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Roger Federer vence, em Wimbledon, o 15º Grand Slam
No termo de (mais) uma épica Final do Torneio de Wimbledon, após mais de quatro horas de jogo, o suíço Roger Federer – vencendo o estado-unidense Andy Roddick por 3-2, com os parciais de 5-7 / 7-6 / 7-6 / 3-6 / 16-14 (!) – alcançou a sua 15ª vitória em torneios do Grand Slam, superando o registo de Pete Sampras, tornando-se no tenista com maior número de vitórias na história, ao mesmo tempo que recupera a posição de nº1 do ranking mundial (que ocupara já desde Fevereiro de 2004 a Agosto de 2008).

(foto via Record – ver outros fotos da Final, também no Diário Notícias e El País)
Tendo surgido na ribalta do ténis pela primeira vez em 2000, contando então 19 anos (sendo semi-finalista nos Jogos Olímpicos de Sidney, sem contudo alcançar qualquer medalha), Roger Federer soma agora 15 triunfos em 20 Finais disputadas em provas do Grand Slam, num percurso vitorioso iniciado em Wimbledon em 2003:
2003 (1) – Wimbledon
2004 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA
2005 (2) – Wimbledon e Open dos EUA (sendo semi-finalista em Roland Garros)
2006 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA (finalista em Roland Garros)
2007 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA (finalista em Roland Garros)
2008 (1) – Open dos EUA (finalista em Wimbledon e Roland Garros)
2009 (2) – Roland Garros e Wimbledon (finalista na Austrália)
Para além destas 15 vitórias (6 em Wimbledon, 5 nos EUA, 3 na Austrália e 1 em Roland Garros), venceu também, já por 4 vezes (em 2003, 2004, 2006 e 2007 – tendo sido finalista em 2005), o “Tennis Masters Cup”; somando um total de 60 vitórias em Torneios ATP. As 5 finais perdidas em torneios do Grand Slam foram – todas elas – contra Rafael Nadal.
Nos últimos 17 torneios do Grand Slam (desde o Torneio de Wimbledon de 2005, prova em que marcou presença na Final pela 7ª vez), Roger Federer atingiu a Final por 16 vezes (10 delas consecutivas), apenas tendo falhado a do Open da Austrália em 2008 (em que foi semi-finalista)!
Federer regista ainda uma espantosa série de 21 presenças consecutivas em 1/2 Finais de provas do Grand Slam, iniciada em Wimbledon em 2004.
Na Final hoje disputada, entrando mal no encontro, perdendo a primeira partida, parecia ter também o segundo set perdido, quando, no tie-break, perdia por 2-6; com uma espantosa reviravolta, evitou 4 set-points, somando 6 pontos consecutivos, para ganhar por 8-6! Venceria, novamente no tie-break (7-5), a terceira partida, consentindo a igualdade, ao ceder no 4º set, por 3-6. Mas o melhor ainda estava para vir: numa disputadíssima última partida, foram necessários 30 jogos (!) para que Federer, estabelecendo o resultado final em 16-14, garantisse a 15ª conquista de um Grand Slam.
Lista completa de todos os (até agora 24) líderes do ranking ATP, desde a sua criação, pela Associação de Tenistas Profissionais, em 1973 (há 36 anos):
CAMPEONATO DO MUNDO DE HÓQUEI EM PATINS – 2009

Inicia-se amanhã, em Vigo (Espanha), a 39ª edição do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, modalidade em que Portugal detém grandes pergaminhos, sendo a selecção mais titulada do mundo. Para além da equipa portuguesa, entre os 16 participantes estarão também as selecções de Angola e Moçambique:
– Grupo A – Espanha, Angola, Moçambique e Colômbia
– Grupo B – Suíça, Brasil, Andorra e Holanda
– Grupo C – Argentina, Portugal, Chile e EUA
– Grupo D – Itália, França, Alemanha e Inglaterra
Na 1ª fase da prova, Portugal defrontará sucessivamente as seguintes selecções: EUA (Domingo, às 17h15); Chile (Segunda, às 20h30); e Argentina (Terça, também às 20h30).
Nas 38 edições anteriores, Portugal sagrou-se Campeão do Mundo por 15 vezes (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1960, 1962, 1968, 1974, 1982, 1991, 1993 e 2003); a Espanha conta com 13 títulos (1951, 1954, 1955, 1964, 1966, 1970, 1972, 1976, 1980, 1990, 2001, 2005 e 2007); a Argentina foi Campeã por 4 vezes (1978, 1984, 1995 e 1999); a Itália conquistou igualmente 4 títulos (1953, 1986, 1988 e 1997); e, por fim, a Inglaterra foi 2 vezes Campeã Mundial (1936 e 1939).
