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BENFICA, 1 – FC PORTO, 1
Melhor – O FC Porto na primeira parte, impondo a vantagem em termos de compleição física dos seus jogadores, jogando compacto, de forma agressiva (nos limites da virilidade e da dureza… ou para além deles – nomeadamente com Bruno Alves com uma entrada intimidatória sobre Simão Sabrosa, logo aos 3 minutos, que lhe valeria o primeiro de vários cartões amarelos), com um meio-campo dominante, controlando o jogo, manietando um Benfica “desligado”, que nunca teve a capacidade de jogar como conjunto, com os sectores muito afastados e com o meio-campo a não conseguir “pegar no jogo”.
Indigno – O anti-jogo do FC Porto durante a segunda parte, impróprio de uma equipa que é campeã e que luta por revalidar o título. Depois de um golo feliz – a finalizar a primeira parte – na sequência de um lance de bola parada, com Pepe a surgir sozinho ao segundo poste, para empurrar facilmente, de cabeça, para a baliza, o FC Porto da segunda metade da partida não só abdicou de jogar o jogo pelo jogo, como tudo procurou fazer para evitar que o Benfica pudesse jogar; sucessivas simulações de lesões; múltiplas paragens para quebrar o ritmo da partida; um espectáculo muito pobre.
Magia – A forma como Rui Costa, entrando para a segunda metade do encontro, pautou, como verdadeiro “maestro” o futebol de ataque do Benfica, fazendo sucessivas aberturas, solicitando a desmarcação dos seus colegas, fazendo-os correr, dando dinâmica ao futebol do Benfica. O golo do empate – na sequência de uma jogada algo confusa, com David Luiz a rematar e a bola ainda a embater em Lucho antes de entrar na baliza – acabaria por ser magro pecúlio para a qualidade do futebol enleante do Benfica, com sucessivas subidas pelos flancos, ora por Nélson, ora por Léo, com Simão Sabrosa a chegar claramente tarde ao flanco esquerdo (depois de ter andado perdido no meio do terreno durante toda a primeira parte); no último quarto de hora, o FC Porto passou por sérios apuros, sem conseguir suster a dinâmica benfiquista.
Ausente – Quaresma praticamente não tocou na bola, sempre bem marcado por Nélson, que procurou levar o jogo para áreas mais avançadas, a que Quaresma não recuava (não gosta de defender…), pelo que o criativo do FC Porto acabou por andar quase sempre afastado do “centro das operações”, numa partida em que “passou ao lado” do jogo.
Impossível – A defesa de Helton, já em período de descontos, a evitar o golo da vitória do Benfica, na sequência de um cabeceamento subtil de Mantorras. Teria ainda tempo para nova excelente defesa, a remate forte de Derlei.
Empate – Um resultado que serve melhor as ambições do FC Porto, mantendo um ponto de vantagem na classificação, quando restam agora 7 jogos até final do campeonato… que continua, em aberto, possivelmente numa disputa a três, se o Sporting vencer amanhã. Neste encontro, só uma equipa procurou a vitória: essa, foi o Benfica.
CAMPEONATOS NACIONAIS DE FUTEBOL – 2000 JORNADAS
Concluída a 2 000ª jornada da história dos Campeonatos Nacionais de Futebol (desde a época de 1934-35, a partir de 20 de Janeiro de 1935) – subsistindo por disputar o jogo da 1ª jornada da presente época, entre o Benfica e o Belenenses -, é o seguinte o ranking geral (considerando 3 pontos por vitória):
Pres. J V E D GM GS P 1º Benfica 73 1999 1351 379 269 4911-1826 4432 2º FC Porto 73 2000 1297 370 333 4453-1883 4261 3º Sporting 73 2000 1243 411 346 4549-1949 4140 4º Belenenses 69 1871 800 443 628 3082-2371 2843 5º Guimarães 62 1808 697 431 680 2607-2619 2522 6º Setúbal 59 1640 591 380 669 2383-2468 2153 7º Boavista 50 1486 590 365 531 2032-2073 2135 8º Braga 51 1524 534 369 621 1969-2267 1971 9º Académica 55 1408 451 286 670 2064-2592 1639 10º Marítimo 27 880 298 251 331 973-1078 1145
SPORTING – BENFICA – 0-2
Num fraco espectáculo de futebol, o Benfica obteve hoje uma clara vitória no Estádio José Alvalade, no jogo que marca a 2000ª jornada da história dos Campeonatos Nacionais de Futebol.
