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Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Paris Saint-Germain – Benfica

Paris Saint-Germain Paris Saint-Germain – Gianluigi Donnarumma, Danilo Pereira, Marcos Corrêa “Marquinhos”, Sergio Ramos, Achraf Hakimi, Vítor Ferreira “Vitinha” (85m – Fabián Ruiz), Marco Verratti, Juan Bernat (85m – Nordi Mukiele), Pablo Sarabia (74m – Hugo Ekitiké), Kylian Mbappé (90m – Carlos Soler) e Neymar Júnior

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Alexander Bah (63m – Gilberto Moraes), António Silva, Nicolás Otamendi, Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís (77m – Diogo Gonçalves), Fredrik Aursnes, Enzo Fernández, João Mário (90m – Francisco “Chiquinho” Machado), Rafael “Rafa” Silva (77m – Julian Draxler) e Gonçalo Ramos (77m – Rodrigo Pinho)

1-0 – Kylian Mbappé (pen.) – 40m
1-1 – João Mário (pen.) – 62m

Cartões amarelos – Nicolás Otamendi (21m), João Mário (43m), Florentino Luís (45m), Enzo Fernández (69m) e Gilberto Moraes (83m); Pablo Sarabia (29m) e Marco Verratti (61m)

Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)

Se a exibição e o resultado já tinham sido positivos em Lisboa, o Benfica reafirmou em Paris o seu estatuto de “grande” europeu, com uma equipa personalizada, a enfrentar o poderoso Paris Saint-Germain “olhos nos olhos”, com capacidade de reacção à adversidade, confiante, não se conformando com a desvantagem.

Privado de Neres, por lesão, o técnico alemão apostou em Aursnes, que teve papel importante de forma a suster – em zonas avançadas do terreno – as investidas adversárias, num encontro bastante mais “táctico” do que o da semana passada, mais fechado e sem grandes oportunidades de golo (do outro lado, também Messi ficou na bancada…).

O jogo começou repartido, tendo o Benfica tido até a primeira finalização, aos 17 minutos, com Rafa a rematar por cima. À passagem da meia hora, Donnarumma, pressionado por Gonçalo Ramos, teve de afastar a bola para fora. Do lado contrário, Vlachodimos apenas seria chamado a intervir aos 34 minutos, a remate fraco de Sarabia.

Porém, poucos minutos volvidos, surgiria o lance que originaria a sanção com “penalty”, de que resultou o tento inaugural da formação francesa: António Silva chegou atrasado para evitar uma incursão de Bernat na área, e o contacto faltoso foi inevitável.

Não parecendo acusar o toque, o Benfica teve nova investida, ainda antes do intervalo, outra vez com Rafa a não dar a melhor sequência. Em paralelo, Mbappé, ameaçador, obrigaria ainda a nova intervenção do guardião benfiquista.

No recomeço, com cinco minutos decorridos, Rafa fez cruzamento largo, para Aursnes, que não conseguiu finalizar da forma pretendida. Logo depois, outra vez Mbappé, a rematar em arco, com a bola quase a rasar o poste.

Contrariamente ao que poderia supor-se, o Benfica não se “escondeu” e passou a ser mais efectivo na saída de bola para o ataque. Aos 55 minutos, Gonçalo Ramos, a centro de João Mário, desviou de cabeça, mas com a bola a sair ao lado da baliza parisiense.

E, pouco depois da hora de jogo, seria Verratti a pisar Rafa, quando esta até inflectia para fora da grande área. Com a assistência do “VAR”, foi validada a grande penalidade, que proporcionaria ao Benfica restabelecer a igualdade, com João Mário a manter excelente grau de acerto.

Já depois de um arranque de Mbappé ter sido bem travado por Florentino, estavam decorridos 65 minutos, Roger Schmidt procurou refrescar a equipa, preparando-a para uma expectável ofensiva final do clube de Paris, mas seria ainda o Benfica a criar perigo, já nos derradeiros dez minutos, com Draxler, com boa iniciativa, mas pouco lesto no remate, a fazer a bola embater contra o corpo de Marquinhos, bloqueando o que poderia ter sido o tento da vitória benfiquista.

