Archive for Outubro, 2020

COVID-19 – Evolução no mês de Outubro






31 Outubro, 2020 at 8:28 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
Rangers – Lech Poznań – 1-0
Benfica – Standard Liège – 3-0

1º Benfica e Rangers, 6; 3º Lech Poznań e Standard Liège, 0

Grupo G
AEK – Leicester – 1-2
Zorya Luhansk – Sp. Braga – 1-2

1º Leicester e Sp. Braga, 6; 3º AEK e Zorya Luhansk, 0
(mais…)

29 Outubro, 2020 at 10:55 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2ª jornada – Benfica – Standard Liège

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Diogo Gonçalves, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Nuno Tavares, Luís Fernandes “Pizzi” (79m – Gonçalo Ramos), Gabriel Pires (72m – Julian Weigl), Pedro “Pedrinho” da Silva (45m – Rafael “Rafa” Silva), Everton Soares, Gian-Luca Waldschmidt (68m – Adel Taarabt ) e Darwin Núñez (72m – Haris Seferović)

Standard de LiègeStandard de Liège – Arnaud Bodart, Collins Fai, Zinho Vanheusden (75m  – Kostas Laifis), Noé Dussenne, Nicolas Gavory, Merveille Bokadi, Selim Amallah (80m – Felipe Avenatti), Gojko Cimirot (75m – Joachim Carcela-Gonzalez), Samuel Bastien, Mehdi Carcela-Gonzalez e Obbi Oularé (70m – Aleksandar Boljević)

1-0 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 49m
2-0 – Gian-Luca Waldschmidt (pen.) – 66m
3-0 – Luís Fernandes “Pizzi” – 76m

Cartões amarelos – Diogo Gonçalves (43m); Arnaud Bodart (48m) e Collins Fai (65m)

Árbitro – François Letexier (França)

Num jogo em que ficou claramente patente que as duas equipas são de “campeonatos diferentes”, o Benfica, prolongando para 23 a sua série de invencibilidade caseira em jogos da Liga Europa (todos os que, até à data, disputou nesta competição, desde a estreia, em Setembro de 2009), igualou o record anteriormente estabelecido pelo Zenit – destacando-se ainda a particularidade de, em 48 partidas disputadas na competição, 40 terem sido em fases a “eliminar”, dos 1/16 de final até à final (duas), tendo este sido, apenas, o oitavo encontro a contar para a fase de Grupos, em que a equipa portuguesa marca presença somente pela segunda vez (após dez épocas consecutivas de participação ininterrupta na “Champions League”).

Num desafio de “sentido único”, o Standard de Liège – outrora um nome de relevo no futebol europeu – revelou notória fragilidade competitiva, não ameaçando nunca a baliza benfiquista, com a formação portuguesa a dominar todo o jogo, com estatísticas avassaladoras a nível de posse de bola (2/3) e remates (16-5), sendo que os belgas apenas conseguiram fazer um único remate enquadrado com a baliza.

Porém, nos primeiros 45 minutos tal domínio foi improfícuo, não tendo o Benfica criado também grandes ocasiões de perigo ao adversário. A resistência do Standard de Liège acabaria por vir a ser quebrada praticamente a abrir o segundo tempo, com o primeiro golo a surgir na sequência de uma grande penalidade.

A partir daí, mais serena, a turma da Luz, dispôs, a seu bel-prazer, do adversário, vindo a ampliar a vantagem em função de outra grande penalidade – em lances contestados pelos belgas, que se queixaram da arbitragem francesa. O melhor da noite estava reservado para o final, com o terceiro tento, numa excelente execução de Pizzi, com um remate em arco, a tirar a bola do alcance do guardião contrário.

