Posts tagged ‘Liga Campeões’

Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão)

Wolfsburg – Real Madrid – 2-0
Bayern – Benfica – 1-0
Barcelona – At. Madrid – 2-1
Paris St.-Germain – Manchester City – 2-2

6 Abril, 2016 at 8:41 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão) – Bayern – Benfica

BayernBayern München – Manuel Neuer,  Philipp Lahm, Joshua Kimmich (60m – Javi Martínez), David Alaba, Juan Bernat, Thiago Alcântara, Arturo Vidal, Douglas Costa (70m – Kingsley Coman), Thomas Müller (85m – Mario Götze), Franck Ribéry e Robert Lewandowski

BenficaBenfica – Ederson Moraes, André Almeida, Jardel, Victor Lindelöf, Eliseu, Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (90m – Andreas Samaris), Nico Gaitán, Jonas (83m – Eduardo Salvio) e Konstantinos Mitroglou (70m – Raúl Jiménez)

1-0 – Arturo Vidal – 2m

Cartões amarelos – Franck Ribéry (22m) e Juan Bernat (42m); Jonas (58m) e Victor Lindelöf (62m)

Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)

Ainda não se tinha esgotado o primeiro minuto de jogo e já o Bayern “dizia” ao que vinha, dando largura ao seu jogo ofensivo, ameaçando, desde logo, a baliza benfiquista.De imediato, a equipa portuguesa procuraria ainda ripostar, numa primeira jogada ofensiva, como que a querer dar “prova de vida”.

Contudo, ainda antes de completado o segundo minuto, uma falha defensiva da equipa portuguesa, deixando caminho aberto no flanco esquerdo do ataque bávaro, proporcionando o cruzamento, a que Arturo Vidal daria a melhor sequência para as suas cores, colocando o Bayern, desde logo, em vantagem no marcador.

Imprimindo grande intensidade ao seu jogo, a equipa alemã forçou o Benfica a acantonar-se na sua zona defensiva, submetida a enorme pressão, com muita dificuldade em ter bola, e, ainda mais, em esboçar qualquer lance de ataque. Uma fase, de cerca de vinte minutos, em que se receou o pior. Valeria a concentração do guarda-redes Ederson, a opor-se com eficácia às investidas contrárias.

Ainda antes do final do primeiro tempo, a formação portuguesa, passando a acertar as marcações, conseguiria refrear a intensidade do Bayern, começando a conseguir pegar no jogo, faltando-lhe apenas um pouco mais de confiança para ser mais consequente nas saídas para o meio-campo contrário.

O que não obstaria a que, numa dessas saídas, quando Gaitán tentava cruzar para a área, a trajectória da bola tivesse sido interrompida pelo contacto com o braço do defesa alemão, Lahm, em queda, num lance passível de grande penalidade, que o critério do árbitro entendeu não sancionar.

Na segunda parte, ao invés do que sucedera na fase inicial da partida, seria o Bayern a ver-se surpreendido pela personalidade evidenciada pelo Benfica, a ganhar, gradualmente, a tal confiança, colocando um “pauzinho” na engrenagem alemã, que – não obstante ter criado mais alguns lances de perigo – não só não conseguiria manter o ritmo que impusera na fase inicial do encontro, como denotava então dificuldades para desenvolver uma toada atacante.

Mais, seria o Benfica a beneficiar inclusivamente de algumas soberanas oportunidades para marcar, não tendo contudo Jonas conseguido ultrapassar Manuel Neuer, num primeiro lance, enquanto, noutra ocasião, seria Javi Martínez a evitar o golo benfiquista.

Depois de ter colocado como que “em sentido” o adversário, a turma encarnada teria ainda de suportar o assédio final do Bayern, em busca do ampliar de uma (inesperadamente) magra vantagem. E o Benfica continuaria a ser competente, acabando os alemães por se conformar, pensando certamente que seria preferível não sofrer o golo do empate, do que arriscar na procura do segundo tento.

