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Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 2ª Jornada
2ª jornada – 10.09.2012
19:00 – Alemanha – Inglaterra – 6-1
20:45 – Espanha – Itália – 2-0
22:30 – França – Portugal – 3-7
Jg V E D G Pt 1º Espanha 2 2 - - 9- 0 6 2º Portugal 2 2 - - 10- 4 6 3º Itália 2 1 - 1 9- 2 3 4º Alemanha 2 1 - 1 6- 8 3 5º Suíça 1 - - 1 1- 3 - 6º França 1 - - 1 3- 7 - 7º Inglaterra 2 - - 2 1-15 -
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 1ª Jornada
1ª jornada – 09.09.2012
15:30 – Espanha – Alemanha – 7-0
17:15 – Inglaterra – Itália – 0-9
22:30 – Portugal – Suíça – 3-1
Jg V E D G Pt 1º Itália 1 1 - - 9- 0 3 2º Espanha 1 1 - - 7- 0 3 3º Portugal 1 1 - - 3- 1 3 4º França - - - - -- - - 5º Suíça 1 - - 1 1- 3 - 6º Alemanha 1 - - 1 0- 7 - 7º Inglaterra 1 - - 1 0- 9 -
Campeonato da Europa de Hóquei em Patins
Tem hoje início, em Lordelo – Paredes, a 50ª edição do Campeonato da Europa de Hóquei em Patins, nesta edição “minimalista” reduzida a apenas 7 concorrentes (Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Suíça e Inglaterra) – destacando-se as ausências de Holanda e Bélgica – e, consequentemente, com uma fórmula de disputa em sistema de “todos contra todos”, recuperando uma fórmula adoptada em provas realizadas em décadas anteriores.
Nas 49 edições da prova, Portugal sagrou-se Campeão da Europa por 20 vezes (1947, 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1959, 1961, 1963, 1965, 1967, 1971, 1973, 1975, 1977, 1987, 1992, 1994, 1996 e 1998); a Espanha conta com 15 títulos (1951, 1954, 1955, 1957, 1969, 1979, 1981, 1983, 1985, 2000, 2002, 2004, 2006, 2008 e 2010) – tendo vencido as últimas 6 edições; a Inglaterra foi Campeã por 12 vezes, nas 12 edições iniciais da competição (1926, 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1936, 1937, 1938 e 1939); e, por fim, a Itália foi 2 vezes Campeã Europeia (1953 e 1990).
A selecção de Portugal – marcando presença ininterrupta no pódio há mais de 70 anos, proeza porventura única a nível de qualquer modalidade desportiva – conseguiu alcançar já 42 lugares de honra: para além dos 20 títulos de Campeão da Europa, foi vice-campeã europeia por 12 vezes (1951, 1953, 1954, 1957, 1969, 1979, 1981, 1983, 2000, 2002, 2008 e 2010); classificou-se em 3º lugar em 8 ocasiões (1936, 1937, 1939, 1955, 1985, 1990, 2004 e 2006); quedando-se na 4ª posição apenas por 2 vezes (1932 e 1938).
Somente nas duas participações iniciais (1930 e 1931) a selecção nacional não obteve um dos lugares de honra, tendo concluído essas provas, respectivamente, em 5º e 6º lugar. Portugal apenas falhou a presença em 5 edições do campeonato europeu (1926, 1927, 1928, 1929 e 1934).
Luxemburgo – Portugal (Mundial-2014 – Qualif.)
Luxemburgo – Jonathan Joubert, Guy Blaise, Tom Schnell, Gilles Bettmer, Daniel da Mota (79m – Maurice Deville), Ben Payal, Aurelien Joachim, Ante Bukvic, Mario Mutsch, Mathias Jaenisch e Lars Gerson
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe, Fábio Coentrão, Raul Meireles (67m – Custódio), Cristiano Ronaldo, João Moutinho, Miguel Veloso (45m – Silvestre Varela), Nani (81m – Ruben Micael) e Hélder Postiga
1-0 – Daniel da Mota – 14m
1-1 – Cristiano Ronaldo – 27m
1-2 – Hélder Postiga – 54m
Cartões amarelos – Bruno Alves (78m) e Silvestre Varela (86m)
Árbitro – Kristo Tohver (Estónia)
No início da caminhada rumo ao Brasil, em 2014, tão avisada estava a selecção portuguesa sobre a necessidade de “levar a sério” este adversário, quão inevitável é algum relaxe, tão díspares as forças em presença.
