EURO 2020 – 1/4 de final – Ucrânia – Inglaterra

UcrâniaInglaterra0-4

Ucrânia Georgiy Bushchan, Illia Zabarnyi, Serhiy Kryvtsov (35m – Viktor Tsygankov), Mykola Matviyenko, Oleksandr Karavaev, Serhiy Sydorchuk (64m – Yevhen Makarenko), Oleksandr Zinchenko, Vitaliy Mykolenko, Mykola Shaparenko, Roman Yaremchuk e Andriy Yarmolenko

Inglaterra Jordan Pickford, Kyle Walker, John Stones, Harry Maguire, Luke Shaw (65m – Kieran Trippier), Declan Rice (57m – Jordan Henderson), Kalvin Phillips (65m – Jude Bellingham), Jadon Sancho, Mason Mount, Raheem Sterling (65m – Marcus Rashford) e Harry Kane (73m – Dominic Calvert-Lewin)

0-1 – Harry Kane – 4m
0-2 – Harry Maguire – 46m
0-3 – Harry Kane – 50m
0-4 – Jordan Henderson – 63m

“Melhor em campo” – Harry Kane

Amarelos – Não houve

Árbitro – Felix Brych (Alemanha)

Stadio Olimpico – Roma (20h00)

Um golo quase a abrir a primeira parte e outro golo ainda no minuto inicial do segundo tempo “deram cabo” de quaisquer eventuais aspirações ucranianas a poder seguir em frente na competição.

De facto, se, ao intervalo, Shevchenko tinha idealizado algum plano para poder ripostar à desvantagem tangencial que então registava, tudo imediatamente se desmoronou.

A partir do segundo golo os ingleses jogaram a seu bel-prazer, ampliando a contagem com naturalidade, frente a uma equipa que evidenciou grandes fragilidades, e podendo mesmo dar-se ao “luxo” de fazer descansar vários jogadores, logo a partir de meio do período complementar, então com o resultado já em 4-0.

Após as substituições o ritmo decairia, o que a Ucrânia procuraria aproveitar para esboçar ainda algumas tentativas de chegar ao “ponto de honra”, mas o resultado acabaria por não se alterar ate´final.

A Inglaterra soma e segue: cinco jogos, quatro vitórias e um empate (ante o velho rival, Escócia), oito golos marcados, zero sofridos!

3 Julho, 2021 at 9:50 pm Deixe um comentário

EURO 2020 – 1/4 de final – R. Checa – Dinamarca

R. ChecaDinamarca1-2

R. Checa Tomáš Vaclík, Vladimír Coufal, Ondřej Čelůstka (65m – Jakub Brabec), Tomáš Kalas, Jan Bořil, Tomáš Holeš (45m – Jakub Jankto), Tomáš Souček, Lukáš Masopust (45m – Michael Krmenčík), Antonín Barák, Petr Ševčík (79m – Vladimír Darida) e Patrik Schick (79m – Matěj Vydra)

Dinamarca Kasper Schmeichel, Andreas Christensen (81m – Joachim Andersen), Simon Kjær, Jannik Vestergaard, Jens Stryger (70m – Daniel Wass), Pierre-Emile Højbjerg, Thomas Delaney (81m – Mathias Jensen), Joakim Mæhle, Martin Braithwaite, Mikkel Damsgaard (59m – Christian Nørgaard) e Kasper Dolberg (59m – Yussuf Poulsen)

0-1 – Thomas Delaney – 5m
0-2 – Kasper Dolberg – 42m
1-2 – Patrik Schick – 49m

“Melhor em campo” – Thomas Delaney

Amarelos – Michael Krmenčík (84m) e Tomáš Kalas (86m)

Árbitro – Björn Kuipers (Países Baixos)

Bakı Olimpiya Stadionu – Baku (17h00)

Entrando praticamente a ganhar, a Dinamarca soube tirar partido dessa vantagem precocemente alcançada para controlar o jogo, vindo mesmo a ampliar o marcador à beira do intervalo.

Na segunda parte, foi a R. Checa a marcar logo a abrir, reduzindo para a diferença mínima, o que motivou a equipa na procura do golo do empate. Porém, o conjunto dinamarquês conseguiria sempre anular as ofensivas contrárias, tendo, aliás, disposto de um par de ocasiões para poder chegar ao terceiro golo.

