Posts filed under ‘Desporto’

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Malmö – At. Madrid – 0-2
Juventus – Olympiakos – 3-2

1º At. Madrid, 9; 2º Olympiakos e Juventus, 6; 4º Malmö, 3

Grupo B
Basel – Ludogorets – 4-0
Real Madrid – Liverpool – 1-0

1º Real Madrid, 12; 2º Basel, 6; 3º Liverpool e Ludogorets, 3

Grupo C
Zenit – Bayer Leverkusen – 1-2
Benfica – Monaco – 1-0

1º Bayer Leverkusen, 9; 2º Monaco, 5; 3º Zenit e Benfica, 4

Grupo D
Arsenal – Anderlecht – 3-3
B. Dortmund – Galatasaray – 4-1

1º B. Dortmund, 12; 2º Arsenal, 7; 3º Anderlecht, 2; 4º Galatasaray, 1

Grupo E
Manchester City – CSKA Moskva – 1-2
Bayern – Roma – 2-0

1º Bayern, 12; 2º Roma e CSKA Moskva, 4; 4º Manchester City, 2

Grupo F
Paris St.-Germain – APOEL – 1-0
Ajax – Barcelona – 0-2

1º Paris St.-Germain, 10; 2º Barcelona, 9; 3º Ajax, 2; 4º APOEL, 1

Grupo G
Sporting – Schalke 04 – 4-2
Maribor – Chelsea – 1-1

1º Chelsea, 8; 2º Schalke 04, 5; 3º Sporting, 4; 4º Maribor, 3

Grupo H
Shakhtar Donetsk – BATE Borisov – 5-0
At. Bilbao – FC Porto – 0-2

1º FC Porto, 10; 2º Shakhtar Donetsk, 8; 3º BATE Borisov, 3; 4º At. Bilbao, 1 

Ainda com duas jornadas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/8 final as seguintes seis equipas: Real Madrid, B. Dortmund, Bayern, Paris St.-Germain, Barcelona e FC Porto.

Nesta ronda, destaque para o triplo triunfo das equipas portuguesas, sucesso que se regista pela segunda vez na história da Liga dos Campeões, depois da última jornada da temporada de 2007-08 (então com o Benfica a ganhar em Donestsk, o FC Porto face ao Besiktas, e o Sporting frente ao D. Kiev).

5 Novembro, 2014 at 9:35 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Monaco

BenficaBenfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, André Almeida, Andreas Samaris (62m – Lima), Eduardo Salvio, Enzo Pérez, Anderson Talisca, Nico Gaitán (90m – Tiago “Bebé”) e Derley (86m – Bryan Cristante)

MonacoMonaco – Danijel Subašić, Fabinho, Andrea Raggi, Ricardo Carvalho, Layvin Kurzawa, Jérémy Toulalan, João Moutinho, Geoffrey Kondogbia (86m – Valère Germain), Lucas Ocampos (63m – Nabil Dirar), Yannick Ferreira-Carrasco e Lacina Traoré (72m – Anthony Martial)

1-0 – Talisca – 82m

Cartões amarelos – Andreas Samaris (29m) e Enzo Pérez (38m); Lacina Traoré (26m), Ricardo Carvalho (39m), Jérémy Toulalan (56m), João Moutinho (74m) e Layvin Kurzawa (86m)

Árbitro – David Fernández Borbalán (Espanha)

A principal diferença neste desafio, face aos anteriores do Benfica na presente edição da Liga dos Campeões, esteve na atitude com que os jogadores abordaram o jogo. Sabendo da sua importância praticamente decisiva para continuar a alimentar eventuais aspirações, a equipa portuguesa estava “proibida” de perder pontos, e, mesmo o empate, seria um mau resultado…

De resto, as habituais falhas de concentração defensiva, uma entrada difícil em acção, concedendo muitos espaços, permitindo à formação monegasca, por algumas vezes, acercar-se da baliza benfiquista com bastante perigo, com Júlio César a revelar estar atento.

Só que, paralelamente, o Benfica não desistiu nunca – isso, de certo modo, já tinha sucedido também na ronda inaugural, com o Zenit, embora então, a equipa revelasse notória impotência para inverter o rumo dos acontecimentos – de procurar a sorte que tão arredada tem andado da equipa nesta competição, porfiando sempre, acabando por ser feliz, mas, também, ao mesmo tempo, ter o merecido prémio, com o golo obtido por Talisca já na fase derradeira da partida.

