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TAÇA UEFA – 1/8 FINAL

Newcastle – AZ Alkmaar – 4-2
Macabbi Haifa – Espanyol – 0-0
Glasgow Rangers – Osasuna – 1-1
Braga – Tottenham – 2-3
Sevilla – Shakhtar Donetsk – 2-2
Lens – B. Leverkusen – 2-1
P. St.-Germain – Benfica – 2-1
Celta de Vigo – Werder Bremen – 0-1


Num Parques dos Príncipes colorido de vermelho, com dezenas de milhar de adeptos benfiquistas (estimam-se em mais de 20 000, num total de cerca de 37 000 espectadores), o Benfica disputou hoje a 1ª mão dos 1/8 Final com uma equipa do Paris St.-Germain, que ocupa o 18º e antepenúltimo lugar do Campeonato francês, portanto actualmente em zona de despromoção.
Privado de Katsouranis (ausente pela primeira vez nesta época, por indisposição), Fernando Santos concedeu a titularidade ao jovem João Coimbra, tendo, por outro lado, optado de início por Derlei, em detrimento de Nuno Gomes.
Entrando no jogo com boa disposição, a equipa francesa criaria a primeira ocasião de perigo aos 7 minutos, na sequência de um pontapé de canto, com alguma confusão na área benfiquista. Mas, logo no minuto seguinte, o Benfica beneficiava de uma soberana oportunidade de golo, com Derlei desmarcado na cara do guarda-redes francês, a deixar-se antecipar, no “último segundo”, por Sakho, que lhe tirou autenticamente o “pão da boca”.
…E, de imediato, na jogada subsequente, Nélson a percorrer todo o flanco direito, até à linha de fundo e a conseguir realizar (mais) um cruzamento perfeito, para a cabeça de Simão Sabrosa, que não desperdiçou, marcando o primeiro golo, colocando o Benfica em vantagem, colocando o Parque dos Príncipes “ao rubro”.
Com o jogo bastante disputado, o Benfica disporia de nova oportunidade à passagem dos 23 minutos… que não seria aproveitada.
Por volta da meia-hora, o Benfica continuava a “mandar no jogo”, trocando a bola, com a equipa francesa, passivamente, na expectativa, “a assistir”.
Até que, em mais uma contrariedade, Luisão – após um desarme em esforço sobre Rothen – ressentia-se da lesão que o tem importunado e pedia, de imediato, a substituição, entrando David Luiz. Na sequência do livre, Quim seria obrigado a uma vistosa intervenção, desviando a bola por cima da baliza… para, na sequência do canto, ter de se aplicar novamente.
Pouco depois, com David Luiz ainda a procurar integrar-se no eixo da defesa, Pauleta, num cruzamento-remate em arco (que nem David Luiz, nem o atacante parisiense conseguiram desviar), introduzia a bola na baliza de Quim, empatando o jogo.
Com uma defesa que passara a um estado periclitante, como que “tremendo” perante as ofensivas francesas, Kalou entrou na área em “slalom”, driblando 3 adversários (à espera da falta para a grande penalidade), até que se decidiu por assistir Frau; estava feito o segundo golo e concretizada a reviravolta no marcador… em 4 minutos.
O Benfica desesperava pela chegada do intervalo, com Rothen, em cima da hora, a criar novamente perigo para a baliza benfiquista.
Parecendo psicologicamente estabilizado, o Benfica entraria bastante bem na segunda parte, com duas ou três jogadas ofensivas, levando perigo à área francesa, numa delas – aos 53 minutos – com Mendy a salvar sobre a linha de golo, uma bola cabeceada por David Luiz.
Porém, a partir dos 55 minutos, o Paris St.-Germain retomaria o controlo do jogo, com Pauleta, aos 57 minutos, a tentar, num remate com efeito, em arco, trair Quim, mas a bola a sair ao lado. Para, aos 60 minutos, num rápido contra-ataque, Miccoli surgir isolado pelo lado esquerdo, rematando cruzado, com Landreau batido, mas a bola a passar a centímetros do poste! O Benfica desperdiçava uma excelente oportunidade para empatar a partida…
E, novamente, aos 64 minutos, num ressalto na sequência de um pontapé de canto, Miccoli, em excelente posição, no centro da área, enquadrado com a baliza, a rematar de primeira… bastante por alto.
Mais uma contrariedade sucederia ao Benfica pouco depois, com a lesão de João Coimbra, a ser substituído por Beto, vendo-se obrigado a esgotar as substituições a 20 minutos do final da partida.
20 minutos que não registariam particulares eventos a assinalar, com um jogo bastante partido, com faltas sucessivas, quebrando o ritmo, sendo a equipa francesa a ter ainda, em cima dos 90 minutos, uma ocasião de perigo, com um livre frontal, a embater na barreira defensiva do Benfica.
Em conclusão, 5 minutos de “desnorte” e alguma infelicidade (desde lesões às oportunidades desperdiçadas) acabaram por resultar – num encontro em que a equipa portuguesa registou 65 % de tempo de “posse de bola”! – numa derrota perfeitamente escusada e evitável… que obriga o Benfica a vencer na 2ª mão, no Estádio da Luz, na próxima semana.
Paris St.-Germain – Landreau, Rozehnal, Mendy, Sakho, Armand (79m – Drame), Cissé, Chantôme, Rothen (61 m – Gallardo), Frau, Kalou e Pauleta (73m – Luyindula)
Benfica – Quim; Nélson, Anderson, Luisão (32m – David Luiz) e Léo; Petit, João Coimbra (71m – Beto), Karagounis, Derlei (68m – Nuno Gomes) e Simão Sabrosa; Miccoli
0-1 – Simão Sabrosa – 9m
1-1 – Pauleta – 35m
2-1 – Frau – 39m
Cartões Amarelos – Rothen (46m), Kalou (80m); Karagounis (6m), Derlei (55m)
Árbitro – Graham Poll (Inglaterra)
O Braga recebeu o Tottenham (no reeditar de uma eliminatória de há muitos anos atrás – 1984-85 -, em que a equipa minhota havia sido “cilindrada” com um resultado agregado de 0-9 – derrotas por 0-3 em Braga… 0-6 em Londres).
Neste reencontro, a equipa bracarense, parecendo surgir receosa do poderio do Tottenham, não revelou a desinibição necessária para se “soltar” no jogo, e assumir a iniciativa da partida; ao invés, concedendo essa iniciativa à equipa inglesa, caberiam aos londrinos as melhores oportunidades da primeira parte, sendo o nulo registado ao intervalo lisonjeiro para o Braga.
