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Portugal – Luxemburgo (Europeu 2020 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Dias, Pepe, Raphaël Guerreiro, João Moutinho (90m – Rúben Neves), Danilo Pereira, Bruno Fernandes, Cristiano Ronaldo, João Félix (88m – João Mário) e Bernardo Silva (77m – Gonçalo Guedes)
Luxemburgo – Anthony Moris, Florian Bohnert (45m – Danel Sinani), Lars Gerson, Maxime Chanot, Dirk Carlson, Laurent Jans, Olivier Thill, Leandro Barreiro Martins, Vincent Thill (88m – Stefano Bensi), Gerson Rodrigues e Dave Turpel (59m – Daniel da Mota)
1-0 – Bernardo Silva – 16m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 65m
3-0 – Gonçalo Guedes – 89m
Cartões amarelos – Leandro Barreiro Martins (9m) e Gerson Rodrigues (72m)
Árbitro – Daniel Stefanski (Polónia)
Como que a querer sinalizar que pretendia “arrumar” o assunto rapidamente, a selecção de Portugal entrou em campo a “todo o gás”, empurrando o Luxemburgo para a sua grande área.
Mas, paralelamente, os jogadores pareceram denotar alguma ansiedade, desde logo pela forma algo exuberante como reclaramaram, por duas vezes, ainda nos minutos iniciais, inexistentes grandes penalidades.
O golo acabaria mesmo por chegar cedo, à passagem do quarto de hora, com Bernardo Silva a concluir com facilidade um lance iniciado, na lateral direita, por Nélson Semedo.
Pouco depois, Cristiano Ronaldo testaria ainda a concentração do guardião Moris, mas, afinal, a entrada de rompante acabaria por ser “sol de pouca dura”, com o ritmo de jogo a cair, algo compreensivelmente, mas demasiado.
Na segunda metade do primeiro tempo, a equipa luxemburguesa atrever-se-ia mesmo a algumas investidas, destacando-se um remate à malha lateral e outro lance que Rui Patrício deteria sem especial dificuldade.
No reinício da partida, Portugal voltaria a acelerar, e, sobretudo, ensaiaria então alguns remates de longe, mas sem efeito concreto. Só aos 20 minutos, Cristiano Ronaldo chegaria ao golo que, praticamente, confirmava o triunfo luso, com um “chapéu” de boa execução, sobre o guarda-redes contrário.
A fadiga começava a fazer-se notar no “onze” luxemburguês, o qual, não obstante, com boa atitude, nunca abdicaria de jogar o jogo pelo jogo, não se remetendo a uma defensiva porfiada.
O terceiro golo chegaria já em cima do final do tempo regulamentar, na sequência de um pontapé de canto, com a bola a ressaltar para a zona central, onde Gonçalo Guedes, liberto de marcação, não teve dificuldade em visar a baliza.
Pese embora em largos períodos dando a sensação de actuar em regime de “serviços mínimos”, Portugal cumpriu, vencendo com tranquilidade, um jogo que, de facto, nunca chegou a complicar-se, ficando a ideia de que, caso “necessário”, o marcador poderia ter sido mais dilatado.
Ainda com bastantes jogos por disputar, este grupo começa a aparentar contornos definidos no que respeita às selecções que se irão qualificar para a fase final: a Ucrânia está já com “um pé e meio” nessa fase (seria necessária uma muito improvável combinação de resultados para ficar fora dos dois primeiros, atendendo a que goleou a Sérvia por 5-0); a Portugal continua a “bastar” ganhar à Lituânia (em casa) e no Luxemburgo. A decisão do vencedor do grupo passará, todavia, pelo próximo encontro entre ucranianos e portugueses, já na próxima segunda-feira.
