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Mundial 2018 – Portugal – Espanha
3-3
Rui Patrício; Cédric Soares, Pepe, José Fonte e Raphaël Guerreiro; Wiliam Carvalho, João Moutinho, Bernardo Silva (69m – Ricardo Quaresma), Gonçalo Guedes (80m – André Silva) e Bruno Fernandes (68m – João Mário); Cristiano Ronaldo (c.)
David de Gea; Nacho, Gerard Piqué, Sergio Ramos (c.) e Jordi Alba; Sergio Busquets, Koke, Isco e Andrés Iniesta (70m – Thiago Alcântara); David Silva (86m – Lucas Vázquez) e Diego Costa (77m – Iago Aspas)
1-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 4m
1-1 – Diego Costa – 24m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 44m
2-2 – Diego Costa – 55m
2-3 – Nacho – 58m
3-3 – Cristiano Ronaldo – 88m
Cartões amarelos – Bruno Fernandes (28m); Sergio Busquets (17m)
Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)
Fisht Stadium – Sochi (19h00)
Frente a uma selecção de Espanha necessariamente ainda algo combalida pela mudança de seleccionador apenas dois dias antes da estreia no Mundial (na sequência do anúncio da contratação de Julen Lopetegui pelo Real Madrid, a Federação espanhola decidiu dispensá-lo com efeitos imediatos, sendo substituído por Fernando Hierro), seria difícil pedir-se melhor entrada em campo: apenas com três minutos decorridos, era assinalada uma grande penalidade (a sancionar falta de Nacho sobre Cristiano Ronaldo), a qual, superiormente convertida pelo próprio Cristiano, colocaria Portugal em vantagem.
Era um excelente tónico para este jogo inaugural, que se esperava pudesse reforçar os níveis de confiança da equipa portuguesa, a qual viria a dispor ainda de uma outra ocasião soberana de golo, por volta dos vinte minutos de jogo; porém, Gonçalo Guedes, pouco expedito, não conseguiu materializar tal oportunidade.
Não obstante, ainda com “todo o tempo” pela frente, os espanhóis não se desuniram, fiéis ao seu estilo de jogo, de posse e controlo. E, em aplicação da velha máxima de que “quem não marca sofre”, igualariam o marcador, com um tento de Diego Costa, todavia ferido de ilegalidade, não sancionada pelo árbitro, nem pelo “VAR”: antes da concretização, o brasileiro naturalizado espanhol dera uma cotovelada no brasileiro naturalizado português (Pepe), afastando-o do lance (cairia ao chão), ficando assim com espaço de manobra para visar com êxito a baliza de Rui Patrício.
Estávamos a meio da primeira parte e, até final, a formação de Espanha “pegou no jogo”, não dando liberdade aos portugueses, que, apenas de forma algo “incidental”, numa iniciativa de Cristiano Ronaldo, com um forte remate, de efeito caprichoso, a trair o guardião de Gea (que viu a bola escapar-se-lhe das mãos ao tentar detê-la), voltaria a criar perigo, sendo bem sucedido, recolocando a equipa lusa em vantagem. Um golo, mesmo a findar a metade inicial do desafio, que parecia chegar na altura ideal.
Contudo, na etapa complementar, a turma portuguesa não conseguiria nunca suster o ímpeto contrário, vendo-se gradualmente empurrada para a sua zona defensiva, perante a insistência de troca de bola dos espanhóis – no final do encontro, a estatística conferia-lhes uns claramente dominadores mais de 60% de posse de bola -, que ia “apertando”, outra vez com Diego Costa, perante uma passiva defesa, a restabelecer o empate, para, quase de imediato, numa excelente execução de Nacho, a Espanha consumar a reviravolta no marcador.
A partir daí, embora a tendência do jogo se mantivesse, sempre com controlo espanhol, a verdade é que não surgiram grandes ocasiões de golo, enquanto, por seu lado, o conjunto português ia procurando, mesmo que sem grande convicção, reverter o resultado negativo que passara a registar.