A equipa portuguesa, parecendo entrar melhor na segunda parte, teria, apenas aos 49 minutos, a primeira ocasião de perigo a seu favor. Mas a toada de jogo não se alteraria substancialmente, com o Tottenham a continuar a dominar… e o golo – que havia sido até então evitado – a chegar aos 57 minutos, por Robbie Keane. Estava quebrada a resistência bracarense.
Mais um quarto de hora decorrido – sem que o Braga conseguisse esboçar uma reacção – e, aos 72 minutos, com o segundo golo do Tottenham, por intermédio de Malbranque, o desfecho da eliminatória parecia já definido. No espírito dos bracarenses, não poderá ter deixado de surgir a recordação da eliminatória de 1984-85.
Até que, aos 75 minutos, na sequência de uma grande penalidade – que fez pairar algumas dúvidas – o Braga conseguia, pelo menos, um “golo de honra”, por Paulo Jorge.
E – sem que nada do que apresentara até então o fizesse esperar – aos 81 minutos, o Braga chega mesmo ao empate: Zé Carlos conseguia, num excelente desvio de cabeça, fazer o 2-2!
Mais, a partir daí, foi um Braga completamente “transfigurado” – aproveitando o facto de o Tottenham parecer “atordoado” com os dois golos inesperadamente sofridos – a procurar o golo da vitória, criando mesmo algumas ocasiões de perigo.
Já no termo do período de descontos, o Braga acabaria por sofrer a punição de um terceiro golo – novamente por Robbie Keane -, repondo a situação de vitória do Tottenham, de alguma forma traduzindo o que se passou na generalidade do encontro.
TAÇA UEFA – 1/16 FINAL (ACT.)
Newcastle – Zulte Waregem – 1-0 / 3-1 (4-1)
Parma – Braga – 0-1 / 0-1 (0-2)
Panathinaikos – Lens – 0-0 / 1-3 (1-3)
Blackburn – B. Leverkusen – 0-0 / 2-3 (2-3)
Glasgow Rangers – Hapoel Tel-Aviv – 4-0 / 1-2 (5-2)
Espanyol – Livorno – 2-0 / 2-1 (4-1)
AZ Alkmaar – Fenerbahçe – 2-2 / 3-3 (5-5)
Ajax – Werder Bremen – 3-1 / 0-3 (3-4)
Celta de Vigo – Spartak Moscovo – 2-1 / 1-1 (3-2)
Macabbi Haifa – CSKA Moscovo – 1-0 / 0-0 (1-0)
P. St.-Germain – AEK Atenas – 2-0 / 2-0 (4-0)
D. Bucuresti – Benfica – 1-2 / 0-1 (1-3)
Sevilla – Steaua – 1-0 / 2-0 (3-0)
Nancy – Shakhtar Donetsk – 0-1 / 1-1 (1-2)
Osasuna – Bordeaux – 1-0 (a.p.) / 0-0 (1-0)
Tottenham – Feyenoord – Jogo cancelado, devido à exclusão do Feyenoord, por comportamento incorrecto dos seus adeptos na fase anterior da prova
Contrariamente ao que se receava, o D. Bucuresti não teve uma entrada impetuosa no jogo, parecendo ficar, pacientemente, na expectativa do erro adversário, concedendo mesmo alguma iniciativa ao Benfica que, ainda antes dos 10 minutos, beneficiou de uma ocasião de perigo, que não conseguiu concretizar.
Passados os temidos 20 minutos iniciais, seria então que o Dínamo se “soltaria” e, aos 23 minutos (na sua primeira oportunidade…), numa diagonal a “rasgar” o centro da defesa do Benfica – que ficou paralisada, reclamando um (aparentemente inexistente) fora-de-jogo -, com Munteanu, oportuníssimo na desmarcação, a desviar a bola do alcance de Quim, empatando a eliminatória.
No período imediato, o Benfica pareceu acusar o golo, até que, por volta da meia-hora de jogo, Luisão teria uma oportunidade; todavia, falharia o alvo.
Aos 36 minutos, Simão Sabrosa, na conversão de um livre obrigaria Lobont a intervenção meritória. E, aos 42 minutos, Miccoli a desmarcar-se, mas a chegar atrasado, deixando o guarda-redes adversário anular o perigo.
Para, no minuto seguinte, Lobont ser chamado a mais duas intervenções (a primeira delas, de elevado grau de dificuldade, a estirar-se, “em voo”, para, logo de seguida, ter de “mergulhar” junto ao solo)… e, na sequência (3 oportunidades num minuto!), Anderson – já em plena pequena área, com a baliza à mercê -, a ficar a centímetros da bola e do golo!
Depois da infelicidade a encerrar o primeiro tempo, a felicidade a abrir a segunda parte: o Benfica reentrava com boa atitude, mantendo a pressão que exercera nos últimos minutos antes do intervalo; aos 5 minutos, na sequência de um canto apontado por Simão Sabrosa, Anderson surgiu de rompante, antecipando-se à defesa romena, desviando de cabeça para o golo do empate, parecendo assegurar então uma vantagem decisiva na eliminatória.
Mais confiante e tranquilo, cinco minutos decorridos, o Benfica poderia ter sentenciado o confronto, com Miccoli a rematar forte, ligeiramente ao lado da baliza.
Aos 57 minutos, o Dínamo mostrava estar ainda “vivo”, com Pulhac a imitar Miccoli, desperdiçando ocasião soberana para marcar o segundo golo.
Mais cinco minutos, e o Benfica a não conseguir concretizar nova oportunidade, com Lobont a não se deixar enganar por Simão Sabrosa, que – isolado, “na cara” do guarda-redes – procurava colocar-lhe a bola pelo meio das pernas… Para, no minuto seguinte, novamente com origem de um canto apontado por Simão Sabrosa, à imagem do primeiro golo, Katsouranis a decidir a eliminatória, colocando o Benfica em vantagem também nesta partida.
Daí até final o Benfica manteve o controlo do jogo, com a equipa romena a não demonstrar capacidade para inverter a situação.
Mais uma importante vitória de uma equipa portuguesa, frente a uma equipa da Roménia, nosso adversário directo no ranking da UEFA.
D. Bucuresti – Lobont, Blay, Pulhac, Moti, Radu, Serban (45m – Balace), Margaritescu, Munteanu (58m – Mendy), Cristea (77m – Zé Kalanga), Niculescu e Danciulescu
Benfica – Quim; Nélson, Anderson, Luisão e Léo; Petit, Katsouranis (89m – Beto), Karagounis e Simão Sabrosa; Derlei (86m – Paulo Jorge) e Miccoli (75m – Nuno Gomes)
1-0 – Munteanu – 23m
1-1 – Anderson – 50m
1-2 – Katsouranis – 64m
Cartões amarelos – Moti (22m), Danciulescu (34m)
Árbitro – Nicolai Vollquartz (Dinamarca)
No outro jogo desta eliminatória envolvendo equipas portuguesas, o Braga conseguiu também uma excelente vitória em Parma, repetindo o resultado da 1ª mão, numa óptima estreia de Jorge Costa como treinador principal.
