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Reading, 5 – Arsenal, 7 (após prolongamento) – Taça da Liga de Inglaterra
Assistimos hoje a um dos mais loucos jogos da história do futebol, com o Reading a chegar aos 4-0, conseguindo o Arsenal (depois de começar por reduzir para 1-4 no último minuto da primeira parte) recuperar, obtendo, mesmo em cima dos 90 minutos, o empate a 4-4 (o 4º golo foi obtido efectivamente ao 96º minuto…), que lhe permitiu atingir o prolongamento, no qual acabaria por se impor por 7-5 (com mais dois golos obtidos mesmo a fechar)! Absolutamente inacreditável!
Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo B
Happoel Tel-Aviv – Viktoria Plzen – 1-2
At. Madrid – Académica – 2-1
1º At. Madrid, 9; 2º Viktoria Plzen, 6; 3º Académica e Happoel Tel-Aviv, 1
Grupo D
Marítimo – Bordeaux – 1-1
Newcastle – Brugge – 1-0
1º Newcastle, 7; 2º Bordeaux, 4; 3º Brugge, 3; 4º Marítimo, 2
Grupo G
Genk – Sporting – 2-1
Videoton – Basel – 2-1
1º Genk, 7; 2º Videoton, 6; 3º Basel, 2; 4º Sporting, 1
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
D. Zagreb – Paris St.-Germain – 0-2
FC Porto – D. Kyiv – 3-2
1º FC Porto, 9; 2º Paris St.-Germain, 6; 3º D. Kyiv, 3; 4º D. Zagreb, 0
Grupo B
Montpellier – Olympiakos – 1-2
Arsenal – Schalke – 0-2
1º Schalke, 7; 2º Arsenal, 6; 3º Olympiakos, 3; 4º Montpellier, 1
Grupo C
Málaga – AC Milan – 1-0
Zenit – Anderlecht – 1-0
1º Málaga, 9; 2º AC Milan, 4; 3º Zenit, 3; 4º Anderlecht, 1
Grupo D
B. Dortmund – Real Madrid – 2-1
Ajax – Manchester City – 3-1
1º B. Dortmund, 7; 2º Real Madrid, 6; 3º Ajax, 3; 4º Manchester City, 1
Grupo E
Shakhtar Donetsk – Chelsea – 2-1
Nordsjælland – Juventus – 1-1
1º Shakhtar Donetsk, 7, 2º Chelsea, 4; 3º Juventus, 3; 4º Nordsjælland, 1
Grupo F
Lille – Bayern – 0-1
BATE Borisov – Valencia – 0-3
1º Valencia, BATE Borisov e Bayern, 6; 4º Lille, 0
Grupo G
Barcelona – Celtic – 2-1
Spartak Moskva – Benfica – 2-1
1º Barcelona, 9; 2º Celtic, 4; 3º Spartak Moskva, 3; 4º Benfica, 1
Grupo H
Manchester United – Sp. Braga – 3-2
Galatasaray – CFR Cluj – 1-1
1º Manchester United, 9; 2º CFR Cluj, 4; 3º Sp. Braga, 3; 4º Galatasaray, 1
O Benfica fez um mau resultado em Moscovo, colocando-se na dependência do Barcelona (necessitando que este vença as suas partidas frente a Spartak Moscovo e Celtic)… desde que o Benfica consiga cumprir a sua “obrigação” de vencer também esses mesmos adversários.
Em Manchester, o Braga causou grande surpresa durante larga parte do tempo, tendo chegado a estar em vantagem por 2-0; ainda na primeira parte permitiria à equipa inglesa reduzir a desvantagem, para, na fase complementar, não resistir à reviravolta do United.
Por seu lado, o FC Porto, embora não isento de dificuldades – tendo permitido, por duas vezes, que o D. Kiev empatasse o jogo -, acabando por conseguir garantir o pleno de vitórias, perfila-se em posição privilegiada para garantir o apuramento para os 1/8 Final da competição.
Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Spartak Moscovo – Benfica
Spartak Moscovo – Artem Rebrov, Evgeni Makeev, Nicolás Pareja, Marek Suchý, Dmitri Kombarov, Rafael Carioca, Kim Källström (79m – Sergei Bryzgalov), José Manuel Jurado, Jano Ananidze (58m – Kirill Kombarov), Diniyar Bilyaletdinov (73m – Welliton) e Ari
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Jardel, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić (89m – Ola John), Eduardo Salvio, Enzo Peréz, Bruno César (65m – Nico Gaitán), Rodrigo (65m – Óscar Cardozo) e Lima
1-0 – Rafael Carioca – 3m
1-1 – Lima – 33m
2-1 – Jardel (p.b.) – 43m
Cartões amarelos – Suchý (45m), Welliton (90m) e Ari (90m); Óscar Cardozo (72m) e Nemanja Matić (75m)
Árbitro – Mark Clattenburg (Inglaterra)
Um sério aviso logo no primeiro minuto do jogo, e um golo sofrido ao terceiro minuto traduzem a forma desastrada como o Benfica entrou neste jogo…
E o desacerto na zona defensiva e de meio-campo prosseguiria nessa fase inicial da partida (o Spartak remataria ainda à trave, numa oportunidade de “golo feito”, inacreditavelmente desperdiçada), até que, ainda sem ter feito muito por isso, Lima, sempre oportuno, conseguisse alcançar o empate.
O Benfica pareceu então acalmar, e começar a construir jogo, mas, em mais uma desconcentração, permitindo a um homem do Spartak estar perfeitamente preparado para receber a bola, vindo de um cruzamento, para concretizar, Jardel, em último recurso, procurando antecipar-se, seria infeliz, introduzido a bola na sua própria baliza.
Na segunda parte, o Benfica continuaria, durante largo tempo, alheado do jogo; apenas no último quarto de hora conseguiria, embora já com “pouca cabeça”, empurrar a equipa russa para a sua área, conseguindo uma sucessão de cantos a seu favor, mas sem conseguir obter pelo menos o golo do empate.
As contas continuam mais ou menos “na mesma” (isto é, difíceis), agora ainda mais claramente definidas: necessidade imperiosa de vencer as duas partidas em casa, frente ao Spartak e ao Celtic, portanto, sem qualquer margem de erro, e dependência de terceiros, isto é, que o Barcelona vença todos os seus jogos…
Portugal – I. Norte (Mundial-2014 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Pereira (74m – Eder), Bruno Alves, Pepe, Miguel Lopes (45m – Ruben Amorim), Ruben Micael (61m – Silvestre Varela), Cristiano Ronaldo, João Moutinho, Miguel Veloso, Nani e Hélder Postiga
I. Norte – Roy Carroll, Ryan McGivern, Craig Cathcart, Jonny Evans, Christopher Baird, Steven Davis, Kyle Lafferty, Corry Evans, Niall McGinn, Oliver Norwood e Aaron Hughes
0-1 – Niall McGinn – 30m
1-1 – Hélder Postiga – 79m
Cartões amarelos – Pepe (80m); Aaron Hughes (84m)
Árbitro – Thorsten Kinhöfer (Alemanha)
Uma péssima exibição de uma equipa desconexa, com uma surpreendente incapacidade de dominar a bola – fruto do temporal que se abateu sobre o Estádio do Dragão? – e um inesperado empate com uma selecção de fracos recursos, como a da Irlanda do Norte, a colocar o 1º lugar do Grupo bastante longe ainda antes de atingir a metade desta fase de qualificação.
Uma má forma de recordar a centésima internacionalização de Cristiano Ronaldo, num encontro em que, nos últimos 20 minutos, a selecção portuguesa mais não conseguiu que bombear bolas para a área do adversário, mas de forma absolutamente inconsequente.
