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HÓQUEI EM PATINS – PORTUGAL FINALISTA MUNDIAL

Após ter sabido conquistar uma preciosa vantagem face à poderosíssima equipa argentina, Portugal conseguiu resistir “estoicamente” à intensa pressão da selecção das pampas nos minutos finais, tendo assegurado, por via de uma vitória por 2-1, mais uma presença na Final do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, a disputar com a Itália (vencedora da outra meia-final, frente ao campeão do mundo em título, Espanha).

1/2 finais
Espanha – Itália – 3-4
Argentina – Portugal – 1-2

Apuramento do 5º ao 8º lugar
Angola – França – 1-5
Suíça – Brasil – 3-3 (3-5 a.p.)

Apuramento do 9º ao 12º lugar
Moçambique – Holanda – 11-0
Chile – Alemanha – 3-3 (3-2 g.p.)

Apuramento do 13º ao 16º lugar
Colômbia – EUA – 0-5
Inglaterra – Andorra – 2-2 (1-2 g.p.)

[343]

4 Outubro, 2003 at 1:27 am

PORTUGAL-BRASIL

Com mais uma vitória (desta vez por 4-1), Portugal prosseguiu hoje a sua caminhada para o que se espera seja a conquista do título mundial de Hóquei em Patins pela 15ª vez (!), tendo garantido o apuramento para as 1/2 finais, em que defrontará a Argentina.

1/4 de final
Espanha – Angola – 9-1
Suíça – Argentina – 1-7
Itália – França – 4-1
Portugal – Brasil – 4-1

Apuramento do 9º ao 16º lugar
Moçambique – Colômbia – 7-2
Chile – Inglaterra – 7-0
EUA – Holanda – 2-3
Alemanha – Andorra – 2-2 (4-2 a.p.)

P. S. Estou a começar a perder a paciência para os “popups” que estão sempre a “saltar”. Não se pode “exterminá-los”? (a maior parte deles são mesmo de publicidade com o conteúdo “stop popups” – a um preço de saldo de 29,95 dólares…).

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2 Outubro, 2003 at 11:42 pm 1 comentário

8-1!

No Portugal – Alemanha, do Campeonato Mundial de Hóquei em Patins, em que Portugal visa o 15º título mundial em 36 edições.

Em que outra área poderia Portugal ter uma relação de forças face à Alemanha, de 8 para 1?…

Nos 1/4 de final, segue-se o Brasil.

Grupo A
28.09.2003 – Inglaterra – Espanha – 0-8
28.09.2003 – Moçambique – Suíça – 1-2
29.09.2003 – Suíça – Inglaterra – 5-1
29.09.2003 – Espanha – Moçambique – 3-2
30.09.2003 – Moçambique – Inglaterra – 3-1
30.09.2003 – Suíça – Espanha – 1-3

1º Espanha, 9; 2º Suíça, 6; 3º Moçambique, 3; 4º Inglaterra, 0

Grupo B
28.09.2003 – Colômbia – Argentina – 0-14
28.09.2003 – Angola – Chile – 2-0
29.09.2003 – Chile – Colômbia – 5-3
29.09.2003 – Argentina – Angola – 9-2
30.09.2003 – Colômbia – Angola – 0-2
30.09.2003 – Argentina – Chile – 16-1

1º Argentina, 9; 2º Angola, 6; 3º Chile, 3; 4º Colômbia, 0

Grupo C
28.09.2003 – EUA – Andorra – 5-1
28.09.2003 – Itália – Brasil – 6-3
29.09.2003 – Brasil – EUA – 7-2
29.09.2003 – Andorra – Itália – 1-5
30.09.2003 – Andorra – Brasil – 3-5
30.09.2003 – EUA – Itália – 1-10

1º Itália, 9; 2º Brasil, 6; 3º EUA, 3; 4º Andorra, 0

Grupo D
27.09.2003 – França – Portugal – 3-4
28.09.2003 – Holanda – Alemanha – 0-3
29.09.2003 – Alemanha – França – 1-4
29.09.2003 – Portugal – Holanda – 12-0
30.09.2003 – França – Holanda – 6-1
30.09.2003 – Portugal – Alemanha – 8-1

1º Portugal, 9; 2º França, 6; 3º Alemanha, 3; 4º Holanda, 0

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30 Setembro, 2003 at 11:32 pm

12-0!