E a verdade é que – tendo a equipa de Portugal adoptado uma toada lenta no quarto de hora inicial – o Luxemburgo começaria por provocar grande surpresa, ao inaugurar o marcador, colocando-se em vantagem, com um remate indefensável do luso-descendente Daniel da Mota.
A equipa nacional percebeu então que teria de trabalhar ainda mais do que porventura suspeitava, acabando por beneficiar do facto de o golo do empate não ter demorado em demasia, com Ronaldo a aproveitar da melhor forma uma desconcentração da defensiva luxemburguesa, a perder a bola em “zona proibida”, perante a insistência dos centro-campistas portugueses.
Sem nunca elevar de forma significativa o ritmo de jogo, Portugal, depois de obtido o segundo golo, pouco depois do recomeço, não iria além da margem mínima, nesta sua primeira vitória.
Em regime de “serviços mínimos”, a selecção portuguesa não evitaria persistir, até final do jogo, à mercê de um qualquer lance fortuito, que pudesse eventualmente hipotecar a necessária conquista dos 3 pontos. Segue-se o Azerbeijão, esperando-se exibição e resultado mais convincentes.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 1 1 - - 2- 0 3 2º Portugal 1 1 - - 2- 1 3 3º Azerbaijão 1 - 1 - 1- 1 1 4º Israel 1 - 1 - 1- 1 1 5º Luxemburgo 1 - - 1 1- 2 - 6º I. Norte 1 - - 1 0- 2 -
1ª jornada
07.09.12 – Rússia – I. Norte – 2-0
07.09.12 – Azerbaijão – Israel – 1-1
07.09.12 – Luxemburgo – Portugal – 1-2
Liga Europa – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Liverpool At. Madrid Marseille Bordeaux Udinese H. Tel-Aviv Fenerbahçe Brugge Young Boys V. Plzeň B. M'gladbach Newcastle Anzhi Académica AEL Limassol Marítimo Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Stuttgart PSV Sporting Inter København Napoli Basel Rubin Kazan Steaua Dnipro Genk Partizan Molde AIK Stockolm Videoton Neftçi Baku Grupo I Grupo J Grupo K Grupo L Lyon Tottenham B. Leverkusen Twente Athletic Bilbao Panathinaikos Metalist Hannover Sparta Praha Lazio Rosenborg Levante H.Kiryat Shmona Maribor Rapid Wien Helsingborg
A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 20 de Setembro, estando agendado para 6 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
Na ronda inaugural, o Sporting recebe o Basel, enquanto o Marítimo recebe o Newcastle; por sua vez, a Académica desloca-se à Rep. Checa, para defrontar o Viktoria Plzeň.
Liga dos Campeões – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D FC Porto Arsenal AC Milan Real Madrid D. Kyiv Schalke Zenit Man. City PSG Olympiakos Anderlecht Ajax D. Zagreb Montpellier Málaga B. Dortmund Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H Chelsea Bayern Barcelona Man. United Shakhtar Valencia Benfica Sp. Braga Juventus Lille Sp. Moskva Galatasaray Nordsjælland BATE Borisov Celtic CFR Cluj
A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 18 e 19 de Setembro, estando agendado para 4 e 5 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
Na ronda inaugural, o FC Porto desloca-se à Croácia, para defrontar o D. Zagreb (a 18 de Setembro), o Benfica visita Glasgow, para jogar com o Celtic, enquanto o Sp. Braga recebe o CFR Cluj (ambos os jogos a realizar no dia 19)
David Blanco vence pela 5ª vez a Volta a Portugal em bicicleta
O espanhol David Blanco, esta época ao serviço da equipa Efapel/Glassdrive, tornou-se hoje no ciclista com mais triunfos na Volta a Portugal em bicicleta, ao conquistar a sua quinta vitória – sucedendo a Ricardo Mestre, vencedor em 2011 -, assim suplantando o português Marco Chagas (4 edições conquistadas).