Mantendo a vantagem na eliminatória até ao último minuto (com o nulo a subsistir no marcador) – apesar de jogar em inferioridade numérica no derradeiro quarto de hora da partida, por expulsão de Frechaut, e sujeito a intensa pressão adversária -, seria nesse momento que a equipa bracarense deferiria o golpe final, com um golo de Diego.
Um magnífico resultado de conjunto para Portugal (fazendo o “pleno”, com 4 vitórias em 4 jogos!), a manter em prova dois representantes na próxima eliminatória.
Jogos dos 1/8 Final (a disputar a 8 e a 14/15 de Março)
Newcastle – AZ Alkmaar
Macabbi Haifa – Espanyol
Glasgow Rangers – Osasuna
Braga – Tottenham
Sevilla – Shakhtar Donetsk
Lens – B. Leverkusen
P. St.-Germain – Benfica
Celta de Vigo – Werder Bremen
TAÇA UEFA – 1/16 FINAL – BENFICA – D. BUCURESTI
Zulte Waregem – Newcastle – 15/2
Braga – Parma – 15/2
Lens – Panathinaikos – 15/2
B. Leverkusen – Blackburn – 3-2
Hapoel Tel-Aviv – Glasgow Rangers – 2-1
Livorno – Espanyol – 1-2
Fenerbahçe – AZ Alkmaar – 3-3
Werder Bremen – Ajax – 3-0
Spartak Moscovo – Celta de Vigo – 15/2
CSKA Moscovo – Macabbi Haifa – 0-0
AEK Atenas – P. St.-Germain – 0-2
Benfica – D. Bucuresti – 1-0
Steaua -Sevilla – 15/2
Shakhtar Donetsk – Nancy – 1-1
Bordeaux – Osasuna – 0-0
Feyenoord – Tottenham – Jogo cancelado, devido à exclusão do Feyenoord, por comportamento incorrecto dos seus adeptos na fase anterior da prova
No regresso da Taça UEFA às “Quartas-feiras europeias”, o Benfica – transitando da Liga dos Campeões para a segunda prova da UEFA – recebeu, na 1ª mão dos 1/16 Final, a equipa romena do D. Bucuresti.
Com uma toada de jogo lento durante toda a primeira parte, apenas por uma vez – aos 16 minutos, numa boa assistência de Rui Costa para Nuno Gomes, que viu o guarda-redes adversário, com uma excelente intervenção, negar-lhe o golo, desviando a bola para o poste – o Benfica criou efectivo perigo.
Na segunda parte, a equipa portuguesa parecia entrar mais determinada, mas, com o decorrer do tempo de jogo, aparentava ir perdendo confiança, na medida inversa em que os romenos procuravam começar a “subir no terreno”.
Até que, aos 69 minutos – numa fase em que a ansiedade ia aumentando -, o Benfica teve um momento de extrema infelicidade, na transformação de um livre, com Simão Sabrosa a rematar com estrondo à barra e, na sequência, a bola a ressaltar num adversário, sem, caprichosamente, entrar na baliza.
Aos 75 minutos, Niculescu colocaria – pela única vez na partida – o guarda-redes benfiquista à prova.
Quando parecia que o nulo no marcador já não se alteraria, aos 89 minutos, mais uma vez numa excelente assistência de Rui Costa, Simão Sabrosa, já à entrada da pequena área, rematou forte para mais uma defesa apertada de Lobont, surgindo Miccoli, com uma fulgurante recarga – num remate de “raiva” -, desta vez sem hipóteses para o guarda-redes.
Um golo que conferiu ao Benfica uma sofrida vitória, a par de uma preciosa vantagem na eliminatória, que se espera seja suficiente para garantir – na próxima semana, na Roménia – o apuramento para os 1/8 Final da prova, fase em que defrontaria provavelmente o Paris St.-Germain, hoje vitorioso em Atenas por 2-0, frente ao AEK.
Benfica – Quim; Nélson, Anderson, Luisão e Léo; Petit (45m – Miccoli), Katsouranis, Rui Costa (90m – João Coimbra) e Karagounis; Simão Sabrosa e Nuno Gomes (74m – Derlei)
D. Bucuresti – Lobont, Radu, Balace, Moti, Blay, Pulhac (65m – Zé Kalanga) (82m – Serban), Cristea, Margaristescu, Munteanu (79m – Ropotan), Niculescu e Danciulescu
1-0 – Miccoli – 89m
Cartões Amarelos – Petit (33m), Léo (77m); Pulhac (25m), Moti (68m)
Árbitro – Ivan Bebek – Croácia
LIGA DOS CAMPEÕES – 6ª JORNADA (ACT.)
GRUPO B Jg V E D G Pt 1 Bayern 6 3 3 - 10-3 12 2 Inter 6 3 1 2 5-5 10 3 Sp.Moscovo 6 1 2 3 7-11 5 4 Sporting 6 1 2 3 3-6 5 Sporting-Inter_______________1-0 / 0-1 Bayern-Sp.Moscovo____________4-0 / 2-2 Inter-Bayern_________________0-2 / 1-1 Sp. Moscovo-Sporting_________1-1 / 3-1 Inter-Sp. Moscovo____________2-1 / 1-0 Sporting-Bayern______________0-1 / 0-0
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M. United 6 4 - 2 10-5 12 2 Celtic 6 3 - 3 8-9 9 3 Benfica 6 2 1 3 7-8 7 4 Copenhaga 6 2 1 3 5-8 7 M. United-Celtic_____________3-2 / 0-1 Copenhaga-Benfica____________0-0 / 1-3 Benfica-M. United____________0-1 / 1-3 Celtic-Copenhaga_____________1-0 / 1-3 Celtic-Benfica_______________3-0 / 0-3 M.United-Copenhaga___________3-0 / 0-1
GRUPO G Jg V E D G Pt 1 Arsenal 6 3 2 1 7-3 11 2 FC Porto 6 3 2 1 9-4 11 3 CSKA Mosc. 6 2 2 2 4-5 8 4 Hamburgo 6 1 - 5 7-15 3 FC Porto-CSKA Moscovo________0-0 / 2-0 Hamburgo-Arsenal_____________1-2 / 1-3 Arsenal-Porto________________2-0 / 0-0 CSKA Moscovo-Hamburgo________1-0 / 2-3 CSKA Moscovo-Arsenal_________1-0 / 0-0 FC Porto-Hamburgo____________4-1 / 3-1
Dez minutos de “deriva” custaram hoje ao Sporting a derrota na partida frente ao Spartak de Moscovo e consequente eliminação das competições europeias.