É verdade que se trata de uma modalidade desportiva sem grande implantação mundial, mas não deixa de ser o desporto que mais êxitos proporcionou a Portugal.

Hoje, na segunda jornada do 36º Campeonato Mundial de Hóquei em Patins – e depois de anteontem, na estreia, ter ganho à França por tangencial 4-3 -, Portugal acaba de vencer o jogo com a Holanda (vice-campeão mundial de 1991 e selecção que, historicamente, sempre criou grandes dificuldades à equipa portuguesa – tradicionalmente, a 4ª melhor selecção europeia, embora nos últimos anos ultrapassada pela França e Suíça), por concludente 12-0.

Os jogos da primeira fase não terão grande significado, mas esta vitória não deixará de constituir uma motivação para os difíceis jogos das meias-finais, provavelmente contra um dos outros três crónicos candidatos ao título: Argentina, Espanha e Itália.

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29 Setembro, 2003 at 11:43 pm

“ÓSCARES DO DESPORTO”

A próxima cerimónia de entrega dos “Prémios Laureus”, conhecidos como os “Óscares do Desporto”, decorrerá em Lisboa, de 8 a 11 de Maio de 2004, no Centro Cultural de Belém – saindo pela primeira vez do Mónaco –, conforme anunciado ontem, em cerimónia na qual, para além do presidente da “Academia”, participaram também o antigo campeão olímpico de 400 metros barreiras (Edwin Moses – que manifestou recentemente a sua intenção de regresso à competição, quando se aproxima dos 50 anos…), o antigo campeão mundial de Fórmula1, Emerson Fittipaldi, para além dos portugueses Rosa Mota e Luís Figo, entre outras figuras ilustres do desporto.

Em simultâneo com a gala da entrega dos prémios, terá lugar uma angariação de fundos a favor das crianças desfavorecidas.

[282]

19 Setembro, 2003 at 7:57 am

EURO 2004

França (actual campeão da Europa), Bulgária, R. Checa e Suécia são os primeiros países apurados para a fase final do Campeonato da Europa de Futebol, em 2004, juntando-se assim ao país organizador, Portugal.

Na competição pelas restantes 11 vagas disponíveis, encontram-se ainda 25 selecções; foram entretanto já “eliminados” 21 dos países concorrentes.

Eslovénia e Holanda estão já qualificados para os play-off, nos quais os 10 segundos classificados de cada grupo da fase de qualificação se defrontarão para apuramento dos últimos 5 finalistas.

Grécia (favorita) ou Espanha e Inglaterra ou Turquia serão os dois primeiros dos respectivos grupos, apurando-se para a fase final ou para os play-off. A Croácia e a Bélgica disputam o 2º lugar do respectivo grupo.

Nos grupos de competição “mais renhida”, Dinamarca (favorito ao apuramento directo), Roménia, Bósnia-Herzegovina e Noruega (possivelmente o principal candidato ao 2º lugar); Hungria (favorita para o 2º lugar), Polónia e a Letónia (eventual surpresa); Alemanha e Islândia (que podem ainda vencer o grupo) e Escócia e Lituânia; Itália e País de Gales (que competem ainda pelo 1º lugar) e Finlândia; Suíça, Irlanda e Rússia, são os países ainda envolvidos na disputa dos dois primeiros lugares dos respectivos grupos, visando, ou a qualificação directa, ou o apuramento para os play-off.