Entrando em campo – de forma algo surpreendente – com mais tranquilidade, o Benfica assumiu a iniciativa: ainda antes dos dois minutos, obrigando Ricardo a excelente intervenção para evitar o golo… que chegaria na conversão do consequente canto, com Ricardo Rocha a cabecear sem hipóteses para o guarda-redes adversário, numa fulgurante antecipação à defesa sportinguista.
Não parecendo nunca dispor de soluções para impor o seu futebol, o Sporting veria o Benfica, sempre sereno, “arrumar a questão” cerca da meia hora de jogo, com Simão Sabrosa a concluir de forma excelente um rápido contra-ataque.
Ainda antes do intervalo, o Benfica poderia ter dado ao resultado uma expressão que seria porventura exagerada, com um poderoso remate a embater com estrondo na trave da baliza do Sporting e, a findar o primeiro tempo, na sequência de um livre, obrigando Ricardo a nova difícil defesa.
Na segunda parte, praticamente “não houve jogo”; a partida caiu numa fase de monotonia, com o Sporting sem encontrar antídoto para contrariar o sistema defensivo do Benfica, que, por seu lado, “descansado” sobre a vantagem obtida, confiante que a vitória não lhe escaparia, também não repetiria as iniciativas da primeira parte.
Vitória incontestável do Benfica, que assim reduz o atraso na tabela classificativa face ao seu adversário de hoje.
Em termos estatísticos, nos 145 jogos já disputados entre Benfica e Sporting (a contar para o Campeonato Nacional, nas suas 73 edições), o Benfica somou a 67ª vitória (28ª no terreno do adversário), contra apenas 44 triunfos do Sporting, tendo sido registados 34 empates, com uma vantagem benfiquista de 258-212 a nível de golos marcados e sofridos.
Na globalidade, em 2 000 jogos disputados, o Sporting obteve 1 243 vitórias, 411 empates e 346 derrotas, com 4549-1949 em golos.
O Benfica, que realizou hoje o seu 1999º jogo na história dos Campeonatos Nacionais de Futebol (tem em atraso o jogo da 1ª jornada, com o Belenenses…), averbou já 1 351 vitórias, 379 empates, tendo consentido 269 derrotas, com 4 911-1826 em golos.
Por seu lado, o FC Porto, também com 1999 jogos (disputará amanhã o 2000º, com o Boavista), conta com 1 296 vitórias, 370 empates e 333 derrotas, com 4451-1883 em golos.
FC PORTO, 3 – BENFICA, 2
O Benfica foi infeliz na partida de hoje.
Não obstante, tem culpas próprias no facto de ter perdido um jogo que podia (devia) ter ganho.
Foi infeliz porque sofreu um primeiro golo na sequência de um ressalto; um segundo golo, numa excelente execução de Ricardo Quaresma, a driblar Nélson no flanco esquerdo e a rematar em arco ao poste mais distante, numa jogada de belo efeito, mas que raramente tem êxito; um terceiro golo, no último minuto do tempo de descontos, num lance que tem início num lançamento de linha lateral para a área, onde, após alguma confusão, surgiu Bruno Moraes a desviar para a baliza.
Foi ainda “infeliz” em ter enfrentado um inspirado Helton que, com 3 soberbas defesas, impediu outros tantos golos (Quim teve duas intervenções similares, uma delas logo no início da partida).
Tem culpas próprias porque, encontrando-se a perder por 2-0 cerca dos 20 minutos, como que “entregando”, logo aí, o jogo ao adversário, mais uma vez “perdeu o Norte”, tendo, após o 2º golo, passado cerca de um quarto de hora completamente “à deriva”, podendo, nesse lapso de tempo, o FC Porto ter “arrumado” definitivamente com o encontro.
Tem também culpas próprias porque, depois de uma excelente reacção na segunda parte, conseguindo fazer o mais difícil (chegar ao empate em pleno Estádio do Dragão, anulando uma desvantagem de 2 golos) e, numa fase do jogo em que estava claramente na “mó de cima” (nos últimos 10 minutos), não teve a ambição necessária para (com o FC Porto quase “encostado às cordas”) ganhar.
Teve ainda culpas próprias porque, há semelhança do período de “desnorte” da primeira parte, esteve desconcentrado no lance que proporcionou uma imerecida vitória ao FC Porto.
Podia (devia) ter ganho o jogo, porque “este” FC Porto se encontra ainda muito longe do nível que nos habituámos a ver nos últimos anos; tal como denotam as respectivas posições na Liga dos Campeões, quer a equipa portista quer a do Benfica têm, nesta fase, muita dificuldade em competir a nível europeu. Estão ainda ambas em busca de mais consistência e regularidade exibicional.
