EURO 2020 – Grupo A – 2ª jornada – Turquia – P. Gales

0-2
Uğurcan Çakır, Zeki Çelik, Kaan Ayhan, Çağlar Söyüncü, Umut Meraş (72m – Mert Müldür), Kenan Karaman (75m – Halil Dervişoğlu), Hakan Çalhanoğlu, Okay Yokuşlu (45m – Merih Demiral), Ozan Tufan (45m – Yusuf Yazıcı), Cengiz Ünder (83m – Irfan Can Kahveci) e Burak Yılmaz
Danny Ward, Connor Roberts, Chris Mepham, Joe Rodon, Ben Davies, Joe Morrell, Joe Allen (73m – Ethan Ampadu), Gareth Bale, Aaron Ramsey (85m – Harry Wilson), Daniel James (90m – Neco Williams) e Kieffer Moore
0-1 – Aaron Ramsey – 42m
0-2 – Connor Roberts – 90m
“Melhor em campo” – Gareth Bale
Amarelos – Burak Yılmaz (90m) e Hakan Çalhanoğlu (90m); Chris Mepham (90m) e Ben Davies (90m)
Árbitro – Artur Soares Dias (Portugal)
Bakı Olimpiya Stadionu – Baku (17h00)
EURO 2020 – Grupo B – 2ª jornada – Finlândia – Rússia

0-1
Lukas Hradecky, Joona Toivio (85m – Fredrik Jensen), Paulus Arajuuri, Daniel O’Shaughnessy, Jukka Raitala (75m – Pyry Soiri), Rasmus Schüller (67m – Joni Kauko), Glen Kamara, Jere Uronen, Robin Lod, Teemu Pukki (75m – Lassi Lappalainen) e Joel Pohjanpalo
Matvei Safonov, Mário Fernandes (26m – Vyacheslav Karavaev), Igor Diveev, Georgi Dzhikiya, Daler Kuzyaev, Roman Zobnin, Dmitri Barinov, Magomed Ozdoev (61m – Rifat Zhemaletdinov), Aleksei Miranchuk (85m – Maksim Mukhin), Aleksandr Golovin e Artem Dzyuba (85m – Aleksandr Sobolev)
0-1 – Aleksei Miranchuk – 45m
“Melhor em campo” – Aleksei Miranchuk
Amarelos – Glen Kamara (22m) e Daniel O’Shaughnessy (90m); Dmitri Barinov (27m), Magomed Ozdoev (34m) e Georgi Dzhikiya (88m)
Árbitro – Danny Makkelie (Países Baixos)
Krestovsky Stadium – S. Petersburgo (14h00)
EURO 2020 – Classificações – 1.ª jornada
Grupo A J V E D GM GS P 1º Itália1 1 - - 3 - 0 3 2º Suíça
1 - 1 - 1 - 1 1 2º País Gales
1 - 1 - 1 - 1 1 4º Turquia
1 - - 1 0 - 3 -
Grupo B J V E D GM GS P 1º Bélgica1 1 - - 3 - 0 3 2º Finlândia
1 1 - - 1 - 0 3 3º Dinamarca
1 - - 1 0 - 1 - 4º Rússia
1 - - 1 0 - 3 -
Grupo C J V E D GM GS P 1º Áustria1 1 - - 3 - 1 3 2º Países Baixos
1 1 - - 3 - 2 3 3º Ucrânia
1 - - 1 2 - 3 - 4º Macedónia N.
1 - - 1 1 - 3 -
Grupo D J V E D GM GS P 1º R. Checa1 1 - - 2 - 0 3 2º Inglaterra
1 1 - - 1 - 0 3 3º Croácia
1 - - 1 0 - 1 - 4º Escócia
1 - - 1 0 - 2 -
Grupo E J V E D GM GS P 1º Eslováquia1 1 - - 2 - 1 3 2º Espanha
1 - 1 - 0 - 0 1 2º Suécia
1 - 1 - 0 - 0 1 4º Polónia
1 - - 1 1 - 2 -
Grupo F J V E D GM GS P 1º Portugal1 1 - - 3 - 0 3 2º França
1 1 - - 1 - 0 3 3º Alemanha
1 - - 1 0 - 1 - 4º Hungria
1 - - 1 0 - 3 -
Melhores marcadores
- 2 golos – Romelu Lukaku (Bélgica); Patrik Schick (R. Checa); e Cristiano Ronaldo (Portugal)
EURO 2020 – Grupo F – 1ª jornada – França – Alemanha