Um resultado tangencial que deixa tudo em aberto para a 2.ª mão, premiando a dignidade e a entrega do Benfica, e a forma concentrada como soube resistir nos períodos de maior dificuldade. Enfrentando uma grande desproporção de meios, a equipa portuguesa terá consciência de que será necessário fazer ainda melhor, superar-se, se quiser continuar a sonhar.

Perante o poderio do adversário, parece difícil perspectivar que o mesmo possa ser contido, de forma a manter a baliza benfiquista inviolada – um golo do Bayern em Lisboa praticamente definiria o desfecho da eliminatória -, em paralelo com a imperiosa necessidade de correr riscos acrescidos, que possam proporcionar o(s) indispensável(is) golo(s) do Benfica… mas sabemos que não há vencedores antecipados, e que o futebol tem uma magia única…

5 Abril, 2016 at 8:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 Final

Wolfsburg – Real Madrid
Bayern – Benfica
Barcelona – At. Madrid
Paris St.-Germain – Manchester  City

Os jogos da primeira mão serão disputados nos próximos dias 5 e 6 de Abril de 2016. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 12 e 13 de Abril.

18 Março, 2016 at 11:13 am Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)

                           2ª mão         1ª mão          Total
Wolfsburg - Gent             1-0            3-2            4-2
Real Madrid – Roma           2-0            2-0            4-0
Chelsea - Paris St.-Germain  1-2            1-2            2-4
Barcelona - Arsenal          3-1            2-0            5-1
Bayern - Juventus            2-2 (4-2 a.p.) 2-2            6-4
At. Madrid - PSV             0-0            0-0   (8-7 gp) 0-0
Zenit - Benfica              1-2            0-1            1-3
Manchester City - D. Kyiv    0-0            3-1            3-1

16 Março, 2016 at 10:15 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Zenit – Benfica

Zenit S. PetersburgoZenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin, Aleksandr Anyukov (58m – Igor Smolnikov), Nicolas Lombaerts, Luís Neto, Yuri Zhirkov, Axel Witsel, Maurício (82m – Artur Yusupov), Hulk, Danny, Aleksandr Kokorin (58m – Oleg Shatov) e Artem Dzyuba

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Victor Lindelöf, Andreas Samaris, Eliseu, Ljubomir Fejsa, Renato Sanches, Pizzi (73m – Salvio), Nico Gaitán, Jonas (90m – Anderson Talisca) e Konstantinos Mitroglou (67m – Raúl Jiménez)

1-0 – Hulk – 69m
1-1 – Nico Gaitán – 85m
1-2 – Anderson Talisca – 90m

Cartões amarelos – Konstantinos Mitroglou (36m) e Pizzi (49m); Hulk (90m)

Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)

Chegando à Rússia com uma tão preciosa quão magra vantagem de um único golo, da primeira mão, o Benfica visava replicar o desfecho da eliminatória – em análoga fase da competição – que opôs ambas as equipas há quatro anos (e, assim reverter, a imagem que ficara dos dois desaires da temporada anterior, então ainda na “Fase de Grupos”).

Enfrentando este jogo da 2.ª mão com serenidade, a equipa portuguesa procurou posicionar-se de forma a jogar em todo o campo, encarando o Zenit sem excessivas cautelas defensivas – actuando com uma dupla de centrais improvisada, com o recuo do grego Samaris -, consciente da importância de marcar neste desafio.

Ainda no primeiro quarto de hora já Jonas testara, por duas vezes, o guardião contrário, Lodygin,tendo também a formação russa ameaçado a baliza benfiquista, numa fase em que Samaris se adaptava ainda à nova posição. Até final do primeiro tempo, apenas num livre de Hulk, os visitados conseguiriam criar nova situação de perigo.

Com o decorrer do tempo, e a manutenção do nulo, o Benfica começava a tornar-se mais conservador, ao mesmo tempo que, paralelamente, o Zenit arriscava mais, pressionando sobre o meio-campo português.