Nesta partida, o FC Porto, desde cedo com a vitória “garantida”, não só não aproveitou a deriva do Benfica, como perderia, logo desde os 35 minutos da primeira parte, o controlo do jogo, tendo a equipa benfiquista criado, para além dos golos, mais três oportunidades soberanas, superiormente negadas por Helton (numa delas, beneficiando da imperícia do atacante adversário que, com a baliza à mercê, rematou ao alcance do guarda-redes portista).
Perante duas partes tão desiguais e com duas equipas ainda em “processo de crescimento”, talvez o empate fosse o resultado mais ajustado… embora, a haver um vencedor, esse não devesse ser a equipa da casa…
LIGA 2005-06 – CLASSIFICAÇÃO FINAL
Total Casa Fora
Jg V E D G Pt V E D G V E D G
1 FC Porto 34 24 7 3 54-16 79 13 3 1 32- 7 11 4 2 22- 9
2 Sporting CP 34 22 6 6 50-24 72 12 2 3 23- 7 10 4 3 27-17
3 SL Benfica 34 20 7 7 51-29 67 11 4 2 27-10 9 3 5 24-19
4 SC Braga 34 17 7 10 38-22 58 12 3 2 27-10 5 4 8 11-12
5 CD Nacional 34 14 10 10 40-32 52 8 6 3 27-18 6 4 7 13-14
6 Boavista FC 34 12 14 8 37-29 50 8 6 3 24-17 4 8 5 13-12
7 U. D. Leiria 34 13 8 13 44-42 47 6 6 5 22-17 7 2 8 22-25
8 VFC Setúbal 34 14 4 16 28-33 46 8 1 8 15-13 6 3 8 13-20
9 CF E. Amadora 34 12 9 13 31-33 45 7 6 4 18-15 5 3 9 13-18
10 CS Marítimo 34 10 14 10 38-37 44 7 7 3 21-14 3 7 7 17-23
11 FC P. Ferreira 34 11 9 14 38-49 42 8 4 5 24-17 3 5 9 14-32
12 Gil Vicente FC 34 11 7 16 37-42 40 8 4 5 26-18 3 3 11 11-24
13 A. Naval 1º Maio 34 11 6 17 35-48 39 7 3 7 21-22 4 3 10 14-26
14 A. Académica C. 34 10 9 15 37-48 39 5 5 7 15-20 5 4 8 22-28
15 CF Os Belenenses 34 11 6 17 40-42 39 7 2 8 24-19 4 4 9 16-23
16 Rio Ave FC 34 8 10 16 34-53 34 6 4 7 20-23 2 6 9 14-30
17 VSC Guimarães 34 8 10 16 28-41 34 5 5 7 17-19 3 5 9 11-22
18 FC Penafiel 34 2 9 23 21-61 15 2 5 10 10-22 - 4 13 11-39
Liga dos Campeões – FC Porto e Sporting CP
Liga dos Campeões (3ª Pré-Eliminatória) – SL Benfica
Taça UEFA – SC Braga, CD Nacional e VFC Setúbal
Despromovidos à II Liga – CF Belenenses, Rio Ave FC, VSC Guimarães e FC Penafiel
Promovidos à I Liga – SC Beira-Mar e CD Aves
– O FC Porto somou o seu 21º título de Campeão Nacional em 72 edições da prova; foi vice-campeão por 24 vezes; 10 3º lugares; 11 4ª lugares; 3 5º lugares; 1 6º; 1 7º; e 1 9º lugar
– O Sporting conquistou já 18 títulos de Campeão; sendo vice-campeão pela 16ª vez; 24 vezes 3º; 10 4º lugares; e 4 5º lugares.
– O Benfica, já Campeão por 31 vezes; conta ainda 24 vice-campeonatos; tendo obtido pela 13ª vez o 3º lugar; 3 4º lugares; e 1 6º lugar.
LIGA – CENÁRIOS DE DESPROMOÇÃO
Chega hoje ao termo o campeonato da Liga de Futebol, ainda com 7 equipas ameaçadas pelo espectro da despromoção, das quais 3 se juntarão ao Penafiel, na descida à Liga de Honra.