Este desfecho, conjugado com o surpreendente desaire da Juventus em Israel, deixa o Benfica a um empate, em casa, na partida frente à “vechia signora”, do apuramento (no pressuposto de que o Maccabi Haifa não vá ganhar a Paris…).

No pior cenário, mesmo em caso de “deslize” que pudesse adiar a decisão para a última ronda, também uma eventual igualdade em Israel poderia chegar, desde que a Juventus não batesse o PSG, ou, mesmo ganhando, salvo se tivesse também vencido na Luz por mais de um golo (se a Juventus triunfar em Lisboa por um golo, teria de, simultaneamente, derrotar os franceses por, pelo menos, três golos…).

11 Outubro, 2022 at 9:54 pm Deixe um comentário

EURO 2024 – Sorteio da Fase de Qualificação

Realizou-se hoje, em Frankfurt, o sorteio da Fase de Qualificação para o Campeonato da Europa de Futebol de 2024, cuja fase final será disputada na Alemanha, agendada entre 14 de Junho e 14 de Julho. É a seguinte a constituição dos 10 Grupos:

Grupo A          Grupo B          Grupo C          Grupo D
Espanha          Países Baixos    Itália           Croácia
Escócia          França           Inglaterra       País Gales
Noruega          Irlanda          Ucrânia          Arménia
Geórgia          Grécia           Macedónia Norte  Turquia
Chipre           Gibraltar        Malta            Letónia

Grupo E               Grupo F               Grupo G
Polónia               Bélgica               Hungria
R. Checa              Áustria               Sérvia
Albânia               Suécia                Montenegro
I. Faroé              Azerbaijão            Bulgária
Moldova               Estónia               Lituânia

Grupo H               Grupo I               Grupo J
Dinamarca             Suíça                 Portugal
Finlândia             Israel                Bósnia-Herzegovina
Eslovénia             Roménia               Islândia
Cazaquistão           Kosovo                Luxemburgo
I. Norte              Bielorrússia          Eslováquia
S. Marino             Andorra               Liechtenstein

Serão apurados para a fase final os dois primeiros classificados de cada Grupo – decorrendo a fase de qualificação em cinco jornadas duplas, agendadas para os meses de Março, Junho, Setembro, Outubro e Novembro de 2023 –, sendo as restantes três vagas a atribuir por via de play-off, também associados ao desempenho na “Liga das Nações”, previstos para Março de 2024.

9 Outubro, 2022 at 11:57 am Deixe um comentário

Liga Conferência Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
RFS Riga – Istanbul Başakşehir – 0-0
Heart Midlothian – Fiorentina – 0-3

1º Istanbul Başakşehir, 7; 2º Fiorentina, 4; 3º Heart Midlothian, 3; 4º RFS Riga, 2

Grupo B
Silkeborg – FCSB – 5-0
Anderlecht – West Ham – 0-1

1º West Ham, 9; 2º Anderlecht, 4; 3º Silkeborg, 3; 4º FCSB, 1

Grupo C
Lech Poznań – Hapoel Beer-Sheva – 0-0
Villarreal – Austria Wien – 5-0

1º Villarreal, 9; 2º Lech Poznań, 4; 3º Hapoel Beer-Sheva, 2; 4º Austria Wien, 1

Grupo D
Köln – Partizan – 0-1
Slovácko – Nice – 0-1

1º Partizan e Nice, 5; 3º Köln, 4; 4º Slovácko,, 1

Grupo E
AZ Alkmaar – Apollon Limassol – 3-2
Dnipro-1 – Vaduz – 2-2

1º AZ Alkmaar, 9; 2º Dnipro-1, 4; 3º Vaduz, 2; 4º Apollon Limassol, 1

Grupo F
Gent – Djurgårdens – 0-1
Molde – Shamrock Rovers – 3-0

1º Djurgårdens, 7; 2º Molde e Gent, 4; 4º Shamrock Rovers, 1

Grupo G
Slavia Praha – CFR Cluj – 0-1
Sivasspor – Ballkani – 3-4

1º Ballkani, Sivasspor, Slavia Praha e CFR Cluj, 4

Grupo H
Pyunik Yerevan – Žalgiris Vilnius – 2-0
Basel – Slovan Bratislava – 0-2

1º Pyunik Yerevan e Basel, 6; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Žalgiris Vilnius, 1

