vindo ainda a alcançar o “poker” a meio do segundo tempo.
Nos derradeiros vinte minutos da partida, com a selecção de Andorra entretanto já reduzida a apenas nove elementos, por via de duas expulsões, uma delas, por vermelho directo, na sequência de uma entrada dura sobre Cristiano Ronaldo, que o faria recuar no terreno, Portugal apenas obteria mais um golo, com André Silva – que tanto procurara tal desiderato – a conseguir enfim estrear-se a marcar.
Pelo meio sobrou ainda muito espaço para algumas espectaculares intervenções do guardião de Andorra, a cotar-se como o melhor elemento da sua equipa, a impedir que o marcador tivesse atingido expressão bem mais elevada que o 6-0 final (foram seis, mas poderiam muito bem ter sido dez… ou doze!).
Em síntese, um resultado que se afigura algo escasso face a tão esmagador domínio da equipa portuguesa. Veremos, nas contas finais, se não virão a fazer falta alguns dos golos que esta noite não foram concretizados.
Até porque, noutro encontro de grande relevância para a classificação deste Grupo, a Suíça acabou por ter a felicidade de, após se ter colocado por duas vezes em vantagem na Hungria, tendo contudo permitido aos visitados restabelecer a igualdade, chegar ao golo do triunfo (3-2) já em período de compensação, o que, por agora, lhe confere uma importante vantagem na disputa pelo 1.º lugar.
Segue-se, para Portugal, uma complicada deslocação até às Ilhas Faroé, que, precisamente, provocaram nesta ronda uma enorme surpresa, tendo ido vencer à Letónia.
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Suíça 2 2 - - 5 - 2 6 2º I. Faroé 2 1 1 - 2 - 0 4 3º Portugal 2 1 - 1 6 - 2 3 4º Letónia 2 1 - 1 1 - 2 3 5º Hungria 2 - 1 1 2 - 3 1 6º Andorra 2 - - 2 0 - 7 -
2ª jornada
07.10.2016 – Hungria – Suíça – 2-3
07.10.2016 – Letónia – I. Faroé – 0-2
07.10.2016 – Portugal – Andorra – 6-0
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo H
Gent – Konyaspor – 2-0
Shakhtar Donetsk – Sp. Braga – 2-0
1º Shakhtar Donetsk, 6; 2º Gent, 4; 3º Sp. Braga, 1; 4º Konyaspor, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Ludogorets – Paris St.-Germain – 1-3
Arsenal – Basel – 2-0
1º Paris St.-Germain e Arsenal, 4; 3º Ludogorets e Basel, 1
Grupo B
Beşiktaş – D. Kyiv – 1-1
Napoli – Benfica – 4-2
1º Napoli, 6; 2º Beşiktaş, 2; 3º D. Kyiv e Benfica, 1
Grupo C
B. Mönchengladbach – Barcelona – 1-2
Celtic – Manchester City – 3-3
1º Barcelona, 6; 2º Manchester City, 4; 3º Celtic, 1; 4º B. Mönchengladbach, 0
Grupo D
At. Madrid – Bayern – 1-0
Rostov – PSV Eindhoven – 2-2
1º At. Madrid, 6; 2º Bayern, 3; 3º PSV Eindhoven e Rostov, 1
Grupo E
Monaco – Bayer Leverkusen – 1-1
CSKA Moskva – Tottenham – 0-1
1º Monaco, 4; 2º Tottenham, 3; 3º Bayer Leverkusen, 2; 4º CSKA Moskva, 1
Grupo F
B. Dortmund – Real Madrid – 2-2
Sporting – Legia Warsaw – 2-0
1º B. Dortmund e Real Madrid, 4; 3º Sporting, 3; 4º Legia Warsaw, 0
Grupo G
København – Brugge – 4-0
Leicester – FC Porto – 1-0
1º Leicester, 6; 2º København, 4; 3º FC Porto, 1; 4º Brugge, 0
Grupo H
Sevilla – Lyon – 1-0
D. Zagreb – Juventus – 0-4
1º Juventus e Sevilla, 4; 3º Lyon, 3; 4º D. Zagreb, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Napoli – Benfica
Napoli – Pepe Reina, Elseid Hysaj, Raúl Albiol (11m – Nikola Maksimović), Kalidou Koulibaly, Faouzi Ghoulam, Allan, Jorginho, José Callejón (70m – Lorenzo Insigne), Marek Hamšík, Dries Mertens (82m – Emanuele Giaccherini) e Arkadiusz Milik
Benfica – Júlio César, André Almeida, Lisandro López, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, Nélson Semedo, André Horta (56m – Eduardo Salvio), Ljubomir Fejsa (82m – José Gomes), Pizzi, André Carrillo (67m – Gonçalo Guedes) e Kostas Mitroglou
1-0 – Marek Hamšík – 20m
2-0 – Dries Mertens – 51m
3-0 – Arkadiusz Milik (pen.) – 54m
4-0 – Dries Mertens – 58m
4-1 – Gonçalo Guedes – 70m
4-2 – Eduardo Salvio – 86m
Cartões amarelos – Pepe Reina (86m); Lisandro López (50m), Júlio César (53m), Carrillo (65m) e Fejsa (76m)
Árbitro – Felix Brych (Alemanha)
Após o “passo em falso” da ronda inicial, o Benfica enfrentava o mais difícil desafio, perante o opositor teoricamente mais cotado do Grupo, e em terreno alheio.
