Posts filed under ‘Cultura, Artes e Letras’
CHARLIE CHAPLIN
O riso é eterno.
Um dos maiores criadores do Século XX, no cinema o .máximo autor total. (actor, argumentista, compositor musical, realizador, produtor!), Charlie Chaplin chega-nos agora em .versão DVD., num conjunto de nove discos, com dez filmes inesquecíveis: O Grande Ditador; Tempos Modernos; A Quimera do Ouro (com duas versões, uma das quais sonorizada); Luzes da Ribalta; O Garoto de Charlot; O Barba Azul; O Circo; Luzes na Cidade; Opinião Pública e Um Rei em Nova York.
A estes clássicos do cinema, juntam-se, nesta edição, um conjunto de .extras., documentos e reflexões: para cada filme, foram preparados comentários introdutórios, assim como documentários sobre a sua realização; acrescem ainda as tradicionais .cenas cortadas., para além de documentos da época (fotografias, cartazes, desenhos).
No caso de Tempos Modernos, por exemplo, juntam-se pequenos filmes relacionados com o trabalho em cadeia. O disco de O Grande Ditador integra um documentário em que é traçado um paralelo entre as vidas de Chaplin e Hitler, nascidos no mesmo ano.
Visite-se também o “Arquivo Chaplin..
P. S. Mais um agradecimento especial, ao How to learn Swedish in 1000 difficult lessons.
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"MATRIX REVOLUTIONS"
O relógio aproxima-se vertiginosamente do momento “zero”.
Hoje, à mesma hora em todo o mundo (6 horas da manhã em Los Angeles, 9 horas em Nova Iorque, 14 horas em Lisboa, 15 horas em Paris, 17 horas em Moscovo, 23 horas em Tóquio), em 50 países, estreia “Matrix Revolutions”, o último capítulo da trilogia concebida pelos irmãos Andy e Larry Wachowski, com Keanu Reeves, Laurence Fishburne, Carrie-Anne Moss, Jada Pinkett Smith e Monica Belucci.
O episódio anterior terminava com Neo pendurado sobre o abismo; simultaneamente, prosseguia inexorável a marcha das máquinas, atacando a última cidade humana na Terra, Zion. Matrix Revolutions retoma a história no mesmo ponto.
“A longa luta dos rebeldes pela liberdade culmina numa batalha final explosiva”.
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TWIN PEAKS (II)
Quem matou Laura Palmer?
A clássica pergunta de Twin Peaks tem uma resposta simples: Leland Palmer, pai de Laura, foi o assassino, possuído por Bob, uma das entidades do Black Lodge.
Segundo a religião indígena local, existem dois locais para onde ir após a vida, o .White Lodge. (céu) e o .Black Lodge. (inferno), sendo Bob um dos espíritos que habitam o Black Lodge.
Pode relembrar, ou saber mais sobre esta apaixonante história aqui e aqui.
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TWIN PEAKS (I)
Quem matou Laura Palmer?
Esta é a pergunta chave da série de culto .Twin Peaks., que hoje regressa à televisão portuguesa, na SIC RADICAL, às Terças-feiras, às 21 horas e às Sextas-feiras e Sábados, às 15 horas.
Twin Peaks é uma série criada por David Lynch e Mark Frost, em 1990, mostrando a vida de uma .pacata. cidade que dá nome à série, abalada com o assassinato da jovem Laura Palmer.
A música, as personagens . bizarras, demoníacas e angelicais . a luxúria, o incesto, a traição, a mentira e as características manobras de diversão, presentes na técnica narrativa do realizador David Lynch, fizeram desta série um marco na história da televisão da era moderna.
Kyle MacLachlan é o peculiar agente do FBI, Dale Cooper; Michael Ontkean é o chefe da esquadra local, Harry S.Truman; Madchen Amick, Lara Flynn Boyle e Sherilyn Fenn são as .encantadoras de homens. de serviço; Julee Cruise é a voz que seduz o ouvinte desprevenido; Sheryl Lee é a própria Laura Palmer.
Proibido perder!
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PRÉMIO RAINHA SOFIA PARA… SOPHIA
A Rainha Sofia de Espanha entrega hoje a Miguel Sousa Tavares (em representação de sua mãe, Sophia de Mello Breyner Andresen) o mais importante prémio da literatura ibero-americana, o Prémio de Poesia Rainha Sofia, com o qual a poetisa portuguesa, de 83 anos (que não se desloca a Madrid, dado encontrar-se doente), foi distinguida, de entre um lote de 76 candidatos, propostos por instituições académicas, universitárias e culturais de países latino-americanos e dos EUA, por selecção do Património Nacional de Espanha e da Universidade de Salamanca.