1-0
Hugo Lloris, Benjamin Pavard, Raphaël Varane, Presnel Kimpembe, Lucas Hernández, Adrien Rabiot (90m – Ousmane Dembélé), N’Golo Kanté, Paul Pogba, Antoine Griezmann, Karim Benzema (89m – Corentin Tolisso) e Kylian Mbappé
Manuel Neuer, Matthias Ginter (88m – Emre Can), Mats Hummels, Antonio Rüdiger, Joshua Kimmich, İlkay Gündoğan, Toni Kroos, Robin Gosens (88m – Kevin Volland), Kai Havertz (74m – Leroy Sané), Thomas Müller e Serge Gnabry (74m – Timo Werner)
1-0 – Mats Hummels (p.b.) – 20m
“Melhor em campo” – Paul Pogba
Amarelos – Joshua Kimmich (7m)
Árbitro – Carlos del Cerro Grande (Espanha)
Fußball Arena München – Munique (20h00)
A França, Campeã do Mundo em título, com uma notável exibição de Pogba, foi sempre superior a uma Alemanha “espartilhada”, que não conseguiu tirar benefício de jogar em casa. Mesmo que o único golo validado tinha sido algo fortuito, com a bola a “tabelar” em Hummels, num lance infeliz, a introduzir a bola na sua própria baliza, a selecção francesa esteve sempre mais perto de poder ampliar o marcador, o que não sucedeu por foras-de-jogo “milimétricos” de Kylian Mbappé.
EURO 2020 – Grupo F – 1ª jornada – Hungria – Portugal