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Ucrânia 6 5 1 - 13 - 1 16 2º Portugal 5 3 2 - 13 - 4 11 3º Sérvia 5 2 1 2 10 - 12 7 4º Luxemburgo 6 1 1 4 5 - 11 4 5º Lituânia 6 - 1 5 4 - 17 1
7ª jornada
11.10.2019 – Portugal – Luxemburgo – 3-0
11.10.2019 – Ucrânia – Lituânia – 2-0
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Mundial de Râguebi – 4.ª Jornada
Grupo A
20.09.19 – Japão – Rússia – 30-10
22.09.19 – Irlanda – Escócia – 27-3
24.09.19 – Rússia – Samoa – 9-34
28.09.19 – Japão – Irlanda – 19-12
30.09.19 – Escócia – Samoa – 34-0
03.10.19 – Irlanda – Rússia – 35-0
05.10.19 – Japão – Samoa – 38-19
09.10.19 – Escócia – Rússia – 61-0
12.10.19 – Irlanda – Samoa –
13.10.19 – Japão – Escócia –
1º Japão, 14; 2º Irlanda, 11; 3º Escócia, 10; 4º Samoa, 5; 5º Rússia, 0
Grupo B
21.09.19 – N. Zelândia – África Sul – 23-13
22.09.19 – Itália – Namíbia – 47-22
26.09.19 – Itália – Canadá – 48-7
28.09.19 – África Sul – Namíbia – 57-3
02.10.19 – N. Zelândia – Canadá – 63-0
04.10.19 – África Sul – Itália – 49-3
06.10.19 – N. Zelândia – Namíbia – 71-9
08.10.19 – África Sul – Canadá – 66-7
12.10.19 – N. Zelândia – Itália –
13.10.19 – Namíbia – Canadá –
1º África Sul, 15; 2º N. Zelândia, 14; 3º Itália, 10; 4º Namíbia e Canadá, 0
Grupo C
21.09.19 – França – Argentina – 23-21
22.09.19 – Inglaterra – Tonga – 35-3
26.09.19 – Inglaterra – EUA – 45-7
28.09.19 – Argentina – Tonga – 28-12
02.10.19 – França – EUA – 33-9
05.10.19 – Inglaterra – Argentina – 39-10
06.10.19 – França – Tonga – 23-21
09.10.19 – Argentina – EUA – 47-17
12.10.19 – Inglaterra – França –
13.10.19 – EUA – Tonga –
1º Inglaterra, 15; 2º França, 13; 3º Argentina, 11; 4º Tonga, 1; 5º EUA, 0
Grupo D
21.09.19 – Austrália – I. Fiji – 39-21
23.09.19 – P. Gales – Geórgia – 43-14
25.09.19 – I. Fiji – Uruguai – 27-30
29.09.19 – Austrália – P. Gales – 25-29
29.09.19 – Geórgia – Uruguai – 33-7
03.10.19 – Geórgia – I. Fiji – 10-45
05.10.19 – Austrália – Uruguai – 45-10
09.10.19 – P. Gales – I. Fiji – 29-17
11.10.19 – Austrália – Geórgia –
13.10.19 – P. Gales – Uruguai –
1º P. Gales, 14; 2º Austrália, 11; 3º I. Fiji, 7; 4º Geórgia, 5; 5º Uruguai, 4
Garantiram já o apuramento para os 1/4 de final as selecções da África do Sul, Inglaterra, França, País de Gales e Austrália. As restantes três vagas deverão ser ocupadas por Irlanda, Nova Zelândia e Japão/Escócia.
Mundial de Râguebi – 3.ª Jornada
Grupo A
20.09.19 – Japão – Rússia – 30-10
22.09.19 – Irlanda – Escócia – 27-3
24.09.19 – Rússia – Samoa – 9-34
28.09.19 – Japão – Irlanda – 19-12
30.09.19 – Escócia – Samoa – 34-0
03.10.19 – Irlanda – Rússia – 35-0
05.10.19 – Japão – Samoa –
09.10.19 – Escócia – Rússia –
12.10.19 – Irlanda – Samoa –
13.10.19 – Japão – Escócia –
1º Irlanda, 11; 2º Japão, 9; 3º Escócia e Samoa, 5; 5º Rússia, 0
Grupo B
21.09.19 – N. Zelândia – África Sul – 23-13
22.09.19 – Itália – Namíbia – 47-22
26.09.19 – Itália – Canadá – 48-7
28.09.19 – África Sul – Namíbia – 57-3
02.10.19 – N. Zelândia – Canadá – 63-0
04.10.19 – África Sul – Itália – 49-3
06.10.19 – N. Zelândia – Namíbia –
08.10.19 – África Sul – Canadá –
12.10.19 – N. Zelândia – Itália –
13.10.19 – Namíbia – Canadá –
1º África Sul e Itália, 10; 3º N. Zelândia, 9; 4º Namíbia e Canadá, 0
Grupo C
21.09.19 – França – Argentina – 23-21
22.09.19 – Inglaterra – Tonga – 35-3
26.09.19 – Inglaterra – EUA – 45-7
28.09.19 – Argentina – Tonga – 28-12
