Liga Conferência Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Alashkert – LASK Linz – 0-3
HJK Helsinki – Maccabi Tel-Aviv – 0-5

1º Maccabi Tel-Aviv e LASK Linz, 7; 3º HJK Helsinki, 3; 4º Alashkert, 0

Grupo B
Partizan – Gent – 0-1
Anorthosis – Flora Tallinn – 2-2

1º Gent, 9; 2º Partizan, 6; 3.º Flora Tallinn e Anorthosis, 1

Grupo C
CSKA-Sofia – Zorya Luhansk – 0-1
Bodø/Glimt – Roma – 6-1

1º Bodø/Glimt, 7; 2º Roma, 6; 3º Zorya Luhansk, 3; 4º CSKA-Sofia, 1

Grupo D
CFR Cluj – AZ Alkmaar – 0-1
Jablonec – Randers – 2-2

1º AZ Alkmaar, 7; 2º Jablonec, 4; 3º Randers, 3; 4º CFR Cluj, 1

Grupo E
Feyenoord – Union Berlin – 3-1
Maccabi Haifa – Slavia Praha – 1-0

1º Feyenoord, 7; 2º Maccabi Haifa, 4; 3º Slavia Praha e Union Berlin, 3

Grupo F
København – PAOK – 1-2
Slovan Bratislava – Lincoln Red Imps – 2-0

1º PAOK, 7; 2º København, 6; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Lincoln Red Imps, 0

Grupo G
Vitesse – Tottenham – 1-0
Mura Murska – Rennes – 1-2

1º Rennes, 7; 2º Vitesse, 6; 3º Tottenham, 4; 4º Mura Murska, 0

Grupo H
Basel – Omonia – 3-1
Qarabağ – Kairat Almaty – 2-1

1º Basel e Qarabağ, 7; 3º Kairat Almaty e Omonia, 1

21 Outubro, 2021 at 9:59 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Sparta Praha – O. Lyon – 3-4
Rangers – Brøndby – 2-0

1º O. Lyon, 9; 2º Sparta Praha, 4; 3º Rangers, 3; 4º Brøndby, 1

Grupo B
Sturm Graz – Real Sociedad – 0-1
PSV – Monaco – 1-2

1º Monaco, 7; 2º Real Sociedad, 5; 3º PSV, 4; 4º Sturm Graz, 0

Grupo C
Napoli – Legia Warsaw – 3-0
Spartak Moskva – Leicester – 3-4

1º Legia Warsaw, 6; 2º Napoli e Leicester, 4; 4º Spartak Moskva, 3

Grupo D
Fenerbahçe – Antwerp – 2-2
E. Frankfurt – Olympiakos – 3-1

1º E. Frankfurt, 7; 2º Olympiakos, 6; 3º Fenerbahçe, 2; 4º Antwerp, 1

Grupo E
Lazio – O. Marseille – 0-0
Lokomotiv Moskva – Galatasaray – 0-1

1º Galatasaray, 7; 2º Lazio, 4; 3º O. Marseille, 3; 4º Lokomotiv Moskva, 1

Grupo F
Ludogorets – Sp. Braga – 0-1
Midtjylland – Crvena zvezda – 1-1

1º Crvena zvezda, 7; 2º Sp. Braga, 6; 3º Midtjylland, 2; 4º Ludogorets, 1

Grupo G
Celtic – Ferencváros – 2-0
Betis – B. Leverkusen – 1-1

1º B. Leverkusen e Betis, 7; 3º Celtic, 3; 4º Ferencváros, 0

Grupo H
West Ham – Genk – 3-0
Rapid Wien – D. Zagreb – 2-1

1º West Ham, 9; 2º D. Zagreb, Rapid Wien e Genk, 3

21 Outubro, 2021 at 9:56 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Paris Saint-Germain – RB Leipzig – 3-2
Brugge – Manchester City – 1-5

