Archive for 16 Setembro, 2011

Does the Euro Have a Future?

There is some similarity between the euro crisis and the subprime crisis that caused the crash of 2008. In each case a supposedly riskless asset—collateralized debt obligations (CDOs), based largely on mortgages, in 2008, and European government bonds now—lost some or all of their value.

Unfortunately the euro crisis is more intractable. In 2008 the US financial authorities that were needed to respond to the crisis were in place; at present in the eurozone one of these authorities, the common treasury, has yet to be brought into existence. This requires a political process involving a number of sovereign states. That is what has made the problem so severe. The political will to create a common European treasury was absent in the first place; and since the time when the euro was created the political cohesion of the European Union has greatly deteriorated. As a result there is no clearly visible solution to the euro crisis. In its absence the authorities have been trying to buy time.

In an ordinary financial crisis this tactic works: with the passage of time the panic subsides and confidence returns. But in this case time has been working against the authorities. Since the political will is missing, the problems continue to grow larger while the politics are also becoming more poisonous.

[…]

To resolve a crisis in which the impossible becomes possible it is necessary to think about the unthinkable. To start with, it is imperative to prepare for the possibility of default and defection from the eurozone in the case of Greece, Portugal, and perhaps Ireland. […]

(George Soros – The New York Review of Books)

16 Setembro, 2011 at 9:49 pm Deixe um comentário

Contas da Administração Regional da Madeira

1. O Tribunal de Contas publicou em Abril passado um relatório sobre a “Auditoria orientada para os encargos assumidos e não pagos da Administração Regional Directa da Madeira – 2009”. Este relatório identifica Acordos de Regularização de Dívidas (ARD) celebrados entre o Governo Regional da Madeira e empresas de construção, num montante global de cerca de 184,5 milhões de euros (dos quais 141,3 milhões de euros referentes aos acordos de 2008 e o remanescente aos acordos de 2009). Também de acordo com o relatório, estas dívidas não foram inscritas na lista de encargos assumidos e não pagos. Esta lista, de preenchimento obrigatório pelos organismos das Administrações Públicas, é uma importante fonte de informação estatística para apurar a despesa e a dívida dessas entidades na óptica das Contas Nacionais.

2. As diligências que as autoridades estatísticas desencadearam, ao tomarem conhecimento do relatório do Tribunal de Contas confirmaram que as dívidas contraídas desde 2004 e objecto de ARD em 2008 e em 2009 não foram registadas como encargos assumidos e não pagos, não tendo igualmente sido comunicadas às autoridades estatísticas.

3. Na sequência daquelas diligências, entre o final de Agosto e o início da presente semana, chegou às autoridades estatísticas um conjunto de informações que permitem concluir o seguinte:

a. Em 2010, foram celebrados novos ARD no valor de aproximadamente 571 milhões de euros, respeitantes a dívidas contraídas desde 2003, a que acrescem, até ao final de 2010, juros de mora no montante de 290 milhões (que também não tinham sido comunicados às autoridades estatísticas);

b. Em 2011, foram celebrados ARD no valor de 11 milhões de euros, respeitantes a dívidas contraídas desde 2005, e identificados juros de mora, até ao final do primeiro semestre, no montante de 32 milhões de euros;

c. Identificaram-se ainda encargos por registar, não objecto de ARD, relativos a serviços de saúde respeitantes a 2008, 2009 e 2010, nos montantes respectivamente de 20, 25 e 54 milhões de euros.

[…]

O INE e o Banco de Portugal, enquanto autoridades estatísticas nacionais responsáveis pelo apuramento das estatísticas das Administrações Públicas, consideram grave a omissão de informação e não têm conhecimento de casos similares.

(Nota de imprensa do INE – Instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal – sublinhados meus)

16 Setembro, 2011 at 8:06 pm Deixe um comentário

Riscos catastróficos

El secretario del Tesoro de Estados Unidos, Timothy Geithner, ha afirmado hoy que está preocupado por las divisiones que existen entre los países e instituciones europeas acerca de cómo afrontar la crisis de deuda y, en especial, por las diferencias que ha encontrado entre los gobiernos y el Banco Central Europeo. Precisamente, el presidente de este organismo, Jean-Claude Trichet, ha defendido hoy que es preciso pasar de las palabras a los hechos para frenar las turbulencias y evitar “los riesgos catastróficos”.

(El País)

16 Setembro, 2011 at 5:48 pm Deixe um comentário


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