O P. Ferreira é a equipa menos “ameaçada”, com apenas cerca de 2 % de probabilidades de despromoção (apenas em 18 das 729 combinações de resultados possíveis nos 6 encontros em que participarão as 7 equipas ainda em risco) – apenas desceria de divisão se, perdendo com o Benfica: o Gil Vicente vencer o Belenenses; a Naval vencer em Penafiel; e a Académica não perder o jogo com o Marítimo. Empatando ou vencendo, terá a manutenção assegurada.
A Académica apenas seria despromovida em 27 dos cenários possíveis (probabilidade de 4 %), se, perdendo frente ao Marítimo: o Gil Vicente ganhar ao Belenenses; e a Naval derrotar o Penafiel; e independentemente do resultado do P. Ferreira com o Benfica. Empatando ou vencendo, terá também a manutenção assegurada.
Enquanto que o Belenenses regista uma probabilidade de apenas cerca de 5 % (36 em 729); tal ocorreria se, perdendo com o Gil Vicente: a Académica não perder com o Marítimo; e a Naval vencer em Penafiel; e o P. Ferreira não seja derrotado pelo Benfica. Empatando ou vencendo, terá igualmente a manutenção assegurada.
O Gil Vicente antevê a possibilidade de despromoção em 189 das 729 combinações (risco “teórico” de 26 %): será despromovido se, empatando com o Belenenses, a Naval ganhar (independentemente dos restantes resultados). Igual sorte se, perdendo o seu jogo: a Naval vencer; ou se o Guimarães vencer e se (vencendo os vimaranenses o seu jogo), o Rio Ave ganhar também; ou se, empatando a Naval, o Rio Ave vencer e o Guimarães não ganhar.
Por sua vez, a Naval, com 67 % de cenários conduzindo à despromoção (486 em 729), dela escapará se, “simplesmente”, vencer em Penafiel, dependendo, portanto, exclusivamente de si; é a aliás a única equipa que, em nenhum dos cenários, está dependente dos resultados das diversas outras partidas; o único “se” que impende sobre si é o da vitória no seu jogo: se ganhar, mantém-se na Liga; se não ganhar, desce de Divisão.
Os principais candidatos à despromoção são, não obstante, o Guimarães (98 % de probabilidades de descida, uma vez que apenas se “salvaria” em 18 dos 729 cenários possíveis) e o Rio Ave (99 % de probabilidade de despromoção, com apenas 9 cenários favoráveis!).
Para que o Guimarães conseguisse materializar o “milagre” da manutenção teria de, ganhando o seu jogo, e esperando que o Gil Vicente perca frente ao Belenenses: a Naval ser derrotada e o Rio Ave não vencer… demasiados “ses”?
Por fim, no caso do Rio Ave, a esperança é pouco mais do que meramente “matemática”: o único cenário em que se salvaria seria o de, vencendo o seu jogo em Leiria, Gil Vicente e Naval perdessem… e isto, desde que, por outro lado, o Guimarães vencesse também.
BENFICA, 1 – PORTO, 0
Num jogo que não constituiu um bom espectáculo de futebol, o Benfica conquistou mais uma inquestionável vitória (a segunda da época, frente ao FC Porto), conseguindo, no espaço de 5 dias, derrotar os dois últimos Campeões Europeus.
Na partida de hoje, mais uma vez (tal como acontecera com o Sporting na época passada, ou o Liverpool, na Terça-feira), uma das equipas (no caso, o FC Porto) abdicou de jogar o jogo “pelo jogo”; os portistas pareciam apenas pretender evitar a derrota, tendo o Benfica assumido, logo a partir do primeiro quarto de hora, o controlo do encontro.
Tal como no jogo de Terça-feira, o Benfica teve a felicidade de chegar ao golo (estavam decorridos 40 minutos), desta vez num livre de “muito longe”, marcado pelo francês Robert, com grande responsabilidade de Vítor Baía.
Na segunda parte, o FC Porto pareceu então querer “entrar no jogo”, mas o Benfica – com uma defesa sólida, com Luisão “imperial”, uma muito boa exibição de Anderson e, Léo, mais uma vez, pleno de confiança, a vencer claramente o duelo com Quaresma – não permitiu que a equipa adversária construísse qualquer jogada de perigo; pelo contrário, no último quarto de hora, o Benfica, em contra-ataque, disporia de duas ou três oportunidades para ampliar a vantagem. Destaque ainda para as exibições de Petit e Manuel Fernandes, assegurando o domínio da zona nevrálgica do meio-campo.
