Posts filed under ‘Desporto’
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – 2016
Chegou ao seu termo o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2016, com o alemão Nico Rosberg a sagrar-se Campeão do Mundo, repetindo a proeza do seu pai, o finlandês Keke Rosberg, no ano de 1982.
Ao longo desta temporada, o novo campeão venceu 9 Grandes Prémios, um a menos que o seu colega de equipa, Lewis Hamilton, num total de 19 triunfos da Mercedes; apenas Daniel Ricciardo (cada um com uma vitória) conseguiram evitar a supremacia quase total da equipa alemã.
Classificação Final do Mundial de Pilotos:
1º Nico Rosberg (Alemanha) – Mercedes – 385
2º Lewis Hamilton (Grã-Bretanha) – Mercedes – 380
3º Daniel Ricciardo (Austrália) – Red Bull Racing-Tag Heuer – 256
4º Sebastian Vettel (Alemanha) – Ferrari – 212
5º (Holanda) – Red Bull Racing-Tag Heuer – 204
6º Kimi Räikkönen (Finlândia) – Ferrari – 186
7º Sergio Pérez (México) – Force India-Mercedes – 101
8º Valtteri Bottas (Finlândia) – Williams-Mercedes – 85
9º Nico Hulkenberg (Alemanha) – Force India-Mercedes – 72
10º Fernando Alonso (Espanha) – McLaren-Honda – 54
11º Felipe Massa (Brasil) – Williams-Mercedes – 53
12º Carlos Sainz (Espanha) – Toro Rosso-Ferrari – 46
13º Romain Grosjean (França) – Haas-Ferrari – 29
14º Daniil Kvyat (Rússia) – Toro Rosso-Ferrari – 25
15º Jenson Button (Grã-Bretanha) – McLaren-Honda – 21
16º Kevin Magnussen (Dinamarca) – Renault – 7
17º Felipe Nasr (Brasil) – Sauber-Ferrari – 2
18º Jolyon Palmer (Grã-Bretanha) – Renault – 1
19º Pascal Wehrlein (Alemanha) – MRT-Mercedes – 1
20º Stoffel Vandoorne (Bélgica) – McLaren-Honda – 1
Classificação do Mundial de Construtores:
1º Mercedes – 765
2º Red Bull Racing-Tag Heuer – 468
3º Ferrari – 398
4º Force India-Mercedes -173
5º Williams-Mercedes – 138
6º McLaren-Honda – 76
7º Toro Rosso-Ferrari – 63
8º Haas-Ferrari – 29
9º Renault – 8
10º Sauber-Ferrari – 2
11º MRT – Mercedes – 1
Nota –
Liga Europa – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo H
Gent – Sp. Braga – 2-2
Shakhtar Donetsk – Konyaspor – 4-0
1º Shakhtar Donetsk, 15; 2º Sp. Braga, 6; 3º Gent, 5; 4º Konyaspor, 1
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Ludogorets – Basel – 0-0
Arsenal – Paris St.-Germain – 2-2
1º Paris St.-Germain e Arsenal, 11; 3º Ludogorets e Basel, 2
Grupo B
Beşiktaş – Benfica – 3-3
Napoli – D. Kyiv -0-0
1º Napoli e Benfica, 8; 3º Beşiktaş, 7; 4º D. Kyiv, 2
Grupo C
B. Mönchengladbach – Manchester City – 1-1
Celtic – Barcelona – 0-2
1º Barcelona, 12; 2º Manchester City, 8; 3º B. Mönchengladbach, 5; 4º Celtic, 2
Grupo D
At. Madrid – PSV Eindhoven – 2-0
Rostov – Bayern – 3-2
1º At. Madrid, 15; 2º Bayern, 9; 3º Rostov, 4; 4º PSV Eindhoven, 1
Grupo E
Monaco – Tottenham – 2-1
CSKA Moskva – Bayer Leverkusen – 1-1
1º Monaco, 11; 2º Bayer Leverkusen, 7; 3º Tottenham, 4; 4º CSKA Moskva, 3
Grupo F
B. Dortmund – Legia Warsaw – 8-4
Sporting – Real Madrid – 1-2
1º B. Dortmund, 13; 2º Real Madrid, 11; 3º Sporting, 3; 4º Legia Warsaw, 1
Grupo G
København – FC Porto – 0-0
Leicester – Brugge -2-1
1º Leicester, 13; 2º FC Porto, 8; 3º København, 6; 4º Brugge, 0
Grupo H
Sevilla – Juventus – 1-3
D. Zagreb – Lyon – 0-1
1º Juventus, 11; 2º Sevilla, 10; 3º Lyon, 7; 4º D. Zagreb, 0
Ainda com uma ronda por disputar garantiram já o apuramento para os 1/8 de final as seguintes equipas: Arsenal, Paris St.-Germain, Barcelona, Manchester City, At. Madrid, Bayern, Monaco, Bayer Leverkusen, B. Dortmund, Real Madrid, Leicester e Juventus.