O desfecho desta eliminatória poderá ser considerado surpreendente, em função do que as duas equipas tinham exibido na fase de grupos, mas reflecte o que se passou esta tarde em campo.

3 Julho, 2021 at 6:56 pm Deixe um comentário

EURO 2020 – 1/4 de final – Bélgica – Itália

BélgicaItália1-2

Bélgica Thibaut Courtois, Toby Alderweireld, Thomas Vermaelen, Jan Vertonghen, Thomas Meunier (69m – Nacer Chadli) (73m – Dennis Praet), Axel Witsel, Youri Tielemans (69m – Dries Mertens), Thorgan Hazard, Kevin De Bruyne, Jeremy Doku e Romelu Lukaku

Itália Gianluigi Donnarumma, Giovanni Di Lorenzo, Leonardo Bonucci, Giorgio Chiellini, Leonardo Spinazzola (79m – Emerson dos Santos), Nicolò Barella, Jorge Frello Filho “Jorginho”, Marco Verratti (74m – Bryan Cristante), Federico Chiesa (90m – Rafael Tolói), Lorenzo Insigne (79m – Domenico Berardi) e Ciro Immobile (74m – Andrea Belotti)

0-1 – Nicolò Barella – 31m
0-2 – Lorenzo Insigne – 44m
1-2 – Romelu Lukaku (pen.) – 45m

“Melhor em campo” – Lorenzo Insigne

Amarelos – Marco Verratti (20m) e Domenico Berardi (90m); Youri Tielemans (21m)

Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)

Fußball Arena München – Munique (20h00)

A série de 14 vitórias consecutivas da Bélgica neste Campeonato da Europa (dez na fase de qualificação e quatro na fase final) foi interrompida por uma superior Itália, que – contando com o desfecho do prolongamento da eliminatória precedente – avançou para o 15.º triunfo nesta competição, em outros tantos desafios disputados (em paralelo, alcançando a 13.ª vitória sucessiva nos seus últimos 13 jogos)!

Na intensa partida desta noite, em Munique, os transalpinos, com uma excelente primeira parte, adquiriram vantagem que se revelaria intransponível – tendo ainda desperdiçado, pelo menos, uma outra soberana ocasião de golo -, mesmo que os belgas tivessem reduzido para a diferença mínima no minuto imediato ao segundo tento italiano (resultado de uma magnífica execução de Insigne).

Na segunda metade a equipa da Bélgica – ainda que condicionada pela ausência de Eden Hazard, e com De Bruyne a “meio gás” – porfiou, chegando mesmo a empurrar o adversário para a sua zona defensiva, nos minutos finais, procurando criar oportunidades, mas que acabariam por se revelar infrutíferas.

Uma Itália, a dar prova de saber gerir os vários momentos do jogo, quer a criar e a atacar, como, quando necessário, a defender (e, solidária, a “sofrer”), confirmando-se como um grupo muito consistente – apesar de, provavelmente, ter ficado privada de Spinazzola, por lesão – perfila-se como um dos principais candidatos ao título, tendo, agora, encontro marcado com a Espanha, em Wembley.

2 Julho, 2021 at 9:56 pm Deixe um comentário

EURO 2020 – 1/4 de final – Suíça – Espanha

SuíçaEspanha1-1 (1-3 g.p.)

Suíça Yann Sommer, Nico Elvedi, Manuel Akanji, Ricardo Rodríguez, Silvan Widmer (100m – Kevin Mbabu), Denis Zakaria (100m – Fabian Schär), Remo Freuler, Steven Zuber (90m – Christian Fassnacht), Xherdan Shaqiri (81m – Djibril Sow), Breel Embolo (23m – Ruben Vargas) e Haris Seferović (81m – Mario Gavranović)

Espanha Unai Simón, César Azpilicueta, Aymeric Laporte, Pau Torres (113m – Thiago Alcântara), Jordi Alba, Jorge Merodio “Koke” (90m – Marcos Llorente), Sergio Busquets, Pedro “Pedri” González (119m – Rodrigo “Rodri” Hernández), Ferran Torres (91m – Mikel Oyarzabal), Pablo Sarabia (45m – Dani Olmo) e Álvaro Morata (54m – Gerard Moreno)