Uma vitória que poderá ser crucial, no pior dos cenários, para evitar uma eliminação prematura das provas europeias desta temporada. A qualificação para os 1/8 de final da Liga dos Campeões continua a ser, de alguma forma, uma quimera, mas há que continuar a acreditar, elevar os níveis de confiança e concentração… e jogar melhor.

4 Novembro, 2014 at 9:36 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo E
Estoril – D. Moskva – 1-2
PSV – Panathinaikos – 1-1

1º D. Moskva, 9; 2º PSV, 4; 3º Estoril, 3; 4º Panathinaikos, 1

Grupo J
AaB Aalborg – D. Kyiv – 3-0
Steaua – Rio Ave – 2-1

1º Steaua, D. Kyiv e AaB Aalborg, 6; 4º Rio Ave, 0

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23 Outubro, 2014 at 6:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
At. Madrid – Malmö – 5-0
Olympiakos – Juventus – 1-0

1º At. Madrid e Olympiakos, 6; 3º Juventus e Malmö, 3

Grupo B
Ludogorets – Basel – 1-0
Liverpool – Real Madrid – 0-3

1º Real Madrid, 9; 2º Ludogorets, Liverpool e Basel, 3

Grupo C
Bayer Leverkusen – Zenit – 2-0
Monaco – Benfica – 0-0

1º Bayer Leverkusen, 6; 2º Monaco, 5; 3º Zenit, 4; 4º Benfica, 1

Grupo D
Anderlecht – Arsenal – 1-2
Galatasaray – B. Dortmund – 0-4

1º B. Dortmund, 9; 2º Arsenal, 6; 3º Anderlecht e Galatasaray, 1

Grupo E
CSKA Moskva – Manchester City – 2-2
Roma – Bayern – 1-7

1º Bayern, 9; 2º Roma, 4; 3º Manchester City, 2; 4º CSKA Moskva, 1

Grupo F
APOEL – Paris St.-Germain – 0-1
Barcelona – Ajax – 3-1

1º Paris St.-Germain, 7; 2º Barcelona, 6; 3º Ajax, 2; 4º APOEL, 1

Grupo G
Schalke 04 – Sporting – 4-3
Chelsea – Maribor – 6-0

1º Chelsea, 7; 2º Schalke 04, 5; 3º Maribor, 2; 4º Sporting, 1

Grupo H
BATE Borisov – Shakhtar Donetsk – 0-7
FC Porto – At. Bilbao – 2-1

1º FC Porto, 7; 2º Shakhtar Donetsk, 5; 3º BATE Borisov, 3; 4º At. Bilbao, 1 

22 Outubro, 2014 at 8:40 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Monaco – Benfica

MonacoMonaco – Danijel Subašić, Fabinho, Andrea Raggi, Ricardo Carvalho, Layvin Kurzawa, Jérémy Toulalan, Nabil Dirar, João Moutinho (82m – Bernardo Silva), Geoffrey Kondogbia, Lucas Ocampos (62m – Yannick Ferreira-Carrasco) e Dimitar Berbatov (34m – Anthony Martial)

BenficaBenfica – Artur, Maxi Pereira, Luisão, Lisandro López, Eliseu, André Almeida, Eduardo Salvio, Enzo Pérez (88m – Andreas Samaris), Anderson Talisca (68m – Tiago “Bebé”), Nico Gaitán (79m – César) e Lima

Cartões amarelos – Ricardo Carvalho (71m), Layvin Kurzawa (78m) e Yannick Ferreira-Carrasco (90m); Eliseu (8m), Lisandro López (26m) e Eduardo Salvio (36m)

Cartão vermelho – Lisandro López (76m)

Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)

Depois de alguma infelicidade no primeiro jogo – pagando caro as falhas de desconcentração cometidas – e da péssima apresentação em Leverkusen, o Benfica abordava este terceiro desafio da Liga dos Campeões já em posição delicada, condicionado pela necessidade imperiosa de  não poder perder a partida.

Mas, uma vez mais, começaria mal, demorando a “entrar no jogo”, concedendo espaços e a iniciativa ao adversário – o que só não resultou em golo logo nos minutos iniciais devido a uma inacreditável deficiente execução de Ocampos, com a baliza escancarada à sua mercê -, denotando um complexo dificilmente compreensível (e aceitável) face à que é, indubitavelmente, a equipa menos forte do grupo, e, uma vez mais, uma indisfarçável falta de ambição.