Restam portanto apenas quatro vagas por definir, a disputar entre Napoli, Benfica e Beşiktaş (duas), FC Porto ou København e entre Sevilla e Lyon.
O Borussia Mönchengladbach garantiu já a transição para a Liga Europa.
O Benfica e o FC Porto asseguraram já a continuidade nas provas europeias desta temporada, no pior dos cenários, pelo menos por via da Liga Europa.
Estão já virtualmente eliminadas as equipas do D. Kyiv, Celtic, Brugge e D. Zagreb.
Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Beşiktaş – Benfica
Beşiktaş – Fabri Ramírez, Gökhan Gönül (45m – Cenk Tosun), Marcelo, Duško Tošić (60m – Atinc Nukan), Andreas Beck, Ricardo Quaresma, Tolgay Arslan (45m – Gokhan Inler), Atiba Hutchinson, Adriano, Oğuzhan Özyakup e Vincent Aboubakar
Benfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Luisão, Victor Lindelöf, Eliseu, Eduardo Salvio, Pizzi, Ljubomir Fejsa, Franco Cervi (64m – Rafa Silva), Gonçalo Guedes (75m – Andreas Samaris) e Kostas Mitroglou (86m – Raúl Jiménez)
0-1 – Gonçalo Guedes – 10m
0-2 – Nélson Semedo – 25m
0-3 – Ljubomir Fejsa – 31m
1-3 – Cenk Tosun – 58m
2-3 – Ricardo Quaresma (pen.) – 83m
3-3 – Vincent Aboubakar – 89m
Cartões amarelos – Tolgay Arslan (29m) e Vincent Aboubakar (90m); Pizzi (34m) e Luisão (77m)
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
É tradicional do jargão futebolístico a célebre referência ao facto de os jogos terem duas partes distintas. Uma máxima que foi levada ao extremo neste encontro.
Que, desde cedo, pareceu oferecer ao Benfica inesperadas facilidades, quando, no curto intervalo de apenas cerca de 20 minutos, e apenas com pouco mais de meia hora decorrida de jogo, na sequência de uma exibição avassaladora, na sua ofensiva, chegou a uma confortável… e que se esperava absolutamente tranquila e definitiva vantagem de 3-0 (tendo ainda desperdiçado outra soberana ocasião de golo, com um remate ao poste), tendo o terceiro golo surgido na sequência de um absolutamente incrível lance: um primeiro cabeceamento de Mitroglou à trave, na recarga o grego a cabecear outra vez à trave, na segunda recarga, Salvio, também de cabeça, a acertar no poste, até que, enfim, na terceira recarga, Fejsa rematou para o fundo da baliza.
Um lance bem ilustrativo da apatia até então revelada pelo conjunto turco, a deixar que os jogadores do Benfica ganhassem todos os lances de antecipação.