0-3
Péter Gulácsi, Endre Botka, Willi Orbán, Attila Szalai, Gergő Lovrencsics, László Kleinheisler (78m – Dávid Sigér), Ádám Nagy (88m – Roland Varga), András Schäfer (65m – Loïc Négo), Attila Fiola (88m – Kevin Varga), Ádám Szalai e Roland Sallai (77m – Szabolcs Schön)
Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Dias, Pepe, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, William Carvalho (81m – Renato Sanches), Bruno Fernandes (89m – João Moutinho), Bernardo Silva (71m – Rafa Silva), Diogo Jota (81m – André Silva) e Cristiano Ronaldo
0-1 – Raphaël Guerreiro – 84m
0-2 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 87m
0-3 – Cristiano Ronaldo – 90m
“Melhor em campo” – Cristiano Ronaldo
Amarelos – Loïc Négo (80m) e Willi Orbán (86m); Rúben Dias (38m)
Árbitro – Cüneyt Çakır (Turquia)
Puskás Aréna – Budapeste (17h00)
A selecção de Portugal iniciou da melhor forma a defesa do seu título de Campeão Europeu, com uma vitória por números robustos.
Pese embora actuasse em terreno adversário – com um Estádio lotado, com mais de 60.000 espectadores –, a equipa portuguesa tinha cabal noção da importância de vencer este jogo, não só por se tratar do primeiro desafio da competição, como, principalmente, atendendo aos opositores que terá de defrontar de seguida, dois colossos do futebol mundial, Alemanha e França (actuais Campeões do Mundo).
Pelo que, logo desde entrada, a formação lusa – organizada por Fernando Santos com especiais cautelas, alinhando com Danilo Pereira e William Carvalho, com a missão primeira de procurar suster quaisquer tentativas de contra-ataque da Hungria, visando, em paralelo, conceder maior liberdade a outros quatro elementos, de cariz bastante ofensivo (Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Diogo Jota e Cristiano Ronaldo) – assumiu a iniciativa do jogo, empurrando a equipa contrária para o seu meio terreno, mais propriamente, para as imediações da sua área.
Exercendo amplo domínio durante toda a metade inicial do desafio, Portugal poderia ter inaugurado o marcador logo aos 5 minutos, com Diogo Jota a testar a concentração do guardião Gulácsi, ao mesmo tempo que, em corrida, pelo lado esquerdo do avançado português, Cristiano Ronaldo surgia completamente desmarcado e em excelentes condições para rematar com êxito… mas Jota só “teve olhos” para a baliza.
Praticamente a findar o primeiro tempo, Cristiano Ronaldo, outra vez muito bem posicionado, cara a cara com o guarda-redes, mas perdulário, desperdiçaria nova soberana ocasião de golo, não tendo conseguido enquadrar o remate com a baliza, com a bola a sair demasiado por alto.
Com a equipa húngara concentrada no seu sector defensivo – incapaz de ripostar à pressão sofrida –, Portugal começaria, contudo, à medida que o tempo decorria (e parecia acelerar-se a aproximação do fim do jogo), a denotar alguma ansiedade em procurar quebrar o compacto bloco adversário, com o largo domínio de posse de bola a revelar-se infrutífero. Em paralelo, a intensidade e ritmo de jogo vinham decaindo, pelo que urgia “mexer na equipa”.
O que Fernando Santos só começaria por fazer já com 71 minutos decorridos (fazendo entrar Rafa para o lugar de Bernardo), e, de forma mais “radical”, já dentro dos dez minutos finais – o que se receou, então, poder ser já demasiado tarde –, apostando no “rompante” Renato Sanches e em André Silva, procurando colocar mais homens dentro da área adversária.
E a verdade é que Renato Sanches e Rafa iriam “agitar” decisivamente o jogo, com o benfiquista a ser protagonista em todos os três golos.
Faltavam somente seis minutos para o termo do desafio quando, enfim, chegou o tento inaugural, com alguma felicidade, primeiro na assistência de Rafa, a tabelar num jogador contrário, sobrando a bola para Raphaël Guerreiro, o qual, com um remate algo “enrolado”, beneficiou ainda de um outro ligeiro toque da bola num defesa húngaro – consequência, também, da aglomeração de jogadores, concentrados num curto espaço de terreno, em zona mais defensiva –, o suficiente para a fazer mudar de trajectória, traindo inapelavelmente Gulácsi.
Apenas três minutos volvidos seria Renato Sanches a lançar Rafa, que, em velocidade, apenas seria travado, em plena área, em falta, originando a grande penalidade, convertida por Cristiano Ronaldo.
Já em período de compensação (90+2 minutos), Portugal assinou então um (prolongado) momento de “filigrana”, com 33 (!) passes sucessivos, enleando completamente o adversário, finalizando com outra assistência de Rafa, para Cristiano Ronaldo, o qual, mesmo podendo eventualmente duvidar se estaria em posição regular (o que seria confirmado pelo “VAR”), driblou o guarda-redes da Hungria, antes de empurrar, com facilidade, a bola para a baliza deserta.
Num balanço final, depois do susto passado (num dos raros contra-ataques que conseguiu completar a Hungria chegou a introduzir a bola na baliza de Rui Patrício, precisamente à entrada dos últimos dez minutos, não tendo o lance sido validado, por fora-de-jogo), Portugal, conseguindo, quase “in-extremis” desbloquear o jogo (depois de ter chegado a passar inclusivamente, porventura, por um período de menor crença, ou, pelo menos, de maior ansiedade), obteve – frente a um adversário que deixou transparecer notórias debilidades competitivas – um resultado que se revela bastante melhor do que a exibição e que, salvo qualquer “hecatombe” nos dois jogos restantes, lhe deverá proporcionar, desde já, uma boa “garantia” de apuramento (no cenário menos favorável, mesmo que como um dos quatro melhores 3.º classificados, como, aliás, sucedeu em 2016).
Cristiano Ronaldo, que, durante praticamente toda a partida, não esteve nos seus dias “mais inspirados”, acabaria por sair feliz: para além de ser, agora, o único jogador a disputar jogos em cinco fases finais dos Europeus (2004, 2008, 2012, 2016 e “2020”), tornou-se, com a soma de 11 golos (2+1+3+3+2) já apontados nessas edições, o melhor marcador da história da competição (deixando para trás o francês Michel Platini, com 9 tentos), ao mesmo tempo que, tendo atingido os 106 golos pela selecção portuguesa, está agora, apenas, a três de igualar o “record” do iraniano Ali Daei.
Cristiano, com 22 jogos já disputados nestas cinco fases finais (apenas “falhou” o jogo com a Suíça, na última jornada da fase de Grupos do Europeu de 2008), isolou-se também como o jogador com mais vitórias (12: 3 em 2004, 2012 e em 2016; 2 em 2008; e 1 na presente edição) em fases finais de Campeonatos da Europa, destacando-se dos espanhóis Andrés Iniesta e Cesc Fábregas (11 triunfos).
EURO 2020 – Grupo E – 1ª jornada – Espanha – Suécia