Num jogo bastante intenso, muito exigente a nível físico para ambos os lados, no qual a equipa nacional teve a virtude de não virar a cara à luta, nunca se “entregando”, Portugal voltaria a ser feliz, quando restavam apenas dois minutos para o final: na sequência de uma falta de Piqué sobre Ronaldo, muito próximo da área, ligeiramente descaída para o lado direito, o mesmo Cristiano – pleno de crença, concentração/foco e uma imensa vontade de ser o melhor -, com uma execução perfeita do livre, com a bola a sobrevoar/contornar a barreira e a sair fora do alcance do guarda-redes, completava o “hat-trick”, que proporcionava um algo lisonjeiro empate à nossa selecção.
No final, a alegria estampada no rosto de todos os portugueses – com Cristiano Ronaldo à cabeça, radiante com a sua magnífica exibição, coroada pelos três golos apontados a uma das melhores selecções do mundo, num jogo em que preencheu todo o campo, procurando apoiar também em momentos defensivos – era a prova cabal da importância deste resultado.
Quanto à exibição global da equipa, sobretudo a nível defensivo (incluindo a acção do meio-campo), Fernando Santos – que, no momento crucial do jogo, arriscara em busca do empate, vindo a ver a sua aposta bem sucedida – revelou estar bem consciente de quanto será necessário melhorar para dar sequência positiva a este jogo de estreia.
«Spain and Portugal Play a Draw for the Ages, Starring a Player for All Time» (Rory Smith – The New York Times)
Liga dos Campeões – Final – Real Madrid – Liverpool
Real Madrid – Keylor Navas, Daniel Carvajal (37m – Nacho), Raphaël Varane, Sergio Ramos, Marcelo, Luka Modrić, Casemiro, Toni Kroos, Isco (61m – Gareth Bale), Karim Benzema (89m – Marco Asensio) e Cristiano Ronaldo
Liverpool – Lorius Karius, Trent Alexander-Arnold, Dejan Lovren, Virgil Van Dijk, Andy Robertson, James Milner (83m – Emre Can), Jordan Henderson, Georginio Wijnaldum, Mohamed Salah (31m – Adam Lallana), Roberto Firmino e Sadio Mané
1-0 – Karim Benzema – 51m
1-1 – Sadio Mane – 55m
2-1 – Gareth Bale – 64m
3-1 – Gareth Bale – 83m
Cartões amarelos – Sadio Mané (82m)
Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)
Numa final com a curiosidade de o Real Madrid ter alinhado precisamente com o mesmo “onze” inicial da final da época passada – e em que o guardião do Liverpool teve a noite mais infeliz da sua carreira, com enorme responsabilidade no primeiro e terceiro golos sofridos -, é ainda de salientar que Cristiano Ronaldo se sagrou Campeão Europeu pela quinta vez (2008, 2014, 2016, 2017 e 2018).
A lista de vencedores, nas 63 edições já disputadas da competição, passou a ser assim ordenada:
- Real Madrid, 13 (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17 e 2017-18)
- AC Milan, 7 (1962-63, 1968-69, 1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03 e 2006-07)
- Liverpool, 5 (1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84 e 2004-05)
- Bayern München, 5 (1973-74, 1974-75, 1975-76, 2000-01 e 2012-13)
- Barcelona, 5 (1991-92, 2005-06, 2008-09, 2010-11 e 2014-15)
- Ajax, 4 (1970-71, 1971-72, 1972-73 e 1994-95)
- Inter, 3 (1963-64, 1964-65 e 2009-10)
- Manchester United, 3 (1967-68, 1998-99 e 2007-08)
- Benfica, 2 (1960-61 e 1961-62)
- Nottingham Forest, 2 (1978-79 e 1979-80)
- Juventus, 2 (1984-85 e 1995-96)
- FC Porto, 2 (1986-87 e 2003-04)
- Celtic (1966-67); Feyenoord (1969-70); Aston Villa (1981-82); Hamburg (1982-83); Steaua București (1985-86); PSV Eindhoven (1987-88); Crvena Zvezda (1990-91); Marseille (1992-93); Borussia Dortmund (1996-97); e Chelsea (2011-12).
