Archive for 2 Julho, 2017

Chile – Alemanha (Taça Confederações – Final)

Chile Chile – Claudio Bravo, Mauricio Isla, Gary Medel, Gonzalo Jara, Jean Beausejour, Marcelo Diaz (53m – Leonardo Valencia), Charles Aranguiz (81m – Angelo Sagal), Arturo Vidal, Pablo Hernández, Eduardo Vargas (81m – Edson Puch) e Alexis Sanchez

Alemanha Alemanha – Marc-Andre Ter Stegen, Matthias Ginter, Shkodran Mustafi, Antonio Ruediger, Joshua Kimmich, Lars Stindl, Sebastian Rudy, Jonas Hector, Leon Goretzka (90m – Niklas Süle), Julian Draxler e Timo Werner (79m – Emre Can)

0-1 – Lars Stindl – 20m

Cartões amarelos – Arturo Vidal (59m), Gonzalo Jara (66m), Eduardo Vargas (75m) e Claudio Bravo (90m); Joshua Kimmich (59m), Emre Can (90m) e Sebastian Rudy (90m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Após uma avassaladora entrada em campo da selecção do Chile – muito mais experiente que a alemã, a qual apresentou um grupo muito jovem, com média de idade inferior em mais de cinco anos e meio ao adversário -, criando diversas ocasiões de perigo, bastaria afinal um erro da defesa chilena (um “brinde”, que Stindl, de “baliza aberta”, não desperdiçou) para que a Alemanha conquistasse o seu primeiro troféu nesta competição.

Na segunda parte, os sul-americanos, “vendendo cara a derrota”, porfiaram, tudo procurando fazer para chegar ao golo, mas, para além de se terem mostrado excessivamente perdulários, acabaram por se desequilibrar em campo, concedendo espaços para várias investidas da turma germânica, a justificar assim o triunfo na prova.

Palmarés da Taça das Confederações:

1992 – Argentina
1995 – Dinamarca
1997 – Brasil
1999 – México
2001 – França
2003 – França
2005 – Brasil
2009 – Brasil
2013 – Brasil
2017 – Alemanha

2 Julho, 2017 at 8:53 pm Deixe um comentário

Portugal – México (Taça Confederações – 3.º/4.º lugar)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe, Luís Neto, Eliseu, Danilo (82m – André Gomes), Gelson Martins, João Moutinho (82m – Adrien Silva), Pizzi (91m – William Carvalho), Nani (70m – Ricardo Quaresma) e André Silva

México México – Guillermo Ochoa, Miguel Layun, Néstor Araujo, Hector Moreno, Luis Reyes, Hector Herrera, Rafael Marquez (106m – Marco Fabián),   Andres Guardado (80m – Jonathan dos Santos), Carlos Vela, Javier Hernández “Chicharito” (85m – Raúl Jiménez) e Oribe Peralta (61m – Hirving Lozano)

0-1 – Luís Neto (p.b.) – 54m
1-1 – Pepe – 90m
2-1 – Adrien Silva (pen.) – 104m

Cartões amarelos – Nélson Semedo (26m); Rafael Marquez (16m), Raúl Jiménez (94m) e Hector Moreno (98m)

Cartões vermelhos – Nélson Semedo (106m); Raúl Jiménez (112m)

Árbitro – Fahad Al Mirdasi (Arábia Saudita)

Não valerá a pena perder muito tempo com este tal jogo “sem razão de existir”. Conseguiu-se (“in extremis”) o mais importante: ampliar para 14 o total de jogos consecutivos sem derrota em fases finais de grandes competições internacionais. Paralelamente, o triunfo final e consequente 3.º lugar do pódio dão também um sabor mais “doce” e confiante à selecção nacional, na saída desta prova e antes de se abalançar à derradeira e decisiva fase de qualificação para o Mundial de 2018.

Mas, ademais desses factores, relevante terá sido também a demonstração de que temos disponíveis muitas e válidas soluções para reforçar o grupo: foram oito as alterações face ao jogo anterior, frente ao Chile (para além guarda-redes, Rui Patrício, apenas dois jogadores de campo se mantiveram, Eliseu e André Silva – até porque não estavam já disponíveis alternativas para as posições específicas que ocupam, dadas as ausências de Raphaël Guerreiro e Cristiano Ronaldo).

Dando expressão à máxima de que “não há dois jogos iguais”, foi bastante distinto o cariz deste encontro, comparativamente ao desafio inicial antes esta mesma selecção do México (muito mais conservadora em termos de “rotação” de jogadores), com Portugal a entrar muito melhor no jogo, de forma desinibida, que poderia ter resultado numa posição de vantagem logo à passagem do quarto de hora, não fora André Silva ter sido o quarto jogador luso a desperdiçar, de forma sucessiva, neste torneio, uma grande penalidade, permitindo a defesa ao guardião contrário.

Até final da primeira metade, sentindo de alguma forma a “malapata”, a selecção não conseguiria manter o bom nível exibicional com se apresentara de início. Não obstante, continuava a controlar o jogo, com o México a procurar apostar no contra-ataque.

Na segunda parte, cedo a selecção nacional se viu em desvantagem, com mais um lance infeliz, num auto-golo, dado a bola ter tabelado em Luís Neto, traindo o guarda-redes português.

A equipa acusou o tento, de alguma forma descompensou-se, permitindo então espaços aos mexicanos, que, por mais de uma vez, poderiam ter ampliado o marcador, não fora a excelente actuação de Rui Patrício, com um par de soberbas intervenções, positivamente a negar o golo aos norte-americanos.

Até final, por vezes “mais com o coração que com a cabeça”, a formação portuguesa buscaria o golo que lhe possibilitasse evitar o desaire, acabando por ser premiada já no início do tempo de compensação (como que “retribuindo” o tento do empate mexicano na ronda inaugural, também averbado após os 90 minutos).

No prolongamento, agora impulsionado pela força mental de ter conseguido aquele golo tardio, foi o conjunto luso a entrar novamente mais afirmativo, arrancando nova grande penalidade, desta feita bem convertida por Adrien Silva, colocando Portugal em vantagem.

Depois de uma grande penalidade desperdiçada, um golo na própria baliza, Portugal conseguiria uma inédita e altamente improvável “tripla” conjugação adversa, com Nélson Semedo a ver o segundo cartão amarelo, sendo expulso, apenas dois minutos volvidos. Preparávamo-nos para sofrer de novo, quando, num lance entre dois benfiquistas, Jiménez, inadvertidamente, atingiu Eliseu, resultado no mesmo desfecho do seu colega na Luz, Nélson Semedo, ficando as equipas novamente igualadas em número de elementos, acabando dez contra dez.

Na parte final do prolongamento, os mexicanos, já de “cabeça perdida”, não teriam o discernimento para forçar nova igualdade, o que proporciona a Portugal uma saída airosa desta prova, em que – conforme o “balanço” já anteriormente realizado – registou bom desempenho, dignificando o título de Campeão Europeu que ostenta, dando alento para a continuidade de resultados muito positivos, beneficiando da renovação que se começa a fazer sentir, com jovens talentos de grande valor.

2 Julho, 2017 at 2:51 pm Deixe um comentário


Autor – Contacto

Destaques

Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade União de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Julho 2017
S T Q Q S S D
« Jun    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Eleições EUA 2008

Twitter

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.