0-1 – Denis Zakaria (p.b.) – 8m
1-1 – Xherdan Shaqiri – 68m

Desempate da marca de grande penalidade:
Sergio Busquets rematou ao poste
1-0 – Mario Gavranović
1-1 – Dani Olmo
Fabian Schär permitiu a defesa a Unai Simón
Rodrigo “Rodri” Hernández permitiu a defesa a Yann Sommer
Manuel Akanji permitiu a defesa a Unai Simón
1-2 – Gerard Moreno
Ruben Vargas rematou por alto
1-3 – Mikel Oyarzabal

“Melhor em campo” – Unai Simón

Amarelos – Silvan Widmer (67m) e Mario Gavranović (120m); Aymeric Laporte (90m)

Vermelho – Remo Freuler (77m)

Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)

Krestovsky Stadium – S. Petersburgo (17h00)

A Espanha esteve quase sempre “por cima” no jogo, mas, tendo deixado baixar o ritmo, permitiu que a Suíça pudesse ameaçar, e, inclusivamente, chegar mesmo ao golo. Sendo que, nos minutos imediatos, a formação espanhola, acusando o toque, como que “abanou”, galvanizando os helvéticos.

Porém, as circunstâncias do encontro alterar-se-iam substancialmente com a expulsão de Freuler, sancionado na sequência de uma entrada imprudente e perigosa sobre um adversário. Ainda assim, mesmo em superioridade numérica, a Espanha optou por não arriscar nos cerca de 15 minutos que se jogaram ainda no tempo regulamentar, preferindo levar a decisão para o prolongamento.

Nesse período extra – o segundo sucessivo para ambas as selecções -, os espanhóis foram, então, claramente dominadores, criando várias situações de perigo, todavia sem conseguir concretizar. Por seu lado, a equipa suíça – que, entretanto, fizera substituir todos os (seis) jogadores de campo, à excepção do trio defensivo – remetia-se à sua zona mais recuada, defendendo praticamente em cima da baliza.

Com o tempo a correr, a Espanha não teria contudo o discernimento para chegar ao golo, pelo que acabou por ter de se recorrer, outra vez, ao desempate da marca de grande penalidade, afinal o que os suíços agora tanto desejavam e em que tanto confiavam – em especial no desempenho do seu guardião – para poder superar o adversário.

Só que, desta vez – e mesmo tendo repetido o alinhamento dos jogadores chamados a tentar converter tais pontapés, face ao que tinha registado contra a França -, ao invés do pleno antes alcançado, somente conseguiriam converter uma das quatro tentativas de que dispuseram. A Espanha até tinha entrado muito mal, falhando logo na sua primeira tentativa (numa incrível série de “grandes penalidades” desperdiçadas), vindo ainda a permitir uma defesa a Sommer, mas, depois, marcaria nos outros três remates, com Unai Simón, com dois remates defendidos, a sair como “herói” deste apuramento para as meias-finais.

2 Julho, 2021 at 7:43 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – Taça do Ribatejo – Final

(“O Templário”, 01.07.2021)

Culminando uma época memorável, que entra para a história da colectividade, o Sport Clube Desportos Glória do Ribatejo, fundado em 21 de Agosto de 1975, sagrou-se vencedor da edição de 2020-21 da Taça do Ribatejo, conquistando o mais importante troféu do seu palmarés, que junta aos títulos de Campeão Distrital averbados nas temporadas de 1976-77 e 1995-96 (II Divisão Distrital) e 2008-09 (3.º escalão).

Destaque – Glória do Ribatejo (que alcançara já um notável 7.º lugar no campeonato da I Divisão Distrital da presente época, aliás, em igualdade pontual com o 6.º classificado, U. Tomar) e Rio Maior SC (10.º no campeonato) disputaram uma inédita Final da 44.ª edição da Taça do Ribatejo, prova instituída pela Associação de Futebol de Santarém em 1976-77 (competição apenas interrompida logo na época imediata, de 1977-78 – sendo que em 2019-20 a prova fora suspensa, devido à pandemia, após a realização da 1.ª mão das meias-finais).