Taça de Portugal – Palmarés
Vencedor Finalista Épocas (Vencedor / Finalista) Benfica 26 10 1939-40; 1942-43; 1943-44; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1954-55; 1956-57; 1958-59; 1961-62; 1963-64; 1968-69; 1969-70; 1971-72; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1985-86; 1986-87; 1992-93; 1995-96; 2003-04; 2013-14; 2016-17 1938-39; 1957-58; 1964-65; 1970-71; 1973-74; 1974-75; 1988-89; 1996-97; 2004-05; 2012-13 FC Porto 16 13 1955-56; 1957-58; 1967-68; 1976-77; 1983-84; 1987-88; 1990-91; 1993-94; 1997-98; 1999-00; 2000-01; 2002-03; 2005-06; 2008-09; 2009-10; 2010-11 1952-53; 1958-59; 1960-61; 1963-64; 1977-78; 1979-80; 1980-81; 1982-83; 1984-85; 1991-92; 2003-04; 2007-08; 2015-16 Sporting 16 12 1940-41; 1944-45; 1945-46; 1947-48; 1953-54; 1962-63; 1970-71; 1972-73; 1973-74; 1977-78; 1981-82; 1994-95; 2001-02; 2006-07; 2007-08; 2014-15 1951-52; 1954-55; 1959-60; 1969-70; 1971-72; 1978-79; 1986-87; 1993-94; 1995-96; 1999-00; 2011-12; 2017-18 Boavista 5 1 1974-75; 1975-76; 1978-79; 1991-92; 1996-97/ 1992-93 V. Setúbal 3 7 1964-65; 1966-67; 2004-05 1942-43; 1953-54; 1961-62; 1965-66 1967-68; 1972-73; 2005-06 Belenenses 3 5 1941-42; 1959-60; 1988-89/ 1939-40 1940-41; 1947-48; 1985-86; 2006-07 Sp. Braga 2 4 1965-66; 2015-16 1976-77; 1981-82; 1997-98; 2014-15 Académica 2 3 1938-39; 2011-12 1950-51; 1966-67; 1968-69 V. Guimarães 1 6 2012-13/ 1941-42; 1962-63; 1975-76; 1987-88; 2010-11; 2016-17 Leixões 1 1 1960-61/ 2001-02 Beira-Mar 1 1 1998-99/ 1990-91 E. Amadora 1 - 1989-90 D. Aves 1 - 2017-18 Atlético - 2 1945-46; 1948-49 Marítimo - 2 1994-95; 2000-01 Rio Ave - 2 1983-84; 2013-14 Estoril - 1 1943-44 Olhanense - 1 1944-45 Torreense - 1 1955-56 Covilhã - 1 1956-57 Farense - 1 1989-90 Campomaiorense - 1 1998-99 U. Leiria - 1 2002-03 Paços Ferreira - 1 2008-09 Chaves - 1 2009-10
Finais da Taça de Portugal
Edição Época Vencedor Finalista LXXVIII 2017-2018 D. Aves Sporting 2-1 LXXVII 2016-2017 Benfica V. Guimarães 2-1 LXXVI 2015-2016 Sp. Braga FC Porto 2-2 (4-2 g.p.) LXXV 2014-2015 Sporting Sp. Braga 2-2 (3-1 g.p.) LXXIV 2013-2014 Benfica Rio Ave 1-0 LXXIII 2012-2013 V. Guimarães Benfica 2-1 LXXII 2011-2012 Académica Sporting 1-0 LXXI 2010-2011 FC Porto V. Guimarães 6-2 LXX 2009-2010 FC Porto Chaves 2-1 LXIX 2008-2009 FC Porto Paços Ferreira 1-0 LXVIII 2007-2008 Sporting FC Porto 2-0 LXVII 2006-2007 Sporting Belenenses 1-0 LXVI 2005-2006 FC Porto Setúbal 1-0 LXV 2004-2005 Setúbal Benfica 2-1 LXIV 2003-2004 Benfica FC Porto 2-1 LXIII 2002-2003 FC Porto U. Leiria 1-0 LXII 2001-2002 Sporting Leixões 1-0 LXI 2000-2001 FC Porto Marítimo 2-0 LX 1999-2000 FC Porto Sporting 1-1 2-0 LIX 1998-1999 Beira-Mar Campomaiorense 1-0 LVIII 1997-1998 FC Porto Sp. Braga 3-1 LVII 1996-1997 Boavista Benfica 3-2 LVI 1995-1996 Benfica Sporting 3-1 LV 1994-1995 Sporting Marítimo 2-0 LIV 1993-1994 FC Porto Sporting 0-0 2-1 LIII 1992-1993 Benfica