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"MEDO DE VENCER"
A imagem que transparece no final deste FC Porto – Benfica.
E, todavia, o jogo até começou de forma animada, com um cariz um pouco como reverso do encontro de Lisboa: o Benfica entrou melhor no jogo, para, cerca dos 20 minutos, o FC Porto conseguir equilibrar; até final da primeira parte, ambas as equipas pareciam ter uma disposição de conquista, jogando o jogo pelo jogo, procurando o golo (a espaços, chegou a pensar-se numa espécie de reedição do recente Benfica – Sporting para a Taça de Portugal).
Na segunda parte, e também numa inversão da partida da primeira volta, foi o FC Porto que surgiu mais dominador, com o Benfica a ir, gradualmente, “desaparecendo” do jogo.
Até que surgiu, com alguma naturalidade, o golo do FC Porto, por intermédio do inevitável McCarthy (embora na sequência de duas oportunidades perdidas pelo Benfica, com Nuno Assis a rematar ao poste e Geovanni isolado, a contornar Vítor Baía, mas a rematar já sem ângulo).
De alguma forma, talvez inesperadamente, o Benfica reagiu bem e fez por merecer o empate, que conseguiria por Geovanni, na sequência de um canto. Faltavam cerca de 10 minutos e, a partir daí, ambas as equipas denotaram o tal “medo de vencer”; ambas tiveram mais uma ou duas oportunidades de golo, mas pareciam já satisfeitas com o empate.
Resultado justo, evidentemente… como justo foi o “empate” da primeira volta.
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BENFICA 10 SPORTING 9

Dezanove golos (!) na grande festa do futebol, na festa da Taça!
Uma vitória feliz do Benfica, premiando o seu esforço em busca dessa felicidade.
Um início verdadeiramente alucinante, com o Benfica a entrar no jogo praticamente a ganhar, com o primeiro golo de Geovanni aos 3 minutos; rapidamente o Sporting, provando ter melhor conjunto, daria a volta ao resultado com golos de Hugo Viana (13 minutos) e Liedson (16 minutos). O Benfica chegaria ao empate aos 22 minutos, novamente num lance de “bola parada”, de novo numa recarga de Geovanni.
Com um meio-campo dominador (com Rochemback, Hugo Viana, Sá Pinto, Pedro Barbosa e Custódio), o Sporting encarou o jogo com o objectivo na vitória. Não o conseguiria, principalmente devido à substituição forçada, com a saída de Custódio, obrigando Rochemback a recuar no terreno.
Esse seria o factor decisivo que, conjugado com a atitude de “sacrifício” dos incansáveis Petit e Manuel Fernandes (a colmatar a quase “ausência do jogo” de Bruno Aguiar) e o “tempero” de génio de Simão Sabrosa permitiria ao Benfica reequilibrar o jogo e fazer deste encontro talvez a partida mais vibrante dos últimos anos, num magnífico espectáculo de futebol, com duas equipas a jogar “aberto”, na busca da vitória, sem que nenhuma delas conseguisse contudo voltar a marcar no tempo regulamentar, não obstante algumas oportunidades desperdiçadas.
Já no prolongamento, o Sporting ficaria reduzido a 10 (expulsão de Hugo Viana por “agressão” a João Pereira, que, contudo, teve uma atitude pouco ética, exagerando na simulação da gravidade da agressão), mas, não obstante, numa arrancada fenomenal de Paíto (iniciada em falta?), desde o seu meio-campo até à baliza do Benfica, faria o 2-3, aos 110 minutos.
Quando tudo parecia perdido, Simão resolveu levar o jogo para os pontapés da marca de grande penalidade, a 4 minutos do fim do prolongamento, com um fantástico golo de meia-distância, colocando o resultado final em 3-3.
Nos ditos pontapés (14), nenhum dos guarda-redes conseguiu uma defesa; ao 14º, Miguel Garcia, rematando à barra, dava a vitória ao Benfica por 7-6 (10-9 no total!), que assim avança para os 1/4 final da Taça de Portugal, prova cujo título procura revalidar.
Parabéns às duas equipas pelo magnífico espectáculo, de entrega, com belos golos, vibrante de emoção, mostrando que o futebol português está vivo. O Benfica, “fazendo das fraquezas forças”, fez por merecer o prémio desta vitória.
