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Ana Dulce Félix Campeã da Europa de 10.000 metros
A portuguesa Ana Dulce Félix (actual vice-campeã europeia de corta-mato), sagrou-se hoje Campeã da Europa de atletismo, na prova dos 10 000 metros, nos Europeus disputados em Helsínquia, completando a prova com o tempo de 31.44,88 minutos (novo record pessoal), à frente da britânica Jo Pavey e da ucraniana Olha Skrypak.
Esta foi a 11ª medalha de ouro conquistada por atletas portugueses na história dos diversos Europeus, depois dos 3 títulos de Rosa Mota, na Maratona (em Atenas, 1982; Estugarda, 1986; e Split, 1990); também dos 3 triunfos de Francis Obikwelu, nos 100 metros (em Munique, 2002; e Gotemburgo, 2006), e nos 200 metros (também em 2006); dos 2 de Manuela Machado, igualmente na Maratona (em Helsínquia, 1994; e Budapeste, 1998); de Fernanda Ribeiro, nos 10 000 metros (em Helsínquia, 1994); e de António Pinto, nos 10 000 metros (em Budapeste, 1998).
Na presente edição da prova, Portugal obteve um pecúlio de 3 medalhas: a de ouro, de Ana Dulce Félix; a de prata, no triplo-salto, por Patrícia Mamona; e a de bronze, nos 5 000 metros, por Sara Moreira.
Desempate por grandes penalidades nos Mundiais e Europeus – 2004-2012

(clicar na imagem para ampliar)
A propósito da polémica suscitada pelo facto de Cristiano Ronaldo ter sido reservado para marcar o quinto pontapé da marca de grande penalidade, no desempate do jogo Portugal-Espanha (acabando, por força das circunstâncias, por ficar privado da sua tentativa), procedi a levantamento das situações de desempate verificadas nos Campeonatos da Europa de 2004, 2008 e 2012, e dos Campeonatos do Mundo de 2006 e 2010.
No total, registaram-se 12 casos de empate no final do prolongamento, com o consequente desempate por via desta fórmula: 2 em cada uma das competições de 2004, 2008, 2010 e 2012; 4 em 2006.
Das 111 tentativas, 77 foram convertidas em golo (69,4%); 19 foram defendidas pelos guarda-redes (17,1%) – o que significa um total de 96 remates enquadrados com a baliza (86,5%) – apenas tendo 15 remates tido outra direcção: 5 a embater na trave e 2 no poste; 4 ao lado, e outros 4 por alto.
Na sequência de remates (sendo que apenas por duas vezes se completaram as 10 tentativas previstas regulamentarmente) – e exceptuando o 9º remate, pela sua particularidade de ter sido a tentativa decisiva em 7 dos casos, com 100% (!) de aproveitamento, nas 9 situações em que ocorreu (daí alguma lógica em procurar reservar o melhor rematador para a 5ª tentativa da equipa, que pode vir a revelar-se determinante – o remate mais bem sucedido tem sido o 3º (83% de eficácia); no pólo oposto, aqueles em que se tem verificado maior propensão ao erro são o 6º (apenas 50% de eficácia) e, sobretudo, o 8º (com apenas 30% de aproveitamento, surgindo os guarda-redes particularmente “inspirados”, com 50% de defesas!).
O que nos conduz a uma outra conclusão: a de as equipas que iniciam a marcação parecerem ser de alguma forma beneficiadas (pelo efeito psicológico da tensão nervosa que se gera em que vai rematar em desvantagem, pelo menos momentânea); efectivamente, em 9 destes 12 casos, a equipa que marcou primeiro acabou por vencer!
Apenas conseguiram superar tal tendência: Portugal e Holanda (no EURO 2004, respectivamente frente à Inglaterra e Suécia); e Turquia (no EURO 2008, frente à Croácia).
Em termos aritméticos, o pior resultado foi o da Suíça, frente à Ucrânia, no Mundial 2006, perdendo por 0-3, tendo permitido, nas três tentativas de que dispôs, duas defesas do guarda-redes, e rematado uma vez à trave.
Os jogos em que os rematadores foram mais eficazes foram o Itália-França (Mundial 2006) e o Paraguai-Japão (Mundial 2010), em ambos os casos apenas com uma falha (remates à trave). Ao invés, aqueles em que estiveram mais desastrados foram, para além do referido Ucrânia-Suíca (4 falhas em 7 tentativas), o Portugal-Inglaterra (5 falhas, em 9 – com destaque para as 3 defesas de Ricardo aos 4 remates ingleses, um record) e o Croácia-Turquia (3 falhas, em 7).