Não obstante, entrando bem no jogo, pertenceriam mesmo à equipa portuguesa as primeiras boas ocasiões de golo, porém não concretizadas.
A piorar as coisas, depois das falhas ofensivas, o acumular de sucessivos erros defensivos, começando, logo aos 20 minutos, com o primeiro tento sofrido, na sequência de um canto, com Hamšík a beneficiar da excessiva liberdade que lhe foi concedida, para se antecipar à defesa, desviando a bola, de cabeça, para a baliza.
A formação lusa acusou o golo sofrido, tendo demorado a recompor-se, de forma a que pudesse, de alguma forma, chamar a si o controlo do jogo.
Depois de chegar ao intervalo com a desvantagem mínima, tudo se desmoronaria, com outros três golos sofridos num curtíssimo espaço de sete minutos, na sequência de um livre, de uma grande penalidade e, por fim, de uma comprometedora falha do guardião benfiquista – curiosamente, escolhido para este jogo pelo seu traquejo internacional, e conhecimento do futebol italiano, onde militou vários (sete) anos, ao serviço do Inter (sagrando-se penta-campeão).
Ainda com mais de meia hora para jogar, chegou então a recear-se o avolumar do resultado para números nada dignificantes, dado o desnorte que o grupo parecia atravessar.
Contudo, beneficiando de alguma natural baixa de intensidade e concentração do adversário, aproveitando então da melhor forma as oportunidades criadas, o Benfica apontaria ainda dois golos, reduzindo o desfecho final a uma mais tolerável marca de 2-4 (na deslocação anterior a Nápoles, tinha perdido por 2-3).
Em síntese, uma noite bastante negativa, com a equipa a ser fortemente penalizada pelos diversos erros individuais cometidos, sem que o conjunto tivesse revelado a necessária coesão para contrariar este poderoso adversário.
A decisão do posicionamento no Grupo fica reservada para o duplo confronto com o D. Kiev…
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo H
Konyaspor – Shakhtar Donetsk – 0-1
Sp. Braga – Gent – 1-1
1º Shakhtar Donetsk, 3; 2º Gent e Sp. Braga, 1; 4º Konyaspor, 0
Tal como sucedera com Benfica, FC Porto e Sporting, também o Sp. Braga não conseguiu ir além de um eventualmente comprometedor empate caseiro, no caso, tendo reagido à desvantagem inicial com que cedo se confrontou.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris St.-Germain – Arsenal – 1-1
Basel – Ludogorets – 1-1
1º Arsenal, Basel, Ludogorets e Paris St.-Germain, 1
Grupo B
D. Kyiv – Napoli – 1-2
Benfica – Beşiktaş – 1-1
1º Napoli, 3; 2º Benfica e Beşiktaş, 1; 4º D. Kyiv, 0
Grupo C
Barcelona – Celtic – 7-0
Manchester City – B. Mönchengladbach – 4-0
1º Barcelona e Manchester City, 3; 3º B. Mönchengladbach e Celtic, 0
Grupo D
Bayern – Rostov – 5-0
PSV Eindhoven – At. Madrid – 0-1
1º Bayern e At. Madrid, 3; 3º PSV Eindhoven e Rostov, 0
Grupo E
Bayer Leverkusen – CSKA Moskva – 2-2
Tottenham – Monaco – 1-2
1º Monaco, 3; 2º Bayer Leverkusen e CSKA Moskva, 1; 4º Tottenham, 0
Grupo F
Real Madrid – Sporting – 2-1
Legia Warsaw – B. Dortmund – 0-6
1º B. Dortmund e Real Madrid, 3; 3º Sporting e Legia Warsaw, 0
Grupo G
Brugge – Leicester – 0-3
FC Porto – København – 1-1
1º Leicester, 3; 2º FC Porto e København, 1; 4º Brugge, 0
Grupo H
Lyon – D. Zagreb – 3-0
Juventus – Sevilla – 0-0
1º Lyon, 3; 2º Juventus e Sevilla, 1; 4º D. Zagreb, 0
Para além de resultados extremamente desnivelados, com grandes goleadas como os 7-0 do Barcelona ao Celtic, os 6-0 do B. Dortmund em Varsóvia, frente ao Legia, os 5-0 do Bayern-Rostov, ou mesmo os 4-0 do Manchester City ao B. Mönchengladbach, esta jornada inaugural fica também marcada pela forma como as equipas portuguesas deixaram escapar – todas elas – a vantagem de que chegaram a desfrutar, no caso do Benfica, sofrendo o empate já em período de compensação, tendo o Sporting perdido mesmo, consentindo dois tentos em curtíssimo espaço de tempo, o do empate aos 89 minutos, e o que consumou a reviravolta a favor do Real Madrid, também já para além do tempo regulamentar…
