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TAÇA CAMPEÕES EUROPEUS

Portugal tem vindo a atravessar – muito por obra do FC Porto de José Mourinho e, este ano, do Sporting – um período áureo a nível de competições europeias de clubes em futebol, alcançando três finais em três anos consecutivos, uma proeza pouco comum, apenas superada há quatro décadas atrás, quando o Benfica (1961, 1962, 1963 e 1965) e o Sporting (1964) deram a Portugal um “record” de 5 finais europeias consecutivas.

Ao longo desta semana, aqui ficará a memória dos finalistas – e, procurando ir um pouco mais além – também dos semi-finalistas na história das competições europeias de clubes, na época em que completam a sua 50ª edição.

Começando hoje, com a Taça dos Campeões Europeus (actual “Liga dos Campeões”), com a indicação de “semi-finalista 1” como a equipa derrotada nas 1/2 finais pelo que seria o vencedor da prova (e indicação do respectivo resultado agregado das 1/2 finais) – sendo, naturalmente, o “semi-finalista 2”, o perdedor da eliminatória com o que viria a ser o finalista vencido.

Edição  Época    Vencedor        Finalista    Res.    Semi-final.1  Res.  Semi-final.2  Res.
L       04-05  Milan/Liverp.   Milan/Liverp.  ---   PSV             3-3	Chelsea         0-1
XLIX    03-04  FC Porto        Monaco         3-0   Dep. Coruña     0-1	Chelsea         3-5
XLVIII  02-03  AC Milan        Juventus       0-0   Inter           1-1	Real Madrid     3-4
XLVII   01-02  Real Madrid     B. Leverkusen  2-1   Barcelona       1-3	Manchester Utd. 3-3
XLVI    00-01  Bayern          Valencia       1-1   Real Madrid     1-3	Leeds           0-3
XLV     99-00  Real Madrid     Valencia       3-0   Bayern          2-3	Barcelona       3-5
XLIV    98-99  M. United       Bayern         2-1   Juventus        3-4	D. Kiev         3-4
XLIII   97-98  Real Madrid     Juventus       1-0   B. Dortmund     0-2	Monaco          4-6
XLII    96-97  B. Dortmund     Juventus       3-1   Manchester Utd. 0-2	Ajax            2-6
XLI     95-96  Juventus        Ajax           1-1   Nantes          3-4	Panathinaikos   1-3
XL      94-95  Ajax            AC Milan       1-0   Bayern          2-5	P. St.-Germain  0-3
XXXIX   93-94  AC Milan        Barcelona      4-0   Monaco          0-3	FC Porto        0-3
XXXVIII 92-93  Marseille       AC Milan       1-0   Gl. Rangers     n.a  Goteborg        n.a
XXXVII  91-92  Barcelona       Sampdoria      1-0   Sparta Praha    n.a  Crvena Zvezda   n.a
XXXVI   90-91  Crvena Zvezda   Marseille      0-0   Bayern          3-4	Sp. Moscovo     2-5
XXXV    89-90  AC Milan        Benfica        1-0   Bayern          2-2	Marseille       2-2
XXXIV   88-89  AC Milan        Steaua         4-0   Real Madrid     1-6	Galatasaray     1-5
XXXIII  87-88  PSV             Benfica        0-0   Real Madrid     1-1	Steaua          0-2
XXXII   86-87  FC Porto        Bayern         2-1   D. Kiev         2-4	Real Madrid     2-4
XXXI    85-86  Steaua          Barcelona      0-0   Anderlecht      1-3	Goteborg        3-3
XXX     84-85  Juventus        Liverpool      1-0   Bordeaux        2-3	Panathinaikos   0-5
XXIX    83-84  Liverpool       Roma           1-1   D. Bucuresti    1-3	Dundee United   2-3
XXVIII  82-83  Hamburger       Juventus       1-0   R. Sociedad     2-3	Widzew Lodz     2-4
XXVII   81-82  Aston Villa     Bayern         1-0   Anderlecht      0-1	CSKA Sofia      4-7
XXVI    80-81  Liverpool       Real Madrid    1-0   Bayern          1-1	Inter           1-2
XXV     79-80  Nottingham      Hamburger      1-0   Ajax            1-2	Real Madrid     3-5
XXIV    78-79  Nottingham      Malmoe         1-0   Koln            3-4	Austria Wien    0-1
XXIII   77-78  Liverpool       Brugge         1-0   B. M’Gladbach   2-4	Juventus        1-2
XXII    76-77  Liverpool       B. M’Gladbach  3-1   Zurich          1-6	D. Kiev         1-2
XXI     75-76  Bayern          Saint-Etienne  1-0   Real Madrid     1-3	PSV             0-1
XX      74-75  Bayern          Leeds          2-0   Saint-Etienne   0-2	Barcelona       2-3
XIX     73-74  Bayern          At. Madrid     4-0   Ujpest Dosza    1-4	Celtic          0-2
XVIII   72-73  Ajax            Juventus       1-0   Real Madrid     1-3	Derby County    1-3
XVII    71-72  Ajax            Inter          2-0   Benfica         0-1	Celtic          0-0
XVI     70-71  Ajax            Panathinaikos  2-0   At. Madrid      0-1	Crvena Zvezda   4-4
XV      69-70  Feyenoord       Celtic         2-1   Legia Warsaw    0-2	Leeds           1-3
XIV     68-69  AC Milan        Ajax           4-1   Manchester Utd. 1-2	Sp. Trnava      2-3
XIII    67-68  Manchester Utd. Benfica        4-1   Real Madrid     3-4	Juventus        0-3
XII     66-67  Celtic          Inter          2-1   Pribram         1-3	CSKA Sofia      2-2
XI      65-66  Real Madrid     Partizan Belg. 2-1   Inter           1-2	Manchester Utd. 1-2
X       64-65  Inter           Benfica        1-0   Liverpool       3-4	Vasas Budap.    0-5
IX      63-64  Inter           Real Madrid    3-1   B. Dortmund     2-4	Zurich          1-8
VIII    62-63  AC Milan        Benfica        2-1   Dundee United   2-5	Feyenoord       1-3
VII     61-62  Benfica         Real Madrid    5-3   Tottenham       3-4	Standard Liège  0-6
VI      60-61  Benfica         Barcelona      3-2   Rapid Wien      1-4	Hamburger       2-2
V       59-60  Real Madrid     E. Frankfurt   7-3   Barcelona       2-6	Gl. Rangers     4-12
IV      58-59  Real Madrid     Stade Reims    2-0   At. Madrid      2-2	Young Boys      1-3
III     57-58  Real Madrid     AC Milan       3-2   Vasas Budap.    2-4	Manchester Utd. 2-5
II      56-57  Real Madrid     Fiorentina     2-0   Manchester Utd. 3-5	Crvena Zvezda   0-1
I       55-56  Real Madrid     Stade Reims    4-3   AC Milan        4-5	Hibernian       0-3