Segue-se, apenas já no próximo ano, uma dupla – e porventura a assumir cariz de decisiva – jornada, com deslocações a Israel e ao Azerbaijão.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 4 4 - - 8- 0 12 2º Israel 4 2 1 1 10- 5 7 3º Portugal 4 2 1 1 6- 3 7 4º I. Norte 4 - 3 1 3- 5 3 5º Azerbaijão 4 - 2 2 2- 6 2 6º Luxemburgo 4 - 1 3 2-12 1
4ª jornada
16.10.12 – Rússia – Azerbaijão – 1-0
16.10.12 – Israel – Luxemburgo – 3-0
16.10.12 – Portugal – I. Norte – 1-1
(mais…)
Rússia – Portugal (Mundial-2014 – Qualif.)
Rússia – Igor Akinfeev, Alexander Anyukov, Sergei Ignashevich, Igor Denisov, Alexander Kokorin, Alexander Kerzhakov (65m – Andrey Eshchenko), Vasili Berezutskiy, Roman Shirokov, Vladimir Bystrov (83m – Alexander Samedov), Victor Faizulin (45m – Denis Glushakov) e Dmitry Kombarov
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe, Fábio Coentrão (20m – Miguel Lopes), Ruben Micael (67m – Silvestre Varela), Cristiano Ronaldo, João Moutinho, Miguel Veloso, Nani e Hélder Postiga (75m – Eder)
1-0 – Alexander Kerzhakov – 6m
Cartões amarelos – Roman Shirokov (89m) e Alexander Kokorin (90m); Miguel Veloso (43m)
Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)
Defrontando o mais sério (único) rival na disputa da vitória no grupo de apuramento e consequente apuramento directo para o Mundial 2014, a selecção portuguesa estava bem avisada da importância de que se revestia esta partida.
Porém, uma falha individual, logo nos primeiros minutos de jogo, com um passe errado quando a equipa portuguesa se balanceava para o ataque, permitindo um rápido contra-ataque russo, desde logo decidiria o desfecho do encontro.
A partir daí, com praticamente todo o tempo para procurar inverter a situação, naturalmente Portugal assumiria o controlo do jogo (domínio também consentido pela Rússia), concluindo o desafio com estatísticas esmagadoras a nível de posse de bola (mais de 75%). Mas seria um domínio mais quantitativo, que qualitativo, improfícuo, esbarrando sempre na bem organizada teia defensiva da selecção russa.
Na segunda parte, e com o decorrer do tempo, a equipa nacional foi ficando mais intranquila, e acabaria por não criar efectivo perigo, nem ocasiões de golo.
A inevitável sensação de injustiça do resultado tem necessariamente de ser mitigada pela falta de eficácia do futebol ofensivo da selecção de Portugal.
À terceira jornada, começamos já a ter de fazer as habituais “contas de cabeça”: na eventualidade de um empate pontual no final da fase de qualificação, o primeiro critério de desempate é o da diferença de golos… para já (para além dos 3 pontos de desvantagem), o défice atinge 4 golos.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 3 3 - - 7- 0 9 2º Portugal 3 2 - 1 5- 2 6 3º Israel 3 1 1 1 7- 5 4 4º I. Norte 3 - 2 1 2- 4 2 5º Azerbaijão 3 - 2 1 2- 5 2 6º Luxemburgo 3 - 1 2 2- 9 1
3ª jornada
12.10.12 – Rússia – Portugal – 1-0
12.10.12 – Luxemburgo – Israel – 0-6
14.11.12 – I. Norte – Azerbaijão – 1-1
(mais…)
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo B
At. Madrid – Viktoria Plzen – 1-0