A Inglaterra é a principal “vítima” deste sistema de desempate, derrotada por 3 vezes (nos Europeus de 2004 e 2012 e no Mundial de 2006), sendo que duas dessas vezes foram frente a Portugal.
A selecção portuguesa caiu agora pela primeira vez (face à Espanha), depois dos dois êxitos anteriores (em 2004 e 2006), contra os ingleses.
Tal como Portugal, também a Itália regista dois triunfos (um deles na Final do Mundial 2006, contra a França) e um desaire (em 2008, com a Espanha).
A Espanha regista 100% de aproveitamento, nas duas ocasiões em que enfrentou a marca dos pontapés de grande penalidade (nos Europeus de 2008 e 2012), de ambas as vezes, selando a vitória no 9º remate, ou seja, no 5º da sua série… e ambos transformados por Cesc Fàbregas.
Rui Costa vence Volta à Suíça
O ciclista Rui Costa, ao serviço da equipa Movistar, sagrou-se hoje vencedor da Volta à Suíça em bicicleta, a prova mais importante por etapas do circuito mundial, após o Tour de France, o Giro de Itália e a Vuelta a Espanha.
Depois de ter vencido uma etapa na Volta a França do ano passado, Rui Costa torna-se no primeiro ciclista português a vencer uma prova por etapas deste circuito profissional.
Tendo envergado a camisola amarela logo na 2ª etapa, Rui Costa resistiria a todos os ataques até à derradeira etapa (9ª), hoje disputada. A classificação final foi a seguinte:
1.º Rui Costa (Portugal/Movistar) – 35:54.49 horas
2.º Frank Schleck (Luxemburgo/RadioShack-Nissan), a 14 segundos
3.º Levi Leipheimer (EUA/Omega Pharma-QuickStep), a 21 segundos
4.º Robert Gesink (Holanda/Rabobank), a 25 segundos
5.º Mikel Nieve (Espanha/Euskaltel-Euskadi), a 40 segundos
6.º Roman Kreuziger (Rep. Checa/Astana), a 47 segundos
7.º Thomas Danielson (EUA/Garmin-Barracuda), 48 segundos
8.º Steven Kruijswijk (Holanda/Rabobank), a 59 segundos
9.º Alejandro Valverde (Espanha/Movistar), a 1.42 minutos
10.º Nicolas Roche (Irlanda/AG2R), a 1.52 minutos
45.º Sérgio Paulinho (PORTUGAl/Saxo Bank), a 38.14 minutos
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Benfica 24 9 FC Porto 16 12 Sporting 15 11 Boavista 5 1 Setúbal 3 7 Belenenses 3 5 Académica 2 3 Braga 1 3 Leixões 1 1 Beira-Mar 1 1 E. Amadora 1 - Guimarães - 5 Marítimo - 2 Atlético - 2 U. Leiria - 1 Campomaiorense - 1 Farense - 1 Rio Ave - 1 Covilhã - 1 Torreense - 1 Olhanense - 1 Estoril - 1 Paços Ferreira - 1 Chaves - 1
Finais da Taça de Portugal

Época Vencedor Finalista 2011-2012 Académica Sporting 1-0 2010-2011 FC Porto Guimarães 6-2 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 1987-1988 FC Porto Guimarães 1-0 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 1975-1976 Boavista Guimarães 2-1 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 1968-1969 Benfica Académica 2-1 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 1962-1963 Sporting Guimarães 4-0 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 1950-1951 Benfica Académica 5-1 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 1941-1942 Belenenses Guimarães 2-0 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 1938-1939 Académica Benfica 4-3
Liga dos Campeões – Final – Bayern – Chelsea
Bayern – Manuel Neuer, Jérôme Boateng, Philipp Lahm, Diego Contento, Thomas Müller (87m – Van Buyten), Arjen Robben, Bastian Schweinsteiger, Toni Kroos, Anatoliy Tymoshchuk, Mario Gómez e Franck Ribéry (96m – Ivica Olić)
Chelsea – Petr Čech, José Bosingwa, David Luiz, Gary Cahill, Ashley Cole, Frank Lampard, John Obi Mikel, Ryan Bertrand (73m – Florent Malouda), Juan Mata, Didier Drogba e Salomon Kalou (84m – Fernando Torres)
1-0 – Thomas Müller – 83m
1-1 – Didier Drogba – 88m
Desempate por grandes penalidades – 3-4: Philipp Lahm, Mario Gómez e Manuel Neuer marcaram nas três primeiras tentativas; tendo Ivica Olić permitido a defesa a Čech, e, por fim, Bastian Schweinsteiger rematado ao poste. Pelo Chelsea, Juan Mata começou por permitir a defesa a Manuel Neuer, tendo depois David Luiz, Lampard, Ashley Cole e Didier Drogba marcado.