Para o segundo tempo, perante a imagem que ambas as equipas haviam transmitido na metade inicial, a expectativa seria a de que o resultado se viesse ainda a avolumar a favor da formação portuguesa, convertendo-se numa goleada histórica…
Um engano crasso. Depois de cerca de uma hora em que controlou por completo o jogo, a equipa portuguesa, como que assustada, desunir-se-ia logo após ter sofrido o primeiro golo, não conseguindo suster a reacção da formação turca, impulsionada pelo seu público, com uma deliberada aposta no ataque, após a entrada em campo de Tosun (substituindo o lateral direito) e de Inler, logo no recomeço do desafio.
Infelizmente, Mitroglou acabara de desperdiçar, escassos momentos antes, o que seria o quarto tento benfiquista, isolado face ao guarda-redes, mas a rematar ligeiramente ao lado.
Ao invés, o Benfica, recuando no terreno, incapaz de construir jogo – ou, sequer, de concretizar um único lance de contra-ataque -, viria ainda, a um quarto de hora do final, com a substituição de Gonçalo Guedes por Andreas Samaris, a transmitir às duas equipas um mesmo sinal, pese embora de duplo sentido: para os portugueses, que era tempo de defender, paradoxalmente, na zona do campo onde tem revelado maiores dificuldades; para o Besiktas, um verdadeiro convite ao derradeiro “assalto”, instalando-se de forma permanente nas imediações da grande área contrária.
E, quando Ricardo Quaresma, na conversão de uma grande penalidade- resultante de um erro capital da defesa, com Lindelöf a abordar o lance com os braços abertos, não evitando o contacto com a bola -, já dentro dos dez minutos finais da partida, reduziu para a desvantagem mínima, desde logo se receou o pior… que acabaria por vir a confirmar-se praticamente no derradeiro minuto.
Repetia-se o “filme” que fora já “exibido” no Estádio da Luz, com o Benfica a deixar escapar duas vitórias que parecia ter “na mão”, o que poderá ter custos elevadíssimos.
Passando de uma posição em que chegou a ter, durante largo período, o apuramento “garantido”, ao ceder a igualdade, o Benfica – não obstante continue a depender de si próprio – enfrenta agora uma partida final, quase que “a eliminar”, ante o Napoli, caso o Besiktas vença na Ucrânia. O cenário será bem mais favorável caso a formação turca não consiga vencer, o que, desde logo, qualificará portugueses e italianos para os 1/8 de final da Liga dos Campeões.
Portugal – Letónia (Mundial 2018 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, José Fonte, Bruno Alves, Raphaël Guerreiro, William Carvalho, Nani (65m – Ricardo Quaresma), João Mário (71m – Gelson Martins), André Gomes (87m – Renato Sanches), Cristiano Ronaldo e André Silva
Letónia – Andris Vaņins, Gints Freimanis, Vitālijs Jagodinskis, Kaspars Gorkšs, Vitālijs Maksimenko, Vladislavs Gabovs, Igors Tarasovs, Oļegs Laizāns, Glebs Kļuškins (79m – Aleksejs Višņakovs), Artjoms Rudņevs (87m – Vladislavs Gutkovskis) e Dāvis Ikaunieks (59m – Artūrs Zjuzins)
1-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 28m
1-1 – Artūrs Zjuzins – 67m
2-1 – William Carvalho – 70m
3-1 – Cristiano Ronaldo – 85m
4-1 – Bruno Alves – 90m
Cartões amarelos – André Gomes (16m); Glebs Kļuškins (14m), Vitālijs Maksimenko (26m), Kaspars Gorkšs (53m) e Vladislavs Gabovs (76m)
Árbitro – Bobby Madden (Escócia)
Num daqueles casos em que o resultado foi melhor que a exibição, os Campeões Europeus obtiveram mais uma goleada (a terceira sucessiva), mas não evitaram passar por um pequeno susto.
Defrontando uma equipa bastante fechada na sua zona defensiva, a selecção nacional começou por experimentar bastantes dificuldades para conseguir ultrapassar esse bloqueio, apenas tendo chegado ao golo por via de uma grande penalidade.