À passagem do quarto de hora da segunda metade, a turma benfiquista perdera o controlo do jogo, com os russos então bastante ameaçadores, por duas ou três ocasiões. Pouco depois de Jonas ter desperdiçado uma oportunidade perante Lodygin, Hulk chegaria mesmo ao golo, na sequência de um lance algo controverso, em que o defesa Nélson Semedo foi “abalroado” por um adversário.

Reagindo bem, o Benfica acabaria por ser premiado, já na fase derradeira da partida, com o ambicionado tento, que, praticamente, selava o desfecho da eliminatória, com Nico Gaitán, muito concentrado, a empurrar para a baliza uma bola devolvida pela trave, após excelente remate de Raúl Jiménez.

Tal como no Estádio da Luz, o conjunto português voltaria a ser feliz, chegando mesmo, já em período de compensação, ao golo da vitória. Um resultado que confirma a superioridade benfiquista no conjunto das duas mãos, voltando assim, quatro anos depois, a marcar presença nos 1/4 de final da “Liga dos Campeões”.

9 Março, 2016 at 6:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)

17.02.2016 – Gent – Wolfsburg – 2-3
17.02.2016 – Roma – Real Madrid – 0-2
16.02.2016 – Paris St.-Germain – Chelsea – 2-1
23.02.2016 – Arsenal – Barcelona – 0-2
23.02.2016 – Juventus – Bayern – 2-2
24.02.2016 – PSV – At. Madrid – 0-0
16.02.2016 – Benfica – Zenit – 1-0
24.02.2016 – D. Kyiv – Manchester City – 1-3

24 Fevereiro, 2016 at 9:38 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão) – Benfica – Zenit

BenficaBenfica – Júlio César, André Almeida, Victor Lindelöf, Jardel, Eliseu, Andreas Samaris, Renato Sanches, Pizzi (71m – Mehdi Carcela-Gonzalez), Nico Gaitán, Jonas e Konstantinos Mitroglou (63m – Raúl Jiménez)

Zenit S. PetersburgoZenit S. Petersburgo – Yuri Lodygin; Aleksandr Anyukov, Ezequiel Garay, Nicolas Lombaerts, Domenico Criscito; Axel Witsel, Javi García, Oleg Shatov (81m – Yuri Zhirkov), Hulk, Danny (87m – Maurício) e Artem Dzyuba (74m – Aleksandr Kokorin)

1-0 – Jonas – 90m

Cartões amarelos – André Almeida (16m), Jardel (35m), Pizzi (43m) e Jonas (90m); Axel Witsel (32m), Javi García (59m) e Domenico Criscito (67m)

Cartão vermelho – Domenico Criscito (90m)

Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)

Encarando esta partida da 1.ª mão dos 1/8 de final com a necessária precaução, o Benfica privilegiou mais a segurança defensiva, na procura de manter a sua baliza inviolada, que, propriamente, uma acção continuada de ataque, em busca do golo.

Não quer isto dizer que não tenha sido dos benfiquistas a iniciativa maior de assumir o jogo, e o controlo / domínio, num desafio muito “fechado”, em que também o Zenit não pareceu disposto a correr riscos, pensando também, em primeira análise, em manter o nulo, e levar a decisão da eliminatória para S. Petersburgo.

Aliás, da parte da equipa russa, num balanço geral, nem sequer se pode considerar que tenha procurado explorar com efectividade o contra-ataque, tal a prudência e conservadorismo revelados, sem ameaçar a baliza contrária, apenas visada uma vez por Hulk.

Só na segunda parte a equipa portuguesa pareceu ter interiorizado, de forma mais convicta, a importância de se colocar em vantagem, atacando então com maior insistência. Nessa fase o Benfica construiria então algumas situações de perigo, em especial à passagem dos 70 minutos, quando Gaitán teve a maior oportunidade, negada pelo guardião da equipa russa.

Logo de seguida, também Jardel podia ter inaugurado o marcador. Mas, na verdade, notava-se alguma falta de discernimento por parte dos benfiquistas no momento da finalização, que impedia o concretizar do objectivo.