Na partida disputada no passado Domingo no Estádio Municipal do Cartaxo, com transmissão televisiva em directo no “Canal 11”, em paralelo com o regresso do público aos campos do Distrito (pese embora ainda sujeito a lotação limitada), repetiu-se o desfecho dos jogos das meias-finais (igualdade), implicando, portanto, novo desempate da marca de grande penalidade.

Após um primeiro tempo em branco, muito repartido, sem flagrantes oportunidades de golo, a formação da Glória começou por inaugurar o marcador aos 52 minutos, por via de um lance infeliz de um jogador riomaiorense, a introduzir a bola na sua própria baliza, quando procurava aliviar um lançamento em profundidade para a área. Ainda assim, a turma de Rio Maior, reagindo bem, criaria duas ocasiões de algum perigo antes de, aos 70 minutos, conseguir restabelecer o empate (1-1), o qual subsistiria até final do tempo regulamentar.

Passando-se de imediato ao desempate – não estando previsto, no regulamento da competição, a disputa de prolongamento –, o grupo da Glória voltou a ser mais eficaz (tal como sucedera nas meias-finais), com o pleno de cinco tentativas concretizadas, tendo a equipa de Rio Maior falhado uma das suas tentativas, com um remate bastante por alto.

Após cinco presenças nos 1/4 de final e três nas meias-finais, nos últimos oito anos, o clube da Glória do Ribatejo sagrou-se vencedor da Taça, logo na sua estreia na Final.

No palmarés da prova, após as 43 edições concluídas, o Fazendense é o único emblema com quatro títulos conquistados, seguido por um quarteto (formado por Tramagal, Riachense, Amiense e Coruchense), cada um com três Taças, e um pequeno “pelotão” de sete clubes, cada qual com dois títulos na “prova rainha”; o Glória do Ribatejo passou, agora, a ser o 25.º detentor do troféu.

II Divisão Distrital – Na última jornada da série Norte, tendo sido antecipado, já para o passado dia 5 de Junho, o jogo entre o Caxarias e o Abrantes e Benfica “B”, então vencido pelos visitados por 1-0, apenas foi realizado, no passado fim-de-semana, um único encontro, com o Vasco da Gama a receber e a bater o Espinheirense por 2-1, trespassando, assim, a posição de “lanterna vermelha” (6.º classificado, de entre os clubes que finalizaram a prova) à jovem equipa abrantina.

A Sul, o Salvaterrense confirmara já, a meio da semana passada, o objectivo crucial, a subida ao principal escalão, ao empatar (1-1) em Alpiarça, em partida que se encontrava em atraso da 14.ª jornada – o que, em paralelo, proporcionou ao Benavente, ganhando, no Sábado, em Fazendas de Almeirim, por 4-1, confirmar o 1.º lugar final nesta série.

A formação de Salvaterra de Magos, que venceu também, igualmente no Sábado, na derradeira ronda do campeonato, o Forense, em terreno alheio, por 3-2, beneficiou de, enquanto 2.º classificado, ter registado melhor média pontual (43 pontos em 18 jogos disputados) que o 2.º da série Norte, Fátima (28 pontos em 13 jogos), para garantir a promoção, a par dos vencedores das duas séries, At. Ouriense e Benavente – com este trio a substituir, na próxima época, na I Divisão, os clubes entretanto despromovidos: Entroncamento AC, Moçarriense e Riachense.

Torneio “Sub-21” – Não tendo sido possível realizar, na temporada agora finda, os Campeonatos Distritais de Juniores e de Juvenis – tal como os dos restantes escalões de formação –, a Associação de Futebol de Santarém promoveu a disputa, nos meses de Maio e Junho, de um Torneio “Sub-21”, no qual se inscreveram, de início, 19 equipas (antes, ainda em Janeiro, tinha já procurado arrancar-se com a realização desta prova, então com um total de 27 equipas inscritas; contudo, não fora sequer possível concluir-se, então, a jornada inaugural, pelo que teve de ser remodelada a estrutura do torneio).

Após a disputa de duas fases de grupos (na segunda dessas fases, os dois grupos principais integraram os dois primeiros classificados de cada um dos quatro grupos da 1.ª fase), realizaram-se no passado fim-de-semana, os jogos decisivos, para estabelecimento da classificação final.