02.10.19 – França – EUA – 33-9
05.10.19 – Inglaterra – Argentina – 39-10
06.10.19 – França – Tonga –
09.10.19 – Argentina – EUA –
12.10.19 – Inglaterra – França –
13.10.19 – EUA – Tonga –
1º Inglaterra, 15; 2º França, 9; 3º Argentina, 6; 4º Tonga e EUA, 0
Grupo D
21.09.19 – Austrália – I. Fiji – 39-21
23.09.19 – P. Gales – Geórgia – 43-14
25.09.19 – I. Fiji – Uruguai – 27-30
29.09.19 – Austrália – P. Gales – 25-29
29.09.19 – Geórgia – Uruguai – 33-7
03.10.19 – Geórgia – I. Fiji – 10-45
05.10.19 – Austrália – Uruguai –
09.10.19 – P. Gales – I. Fiji –
11.10.19 – Austrália – Geórgia –
13.10.19 – P. Gales – Uruguai –
1º P. Gales, 9; 2º I. Fiji, 7; 3º Austrália, 6; 4º Geórgia, 5; 5º Uruguai, 4
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Sporting – LASK Linz – 2-1
Rosenborg – PSV Eindhoven – 1-4
1º PSV Eindhoven, 6; 2º Sporting e LASK Linz, 3; 4º Rosenborg, 0
Grupo F
Arsenal – Standard Liège – 4-0
V. Guimarães – E. Frankfurt – 0-1
1º Arsenal, 6; 2º Standard Liège e E. Frankfurt, 3; 4º V. Guimarães, 0
Grupo G
Young Boys – Rangers – 2-1
Feyenoord – FC Porto – 2-0
1º Feyenoord, Young Boys, Rangers e FC Porto, 3
Grupo K
Beşiktaş – Wolverhampton – 0-1
Sp. Braga – Slovan Bratislava – 2-2
1º Slovan Bratislava e Sp. Braga, 4; 3º Wolverhampton, 3; 4º Beşiktaş, 0
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Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Galatasaray – Paris St.-Germain – 0-1
Real Madrid – Brugge – 2-2
1º Paris St.-Germain, 6; 2º Brugge, 2; 3º Galatasaray e Real Madrid, 1
Grupo B
Tottenham – Bayern – 2-7
Crvena Zvezda – Olympiakos – 3-1
1º Bayern, 6; 2º Crvena Zvezda, 3; 3º Olympiakos e Tottenham, 1
Grupo C
Manchester City – D. Zagreb – 2-0
Atalanta – Shakhtar Donetsk – 1-2
1º Manchester City, 6; 2º D. Zagreb e Shakhtar Donetsk, 3; 4º Atalanta, 0
Grupo D
Juventus – Bayer Leverkusen – 3-0
Lokomotiv Moskva – At. Madrid – 0-2
1º Juventus e At. Madrid, 4; 3º Lokomotiv Moskva, 3; 4º Bayer Leverkusen, 0
Grupo E
Genk – Napoli – 0-0
Liverpool – RB Salzburg – 4-3
1º Napoli, 4; 2º RB Salzburg e Liverpool, 3; 4º Genk, 1
Grupo F
Slavia Praha – B. Dortmund – 0-2
Barcelona – Inter – 2-1
1º B. Dortmund e Barcelona, 4; 3º Inter e Slavia Praha, 1
Grupo G
RB Leipzig – Lyon – 0-2
Zenit – Benfica – 3-1
1º Zenit e Lyon, 4; 3º RB Leipzig, 3; 4º Benfica, 0
Grupo H
Lille – Chelsea – 1-2
Valencia – Ajax – 0-3
1º Ajax, 6; 2º Chelsea e Valencia, 3; 4º Lille, 0
Liga dos Campeões – 2ª jornada – Zenit – Benfica
Zenit S. Petersburgo – Andrei Lunev, Igor Smolnikov (63m – Yordan Osorio), Branislav Ivanović, Yaroslav Rakitskiy, Douglas Santos, Sebastián Driussi, Wílmar Barrios, Magomed Ozdoev, Oleg Shatov (68m – Vyacheslav Karavaev), Sardar Azmoun (81m – Aleksandr Erokhin) e Artem Dzyuba
Benfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Ljubomir Fejsa (60m – Carlos Vinícius), Luís Fernandes “Pizzi” (60m – Caio Lucas), Gabriel Pires, Adel Taarabt, Rafael “Rafa” Silva e Haris Seferović (81m – Raúl de Tomás)
1-0 – Artem Dzyuba – 22m
2-0 – Rúben Dias (p.b.) – 70m
3-0 – Sardar Azmoun – 78m
3-1 – Raúl de Tomás – 85m
Cartão amarelo – Yaroslav Rakitskiy (44m)
Árbitro – Carlos del Cerro Grande (Espanha)
Os resultados e as exibições do Benfica em desafios da Liga dos Campeões têm vindo a assumir um padrão, nas últimas épocas, que afastam já a causalidade ou qualquer outro aspecto relacionado com a aleatoriedade do jogo.