Sophia de Mello Breyner fora também já premiada com a maior distinção de língua portuguesa, o Prémio Camões (1999), assim como com o Prémio Fernando Pessoa, o Prémio Teixeira de Pascoaes (com “O Nome das Coisas”), o Prémio da Crítica do Centro Português da Associação de Críticos Literários (com “Navegações”), o Prémio D. Dinis (com “Ilhas”), o Grande Prémio de Poesia Pen Clube, o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e o Grande Prémio Calouste Gulbenkian da Literatura para Crianças.
Durante a próxima semana, apresentarei, na secção “Livro do Mês”, extractos de poesia daquela que é uma das figuras máximas do género, no último século, em Portugal.
P. S. Mais agradecimentos, ao Terras do Nunca (uma referência obrigatória diária, desde o “primeiro dia”) e ao Cris Dias, do outro lado do Atlântico.
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LOBO ANTUNES – PRÉMIO UNIÃO LATINA
O escritor português António Lobo Antunes conquistou o prémio internacional União Latina de Literatura, pelo conjunto da sua obra, considerando o facto de “surgir no panorama da literatura europeia como a voz mais expressiva da realidade profunda de Portugal”.
Este prémio (na sua 14ª edição) havia sido já atribuído a outros escritores portugueses: José Cardoso Pires (em 1991) e Agustina Bessa-Luís (em 1997).
A União Latina foi fundada em 1954, reunindo 35 países partilhando do património linguístico, histórico ou cultural latino.
Na sua obra, Lobo Antunes trata de experiências dolorosas como a ditadura, a guerra colonial, mas também da revolução, da descolonização e da procura dos caminhos da Europa.
O autor premiado publicou os seguintes livros: Memórias de Elefante e Os Cus de Judas (1979), Explicação dos Pássaros (1980), Conhecimento do Inferno (1981), Fado Alexandrino (1983), Auto dos Danados (1985), As Naus (1988), Tratado das Paixões da Alma (1990), A Ordem Natural das Coisas (1992), A Morte de Carlos Gardel (1994), Crónicas (1995), Manual dos Inquisidores (1996), O Esplendor de Portugal (1997), Exortação aos Crocodilos (1999), Não Entres Tão Depressa Nessa Noite Escura (2000) e Que Farei Quando Tudo Arde (2001), estando previsto para o próximo mês o lançamento do seu último romance, “Boa Tarde às Coisas Aqui em Baixo”.
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VENEZA
Peça de teatro do argentino Jorge Ácamme, em cena de 22 de Outubro a 9 de Novembro, no Cine-Teatro Tivoli; encenada por Miguel Falabella, com as interpretações de Arlete Salles e Laura Cardoso.
A história de uma velha prostituta, já cega, que dirige um bordel. Antes de morrer, deseja voltar a Veneza para rever o grande amor da sua vida.
P. S. Mais agradecimentos, ao Fumaças, Cidadão livre, Janela para o rio e Amo-te.
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GUERRA E PAZ
Um dos maiores encenadores europeus, Piotr Fomenko leva à cena no Centro Cultural de Belém (Grande Auditório), de 21 a 23 de Outubro, “Guerra e Paz”, a obra-prima da literatura mundial, de Leon Tolstoi (escrita entre 1863 e 1868).
Lisboa será a última etapa da digressão europeia de “Guerra e Paz”, para esta companhia russa, que aqui assinalará também a 100ª representação.
A representação será feita em língua russa, com legendagem em português.
A crónica de duas famílias aristocratas russas (os Rostov e os Bolkonski) durante a guerra contra Napoleão (1805-12). Sem cenas de batalha, traduzindo uma vontade de .mostrar a guerra durante os tempos de paz e serenidade e, paradoxalmente, a paz que coexiste com a guerra e as batalhas..
Mas sem eliminar os momentos de humor e até alguns números musicais, como se de um bailado se tratasse.
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DOGVILLE
Um lugar recôndito onde uma fugitiva (Nicole Kidman) procura escapar a um grupo de gangsters, acabando por desafiar o convencionalismo moral dos seus habitantes.
Um filme experimental, .cine-teatral., do dinamarquês Lars von Trier.
Uma violência simbólica.
Uma sensação de claustrofobia que vai progressivamente envolvendo o espectador; mas também um retrato pouco optimista, dos anos da depressão (década de 30), transponível para alguns dos aspectos infelizmente também característicos dos dias de hoje: a falsidade, a arrogância, a vingança.
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BAILADO – "PEDRO E INÊS"
Com coreografia de Olga Roriz, pela Companhia Nacional de Bailado, dias 17 e 18, às 21h, no Teatro Camões, no Parque das Nações, em Lisboa.
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