Depois de uma excelente entrada na prova, o Sporting foi “perdendo gás”, decaindo de rendimento, concluindo esta fase na última posição do grupo.
O jogo de hoje fez reviver o “pesadelo” da Final da Taça UEFA de 2005, então frente a outra equipa russa, o CSKA de Moscovo; hoje, num encontro em que o empate bastava para o apuramento, o Sporting, lento e desconcentrado, “ofereceu” dois golos “de avanço”, logo aos 7 e 16 minutos. O “tento de honra”, obtido à passagem da meia-hora ainda deu esperanças aos sportinguistas, mas – à excepção de um remate à trave, pelo infeliz Liedson – a equipa nunca teve o discernimento necessário para criar as indispensáveis oportunidades de golo. Praticamente em cima da hora, o terceiro golo da equipa russa mais não fez que sentenciar definitivamente o desfecho então já adivinhado.
O Benfica não revelou hoje capacidade para suster as ofensivas do Manchester United, principalmente depois de, pouco antes da meia hora de jogo, se ter colocado em vantagem no marcador, num excelente golo de Nélson.
O sonho – da repetição do “milagre” da época passada, com a eliminação desta mesma equipa do Manchester United, na última jornada da Fase Grupos – parecia então ser de possível concretização, mas o caudal atacante da equipa inglesa, comandada por Cristiano Ronaldo, acabaria por ditar a sua lei, com o empate a chegar em cima do intervalo e, na segunda parte, mais dois golos, remetendo o Benfica para a Taça UEFA.
M. United – Van der Sar, G. Neville, Evra (67m – Heinz), Ferdinand, Vidic, Giggs (74m – Fletcher), Carrick, Scholes (79m – Solskjaer), Cristiano Ronaldo, Saha e Rooney
Benfica – Quim, Nélson, Luisão, Ricardo Rocha e Léo; Petit, Katsouranis, Nuno Assis (73m – Karagounis) e Simão Sabrosa; Miccoli (64m – Paulo Jorge) e Nuno Gomes
0-1 – Nélson – 27m
1-1 – Vidic – 45m
2-1 – Giggs – 61m
3-1 – Saha – 75m
Cartões amarelos – Rooney (42m) e Fletcher (78m); Ricardo Rocha (34m)
Árbitro – Herbert Fandel (Alemanha)
Num jogo em que – desde o início da partida – o empate satisfazia as duas equipas, garantindo-lhes o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões, o FC Porto e o Arsenal, conservando o nulo até final do encontro, prosseguem na competição, passando a equipa portista a ser a única representante de Portugal na prova mais importante do futebol europeu.
Nesta partida, de risco mínimo para o FC Porto e de risco quase nulo para o Arsenal (liderava o Grupo) – e até porque o CSKA chegou a estar em posição de vantagem em Hamburgo, o que, a concretizar-se, ditaria o afastamento da equipa que eventualmente viesse a perder o encontro do Estádio do Dragão – couberam ao FC Porto as melhores oportunidades de golo, com Quaresma a acertar duas vezes nos ferros da baliza da equipa inglesa.
Concluída a 6ª jornada desta Fase de Grupos, são as seguintes as 16 equipas apuradas para os 1/8 Final: Chelsea e Barcelona; Bayern Munique e Inter; Liverpool e PSV Eindhoven; Valencia e Roma; Lyon e Real Madrid; Manchester United e Celtic; Arsenal e FC Porto; e AC Milan e Lille.
Nos 1/8 Final, o FC Porto terá de defrontar um dos vencedores dos restantes 7 Grupos desta Fase: as 3 equipas inglesas (Chelsea, Liverpool e Manchester United), Bayern, Valencia, Lyon ou AC Milan.
Transitam para a Taça UEFA (3º classificados nos respectivos Grupos): Werder Bremen, Spartak Moscovo, Bordeaux, Shaktior Donetsk, Steaua, Benfica, CSKA Moscovo e AEK Atenas.
LIGA DOS CAMPEÕES – 5ª JORNADA
GRUPO B Jg V E D G Pt 1 Bayern4 3 1 - 7-0 10 2 Inter
4 2 - 2 3-4 6 3 Sporting
4 1 2 1 2-2 5 4 Sp.Moscovo
4 - 1 3 2-8 1 Sporting-Inter_______________1-0 / ___ Bayern-Sp.Moscovo____________4-0 / ___ Inter-Bayern_________________0-2 / ___ Sp. Moscovo-Sporting_________1-1 / ___ Inter-Sp. Moscovo____________2-1 / 1-0 Sporting-Bayern______________0-1 / 0-0
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 Celtic5 3 - 2 7-6 9 2 M. United
5 3 - 2 7-4 9 3 Benfica
5 2 1 2 6-5 7 4 Copenhaga
5 1 1 3 2-7 4 M. United-Celtic_____________3-2 / 0-1 Copenhaga-Benfica____________0-0 / 1-3 Benfica-M. United____________0-1 / ___ Celtic-Copenhaga_____________1-0 / ___ Celtic-Benfica_______________3-0 / 0-3 M.United-Copenhaga___________3-0 / 0-1
GRUPO G Jg V E D G Pt 1 Arsenal5 3 1 1 7-3 10 2 FC Porto
5 3 1 1 9-4 10 3 CSKA Mosc.
5 2 2 1 2-2 8 4 Hamburgo
5 - - 5 4-13 - FC Porto-CSKA Moscovo________0-0 / 2-0 Hamburgo-Arsenal_____________1-2 / 1-3 Arsenal-Porto________________2-0 / ___ CSKA Moscovo-Hamburgo________1-0 / ___ CSKA Moscovo-Arsenal_________1-0 / 0-0 FC Porto-Hamburgo____________4-1 / 3-1
Com a confiança proporcionada por um golo ainda antes dos 2 minutos, numa boa jogada concluída por Quaresma, o FC Porto, sempre bastante rigoroso no controlo do jogo, conquistou uma excelente vitória em Moscovo, frente ao CSKA (anterior líder invicto).
A margem hoje alcançada, com a vitória por 2-0 (segundo golo, de Lucho Gonzalez) possibilita à equipa portuguesa adquirir vantagem na luta pelo apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões Europeus, necessitando apenas de um empate na derradeira jornada (podendo mesmo perder, desde que a equipa russa não ganhe em Hamburgo).
O Benfica conquistou hoje uma clara vitória, numa exibição paupérrima, frente a um frágil adversário.
Entrando muito lenta na partida, falha de ideias, a equipa portuguesa parecia surgir em campo sem motivação ou objectivos.
