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Liga Europa – 2020-21 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Roma Arsenal B. Leverkusen Benfica Young Boys Rapid Wien Slavia Praha Standard Liège CFR Cluj Molde H. Be’er Sheva Rangers CSKA Sofia Dundalk Nice Lech Poznań Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H PSV Napoli Sp. Braga Celtic P.A.O.K. Real Sociedad Leicester City Sparta Praha Granada AZ Alkmaar A.E.K. Athens AC Milan Omonia Rijeka Zorya Luhansk Lille Grupo I Grupo J Grupo K Grupo L Villarreal Tottenham CSKA Moskva Gent Qarabağ Ludogorets D. Zagreb Crvena Zvevda M. Tel-Aviv LASK Feyenoord Hoffenheim Sivasspor Antwerp Wolfsberger Slovan Liberec
A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 22 de Outubro, estando agendado para 10 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no “Stadion Energa Gdańsk”, na Polónia, prevista para 26 de Maio de 2021.
Liga dos Campeões – 2020-21 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Bayern Real Madrid FC Porto Liverpool At. Madrid Shakhtar Man. City Ajax Salzburg Inter Olympiakos Atalanta Lok. Moskva B. M’Gladbach Marseille Midtjylland Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Sevilla Zenit Juventus P. St.-Germain Chelsea B. Dortmund Barcelona Man. United Krasnodar Lazio D. Kyiv RB Leipzig Rennes Brugge Ferencváros I. Başakşehir
A primeira jornada está agendada para os próximos dias 20 e 21 de Outubro, estando agendado para 8 e 9 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada deverá disputar-se no “Atatürk Olimpiyat Stadı”, em Istambul, na Turquia, prevista para 29 de Maio de 2021.
Tadej Pogačar vencedor do “Tour de France”
A 107.ª edição do “Tour de France” voltou a caracterizar-se por grande equilíbrio de forças entre os (dois) primeiros, mas, desta feita, com uma sensacional reviravolta no contra-relógio disputado na véspera do termo da corrida, a qual proporcionou um novo jovem vencedor, o esloveno Tadej Pogačar (que, amanhã mesmo, completa 22 anos), 3.º classificado da “Vuelta” do ano passado (tendo sido, também em 2019, vencedor da Volta ao Algarve), logo na sua estreia na mais importante prova velocipédida mundial – destronando, nessa penúltima etapa, o grande favorito, o também esloveno Primož Roglič, de 30 anos (que vencera a volta à Espanha de 2019, tendo sido 3.º no “Giro” de Itália – também vencedor da Volta ao Algarve em 2017).
A novidade Tadej Pogačar revelou-se como grande triunfador: para além da (mais importante) camisola amarela, e de, consequentemente, ter vencido também a camisola branca (classificação dos “jovens”), sagrou-se ainda, notavelmente, também vencedor do prémio da montanha!
Sem contar com Christopher Froome nem Geraint Thomas, e tendo o vencedor da edição precedente do “Tour”, Egan Bernal, desistido (após se ter visto já distanciado na classificação geral), a equipa Ineos – que tinha tido nas suas fileiras os “camisola amarela” finais nos três últimos anos – foi a grande decepção da prova, com o seu ciclista melhor classificado a ser o equatoriano Richard Carapaz (apenas no 13.º lugar).
O espanhol Mikel Landa Meana (6.º no ano passado) e o colombiano Rigoberto Uran (7.º em 2019) foram os únicos a conseguir repetir a presença nos dez primeiros da classificação geral. Ainda uma nota especial para o espanhol Alejandro Valverde, que, aos 40 anos, terminou no 12.º lugar. O também colombiano Nairo Quintana (17.º na geral final) voltou a desiludir.
Esta edição teve a participação de um único ciclista português, Nélson Oliveira, outra vez com um desempenho muito discreto, pese embora a posição final ligeiramente abaixo dos 50 primeiros (de entre os 146 que concluiram a prova).