Sem forçar demasiado, mantendo também o sentido na segurança defensiva – ensaiando, outra vez, um novo quarteto nesse sector (dadas as lesões prolongadas de André Almeida e Grimaldo, substituídos por Diogo Gonçalves e Nuno Tavares), a dar boa conta de si, até mais em missões de cariz ofensivo -, e procurando gerir o esforço de vários jogadores, com rotação de praticamente todos os elementos que actuam nas zona nevrálgicas do meio-campo e do ataque (o único a completar os 90 minutos foi Everton), o Benfica teve uma noite europeia tranquila como há muito não se via – coincidindo com o regresso ao Estádio, após praticamente oito meses de ausência, de público, limitado a 7,5 % da capacidade (4.875 espectadores).

Vencendo categoricamente, reforçando a condição de favorito ao apuramento, o Benfica disputará o 1.º lugar do Grupo com o Rangers (ambos com duas vitórias nas duas rondas iniciais, já com um fosso de seis pontos em relação aos outros dois concorrentes), precisamente o próximo adversário, também em casa, em desafio agendado já para a próxima semana (dia 5 de Novembro).

29 Outubro, 2020 at 10:51 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
At. Madrid – RB Salzburg – 3-2
Lokomotiv Moskva – Bayern – 1-2

1º Bayern, 6; 2º At. Madrid, 3; 3º RB Salzburg e Lokomotiv Moskva, 1

Grupo B
B. M’Gladbach – Real Madrid – 2-2
Shakhtar Donetsk – Inter – 0-0

1º Shakhtar Donetsk, 4; 2º B. M’Gladbach e Inter, 2; 4º Real Madrid, 1

Grupo C
Marseille – Manchester City – 0-3
FC Porto – Olympiakos – 2-0

1º Manchester City, 6; 2º FC Porto e Olympiakos, 3; 4º Marseille, 0

Grupo D
Liverpool – Midtjylland – 2-0
Atalanta – Ajax – 2-2

1º Liverpool, 6; 2º Atalanta, 4; 3º Ajax, 1; 4º Midtjylland, 0

Grupo E
Krasnodar – Chelsea – 0-4
Sevilla – Rennes – 1-0

1º Chelsea e Sevilla, 4; 3º Rennes e Krasnodar, 1

Grupo F
B. Dortmund – Zenit – 2-0
Brugge – Lazio – 1-1

1º Lazio e Brugge, 4; 3º B. Dortmund, 3; 4º Zenit, 0

Grupo G
Juventus – Barcelona – 0-2
Ferencváros – D. Kyiv – 2-2

1º Barcelona, 6; 2º Juventus, 3; 3º D. Kyiv e Ferencváros, 1

Grupo H
Manchester United – RB Leipzig – 5-0
Istanbul Başakşehir – Paris St.-Germain – 0-2

1º Manchester United, 6; 2º Paris St.-Germain e RB Leipzig, 3; 4º Istanbul Başakşehir, 0

28 Outubro, 2020 at 10:55 pm Deixe um comentário

João Noronha Lopes

Completei, este ano, 30 anos de sócio do Benfica. Por um Benfica “que voa mais alto”, para um novo rumo, e pela recuperação da credibilidade e dos princípios, o meu voto amanhã, é, obviamente, na equipa liderada por João Noronha Lopes!

27 Outubro, 2020 at 11:00 pm Deixe um comentário

Eleições Presidenciais EUA – 2020 (IX)

A uma semana das Eleições Joe Biden parece voltar a ter a vitória “nas mãos”, em função da recuperação apontada pelas sondagens no Estado da Pennsylvania, em que volta a ter vantagem relevante. Com os 20 “Grandes Eleitores” desse Estado, o total de votos “seguros” e/ou prováveis no Colégio Eleitoral passa a ascender a 279, o suficiente para garantir a eleição.

Em relação à posição da semana anterior, o candidato democrata reforça ainda a sua vantagem no New Hampshire, que parece agora “garantido” a seu favor.