Só que, beneficiando desta vez da fortuna que lhe tem faltado noutras ocasiões, no espaço de dois minutos, nas duas primeiras jogadas ofensivas dignas desse nome, aos 14 e 16 minutos, viu-se “repentinamente” a ganhar por 2-0 e, desde logo, com a vitória “garantida”.
A equipa dinamarquesa, sem argumentos técnicos, não “baixou a guarda”, continuou a defender em bloco, procurando aqui e ali, por via de lances de bola parada, chegar à baliza do Benfica. Mas, em mais uma investida benfiquista, numa das melhores jogadas do encontro, chegava o 3-0.
Pensou-se que seria possível (e inevitável) a goleada… só que, continuando a denotar falta de confiança, a par de repetida insegurança defensiva, parecendo “jogar sobre brasas”, o Benfica esteve praticamente “ausente” da partida na segunda parte, limitando-se a gerir a vantagem, sem aproveitar a subida no terreno da equipa da Dinamarca que, porfiando, acabou por alcançar um merecido golo de honra.
O Benfica, não obstante o jogo muito denunciado poderia – dada a diferença de classe entre as duas formações – ter obtido mais 2 ou 3 golos, mas tal eventualidade colocaria uma expressão no marcador de todo não condizente com a sua exibição neste encontro.
Com a vitória do Celtic frente ao Manchester United (desperdiçando a equipa inglesa uma grande penalidade no último minuto da partida), os escoceses garantem a qualificação para os 1/8 Final.
Benfica e Manchester decidirão, pelo segundo ano consecutivo, o apuramento, sendo que, mais uma vez, um deles ficará de fora da Liga dos Campeões (prosseguindo para a Taça UEFA). Será possível ao Benfica repetir – desta vez, fora de casa – a proeza da época passada, alcançando a vitória que lhe proporcionaria a qualificação?
Benfica – Quim, Nélson, Anderson, Ricardo Rocha e Léo; Petit, Katsouranis (86m – Mantorras), Nuno Assis (80m – Karagounis), Simão Sabrosa, Nuno Gomes e Fabrizio Miccoli (70m – Andrei Karyaka)
Copenhaga – Jesper Christiansen, Lars Jacobsen, Michael Gravgaard, Brede Hangeland, Oscar Wendt (80m – Martin Bergvold), Michael Silberbauer (59m – William Kvist), Tobias Linderoth, Hjalte Nørregaard (59m – Fredrik Berglund), Atiba Hutchinson, Jesper Grønkjær e Marcus Allbäck
1-0 – Léo – 14 m
2-0 – Miccoli – 16 m
3-0 – Miccoli – 37m
3-1 – Marcus Allbäck – 89m
Cartões amarelos – Miccoli (27m) e Nélson (90m); Tobias Linderoth (24m), Michael Silberbauer (27m) e Oscar Wendt (74m)
Árbitro – Roberto Rosetti (Itália)
Concluída a 5ª jornada (em 4 dos 8 Grupos), são já conhecidas 8 das 16 equipas apuradas para os 1/8 Final: Bayern Munique, Liverpool, PSV Eindhoven, Valencia, Lyon, Real Madrid, Celtic e AC Milan.
LIGA DOS CAMPEÕES (4ª JORNADA)
GRUPO B Jg V E D G Pt 1 Bayern4 3 1 - 7-0 10 2 Inter
4 2 - 2 3-4 6 3 Sporting
4 1 2 1 2-2 5 4 Sp.Moscovo
4 - 1 3 2-8 1 Sporting-Inter_______________1-0 / ___ Bayern-Sp.Moscovo____________4-0 / ___ Inter-Bayern_________________0-2 / ___ Sp. Moscovo-Sporting_________1-1 / ___ Inter-Sp. Moscovo____________2-1 / 1-0 Sporting-Bayern______________0-1 / 0-0
GRUPO F Jg V E D G Pt 1 M. United4 3 - 1 7-3 9 2 Celtic
4 2 - 2 6-6 6 3 Benfica
4 1 1 2 3-4 4 4 Copenhaga
4 1 1 2 1-4 4 M. United-Celtic_____________3-2 / ___ Copenhaga-Benfica____________0-0 / ___ Benfica-M. United____________0-1 / ___ Celtic-Copenhaga_____________1-0 / ___ Celtic-Benfica_______________3-0 / 0-3 M.United-Copenhaga___________3-0 / 0-1
GRUPO G Jg V E D G Pt 1 CSKA Mosc.4 2 2 - 2-0 8 2 Arsenal
4 2 1 1 4-2 7 3 FC Porto
4 2 1 1 7-4 7 4 Hamburgo
4 - - 4 3-10 - FC Porto-CSKA Moscovo________0-0 / ___ Hamburgo-Arsenal_____________1-2 / ___ Arsenal-Porto________________2-0 / ___ CSKA Moscovo-Hamburgo________1-0 / ___ CSKA Moscovo-Arsenal_________1-0 / 0-0 FC Porto-Hamburgo____________4-1 / 3-1
O Sporting deslocou-se a Munique, para defrontar o líder do grupo, Bayern, que contava por vitórias os jogos disputados na presente edição da Liga dos Campeões, forçando um nulo.
A equipa alemã podia ter inaugurado o marcador na primeira parte, mas Ricardo conseguiria manter as suas redes invioladas.
Aos 75 minutos, o Sporting teria a sua melhor oportunidade, com um remate de João Moutinho a embater com estrondo na trave da baliza defendida por Oliver Khan, na sequência de um livre.
Não obstante as ocasiões repartidas até final do encontro, a partida terminaria com um empate a zero que qualifica o Bayern, desde já, para os 1/8 Final, enquanto o Sporting terá ainda um duelo decisivo com o Inter de Milão.
Depois do empate de ontem do Sporting em Munique, Benfica e FC Porto obtiveram hoje dois inequívocos triunfos, relançando a sua luta pelo apuramento para a fase seguinte das competições europeias.
Com a felicidade que lhe faltara em Glasgow e frente a uma simpática equipa do Celtic, o Benfica “devolveu” o resultado da primeira volta, obtendo a sua mais categórica vitória de sempre na “Liga dos Campeões”.
Felicidade por, em cerca de vinte minutos – e com 2 remates à baliza – alcançar uma confortável vantagem de 2 golos, que lhe “garantia”, logo aí, a vitória na partida.
Quando, aos 10 minutos do encontro, Nélson cruzou da direita, para a intercepção desastrada de Caldwell (introduzindo a bola na sua própria baliza), não obstante o predomínio benfiquista em termos de posse de bola (73 % / 27 %!), a equipa portuguesa não havia criado ainda qualquer situação de perigo para a baliza escocesa.