[247]

10 Setembro, 2003 at 11:36 pm

FUTEBOL, FUTEBOL E … FUTEBOL

Alguns “milhões” de portugueses terão “aprendido a ler” com “A Bola”, que teve – em simultâneo! – jornalistas / “escritores” da estirpe de Vítor Santos, Carlos Miranda (com as suas magníficas reportagens do “Tour de France” com Joaquim Agostinho), Carlos Pinhão (“Ai que saudades, ai, ai…”), Homero Serpa, Alfredo Farinha, Aurélio Márcio (só para falar da “velha guarda”, dos anos 80).

Nesse tempo, “A Bola” era claro “líder de mercado”, com “O Record” a uma distância significativa. Depois, mais tarde, surgiu a “Gazeta dos Desportos”, com uma existência relativamente curta (uns anos antes – acho que já não “é do meu tempo” – tinha havido o “Mundo Desportivo”).

Mas eram todos “ trissemanários”.

Eis aqui o ponto a que quero chegar (eu que sempre fui um “fanático desportista de bancada”): o (muito) exagerado peso que a “informação desportiva” (“futebolística”) tem hoje em dia na comunicação social.

Hoje temos três jornais desportivos diários! (com “O Jogo” predominantemente implantado a Norte) – é claro, se subsistem, é porque existe mercado…

Mas, para além disso, é a rádio (e, por exemplo, quando se fala nos “bons programas” da TSF, um deles será sem dúvida a “Bancada Central”, uma espécie de “blogues falados” – mas com duas horas diárias!!!), em que o sentido das proporções é bastantes vezes esquecido (nomeadamente nos serviços informativos, considerando a relação de tempo face à cobertura noticiosa da informação generalista) e, acima de tudo, a televisão.

E aqui, penso que se está a atingir situações de extremo: não há justificação possível (não pode ser de todo enquadrado no conceito de “serviço público”) que se enviem repórteres para os estágios de pré-época que as equipas (as tradicionais três: Benfica, Porto e Sporting – por ordem alfabética…) fizeram no estrangeiro; foi confrangedor assistir ao espectáculo da “não notícia” (em particular, com um “misto de tragicomédia”, a propósito das várias contratações que o Benfica acabou por não fazer e da deprimente história da “braçadeira de capitão”); não há razão que justifique – mesmo agora que as competições já “arrancaram” – que, quase diariamente, haja um repórter, tendo por pano de fundo um estádio vazio, dizendo quais “as águias, dragões ou leões” que treinaram hoje, quais os que estiveram “lesionados”, conjecturando, especulando sobre a constituição das equipas e as tácticas para o próximo jogo (daí a quatro ou cinco dias)…

E mais as “tricas”, o “diz que disse”, os “arrufos”e os “amuos” dos treinadores, as polémicas da arbitragem.

E, a culminar, “4 – Quatro – 4” jogos televisionados por jornada!!!

É a lei do mercado no seu “estado puro”? (Dar às pessoas o que elas querem ver…) “Pão e circo”, como no tempo dos Romanos?

Nós, que “amamos o futebol” (slogan do “Euro2004”), queremos ver (ouvir e ler) futebol de qualidade, não necessariamente em quantidade.

P.S. Veja aqui o “porquê?” e o “como?” dos “blogues”.

[220]

4 Setembro, 2003 at 7:17 pm

CARLOS LOPES

Tem nome de Campeão.

É um Campeão!

Duplamente Campeão: no desporto e na vida!

Na juventude, passou por uma das mais aterradoras experiências que um ser humano pode vivenciar: ao longo do tempo, gradualmente, foi perdendo a visão, até à completa cegueira (conta que, quando atingiu esse estágio da doença, o começou por ocultar à família e aos amigos . apenas usava a bengala depois de sair de casa, .às escondidas. ., até ganhar coragem para o assumir perante .o mundo.).

Não “desistiu de viver”; continuou a estudar visando a sua licenciatura; começou a praticar desporto ao mais alto nível. Ganhara já medalhas nos .Jogos Paralímpicos..