Cartões amarelos – Bastian Schweinsteiger (2m); Ashley Cole (81m), David Luiz (86m), Didier Drogba (93m) e Fernando Torres (120m)
Árbitro – Pedro Proença (Portugal)
Numa Final em que ficou bem vincada a presença portuguesa, com uma equipa de arbitragem lusa, chefiada por Pedro Proença, e com Bosingwa, Paulo Ferreira, Raúl Meireles e Hilário a integrarem o plantel do Chelsea – durante larga parte da temporada, sob a orientação técnica de André Villas-Boas -, a equipa inglesa sagrou-se, inesperadamente, e pela primeira vez na sua história, Campeã Europeia, no desempate por via da marcação de pontapés da marca de grande penalidade, assim esconjurando o desaire de 2008, em Moscovo.
Depois de afastar Napoli, Benfica e Barcelona, o Chelsea defrontava, na Final, o Bayern, no seu próprio terreno. A equipa alemã, assumindo o favoritismo, tomou, ao longo de todo o encontro, a iniciativa do jogo, procurando o ataque, mas com o Chelsea sempre a fechar os caminhos para a sua baliza.
Quando, aos 83 minutos, Thomas Müller conseguiu finalmente quebrar a barreira defensiva, pensou-se que o Bayern iria conquistar a sua 5ª vitória da prova; contudo, com alguma felicidade, reagindo no curto espaço de tempo que lhe restava, Drogba igualaria o marcador, obrigando ao prolongamento (tendo tido ainda nos pés, no instante derradeiro do tempo regulamentar, a hipótese de definir logo aí o desfecho da Final; contudo, na marcação de um livre, remataria sem a direcção acertada).
Já no prolongamento, o Bayern voltaria a ter a Taça “à mercê”, com uma grande penalidade bem assinalada por Pedro Proença, por falta de Drogba… mas Arjen Robben permitiria a defesa a Petr Čech. Até final, o Chelsea apostaria no escoar do tempo, à espera do desempate por pontapés da marca de grande penalidade.
A equipa bávara teria ainda, por uma terceira vez, “as mãos na Taça”, quando, no referido desempate, Juan Mata começou por permitir a defesa Manuel Neuer, logo na primeira tentativa da equipa inglesa; mas se o clube inglês começou mal, O Bayern acabaria pior, desperdiçando as duas últimas oportunidades, permitindo ao Chelsea alcançar a felicidade, por via da conquista do título que, desde 2004, perseguia.
A lista de vencedores, nas 57 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada: Real Madrid (9); AC Milan (7); Liverpool (5); Bayern Munique, Ajax e Barcelona (4); Inter e Manchester United (3); Juventus, Benfica, FC Porto e Nottingham Forest (2); Celtic, Hamburgo, Marseille, Steaua Bucareste, Crvena Zvezda, Borussia Dortmund, PSV Eindhoven, Feyenoord, Aston Villa e Chelsea (1).
Convocados para o Europeu 2012
Guarda-redes – Rui Patrício (Sporting), Eduardo (Benfica) e Beto (CFR Cluj)
Defesas – João Pereira (Sporting), Fábio Coentrão (Real Madrid), Miguel Lopes (Braga), Pepe (Real Madrid), Bruno Alves (Zenit), Rolando (FC Porto) e Ricardo Costa (Valencia)
Médios – Raúl Meireles (Chelsea), Miguel Veloso (Genoa), Carlos Martins (Granada), João Moutinho (FC Porto), Ruben Micael (Zaragoza), Silvestre Varela (FC Porto), Ricardo Quaresma (Besiktas) e Custódio (Braga)
Avançados – Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Nélson Oliveira (Benfica), Nani (Manchester United), Hélder Postiga (Zaragoza) e Hugo Almeida (Besiktas)
Acabam de ser anunciados os nomes dos 23 convocados para a selecção nacional de futebol na Fase Final do Europeu de 2012, com início no próximo dia 8 de Junho, na Polónia e Ucrânia.