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Beşiktaş
Benfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Lisandro López, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, André Horta, Ljubomir Fejsa (89m – Guillermo Celis), Eduardo Salvio, Franco Cervi (70m – Andreas Samaris), Pizzi e Gonçalo Guedes
Beşiktaş – Tolga Zengin, Andreas Beck, Marcelo, Duško Tošić, Adriano (63m – Cenk Tosun), Gökhan Inler, Atiba Hutchinson, Ricardo Quaresma, Oğuzhan Özyakup (45m – Anderson Talisca), Caner Erkin e Vincent Aboubakar (81m – Olcay Şahan)
1-0 – Franco Cervi – 12m
1-1 – Anderson Talisca – 90m
Cartões amarelos – Andreas Samaris (78m) e Eduardo Salvio (87m); Caner Erkin (87m) e Andreas Beck (88m)
Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)
Iniciando esta fase de grupos da Liga dos Campeões, recebendo, teoricamente, o concorrente menos difícil, o Benfica acabaria por vir a ser penalizado, já em período de descontos, deixando escapar uma vitória que tão importante poderia vir a revelar-se nas contas finais.
Privada de uma série de elementos fulcrais, quer na defesa, mas, sobretudo, na dianteira (nomeadamente com as forçadas ausências de Jardel, Rafa, Jiménez, Mitroglou e Jonas), a equipa portuguesa teve de recorrer a Franco Cervi e Gonçalo Guedes como homens mais adiantados no terreno.
Não obstante, a boa exibição de Fejsa e André Horta, a pautar o jogo a meio-campo, proporcionaram ao Benfica um absoluto controlo das operações, com sucessivas recuperações de bola a originar investidas para o ataque, rapidamente premiadas com o golo, obtido logo aos 12 minutos, por Cervi, muito oportuno, a antecipar-se à defesa, na recarga a uma defesa incompleta de Zengin a um primeiro remate de Salvio, bem desmarcado por André Horta.
Esta vantagem alcançada ainda numa fase inicial do encontro tranquilizou e motivou os jogadores benfiquistas, que beneficiariam então da possibilidade de procurar explorar rápidos lances de contra-ataque, em situações de superioridade numérica que, caso tivessem sido mais bem aproveitadas, poderiam ter possibilitado o ampliar da vantagem… e o consolidar do triunfo.
Para a segunda parte, a equipa turca fez entrar em campo o emprestado Anderson Talisca, a par de alterações tácticas de posicionamento, com Quaresma mais activo. Subindo gradualmente de rendimento, o Beşiktaş começaria a ameaçar, forçando Ederson Moraes a excelentes intervenções, a negar o tento do empate.
Ao invés, o sinal dado pelo Benfica era, nesta fase final, o de procurar a contenção, com a entrada de Andreas Samaris para reforço do meio-campo defensivo. Ainda assim, poderia ter “matado” o jogo, caso Gonçalo Guedes tivesse materializado em golo uma soberana oportunidade de que dispôs, isolado face ao guardião contrário, mas permitindo-lhe uma defesa “in-extremis”, com os pés.
Já numa fase em que geria as substituições (Fejsa saíra aos 89 minutos, por troca com Celis, e José Gomes preparava-se para entrar, em cima do minuto 90) – a culminar uma prestação algo desequilibrada do Benfica, entre as duas partes do jogo -, uma falta cometida próxima da área daria o melhor pretexto para Talisca se “vingar”, não perdoando, rematando sem apelo, na cobrança do livre, convertendo-o em golo, que retirava os tais dois pontos de uma vitória que parecia adquirida…