P. S. Parabéns também a José Mourinho (parece que vamos ter de começar a falar dele “todos os dias”), no dia em que completa o seu 42º aniversário, com a “prenda” de uma vitória em Old Trafford, sobre o Manchester United, por 2-1, que o coloca na sua primeira final em Inglaterra, a final da Taça da Liga, a disputar com o Liverpool.
[2015]
(mais…)
1º ANIVERSÁRIO DA "NOVA CATEDRAL"

O (novo) Estádio da Luz completa hoje o seu primeiro aniversário, ansiando por novas glórias do BENFICA!
[1801]
BENFICA CONQUISTA TAÇA DE PORTUGAL

Finalmente!…
Ao fim de 8 anos, o Benfica regressa às grandes vitórias!
E quem melhor para dar expressão e significado especial a esta conquista do que a grande equipa do FC Porto, a dias de poder sagrar-se Campeã Europeia?
Em “futebolês”, costuma dizer-se destes jogos, que são “rasgadinhos”, ou seja, que ambas as equipas dão tudo o que têm em busca do melhor resultado para as suas cores. Foi um jogo viril, quezilento q. b., mas sem intenção maldosa, em que os jogadores lutaram até à exaustão.
Uma demonstração de grande capacidade competitiva do Benfica, com uma entrada em jogo muito forte; poucas equipas no mundo poderão desperdiçar 3 oportunidades de golo frente ao FC Porto (que, por seu lado, também as teve…) e “sobreviver”.
O FC Porto voltou a mostrar a sua solidez e solidariedade (mesmo reduzido a 10, não se “atemorizou”); Deco fez talvez o melhor jogo da época, mostrando que os grandes jogadores dizem “presente” nas grandes ocasiões.
No prolongamento, tudo podia acontecer, mas o Benfica fez valer a superioridade numérica, perante um FC Porto que se foi como que “conformando” com o resultado, sem contudo “virar a cara à luta”.
Para a história, na sua 32ª final, o Benfica conquista pela 24ª vez a Taça de Portugal (elevando para 8-1 o seu “score” nas finais disputadas com o FC Porto).
Derlei fez 0-1 no termo da primeira parte; o grego Fyssas empatou na segunda parte; Simão marcou o golo decisivo em cima do final da 1ª parte do prolongamento, na melhor homenagem que podia ser prestada à memória de Miklos Féher e de Bruno Baião.
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“SUPERLIGA” 2003-04 – CLASSIFICAÇÃO FINAL
Total Casa Fora
Jg V E D G Pt V E D G V E D G
1 FC Porto 34 25 7 2 63-19 82 17 0 0 39- 6 8 7 2 24-13
2 SL Benfica 34 22 8 4 62-28 74 11 4 2 29-15 11 4 2 33-13
3 Sporting CP 34 23 4 7 60-33 73 14 2 1 30- 7 9 2 6 30-26
4 CD Nacional 34 17 5 12 56-35 56 13 2 2 43-14 4 3 10 13-21
5 SC Braga 34 15 9 10 36-38 54 8 5 4 20-20 7 4 6 16-18
6 Rio Ave FC 34 12 12 10 42-37 48 9 6 2 29-14 3 6 8 13-23
7 CS Marítimo 34 12 12 10 35-33 48 9 7 1 22-11 3 5 9 13-22
8 Boavista FC 34 12 11 11 32-31 47 8 6 3 17-14 4 5 8 15-17
9 Moreirense SC 34 12 10 12 33-33 46 9 6 2 21-13 3 4 10 12-20
10 U. D. Leiria 34 11 12 11 43-45 45 7 7 3 26-21 4 5 8 17-24
11 SC Beira Mar 34 11 8 15 36-45 41 7 6 4 22-16 4 2 11 14-29
12 Gil Vicente FC 34 10 10 14 43-40 40 8 4 5 26-15 2 6 9 17-25
13 A. Académica C. 34 11 5 18 40-42 38 6 2 9 20-20 5 3 9 20-22
14 VSC Guimarães 34 9 10 15 31-40 37 7 4 6 19-16 2 6 9 12-24
15 CF Os Belenenses 34 8 11 15 35-54 35 6 4 7 20-23 2 7 8 15-31
16 FC Alverca 34 10 5 19 33-49 35 6 2 9 18-23 4 3 10 15-26
17 FC P. Ferreira 34 8 4 22 27-53 28 6 2 9 14-24 2 2 13 13-29
18 CF E. Amadora 34 4 5 25 22-74 17 3 5 9 14-28 1 0 16 8-46
Liga dos Campeões – FC Porto
Liga dos Campeões (3ª Pré-Eliminatória) – SL Benfica
Taça UEFA – Sporting CP, CD Nacional, SC Braga e CS Marítimo
Despromovidos à II Liga – FC Alverca, FC P. Ferreira e CF E. Amadora
Promovidos à Superliga – GD Estoril-Praia, VFC Setúbal e FC Penafiel
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BENFICA VICE-CAMPEÃO DA EUROPA FUTSAL
Vencendo na 2ª mão da Final da “UEFA Futsal Cup”, o Interviu de Espanha, por 4-3 (depois de ter sido batido na 1ª mão, em Madrid, por 1-4), o Benfica tornou-se vice-campeão europeu de Futsal, na maior proeza de uma equipa portuguesa nesta (“jovem”) modalidade.