Boavista 5-2 LII 1991-1992 Boavista FC Porto 2-1 LI 1990-1991 FC Porto Beira-Mar 3-1 L 1989-1990 E. Amadora Farense 1-1 2-0 XLIX 1988-1989 Belenenses Benfica 2-1 XLVIII 1987-1988 FC Porto V. Guimarães 1-0 XLVII 1986-1987 Benfica Sporting 2-1 XLVI 1985-1986 Benfica Belenenses 2-0 XLV 1984-1985 Benfica FC Porto 3-1 XLIV 1983-1984 FC Porto Rio Ave 4-1 XLIII 1982-1983 Benfica FC Porto 1-0 XLII 1981-1982 Sporting Sp. Braga 4-0 XLI 1980-1981 Benfica FC Porto 3-1 XL 1979-1980 Benfica FC Porto 1-0 XXXIX 1978-1979 Boavista Sporting 1-1 1-0 XXXVIII 1977-1978 Sporting FC Porto 1-1 2-1 XXXVII 1976-1977 FC Porto Sp. Braga 1-0 XXXVI 1975-1976 Boavista V. Guimarães 2-1 XXXV 1974-1975 Boavista Benfica 2-1 XXXIV 1973-1974 Sporting Benfica 2-1 XXXIII 1972-1973 Sporting V. Setúbal 3-2 XXXII 1971-1972 Benfica Sporting 3-2 XXXI 1970-1971 Sporting Benfica 4-1 XXX 1969-1970 Benfica Sporting 3-1 XXIX 1968-1969 Benfica Académica 2-1 XXVIII 1967-1968 FC Porto V. Setúbal 2-1 XXVII 1966-1967 V. Setúbal Académica 3-2 XXVI 1965-1966 Sp. Braga V. Setúbal 1-0 XXV 1964-1965 V. Setúbal Benfica 3-1 XXIV 1963-1964 Benfica FC Porto 6-2 XXIII 1962-1963 Sporting V. Guimarães 4-0 XXII 1961-1962 Benfica V. Setúbal 3-0 XXI 1960-1961 Leixões FC Porto 2-0 XX 1959-1960 Belenenses Sporting 2-1 XIX 1958-1959 Benfica FC Porto 1-0 XVIII 1957-1958 FC Porto Benfica 1-0 XVII 1956-1957 Benfica Sp. Covilhã 3-1 XVI 1955-1956 FC Porto Torreense 2-0 XV 1954-1955 Benfica Sporting 2-1 XIV 1953-1954 Sporting V. Setúbal 3-2 XIII 1952-1953 Benfica FC Porto 5-0 XII 1951-1952 Benfica Sporting 5-4 XI 1950-1951 Benfica Académica 5-1 X 1948-1949 Benfica Atlético 2-1 IX 1947-1948 Sporting Belenenses 3-1 VIII 1945-1946 Sporting Atlético 4-2 VII 1944-1945 Sporting Olhanense 1-0 VI 1943-1944 Benfica Estoril 8-0 V 1942-1943 Benfica V. Setúbal 5-1 IV 1941-1942 Belenenses V. Guimarães 2-0 III 1940-1941 Sporting Belenenses 4-1 II 1939-1940 Benfica Belenenses 3-1 I 1938-1939 Académica Benfica 4-3
Convocados para o Mundial 2018
Guarda-redes – Rui Patrício (Sporting), Anthony Lopes (Lyon) e Beto (Göztepe)
Defesas – Cédric Soares (Southampton), Ricardo Pereira (FC Porto), Pepe (Beşiktaş), José Fonte (Dalian Yifang), Bruno Alves (Glasgow Rangers), Rúben Dias (Benfica), Raphaël Guerreiro (Borussia Dortmund) e Mário Rui (Napoli)
Médios – William Carvalho (Sporting), João Moutinho (Mónaco), João Mário (West Ham), Manuel Fernandes (Lokomotiv Moscovo), Adrien Silva (Leicester City) e Bruno Fernandes (Sporting)
Avançados – Bernardo Silva (Manchester City), Gonçalo Guedes (Valencia), Gelson Martins (Sporting), Ricardo Quaresma (Beşiktaş), Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e André Silva (AC Milan)
O seleccionador nacional, Fernando Santos, anunciou esta noite o nome dos 23 jogadores convocados para a Fase Final do Campeonato do Mundo de Futebol, a disputar na Rússia, a partir do próximo dia 14 de Junho.