É evidente a falta de competitividade que, de forma consistente, tem vindo a ser patenteada, a este nível, de exigência máxima em termos europeus: 11 derrotas sofridas nos últimos 14 jogos disputados na fase de grupos da competição são números demasiado eloquentes.
Esta noite, ciente da necessidade de pontuar, atendendo ao mau arranque nesta edição, com o desaire caseiro sofrido ante o RB Leipzig, o Benfica – depois de um primeiro susto, logo ao segundo minuto – até pareceu entrar com disposição positiva, procurando jogar de igual para igual (Seferović cabecearia, com perigo, aos cinco minutos).
Porém, a partir do primeiro tento sofrido, aos 22 minutos – com Vlachodimos, apertado, a passar a bola a Fejsa, que não conseguiu dominar, perdendo a bola para Ozdoev, deixando espaço à rápida incursão de Dzyuba, que não perdoou -, a equipa logo se descompôs, revelando, durante cerca de uma hora de jogo, inexplicáveis fragilidades, e, pior, mostrando-se desconcentrada, abúlica, e com erros gritantes, inaceitáveis em alta competição, que o Zenit aproveitou para, sem dificuldade, elevar a contagem até 3-0, podendo, inclusivamente, o marcador ter atingido expressão mais violenta (o resultado tangencial ao intervalo era, aliás, lisonjeiro para o Benfica).
Nessa fase, após Bruno Lage ter arriscado, fazendo sair Fejsa para a entrada de Carlos Vinícius, a equipa benfiquista estava já claramente descompensada, esquecida das imprescindíveis marcações, deixando enormes clareiras livres ao seu adversário.
Assim chegaria o segundo golo do Zenit, numa transição rápida, com Rúben Dias – ao tentar interceptar a bola, que, cruzada por Karavaev, rumava para a fácil finalização de um contrário, nas suas costas -, infeliz, a introduzir a bola na sua própria baliza.
E, poucos minutos depois, o terceiro tento, outra vez com o meio campo e defensiva encarnadas, completamente distraídos, na sequência de um livre, a conceder completa liberdade de movimentos ao ataque russo.
Ao longo de todo esse período, o grupo português apresentava-se desligado, sem agressividade, permitindo ao Zenit superiorizar-se em praticamente todos os duelos individuais e bolas divididas.
De positivo ficou unicamente, já na parte final do encontro, o grito de inconformismo de Raúl de Tomás – cuja entrada em campo, a nove minutos do fim, até chegou a dar a sensação de, de alguma forma, poder ser um “presente envenenado”, considerando a forma destrambelhada como a equipa se posicionava – com um potente remate, de fora da área, ao ângulo da baliza, a quebrar o seu jejum pessoal de golos ao serviço do Benfica, estreando-se enfim a marcar.
Nos derradeiros minutos, Raúl de Tomás, Gabriel e Carlos Vinicius estariam ainda perto de poder voltar a chegar ao golo, mas o resultado não se alteraria.
Urge “arrepiar caminho”: a salvação da participação europeia do Benfica nesta época passa, necessariamente, por uma vitória no próximo jogo frente ao Lyon.