O “sonho” do título de Campeão Europeu ainda pairou no ar quando, num minuto, o Benfica fez o 3-2 e o 4-2, mas acabou por não ser possível completar a “reviravolta”…
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BENFICA NA FINAL DA UEFA FUTSAL CUP
Ao vencer hoje, por 5-4, o Charleroi (campeão belga e vice-campeão europeu nas duas edições anteriores da prova), o Benfica obteve – pela primeira vez para uma equipa portuguesa – o apuramento para a Final da “UEFA Futsal Cup”, a prova que reune os campeões de Futsal dos vários países da Europa.
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BENFICA – CENTENÁRIO (XXX)

Um símbolo de Portugal!
2 Taças dos Clubes Campeões Europeus (1961 e 1962)
1 Taça Latina (1950)
1 Taça Ibérica (1984)
30 Campeonatos Nacionais (1936, 1937, 1938, 1942, 1943, 1945, 1950, 1955, 1957, 1960, 1961, 1963, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1971, 1972, 1973, 1975, 1976, 1977, 1981, 1983, 1984, 1987, 1989, 1991 e 1994)
23 Taças de Portugal (1940, 1943, 1944, 1949, 1951, 1952, 1953, 1955, 1957, 1959, 1962, 1964, 1969, 1970, 1972, 1980, 1981, 1983, 1985, 1986, 1987, 1993 e 1996)
3 Supertaças (1981, 1986 e 1990)
3 Campeonatos de Portugal (1930, 1931 e 1935)
10 Campeonatos de Lisboa (1910, 1912, 1913, 1914, 1916, 1917, 1918, 1929, 1923 e 1940)
18 Taças de Honra A. F. Lisboa (1920, 1922, 1963, 1965, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1978, 1979, 1980, 1982, 1984, 1986 e 1988)
1 Taça da A. F. Lisboa (1922)
BASQUETEBOL (Carlos Lisboa)
20 Campeonatos – 1940, 1946, 1947, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1970, 1975, 1985, 1986, 1987, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1994, 1995
18 Taças de Portugal – 1946, 1947, 1961, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1970, 1972, 1973, 1974, 1981, 1992, 1993, 1994, 1995, 1996
6 Supertaças – 1985, 1989, 1991, 1994, 1995, 1996
6 Taças da Liga – 1990, 1991, 1993, 1994, 1995, 1996
HÓQUEI EM PATINS (António Livramento)
20 Campeonatos – 1951, 1952, 1956, 1957, 1960, 1961, 1966, 1967, 1968, 1970, 1972, 1974, 1979, 1980, 1981, 1992, 1994, 1995, 1997, 1998
11 Taças de Portugal – 1963, 1979, 1980, 1981, 1982, 1991, 1994, 1995, 2000, 2001, 2002
5 Supertaças – 1993, 1995, 1997, 2001, 2002
1 Taças CERS – 1991
RÂGUEBI (João Queimado)
9 Campeonatos – 1960, 1961, 1962, 1970, 1976, 1986, 1988, 1991, 2001
10 Taças de Portugal – 1961, 1965, 1966, 1970, 1971, 1972, 1975, 1983, 1984, 1985
3 Taças Ibéricas – 1986, 1988, 2001
ANDEBOL (João Gonçalves)
6 Campeonatos – 1962, 1975, 1982, 1983, 1989, 1990