Classificação geral final:
1.º Tadej Pogačar (Eslovénia) – UAE Team Emirates – 87h 20′ 05”
2.º Primož Roglič (Eslovénia) – Team Jumbo – Visma – a 00′ 59”
3.º Richie Porte (Austrália) – Trek – Segafredo – a 03′ 30”
4.º Mikel Landa Meana (Espanha) – Bahrain – McLaren – a 05′ 58”
5.º Enric Mas (Espanha) – Movistar Team – a 06′ 07”
6.º Miguel Ángel López (Colômbia) – Astana Pro Team – a 06′ 47”
7.º Tom Dumoulin (Holanda) – Team Jumbo – Visma – a 07′ 48”
8.º Rigoberto Uran (Colômbia) – EF Pro Cycling – a 08′ 02”
9.º Adam Yates (Reino Unido) – Mitchelton – Scott – a 09′ 25”
10.º Damiano Caruso (Itália) – Bahrain – McLaren – a 14′ 03”
…
55.º Nélson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 3h 01′ 41”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
- 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984) e Alberto Contador (2007 e 2009);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018), Egan Bernal (2019) e Tadej Pogačar (2020).
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.
Liga dos Campeões – 3ª Pré-Eliminatória – P.A.O.K. – Benfica
P.A.O.K. – Živko Živković, José Ángel Crespo, Sverrir Ingason, Fernando Varela, Giannis Michailidis, Dimitris Giannoulis, Christos Tzolis (80m – Anderson Esiti), Stefan Schwab, Omar El Kaddouri, Dimitris Pelkas (66m – Andrija Živković) e Chuba Akpom (70m – Karol Świderski)
Benfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jan Vertonghen, Álex Grimaldo, Julian Weigl, Everton, Adel Taarabt (76m – Rafa Silva), Pizzi, Pedrinho (65m – Darwin Núñez) e Haris Seferović (72m – Carlos Vinícius)
1-0 – Dimitris Giannoulis / Jan Vertonghen (p.b.) – 63m
2-0 – Andrija Živković – 75m
2-1 – Rafa Silva – 90m
Cartões amarelos – Dimitris Pelkas (1m), Fernando Varela (29m), Giannis Michailidis (45m), Stefan Schwab (79m) e Anderson Esiti (90m); André Almeida (44m)
Árbitro – Felix Brych (Alemanha)
No que constitui um péssimo arranque de temporada, tendo sido eliminado por um dos, porventura, menos credenciados adversários que o suplantaram ao longo de seis dezenas de edições das provas europeias (fazendo recordar outra vexatória eliminação, frente ao clube rival da cidade, o Aris, em 1979), o Benfica falha a presença na Liga dos Campeões pela primeira vez desde 2010, após um ciclo de dez participações consecutivas! Mais, é necessário recuar a 2004 para registar a última vez que o clube fora afastado nas eliminatórias prévias desta competição…
É verdade que se tratou do primeiro jogo “a sério” da época (enquanto o PAOK tivera de derrotar já, na eliminatória anterior, a 25 de Agosto, o Besiktas), mas, ainda assim – e, pese embora, no actual contexto anómalo de pandemia – Jorge Jesus teve mais de um mês de pré-temporada para preparar este desafio, cuja importância crucial era sobejamente conhecida.
Como era (ou deveria ser) bem conhecida a forma de actuar da formação grega, orientada pelo português Abel Ferreira, também ele (e o seu perfil e predicados) muito familiares de todos nós.
Mesmo considerando a particularidade de esta eliminatória ser decidida num único encontro, no terreno do adversário (por curiosidade, o Benfica até tinha vencido, frente a este mesmo opositor, em todas as três anteriores visitas a Salónica), tal não deveria constituir, nas circunstâncias presentes – jogos realizados sem assistência – um “handicap”, antes dependendo a forma de abordagem do desafio de uma atitude mental, que, neste caso, deveria ser a de enfrentar esta partida como ela era – decisiva -, como se de uma “final” em campo neutro se tratasse.
E, nesse contexto, o Benfica, com um potencial incomensuravelmente superior ao seu adversário, deveria ter-se imposto, desde início, marcando o ritmo, garantindo uma vantagem que o deixasse a coberto de qualquer imprevisto.
Na realidade, tendo sido o Benfica a assumir a iniciativa do jogo, com um largo predomínio de posse de bola, tal domínio – estrategicamente consentido pelo oponente – revelar-se-ia estéril, ora mercê do desacerto dos seus avançados (em especial, o desastrado Seferović), ora de algumas boas intervenções de Živković (o guarda-redes). E, à medida que o tempo ia avançando, cada vez com menor intensidade, portanto, de mais fácil anulação, começando a adivinhar-se o que poderia vir a suceder (e que acabaria mesmo por se confirmar).
