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CAMPEÕES
Guarda-Redes – Moreira (15 jogos), Quim (19 jogos)
Defesas – Miguel (22 jogos, 2 golos), Ricardo Rocha (25 jogos), Luisão (29 jogos, 2 golos), Argel (10 jogos, 1 golo), Amoreirinha (8 jogos), Alcides (6 jogos), André Luiz (1 jogo), Fyssas (16 jogos), Manuel Dos Santos (21 jogos)
Médios – Petit (29 jogos, 2 golos), Manuel Fernandes (29 jogos, 1 golo), Paulo Almeida (6 jogos), Zahovic (10 jogos), João Pereira (27 jogos), Geovanni (31 jogos, 6 golos), Carlitos (10 jogos), Bruno Aguiar (19 jogos), Everson (1 jogo), Nuno Assis (15 jogos, 2 golos), Simão (34 jogos, 15 golos)
Avançados – Nuno Gomes (23 jogos, 7 golos), Sokota (11 jogos, 4 golos), Karadas (27 jogos, 4 golos), Mantorras (15 jogos, 5 golos), Delibasic (3 jogos)
Equipa técnica – Giovanni Trapattoni, Álvaro Magalhães, Adriano Bardoni, Fausto Rossi
ESTÁ QUASE…

O Benfica é quase Campeão… mas esta não é ainda a hora da euforia; vai ser necessário ter ainda a paciência de esperar mais uma semana e sofrer muito, lutar até ao fim, jogar de forma concentrada a última partida, com o Boavista, no Estádio do Bessa, para garantir oficialmente um título que já deveria ser “oficiosamente” seu (caso tivessem sido contados todos os golos que marcou na prova, em concreto no jogo contra aquele que é agora o seu único competidor na disputa do primeiro lugar).
Tal como é imperioso não esquecer o ensinamento do jogo de hoje: que quem joga para empatar, muitas vezes acaba por perder, como aconteceu com o Sporting.
Efectivamente, se houve uma equipa que pretendeu ganhar este jogo, essa foi a do Benfica, que, porfiando, nem sempre da melhor forma, mas sem nunca desistir de procurar a vitória, veria o seu esforço premiado com o golo de Luisão, a desviar de cabeça, junto a Ricardo, um livre marcado por Petit, iam decorridos 84 minutos de jogo.
O Sporting, trocando muito bem a bola como é seu timbre, arriscou jogar para “não ganhar” e ao optar por essa estratégia (em lugar de jogar “o jogo pelo jogo”), pensando que tinha a partida controlada, ficou à mercê de um golo, que o fez perder o jogo… e, com ele, o Campeonato.
No mais competitivo Campeonato de que há memória (com quatro candidatos até à penúltima jornada… agora reduzidos a apenas dois), o Sporting, tendo realizado inquestionavelmente algumas das melhores exibições da época, não teve a capacidade de manter um nível exibicional suficientemente constante. Nesta perspectiva, o FC Porto não poderá nunca também ser o vencedor deste Campeonato.
Tem a palavra o Benfica. Está quase…
P. S. Decidi “repescar” para o corpo desta “entrada” o comentário de um incondicional adepto do Sporting (por acaso, meu amigo). Acho que vale a pena ler o que escreve o Carlos Paixão.
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"MEDO DE VENCER"
A imagem que transparece no final deste FC Porto – Benfica.
E, todavia, o jogo até começou de forma animada, com um cariz um pouco como reverso do encontro de Lisboa: o Benfica entrou melhor no jogo, para, cerca dos 20 minutos, o FC Porto conseguir equilibrar; até final da primeira parte, ambas as equipas pareciam ter uma disposição de conquista, jogando o jogo pelo jogo, procurando o golo (a espaços, chegou a pensar-se numa espécie de reedição do recente Benfica – Sporting para a Taça de Portugal).
Na segunda parte, e também numa inversão da partida da primeira volta, foi o FC Porto que surgiu mais dominador, com o Benfica a ir, gradualmente, “desaparecendo” do jogo.
Até que surgiu, com alguma naturalidade, o golo do FC Porto, por intermédio do inevitável McCarthy (embora na sequência de duas oportunidades perdidas pelo Benfica, com Nuno Assis a rematar ao poste e Geovanni isolado, a contornar Vítor Baía, mas a rematar já sem ângulo).
De alguma forma, talvez inesperadamente, o Benfica reagiu bem e fez por merecer o empate, que conseguiria por Geovanni, na sequência de um canto. Faltavam cerca de 10 minutos e, a partir daí, ambas as equipas denotaram o tal “medo de vencer”; ambas tiveram mais uma ou duas oportunidades de golo, mas pareciam já satisfeitas com o empate.
Resultado justo, evidentemente… como justo foi o “empate” da primeira volta.
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“SUPERLIGA” 2003-04 – CLASSIFICAÇÃO FINAL
Total Casa Fora
Jg V E D G Pt V E D G V E D G
1 FC Porto 34 25 7 2 63-19 82 17 0 0 39- 6 8 7 2 24-13
2 SL Benfica 34 22 8 4 62-28 74 11 4 2 29-15 11 4 2 33-13
3 Sporting CP 34 23 4 7 60-33 73 14 2 1 30- 7 9 2 6 30-26
4 CD Nacional 34 17 5 12 56-35 56 13 2 2 43-14 4 3 10 13-21
5 SC Braga 34 15 9 10 36-38 54 8 5 4 20-20 7 4 6 16-18
6 Rio Ave FC 34 12 12 10 42-37 48 9 6 2 29-14 3 6 8 13-23
7 CS Marítimo 34 12 12 10 35-33 48 9 7 1 22-11 3 5 9 13-22
8 Boavista FC 34 12 11 11 32-31 47 8 6 3 17-14 4 5 8 15-17
9 Moreirense SC 34 12 10 12 33-33 46 9 6 2 21-13 3 4 10 12-20
10 U. D. Leiria 34 11 12 11 43-45 45 7 7 3 26-21 4 5 8 17-24
11 SC Beira Mar 34 11 8 15 36-45 41 7 6 4 22-16 4 2 11 14-29
12 Gil Vicente FC 34 10 10 14 43-40 40 8 4 5 26-15 2 6 9 17-25
13 A. Académica C. 34 11 5 18 40-42 38 6 2 9 20-20 5 3 9 20-22
14 VSC Guimarães 34 9 10 15 31-40 37 7 4 6 19-16 2 6 9 12-24
15 CF Os Belenenses 34 8 11 15 35-54 35 6 4 7 20-23 2 7 8 15-31
16 FC Alverca 34 10 5 19 33-49 35 6 2 9 18-23 4 3 10 15-26
17 FC P. Ferreira 34 8 4 22 27-53 28 6 2 9 14-24 2 2 13 13-29
18 CF E. Amadora 34 4 5 25 22-74 17 3 5 9 14-28 1 0 16 8-46
Liga dos Campeões – FC Porto
Liga dos Campeões (3ª Pré-Eliminatória) – SL Benfica
Taça UEFA – Sporting CP, CD Nacional, SC Braga e CS Marítimo
Despromovidos à II Liga – FC Alverca, FC P. Ferreira e CF E. Amadora
Promovidos à Superliga – GD Estoril-Praia, VFC Setúbal e FC Penafiel
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