[2261]

9 Maio, 2005 at 8:52 am

JORGE PERESTRELO

De tempos a tempos, temos um acordar assim sobressaltado, absolutamente inesperado…

Jorge Perestrelo não mais voltará a cantar os golos como o fazia de uma forma única, com uma magia que nos marcou de forma indelével.

Com um estilo espontâneo, temperado pelas influências africana (Angola) e brasileira, sempre com o “coração ao pé da boca”, muitas vezes polémico, Perestrelo trouxe até nós, via rádio, ao longo de cerca de 30 anos, incontáveis momentos de esfusiante alegria, intensas e vibrantes emoções.

Recordo a reportagem sobre o mais épico jogo da minha vida, o Alemanha – Portugal, no Neckarstadion, em Estugarda, em 1985, com aquele “míssil” do Carlos Manuel que nos deu o apuramento para o Campeonato do Mundo de 1986 (também com o relato de Fernando Correia).

Recordo o golo do apuramento do FC Porto para as 1/2 Finais da Taça das Taças em 1984, em Donetsk, contra o Shaktior.

Anteontem, em Alkmaar, Jorge Perestrelo cantou o último golo da sua vida: o que deu ao Sporting o apuramento para a Final da Taça UEFA.

Ontem, o seu grande coração, cansado de tantas emoções, resolveu parar, aos 56 anos.

Não mais vamos ouvir o “ripa na rapaqueca”. Mas os seus relatos permanecerão na nossa memória para sempre.

Obrigado Jorge!

P. S. É claro que é impossível esquecer também a narração do golo de Ricardo no Portugal – Inglaterra, que nos deu o apuramento para as 1/2 finais do EURO 2004. Via Adufe, a ler esta pequena homenagem que um grande jornalista desportivo (Luís Sobral) escreveu, a propósito de Jorge Perestrelo: “Voltaste a arrepiar-me, Jorge” (esta é a inevitável sensação que nestes dias experimentamos, quando ouvimos agora as gravações dos seus relatos).