Uma palavra final para a má exibição do árbitro, com um comportamento errático a nível disciplinar (procurando evitar mostrar cartões no início do jogo; acabando por ter de a eles recorrer com frequência); Quaresma devia ter sido expulso por duas vezes; McCarthy podia ter sido também expulso; Léo cometeu falta que poderia também originar a sua expulsão; muitas faltas assinaladas, a interromper a fluidez do jogo (ignorando mesmo a “lei da vantagem”, numa jogada em que o Benfica partia para a baliza adversária); alguns foras-de-jogo mal assinalados; uma grande penalidade por assinalar (Petit foi impedido de chegar à bola, quando se aprestava para fazer o segundo golo, a 5 minutos do final); João Ferreira conseguiu, escusadamente, enervar os 55 000 benfiquistas presentes.
Na disputa do campeonato, o Benfica reduz a diferença para o FC Porto para 5 pontos (agora perseguido de perto pelo Sporting, a apenas 2 pontos), mas continua bastante longe da perspectiva de poder revalidar o título; surpreendentemente, é o Sporting que se perfila agora como principal candidato, pelo menos se extrapolarmos os resultados realizados na época passada por FC Porto, Sporting e Benfica frente aos adversários das 10 jornadas que falta disputar: a repetirem-se os resultados da época passada, o Sporting seria Campeão (com 68 pontos); o Braga seria segundo (com 67 pontos); o Benfica e FC Porto (com 66 pontos) seriam, respectivamente, terceiro e quarto classificados. Tudo estará portanto ainda por decidir; têm a palavra os 4 (5, com o Boavista?…) candidatos.
O "PÉSSIMO ARRANQUE" DO BENFICA (III)
2005-06 2004-05 Superliga 1ª Jor. - Académica - Benfica 0-0 0-1 2ª Jor. - Benfica - Gil Vicente 0-2 2-0 3ª Jor. - Sporting - Benfica 2-1 2-1 4ª Jor. - Benfica - U. Leiria 4-0 1-1 5ª Jor. - Penafiel - Benfica 1-3 1-0 6ª Jor. - Benfica - Guimarães 2-1 2-1 7ª Jor. - FC Porto - Benfica 0-2 1-1 4V 1E 2D, 12-6, 13p. 3V 2E 2D, 8-6, 11p. Classificação final: ??? 1º Champions League Benfica - Lille 1-0 Benfica - Anderlecht (pré-elim.) 1-0 e 0-3 Manchester United - Benfica 2-1
Vencendo o FC Porto no seu estádio, proeza que alcançara pela última vez há já 14 anos, parece-me que o “péssimo arranque” do Benfica terá terminado hoje…
O "PÉSSIMO ARRANQUE" DO BENFICA (II)
2005-06 2004-05 Superliga 1ª Jor. - Académica - Benfica 0-0 0-1 2ª Jor. - Benfica - Gil Vicente 0-2 2-0 3ª Jor. - Sporting - Benfica 2-1 2-1 4ª Jor. - Benfica - U. Leiria 4-0 1-1 5ª Jor. - Penafiel - Benfica 1-3 1-0 6ª Jor. - Benfica - Guimarães 2-1 2-1 3V 1E 2D, 10-6, 10p. 3V 1E 2D, 7-5, 10p. Classificação final: ??? 1º
No final da 3ª Jornada do Campeonato (a 31 do final!) – tinha o Benfica 1 ponto, contra 9 do FC Porto e Sporting (8 pontos de atraso…) -, um jornalista desportivo (supostamente conhecedor do fenómeno do futebol) questionava o treinador do Benfica: “Ainda acredita que o Benfica pode ser Campeão?”. Apenas 3 jornadas depois (a 28 do final!), o Benfica coloca-se a 2 pontos do Sporting e a 4 pontos do FC Porto…
O "PÉSSIMO ARRANQUE" DO BENFICA
2005-06 2004-05 Superliga 1ª Jor. - Académica - Benfica 0-0 0-1 2ª Jor. - Benfica - Gil Vicente 0-2 2-0 3ª Jor. - Sporting - Benfica 2-1 2-1 4ª Jor. - Benfica - U. Leiria 4-0 1-1 5ª Jor. - Penafiel - Benfica 1-3 1-0 2V 1E 2D, 8-5, 7p. 2V 1E 2D, 5-4, 7p. Classificação final: ??? 1º Champions League Benfica - Lille 1-0 Benfica - Anderlecht (pré-elim.) 1-0 e 0-3
Independentemente da classificação que o Benfica venha a obter no final da Superliga, haverá algum dos 6 milhões de benfiquistas que considere que a qualidade do futebol apresentado este ano é inferior à registada na época passada?