Em relação à anterior competição (Europeu 2016, no qual Portugal se sagrou Campeão), verifica-se uma importante remodelação, com a entrada de dez jogadores: Beto, Ricardo Pereira, Rúben Dias, Mário Rui, Manuel Fernandes, Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Gonçalo Guedes, Gelson Martins e André Silva.
Ao invés, deixaram de integrar os seleccionados: Eduardo, Vieirinha, Ricardo Carvalho, Eliseu, Danilo Pereira, Renato Sanches, André Gomes, Rafa Silva, Nani e Éder.
Comparando com o Mundial de há quatro anos, no Brasil, mantêm-se apenas os seguintes sete: os guardiões Rui Patrício e Beto, Bruno Alves, Pepe, João Moutinho, William Carvalho e Cristiano Ronaldo.
Na convocatória hoje anunciada, o Sporting conta com quatro jogadores, enquanto FC Porto e Benfica têm somente um cada. Há, portanto, um contingente de 17 elementos a actuar em clubes estrangeiros (quatro do campeonato de Inglaterra, três na Turquia, dois em Espanha, França e Itália, um da Alemanha, China, Escócia e Rússia) – face a um total de 15 na convocatória anterior -, com destaque para o Beşiktaş (com dois representantes).
Liga Europa – Final – At. Madrid – Marseille
Na final da Liga Europa, hoje disputada em Lyon, o At. Madrid conquistou o troféu, ao vencer o Olympique de Marseille por 3-0, com dois golos do francês Antoine Griezmann e um do espanhol Gabi.
No Palmarés da prova, após as nove edições já disputadas sob o formato de “Liga Europa”, são os seguintes os vencedores: At. Madrid (2010, 2012 e 2018), Sevilla (2014, 2015 e 2016), Manchester United (2017), Chelsea (2013) e FC Porto (2011).
Nas 51 edições anteriores, com a designação de Taça Cidade das Feiras (até 1971) e de Taça UEFA (de 1972 a 2009), foram vencedores: Valencia (1962, 1963 e 2004), Liverpool (1973, 1976 e 2001), Inter (1991, 1994 e 1998), Juventus (1977, 1990 e 1993) e Barcelona (1958, 1960 e 1966), com três títulos cada; Sevilla (2006 e 2007), Feyenoord (1974 e 2002), Parma (1995 e 1999), Goteborg (1982 e 1987), Real Madrid (1985 e 1986), Tottenham (1972 e 1984), Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979) e Leeds (1968 e 1971), cada um com dois troféus; Shakhtar Donetsk (2009), Zenit St. Petersburg (2008), CSKA Moscovo (2005), FC Porto (2003), Galatasaray (2000), Schalke 04 (1997), Bayern München (1996), Ajax (1992), Napoli (1989), Bayer Leverkusen (1988), Anderlecht (1983), Ipswich Town (1981), E. Frankfurt (1980), PSV Eindhoven (1978), Arsenal (1970), Newcastle (1969), D. Zagreb (1967), Ferencvaros (1965), Zaragoza (1964) e Roma (1961).