[2259]

7 Maio, 2005 at 9:18 am 4 comentários

SPORTING NA FINAL DA TAÇA UEFA

41 anos depois, o Sporting retoma a senda do êxito na Europa, ao alcançar a Final da Taça UEFA, eliminando o AZ Alkmaar da Holanda, num jogo de enorme sofrimento (e sob chuva intensa!), ao perder no terreno do adversário (2-3, com o segundo golo no último minuto do prolongamento!), depois da vitória por 2-1 na 1ª mão.

Uma cabal demonstração de que o futebol português, não obstante a sua macrocefalia, tem equipas que integram o grupo das de melhor nível europeu: para além da Final do Campeonato da Europa com a selecção, Portugal marca presença, pelo 3º ano consecutivo (!) numa Final Europeia.

Em cerca de 50 anos de provas europeias, esta será a 14ª final com presença de equipas portuguesas, depois das 8 finais do Benfica (1961, 1962, 1963, 1965, 1968, 1988 e 1990 – todas na Taça dos Campeões Europeus – e 1983, na Taça UEFA), das 4 do FC Porto (1984, na Taça dos Vencedores de Taças; 1987 e 2004, na Taça dos Campeões Europeus; e 2003, na Taça UEFA) e da final do Sporting na Taça dos Vencedores de Taças de 1964.

Parabéns ao Sporting!

Toda a sorte para a final com os russos do CSKA de Moscovo.

[2255]

5 Maio, 2005 at 10:35 pm 8 comentários

JOSÉ MOURINHO

Em três anos ao mais alto nível, José Mourinho conquistou 8 títulos: 3 vezes campeão nacional (pelo FC Porto, em 2003 e 2004; pelo Chelsea, em 2005); a Taça UEFA (2003) e a Liga dos Campeões (2004), ambas pelo FC Porto; a Taça de Portugal (2003); a Supertaça portuguesa (2004); a Taça da Liga de Inglaterra, vencendo o Liverpool na final (2005).

Uma carreira coroada de êxitos… até hoje.

Mourinho tinha hoje o jogo “mais difícil” da sua carreira, nas 1/2 finais da Liga dos Campeões. Ao perder por 1-0 frente ao Liverpool, Mourinho vê-se obrigado a fazer uma pausa na senda vitoriosa que o caracteriza.

Mas perdeu com um competidor à altura: Rafael Benitez, o espanhol que treina o Liverpool é – tal como Mourinho – um dos melhores treinadores do mundo e, ao 5º jogo da época entre as duas equipas, conseguiu finalmente vencer o Chelsea.

Mourinho arriscou, confiando na solidez da sua equipa (com uma única derrota em 35 jogos da Liga inglesa!); contudo, este Chelsea encontra-se ainda em fase de crescimento; apesar de solidária, não é ainda uma equipa tão compacta como a que o FC Porto exibiu pela Europa na época passada.

Ao deixar levar a decisão da eliminatória para Liverpool, ficou sujeito às contingências do jogo; a este nível – frente a uma equipa que, em 4 jogos (1/4 final e 1/2 finais) com a Juventus e o Chelsea, não sofreu nenhum golo! – qualquer imponderável pode decidir uma eliminatória (desde o não se saber sequer se no golo do Liverpool a bola entrou por completo na baliza; até ao facto de o islandês Gudjonsson ter tido o golo da vitória nos pés aos 96 minutos…).

Esta será porventura uma etapa importante no crescimento de Mourinho. Esta derrota – e o “aprender a perder” – será concerteza a semente de futuras vitórias.

Parabéns José Mourinho!

[2248]