Resume-se no mapa abaixo a actualização das tendências apontadas pelas sondagens, a seguir detalhadas:


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  • Joe Biden – Claro favoritismo em 18 Estados, num total correspondente a 216 “Grandes eleitores”: California (55); New York (29); Illinois (20); New Jersey (14); Virginia (13); Washington (12); Massachussetts (11); Maryland (10); Colorado (9); Connecticut (7); Oregon (7); New Mexico (5); Hawaii (4); New Hampshire (4); Rhode Island (4); Delaware (3); Maine (3, do total de 4); e Vermont (3); para além do District of Columbia (3).
  • Donald Trump – Claro favoritismo em 17 Estados, num total correspondente a 109 “Grandes eleitores”: Indiana (11); Tennessee (11); Alabama (9); Carolina do Sul (9); Kentucky (8); Lousiana (8); Oklahoma (7); Arkansas (6); Kansas (6); Mississippi (6); Utah (6); West Virginia (5); Idaho (4); Nebraska (4, do total de 5); Dakota do Norte (3); Dakota do Sul (3); e Wyoming (3).

Considerando outros Estados, em que parece forte a probabilidade das respectivas vitórias, Biden somaria mais 63 “Grandes eleitores” (Pennsylvania – 20; Michigan – 16; Minnesota – 10; Wisconsin – 10; Nevada – 6; a que acresce 1 do Nebraska); enquanto Trump alcançaria outros 16 “Grandes eleitores” (Missouri – 10; Alaska – 3; e Montana – 3).

Neste cenário, os restantes 7 Estados, correspondendo a um total de 134 “Grandes eleitores”, apenas seriam influentes desde que Donald Trump conseguisse subtrair a Biden algum dos 23 Estados em que actualmente lidera com vantagens importantes (sendo que não lhe chegaria retomar apenas o Nevada – necessitando, no mínimo, de vencer no Wisconsin ou Minnesota):

  • Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato democrata – 2 Estados, num total correspondente a 26 “Grandes eleitores”:
    • Carolina do Norte (15)
    • Arizona (11)
  • Actualmente com ligeira tendência a favor do candidato republicano – 1 Estado, num total correspondente a 38 “Grandes eleitores”:
    • Texas (38)
  • Actualmente em situação de “empate” – 4 Estados, num total correspondente a 69 “Grandes eleitores” (a que acresce 1 “Grande Eleitor” no Estado do Maine):
    • Florida (29)
    • Ohio (18)
    • Georgia (16)
    • Iowa (6)

27 Outubro, 2020 at 9:15 am Deixe um comentário

João Almeida 4.º no “Giro de Itália”


2.º classificado na 1.ª etapa (contra-relógio individual), tendo conquistado a “Maglia Rosa” no final da 3.ª etapa (a 5 de Outubro), que ostentou até à 18.ª etapa (a 22 de Outubro), o fantástico desempenho do jovem (22 anos) ciclista português João Almeida – na estreia em provas de três semanas – foi uma das grandes sensações desta edição do “Giro de Itália”, apontando um promissor futuro.

Mas, para além de João Almeida, outro português brilhou ao mais alto nível, nas montanhas transalpinas, com Rúben Guerreiro a sagrar-se vencedor do Prémio da Montanha, ostentando a correspondente camisola azul, um inédito feito histórico, numa das principais provas de ciclismo do Mundo, tendo, adicionalmente, vencido uma etapa.

Numa prova em que os dois primeiros classificados chegaram ao contra-relógio final, na derradeira etapa, empatados em termos de tempo, fica ainda a curiosidade de o vencedor não ter envergado, durante todo o percurso, a “camisola rosa”.