6 Outubro, 2022 at 10:06 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Arsenal – Bodø/Glimt – 3-0
Zürich – PSV Eindhoven – 1-5

1º Arsenal, 9; 2º PSV Eindhoven e Bodø/Glimt, 4; 4º Zürich, 0

Grupo B
Rennes – Dynamo Kyiv – 2-1
Fenerbahçe – AEK Larnaca – 2-0

1º Fenerbahçe e Rennes, 7; 3º AEK Larnaca, 3; 4º Dynamo Kyiv, 0

Grupo C
Roma – Betis – 1-2
HJK Helsinki – Ludogorets – 1-1

1º Betis, 9; 2º Ludogorets, 4; 3º Roma, 3; 4º HJK Helsinki, 1

Grupo D
Sp. Braga – Union Saint-Gilloise – 1-2
Malmö – Union Berlin – 0-1

1º Union St.-Gilloise, 9; 2º Sp. Braga, 6; 3º Union Berlin, 3; 4º Malmö, 0

Grupo E
Sheriff Tiraspol – Real Sociedad – 0-2
Omonia – Manchester United – 2-3

1º Real Sociedad, 9; 2º Manchester United, 6; 3º Sheriff Tiraspol, 3; 4º Omonia, 0

Grupo F
Midtjylland – Feyenoord – 2-2
Sturm Graz – Lazio – 0-0

1º Feyenoord, Midtjylland, Lazio e Sturm Graz, 4

Grupo G
Olympiakos – Qarabağ – 0-3
Freiburg – Nantes – 2-0

1º Freiburg, 9; 2º Qarabağ, 6; 3º Nantes, 3; 4º Olympiakos, 0

Grupo H
Monaco – Trabzonspor – 3-1
Crvena zvezda – Ferencváros – 4-1

1º Monaco e Ferencváros, 6; 2º Crvena zvezda e Trabzonspor, 3

6 Outubro, 2022 at 10:01 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Liverpool – Rangers – 2-0
Ajax – Napoli – 1-6

1º Napoli, 9; 2º Liverpool, 6; 3º Ajax, 3; 4º Rangers, 0

Grupo B
FC Porto – Bayer Leverkusen – 2-0
Brugge – Atlético Madrid – 2-0

1º Brugge, 9; 2º Bayer Leverkusen, FC Porto e At. Madrid, 3

Grupo C
Bayern München – Viktoria Plzeň – 5-0
Inter – Barcelona – 1-0

1º Bayern München, 9; 2º Inter, 6; 3º Barcelona, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0

Grupo D
Marseille – Sporting – 4-1
E. Frankfurt – Tottenham – 0-0

1º Sporting, 6; 2º Tottenham e E. Frankfurt, 4; 4º Marseille, 3

Grupo E
Chelsea – AC Milan – 3-0
Salzburg – D. Zagreb – 1-0

1º Salzburg, 5; 2º Chelsea e AC Milan, 4; 4º D. Zagreb, 3

Grupo F
Real Madrid – Shakhtar Donetsk – 2-1
RB Leipzig – Celtic – 3-1

1º Real Madrid, 9; 2º Shakhtar Donetsk, 4; 3º RB Leipzig, 3; 4º Celtic, 1

Grupo G
Manchester City – København – 5-0
Sevilla – B. Dortmund – 1-4

1º Manchester City, 9; 2º B. Dortmund, 6; 3º Sevilla e København, 1

Grupo H
Juventus – Maccabi Haifa – 3-1
Benfica – Paris Saint-Germain – 1-1

1º Paris St.-Germain e Benfica, 7; 3º Juventus, 3; 4º Maccabi Haifa, 0

5 Outubro, 2022 at 9:58 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Paris Saint-Germain

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Alexander Bah, António Silva, Nicolás Otamendi, Alejandro “Álex” Grimaldo, Florentino Luís, Enzo Fernández (78m – Fredrik Aursnes), David Neres (90m – Rodrigo Pinho), João Mário, Rafael “Rafa” Silva e Gonçalo Ramos (78m – Julian Draxler)