Grandes clássicos das competições europeias – (21) Real Madrid – Manchester United

Época Prova Ronda 1.ª Mão 2.ª mão 1956-57 TCE 1/2 R.Madrid-M.Utd. 3-1 M.Utd.-R.Madrid 2-2 1967-68 TCE 1/2 M.Utd.-R.Madrid 1-0 R.Madrid-M.Utd. 3-3 1999-00 LCE 1/4 R.Madrid-M.Utd. 0-0 M.Utd.-R.Madrid 2-3 2002-03 LCE 1/4 R.Madrid-M.Utd. 3-1 M.Utd.-R.Madrid 4-3 2012-13 LCE 1/8 R.Madrid-M.Utd. 1-1 M.Utd.-R.Madrid 1-2 2016-17 STE Final R.Madrid-M.Utd. 2-1 (Philip II Ar.,Skopje) Balanço global J V E D GM GS Real Madrid - Manchester United 11 5 4 2 22 – 17
Vem de longe a rivalidade entre estes dois históricos do futebol europeu, que se defrontaram pela primeira vez, na temporada de 1956-57, nas meias-finais, logo na segunda edição da Taça dos Campeões Europeus, de que o Real Madrid começara, desde início, a ser o “crónico” vencedor, tendo triunfado em todas as cinco primeiras finais da prova.
Nas outras três eliminatórias em que os espanhóis levaram a melhor sobre o clube inglês, o Real Madrid revalidaria o título de Campeão Europeu em 1999-00 (8.º dos seus treze títulos), quedando-se pelas meias-finais em 2002-03 (eliminado pela Juventus) e em 2012-13 (suplantado pelo Borussia Dortmund).
Por seu lado, o Manchester United, na única ocasião em que conseguiu superar o Real Madrid no confronto directo (defendendo o tangencial triunfo averbado em casa, impondo um empate a três golos no “Santiago Bernabéu”), também na já distante época de 1967-68, conquistaria a Taça dos Campeões, ganhando ao Benfica na Final, em Wembley, após prolongamento.
A última vez que os dois clubes se cruzaram foi na Supertaça Europeia de 2016-17, em Sjopke, na Macedónia, com José Mourinho (depois de três épocas em que orientou o Real Madrid, entre 2010 e 2013, tendo marcado presença nas meias-finais da Liga dos Campeões nesses três anos) então no comando técnico do Manchester United (vencedor da Liga Europa da referida temporada), tendo a equipa espanhola conquistado também o troféu em disputa.
Grandes clássicos das competições europeias – (22) Barcelona – Paris Saint-Germain

Época Prova Ronda 1.ª Mão 2.ª mão 1994-95 LCE 1/4 Barcelona-PSG 1-1 PSG-Barcelona 2-1 1996-97 TVT Final Barcelona-PSG 1-0 (De Kuip, Roterdão) 2012-13 LCE 1/4 PSG-Barcelona 2-2 Barcelona-PSG 1-1 2014-15 LCE Grupo PSG-Barcelona 3-2 Barcelona-PSG 3-1 2014-15 LCE 1/4 PSG-Barcelona 1-3 Barcelona-PSG 2-0 2016-17 LCE 1/8 PSG-Barcelona 4-0 Barcelona-PSG 6-1 Balanço global J V E D GM GS Barcelona - Paris Saint-Germain 11 5 3 3 22 – 16
O jogo mais importante entre estes dois clubes, que se têm cruzado com assiduidade nos últimos anos terá sido o da Final da Taça dos Vencedores de Taças, da época de 1996-97, no qual o Barcelona conquistou pela quarta vez o troféu, o que lhe confere destacada posição de liderança nessa competição, entretanto já extinta.
Não obstante, o que, por agora, mais perdura na memória, é a recente eliminatória da Liga dos Campeões da temporada 2016-17, na qual, depois de um categórico triunfo (4-0) dos parisienses, o Paris Saint-Germain sofreu uma inexplicável débâcle na cidade condal, saindo vergado ao peso de uma retumbante goleada por 6-1, sendo eliminado em função dos três golos sofridos após o minuto 87 (dois deles já em período de compensação)!
Não obstante o balanço global não seja fortemente desequilibrado, tal traduz-se, contudo, numa vantagem catalã em todas as eliminatórias em que os dois clubes se defrontaram, à excepção da primeira, já em 1995 (com os parisienses a ser, de seguida, afastados, nas meias-finais, pelo AC Milan), sendo que, na edição de 2014-15, o Barcelona viria a conquistar a Liga dos Campeões, sagrando-se Campeão Europeu pela 5.ª vez no seu historial.
Na época de 2012-13, teria sido certamente preferível aos catalães não ter superado – em função de dois empates – os franceses nos 1/4 de final, o que os teria poupado à humilhação de duas goleadas sofridas ante o Bayern nas meias-finais da Liga dos Campeões (4-0 em Munique e 3-0 em Camp Nou, com um aterrador agregado de 7-0!).