Classificação geral final:

1.º Tao Geoghegan Hart (Reino Unido) – Ineos Grenadiers – 85h 40′ 21”
2.º Jai Hindley (Austrália) – Team Sunweb – a 00′ 39”
3.º Wilco Kelderman (Holanda) – Team Sunweb – a 01′ 29”
4.º João Almeida (Portugal) – Deceuninck-Quick-Step – a 02′ 57”
5.º Pello Bilbao (Espanha) – Bahrain-McLaren – a 03′ 09”
6.º Jakob Fuglsang (Dinamarca) – Astana Pro Team – a 07′ 02”
7.º Vincenzo Nibali (Itália) – Trek Segafredo – a 08′ 15”
8.º Patrick Konrad (Austria) – Bora-Hansgrohe – a 08′ 42”
9.º Fausto Masnada (Itália) – Deceuninck-Quick-Step – a 09′ 57”
10.º Hermann Pernsteiner (Austria) – Bahrain-McLaren – a 11′ 05”

33.º Rúben Guerreiro (Portugal) – EF – Pro Cycling – a 1h 58′ 58”

É a seguinte a lista completa dos vencedores da “Volta à Itália”:

  • 5 vitórias – Alfredo Binda (1925, 1927, 1928, 1929 e 1933); Fausto Coppi (1940, 1947, 1949, 1952 e 1953); e Eddy Merckx (1968, 1970, 1972, 1973 e 1974)
  • 3 vitórias – Giovanne Brunero (1921, 1922 e 1926); Gino Bartali (1936, 1937 e 1946); Florenzo Magni (1948, 1951 e 1955); Felice Gimondi (1967, 1969 e 1976); Bernard Hinault (1980, 1982 e 1985)
  • 2 vitórias – Carlo Galetti (1910 e 1911); Costante Girardengo (1919 e 1923); Giovanni Valetti (1938 e 1939); Charly Gaul (1956 e 1959); Jacques Anquetil (1960 e 1964); Franco Balmamion (1962 e 1963); Giuseppe Saronni ((1979 e 1983); Miguel Indurain (1992 e 1993); Ivan Gotti (1997 e 1999); Gilberto Simoni (2001 e 2003); Paolo Salvoldelli (2002 e 2005); Ivan Basso (2006 e 2010);  Alberto Contador (2008 e 2015); Vincenzo Nibali (2013 e 2016)
  • 1 vitoria – Luigi Ganna (1909); Carlo Oriani (1913); Alfonso Calzolari (1914); Gaetano Belloni (1920); Giuseppe Enrici (1924); Luigi Marchisio (1930); Francesco Camusso (1931); Antonio Pesenti (1932); Learco Guerra (1934); Vasco Bergamaschi (1935); Hugo Koblet (1950); Carlo Clerici (1954); Gastone Nencini (1957); Ercole Baldini (1958); Arnaldo Pambianco (1961); Vittorio Adorni (1965); Gianni Motta (1966); Gösta Pettersson (1971); Fausto Bertoglio (1975); Michel Pollentier (1977); Johan De Muynck (1978); Giovanni Battaglin (1981); Francesco Moser (1984); Roberto Visentini (1986); Stephen Roche (1987); Andrew Hampsten (1988); Laurent Fignon (1989); Gianni Bugno (1990); Franco Chioccioli (1991); Evgeni Berzin (1994); Tony Rominger (1995); Pavel Tonkov (1996); Marco Pantani (1998); Stefano Garzelli (2000); Damiano Cunego (2004), Danilo Di Luca (2007); Denis Menchov (2009); Michele Scarponi (2011); Ryder Hesjedal (2012); Nairo Quintana (2014); Tom Dumoulin (2017); Chris Froome (2018); Richard Carapaz (2019); Tao Geoghegan Hart (2020)

25 Outubro, 2020 at 4:39 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 3ª Jornada

(“O Templário”, 22.10.2020)

À terceira jornada, subsiste apenas uma equipa com o pleno de vitórias, feito ainda de maior relevo por ter sido alcançado com dois triunfos em terreno alheio, incluindo uma goleada em Ferreira do Zêzere e, principalmente, o êxito obtido nesta ronda, no reduto de um dos principais candidatos (Mação); o Abrantes e Benfica lidera, pois, destacado – e, nesta altura ainda tão prematura, já com seis pontos de vantagem sobre concorrentes como U. Tomar, Cartaxo e Mação (pese embora os dois primeiros terem um jogo em atraso, em ambos os casos ante o Moçarriense).