Ao contrário, o PAOK, tendo sabido “esperar” (mesmo que com alguma felicidade na primeira metade, culminando no remate de Pizzi a embater com estrondo no poste, a par de boas oportunidades de Taarabt e de Pedrinho), revelou-se, esta noite, mais competente, quer a defender (onde chegou a forma duas linhas, com nove elementos – tendo, já na etapa complementar, o guardião negado outra vez o golo, agora a Everton), como, sobretudo, na concretização das escassas oportunidades que criou, com um aproveitamento quase integral das (já recorrentes) falhas adversárias.
Pouco depois da hora de jogo, num lance rápido, enleando a defesa contrária, com um passe atrasado para a zona nevrálgica da área, surgindo Dimitris Giannoulis (que iniciara a arrancada) e o central Jan Vertonghen a “dividir” o desvio fatal para a baliza portuguesa; pouco mais de dez minutos volvidos, numa lesta contra-ofensiva conduzida pelo mesmo Giannoulis, após uma perda de bola no ataque benfiquista (Vinícius), o esférico chegou a um desmarcadíssimo Živković (o avançado, que, ainda há pouco mais de uma semana, integrava o plantel do… Benfica), o qual, flectindo da direita para o centro, tirando o adversário mais próximo (Grimaldo) do caminho, desferiu um remate “seco”, sem hipótese de defesa para Vlachodimos, selando o desfecho desta eliminatória (instantaneamente como que “pedindo desculpa” por tal).
O tento de Rafa, ao 95.º minuto (último do período de compensação) – já depois de o outro Živković ter, “miraculosamente”, salvado um remate subtil de Grimaldo, que levada “selo de golo” -, chegaria tarde demais…
De forma triste, falhando rotundamente este fulcral (em termos desportivos e, principalmente, financeiros) compromisso, o Benfica vê-se – logo de entrada, após um único jogo na prova – despromovido à Liga Europa, com um estranhamente conformado Jesus a ter de mostrar muito “mais serviço”, e rapidamente.
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 2.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Países Baixos-Itália – 0-1 / Bósnia-Herzegovina-Polónia – 1-2
1.º Itália, 4; 2.º Polónia e Países Baixos, 3; 4.º Bósnia-Herzegovina, 1
Grupo 2 – Bélgica-Islândia – 5-1 / Dinamarca-Inglaterra – 0-0
1.º Bélgica, 6; 2º Inglaterra, 4; 3.º Dinamarca, 1; 4º Islândia, 0
Grupo 3 – Suécia-Portugal – 0-2 / França-Croácia – 4-2
1.º Portugal e França, 6; 3.º Suécia e Croácia, 0
Grupo 4 – Espanha-Ucrânia – 4-0 / Suíça-Alemanha – 1-1
1.º Espanha, 4; 2.º Ucrânia, 3; 3.º Alemanha, 2; 4.º Suíça, 1
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2022/23).
Suécia – Portugal (Liga das Nações – 2.ª Jornada)
Suécia – Robin Olsen, Emil Krafth, Filip Helander, Pontus Jansson, Ludwig Augustinsson, Dejan Kulusevski (90m – Albin Ekdal), Kristoffer Olsson, Gustav Svensson, Emil Forsberg (79m – Mattias Svanberg), Alexander Isak (71m – Robin Quaison) e Marcus Berg
Portugal – Anthony Lopes, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, Bruno Fernandes, João Moutinho (73m – Rúben Neves), João Félix, Bernardo Silva (22m – Gonçalo Guedes) e Cristiano Ronaldo (81m – Diogo Jota)
0-1 – Cristiano Ronaldo – 45m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 72m
Cartões amarelos – Gustav Svensson (14m) e Jan Andersson (Treinador – 90m); Raphaël Guerreiro (57m) e João Félix (86m)
Cartão vermelho – Gustav Svensson (44m)
Árbitro – Danny Makkelie (Holanda)
Entrando em campo com apenas uma alteração face à partida anterior (Cristiano Ronaldo por Diogo Jota), a exibição da equipa portuguesa não foi, desta vez, tão fluída como frente à Croácia.