Em Tomar, na Final do Torneio, o U. Tomar (vencedor dos seus grupos de qualificação, quer na 1.ª, como na 2.ª fase), recebeu a Ac. Santarém (vencedora do outro grupo principal da 2.ª fase). Alinhando com sete jogadores que, nesta época, chegaram a integrar, pontualmente, a equipa principal do clube, o U. Tomar teria, porém, uma má entrada em jogo, sofrendo um golo logo aos 3 minutos; depois, tendo restabelecido a igualdade já próximo do final da primeira parte, viria a sofrer novo tento mesmo em cima do intervalo, fixando o que viria a ser o desfecho: 1-2.

A jovem formação escalabitana sagrou-se, assim, vencedora deste Torneio, tendo o U. Tomar, com uma participação muito meritória, terminado no 2.º lugar. No jogo de apuramento de 3.º e 4.º classificados (entre as equipas que tinham terminado na 2.ª posição dos grupos principais da 2.ª fase da prova), o Entroncamento AC ganhou, igualmente por 2-1, ao Salvaterrense.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 1 de Julho de 2021)

1 Julho, 2021 at 6:00 pm Deixe um comentário

COVID-19 – Evolução no mês de Junho

30 Junho, 2021 at 8:47 pm Deixe um comentário

EURO 2020 – 1/8 de Final

   1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS       FINAL

BélgicaPortugal1-0 BélgicaItália--- ItáliaÁustria2-1 Vencedor do Bélgica-ItáliaVencedor do Suíça-Espanha--- FrançaSuíça3-3 SuíçaEspanha--- ...- CroáciaEspanha3-5


SuéciaUcrânia1-2 UcrâniaInglaterra--- ...- InglaterraAlemanha2-0 Vencedor do Ucrânia-InglaterraVencedor do R. Checa-Dinamarca--- Países BaixosR. Checa0-2 R. ChecaDinamarca--- País de GalesDinamarca0-4

Melhores marcadores

  • 5 golos – Cristiano Ronaldo (Portugal)
  • 4 golos – Patrik Schick (R. Checa); Karim Benzema (França); e Emil Forsberg (Suécia)
  • 3 golos – Romelu Lukaku (Bélgica); Georginio Wijnaldum (Países Baixos); Robert Lewandowski (Polónia); Haris Seferović (Suíça); e Raheem Sterling (Inglaterra)

29 Junho, 2021 at 10:35 pm Deixe um comentário

EURO 2020 – 1/8 de final – Suécia – Ucrânia

SuéciaUcrânia1-1 (1-2 a.p.)

Suécia Robin Olsen, Mikael Lustig (83m – Emil Krafth), Victor Lindelöf, Marcus Danielson, Ludwig Augustinsson (83m – Pierre Bengtsson), Kristoffer Olsson (101m – Filip Helander), Albin Ekdal, Sebastian Larsson (97m – Viktor Claesson), Emil Forsberg, Dejan Kulusevski (97m – Robin Quaison) e Alexander Isak (97m – Marcus Berg)

Ucrânia Georgiy Bushchan, Oleksandr Karavaev, Illia Zabarnyi, Serhiy Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Serhiy Sydorchuk (118m – Roman Bezus), Taras Stepanenko (95m – Yevhen Makarenko), Oleksandr Zinchenko, Andriy Yarmolenko (105m – Artem Dovbyk), Mykola Shaparenko (61m – Ruslan Malinovskyi) e Roman Yaremchuk (90m – Artem Besedin) (101m – Viktor Tsygankov)

0-1 – Oleksandr Zinchenko – 27m
1-1 – Emil Forsberg – 43m
1-2 – Artem Dovbyk – 120m

“Melhor em campo” – Oleksandr Zinchenko

Amarelos – Dejan Kulusevski (69m) e Emil Forsberg (85m); Andriy Yarmolenko (79m) e Artem Dovbyk (120m)

Vermelho – Marcus Danielson (98m)

Árbitro – Daniele Orsato (Itália)

Hampden Park – Glasgow (20h00)

Num jogo “acidentado” como raramente se terá visto – em especial no prolongamento, em que, praticamente, só se jogaram os sete minutos iniciais, uma vez que, a partir daí, o jogo foi interrompido mais de meia dúzia de vezes, por lesões de jogadores, também já esgotados fisicamente – a Ucrânia acabou por ser feliz, tirando partido da superioridade numérica, chegando ao golo do triunfo já para além dos 120 minutos, sem que, até aí, tivesse tido qualquer oportunidade para marcar, ou até, sem que, efectivamente, tivesse feito grande coisa para tal.