Destaques – Efectivamente, o grande realce da jornada vai para a vitória dos abrantinos em Mação, por tangencial 1-0, numa afirmação de solidez competitiva, perante um adversário que, ao invés – e depois de entrar a golear (8-0) – somou dois desaires algo imprevistos, sobretudo por terem sido sucessivos, perante dois rivais directos (Fazendense e Abrantes e Benfica).

Com um bom arranque de campeonato continua o recém-promovido Alcanenense, com um grupo jovem, mas promissor, que, recebendo o 2.º classificado da época passada, Fazendense, averbou uma igualdade a um golo – segundo empate cedido pela formação das Fazendas de Almeirim em outros tantos desafios fora de casa, após o bom triunfo ante o Mação, em casa –, com o conjunto de Alcanena a partilhar agora a vice-liderança com o Samora Correia.

Precisamente, os samorenses, também a surpreender pela positiva, aproveitaram da melhor forma uma sequência de dois encontros no Campo da Murteira, para somar duas vitórias sucessivas: depois da goleada imposta ao U. Tomar, um convincente triunfo, por 3-1, ante o Rio Maior – isto, depois do empate na estreia, em Torres Novas. A par de Abrantes e Benfica, Alcanenense e Fazendense, o Samora Correia completa o quarteto de clubes ainda invictos na presente edição da prova.

O Cartaxo redimiu-se, de alguma forma, da derrota sofrida em Tomar, indo golear a Ferreira do Zêzere, por 4-0, evidenciando, obviamente, que é uma equipa com a qual será necessário contar para disputa dos lugares cimeiros. Ao contrário, os ferreirenses, depois da assinalável vitória averbada em Amiais de Baixo, voltaram a baquear por números muito pesados no seu próprio terreno – com a atenuante possível de, nesses dois jogos, terem defrontado duas das turmas mais poderosas da competição, o actual líder Abrantes e Benfica e o Cartaxo.

Surpresas – Atendendo às dificuldades patenteadas durante a fase de preparação da época, não deixa de ser também surpreendente a campanha positiva que, por ora, o Riachense vai apresentando (contando agora com uma vitória, um empate, ante o Fazendense, e uma derrota, em Abrantes), tendo vencido (1-0) nesta ronda o Amiense, sendo que, por seu lado, o grupo de Amiais de Baixo somou dois penalizadores desaires sucessivos com que, certamente, não contava.

Após uma entrada em prova com um resultado muito negativo (goleada sofrida em casa, frente ao Alcanenense), o Glória do Ribatejo – que surpreendera, na passada semana, ao derrotar o conceituado Coruchense – voltou a ir buscar um ponto a Torres Novas (que, para já, vai registando um desempenho sofrível no campeonato), empatando a duas bolas (depois de, na época passada, ali ter averbado igualdade a um tento.

Confirmação – O Coruchense aproveitou a recepção ao debutante Entroncamento (que somou terceira derrota, tendo acumulado já 13 golos sofridos, não tendo ainda conseguido estrear-se a marcar) para “curar as feridas” do desaire sofrido na semana anterior na Glória; venceu por inequívoca marca de 3-0, instalando-se na 4.ª posição, a um ponto do par que reparte o 2.º posto, a três pontos do guia.

O oitavo encontro calendarizado para esta 3.ª jornada, entre U. Tomar e Moçarriense foi adiado, para 28 de Outubro, ainda em função do caso positivo relacionado com o COVID-19 no grupo da Moçarria.

II Divisão Distrital – Com duas rondas disputadas no escalão secundário, são quatro os clubes só com vitórias: a Norte, somente o Espinheirense, já líder isolado; a Sul, Forense, Benavente e Salvaterrense partilham a liderança.