0-0
Unai Simón, Marcos Llorente, Aymeric Laporte, Pau Torres, Jordi Alba, Jorge Merodio “Koke” (87m – Fabián Ruiz), Rodrigo “Rodri” Hernández (66m – Thiago Alcântara), Pedro “Pedri” González, Ferran Torres (74m – Mikel Oyarzabal), Dani Olmo (74m – Gerard Moreno) e Álvaro Morata (66m – Pablo Sarabia)
Robin Olsen, Mikael Lustig (75m – Emil Krafth), Victor Lindelöf, Marcus Danielson, Ludwig Augustinsson, Sebastian Larsson, Kristoffer Olsson (84m – Jens-Lys Cajuste), Albin Ekdal, Emil Forsberg (84m – Pierre Bengtsson), Marcus Berg (69m – Robin Quaison) e Alexander Isak (69m – Viktor Claesson)
“Melhor em campo” – Victor Lindelöf
Amarelos – Mikael Lustig (55m)
Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)
Estadio de La Cartuja – Sevilha (20h00)
Uma tão extraordinária quão ineficaz sessão de “tiki-taka”, com os suecos a “ver jogar”, como se estivessem “à rabia”, mas em que, não obstante o maior número de oportunidades pertencesse, naturalmente, à Espanha, a Suécia até podia ter saído vencedora, não tivesse Berg desperdiçado inacreditavelmente uma soberana ocasião para marcar (emulando a falha de Morata)…
EURO 2020 – Grupo E – 1ª jornada – Polónia – Eslováquia

1-2
Wojciech Szczęsny, Bartosz Bereszyński, Kamil Glik, Jan Bednarek, Maciej Rybus (74m – Tymoteusz Puchacz), Karol Linetty (74m – Przemysław Frankowski), Grzegorz Krychowiak, Mateusz Klich (85m – Jakub Moder), Kamil Jóźwiak, Piotr Zieliński (85m – Karol Świderski) e Robert Lewandowski
Martin Dúbravka, Peter Pekarík (79m – Martin Koscelník), Ľubomír Šatka, Milan Škriniar, Tomáš Hubočan, Lukáš Haraslín (87m – Michal Ďuriš), Juraj Kucka, Jakub Hromada (79m – Patrik Hrošovský), Róbert Mak (87m – Tomáš Suslov), Marek Hamšík e Ondrej Duda (90m – Ján Greguš)
0-1 – Wojciech Szczęsny (p.b.) – 18m
1-1 – Karol Linetty – 46m
1-2 – Milan Škriniar – 69m
“Melhor em campo” – Milan Škriniar
Amarelos – Grzegorz Krychowiak (22m); Tomáš Hubočan (20m)
Vermelho – Grzegorz Krychowiak (62m)
Árbitro – Ovidiu Haţegan (Roménia)
Krestovsky Stadium – S. Petersburgo (17h00)
EURO 2020 – Grupo D – 1ª jornada – Escócia – R. Checa