À excepção da última edição, disputada em 2007 na Suíça, a selecção de Portugal conseguiu alcançar um lugar de honra em todas as anteriores edições da prova; para além dos 15 títulos de Campeã do Mundo, foi vice-campeã mundial por 9 vezes (1951, 1953, 1954, 1964, 1966, 1970, 1972, 1990 e 1995); classificou-se em 3º lugar em 11 ocasiões (1936, 1939, 1955, 1976, 1978, 1980, 1984, 1986, 1988, 1999 e 2005); apenas por 3 vezes não atingiu o pódio, quedando-se na 4ª posição (1997 e 2001), e em 6º lugar (em 2007).
Precisamente devido a essa má prestação (em 2007), a selecção portuguesa (actual vice-campeã da Europa, em prova disputada o ano passado) não beneficia do estatuto de “cabeça-de-série” (atribuído à Suíça, actual vice-campeã do Mundo), tendo de defrontar na fase de Grupos a Argentina. Os 2 primeiros classificados de cada grupo apuram-se para os 1/4 Final – a disputar na quinta-feira -, cruzando-se os apurados do Grupo C com os do Grupo D.
A (não) descentralização do futebol português-2
Num ano em que o Distrito de Santarém perdera já um representante nos Campeonatos Nacionais de futebol (com a desistência do Abrantes do Campeonato da II Divisão), e em que Cartaxo e Torres Novas foram despromovidos da III Divisão para os Distritais, a aplicação de uma regra geral a uma situação específica, especial e de cariz algo excepcional como a da renúncia do Riachense à promoção aos Nacionais, faz com que a região passe a dispor de um único representante no Campeonato Nacional da III Divisão, o Rio Maior…
Sim, esse mesmo clube que viu todos os seus jogadores seniores rescindir o contrato por atrasos salariais de vários meses, e que – recorrendo aos juniores para as três últimas jornadas da prova, de forma a evitar a desclassificação – se viu mimoseado com desfechos de 16-1 (em casa, frente ao Sintrense) e 17-0 (com o Portosantense)!
Ou seja, a Associação de Futebol de Santarém – é verdade que, essencialmente, por responsabilidades imputáveis a clubes (os dirigentes do Rio Maior, em ultimato que fizeram aos jogadores imediatamente antes das rescisões fizera saber que, se as mesmas se concretizassem, o clube abandonaria a prática do futebol senior) – corre o risco de na próxima época, de 2009-10, não ter qualquer representação no Campeonato Nacional da III Divisão… situação curiosa para uma prova que se denomina “Nacional”!
A aplicação de uma regra como a que está em causa, que privilegia as associações distritais mais poderosas, mais não faz que contribuir para o acentuar e mesmo perpetuar as já vincadas assimetrias entre litoral e interior do país. Estou convicto de que será de entendimento generalizado que tal não será o caminho mais adequado para o desenvolvimento harmonioso das regiões, nas suas várias componentes, económica, sócio-cultural, e, no caso concreto, desportiva.
Não sendo especialista em Direito, sei, não obstante, que as leis devem ter um carácter genérico e abstracto. Mas quando a interpretação da lei é cega a tal ponto que se proporciona a aplicações indevidas e injustas, não será altura de questionar tal aplicação?
A (não) descentralização do futebol português
A história conta-se em poucas palavras: tudo começou no passado dia 3 de Junho quando o Riachense (Campeão Distrital da Associação de Futebol de Santarém) declarou (nomeadamente por razões financeiras) renunciar ao direito a ser promovido à III Divisão Nacional; com naturalidade, a A. F. Santarém contactou o clube vice-campeão distrital (União de Tomar) para inquirir sobre a sua disponibilidade para uma eventual promoção, em substituição do Riachense, a que os responsáveis da equipa de Tomar – depois de avaliarem os riscos inerentes a tal opção, nomeadamente de índole económico-financeira – se mostraram receptivos.
A partir desse momento a decisão deste caso estava “nas mãos” da Federação Portuguesa de Futebol. Quanto me foi possível apurar, tratar-se-á de uma situação não especificamente regulamentada, pelo que se recorrerá ao critério geral de preenchimento de vagas: em lugar do Campeão distrital de Santarém será promovido o 2º classificado do campeonato da associação com mais clubes inscritos (sendo as principais a de Braga, Porto e Lisboa…).