Destacam-se, principalmente, os seguintes desfechos, nas partidas de maior aliciante: a goleada de 5-1 aplicada pelo Espinheirense ao Aldeiense; e as igualdades a dois golos no Caxarias-At. Ouriense e no Fátima-Tramagal, na série A; o tangencial triunfo (2-1) do Benavente, na recepção ao Marinhais, num embate entre dois dos candidatos aos lugares de topo na série B.

Campeonato de Portugal – Continuam a ser muito “cinzentas” as nuvens que pairam sobre os clubes representantes do Distrito, com um difícil arranque competitivo neste escalão (tal como evidenciado, igualmente, nos desafios da Taça de Portugal): três jogos, três desaires, nesta jornada 3: o U. Santarém estreou-se na prova, com uma categórica derrota, por 3-0, em Alverca, um dos concorrentes com maiores ambições na série F; o Fátima (SAD) foi contemplado com igual marca em Loures; o U. Almeirim, menos mal, perdeu por tangencial 1-0 em Pêro Pinheiro.

Na classificação, só os almeirinenses somaram pontos (3), com os escalabitanos ainda a zero, e, o Fátima, inclusivamente, por agora, com pontuação negativa (- 3 pontos), dada a falta de comparência na jornada inaugural. Sacavenense e Alverca, ambos apenas com dois jogos realizados, são os únicos só com vitórias.

Antevisão – A 4.ª jornada da I Divisão Distrital oferece-nos alguns desafios que se perspectivam de forte interesse: desde logo, o confronto entre Fazendense e Coruchense (2.º e 3.º classificados no interrompido campeonato precedente), assim como, também, o Abrantes e Benfica-Alcanenense, ou o Amiense-Mação, com os dois emblemas a pretenderem rectificar a má imagem deixada nas duas rondas anteriores. Por seu lado, o U. Tomar enfrenta mais um importante teste, com uma sempre difícil deslocação a Rio Maior.

No escalão secundário, destacam-se o Fátima-Espinheirense, Tramagal-At. Ouriense, Forense-Benavente e Benfica do Ribatejo-Salvaterrense.

Já no âmbito nacional, o Fátima-Alverca foi adiado, cabendo ao U. Almeirim e ao U. Santarém receberem, respectivamente, o Caldas (actual 3.º classificado) e o 1.º Dezembro (8.º lugar).

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 22 de Outubro de 2020)

25 Outubro, 2020 at 11:00 am Deixe um comentário

Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
Lech Poznań – Benfica – 2-4
Standard Liège – Rangers – 0-2

1º Benfica e Rangers, 3; 3º Lech Poznań e Standard Liège, 0

Grupo G
Leicester – Zorya Luhansk – 3-0
Sp. Braga – AEK – 3-0

1º Leicester e Sp. Braga, 3; 3º AEK e Zorya Luhansk, 0
(mais…)

22 Outubro, 2020 at 9:55 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1ª jornada – Lech Poznań – Benfica

Lech PoznańLech Poznań – Filip Bednarek, Alan Czerwiński, Tomasz Dejewski, Đorđe Crnomarković, Tymoteusz Puchacz (74m – Vasyl Kravets), Michał Skóraś (90m – Mohammad Awaed), Pedro Tiba, Jakub Moder, Jakub Kamiński (67m – Filip Marchwiński), Daniel Ramirez (67m – Karlo Muhar) e Mikael Ishak (74m – Nikoloz “Nika” Katcharava)

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo (67m – Nuno Tavares), Adel Taarabt (62m – Julian Weigl), Gabriel Pires, Luís Fernandes “Pizzi” (45m – Rafael “Rafa” Silva), Everton Soares (87m – Jardel Vieira), Gian-Luca Waldschmidt (62m – Pedro “Pedrinho” da Silva) e Darwin Núñez

0-1 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 9m
1-1 – Mikael Ishak – 15m
1-2 – Darwin Núñez – 42m
2-2 – Mikael Ishak – 48m
2-3 – Darwin Núñez – 60m
2-4 – Darwin Núñez – 90m