Antes disso, a Suécia – que começara por se ver em desvantagem no marcador desde cedo, ainda antes da meia hora de jogo -, colocada à prova, demonstrou estar à altura do desafio, conseguindo restabelecer a igualdade ainda antes do termo do primeiro tempo.

Depois, já na segunda metade, os escandinavos podem queixar-se da falta de sorte, com duas bolas no ferro, ambas por Forsberg (a Ucrânia também tivera uma). Numa partida muito disputada, a Ucrânia teve o mérito de manter o desfecho em aberto, acabando por beneficiar da expulsão do defesa central sueco, com uma entrada assustadora, ainda que involuntária, a acertar com violência na perna de Besedin, que, tendo entrado para disputar o prolongamento, só estaria em campo os tais sete minutos…

29 Junho, 2021 at 10:34 pm Deixe um comentário

EURO 2020 – 1/8 de final – Inglaterra – Alemanha

InglaterraAlemanha2-0

Inglaterra Jordan Pickford, Kyle Walker, Harry Maguire, John Stones, Kieran Trippier, Kalvin Phillips, Declan Rice (87m – Jordan Henderson), Luke Shaw, Bukayo Saka (69m – Jack Grealish), Raheem Sterling e Harry Kane

Alemanha Manuel Neuer, Matthias Ginter (87m – Emre Can), Mats Hummels, Antonio Rüdiger, Joshua Kimmich, Leon Goretzka, Toni Kroos, Robin Gosens (87m – Leroy Sané), Kai Havertz, Thomas Müller (90m – Jamal Musiala) e Timo Werner (69m – Serge Gnabry)

1-0 – Raheem Sterling – 75m
2-0 – Harry Kane – 86m

“Melhor em campo” – Harry Maguire

Amarelos – Declan Rice (8m), Kalvin Phillips (45m) e Harry Maguire (77m); Matthias Ginter (25m) e Robin Gosens (72m)

Árbitro – Danny Makkelie (Países Baixos)

Wembley Stadium – Londres (17h00)

Uma Inglaterra que aposta na solidez defensiva – mantém a sua baliza inviolada após quatro jogos já disputados neste “EURO” – “mandou para casa”, e de forma convincente, a última equipa apurada no apelidado “Grupo da morte”.

Depois de Portugal e da França, foi hoje a vez de a Alemanha se despedir da prova – todos afastados logo na primeira partida a eliminar -, numa campanha pobre, em que registou uma única vitória em quatro encontros (frente a Portugal), tendo perdido dois desafios e escapado à derrota caseira ante a Hungria já nos derradeiros minutos.

29 Junho, 2021 at 6:51 pm Deixe um comentário

EURO 2020 – 1/8 de final – França – Suíça

FrançaSuíça3-3 (4-5 g.p.)

França Hugo Lloris, Raphaël Varane, Clément Lenglet (45m – Kingsley Coman) (111m – Marcus Thuram), Presnel Kimpembe, Benjamin Pavard, Paul Pogba, N’Golo Kanté, Adrien Rabiot, Antoine Griezmann (88m – Moussa Sissoko), Karim Benzema (94m – Olivier Giroud) e Kylian Mbappé

Suíça Yann Sommer, Nico Elvedi, Manuel Akanji, Ricardo Rodríguez (87m – Admir Mehmedi), Silvan Widmer (73m – Kevin Mbabu), Remo Freuler, Granit Xhaka, Steven Zuber (79m – Christian Fassnacht), Xherdan Shaqiri (73m – Mario Gavranović), Haris Seferović (97m – Fabian Schär) e Breel Embolo (79m – Ruben Vargas)