Uma lógica que não deixa de ter subjacente algo de contraditório com o desenvolvimento do país em geral, na medida em que privilegia as associações mais poderosas.
Subsiste uma questão, que por esta via endereço aos responsáveis da Federação Portuguesa de Futebol e da Associação de Futebol de Santarém: O que acontecerá no final da época 2009-10 caso o Riachense (ou outro qualquer clube) se sagre Campeão Distrital e renuncie (novamente…) à promoção à III Divisão Nacional?
Roger Federer vence Torneio de Roland Garros
Vencendo na Final, hoje disputada, o sueco Robin Soderling (que, nos 1/8 Final, havia afastado Rafael Nadal, tetra-campeão da prova francesa), por 3-0, com os parciais de 6-1, 7-6 e 6-4, o suíço Roger Federer, actual nº 2 do ranking mundial, conquistou pela primeira vez o Torneio de Roland Garros, igualando o record de 14 títulos do Grand Slam (em 19 Finais disputadas), até agora pertença exclusiva do estado-unidense Pete Sampras.

(foto via Record)
Com o triunfo na única das principais provas que lhe faltava vencer (após derrotas na Final nos três anos anteriores, frente a Rafael Nadal), Federer torna-se apenas no terceiro tenista a conseguir – na era “Open” (desde 1968) – vencer os quatro grandes torneios do ténis mundial (Austrália, Roland Garros, Wimbledon, e o Open dos Estados Unidos, disputados em diferentes superfícies), repetindo as proezas do australiano Rod Laver e do também estado-unidense Andre Agassi.
O suíço somou o seu 59º título como profissional, estando agora a 10 triunfos da marca de Andre Agassi.
Albânia – Portugal (Mundial 2010 – Qualif.)
Num ambiente adverso, frente a uma equipa albanesa que não teve pejo em usar, desde início do jogo, alguma agressividade, Portugal não cumpriu o que Carlos Queirós, num exercício de tentativa de motivação dos seus jogadores, antecipara: o de alcançar uma vitória “fácil” e/ou categórica.
Efectivamente, foi necessário sofrer muito para – “a ferros” – conseguir alcançar os 3 pontos, esta noite em Tirana; apenas no antepenúltimo dos cinco minutos de tempo de compensação, quando os jogadores albaneses já haviam abdicado de disputar o jogo, recolhendo-se às imediações da sua área, num lance típico de bola lançada em profundidade, surgiu Bruno Alves, nas costas da defesa, a antecipar-se e desviar de cabeça para o golo.
Até aí – e, portanto, ao longo de todo o encontro – Portugal denotara uma falta de ideias e de dinâmica, sem oportunidades de perigo dignas de realce, à excepção do lance do primeiro golo, com uma descida de Bosingwa pelo corredor lateral direito, cruzando com “conta, peso e medida” para a cabeça de Hugo Almeida, que não se fez rogado, inaugurando o marcador.
E, quando se pensaria que o mais difícil – quebrar a muralha defensiva albanesa – estava feito, praticamente no minuto imediato, num lance de desconcentração da defesa portuguesa, a deixar-se antecipar, a Albânia empatava o jogo.
Com uma equipa algo saturada física e psicologicamente, Portugal não conseguiria imprimir mudanças de ritmo, nem acelerar o jogo, com as substituições operadas por Carlos Queirós a não resultar em mais do que um ou dois fogachos da parte de Nani. Seria, consequentemente, já em desespero, que Portugal conseguiria manter a esperança do apuramento, que teria ficado bastante comprometido em caso de empate.
De qualquer forma, após a vitória da Dinamarca hoje na Suécia, as contas para o primeiro lugar parecem irremediavelmente afastadas – dificilmente os dinamarqueses deixarão escapar a vitória no Grupo e a qualificação directa (recebendo, no seu terreno, os três adversários ainda na disputa do acesso à Fase Final do Mundial) -, com a equipa portuguesa a ver-se praticamente compelida a recentrar os seus objectivos no segundo lugar e eventual apuramento via play-off.