Tal foi ainda mais flagrante quando, no segundo tempo, depois de a equipa ter conseguido enfim serenar, ter “pegado no jogo”, e levar o perigo até próximo da área monegasca, nunca se resolvendo contudo a correr maiores riscos, retardando as substituições – e, mesmo, independentemente disso -, a fazer alterações no sistema de jogo, que pudessem conferir maior dinâmica e provocar desequilíbrios na estrutura defensiva do adversário.

É verdade que, nessa fase do jogo, o Benfica dispôs também de ocasiões de perigo e, pelo menos, de uma soberana oportunidade de golo. Mas, uma vez mais, a imagem que transpareceu foi a de que o Benfica se contentaria com o empate.

Tal percepção reforçar-se-ia, inevitavelmente, a partir do minuto 76, com a equipa em inferioridade numérica, acabando os últimos vinte minutos (incluindo tempo de compensação) por ter de sofrer, recuar as linhas, em busca de preservar o pontinho, que, veremos mais adiante, se poderá ter servido de algo.

Para já, com a configuração que o grupo apresenta, a continuidade na Liga dos Campeões, para a fase de eliminatórias, parece à distância de um milagre, que corresponderia a uma segunda volta quase perfeita (no mínimo, 7 pontos, de duas vitórias e um empate, esperando uma conjugação favorável de resultados nos jogos entre os outros três concorrentes); mas, mais preocupante, a própria continuidade nas provas europeias (por via da transição para a Liga Europa) encontra-se seriamente ameaçada, e, previsivelmente, dependente de um indispensável triunfo, já no próximo jogo, perante este mesmo opositor.

Mas, para tal, o Benfica vai ter de jogar muito mais…

22 Outubro, 2014 at 8:40 pm Deixe um comentário

Dinamarca – Portugal (Europeu 2016 – Qualif.)

Dinamarca Dinamarca –  Kasper Schmeichel, Lars Jacobsen, Simon Kjær, Daniel Agger, Nicolai Boilesen (58m – Simon Poulsen), Pierre Højbjerg, William Kvist, Christian Eriksen (84m – Thomas Kahlenberg), Michael Krohn-Dehli,  Lasse Vibe (45m – Uffe Bech) e Nicklas Bendtner

Portugal Portugal – Rui Patrício, Cédric, Pepe, Ricardo Carvalho, Eliseu, William Carvalho, Tiago (84m – Quaresma), Moutinho, Danny (77m – Éder), Ronaldo e Nani (68m – João Mário)

0-1 – Cristiano Ronaldo – 90m

Cartões amarelos – Cristiano Ronaldo (90m)

Árbitro – Felix Brych (Alemanha)

Qualquer análise e percepção que se possa associar a um jogo de futebol é sempre, inevitavelmente, condicionada pelo seu resultado final.

Tal ficou bem patente neste desafio, repleto de particularidades de interesse, desde logo com a estreia, a nível oficial, de um novo seleccionador nacional, Fernando Santos, em substituição de Paulo Bento, traduzindo-se paralelamente na abertura de um novo ciclo, com o regresso à selecção de um conjunto de jogadores que há vários anos andavam dela afastados, casos de Tiago ou Ricardo Carvalho (e, há menos tempo, Danny), mas também, com a novidade do debute ao mais alto nível de Cédric ou João Mário, dando corpo à tão falada renovação da selecção.

Ou, por outra, mais que uma renovação, teremos tido uma golfada de “ar fresco”, bem a propósito para o recomeço que se revelava necessário, depois da “falsa partida” do jogo inaugural nesta fase de qualificação, com a fracassada recepção à Albânia.

Perante este enquadramento, ainda que a “margem de erro” estivesse longe de se esgotar – até em função do novo sistema de apuramento, e do número de países a qualificar para a fase final (23), abrindo a porta a cinco dos 3.º classificados -, era naturalmente de toda a conveniência sair da Dinamarca com um resultado positivo.

E, a verdade é que não seria necessário um grande decurso de tempo, para se aceitar que o empate poderia – no mínimo, claro está… – ser uma forma de resultado positivo. Desde logo porque a equipa portuguesa – receosa, algo desconfiada ainda de si própria, em particular a nível defensivo (depois das falhas evidenciadas no particular com a França de apenas três dias antes – demorou algum tempo a encaixar-se no sistema dinamarquês, que começou por assumir o controlo do jogo e algumas iniciativas de maior pendor ofensivo.