Paris Saint-Germain Paris Saint-Germain – Gianluigi Donnarumma, Danilo Pereira, Marcos Corrêa “Marquinhos”, Sergio Ramos, Achraf Hakimi, Vítor Ferreira “Vitinha” (87m – Fabián Ruiz), Marco Verratti, Nuno Mendes (66m – Juan Bernat), Lionel Messi (81m – Pablo Sarabia), Kylian Mbappé e Neymar Júnior

0-1 – Lionel Messi – 22m
1-1 – Danilo Pereira (p.b.) – 41m

Cartões amarelos – Enzo Fernández (45m) e Gonçalo Ramos (70m); Fabián Ruiz (90m), Neymar Júnior (90m) e Marco Verratti (90m)

Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)

Não se poderá dizer, com plena propriedade, que o Paris Saint-Germain seja um clube “histórico” do futebol europeu; fundado há 52 anos, é apenas o 32.º do ranking global histórico das competições europeias, 20.º do ranking agregado da Liga dos Campeões e Taça dos Campeões Europeus, mas já o 11.º no ranking da Liga dos Campeões (desde a época de 1992-93).

Mas o Paris Saint-Germain está, hoje por hoje, entre os clubes mais “ricos” do Mundo, ombreando a par e par com os maiores colossos, como Real Madrid, Barcelona, Bayern, Liverpool, Chelsea, Manchester United… ou Manchester City.

Dispõe, muito especialmente, de um tridente ofensivo, que reúne três dos melhores jogadores mundiais: Messi, Mbappé e Neymar. Tendo, em paralelo, a curiosidade, de alinhar, no seu “onze” habitual, com três jogadores portugueses, entre eles os jovens Nuno Mendes e Vitinha!

Isto dito, não terá deixado de surpreender a forma personalizada como o Benfica encarou este jogo, mais do que “olhos nos olhos”, com uma intensíssima pressão em zona bastante avançada do terreno – João Mário, Neres, Rafa e Gonçalo Ramos eram os “primeiros defesas”, logo à saída da área contrária –, colocando, desde início, sérios problemas ao adversário.

Ao longo de vinte minutos, o Benfica assumiu a iniciativa do jogo e podia ter marcado, logo aos 8 minutos, por Gonçalo Ramos, a conseguir isolar-se, não fosse Donnarumma ter dado início a uma noite a grande altura, a estirar-se e a defender com o pé esquerdo. A situação como que se repetiria à passagem do quarto de hora, desta feita com maior facilidade para o guardião.

E, de imediato, com Neres, também a surgir frente-a-frente com o italiano, a tentar “picar a bola” (num remate potente, ainda assim), a que o guarda-redes se opôs com soberba intervenção, desviando a bola com uma palmada, com a “ponta dos dedos”.

Até que surgiu o génio de Messi: do “nada” – mas, lá está, depois de uma combinação (de uma fracção de segundo!), que envolveu também Mbappé e Neymar –, tira um “coelho da cartola”, com um remate, em arco, tão subtil quão letal, com a bola muito colocada, sem hipóteses para Vlachodimos.

O Benfica “acusou” o golo e retraiu-se. Sob a batuta de Verrati e Vitinha, a equipa francesa tomou o controlo da bola, instalando-se no meio campo contrário. A oposição era conduzida por um João Mário ao seu melhor nível.

Procurando, sobretudo, jogar nas costas da defesa parisiense, aproveitando um bom nível de recuperação de bolas, num lançamento em profundidade, seria António Silva, no “coração da área”, a poder ter marcado, não fosse a concentração do guardião italiano.

E, como se diz que “a sorte protege os audazes”, o Benfica chegaria mesmo ao empate, num cruzamento de Enzo do lado esquerdo, com a bola a sobrevoar a pequena área, à qual Gonçalo Ramos não conseguiu chegar, mas com Danilo a fazer um desvio infeliz, para as suas próprias redes.