No pressuposto de que Portugal venceria todas as 4 partidas que tem ainda a disputar – sendo a próxima, daqui a 3 meses… na Dinamarca, seguindo-se, quatro dias depois, a visita à Hungria -, alcançaria um total de 21 pontos, sendo que, nesse cenário, o máximo de pontos que a Hungria poderia atingir seria de 19, o que a afastaria da qualificação. Com a Suécia a ter ainda de se deslocar à Dinamarca, só a vitória (em todos os 5 jogos) lhe permitiria também atingir os 21 pontos.
Realizaram-se hoje diversos outros jogos de qualificação, um pouco por todo o mundo, com Japão, Austrália, Coreia do Sul e Holanda a serem os primeiros a garantir um lugar na Fase Final do Campeonato Mundial, a disputar no próximo ano na África do Sul.
Albânia – Islli Hidi, Elvin Beqiri, Kristi Vangjeli, Lorik Cana, Debatik Curri, Endri Vrapi, Amsi Agolli, Ervin Bulku, Klodian Duro (87m – Besart Berisha), Ervin Skela (90m – Dorian Bylykbasi) e Erion Bogdani (65m – Hamdi Salihi)
Portugal – Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho (76m – Nani), Bruno Alves e Duda; Pepe, Raul Meireles e Deco; Cristiano Ronaldo, Hugo Almeida (70m – Edinho) e Boa Morte (45m – Simão Sabrosa)
0-1 – Hugo Almeida – 27m
1-1 – Erion Bogdani – 29m
1-2 – Bruno Alves – 90m
Cartões amarelos – Kristi Vangjeli (9m), Debatik Curri (21m), Amsi Agolli (54m) e Islli Hidi; Raul Meireles (54m) e Pepe (80m)
Árbitro – Florian Meyer (Alemanha)
GRUPO 1
Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 6 5 1 - 13 - 2 16 2º Hungria 6 4 1 1 8 - 2 13 3º Portugal 6 2 3 1 8 - 4 9 4º Suécia 6 2 3 1 6 - 2 9 5º Albânia 8 1 3 4 4 - 8 6 6º Malta 8 - 1 7 0 - 21 1
7ª jornada
06.06.09 – Suécia – Dinamarca – 0-1
06.06.09 – Albânia – Portugal – 1-2
10.06.09 – Suécia – Malta – 4-0
Bordeaux e Unirea Urziceni Campeões / FC Porto vence Taça
O Girondins de Bordeaux sagrou-se ontem Campeão de França, conquistando o 6º título do seu historial, 10 anos depois do último triunfo, colocando termo a um reinado de 7 anos do Olympique de Lyon.
De forma surpreendente – beneficiando da derrota caseira do D. Bucuresti – um sensacional Unirea Urziceni, vencendo em Timisoara, sagrou-se, já nesta jornada, e pela primeira vez na sua história, Campeão da Roménia!
Em Portugal, o FC Porto, vencendo por 1-0 o P. Ferreira na Final da Taça de Portugal, hoje disputada no Estádio do Jamor, conquistou pela 14ª vez a Taça de Portugal, em 26 Finais disputadas (ver Palmarés e lista de finais – antes da Final de hoje).
Entretanto, começa a definir-se a composição da Liga dos Campeões da próxima época; com lugar assegurado na Fase de Grupos (8 Grupos de 4 equipas) encontram-se já as seguintes 22 equipas: Manchester United, Liverpool e Chelsea (Inglaterra), Barcelona, Real Madrid e Sevilla (Espanha), Inter, Juventus e AC Milan (Itália), Bordeaux e Marseille (França), Wolfsburg e Bayern (Alemanha), Rubin Kazan e Spartak Moskva (Rússia), Unirea Urziceni (Roménia), FC Porto (Portugal), AZ (Holanda), Glasgow Rangers (Escócia), Beşiktaş (Turquia), D. Kiev (Ucrânia) e Standard Liège (Bélgica).
Arsenal, At. Madrid, Fiorentina, Lyon e Stuttgart perfilam-se também na “ante-câmara” da qualificação, já que participarão no play-off final de apuramento, defrontando os 5 vencedores da eliminatória da “Fase de Qualificação de Não Campeões”, na qual participarão: Sporting (Portugal), Celtic (Escócia), Shakhtar Donetsk (Ucrânia), Anderlecht (Bélgica), Panathinaikos (Grécia), – “cabeças-de-série” -, Sparta Praha (R. Checa), D. Moskva (Rússia), Timişoara (Roménia), Twente (Holanda) e Sivasspor (Turquia).