Jogando em terreno alheio – pese embora, como vem sendo regra desde a retoma das competições, sem espectadores -, Portugal começou por denotar grandes dificuldades em contrariar o estilo de jogo da Suécia, apostando em lances de profundidade, sem permitir à selecção nacional apoderar-se da bola, como é seu timbre.
Como que a antecipar esse período de supremacia nórdica, seriam os suecos a criar a primeira ocasião de perigo, logo de entrada, com Marcus Berg a cabecear ligeiramente ao lado da baliza defendida por Anthony Lopes.
Estavam decorridos pouco mais de 20 minutos, quando, por lesão de Bernardo Silva, Fernando Santos teve de alterar o “onze”, fazendo entrar Gonçalo Guedes.
Por curiosidade, tal coincidiria com o final do predomínio dos visitados, com Portugal a começar a equilibrar a contenda. Até final da primeira parte, jogando já mais “a gosto”, surgiria então em acção Cristiano Ronaldo, primeiro com dois fortes remates a serem travados pelo guardião sueco.
Até que, praticamente em cima do intervalo, Svensson fez falta, a qual originou o segundo cartão amarelo e consequente expulsão; na conversão do livre correspondente, Ronaldo, com um excelente remate ao ângulo, sem hipótese de defesa, inaugurava o marcador, colocando Portugal na frente, averbando o seu “mágico” 100.º golo pela selecção portuguesa (em 165 jogos). Um óptimo final de primeiro tempo.
Na segunda metade, com vantagem no “placard” e em superioridade numérica, a equipa portuguesa adoptou uma toada de contenção, jogando “pela certa”, não deixando contudo de criar algumas boas oportunidades para ampliar a contagem: Bruno Fernandes rematou à trave (60 minutos); antes, já o mesmo Bruno Fernandes, assim como João Moutinho e João Félix, tinham tentado visar a baliza, sem sucesso.
Numa fase em que a equipa sueca até ameaçava poder causar algum perigo, Cristiano Ronaldo, dando imediata sequência a uma boa assistência de João Félix (depois de um passe a toda a largura, de Bruno Fernandes), rematou em arco, deixando “pregado” Robin Olsen, aumentando a sua contagem pessoal para 101 golos (agora apenas a oito tentos do record do iraniano Ali Daei)!
Até final, com o jogo decidido, houve ainda ocasião para dilatar a vantagem portuguesa, mas o marcador acabaria por manter-se inalterado.
Pese embora com menor fulgor, esta segunda vitória de Portugal revela uma fórmula de jogo consistente, que continua a dar bons resultados, com a equipa nacional a disputar com o Campeão do Mundo (França) a liderança do grupo.
Liga das Nações da UEFA – 2020/21 – 1.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Itália-Bósnia-Herzegovina – 1-1 / Países Baixos-Polónia – 1-0
1.º Países Baixos, 3; 2.º Bósnia-Herzegovina e Itália, 1; 4.º Polónia, 0
Grupo 2 – Islândia-Inglaterra – 0-1 / Dinamarca-Bélgica – 0-2
1.º Bélgica e Inglaterra, 3; 3.º Islândia e Dinamarca, 0
Grupo 3 – Suécia-França – 0-1 / Portugal-Croácia – 4-1
1.º Portugal e França, 3; 3.º Suécia e Croácia, 0
Grupo 4 – Ucrânia-Suíça – 2-1 / Alemanha-Espanha – 1-1
1.º Ucrânia, 3; 2.º Alemanha e Espanha, 1; 4.º Suíça, 0
Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, de que Portugal conquistou o título da edição inaugural. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2022/23).