É verdade que, no segundo tempo, houve muito mais PSG, com uma entrada forte desde o recomeço. Neymar remataria aos ferros da baliza, depois de Vlachodimos se opor bem a remate de Hakimi. O mesmo marroquino teria nova tentativa à passagem da hora de jogo, com um forte remate, com boa oposição do “keeper”. O grego teria, já aos 68 minutos, ainda mais uma fantástica defesa face a Mbappé, também num remate em arco, mais em jeito que em força, com o guarda-redes a emular a intervenção de Donnarumma face a Neres.

O meio-campo benfiquista, extenuado à medida que o relógio avançava, vinha denotando grandes dificuldades em suster o “carrocel mágico” e os avançados surgiam muitas vezes em superioridade junto da algo desamparada defesa benfiquista.

A formação francesa acabaria por pagar por alguma sobranceria que demonstrara na primeira metade – confiante de que o golo acabaria por chegar, mais cedo ou mais tarde – e até poderia ter tido maior castigo, se Rafa (beneficiando de esforçada recuperação de bola de João Mário a meio-campo), depois de, em corrida, com bola, se ter desembaraçado de Sergio Ramos e Marquinhos, tivesse conseguido desfeitear Donnarumma, já nos últimos dez minutos do desafio; o guarda-redes defendeu com o peito, Rafa ainda ensaiou a recarga, mas a bola sairia ligeiramente por cima.

Num balanço global, mesmo tendo em consideração o maior domínio adversário, o empate acaba por se justificar – como, aliás, o reconheceram ambos os treinadores –, numa muito boa exibição do Benfica, em mais uma grande noite europeia, frente a um dos mais poderosos conjuntos da Europa. O desfecho podia ter sido idêntico, mas com bastantes mais golos, de parte a parte (um 3-3 não “escandalizaria”), não tivessem os guarda-redes das duas equipas estado em grande evidência.

5 Outubro, 2022 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 6.ª Jornada

LIGA A

Grupo 1 – Áustria-Croácia – 1-3 / Dinamarca-França – 2-0

1º Croácia, 13; 2º Dinamarca, 12; 3º França, 5; 4º Áustria, 4 

Grupo 2 – Portugal-Espanha – 0-1 / Suíça-R. Checa – 2-1

1º Espanha, 11; 2º Portugal, 10; 3º Suíça, 9; 4º R. Checa, 4

Grupo 3 – Hungria-Itália – 0-2 / Inglaterra-Alemanha – 3-3

1º Itália, 11; 2º Hungria, 10; 3º Alemanha, 7; 4º Inglaterra, 3

Grupo 4 – País Gales-Polónia – 0-1 / Países Baixos-Bélgica – 1-0

1º Países Baixos, 16; 2º Bélgica, 10; 3º Polónia, 7; 4º País Gales, 1

Os vencedores de cada um dos grupos (Croácia, Espanha, Itália e Países Baixos) disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. Os últimos classificados de cada grupo (Áustria, R. Checa, Inglaterra e País de Gales) são despromovidos à Liga B (edição de 2024/25).

(mais…)

27 Setembro, 2022 at 9:44 pm Deixe um comentário

Portugal – Espanha (Liga das Nações – 6.ª Jornada)

Portugal Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Danilo Pereira, Rúben Dias, Nuno Mendes, William Carvalho (78m – Rafael Leão), Rúben Neves (89m – João Félix), Bruno Fernandes, Bernardo Silva (73m – João Mário), Diogo Jota (78m – Vítor Ferreira “Vitinha”) e Cristiano Ronaldo

Espanha Espanha – Unai Simón, Dani Carvajal, Hugo Guillamón (45m – Sergio Busquets), Pau Torres, José Gayà, Carlos Soler (60m – Pedri), Rodri, Koke (60m – Gavi), Ferran Torres (73m – Nico Williams), Pablo Sarabia (60m – Yéremy Pino) e Álvaro Morata

0-1 – Álvaro Morata – 88m

Cartões amarelos – Bernardo Silva (46m), Nuno Mendes (83m) e João Félix (90m); Hugo Guillamón (31m) e Dani Carvajal (55m)

Árbitro – Daniele Orsato (Itália)

O que mais surpreendeu nesta partida não foi o seu desfecho, mas, em contraponto, a forma como a Espanha se apresentou em Braga, com uma exibição muito distante dos seus melhores dias, denotando insuspeitas fragilidades, decorrentes de alguma menor qualidade a nível individual, comparativamente a outros conjuntos espanhóis recentes.