E, até aos 22 minutos, momento do segundo golo, em mais um momento infeliz do mesmo Caldwell, colocando a bola – na sequência de uma recepção defeituosa com o peito – à mercê de Nuno Gomes… que não perdoaria, o Benfica apenas fizera um remate de meia-distância, com uma boa intervenção do guarda-redes Boruc.
A simpática equipa do Celtic – que sabe trocar a bola e, não sendo actualmente um dos clubes de topo, tem qualidade – sentiu-se como que “atordoada”, apenas tendo efectivamente mostrado algo da sua capacidade nos últimos 20 minutos da primeira parte, altura em que o Benfica perdeu o controlo do jogo.
Na segunda parte, desde cedo, o Benfica “recompôs-se”, acertou as marcações, readquiriu o domínio da partida, e, rapidamente, se anteviu que a vitória não lhe escaparia… e que, aliás, o resultado poderia vir a ser ampliado.
Como foi, numa excelente jogada colectiva, superiormente concretizada por Karyaka. Até final, o Benfica dispôs ainda de, pelo menos, mais duas oportunidades para marcar, mas o resultado não se alteraria.
Foi o 4º encontro entre Benfica e Celtic e, em todos eles, o resultado foi de 3-0! (com 2 vitórias para cada uma das equipas). E, como é nosso hábito, saímos do Estádio… a fazer muitas “contas de cabeça” em relação ao apuramento, ainda mais complexas na sequência da surpreendente derrota do Manchester United em Copenhaga.
A equipa escocesa – que já fora muito feliz em Lisboa, aqui tendo conquistado o seu único título de Campeão Europeu, numa final disputada no Estádio Nacional, no ano de 1967 (fora feliz na outra ocasião que defrontara o Benfica, com um desempate por “moeda ao ar” a ser-lhe favorável, depois de uma outra vitória dos benfiquistas por 3-0) – não teve hoje argumentos para contrariar uma boa exibição da equipa da casa.
Uma palavra final para o “fair-play” dos escoceses: nunca uma equipa estrangeira trouxera tantos adeptos ao Estádio da Luz (calculados em cerca de 8 000!), aproveitando a visita à cidade que lhes deu a alegria da conquista da Taça dos Campeões Europeus, efeméride que foi recordada, com os Campeões de 1967, “apadrinhados” por Eusébio, a terem direito a uma “volta de honra” em pleno estádio.
Foi bonita a forma como evocaram a memória de Miklos Fehér… como foi bonita a forma como se despediram da equipa – a merecer fortes aplausos – após uma pesada derrota, com alegres cânticos; toda uma (outra) cultura de futebol, fazendo-nos perceber quanto temos ainda a aprender.
Benfica – Quim , Nélson, Luisão, Ricardo Rocha e Léo; Petit (84m – Beto), Katsouranis, Nuno Assis, Simão Sabrosa, Nuno Gomes (89m – Mantorras) e Fabrizio Miccoli (67m – Andrei Karyaka)
Celtic – Artur Boruc, Paul Telfer, Gary Caldwell, Stephen McManus e Lee Naylor; Shunsuke Nakamura, Evander Sno (72m – Maciej Żurawski), Neil Lennon, Stephen Pearson, Shaun Maloney (65m – Aiden McGeady) e Kenny Miller
1-0 – G. Caldwell (p.b.) – 10 m
2-0 – Nuno Gomes – 22 m
3-0 – Karyaka – 76m
Cartões amarelos – Ricardo Rocha (28m) e Léo (54m); Evander Sno (5m), Shaun Maloney (55m) e Stephen Pearson (87m)
Árbitro – Kyros Vassaras (Grécia)
Sobre o jogo do FC Porto – que, tendo estado presente no Estádio da Luz, não tive oportunidade de acompanhar – realce para o excelente golo de Lucho Gonzalez, com a equipa portuguesa a alcançar nova e concludente vitória sobre os alemães do Hamburgo, relançando-se também na luta pelo apuramento, igualmente com contas complicadas, a três, envolvendo Spartak de Moscovo e o Arsenal.
Concluída a 4ª jornada, são já conhecidas 7 das 16 equipas apuradas para os 1/8 Final: Bayern Munique, Liverpool, PSV Eindhoven, Valencia, Lyon, Real Madrid e AC Milan.
LIGA DOS CAMPEÕES – 3ª JORNADA (ACT.)
GRUPO B Jg V E D G Pt Sporting-Inter........1-0 / --- 1 Bayern3 3 - - 7-0 9 Bayern-Sp. Moscovo....4-0 / --- 2 Sporting
3 1 1 1 2-2 4 Inter-Bayern..........0-2 / --- 3 Inter
3 1 - 2 2-4 3 Sp. Moscovo-Sporting..1-1 / --- 4 Sp.Moscovo
3 - 1 2 2-7 1 Inter-Sp. Moscovo.....2-1 / --- Sporting-Bayern.......0-1 / ---
GRUPO F Jg V E D G Pt M. United-Celtic......3-2 / --- 1 M. United3 3 - - 7-2 9 Copenhaga-Benfica.....0-0 / --- 2 Celtic
3 2 - 1 6-3 6 Benfica-M. United.....0-1 / --- 3 Benfica
3 - 1 2 0-4 1 Celtic-Copenhaga......1-0 / --- 3 Copenhaga
3 - 1 2 0-4 1 Celtic-Benfica........3-0 / --- M. United-Copenhaga...3-0 / ---
GRUPO G Jg V E D G Pt FC Porto-CSKA Moscovo.0-0 / --- 1 CSKA Mosc.3 2 1 - 2-0 7 Hamburgo-Arsenal......1-2 / --- 2 Arsenal
3 2 - 1 4-2 6 Arsenal-Porto.........2-0 / --- 3 FC Porto
3 1 1 1 4-3 4 CSKA Moscovo-Hamburgo.1-0 / --- 4 Hamburgo
3 - - 3 2-7 - CSKA Moscovo-Arsenal..1-0 / --- FC Porto-Hamburgo.....4-1 / ---
Entrando muito receoso na partida, parecendo intimidado com o ambiente de Celtic Park, o Benfica ofereceu o controlo do jogo ao adversário que, no final do primeiro quarto de hora – tendo-se instalado no meio-campo da equipa portuguesa – beneficiava de uma vantagem de 65 % / 35 % em termos de “posse de bola”.
Logo no primeiro minuto, Quim seria chamado a uma extraordinária defesa, na que, algo paradoxalmente, constituiria uma das raras oportunidades dos escoceses no primeiro tempo.