0-2
David Marshall, Grant Hanley, Liam Cooper, Jack Hendry (67m – Callum McGregor), Stephen O’Donnell (79m – James Forrest), Stuart Armstrong (67m – Ryan Fraser), John McGinn, Scott McTominay, Andy Robertson, Lyndon Dykes (79m – Kevin Nisbet) e Ryan Christie (45m – Ché Adams)
Tomáš Vaclík, Vladimír Coufal, Ondřej Čelůstka, Tomáš Kalas, Jan Bořil, Tomáš Souček, Alex Král (67m – Tomáš Holeš), Lukáš Masopust (72m – Matěj Vydra), Vladimír Darida (87m – Petr Ševčík), Jakub Jankto (72m – Adam Hložek) e Patrik Schick (87m – Michael Krmenčík)
0-1 – Patrik Schick – 42m
0-2 – Patrik Schick – 52m
“Melhor em campo” – Patrik Schick
Amarelos – Não houve
Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)
Hampden Park – Glasgow (14h00)
EURO 2020 – Grupo C – 1ª jornada – Países Baixos – Ucrânia

3-2
Maarten Stekelenburg, Denzel Dumfries, Jurriën Timber (88m – Joël Veltman), Stefan de Vrij, Daley Blind (64m – Nathan Aké), Patrick van Aanholt (64m – Owen Wijndal), Marten de Roon, Georginio Wijnaldum, Frenkie de Jong, Wout Weghorst (88m – Luuk de Jong) e Memphis Depay (90m – Donyell Malen)
Georgiy Bushchan, Oleksandr Karavaev, Illia Zabarnyi, Mykola Matviyenko, Vitaliy Mykolenko, Oleksandr Zinchenko, Andriy Yarmolenko, Serhiy Sydorchuk, Ruslan Malinovskyi, Oleksandr Zubkov (13m – Marlos Bonfim) (64m – Mykola Shaparenko) e Roman Yaremchuk
1-0 – Georginio Wijnaldum – 52m
2-0 – Wout Weghorst – 59m
2-1 – Andriy Yarmolenko – 75m
2-2 – Roman Yaremchuk – 79m
3-2 – Denzel Dumfries – 85m
“Melhor em campo” – Denzel Dumfries
Amarelos – Serhiy Sydorchuk (90m)
Árbitro – Felix Brych (Alemanha)
Johan Cruijff ArenA – Amesterdão (20h00)
No melhor dos sete jogos até agora disputados no EURO 2020, com as duas equipas a procurar disputar a vitória, os Países Baixos pareciam ter o triunfo garantido, quando, a um quarto de hora do final, registavam vantagem de dois golos. Porém, a Ucrânia, com notável reacção, chegaria à igualdade… que deixaria escapar já nos derradeiros minutos, com a equipa da casa a não desaproveitar a oportunidade de somar os três pontos.
EURO 2020 – Grupo C – 1ª jornada – Áustria – Macedónia do Norte

3-1
Daniel Bachmann, Stefan Lainer, Aleksandar Dragović (45m – Philipp Lienhart), Martin Hinteregger, Andreas Ulmer, Christoph Baumgartner (58m – Michael Gregoritsch), Konrad Laimer (90m – Julian Baumgartlinger), Xaver Schlager (90m – Stefan Ilsanker), David Alaba, Marcel Sabitzer e Saša Kalajdžić (59m – Marko Arnautović)
Stole Dimitrievski, Boban Nikolov (63m – Egzon Bejtulai), Stefan Ristovski, Darko Velkoski, Visar Musliu (86m – Milan Ristovski), Ezgjan Alioski, Enis Bardi (82m – Ivan Tričkovski), Arijan Ademi, Eljif Elmas, Goran Pandev e Aleksandar Trajkovski (63m – Tihomir Kostadinov)
1-0 – Stefan Lainer – 18m
1-1 – Goran Pandev – 28m
2-1 – Michael Gregoritsch – 78m
3-1 – Marko Arnautović – 89m
“Melhor em campo” – David Alaba
Amarelos – Stefan Lainer (85m); Aleksandar Trajkovski (42m) e Ezgjan Alioski (52m)
Árbitro – Andreas Ekberg (Suécia)
Arena Națională – Bucareste (17h00)