Apenas muito raramente saindo do seu meio-campo, a Letónia provocaria, não obstante, uma situação de perigo, na sequência de um pontapé de canto, a obrigar o concentrado Rui Patrício a difícil intervenção.
Até final do primeiro tempo, mesmo em vantagem, a equipa portuguesa não encontraria facilidades, com os letões a não desarmarem a sua barreira defensiva.
No início do segundo tempo, Portugal parecia pretender reforçar a sua dinâmica ofensiva,mas sem sucesso. Ao invés, viria mesmo a ser surpreendido, com o tento do empate, que podia ter feito a equipa “tremer”, ao mesmo tempo que tinha o efeito de motivar ainda mais o adversário para procurar conservar tão precioso resultado.
Felizmente, a situação resolver-se-ia praticamente de imediato, com a obtenção do segundo golo, com a selecção nacional então a beneficiar já da acção de Ricardo Quaresma.
Até final, os letões acabariam por baixar a guarda, vindo ainda a sofrer mais dois tentos nos derradeiros cinco minutos da partida, ampliando a marca para um desfecho que apenas ilusoriamente parece espelhar inexistentes facilidades.
Em qualquer caso, Portugal prossegue a sua trajectória vitoriosa, à medida que vai ampliando a vantagem na diferença de golos face ao adversário directo (Suíça), continuando a depender de si próprio, mas numa caminhada que subsiste sem margem para erro.
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Suíça 4 4 - - 9 - 3 12 2º Portugal 4 3 - 1 16 - 3 9 3º Hungria 4 2 1 1 8 - 3 7 4º I. Faroé 4 1 1 2 2 - 8 4 5º Letónia 4 1 - 3 2 - 8 3 6º Andorra 4 - - 4 1 -13 -
4ª jornada
13.11.2016 – Hungria – Andorra – 4-0
13.11.2016 – Suíça – I. Faroé – 2-0
13.11.2016 – Portugal – Letónia – 4-1
Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo H
Gent – Shakhtar Donetsk – 3-5
Sp. Braga – Konyaspor – 3-1
1º Shakhtar Donetsk, 12; 2º Sp. Braga, 5; 3º Gent, 4; 4º Konyaspor, 1
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Ludogorets – Arsenal – 2-3
Basel – Paris St.-Germain – 1-2
1º Arsenal e Paris St.-Germain, 10; 3º Basel e Ludogorets, 1
Grupo B
Beşiktaş – Napoli – 1-1
Benfica – D. Kyiv – 1-0
1º Napoli e Benfica, 7; 3º Beşiktaş, 6; 4º D. Kyiv, 1
Grupo C
B. Mönchengladbach – Celtic – 1-1
Manchester City – Barcelona – 3-1
1º Barcelona, 9; 2º Manchester City, 7; 3º B. Mönchengladbach, 4; 4º Celtic, 2
Grupo D
At. Madrid – Rostov – 2-1
PSV Eindhoven – Bayern – 1-2
1º At. Madrid, 12; 2º Bayern, 9; 3º PSV Eindhoven e Rostov, 1
Grupo E
Monaco – CSKA Moskva – 3-0
Tottenham – Bayer Leverkusen – 0-1
1º Monaco, 8; 2º Bayer Leverkusen, 6; 3º Tottenham, 4; 4º CSKA Moskva, 2
Grupo F
B. Dortmund – Sporting – 1-0
Legia Warsaw – Real Madrid – 3-3
1º B. Dortmund, 10; 2º Real Madrid, 8; 3º Sporting, 3; 4º Legia Warsaw, 1
Grupo G
København – Leicester – 0-0
FC Porto – Brugge – 1-0
1º Leicester, 10; 2º FC Porto, 7; 3º København, 5; 4º Brugge, 0
Grupo H
Sevilla – D. Zagreb -4-0
Juventus – Lyon – 1-1
1º Sevilla, 10; 2º Juventus, 8; 3º Lyon, 4; 4º D. Zagreb, 0
Ainda com duas jornadas por disputar garantiram já o apuramento para os 1/8 de final as seguintes equipas: Arsenal, Paris St.-Germain, At. Madrid, Bayern e B. Dortmund. O Benfica e o FC Porto asseguraram já a continuidade nas provas europeias desta temporada, no pior dos cenários, pelo menos por via da Liga Europa.
Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – D. Kiev
Benfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Luisão, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, Eduardo Salvio, Pizzi, Ljubomir Fejsa (59m – Andreas Samaris), Franco Cervi, Gonçalo Guedes (87m – André Almeida) e Kostas Mitroglou (70m – Raúl Jiménez)
D. Kiev – Artur Rudko, Mykola Morozyuk, Yevhen Khacheridi, Domagoj Vida, Yevhen Makarenko, Viktor Tsygankov (61m – Artem Besedin), Serhiy Sydorchuk (76m – Pavlo Orikhovskiy), Serhiy Rybalka, Vitaliy Buyalskiy (87m – Artem Gromov), Derlis González e Júnior Moraes
1-0 – Eduardo Salvio (pen.) – 45m
Cartões amarelos – Samaris (79m); Derlis González (11m), Mykola Morozyuk (15m), Yevhen Makarenko (44m), Domagoj Vida (45m), Serhiy Rybalka (56m) e Yevhen Khacheridi (90m)
Árbitro – Clément Turpin (França)
Com a “embalagem” adquirida na sequência do triunfo alcançado em Kiev, o Benfica bisou a vitória, porventura com mais dificuldade do que poderia esperar-se.
De facto, embora tendo assumido, desde início, a iniciativa do jogo, a equipa portuguesa sentiu, desta feita, mais dificuldades em contornar o bloco defensivo da turma ucraniana, adoptando uma estratégia de defesa “alta”, fazendo concentrar o jogo a meio-campo.
O Benfica apenas conseguiria desbloquear por via de uma grande penalidade (tal como sucedera na Ucrânia, com Salvio a não dar hipótese de defesa ao guardião contrário), já em período de compensação do primeiro tempo.
E acabaria mesmo por ser nas grandes penalidades que se decidiria este jogo, com Ederson Moraes, com excelente intervenção, a evitar que o D. Kiev restabelecesse a igualdade, quando, aos 68 minutos, beneficiou também de um castigo máximo, mas que desaproveitaria.
Antes, já Gonçalo Guedes vira os postes da baliza contrária negar, por duas vezes, o que teria sido o segundo tento dos “encarnados”. Pouco depois, saíra de campo, lesionado, Fejsa, o que provocaria dificuldades acrescidas no controlo de jogo por parte da equipa portuguesa, que só voltaria a estabilizar na fase final do desafio.
De qualquer forma, um resultado que proporciona ao Benfica ascender à liderança partilhada do seu Grupo (a par do Napoli), com boas perspectivas de poder vir a alcançar o apuramento, pese embora o grande equilíbrio que vem caracterizando a disputa entre os três primeiros classificados, com o surpreendente Besiktas, somente um ponto abaixo.
Ainda com duas rondas por disputar, garantida ficou desde já, no pior dos cenários, a continuidade nas competições europeias desta temporada, no mínimo, por via da transição para a Liga Europa.
Matrena – A Fábrica, A Casa do Pessoal e o Grupo Desportivo – Entrevista a “O Templário”
(Clicar na imagem para ler a entrevista a “O Templário” – foto da capa do livro da autoria de Carlos Piedade Silva, a quem agradeço a disponibilidade)
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo H
Shakhtar Donetsk – Gent – 5-0
Konyaspor – Sp. Braga – 1-1
1º Shakhtar Donetsk, 9; 2º Gent, 4; 3º Sp. Braga, 2; 4º Konyaspor, 1