Pelo que acabaria por ser com alguma felicidade – pelo menos em termos de “timing” – que o Benfica conseguiria chegar ao golo, que consumaria o triunfo, num bom desvio de cabeça de Jonas, dando a melhor sequência a um livre apontado por Gaitán.

Um tento que poderá revelar-se precioso para o desfecho desta contenda… desde que o Benfica se consciencialize que, tão ou ainda mais importante que este golo, será marcar na Rússia…

16 Fevereiro, 2016 at 10:18 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/8 Final

Gent – Wolfsburg
Roma – Real Madrid
Paris St.-Germain – Chelsea
Arsenal – Barcelona
Juventus – Bayern
PSV – At. Madrid
Benfica – Zenit
D. Kyiv – Manchester  City

Os jogos da primeira mão serão disputados nas seguintes datas: 16, 17, 23 e 24 de Fevereiro de 2016. Por seu lado, as partidas da segunda mão estão agendadas para 8, 9, 15 e 16 de Março.

14 Dezembro, 2015 at 11:19 am Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Paris St.-Germain – Shakhtar Donetsk – 2-0
Real Madrid – Malmö – 8-0

1º Real Madrid, 16; 2º Paris St.-Germain, 13; 3º Shakhtar Donestsk, 3; 4º Malmö, 3

Grupo B
Wolfsburg – Manchester United – 3-2
PSV – CSKA Moskva – 2-1

1º Wolfsburg, 12; 2º PSV, 10; 3º Manchester United, 8; 4º CSKA Moskva, 4

Grupo C
Galatasaray – Astana – 1-1
Benfica – At. Madrid – 1-2

1º At. Madrid, 13; 2º Benfica, 10; 3º Galatasaray, 5; 4º Astana, 4

Grupo D
Manchester City – Borussia M’gladbach – 4-2
Sevilla – Juventus – 1-0

1º Manchester City, 12; 2º Juventus, 11; 3º Sevilla, 6; 4º Borussia M’gladbach, 5 

Grupo E
Bayer Leverkusen – Barcelona – 1-1
Roma – BATE Borisov – 0-0

1º Barcelona, 14; 2º Roma, 6; 3º Bayer Leverkusen, 6; 4º BATE Borisov, 5

Grupo F
D. Zagreb – Bayern – 0-2
Olympiakos – Arsenal – 0-3

1º Bayern, 15; 2º Arsenal, 9; 3º Olympiakos, 9; 4º D. Zagreb, 3

Grupo G
D. Kyiv – Maccabi Tel-Aviv – 1-0
Chelsea – FC Porto – 2-0

1º Chelsea, 13; 2º D. Kyiv, 11; 3º FC Porto, 10; 4º Maccabi Tel-Aviv, 0

Grupo H
Valencia – Lyon – 0-2
Gent – Zenit – 2-1

1º Zenit, 15; 2º Gent, 10; 3º Valencia, 6; 4º Lyon, 4

Obtiveram o apuramento para os 1/8 de final as seguintes equipas: Real Madrid, Paris St.-Germain, Wolfsburg, PSV Eindhoven, At. Madrid, Benfica, Manchester City, Juventus, Barcelona, Roma, Bayern, Arsenal, Chelsea, D. Kyiv, Zenit e Gent.

Numa repartição por países, temos os seguinte contingentes: Espanha (3), Inglaterra (3), Alemanha (2), Itália (2) e Bélgica, França, Holanda, Portugal, Rússia e  Ucrânia (1 cada).

Transitam para a Liga Europa (1/16 de final) as seguintes equipas: Shakhtar Donetsk, Manchester United, Galatasaray, Sevilla, Bayer Leverkusen, Olympiakos, FC Porto e Valencia.

