Archive for 1 Setembro, 2003

“OS CAMINHOS DA DESCENDÊNCIA DE ABRAÃO” (I)

Considerando nomeadamente a actualidade decorrente das implicações das questões religiosas nos desenvolvimentos mais recentes da história da humanidade, “antecipo” mais uma “semana da história” (tendo sempre por base a publicação que tenho vindo a divulgar, editada pelos jornais do “Grupo Lusomundo” em Julho de 1999 – “Notícias do Milénio”).

Assim, apresentarei nesta semana excertos de artigo da autoria de Joaquim Carreira das Neves, denominado “Os Caminhos da Descendência de Abraão”.

“A história do judaísmo tem quase quatro mil anos. … Tudo começou no século XIX a.C., com a emigração de Abraão e seu clã da Assíria para as terras de Canaã (mais tarde a terra dos filisteus, donde provém o nome “Palestina”).

Mas o mais importante destas “origens” reside no facto das suas consequências ao longo dos séculos, uma vez que judeus, cristão e islâmicos se reclamam de “filhos de Abraão”. Tem sobretudo importância o facto de os islâmicos se reclamarem como filhos herdeiros de Abraão por causa da sua ascendência até Ismael, enquanto os cristãos ultrapassam a religião fundamentada no sangue para realçarem a pessoa “cristã” fundamentada na “fé” em Jesus Cristo, mas tendo sempre como primeiro pai na fé o patriarca Abraão.

As lutas religiosas, políticas e sociais entre judeus, cristãos e islâmicos, por tudo isto, arrancam do Pai comum Abraão, bem como as divisões das respectivas exegeses dos textos bíblicos fundamentantes.”

“Os caminhos da descendência de Abraão” (Joaquim Carreira das Neves) – “Notícias do Milénio”

P.S. Agradecimento (e boas-vindas) ao Oliveira de Figueira.

[211]

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1 Setembro, 2003 at 7:18 pm

CARLOS LOPES

Tem nome de Campeão.

É um Campeão!

Duplamente Campeão: no desporto e na vida!

Na juventude, passou por uma das mais aterradoras experiências que um ser humano pode vivenciar: ao longo do tempo, gradualmente, foi perdendo a visão, até à completa cegueira (conta que, quando atingiu esse estágio da doença, o começou por ocultar à família e aos amigos . apenas usava a bengala depois de sair de casa, .às escondidas. ., até ganhar coragem para o assumir perante .o mundo.).

Não “desistiu de viver”; continuou a estudar visando a sua licenciatura; começou a praticar desporto ao mais alto nível. Ganhara já medalhas nos .Jogos Paralímpicos..

Agora, em Paris, sagrou-se .Campeão mundial de atletismo., na prova de 400 metros para deficientes visuais (.cegos totais., com guia).

Um exemplo de coragem, persistência, força, vontade de viver!

P.S. Aguardei até ao final dos Campeonatos do Mundo de Atletismo para fazer o balanço da presença portuguesa; que teve um desempenho .muito cinzento., sem qualquer medalha, apenas com dois atletas a merecer referência particular: Alberto Chaíça, com um muito bom 4º lugar na Maratona (3º melhor europeu) e Rui Silva, 5º classificado nos 1500 metros. A nível mundial, destaque para a norte-americana Kelly White (100 e 200 m), para o marroquino Hicham el Guerrouj (1500 e 5000 m) e para o etíope Kenenisa Bekele (5000 e 10000 m), todos duplamente medalhados nestes campeonatos.

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1 Setembro, 2003 at 8:17 am 1 comentário

1922 – URSS

“A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) é criada pela confederação da Rússia, Ucrânia, Bielorússia e Transcaucásia.”

Conforme referido no início da apresentação desta cronologia de factos mais marcantes do século XX, corresponde a mesma à transcrição (com a devida vénia) de uma publicação dos jornais do “Grupo Lusomundo” (Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Açoriano Oriental, Diário de Notícias – Madeira e Jornal Tribuna de Macau), de Julho de 1999, designada “NOTÍCIAS DO MILÉNIO”.

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1 Setembro, 2003 at 7:27 am

1922 – “ULISSES”

“O escritor irlandês James Joyce publica o romance “Ulisses”, um marco da literatura moderna. A publicação verifica-se em Paris, em língua inglesa, depois de ter sido censurado em Inglaterra.”

[208]

1 Setembro, 2003 at 7:26 am

“Entrada do dia” (Domingo) – Terras do Nunca

“A fractura ideológica” 

“Acho, obviamente, que não pensamos todos o mesmo acerca das coisas básicas da vida e que, de alguma forma, nos podemos arrumar, mais ou menos ideologicamente, em tribos. Daí, a inevitável catalogação. 

Penso, porém, que hoje em dia esse tipo de catalogações são meramente retóricas, pouco operacionais. 

Quero com isto dizer que, talvez devido à queda do Muro e etc., esgotou-se de alguma forma a carga pragmática dessas tribos.” 

Pode ler o texto completo aqui

1 Setembro, 2003 at 7:25 am


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