Depois, à medida que o grupo foi conseguindo estabilizar psicologicamente e os índices de confiança começaram a melhorar – uma palavra para a excelente exibição de Ricardo Carvalho, o veterano desta selecção, já com os seus 36 anos, mas com uma actuação praticamente sem falhas, a par da cobertura que William Carvalho e Tiago possibilitaram, no sentido de resguardar de situações de maior risco, a defesa, em particular o flanco esquerdo, a cargo de Eliseu, que com tantas dificuldades se debatera em Paris – Portugal como que “tomou conta” do jogo, passando a assumir a iniciativa, controlando e dominando, e podendo ter chegado, numa ou noutra oportunidade, ao golo.

Que, não surgindo, vinha avolumando – à medida que o desafio se aproximava do seu termo -, a tal percepção de que o empate poderia ser um resultado positivo.

E isto leva-nos de volta ao início… Quando já se pensaria talvez que a prioridade seria a de salvaguardar o nulo, Fernando Santos acabaria por ser feliz nas substituições por que optou – as quais transmitiram sinais para dentro do campo, de que, até ao último segundo, se poderia acreditar ainda em algo de mais positivo: primeiro, a entrada de um avançado, Éder, para o lugar de um Danny ainda em sub-rendimento, à procura de se reencontrar com a selecção; e, já na fase final, Quaresma a render Tiago.

Sobre o resto da história, foi o perfeito “happy ending”: virtualmente no derradeiro momento do encontro – já com 4 minutos e 50 segundos decorridos dos cinco minutos de tempo de compensação determinado pelo árbitro -, Quaresma a fazer um excelente cruzamento, Éder a atrair os defesas contrários, abrindo espaço para a entrada fulgurante de Cristiano Ronaldo, de cabeça, ainda num lance dividido com um outro defesa, a introduzir a bola na baliza da Dinamarca, garantindo a vitória e três importantíssimos pontos, que, praticamente, permitem desde já anular o efeito do malfadado jogo com a Albânia.

Um bom recomeço…

GRUPO I        Jg   V   E   D     G    Pt
1º Albânia      2   1   1   -   2 - 1   4
2º Dinamarca    3   1   1   1   3 - 3   4
3º Portugal     2   1   -   1   1 - 1   3
4º Sérvia       1   -   1   -   1 - 1   1
5º Arménia      2   -   1   1   2 - 3   1

3ª jornada

14.10.14 – Dinamarca – Portugal – 0-1
14.10.14 – Sérvia – Albânia – Jogo interrompido aos 41m (0-0)

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14 Outubro, 2014 at 8:40 pm 1 comentário

Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo E
Estoril – Panathinaikos – 2-0
D. Moskva – PSV – 1-0

1º D. Moskva, 6; 2º Estoril e PSV, 3; 4º Panathinaikos, 0

Grupo J
D. Kyiv – Steaua – 3-1
AaB Aalborg – Rio Ave – 1-0

1º D. Kyiv, 6; 2º Steaua e AaB Aalborg, 3; 4º Rio Ave, 0

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2 Outubro, 2014 at 7:29 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Bayer Leverkusen – Benfica

Bayer LeverkusenBayer Leverkusen – Bernd Leno, Roberto Hilbert, Ömer Toprak, Emir Spahić, Wendell, Karim Bellarabi (70m – Levin Öztunalı), Stefan Reinartz, Lars Bender (82m – Giulio Donati), Son Heung-Min, Hakan Çalhanoğlu e Stefan Kiessling (76m – Josip Drmić)

BenficaBenfica – Júlio César, André Almeida, Luisão, Jardel, Eliseu, Enzo Pérez (77m – Andreas Samaris), Bryan Cristante (45m – Maxi Pereira), Eduardo Salvio, Anderson Talisca (45m – Lima), Nico Gaitán e Derley

1-0 – Kiessling – 25m
2-0 – Son Heung-Min – 34m
2-1 – Eduardo Salvio – 62m
3-1 – Hakan Çalhanoğlu (pen.) – 63m

Cartões amarelos – Roberto Hilbert (60m) e Levin Öztunalı (90m); Nico Gaitán (22m), Enzo Pérez (54m), Luisão (58m), Eduardo Salvio (70m) e Andreas Samaris (88m)

Árbitro – Martin Atkinson (Inglaterra)

Uma coisa é um desafio em que uma equipa, entrando mal no encontro, sofrendo um golo de início, e, por vicissitudes do próprio jogo, se vê numa posição de tal forma adversa que, por mais que lute, até ao final, dificilmente conseguirá reverter a tendência. Foi, de forma muito resumida, o que se passou na partida com o Zenit.