Na edição deste ano, a 74ª da história da prova, o ciclista galego distanciou os mais directos adversários, os portugueses Hugo Sabido (LA Alumínios/Antarte) e Rui Sousa (seu colega de equipa), que completaram o pódio da competição, respectivamente em 22 e 57 segundos.
No palmarés de vencedores, para além das 5 vitórias de David Blanco (2006, 2008, 2009, 2010 e 2012), e dos 4 triunfos de Marco Chagas (1982, 1983, 1985 e 1986), destacam-se ainda os seguintes ciclistas, com mais de uma edição conquistada: Alves Barbosa (1951, 1956 e 1958), Joaquim Agostinho (1970, 1971 e 1972), José Maria Nicolau (1931 e 1934), Alfredo Trindade (1932 e 1933), José Albuquerque (1938 e 1940), José Martins (1946 e 1947), Dias dos Santos (1949 e 1950), Ribeiro da Silva (1955 e 1957), Joaquim Gomes (1989 e 1993) e Orlando Rodrigues (1994 e 1995).
Cai o mito Armstrong? Ou o ciclismo?
Hepta-vencedor do “Tour de France”, de forma consecutiva, nos anos de 1999 a 2005, o ciclista estado-unidense Lance Armstrong, actualmente com 40 anos, declarou ontem abdicar da luta pela sua defesa, face às acusações de dopagem que enfrenta há cerca de dez anos, culminando com a recente acusação formal (no final de Junho) da Agência Antidopagem dos EUA (USADA), em função do que deverá ser desapossado de todos os títulos conquistados na Volta a França (resultados obtidos após o mês de Julho de 1998), sendo também banido da modalidade a título definitivo.
Não obstante manter a sua alegação de inocência, justificando a sua decisão com os efeitos que esta disputa teve sobre a sua família e actividade na sua Fundação (de luta contra o cancro), declarou: «There comes a point in every man’s life when he has to say, “Enough is enough.” For me, that time is now».
Numa modalidade que, ao longo do tempo, e, com crescente incidência nos anos mais recentes tem sido particularmente abalada por este flagelo (com sucessivas desclassificações de vencedores das mais importantes provas), parece cada vez mais evidente que não haverá, ao mais alto nível, absoluta inocência, sendo o fenómeno profundo e transversal.
Conforme já aqui referi por mais de uma vez, dada a particularidade intrínseca deste tipo de competição, requerendo rápidas recuperações de esforço (os ciclistas deparam-se, dia após dia, ao longo de 3 semanas, com longas e exigentes etapas), todo o pelotão recorre necessariamente a suplementos vitamínicos, que foram sendo alvo de gradual processo de sofisticação, visando escapar ao controlo, num contexto em que o ténue limiar entre a legalidade e a ilegalidade é constantemente testado. As principais agremiações/marcas rodearam-se de experimentadas equipas médicas, investigando e desenvolvendo substâncias sintéticas, doseadamente administradas, procurando a maximização do rendimento competitivo dos seus atletas, a par de uma complexa gestão dos limites: em geral, as substâncias proibidas tornam-se efectivamente ilícitas em termos das regras desportivas quando excedem determinados níveis fixados em regulamento.
Com este orwelliano reescrever da história, em que as classificações das provas são alteradas vários anos após a sua realização, é o ciclismo que perde toda a sua credibilidade, o que se tem vindo também a generalizar a outras modalidades desportivas de alta competição, como o atletismo ou a natação (com as assombrosas marcas a que vimos assistindo).
Como combater este flagelo, que desvirtua a verdade desportiva, quase obrigando a que o doping seja prática de adopção comum para que os principais competidores se defrontem em condições equitativas? Qual o caminho a seguir quando tantos dos grandes campeões – quais “heróis” populares -, parecem denotar ser afinal ídolos de “pés de barro”?
Para termos uma ideia mais concreta de tal descredibilização, recupero de seguida um exercício (artigo publicado na Slate.fr, da autoria de Johan Hufnagel) do que poderá ser o “refazer” das classificações do “Tour de France” nos últimos anos, excluindo as diversas situações de ciclistas que enfrentaram casos relativos a processos de doping ou sobre os quais recaem suspeitas… com a curiosidade de, nos anos de 2002 e 2004, o hipotético vencedor “corrigido” passar a ser o português José Azevedo (respectivamente 6º e 5º na classificação final dessas duas edições)!