I Liga / I Divisão – Historial de lugares de honra
Época Campeão 2º 3º 4º 2017-18 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2016-17 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 2015-16 Benfica Sporting FC Porto Sp. Braga 2014-15 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2013-14 Benfica Sporting FC Porto Estoril 2012-13 FC Porto Benfica P. Ferreira Sp. Braga 2011-12 FC Porto Benfica Sp. Braga Sporting 2010-11 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 2009-10 Benfica Sp. Braga FC Porto Sporting 2008-09 FC Porto Sporting Benfica Nacional 2007-08 FC Porto Sporting V. Guimarães Benfica 2006-07 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2005-06 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 2004-05 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 2003-04 FC Porto Benfica Sporting Nacional 2002-03 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 2001-02 Sporting Boavista FC Porto Benfica 2000-01 Boavista FC Porto Sporting Sp. Braga 1999-00 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1998-99 FC Porto Boavista Benfica Sporting 1997-98 FC Porto Benfica V. Guimarães Sporting 1996-97 FC Porto Sporting Benfica Sp. Braga 1995-96 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1994-95 FC Porto Sporting Benfica V. Guimarães 1993-94 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1992-93 FC Porto Benfica Sporting Boavista 1991-92 FC Porto Benfica Boavista Sporting 1990-91 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1989-90 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1988-89 Benfica FC Porto Boavista Sporting 1987-88 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1986-87 Benfica FC Porto V. Guimarães Sporting 1985-86 FC Porto Benfica Sporting V. Guimarães 1984-85 FC Porto Sporting Benfica Boavista 1983-84 Benfica FC Porto Sporting Sp. Braga 1982-83 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1981-82 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1980-81 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1979-80 Sporting FC Porto Benfica Boavista 1978-79 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1977-78 FC Porto Benfica Sporting Sp. Braga 1976-77 Benfica Sporting FC Porto Boavista 1975-76 Benfica Boavista Belenenses FC Porto 1974-75 Benfica FC Porto Sporting Boavista 1973-74 Sporting Benfica V. Setúbal FC Porto 1972-73 Benfica Belenenses V. Setúbal FC Porto 1971-72 Benfica V. Setúbal Sporting CUF 1970-71 Benfica Sporting FC Porto V. Setúbal 1969-70 Sporting Benfica V. Setúbal Barreirense 1968-69 Benfica FC Porto V. Guimarães V. Setúbal 1967-68 Benfica Sporting FC Porto Académica 1966-67 Benfica Académica FC Porto Sporting 1965-66 Sporting Benfica FC Porto V. Guimarães 1964-65 Benfica FC Porto CUF Académica 1963-64 Benfica FC Porto Sporting V. Guimarães 1962-63 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1961-62 Sporting FC Porto Benfica CUF 1960-61 Benfica Sporting FC Porto V. Guimarães 1959-60 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1958-59 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1957-58 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1956-57 Benfica FC Porto Belenenses Sporting 1955-56 FC Porto Benfica Belenenses Sporting 1954-55 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1953-54 Sporting FC Porto Benfica Belenenses 1952-53 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1951-52 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1950-51 Sporting FC Porto Benfica Atlético 1949-50 Benfica Sporting Atlético Belenenses 1948-49 Sporting Benfica Belenenses FC Porto 1947-48 Sporting Benfica Belenenses Estoril 1946-47 Sporting Benfica FC Porto Belenenses 1945-46 Belenenses Benfica Sporting Olhanense 1944-45 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1943-44 Sporting Benfica Atlético FC Porto 1942-43 Benfica Sporting Belenenses Unidos Lisboa 1941-42 Benfica Sporting Belenenses FC Porto 1940-41 Sporting FC Porto Belenenses Benfica 1939-40 FC Porto Sporting Belenenses Benfica 1938-39 FC Porto Sporting Benfica Belenenses 1937-38 Benfica FC Porto Sporting Carcavelinhos 1936-37 Benfica Belenenses Sporting FC Porto 1935-36 Benfica FC Porto Sporting Belenenses 1934-35 FC Porto Sporting Benfica Belenenses
Resumo:
– Benfica – 36 vezes Campeão / 28 vezes 2º / 15 vezes 3º / 4 vezes 4º classificado
– FC Porto – 28 vezes Campeão / 26 vezes 2º / 13 vezes 3º / 11 vezes 4º classif.
– Sporting – 18 vezes Campeão / 21 vezes 2º / 28 vezes 3º / 12 vezes 4º classif.