Portugal – Croácia (Liga das Nações – 1.ª Jornada)
Portugal – Anthony Lopes, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, João Moutinho (81m – Sérgio Oliveira), Bruno Fernandes, Diogo Jota, João Félix (87m – André Silva) e Bernardo Silva (78m – Francisco Trincão)
Croácia – Dominik Livaković, Tin Jedvaj, Dejan Lovren, Domagoj Vida, Borna Barišić, Josip Brekalo (61m – Ivan Perišić), Mario Pašalić (61m – Marcelo Brozović), Nikola Vlašić, Mateo Kovačić, Ante Rebić e Andrej Kramarić (74m – Bruno Petković)
1-0 – João Cancelo – 41m
2-0 – Diogo Jota – 58m
3-0 – João Félix – 70m
3-1 – Bruno Petković – 90m (+1)
4-1 – André Silva – 90m (+5)
Cartões amarelos – Tin Jedvaj (60m) e Borna Barišić (71m)
Árbitro – Davide Massa (Itália)
Portugal iniciou da melhor forma a defesa do título conquistado na edição inaugural da Liga das Nações, no ano passado, ao golear a actual vice-campeão do Mundo, Croácia, por 4-1, com uma das melhores exibições dos últimos anos!
Sem poder contar com Cristiano Ronaldo (impedido por infecção num dedo do pé), frente a um adversário também privado de Modrić e de Rakitić, a selecção nacional – com a surpresa de Anthony Lopes na baliza – desde cedo assumiu a iniciativa (após um primeiro susto, provocado por um remate de Vlašić), tendo criado, antes do primeiro golo, várias ocasiões de perigo (em especial, João Félix, e Pepe, cada um com duas boas oportunidades), a que o guardião contrário, Livaković, ia dando boa resposta, adiando (a par de três bolas nos ferros, de João Félix, Diogo Jota e Raphaël Guerreiro) o tento da equipa portuguesa, até ao remate de João Cancelo, de fora da área, ao ângulo, já quase a findar o primeiro tempo.
Na segunda metade, não obstante a tentativa de reacção da Croácia, o grupo comandado por Fernando Santos manteve a toada de jogo, tendo chegado, com alguma “naturalidade” aos 3-0 (por Diogo Jota e João Félix, este também com um potente remate de fora da área).
Seria já em período de compensação que surgiriam os dois últimos golos: primeiro, os croatas a reduzir a desvantagem, antes de André Silva fixar o marcador em 4-1.
Uma entrada “em grande” da selecção portuguesa na competição, que se espera possa ser confirmada já na próxima terça-feira, na Suécia.
Miguel Oliveira vencedor do Grande Prémio da Estíria (Áustria) em MotoGP

Na corrida n.º 900 de “MotoGP” (5.ª prova da presente temporada), disputada no “Red Bull Ring”, em Spielberg (Áustria), Miguel Oliveira, pilotando a sua KTM, obteve um feito histórico para o desporto português, com a sua primeira vitória num Grande Prémio da principal categoria do motociclismo, a nível mundial, com uma fenomenal arrancada, na derradeira curva, ultrapassando os dois pilotos que o precediam, os quais, em disputa directa, alargaram a trajectória, possibilitando a brilhante manobra do português.
Partindo da 7.ª posição da grelha, Miguel Oliveira seria ainda ultrapassado na fase inicial da prova, vindo a recuperar – numa prova interrompida e depois retomada, quando faltavam 12 voltas – até ao 3.º lugar, em que estabilizaria praticamente até final, antes da arrojada ultrapassagem que lhe conferiu um notável triunfo.
1.º Miguel Oliveira (Portugal) – Red Bull KTM Tech 3
2.º Jack Miller (Austrália) – Pramac Racing
3.º Pol Espargaro (Espanha) – Red Bull KTM Factory Racing
4.º Joan Mir (Espanha) – Team Suzuki Ecstar
5.º Andrea Dovizioso (Itália) – Ducati Team
6.º Alex Rins (Espanha) – Team Suzuki Ecstar
7.º Takaaki Nakagami (Japão) – LCR Honda Idemitsu
8.º Brad Binder (África do Sul) – Red Bull KTM Factory Racing
9.º Valentino Rossi (Itália) – Monster Energy Yamaha MotoGP
10.º Iker Lecuona (Espanha) – Red Bull KTM Tech 3
A classificação do Mundial de pilotos é liderada pelo francês Fabio Quartararo (Yamaha), com 70 pontos, à frente de Andrea Dovizioso (67), Jack Miller (56), Brad Binder (49) e Maverick Viñales (48), com Miguel Oliveira agora no 9.º posto, somando 43 pontos.
Liga dos Campeões – Ranking global (1992-2020)

(Ranking completo aqui)