3 Taças de Portugal – 1985, 1986, 1987
3 Supertaças – 1983, 1989, 1994
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BENFICA – CENTENÁRIO (XXIX)
Os “heróis” que construíram o mito:
COLUNA – 19 Títulos: 10 Camp., 7 Taças, 2 TCE / 525 jogos / 127 golos
NENÉ – 18 Títulos: 10 Camp., 6 Taças, 2 Supert. / 575 jogos / 359 golos
EUSÉBIO – 17 Títulos: 11 Camp., 5 Taças, 1 TCE / 440 jogos / 473 golos
SHÉU – 17 Títulos: 9 Camp., 6 Taças, 2 Supertaças / 487 jogos / 45 golos
BENTO – 16 Títulos: 8 Camp., 6 Taças, 2 Supertaças / 465 jogos
CAVÉM – 16 Títulos: 9 Camp., 5 Taças, 2 TCE / 420 jogos / 104 golos
SIMÕES – 16 Títulos: 10 Camp., 5 Taças, 1 TCE / 449 jogos / 72 golos
TONI – 15 Títulos: 8+2 Camp., 3+1 Taças, 1 Supert. / 391 jogos / 23 golos
VELOSO – 15 Títulos: 7 Campeonatos, 6 Taças, 2 Supertaças / 538 jogos / 9 golos
HUMBERTO COELHO – 14 Títulos: 8 Campeonatos, 5 Taças, 1 Supertaça / 498 jogos / 81 golos
JOSÉ ÁGUAS – 14 Títulos: 5 Campeonatos, 7 Taças, 2 TCE / 384 jogos / 379 golos
ÂNGELO – 13 Títulos: 7 Campeonatos, 6 Taças / 285 jogos / 4 golos
ANT. BASTOS LOPES – 13 Títulos: 7 Campeonatos, 4 Taças, 2 Supertaças / 387 jogos / 3 golos
COSTA PEREIRA – 13 Títulos: 7 Campeonatos, 4 Taças, 2 T. Campeões Europeus / 358 jogos
CRUZ – 13 Títulos: 8 Campeonatos, 3 Taças, 2 T. Campeões Europeus / 344 jogos / 1 golo
JOSÉ AUGUSTO – 13 Títulos: 8 Campeonatos, 3 Taças, 2 TCE / 369 jogos / 175 golos
JOSÉ LUÍS – 13 Títulos: 5 Campeonatos, 6 Taças, 2 Supertaças / 226 jogos / 20 golos
SANTANA – 13 Títulos: 7 Campeonatos, 3 Taças, 2 T. Campeões Europeus / 162 jogos / 79 golos
ALBINO – 12 Títulos: 6 Campeonatos, 4 Taças, 2 Camp. Lisboa / 343 jogos / 20 golos
GASPAR PINTO – 12 Títulos: 6 Campeonatos, 3 Taças, 3 Camp. Lisboa / 306 jogos / 6 golos
TORRES – 12 Títulos: 9 Campeonatos, 3 Taças / 259 jogos / 226 golos
ARTUR SANTOS – 11 Títulos: 4 Campeonatos, 6 Taças, 1 T. Campeões Europeus / 284 jogos
CARLOS MANUEL – 11 Títulos:4 Campeonatos, 5 Taças, 2 Supertaças / 320 jogos / 58 golos
CHALANA – 11 Títulos: 6 Campeonatos, 3 Taças, 2 Supertaças / 310 jogos / 47 golos
H. FERNANDES – 11 Títulos: 6 Campeonatos, 4 Taças, 1 T. Camp. Europeus / 88 jogos
JACINTO MARQUES – 11 Títulos: 4 Campeonatos, 6 Taças, 1 T. Latina / 250 jogos
J. HENRIQUE – 11 Títulos: 8 Campeonatos, 3 Taças / 297 jogos
PIETRA – 11 Títulos: 4 Campeonatos, 5 Taças, 2 Supertaças / 313 jogos / 24 golos
VALADAS – 11 Títulos: 6 Campeonatos, 4 Taças, 1 Camp. Lisboa / 264 jogos / 158 golos
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