– Belenenses – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 14 vezes 3º / 9 vezes 4º classificado
– Boavista – 1 vez Campeão / 3 vezes 2º / 2 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– V. Setúbal – 1 vez 2º / 3 vezes 3º / 2 vezes 4º classificado
– Sp. Braga – 1 vez 2º / 1 vez 3º / 13 vezes 4º classificado
– Académica – 1 vez 2º / 2 vezes 4º classificado
– V. Guimarães – 4 vezes 3º / 10 vezes 4º classificado
– Atlético – 2 vezes 3º / 1 vez 4º classificado
– CUF – 1 vez 3º / 2 vezes 4º classificado
– Paços Ferreira – 1 vez 3º classificado
– Nacional – 2 vezes 4º classificado
– Estoril – 2 vezes 4º classificado
– Barreirense – 1 vez 4º classificado
– Olhanense – 1 vez 4º classificado
– Unidos Lisboa – 1 vez 4º classificado
– Carcavelinhos – 1 vez 4º classificado
I Liga – 2017-18 – Classificação final
Equipa J V E D GM GS P 1º FC Porto 34 28 4 2 82 - 18 88 2º Benfica 34 25 6 3 80 - 22 81 3º Sporting 34 24 6 4 63 - 24 78 4º Sp. Braga 34 24 3 7 74 - 29 75 5º Rio Ave 34 15 6 13 40 - 42 51 6º Chaves 34 13 8 13 47 - 55 47 7º Marítimo 34 13 8 13 36 - 49 47 8º Boavista 34 13 6 15 35 - 44 45 9º V. Guimarães 34 13 4 17 45 - 56 43 10º Portimonense 34 10 8 16 52 - 60 38 11º Tondela 34 10 8 16 41 - 50 38 12º Belenenses 34 9 10 15 33 - 46 37 13º D. Aves 34 9 7 18 36 - 51 34 14º V. Setúbal 34 7 11 16 39 - 62 32 15º Moreirense 34 8 8 18 29 - 50 32 16º Feirense 34 9 4 21 32 - 48 31 17º Paços Ferreira 34 7 9 18 33 - 59 30 18º Estoril 34 8 6 20 29 - 61 30
Campeão – FC Porto – Entrada directa na Fase Grupos da Liga dos Campeões
2º classificado – Benfica – 3ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Campeões
3º classificado – Sporting – Entrada directa na Fase Grupos da Liga Europa
4º classificado – Sp. Braga – 3ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Europa
5º classificado – Rio Ave – 2ª eliminatória acesso à Fase Grupos Liga Europa
Vencedor da Taça – D. Aves – Sem licença para participação em competições europeias
Despromovidos – Paços Ferreira e Estoril
Promovidos – Nacional e Santa Clara
Melhores marcadores:
1. Jonas – Benfica – 34
2. Bas Dost – Sporting – 27
3. Moussa Marega – FC Porto – 22
Palmarés – Campeões:
Benfica (36) – 1935-36; 1936-37; 1937-38; 1941-42; 1942-43; 1944-45; 1949-50; 1954-55; 1956-57; 1959-60; 1960-61; 1962-63; 1963-64; 1964-65; 1966-67; 1967-68; 1968-69; 1970-71; 1971-72; 1972-73; 1974-75; 1975-76; 1976-77; 1980-81; 1982-83; 1983-84; 1986-87; 1988-89; 1990-91; 1993-94; 2004-05; 2009-10; 2013-14; 2014-15; 2015-16; 2016-17
FC Porto (28) – 1934-35; 1938-39; 1939-40; 1955-56; 1958-59; 1977-78; 1978-79; 1984-85; 1985-86; 1987-88; 1989-90; 1991-92; 1992-93; 1994-95; 1995-96; 1996-97; 1997-98; 1998-99; 2002-03; 2003-04; 2005-06; 2006-07; 2007-08; 2008-09; 2010-11; 2011-12; 2012-13; 2017-18
Sporting (18) – 1940-41; 1943-44; 1946-47; 1947-48; 1948-49; 1950-51; 1951-52; 1952-53; 1953-54; 1957-58; 1961-62; 1965-66; 1969-70; 1973-74; 1979-80; 1981-82; 1999-00; 2001-02
Belenenses (1) – 1945-46
Boavista (1) – 2000-01
Liga Europa – 1/2 Finais (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Salzburg - Marseille 2-1 (a-p.) 0-2 2-3 At. Madrid - Arsenal 1-0 1-1 2-1
At. Madrid – em regime de “serviços mínimos”, mas que bastaram para afastar o Arsenal – e Marseille (com um golo no prolongamento, apontado pelo português Rolando, que entrara em campo já nesse período complementar) garantiram a qualificação para a Final da Liga Europa, a disputar em Lyon, já no próximo dia 16 de Maio.
Curiosamente, Marseille e Salzburg já se haviam defrontado na fase de grupos (então com a equipa austríaca a terminar em 1.º lugar, depois de vencer em casa por 1-0 e empatar a zero em França), num grupo que integrava também o V. Guimarães (tendo os vimaranenses derrotado a formação francesa em Guimarães, por 1-0). O Olympique de Marseille eliminou também, nos 1/16 de final, o Sp. Braga (3-0 em França e 0-1 em Braga).
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