3 Maio, 2005 at 10:25 pm 4 comentários

GRANDE PRÉMIO BAHREIN F1

1º Fernando Alonso – Renault – 1:29:18.531 – 10 pt.
2º Jarno Trulli – Toyota – +13.4 – 8 pt.
3º Kimi Räikkönen – McLaren-Mercedes – +32.0 – 6 pt.
4º Ralf Schumacher – Toyota – +53.2 – 5 pt.
5º Pedro de la Rosa – McLaren-Mercedes – +64.9 – 4 pt.
6º Mark Webber – Williams-BMW – +74.7 – 3 pt.
7º Felipe Massa – Sauber-Petronas – a 1 volta – 2 pt.
8º David Coulthard – Red Bull Racing – a 1 volta – 1 pt.
9º Rubens Barrichello – Ferrari – a 1 volta
10º Tiago Monteiro – Jordan-Toyota – a 2 voltas
11º Jacques Villeneuve – Sauber-Petronas – a 3 voltas
12º Patrick Friesacher – Minardi-Cosworth – a 3 voltas
13º Christijan Albers – Minardi-Cosworth – a 4 voltas
Jenson Button – BAR-Honda – desistência à 46ª volta
Takuma Sato – BAR-Honda – desistência à 27ª volta
Nick Heidfeld – Williams-BMW – desistência à 25ª volta
Michael Schumacher – Ferrari – desistência à 12ª volta
Giancarlo Fisichella – Renault – desistência à 4ª volta
Narain Karthikeyan – Jordan-Toyota – desistência à 2ª volta
Christian Klien – Red Bull Racing – desistência na 1ª volta

Classificação Mundial de Pilotos
1º Fernando Alonso – Renault – 26
2º Jarno Trulli – Toyota – 16
3º Giancarlo Fisichella – Renault – 10
4º Ralf Schumacher – Toyota – 9
5º David Coulthard – Red Bull Racing – 9
6º Rubens Barrichello – Ferrari – 8
7º Juan Pablo Montoya – McLaren-Mercedes – 8
8º Kimi Räikkönen – McLaren-Mercedes – 7
9º Mark Webber – Williams-BMW – 7
10º Nick Heidfeld – Williams-BMW – 6
11º Pedro de la Rosa – McLaren-Mercedes – 4
12º Christian Klien – Red Bull Racing – 3
13º Felipe Massa – Sauber-Petronas – 2
14º Michael Schumacher – Ferrari – 2

Classificação Mundial de Construtores
1º Renault – 36
2º Toyota – 25
3º McLaren-Mercedes – 19
4º Williams-BMW – 13
5º Red Bull Racing – 12
6º Ferrari – 10
7º Sauber-Petronas – 2

[2183]

4 Abril, 2005 at 7:41 am

KENENISA BEKELE – "O FENÓMENO"

O “Fenómeno” continua imbatível!

Aos 22 anos, o etíope Kenenisa Bekele disputou este fim-de-semana os seus 4º Campeonatos do Mundo de Cross Curto (4 km) e de Cross Longo (12 km).

Absolutamente imparável, Bekele conquistou no Sábado o seu 4º título de Campeão Mundial de Cross Curto e, hoje, o seu 4º título de Campeão Mundial de Cross Longo.

8 provas disputadas, 8 vezes Campeão do Mundo!

Até onde irá Kenenisa?

P. S. A selecção feminina portuguesa conquistou uma meritória medalha de bronze (3º lugar colectivo) na prova de Cross Longo.

[2155]

20 Março, 2005 at 7:02 pm

GRANDE PRÉMIO DA MALÁSIA F1

1º Fernando Alonso – Renault – 1:31:33.736 – 10 pt.
2º Jarno Trulli – Toyota – +24.3 – 8 pt.
3º Nick Heidfeld – Williams-BMW – +32.1 – 6 pt.
4º Juan Pablo Montoya – McLaren-Mercedes – +41.6 – 5 pt.
5º Ralf Schumacher – Toyota – +51.8 – 4 pt.
6º David Coulthard – Red Bull Racing – + 1:12.5 – 3 pt.
7º Michael Schumacher – Ferrari – + 1:19.9 – 2 pt.
8º Christian Klien – Red Bull Racing – + 1:20.8 – 1 pt.
9º Kimi Räikkönen – McLaren-Mercedes – + 1:21.5
10º Felipe Massa – Sauber-Petronas – a 1 volta
11º Narain Karthikeyan – Jordan-Toyota – a 2 voltas
12º Tiago Monteiro – Jordan-Toyota – a 3 voltas
13º Christijan Albers – Minardi-Cosworth – a 4 voltas
Rubens Barrichello – Ferrari – Desistência à 49ª volta
Giancarlo Fisichella – Renault – Desistência à 36ª volta
Mark Webber – Williams-BMW – Desistência à 36ª volta
Jacques Villeneuve – Sauber-Petronas – Desistência à 26ª volta
Jenson Button – BAR-Honda – Desistência à 2ª volta
Anthony Davidson – BAR-Honda – Desistência à 2ª volta
Patrick Friesacher – Minardi-Cosworth – Desistência à 2ª volta