Cartões amarelos – Đorđe Crnomarković (17m) e Karlo Muhar (90m)

Árbitro – Nikola Dabanović (Montenegro)

Depois da ainda não “digerida” eliminação da Liga dos Campeões, o Benfica estreava-se na Liga Europa, defrontando um adversário modesto (vice-campeão da Polónia, todavia, presentemente, no 9.º lugar do seu campeonato), que apresentou um futebol pouco evoluído, mas que, ainda assim, causou alguns calafrios, mantendo a incerteza sobre o desfecho da partida até final.

Não obstante a vitória, fruto da eficácia na concretização – com destaque para o “hat-trick” de Darwin Núñez -, o comportamento “europeu” do Benfica continua a suscitar muitas interrogações.

E, assumindo o favoritismo, a turma encarnada até entrou praticamente a ganhar no jogo, mercê de uma grande penalidade conquistada por Waldschmidt, em função de intercepção do defesa com a mão, a qual Pizzi converteu, pese embora sem grande convicção.

Ao contrário do que seria de esperar, em vez de ganhar confiança e embalar para uma boa exibição, o golo tão cedo alcançado pareceu ter feito mal à equipa portuguesa…

Que começara, desde logo, a denotar inquietante desacerto na sua zona defensiva, pelo que acabaria por não surpreender o tento do empate da formação polaca. O Lech Poznań voltaria a assustar, com uma bola na trave.

Até que começaria o “festival” Darwin Núñez, a recolocar o Benfica em vantagem pouco antes do intervalo, num lance de classe superior, culminando o cruzamento do lateral direito, Gilberto – a substituir o lesionado André Almeida, com paragem para mais de seis meses -, com uma potente cabeçada, depois de uma extraordinária impulsão, num remate inapelável para o guardião polaco.

No recomeço, a turma benfiquista poderia beneficiar novamente de mais esse tónico de confiança, mas as coisas logo começariam a correr mal; no lance imediato a uma ocasião soberana, desperdiçada – com um defesa contrário a salvar sobre a linha de baliza – o conjunto polaco restabeleceria, outra vez, o empate, expondo uma vez mais as notórias fragilidades da organização defensiva do Benfica, é verdade, com um quarteto muito pouco “rodado”nesse sector.

Passando por uma fase de alguma oscilação, com o jogo “partido”, podendo o golo cair para qualquer dos lados, acabaria por ser Darwin a bisar, de novo, num lance de grande categoria. Não obstante pela terceira vez estar em vantagem, o Benfica nunca deu mostra de ter o jogo “fechado”, ou, se quisermos, o Lech Poznań nunca deixou de manter em sobressalto a defesa benfiquista, apesar de, com alguma naturalidade, ir baixando de rendimento.

O quarto golo do Benfica, terceiro do jovem uruguaio, que se estreou a marcar neste desafio – já depois de Jorge Jesus ter “dado ordem” de salvaguardar o resultado, com a entrada de um terceiro defesa central, Jardel -, veio dar ao marcador uma expressão ilusória de superioridade da equipa portuguesa, a qual, contudo, ficou por demonstrar de forma categórica, pelo menos ao nível do que é a (grande) diferença de potecial entre ambos os plantéis.

Em qualquer caso, ficam sinais positivos a nível ofensivo, e, principalmente, os primeiros três pontos, somados, em terreno alheio, um estímulo para novos triunfos, preferencialmente mais convincentes.

Para a história fica igualmente o registo da 200.ª vitória do Benfica em provas da UEFA (excluindo-se desta contagem a “Taça das Cidades com Feiras”) e o atingir dos 500 pontos (dado contar igualmente com 100 empates) – marca apenas superada pelos “colossos” Real Madrid, Barcelona, Bayern München, Juventus e Liverpool!

22 Outubro, 2020 at 7:55 pm Deixe um comentário

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