De facto, durante toda a primeira parte, a equipa espanhola, com uma posse de bola estereotipada e completamente estéril, não deu, nunca, sinais daquela selecção afirmativa, que se impunha frente a qualquer adversário, tendo, ao invés, sido Portugal a criar os lances de maior perigo, como foi o caso, mais flagrante, do remate de Bruno Fernandes à malha lateral, tendo também Cristiano Ronaldo mostrado desinspiração num par de outros lances.

Este estado de coisas foi-se mantendo durante o quarto de hora inicial do segundo tempo, altura em que Luis Enrique – sem nada a perder – começou a “agitar as águas”, colocando sucessivamente em campo os jovens Pedri (19 anos), Gavi (18 anos), Pino (19 anos) e Nico Williams (20 anos).

A partir daí, se a selecção portuguesa já fora dando indícios de que o resultado a satisfazia – actuando quase sempre na expectativa –, passou, assumidamente, a “especular” com o jogo, procurando fazer a gestão do tempo; não tendo as substituições, tardias (em especial as entradas de Vitinha e Rafael Leão), resultado na alteração desse estado de espírito, não se tendo conseguido, sequer, aproveitar o maior balanceamento ofensivo espanhol.

À medida que o tempo se escoava, a Espanha foi empurrando cada vez mais a equipa portuguesa para o seu reduto defensivo, de onde, praticamente, não conseguiu sair nos derradeiros dez minutos.

O golo – com Morata a surgir completamente solto na zona da pequena área, a empurrar a bola, sem dificuldade, para o fundo da baliza –, que se ia já antecipando, apenas acabou por chegar tarde no jogo, mas, claro, no “timing” perfeito para a formação espanhola.

Depois do que sucedera na fase de qualificação para o Mundial, Portugal – tendo-se “posto a jeito” de novo – voltava a deixar escapar o apuramento (directo), nos últimos instantes do desafio final, quando, em ambos os casos (frente à Sérvia e à Espanha), apenas necessitava de empates caseiros.

Depois do “brilharete” de Praga, este jogo de Braga deixou “más sensações” para o Mundial, com início daqui a menos de dois meses. Têm a palavra os responsáveis, que deverão reflectir, nomeadamente sobre o modelo de jogo e atitude, e agir de forma atempada.

27 Setembro, 2022 at 9:41 pm Deixe um comentário

Liga das Nações da UEFA – 2022/23 – 5.ª Jornada

LIGA A

Grupo 1 – Croácia-Dinamarca – 2-1 / França-Áustria – 2-0

1º Croácia, 10; 2º Dinamarca, 9; 3º França, 5; 4º Áustria, 4 

Grupo 2 – R. Checa-Portugal – 0-4 / Espanha-Suíça – 1-2

1º Portugal, 10; 2º Espanha, 8; 3º Suíça, 6; 4º R. Checa, 4

Grupo 3 – Alemanha-Hungria – 0-1 / Itália-Inglaterra – 1-0

1º Hungria, 10; 2º Itália, 8; 3º Alemanha, 6; 4º Inglaterra, 2

Grupo 4 – Polónia-Países Baixos – 0-2  / Bélgica-País Gales – 2-1

1º Países Baixos, 13; 2º Bélgica, 10; 3º Polónia, 4; 4º País Gales, 1

Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”) desta competição da UEFA, prevista realizar em Junho de 2023. O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2024/25).