Outra coisa, bem diversa, é uma equipa entrar em campo, mas, de facto, “não estar”presente, manter-se alheada, completamente à deriva e à mercê do seu adversário, que, só por falta de eficácia, não ampliou o marcador a um nível que seria escandaloso. Foi o que aconteceu em Leverkusen.

Uma péssima exibição (?) do Benfica, que nunca demonstrou – nem quando Salvio reduziu a desvantagem para a diferença mínima, aliás logo reposta no minuto imediato… – capacidade para competir com o Bayer Leverkusen. E tal não será certamente justificável por um poderio “extraordinário” da equipa alemã, que não o tem na realidade – pese embora o valor que necessariamente se reconhece ao 4.º classificado do campeonato da Alemanha da época transacta -, mas sim por uma paupérrima actuação dos jogadores do Benfica, numa estrutura desconexa, que não funcionou minimamente bem em qualquer dos sectores, seja na defesa, seja no meio-campo, e, ainda menos, no ataque.

Dois jogos distintos na Liga dos Campeões, mas uma imagem comum transmitida, quer na vertente da falta de ambição, em primeira análise, quer, depois, no concreto, na falta de organização, coordenação, “fio de jogo”, que permitissem disputar, de “igual para igual” com os adversários, o resultado.

Uma tendência que urge inverter.

1 Outubro, 2014 at 8:35 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Malmö – Olympiakos – 2-0
At. Madrid – Juventus – 1-0

1º Juventus, At. Madrid, Malmö e Olympiakos, 3

Grupo B
Basel – Liverpool – 1-0
Ludogorets – Real Madrid – 1-2

1º Real Madrid, 6; 2º e Liverpool e Basel, 3; 4º Ludogorets, 0

Grupo C
Zenit – Monaco – 0-0
Bayer Leverkusen – Benfica – 3-1

1º Zenit e Monaco, 4; 3º Bayer Leverkusen, 3; 4º Benfica, 0

Grupo D
Arsenal – Galatasaray – 4-1
Anderlecht – B. Dortmund – 0-3

1º B. Dortmund, 6; 2º Arsenal, 3; 3º Galatasaray e Anderlecht, 1

Grupo E
Manchester City – Roma – 1-1
CSKA Moskva – Bayern – 0-1

1º Bayern, 6; 2º Roma, 4; 3º Manchester City, 1; 4º CSKA Moskva, 0

Grupo F
Paris St.-Germain – Barcelona – 3-2
APOEL – Ajax – 1-1

1º Paris St.-Germain, 4; 2º Barcelona, 3; 3º Ajax, 2; 4º APOEL, 1

Grupo G
Sporting – Chelsea – 0-1
Schalke 04 – Maribor – 1-1

1º Chelsea, 4; 2º Maribor e Schalke 04, 2; 4º Sporting, 1

Grupo H
Shakhtar Donetsk – FC Porto – 2-2
BATE Borisov – At. Bilbao – 2-1

1º FC Porto, 4; 2º BATE Borisov, 3; 3º Shakhtar Donetsk, 2; 4º At. Bilbao, 1 

1 Outubro, 2014 at 8:34 pm Deixe um comentário

Portugal Campeão da Europa de Ténis de Mesa

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(via)

Parabéns e Obrigado a Marcos Freitas, Tiago Apolónia, João Geraldo, Diogo Chen, João Monteiro e ao técnico Pedro Rufino, Campeões da Europa de Ténis de Mesa!

Na Final, a selecção de Portugal venceu a da Alemanha por 3-1: Marcos Freitas ganhou a Steffen Mengel (3-0), Timo Boll venceu João Monteiro (3-0), Tiago Apolónia ganhou ao número 1 do ranking europeu, Dimitrij Ovtcharov (3-1), e Marcos Freitas venceu Timo Boll (3-1).

28 Setembro, 2014 at 8:13 pm Deixe um comentário

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