Académica – Happoel Tel-Aviv – 1-1
1º At. Madrid, 6; 2º Viktoria Plzen, 3; 3º Académica e Happoel Tel-Aviv, 1
Grupo D
Newcastle – Bordeaux – 3-0
Brugge – Marítimo – 2-0
1º Newcastle, 4; 2º Brugge e Bordeaux, 3; 4º Marítimo, 1
Grupo G
Videoton – Sporting – 3-0
Basel – Genk – 2-2
1º Genk, 4; 2º Videoton, 3; 3º Basel, 2; 4º Sporting, 1
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
FC Porto – Paris St.-Germain – 1-0
D. Kyiv – D. Zagreb – 2-0
1º FC Porto, 6; 2º Paris St.-Germain e D. Kyiv, 3; 4º D. Zagreb, 0
Grupo B
Arsenal – Olympiakos – 3-1
Schalke – Montpellier – 2-2
1º Arsenal, 6; 2º Schalke, 4; 3º Montpellier, 1; 4º Olympiakos, 0
Grupo C
Anderlecht – Málaga – 0-3
Zenit – AC Milan – 2-3
1º Málaga, 6; 2º AC Milan, 4; 3º Anderlecht, 1; 4º Zenit, 0
Grupo D
Ajax – Real Madrid – 1-4
Manchester City – B. Dortmund – 1-1
1º Real Madrid, 6; 2º B. Dortmund, 4; 3º Manchester City, 1; 4º Ajax, 0
Grupo E
Nordsjælland – Chelsea – 0-4
Juventus – Shakhtar Donetsk – 1-1
1º Chelsea e Shakhtar Donetsk, 4; 3º Juventus, 2; 4º Nordsjælland, 0
Grupo F
BATE Borisov – Bayern – 3-1
Valencia – Lille – 2-0
1º BATE Borisov, 6; 2º Valencia e Bayern, 3; 4º Lille, 0
Grupo G
Benfica – Barcelona – 0-2
Spartak Moskva – Celtic – 2-3
1º Barcelona, 6; 2º Celtic, 4; 3º Benfica, 1; 4º Spartak Moskva, 0
Grupo H
Galatasaray – Sp. Braga – 0-2
CFR Cluj – Manchester United – 1-2
1º Manchester United, 6; 2º CFR Cluj e Sp. Braga, 3; 4º Galatasaray, 0
Nesta segunda jornada, destaque para a excelente vitória do Sp. Braga, frente ao campeão turco, Galatasaray, com o FC Porto a conseguir também confirmar o triunfo obtido na ronda inaugural, frente ao principal rival na luta pelo 1º lugar do Grupo de apuramento. O Benfica, perdendo com naturalidade, perante um Barcelona de outra galáxia, tem, não obstante, as contas relativamente fixadas: terá de vencer os jogos em casa frente ao Celtic e Sp. Moscovo, esperando que a equipa catalã mantenha elevado o nível de competitividade nos restantes jogos com os outros rivais.
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Benfica – Barcelona
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Jardel, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić, Eduardo Salvio, Enzo Peréz (60m – Pablo Aimar), Bruno César (45m – Carlos Martins), Nico Gaitán (75m – Nolito) e Lima
Barcelona – Victor Valdés, Daniel Alves, Carles Puyol (78m – Alex Song), Javier Mascherano, Jordi Alba, Sergio Busquets, Xavi Hernández, Pedro Rodríguez (82m – David Villa), Alexis Sánchez, Cesc Fàbregas (72m – Andrés Iniesta) e Lionel Messi
0-1 – Alexis Sánchez – 6m
0-2 – Cesc Fàbregas – 55m
Cartões amarelos – Cesc Fàbregas (19m) e Pedro Rodríguez (28m); Bruno César (38m), Carlos Martins (84m), Nemanja Matić (86m) e Jardel (89m)
Cartão vermelho – Sergio Busquets (88m)
Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)
Entrando em campo com um posicionamento porventura mais ousado do que o que se poderia antecipar, tendo em consideração o poderio e a fama do adversário, o Benfica surgiu desinibido, a procurar jogar o jogo pelo jogo.