(mais…)

24 Setembro, 2022 at 9:43 pm Deixe um comentário

R. Checa – Portugal (Liga das Nações – 5.ª Jornada)

R. Checa R. Checa – Tomáš Vaclík, David Zima, Jakub Brabec (22m – Ondřej Kúdela), Václav Jemelka, Vladimír Coufal, Tomáš Souček (77m – Jan Kuchta), Alex Král, Jaroslav Zelený (63m – Adam Vlkanova), Antonín Barák (63m – Petr Ševčík), Adam Hložek (63m – Václav Černý) e Patrik Schick

Portugal Portugal – Diogo Costa, Diogo Dalot, Rúben Dias, Danilo Pereira (83m – João Mário), Mário Rui, William Carvalho (77m – João Palhinha), Bruno Fernandes (77m – Matheus Nunes), Rúben Neves, Bernardo Silva (67m – Ricardo Horta), Cristiano Ronaldo e Rafael Leão (67m – Diogo Jota)

0-1 – Diogo Dalot – 33m
0-2 – Bruno Fernandes – 45m
0-3 – Diogo Dalot – 52m
0-4 – Diogo Jota – 82m

Cartões amarelos – Não houve

Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)

É difícil fazer a “leitura” de um jogo sem deixar que, de alguma forma, a mesma seja “contaminada” pelo resultado.

Os números finais – sendo que ficaram, ainda, mais alguns “golos” por marcar – expressam uma superioridade incontestável da equipa portuguesa, em reflexo de uma boa exibição, em especial a nível do sector nevrálgico do meio-campo.

Mas o jogo não foi pleno de facilidades. Poderá até especular-se: se a R. Checa tem convertido a grande penalidade, que, já em período de compensação do primeiro tempo, lhe permitira reduzir a desvantagem para 1-2, como teria evoluído a partida na segunda metade?

Depois de uma meia hora inicial em que não houve um claro domínio de qualquer das equipas, Portugal inaugurou o marcador na sequência de um lance iniciado por Diogo Dalot, com o próprio defesa lateral direito a ir conclui-lo: após ter passado a Bruno Fernandes, este cruzou, não tendo Cristiano Ronaldo conseguido desviar, escapando-se a bola para a zona do segundo poste, onde surgiu Rafael Leão – que teve o mérito de não dar o lance por perdido – a assistir Diogo Dalot, que tinha acompanhado o ataque.

E quando se pensava ir para o intervalo com 1-0, uma jogada colectiva, com William Carvalho a “descobrir” Mário Rui no flanco esquerdo, que faria um bom cruzamento, para Bruno Fernandes, na zona da pequena área, desviar para o fundo da baliza.

E, num ápice, lance na grande área portuguesa, com a bola a bater na mão de Ronaldo (que pareceu procurar proteger a face), originando a sanção de grande penalidade (por via do “VAR”), que Schick remataria por alto. Um lance que terá (pelo seu desfecho) reforçado a confiança da selecção nacional, enquanto, em paralelo, impediu um maior estímulo do conjunto adversário.

O “herói” improvável seria Diogo Dalot, a bisar na partida, poucos minutos depois do recomeço, sentenciando definitivamente o desfecho do encontro. Atrevendo-se novamente em zonas mais adiantadas do terreno, tirou mesmo um adversário do caminho, antes de rematar com êxito para a baliza.

A intensidade de jogo cairia, com naturalidade, com as duas formações “conformadas” com o resultado. Só já próximo do final Diogo Jota voltaria a “agitar as águas”, ampliando para um robusto 4-0, dando perfeita sequência a desvio de cabeça de Cristiano Ronaldo, ao primeiro poste.

Voltando ao início: uma vitória categórica, por números inusuais, frente a adversários desta craveira, e, para mais, em terreno alheio, de uma equipa personalizada, a carburar bem, e a dar sinais de grande confiança.

Beneficiando do imprevisto desaire da Espanha, derrotada, em casa, pela Suíça, Portugal retoma a liderança do grupo, abordando assim a “final” da próxima terça-feira, recebendo a turma espanhola, em vantagem, necessitando apenas de um empate para garantir o apuramento para a “Final 4” da Liga das Nações.

24 Setembro, 2022 at 9:40 pm Deixe um comentário

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Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

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