Aos 15 e 16 minutos, com dois remates de meia-distância, não obstante desenquadrados da baliza, o Benfica parecia querer “sacudir a pressão” do Celtic. E, a partir dai, adquirindo confiança, começou a trocar a bola e teria mesmo a ocasião mais soberana, por intermédio de Katsouranis, com a baliza à mercê, mas a não conseguir cabecear com a direcção certa.
No regresso, após o intervalo, o Celtic, em pouco mais de um quarto de hora, “acabou com o jogo”, com dois golos… numa altura em que faltou alguma felicidade ao Benfica, nomeadamente com um excelente remate de Nuno Assis a embater com estrondo na trave da baliza da equipa escocesa (logo após o primeiro golo dos escoceses).
Quase abdicando da disputa da partida na sua fase final – acabando por sofrer o terceiro golo em “cima da hora” – o Benfica começa a ver a qualificação como… uma miragem.
Celtic – Boruc, Telfer, G. Caldwell, McManus, Naylor, Maloney, Lennon, Sno (88m – Pearson), Nakamura, Zurawski (84m – Jarošík) e K. Miller
Benfica – Quim, Alcides, Luisão, Ricardo Rocha, Léo, Petit, Katsouranis (72m – Nélson), Nuno Assis, Simão Sabrosa, Miccoli e Nuno Gomes (78m – Kikin Fonseca)
1-0 – K. Miller – 56m
2-0 – K. Miller – 66m
3-0 – Pearson – 90m
Cartões amarelos – Sno (70m); Katsouranis (63m)
Árbitro – Eric Braamhaar (Holanda)
No jogo do Estádio do Dragão, o FC Porto acabou por vencer com alguma naturalidade (embora por números inesperados) uma desastrada equipa do Hamburgo (por exemplo, com a infantilidade do penalty que dá o segundo golo à equipa portuguesa), que, para já, soma por derrotas os jogos disputados na presente edição da Liga dos Campeões.
Depois dos encontros disputados por Benfica e FC Porto na Terça-Feira, o Sporting recebeu hoje o Bayern, perdendo por 0-1, com Schweinsteiger a marcar mais um golo a Ricardo (depois dos 2 que obteve no Alemanha – Portugal do Mundial), com um potente remate. A reacção do Sporting na segunda parte, após a expulsão do mesmo Schweinsteiger, com uma busca continuada do golo do empate, não frutificaria, não obstante as oportunidades de que a equipa portuguesa beneficiou, com destaque para o remate ao poste, por Polga.
Referência ainda para a positiva estreia do português Hilário na baliza do Chelsea, que se impôs perante o Campeão europeu em título, o Barcelona, por 1-0 (golo de Drogba no início da segunda parte), desperdiçando ainda a equipa inglesa algumas outras ocasiões de golo, ao mesmo tempo que respondeu com segurança às jogadas ofensivas dos catalães.
LIGA DOS CAMPEÕES – 2ª JORNADA (ACT.)
GRUPO B Jg V E D G Pt Sporting-Inter.......1-0 / --- 1 Bayern2 2 - - 6-0 6 Bayern-Sp. Moscovo...4-0 / --- 2 Sporting
2 1 1 - 2-1 4 Inter-Bayern.........0-2 / --- 3 Sp.Moscovo
2 - 1 1 1-5 1 Sp. Moscovo-Sporting.1-1 / --- 4 Inter
2 - - 2 0-3 - Inter-Sp. Moscovo....--- / --- Sporting-Bayern......--- / ---
GRUPO F Jg V E D G Pt M. United-Celtic......3-2 / --- 1 M. United2 2 - - 4-2 6 Copenhaga-Benfica.....0-0 / --- 2 Celtic
2 1 - 1 3-3 3 Benfica-M. United.....0-1 / --- 3 Benfica
2 - 1 1 0-1 1 Celtic-Copenhaga......1-0 / --- 3 Copenhaga
2 - 1 1 0-1 1 Celtic-Benfica.........--- / --- M. United-Copenhaga....--- / ---
GRUPO G Jg V E D G Pt FC Porto-CSKA Moscovo.0-0 / --- 1 Arsenal2 2 - - 4-1 6 Hamburgo-Arsenal......1-2 / --- 2 CSKA Mosc.
2 1 1 - 1-0 4 Arsenal-Porto.........2-0 / --- 3 FC Porto
2 - 1 1 0-2 1 CSKA Moscovo-Hamburgo.1-0 / --- 4 Hamburgo
2 - - 2 1-3 - CSKA Moscovo-Arsenal..--- / --- FC Porto-Hamburgo......--- / ---
Numa partida com uma primeira parte “atípica”, estranhamente, a equipa do Manchester United surgiu no Estádio da Luz aparentando recear o Benfica, oferecendo o controlo do jogo e remetendo-se à defesa, prourando apenas explorar a velocidade de Cristiano Ronaldo, em raras oportunidades de contra-ataque.
No final dos primeiros 45 minutos, não obstante o domínio benfiquista (57 % de “posse de bola”), apenas uma oportunidade de golo a assinalar para cada lado.
Logo no início da segunda parte, constatar-se-ia o “engano”; afinal, os ingleses, tendo observado o Benfica, montaram uma estratégia ardilosa, tendo a equipa portuguesa ido no engodo: quase forçada, ao longo do primeiro tempo, a atacar, os benfiquistas viram-se obrigados a um desgaste acrescido, caindo bastante em termos físicos na segunda metade, em particular alguns dos seus jogadores nucleares, como Karagounis, Petit, Paulo Jorge, Simão Sabrosa e Nuno Gomes, em missão de sacrifício.
E, depois de uma hora na expectativa do erro, ele surgiu… e o Manchester não perdoou: Louis Saha avançou rapidamente pelo lado direito, enquanto Cristiano Ronaldo se procurava desmarcar na zona central; preocupados com o português, os defesas do Benfica acabaram por conceder espaço ao francês, que, depois de desviar o último defesa do caminho, rematou em arco para a baliza, sem hipóteses para Quim, num golo de excelente execução técnica.
Até final, o Benfica pouco mais podia fazer; teve ainda uma oportunidade soberana para empatar, que Mantorras desperdiçou; mas, pouco antes, Quim fizera a tripla (!) defesa da noite, detendo um remate potente e, de imediato, duas recargas consecutivas.
A sensação que fica é que o Benfica deu o que tinha para dar neste jogo, não tendo possibilidade de replicar frente ao poderio físico do Manchester, autêntico “rolo compressor” quando se desdobrava em jogadas ofensivas, com o “tridente” formado por Cristiano Ronaldo, Wayne Rooney e Louis Saha, bem apoiados por Paul Scholes.