Porém, a envolvente da partida ficaria desde muito cedo condicionada pelo golo madrugador obtido pelo Barcelona, com Alexis Sánchez, muito oportuno, a antecipar-se à defesa benfiquista, na zona da pequena área, a dar a melhor conclusão a um bom cruzamento de Messi, do lado esquerdo. Bastara uma desconcentração, para a equipa catalã, com eficácia extraordinária, se colocar desde logo em vantagem.
Não acusando o golo sofrido, com uma muito boa reacção, a equipa benfiquista construiria pouco depois os seus dois lances de maior perigo, a rondar os 10 minutos, primeiro por Bruno César, depois através de Lima, em ambos os casos, a não conseguir concretizar as oportunidades de que desfrutaram.
Num jogo repartido – pese embora a inevitável tradicional superioridade do Barcelona a nível de posse de bola (no termo da partida cifrar-se-ia em 75%!) – os catalães teriam, aos 21 minutos, a melhor ocasião de golo, com Artur, com uma soberba intervenção, a evitar que o marcador se desnivelasse mais.
Até final da primeira parte, o Benfica continuou a explanar um bom futebol, não abdicando de procurar a sorte. De que poderia ter ficado mais próximo, caso o árbitro não tivesse perdoado, apenas com 40 minutos decorridos, o segundo cartão amarelo e consequente expulsão a Cesc Fàbregas, na sequência de uma entrada faltosa, a justificar maior rigor disciplinar (o mesmo acontecera aliás, dois minutos antes, com outro jogador da equipa espanhola).
Logo no segundo minuto após o recomeço, nova desconcentração na defesa benfiquista deu espaço a Alexis Sánchez, que, face a Artur Moraes, embora descaído sobre a esquerda, desperdiçou o que poderia ter sido o segundo golo, com a bola a sair ligeiramente ao lado do poste mais distante.
Aos 55 minutos, numa fase em que o Barcelona, com o domínio completo da bola durante um bom período de tempo, tinha adormecido o Benfica, subitamente imprimindo velocidade ao seu jogo, num rápido contra-ataque, com Messi a conduzir a bola, rompendo pela defesa benfiquista, levando-a até Fàbregas, que não teria dificuldade em ampliar o marcador.
Com o jogo anunciadamente perdido, o Benfica não se entregou, e, num gesto de inconformismo, Salvio teria, quase de pronto, um excelente remate, de longe, a obrigar Valdés (que minutos antes tivera uma desconcentração que podia ter sido comprometedora) a boa intervenção.
Na fase final da partida, a equipa benfiquista – acumulando já grande fadiga de tanto correr em busca da bola – de alguma forma perdeu o norte, desuniu-se, e não mais foi capaz de construir jogo ofensivo, podendo o Barcelona ter aproveitado para dilatar o marcador.
Contudo, também a equipa catalã ficou desconcentrada, com a cabeça ausente do jogo, a partir do momento em que o seu capitão, Carles Puyol – caindo mal na sequência de um lance em que tinha subido à grande área do Benfica, e após se ter elevado perigosamente para tentar cabecear a bola, devendo ter fracturado o braço -, teve de abandonar o relvado.
O jogo acabaria por ficar ainda manchado, mesmo nos derradeiros minutos, por uma sucessão de cartões amarelos, e um vermelho a Busquets, por atitudes de indisciplina, tendo o Benfica acabado por ver o árbitro perdoar também o vermelho a Matić, já em período de descontos…
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo B
Viktoria Plzen – Académica – 3-1
Happoel Tel-Aviv – At. Madrid – 0-3
1º At. Madrid e Viktoria Plzen, 3; 3º Académica e Happoel Tel-Aviv, 0
Grupo D
Bordeaux – Brugge – 4-0
Marítimo – Newcastle – 0-0
1º Bordeaux, 3; 2º Marítimo e Newcastle, 1; 4º Brugge, 0
Grupo G
Sporting – Basel – 0-0
Genk – Videoton – 3-0
1º Genk, 3; 2º Basel e Sporting, 1; 4º Videoton, 0