Dois anos volvidos, depois de se terem cruzado no mesmo grupo de apuramento, com um triunfo caseiro para cada lado, o Barcelona venceria os jogos das duas mãos, tendo tido oportunidade – na sua caminhada triunfal – de se desforrar do Bayern, igualmente nas meias-finais, “devolvendo” o 3-0 sofrido em casa.
Na recente temporada de 2016-17, a tal da épica “remontada”, o Barcelona quedar-se-ia logo na eliminatória seguinte (1/4 de final), perdendo ante a Juventus (3-0 em Turim, a que se seguiu um nulo na Catalunha).
Mundial de Râguebi – 2.ª Jornada
Grupo A
20.09.19 – Japão – Rússia – 30-10
22.09.19 – Irlanda – Escócia – 27-3
24.09.19 – Rússia – Samoa – 9-34
28.09.19 – Japão – Irlanda – 19-12
30.09.19 – Escócia – Samoa –
03.10.19 – Irlanda – Rússia –
05.10.19 – Japão – Samoa –
09.10.19 – Escócia – Rússia –
12.10.19 – Irlanda – Samoa –
13.10.19 – Japão – Escócia –
1º Japão, 9; 2º Irlanda, 6; 3º Samoa, 5; 4º Escócia, 0; 5º Rússia, 0
Grupo B
21.09.19 – N. Zelândia – África Sul – 23-13
22.09.19 – Itália – Namíbia – 47-22
26.09.19 – Itália – Canadá – 48-7
28.09.19 – África Sul – Namíbia – 57-3
02.10.19 – N. Zelândia – Canadá –
04.10.19 – África Sul – Itália –
06.10.19 – N. Zelândia – Namíbia –
08.10.19 – África Sul – Canadá –
12.10.19 – N. Zelândia – Itália –
13.10.19 – Namíbia – Canadá –
1º Itália, 10; 2º África Sul, 5; 3º N. Zelândia, 4; 4º Canadá, 0; 5º Namíbia, 0
Grupo C
21.09.19 – França – Argentina – 23-21
22.09.19 – Inglaterra – Tonga – 35-3
26.09.19 – Inglaterra – EUA – 45-7
28.09.19 – Argentina – Tonga – 28-12
02.10.19 – França – EUA –
05.10.19 – Inglaterra – Argentina –
06.10.19 – França – Tonga –
09.10.19 – Argentina – EUA –
12.10.19 – Inglaterra – França –
13.10.19 – EUA – Tonga –
1º Inglaterra, 10; 2º Argentina, 6; 3º França, 4; 4º EUA, 0; 5º Tonga, 0
Grupo D
21.09.19 – Austrália – I. Fiji – 39-21
23.09.19 – P. Gales – Geórgia – 43-14
25.09.19 – I. Fiji – Uruguai – 27-30
29.09.19 – Austrália – P. Gales – 25-29
29.09.19 – Geórgia – Uruguai –
03.10.19 – Geórgia – I. Fiji –
05.10.19 – Austrália – Uruguai –
09.10.19 – P. Gales – I. Fiji –
11.10.19 – Austrália – Geórgia –
13.10.19 – P. Gales – Uruguai –
1º P. Gales, 9; 2º Austrália, 6; 3º Uruguai, 4; 4º I. Fiji, 2; 5º Geórgia, 0
Centenário do Clube de Futebol “Os Belenenses”

Completa-se hoje o Centenário do Clube de Futebol “Os Belenenses”, fundado em Belém, pelos “rapazes da praia”, a 23 de Setembro de 1919.
Nesta ocasião, endereço os meus Parabéns a esta grande instituição do desporto português – com a qual, desde o ano de 1930, o União de Tomar mantém elo de ligação, tendo-se filiado naquela data como 2.ª Delegação do Belenenses –, com votos dos maiores sucessos na briosa caminhada que empreendeu.


Aproveito ainda para enaltecer a corajosa decisão do clube – adoptada de acordo com a vontade maioritariamente expressa pelos seus sócios – de recomeçar a constituir direitos desportivos, a partir do escalão mais baixo do futebol português, tendo-se sagrado já o Belenenses, na temporada passada, Campeão da I Divisão Distrital da Associação de Futebol de Lisboa (6.º escalão do futebol em Portugal).
No dia do Centenário, aqui fica também o registo da memória da conquista do título de Campeão Nacional da época de 1945-46, jornada a jornada, até à consagração com a histórica vitória em Elvas!