9 Dezembro, 2015 at 9:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 6ª Jornada – Benfica – At. Madrid

BenficaBenfica – Júlio César, André Almeida, Lisandro López, Jardel, Eliseu, Lubjomir Fejsa, Renato Sanches, Pizzi, Nico Gaitán (76m – Mehdi Carcela-González), Gonçalo Guedes (45m – Kostas Mitroglou) e Jonas (61m – Raúl Jiménez)

At. MadridAt. Madrid – Jan Oblak, Juanfran, Stefan Savić, Diego Godín, Filipe Luís, Koke, Saúl Ñíguez, Gabi, Yannick Ferreira-Carrasco (73m – Óliver Torres), Luciano Vietto  (63m – Fernando Torres) e Antoine Griezmann (90m – José María Giménez)

0-1 – Saúl Ñíguez – 33m
0-2 – Luciano Vietto – 55m
1-2 – Kostas Mitroglou – 75m

Cartões amarelos – Lubjomir Fejsa (77m); Diego Godín (68m), Saúl Ñíguez  (70m) e Óliver Torres (89)

Árbitro – Ovidiu Haţegan (Roménia)

Entrando em campo, para a derradeira ronda, em posição privilegiada, já com o apuramento garantido, e em 1.º lugar – pelo que o empate lhe bastaria para o manter -, o Benfica enfrentava, não obstante, uma tarefa de muito elevado grau de dificuldade, perante o actual vice-líder do campeonato espanhol, a um único ponto do líder Barcelona, e à frente do Real Madrid.

Compreende-se portanto as cautelas com que a equipa portuguesa encarou este desafio, sabendo do fortíssimo potencial do seu opositor. E, durante os primeiros vinte minutos, o Benfica foi equilibrando a contenda, que arrancou em toada morna, sem grandes ocasiões de perigo.

Porém, ainda antes da meia hora, já o At. Madrid havia tomado conta das operações, e não só controlava o jogo, como passara a ameaçar com insistência a baliza benfiquista, antecipando-se o que acabaria por suceder aos 33 minutos, como corolário lógico do intensificar da pressão, que a formação portuguesa não conseguia então suster: o golo dos espanhóis.

Até final do primeiro tempo, agora já com as posições invertidas, ou seja, já com o At. Madrid a assumir a liderança do grupo, o ritmo e intensidade de jogo acalmaria bastante.

Na segunda parte, forçado a arriscar, o Benfica reforçaria o ataque, com a entrada de Mitroglou, que, logo nos minutos iniciais, teria boa iniciativa, como que um “aviso” a Oblak.

Contudo, em mais uma jogada rápida, surpreendendo a ala direita da defesa benfiquista, o At. Madrid ampliaria a vantagem para 2-0. Pensou-se, então, que o resultado estava feito, e que, aliás, poderia vir a agravar-se para as cores lusas.

Foi então que, num assomo de grande dignidade, o Benfica revelaria grande capacidade de reacção, que seria recompensada com o golo de Mitroglou.

A partir daí, e praticamente até final, com os níveis de confiança substancialmente reforçados, a turma benfiquista conseguiria mesmo empurrar a equipa espanhola para o seu reduto defensivo, criando bons lances, e tendo beneficiado de uma oportunidade soberana, num remate de cabeça de Raúl Jiménez que ficou muito perto do êxito. Curiosamente, assistia-se, nesta fase, como que a um reflexo espelhado do período de domínio espanhol da primeira parte.

De forma pragmática, evitando correr riscos – traduzindo também, paralelamente, um indício de respeito face ao desempenho que o Benfica vinha patenteando -,  o At. Madrid finalizaria o encontro “queimando tempo”, bem patente nos derradeiros minutos, em situações como um pontapé de canto que “ninguém” parecia querer marcar, assim como na substituição efectuada já em período de compensação.

Com uma actuação colectiva que não envergonha ninguém, e em que merece especial realce a soberba exibição do jovem (18 anos) Renato Sanches, ao Benfica faltou a “estrelinha” que lhe possibilitasse repetir a evolução do marcador que se registara na partida anterior, em Astana, o que lhe teria proporcionado a vitória no grupo…

8 Dezembro, 2015 at 9:36 pm Deixe um comentário

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