Numa significativa remodelação em relação ao Mundial de 2010, entram nesta convocatória 11 jogadores: Rui Patrício, João Pereira, Miguel Lopes, Carlos Martins, João Moutinho, Ruben Micael, Silvestre Varela, Ricardo Quaresma, Custódio, Nélson Oliveira e Hélder Postiga (sendo que Rui Patrício, João Moutinho, Ricardo Quaresma e Hélder Postiga repetem a presença no anterior Europeu, de 2008). De notar as estreias absolutas de Miguel Lopes e Custódio.
Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados (face à pré-convocatória do Mundial): Daniel Fernandes, Miguel, Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Duda, Pedro Mendes, Zé Castro, Tiago, Deco, Simão Sabrosa, Danny e Liedson. Para além das já esperadas ausências de Besiktas e Ricardo Carvalho, assinale-se a não convocatória de jogadores como Quim, Hugo Viana ou Manuel Fernandes, com boas épocas nos seus clubes.
Por exclusão de partes, repetem a convocatória de há dois anos: Eduardo, Beto, Bruno Alves, Rolando, Ricardo Costa, Fábio Coentrão, Pepe, Raúl Meireles, Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo, Nani (que viria a ser excluído da convocatória final, por lesão, já na África do Sul) e Hugo Almeida.
Na convocatória hoje anunciada, o FC Porto e Real Madrid contam com 3 jogadores cada, seguindo-se o Benfica, Braga, Sporting, Zaragoza e Besiktas (todos com 2 cada).
Os quatro primeiros classificados do campeonato contribuem com 9 dos seleccionados, provindo os restantes 14 de equipas estrangeiras (7 dos quais alinhando no campeonato de Espanha).
Classificação Final – Campeonato Nacional Futebol 2011-12
J V E D GM GS P 1º FC Porto 30 23 6 1 69 - 19 75 2º Benfica 30 21 6 3 66 - 27 69 3º Sp. Braga 30 19 5 6 59 - 29 62 4º Sporting 30 18 5 7 47 - 26 59 5º Marítimo 30 14 8 8 41 - 38 50 6º V. Guimarães 30 14 3 13 40 - 40 45 7º Nacional 30 13 5 12 48 - 50 44 8º Olhanense 30 9 12 9 36 - 38 39 9º Gil Vicente 30 8 10 12 31 - 42 34 10º Paços Ferreira 30 8 7 15 35 - 53 31 11º V. Setúbal 30 8 6 16 24 - 49 30 12º Beira-Mar 30 8 5 17 26 - 38 29 13º Académica 30 7 8 15 27 - 38 29 14º Rio Ave 30 7 7 16 33 - 42 28 15º Feirense 30 5 9 16 27 - 49 24 16º U. Leiria 30 5 4 21 25 - 56 19
Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Benfica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
3º classificado – Braga – “Play-off” de acesso à Fase Grupos Liga dos Campeões
4º classificado – Sporting – “Play-off” de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
5º classificado – Marítimo – 3ª eliminatória de acesso à Fase Grupos da Liga Europa
Vencedor Taça – Académica – Entrada directa na Fase Grupos da Liga Europa
Despromovidos – Feirense e U. Leiria
Promovidos – Estoril e Moreirense
Palmarés – Campeões:
Benfica (32) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10
FC Porto (26) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12
Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Liga Europa – Final – At. Madrid – Athletic Bilbao
Com mais um excelente desempenho do colombiano Radamel Falcão – a bisar a condição de melhor marcador da competição, assim como a presença na Final, em dois anos consecutivos, marcando, tal como no ano passado, golos decisivos para a conquista do troféu (na época anterior, ao serviço do FC Porto, o único golo da Final; hoje, mais dois golos) – o Atlético de Madrid sagrou-se hoje vencedor da Liga Europa, repetindo o triunfo alcançado na primeira edição da prova, em 2009-10.
Na Final de hoje, disputada em Bucareste, o Atlético de Madrid venceu categoricamente a equipa basca do Athletic Bilbao por 3-0, golos de Falcão aos 7 e 34 minutos, e de Diego, aos 85 minutos.
Gilles Villeneuve

Passam hoje 30 anos (!) do desaparecimento de Gilles Villeneuve. Numa cerimónia evocativa, o filho, Jacques Villeneuve, Campeão do Mundo de Fórmula 1 em 1997, conduziu hoje o Ferrari 312 T4, com que o pai se sagrara vice-campeão do Mundo no ano de 1979.
(foto AP Photo/Ercole Colombo – via)