0-1 – Haris Seferović – 15m
1-1 – Karim Benzema – 57m
2-1 – Karim Benzema – 59m
3-1 – Paul Pogba – 75m
3-2 – Haris Seferović – 81m
3-3 – Mario Gavranović – 90m

Desempate da marca de grande penalidade:

0-1 – Mario Gavranović
1-1 – Paul Pogba
1-2 – Fabian Schär
2-2 – Olivier Giroud
2-3 – Manuel Akanji
3-3 – Marcus Thuram
3-4 – Ruben Vargas
4-4 – Presnel Kimpembe
4-5 – Admir Mehmedi
Kylian Mbappé permitiu a defesa a Yann Sommer

“Melhor em campo” – Granit Xhaka

Amarelos – Raphaël Varane (30m), Kingsley Coman (88m) e Benjamin Pavard (91m); Nico Elvedi (32m), Ricardo Rodríguez (62m), Granit Xhaka (76m) e Manuel Akanji (108m)

Árbitro – Fernando Andres Rapallini (Argentina)

Arena Națională – Bucareste (20h00)

Num mesmo dia, em dois jogos do “EURO”, depois de um 3-3 (nos 90 minutos), outro 3-3!

A França entrou mal no jogo, espartilhada pela organização suíça e as coisas piorariam bastante quando, à passagem do quarto de hora inicial, o avançado benfiquista inaugurou o marcador.

O que se viu, durante largos minutos, foi uma selecção francesa refém de vários equívocos tácticos, incapaz de ripostar. Este estado de coisas prolongou-se mesmo pelo segundo tempo, até chegar um momento que parecia ter sido crucial, por volta dos 55 minutos: a possibilidade de a Suíça ampliar a vantagem para 2-0, mercê de uma grande penalidade assinalada a seu favor… mas que Ricardo Rodríguez desaproveitaria, permitindo a defesa a Lloris.

Os helvéticos passaram então por um período de desconcentração, que evoluiu mesmo para fase de desnorte, tendo consentido – em dois rápidos lances de contra-ofensiva, com um intervalo de apenas dois minutos – dois golos à França, apontados ambos por Benzema, o primeiro deles com um admirável gesto técnico a dois tempos, primeiro na recepção da bola (que tinha ficado “para trás”), a ir “recuperá-la”, e, de imediato, um toque subtil a desviá-la do alcance do guarda-redes suíço.

Sem “saber bem como” a França tinha passado para a “mó de cima”, acabando por não surpreender, então, o terceiro tento, numa outra excelente execução de Pogba.

Muito surpreendente acabaria por ser, então, a reacção suíça, a emular a resposta dada pela Croácia frente à Espanha no jogo da tarde. Quando Seferović bisou, reduzindo para 2-3, já dentro dos dez minutos finais, a recordação bem viva do embate de três horas antes assomou ao espírito de todos os intervenientes: os suíços acreditando que seria ainda possível evitar a derrota; os franceses entrando como que numa espécie de “pânico”, tolhidos pelo receio. E o 3-3 acabaria mesmo por surgir, já em tempo de compensação!

No prolongamento, as duas equipas mostraram-se exaustas, tanto em termos físicos como a nível mental, pelo que faltou discernimento para conseguir decidir a eliminatória, mesmo que não se possa dizer que tenha havido, de parte a parte, qualquer estratégia deliberadamente defensiva, apostando no desempate da marca de grande penalidade.

Mas tal acabou por se revelar uma inevitabilidade. Aí, os suíços, mais confiantes – perante um Campeão do Mundo assolado pelo “fantasma” do prematuro regresso a casa -, e apostando em quatro homens mais frescos, fizeram o pleno, marcando nas suas cinco tentativas. Os franceses ainda adiaram o destino até ao limite, para acabar por ser a sua estrela maior a ficar como “réu” de derrota, ao possibilitar a defesa decisiva a Yann Sommer.

De forma absolutamente inédita no historial da competição, ficam afastados – logo nos 1/8 de final – o Campeão da Europa em título (Portugal) e o vice-campeão europeu (França), assim como o Campeão mundial (a mesma França) e o vice-campeão do Mundo (Croácia).

Um dia alucinante, que ficará para a história dos “Europeus”!

28 Junho, 2021 at 10:45 pm Deixe um comentário

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