P. S. Um outro exercício de “reescrita” da história a nível das classificações do “Tour”, naturalmente não isento de controvérsia, é proposto aqui, por François Thomazeu, em artigo publicado em blogue no “Le Monde”.
Bradley Wiggins vence “Tour de France”
O ciclista Bradley Wiggins, de 32 anos, consumou a magnífica proeza que se vinha já antecipando: não só se tornou no primeiro britânico (não obstante natural da Bélgica) a vencer o “Tour de France” – na 99ª edição da prova! – como é, nos “tempos modernos”, o primeiro a conseguir ter absoluto sucesso na transição das provas de pista (nas quais conquistou 6 medalhas olímpicas, em 2000, 2004 e 2008) para a estrada, onde apenas debutou a nível de alta competição em 2008.
Excelente contra-relogista (tendo vencido categoricamente os dois contra-relógios da edição deste ano), foi adquirindo capacidade de resistência nas etapas de montanha, chegando sempre no grupo da dianteira, o que lhe possibilitou confirmar a vitória na mais importante prova velocipédica mundial.

(foto AP – via A Bola)
Porém, como não há “bela sem senão”, este meritório triunfo, não deixa de ser de alguma forma condicionado por dois factores: primeiro, a ausência do espanhol Alberto Contador (a cumprir pena disciplinar de suspensão de dois anos, na sequência do controlo positivo que acusou em 2010) e do luxemburguês Andy Schleck (lesionado), porventura os dois mais cotados ciclistas da actualidade; depois, o facto de o seu “lugar-tenente” na equipa Sky, o também britânico Christopher Froome (nascido no Quénia…), que se estreara com um 2º lugar na “Vuelta” de 2011, ter demonstrado este ano, nas etapas de montanha, inequívoca superior capacidade, acabando por ver-se constrangido a, por mais de uma vez, ter de esperar pelo seu chefe-de-fila, não obstante as insistentes solicitações para que lhe desse “autorização” para, em particular na última etapa nos Pirinéus, poder “ir embora”, em busca da vitória que, nesse dia, acabaria por ser garantida por Alejandro Valverde (com um importante contributo de Rui Costa, com um trabalho de desgaste do grupo de fugitivos, lançando o seu líder, permitindo que se isolasse).
Numa prova não tão entusiasmante como estávamos habituados nos últimos anos, com um percurso menos exigente a nível de etapas de montanha, e marcado por inúmeras quedas nos primeiros dias, acabou por ser algo decepcionante – depois do triunfo no ano passado – a prestação do australiano Cadel Evans, a quedar-se pelo 7º lugar.
Destaque, por outro lado, para as revelações da prova, o estado-unidense Tejay Van Garderen (5º na geral e vencedor do “Prémio da Juventude”), assim como para o eslovaco Peter Sagan (a conquistar a camisola verde, da classificação por pontos), tendo vencido três etapas, proeza que repartiu com o alemão André Greipel e o também britânico Mark Cavendish (este, com o “valor acrescentado” de repetir o triunfo em Paris, nos Campos Elíseos, pela 4ª vez consecutiva!). Depois da magnífica prestação do ano passado, Thomas Voeckler venceu este ano o prémio da montanha, tendo portanto também um excelente desempenho.
Por fim, em relação aos portugueses, assinalam-se significativas evoluções na classificação geral, com Rui Costa a alcançar um muito bom 18º lugar (depois da 90ª posição do ano passado) – tendo estado bastante activo, em fugas sucessivas, nos últimos dias da competição (inclusivamente, na derradeira etapa, integrando um trio que apenas a 3 km da meta seria absorvido pelo veloz pelotão), após ter estabilizado a sua posição na tabela classificativa (depois de ter chegado a rondar de muito perto um lugar nos 10 primeiros); também Sérgio Paulinho regista significativa progressão, de 81º para 50º, classificação a merecer ainda maior relevo considerando que participou na prova com o objectivo prioritário de “ganhar rodagem” para a Volta a Espanha.