É a história da “manta curta”: para conseguir “tapar a cabeça”, “destapam-se os pés”; não obstante a excelente partida de Katsouranis e as exibições esforçadas de Paulo Jorge (muitas vezes a levar a melhor sobre um muito faltoso Heinze), Petit, Simão Sabrosa e Nuno Gomes, faltaram sempre unidades no ataque para ombrear com o bloco defensivo e de meio-campo da equipa inglesa.
Seguem-se os decisivos jogos com o Celtic de Glasgow…
Benfica – Quim, Alcides, Luisão, Anderson (82m – Mantorras) e Léo; Katsouranis, Petit, Paulo Jorge (65m – Fabrizio Miccoli), Karagounis (62m – Nuno Assis) e Simão Sabrosa; Nuno Gomes
Manchester United – Edwin van der Sar, Gary Neville, Rio Ferdinand, Nemanja Vidić e Gabriel Heinze; Cristiano Ronaldo, John O’Shea, Paul Scholes, Michael Carrick, Louis Saha (85m – Alan Smith) e Wayne Rooney (85m – Darren Fletcher)
0-1 – Louis Saha – 60m
Cartões amarelos – Katsouranis (26m) e Petit (86m); Michael Carrick (7m), Paul Scholes (10m) e Gabriel Heinze (66m)
Árbitro – Frank De Bleeckere (Bélgica)
Nos outros jogos das equipas portuguesas, o FC Porto não conseguiu obstar ao poderio da equipa do Arsenal, concedendo uma derrota. O Sporting, depois de entrar bastante mal na partida, com um golo sofrido logo aos 4 minutos – que fez a equipa perder a confiança e andar algo perdida durante boa parte do primeiro tempo -, acabou por conseguir atingir o empate, um resultado positivo, num grupo em que, para já, a surpresa (pela negativa) é protagonizada pelo Inter, com duas derrotas em dois jogos.
LIGA DOS CAMPEÕES – 1ª JORNADA
GRUPO B Jg V E D G Pt Sporting-Inter........1-0 / --- 1 Bayern1 1 - - 4-0 3 Bayern-Sp. Moscovo....4-0 / --- 2 Sporting
1 1 - - 1-0 3 Inter-Bayern..........--- / --- 3 Inter
1 - - 1 0-1 - Sp. Moscovo-Sporting..--- / --- 4 Sp.Moscovo
1 - - 1 0-4 - Inter-Sp. Moscovo.....--- / --- Sporting-Bayern.......--- / ---
GRUPO F Jg V E D G Pt M. United-Celtic......3-2 / --- 1 M. United1 1 - - 3-2 3 Copenhaga-Benfica.....0-0 / --- 2 Benfica
1 - 1 - 0-0 1 Benfica-M. United.....--- / --- 2 Copenhaga
1 - 1 - 0-0 1 Celtic-Copenhaga......--- / --- 4 Celtic
1 - - 1 2-3 - Celtic-Benfica........--- / --- M. United-Copenhaga...--- / ---
GRUPO G Jg V E D G Pt FC Porto-CSKA Moscovo.0-0 / --- 1 Arsenal1 1 - - 2-1 3 Hamburgo-Arsenal......1-2 / --- 2 FC Porto
1 - 1 - 0-0 1 Arsenal-Porto.........--- / --- 2 CSKA Mosc.
1 - 1 - 0-0 1 CSKA Moscovo-Hamburgo.--- / --- 4 Hamburgo
1 - - 1 1-2 - CSKA Moscovo-Arsenal..--- / --- FC Porto-Hamburgo.....--- / ---
Depois da excelente vitória de ontem da jovem equipa do Sporting, frente ao poderoso Inter de Milão (um dos principais favoritos à conquista da Liga dos Campeões), FC Porto e Benfica desperdiçaram hoje, defrontando os adversários (em teoria) mais fracos dos respectivos grupos, a possibilidade de iniciar com triunfos a sua carreira na prova.
Num jogo de qualidade paupérrima, revelando existir ainda muito “trabalho de casa” por fazer – bem patente na descoordenação na marcação de livres ou de lançamentos de linha lateral, para além das inúmeras faltas de entendimento entre jogadores, resultantes em invariáveis passes extraviados – o Benfica denotou uma significativa falta de confiança, com a bola a “queimar nos pés”, lateralizando muito o jogo, quando não jogando para trás.
Contra uma equipa sem nível europeu, que pareceu (também) não almejar mais que o empate (que a satisfez plenamente), a única nota de realce para a manifesta infelicidade de Paulo Jorge, aos 74 minutos, fazendo tudo bem feito, num drible a tirar os adversários do caminho, para, já com o pé esquerdo, acertar com estrondo no poste.
Nos últimos minutos da partida, chegou a ser deplorável a forma como o Benfica – seguindo instruções tácticas (culminando na substituição de Nuno Gomes por Kinkin aos 89 minutos) – adoptou uma estratégia de “queimar tempo”, procurando preservar o nulo no marcador, que fez com que ambas as equipas saíssem satisfeitas do relvado.
Para o Benfica, claramente 2 pontos (mal) perdidos!
FC Copenhaga – Jesper Christiansen, Lars Jacobsen, Brede Hangeland, Michael Gravgaard, André Bergdolmo, Michael Silberbauer, Tobias Linderoth, Hjalte Norregaard, Atiba Hutchinson, Jesper Gronkjaer (42m – William Kvist) e Fredrik Berglund (73m – Razak Pimpong)
Benfica – Quim, Alcides, Luisão, Ricardo Rocha, Léo, Katsouranis, Petit, Paulo Jorge, Nuno Assis, Simão Sabrosa (81m – Manú) e Nuno Gomes (89m – Kikin)
Cartões amarelos – Hjalte Norregaard (45m); Alcides (31m)
Árbitro – Yuri Baskarov (Rússia)
LIGA DOS CAMPEÕES EUROPEUS
Outra memória a fixar, a do apuramento do Benfica para a fase de Grupos da Liga dos Campeões Europeus, permitindo que, pela primeira vez na história, Portugal disponha de três clubes participantes na prova máxima do futebol europeu.
Depois do empate em Viena, por 1-1, o Benfica obteve uma convincente vitória por 3-0 sobre o Austria Wien, na 2ª mão, com destaque para a actuação de Rui Costa, no seu regresso em jogos oficiais ao Estádio da Luz, e para os golos de Nuno Gomes.
Entretanto, no sorteio realizado na passada Quinta-feira, FC Porto, Sporting e Benfica (classificados no ranking da UEFA para esta competição respectivamente na 10ª, 17ª e 18ª posições) foram integradas nos seguintes Grupos:
Grupo B – Inter Milan, Bayern Munique, Sporting e Spartak Moscovo
Grupo F – Manchester United, Celtic Glasgow, Benfica e FC Copenhaga
Grupo G – Arsenal, FC Porto, CSKA Moscovo e Hamburgo
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