Classificação Campeonato Mundo Pilotos
1º Fernando Alonso – Renault – 16
2º Giancarlo Fisichella – Renault – 10
3º Jarno Trulli – Toyota – 8
3º Rubens Barrichello – Ferrari – 8
5º David Coulthard – Red Bull Racing – 8
5º Juan Pablo Montoya – McLaren-Mercedes – 8
7º Nick Heidfeld – Williams-BMW – 6
8º Ralf Schumacher – Toyota – 4
8º Mark Webber – Williams-BMW – 4
10º Christian Klien – Red Bull Racing – 3
11º Michael Schumacher – Ferrari – 2
12º Kimi Räikkönen – McLaren-Mercedes – 1

Classificação Campeonato Mundo Construtores
1º Renault – 26
2º Toyota – 12
3º Red Bull Racing – 11
4º Ferrari – 10
5º Williams-BMW – 10
6º McLaren-Mercedes – 9

[2153]

20 Março, 2005 at 10:50 am

MEIA-MARATONA DE LISBOA

Não será vulgar, mas é concerteza saudável: o Presidente da República, Jorge Sampaio (ladeado por dois grandes Campeões, como Rosa Mota e Paulo Guerra), o Primeiro-Ministro, José Sócrates e o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carmona Rodrigues, participando (como “atletas”!) na Mini-Maratona de Lisboa.

A nível competitivo, na Meia-Maratona, a vitória para os “quenianos do costume”:

1º Paul Tergat – Quénia – 59.10
2º Robert Cheruyot – Quénia – 59.20
3º Lawrance Kiprotich – Quénia – 59.27
4º Martin Lel – Quénia – 59.40
5º Rogers Rop – Quénia – 60.45

No sector feminino, vitória igualmente para o Quénia, por intermédio de Susan Chepkemei, com a marca de 68.49 minutos (melhor marca mundial do ano).

[2141]

13 Março, 2005 at 11:30 am

A SORTE PROCURA-SE…

José Mourinho é um homem que “respira” futebol.

As suas equipas revelam um profundo, intenso e rigoroso “trabalho de casa”.

Em termos motivacionais e de liderança de um grupo de trabalho, Mourinho é um verdadeiro mestre.

Hoje, frente ao poderosíssimo Barcelona – que dominou praticamente todo o jogo, à parte 12 minutos à deriva (entre os 8 e os 20 minutos – período que o Chelsea aproveitou para marcar 3 golos!) – Mourinho (a sua equipa) teve bastante “sorte”.

Um grau de eficácia absolutamente incomum (4 golos em 6 oportunidades) fazem o Chelsea “sonhar” com tudo.

Nenhuma equipa do mundo pode garantir que pode ser Campeã Europeia, mas, com o nível de trabalho, motivação… e felicidade de Mourinho, todos os sonhos são legítimos.

Mourinho enfrentou e venceu hoje o seu maior desafio de sempre: eliminar “este” Barcelona, com 4-2 (depois do 1-2 de Barcelona), é tarefa que não estaria, provavelmente, ao alcance de mais nenhuma equipa do mundo!

[2132]

8 Março, 2005 at 10:25 pm

BIANCA KAPPLER – UM EXEMPLO

A atleta alemã Bianca Kappler efectuou ontem – na prova de Salto em Comprimento dos Campeonatos da Europa de Atletismo em Pista Coberta – um salto que lhe daria eventualmente a medalha de prata.

Os juízes responsáveis pela medição do salto cometeram um erro e atribuiram-lhe uma marca “impossível”, que a colocava no primeiro lugar.

A alemã logo disse que tinha havido um erro e que a vitória não lhe poderia ser atribuída.

Os juízes, reconhecendo o erro, retiraram a marca incorrectamente creditada, obrigando a alemã a repetir, hoje, o seu sexto e último salto do concurso.

Bianca Kappler, numa inaudita atitude de desportivismo disse que não faria esse salto, porque a vitória pertencia à portuguesa Naide Gomes; automaticamente, caía para o 7º lugar da classificação, perdendo também a medalha que, por direito próprio, havia conquistado na pista.

Pena que a medalha de ouro de Naide Gomes tenha ficado de alguma forma ensombrada por este episódio, privada de dar a sua merecida “volta de honra” à pista.

P. S. Tudo está bem quando acaba bem: numa inédita decisão salomónica, a organização – assumindo as suas responsabilidades – decidiu atribuir duas medalhas de bronze, premiando assim a atitude da alemã Bianca Kappler – agora mesmo a subir ao pódio, onde, no lugar mais alto, está Portugal!

[2126]

6 Março, 2005 at 3:45 pm

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