Os Campeões nacionais de 39 países (incluindo o Olympiakos, da Grécia, e o Slavia Praha, da R. Checa) apurarão entre si, por via de sucessivas eliminatórias, os restantes 5 participantes na Fase de Grupos da Liga dos Campeões.
Barcelona Campeão Europeu
Com uma exibição segura, o Barcelona, vencendo em Roma a equipa do Manchester United por 2-0 – culminando uma perfeita época de estreia de Guardiola como treinador, depois da conquista do título de Campeão de Espanha e da vitória na Taça do Rei -, sagrou-se Campeão Europeu pela terceira vez no seu historial (10º troféu nas provas europeias), depois das vitórias de 1992 e 2006, igualando o seu rival de hoje… que desapossou do título.
Na partida desta noite, o Manchester United parecia ter entrado de forma mais fulgurante, aproximando-se com perigo da baliza da equipa catalã por três vezes nos minutos iniciais.
Até que, ao 10º minuto de jogo, Samuel Eto’o, na primeira jogada ofensiva do Barcelona, marcava o golo que pautaria o tempo restante desta final: uma equipa confiante, com um grande domínio / posse de bola, num excelente jogo colectivo – tendo por esteios principais Xavi e Iniesta, a par do trio ofensivo formado por Messi, Eto’o e Henry -, que praticamente não concedeu veleidades ao adversário.
O golo de Messi, aos 70 minutos, determinaria, ainda relativamente cedo, o desfecho desta Final, em que Cristiano Ronaldo, algo desacompanhado e “sem bola” – e não obstante o esforço desenvolvido -, não brilharia, depois de ter dado sinais de querer evidenciar-se na fase inicial do encontro.
Clicar abaixo para ver o palmarés completo (1955-2009):
Wolfsburg Campeão da Alemanha
O Wolfsburg (equipa da Volkswagen, na qual militaram esta época os portugueses Ricardo Costa e Alex) entrou ontem na história do futebol alemão ao sagrar-se pela primeira vez Campeão da Alemanha, encerrando a prova com uma concludente vitória, por 5-1, sobre o Werder Bremen.
Em França, à entrada para a derradeira jornada, o Bordeaux mantém uma vantagem de 3 pontos sobre o Marseille, necessitando apenas de 1 empate em Caen (que luta ainda pela manutenção), isto caso os marselheses vençam frente ao Rennes.
Por fim, na Roménia, um sensacional Unirea Urziceni, vencendo o anterior líder D. Bucareste, assumiu o comando isolado da prova, com um ponto de vantagem, quando faltam apenas 2 jornadas… e precisamente antes de visitar, na próxima ronda, o terceiro candidato ao título, Poli Timişoara, a 5 pontos do primeiro lugar, sendo que esta equipa foi penalizada no início da prova com a dedução de 6 pontos!
Classificação Final – Campeonato Nacional Futebol 2008-09
Equipa J V E D GM GS P FC Porto 30 21 7 2 61 - 18 70 Sporting 30 20 6 4 45 - 20 66 Benfica 30 17 8 5 54 - 32 59 Nacional 30 15 7 8 47 - 32 52 Sp. Braga 30 13 11 6 38 - 21 50 Leixões 30 12 9 9 30 - 31 45 Académica 30 10 9 11 28 - 32 39 V. Guimarães 30 10 8 12 32 - 36 38 Marítimo 30 9 10 11 35 - 36 37 Paços Ferreira 30 9 7 14 37 - 42 34 E. Amadora 30 8 10 12 26 - 38 31 * Rio Ave 30 8 6 16 20 - 35 30 Naval 30 7 8 15 25 - 39 29 V. Setúbal 30 7 5 18 21 - 46 26 Belenenses 30 5 9 16 28 - 52 24 Trofense 30 5 8 17 25 - 42 23
* E. Amadora penalizado em 3 pontos, por deliberação de 20 de Maio de 2009, por não ter efectuado pagamento à Liga no prazo regulamentar
Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Sporting – Fase “Qualificação Não Campeões” p/ Liga Campeões
3º classificado – Benfica – “Play-off” final de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
4º classificado – Nacional – “Play-off” final de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – Braga – 3ª eliminatória de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
Finalista Taça – P. Ferreira – 2ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Europa
Vencedor Taça – FC Porto
Despromovidos – E. Amadora (devido a incumprimento financeiro) e Trofense
Promovidos – Olhanense e U. Leiria
Palmarés – Campeões:
Benfica (31) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05
FC Porto (24) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09
Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01