Agora, em Paris, sagrou-se .Campeão mundial de atletismo., na prova de 400 metros para deficientes visuais (.cegos totais., com guia).

Um exemplo de coragem, persistência, força, vontade de viver!

P.S. Aguardei até ao final dos Campeonatos do Mundo de Atletismo para fazer o balanço da presença portuguesa; que teve um desempenho .muito cinzento., sem qualquer medalha, apenas com dois atletas a merecer referência particular: Alberto Chaíça, com um muito bom 4º lugar na Maratona (3º melhor europeu) e Rui Silva, 5º classificado nos 1500 metros. A nível mundial, destaque para a norte-americana Kelly White (100 e 200 m), para o marroquino Hicham el Guerrouj (1500 e 5000 m) e para o etíope Kenenisa Bekele (5000 e 10000 m), todos duplamente medalhados nestes campeonatos.

[210]

1 Setembro, 2003 at 8:17 am 1 comentário

NUNO RIBEIRO

Escrevia há duas semanas, aquando do início da Volta a Portugal em bicicleta:

Nos últimos anos, os portugueses têm experimentado algumas dificuldades em impor-se ao enorme pelotão estrangeiro (principalmente de ciclistas espanhóis e italianos); na ausência do nosso actual melhor ciclista, José Azevedo, fica a expectativa de podermos assistir ao nascimento de um .novo campeão..

“Ele” aí está! Um jovem (quase) desconhecido que se impôs de forma categórica a toda a concorrência, revelando um largo potencial. Chama-se Nuno Ribeiro e, na sua segunda volta (após um 9º lugar na estreia, no ano passado), consegue logo obter a vitória máxima. Uma grande promessa de feitos futuros. Oxalá consiga levar “bem longe” o nome de Portugal!

[150]

18 Agosto, 2003 at 10:51 am

65ª VOLTA A PORTUGAL EM BICICLETA

Tem início hoje um grandioso espectáculo que percorrerá as estradas portuguesas nos próximos dias (até 17 de Agosto): a .serpente multicolor. constituída por um conjunto de .heróis. cuja capacidade de sacrifício será sujeita às mais duras provas.

Este é talvez o desporto de alta competição de maior .violência física., pelo desgaste acumulado de realizar, diariamente, ao longo de quase duas semanas, entre 150 a 200 km de bicicleta, praticamente sem pausas para recuperação.

Ocasião para relembrar os grandes campeões: de José Maria Nicolau e Alfredo Trindade; a Alves Barbosa; ao .maior. de todos, Joaquim Agostinho; passando pelo detentor do maior número de vitórias (4), Marco Chagas; chegando ao actual responsável pela organização (Director Técnico), Joaquim Gomes (também vencedor, por duas vezes; aliás um dos últimos portugueses a triunfar, a par de Orlando Rodrigues e Vítor Gamito).

Nos últimos anos, os portugueses têm experimentado algumas dificuldades em impor-se ao enorme pelotão estrangeiro (principalmente de ciclistas espanhóis e italianos); na ausência do nosso actual melhor ciclista, José Azevedo, fica a expectativa de podermos assistir ao nascimento de um .novo campeão..

A acompanhar diariamente. (Este ano, com uma .camisola da solidariedade., uma iniciativa que merece aplauso, visando a recolha de fundos para prestar apoio a quem mais sofreu com os acontecimentos dos últimos dias).

P. S. Ao falar de Joaquim Agostinho, que foi, a par de Carlos Lopes, uma das maiores figuras de todos os tempos do Sporting, não posso deixar de felicitar este clube, na pessoa dos seus adeptos, no dia da inauguração do novo Estádio Alvalade XXI, um símbolo de modernidade que . polémicas à parte . deverá constituir um motivo de orgulho para todos os portugueses, comprovando que somos capazes das maiores realizações.

[135]

6 Agosto, 2003 at 6:11 pm 1 comentário

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