Classificação final
1º Bradley Wiggins (Grã-Bretanha) – Sky Procycling – 87h 34′ 47″
2º Christopher Froome (Grã-Bretanha) – Sky Procycling – a 03’21”
3º Vincenzo Nobali (Itália) – Liquigas-Cannondale – a 06’19”
4º Jurgen Van Den Broeck (Bélgica) – Lotto-Belisol – a 10’15”
5º Tejay Van Garderen (EUA) – BMC Racing Team – a 11’04”
6º Haimar Zubeldia (Espanha) – Radioshack-Nissan – a 15’41”
7º Cadel Evans (Austrália) – BMC Racing Team – a 15’49”
8º Pierre Rolland (França) – Team Europcar – a 16’26”
9º Janez Brajkovic (Eslovénia) – Astana – a 16’33”
10º Thibaut Pinot (França) – FDJ-Bigmat – a 17’17”
11º Andréas Kloden (Alemanha) – Radioshack-Nissan – a 17’54”
12º Nicolas Roche (Irlanda) – AG2R La Mondiale – a 19’33”
13º Christopher Horner (EUA) – Radioshack-Nissan – a 19’55”
14º Chris Sorensen (Dinamarca) – Team Saxo Bank-Tinkoff Bank – a 25’27”
15º Denis Menchov (Rússia) – Katusha – a 27’22”
16º Maxime Monfort (Bélgica) – Radioshack-Nissan – a 28’30”
17º Egoi Martinez (Espanha) – Euskaltel-Euskadi – a 31’46”
18º Rui Costa (Portugal) – Movistar – a 37’03”
19º Eduard Vorganov (Rússia) – Katusha – a 38’16”
20º Alejandro Valverde (Espanha) – Movistar – a 42’26”
…
50º Sérgio Paulinho (Portugal) – Team Saxo Bank-Tinkoff Bank – a 1h 47’14”
Federer vence Wimbledon pela 7ª vez e volta a ser o nº 1 do Mundo
Alcançando hoje a 17ª vitória em Torneios do Grand Slam (em 24 Finais disputadas), vencendo pela 7ª vez em Wimbledon, na final disputada frente ao escocês Andy Murray (3-1, com os parciais de 4-6, 7-5, 6-3, 6-4), o suíço Roger Federer passa directamente do nº 3 para o nº 1 do ranking mundial, posição que recupera ao fim de dois anos – num extraordinário regresso, precisamente a um mês de completar 31 anos -, assim igualando o record de Pete Sampras, de 286 semanas na liderança do ranking ATP (o qual ultrapassará já na próxima semana):
2003 (1) – Wimbledon
2004 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA
2005 (2) – Wimbledon e Open dos EUA (sendo semi-finalista em Roland Garros)
2006 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA (finalista em Roland Garros)
2007 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA (finalista em Roland Garros)
2008 (1) – Open dos EUA (finalista em Wimbledon e Roland Garros)
2009 (2) – Roland Garros e Wimbledon (finalista na Austrália e no Open dos EUA)
2010 (1) – Austrália (sendo semi-finalista no Open dos EUA)
2011 – Sem títulos do Grand Slam (finalista em Roland Garros)
2012 (1) – Wimbledon
(via Record)

Para além destes 17 triunfos (7 em Wimbledon, 5 nos EUA, 4 na Austrália e 1 em Roland Garros), venceu também, já por 6 vezes (em 2003, 2004, 2006, 2007, 2010 e 2011), o “Tennis Masters Cup”; totaliza agora 75 vitórias em torneios.
Roger Federer obteve os referidos 17 triunfos frente a: Andy Roddick (EUA – 4), Andy Murray (Escócia – 3), Rafael Nadal (Espanha – 2), Andre Agassi (EUA), Fernando González (Chile), Lleyton Hewitt (Austrália), Marat Safin (Rússia), Marcos Baghdatis (Chipre), Mark Philippoussis (Austrália), Novak Djokovic (Sérvia) e Robin Soderling (Suécia). As finais perdidas em torneios do Grand Slam foram contra Rafael Nadal (6) e o argentino Juan Martin Del Potro (nos EUA, em 2009).
É a seguinte a lista completa de todos os (até agora 25) líderes do ranking ATP, desde a sua criação, pela Associação de Tenistas Profissionais, em 1973 (há 39 anos):