1º Paris Saint-Germain, 7; 2º Manchester City, 6; 3º Brugge, 4; 4º RB Leipzig, 0

Grupo B
FC Porto – AC Milan – 1-0
Atlético Madrid – Liverpool – 2-3

1º Liverpool, 9; 2º Atlético Madrid e FC Porto, 4; 4.º AC Milan, 0

Grupo C
Ajax – Borussia Dortmund – 4-0
Beşiktaş – Sporting – 1-4

1º Ajax, 9; 2º Borussia Dortmund, 6; 3º Sporting, 3; 4º Beşiktaş, 0

Grupo D
Shakhtar Donetsk – Real Madrid – 0-5
Inter – Sheriff Tiraspol – 3-1

1º Real Madrid e Sheriff Tiraspol, 6; 3º Inter, 4; 4º Shakhtar Donetsk, 1

Grupo E
Benfica – Bayern München – 0-4
Barcelona – Dynamo Kyiv – 1-0

1º Bayern München, 9; 2º Benfica, 4; 3º Barcelona, 3; 4º Dynamo Kyiv, 1

Grupo F
Manchester United – Atalanta – 3-2
Young Boys – Villarreal – 1-4

1º Manchester United, 6; 2º Villarreal e Atalanta, 4; 4º Young Boys, 3

Grupo G
Salzburg – Wolfsburg – 3-1
Lille – Sevilla – 0-0

1º Salzburg, 7; 2º Sevilla, 3; 3º Lille e Wolfsburg, 2

Grupo H
Zenit – Juventus – 0-1
Chelsea – Malmö – 4-0

1º Juventus, 9; 2º Chelsea, 6; 3º Zenit, 3; 4º Malmö, 0

20 Outubro, 2021 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Benfica – Bayern

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Lucas Veríssimo, Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, André Almeida (40m – Diogo Gonçalves), João Mário (81m – Adel Taarabt), Julian Weigl, Alejandro “Álex” Grimaldo, Rafael “Rafa” Silva (81m – Luís Fernandes “Pizzi”), Darwin Núñez (81m – Gonçalo Ramos) e Roman Yaremchuk (76m – Everton Soares)

BayernBayern München – Manuel Neuer, Benjamin Pavard (66m – Serge Gnabry), Niklas Süle, Dayotchanculle “Dayot” Upamecano, Lucas Hernández (86m – Omar Richards), Kingsley Coman (86m – Jamal Musiala), Joshua Kimmich, Marcel Sabitzer (86m – Corentin Tolisso), Leroy Sané, Thomas Müller (77m – Josip Stanišić) e Robert Lewandowski

0-1 – Leroy Sané – 70m
0-2 – Everton Soares (p.b.) – 80m
0-3 – Robert Lewandowski – 82m
0-4 – Leroy Sané – 84m

Cartões amarelos – Nicolás Otamendi (45m) e João Mário (51m); Dayotchanculle “Dayot” Upamecano (56m) e Lucas Hernández (59m)

Árbitro – Ovidiu Haţegan (Roménia)

Dêem-se as “voltas” que se quiser: o Benfica teve, esta noite, a pior derrota em casa (totaliza agora 29) de toda a sua história de mais de seis décadas nas competições europeias, apenas igualada (na diferença de golos) pelo 1-5 ante o Manchester United, em Março de 1966 (então, nos 1/4 de final da Taça dos Campeões Europeus).

Mais, foi apenas a terceira vez (em 219 desafios disputados em casa) que o Benfica sofreu mais de três golos no Estádio da Luz, em jogos das provas europeias (para além da derrota antes referida, também o desaire por 1-4, ante o Liverpool, em Março de 1984, igualmente nos 1/4 de final da Taça dos Campeões Europeus).

Nos dias que antecederam este encontro, foi crescendo a ideia de que vinha aí o “bicho-papão” (precisamente o reverso do que tinha sucedido no encontro anterior, com o Barcelona, em que se foi gerando como que uma convicção de que o Benfica seria favorito, o que, aliás, viria a confirmar)… e ele chegou mesmo.

É verdade que o Bayern dispõe de argumentos incomparavelmente superiores, que é uma autêntica máquina “trituradora”, que distribui goleadas a eito (e não só a nível nacional, numa “Bundesliga” que domina sem contestação há nove épocas consecutivas). Mas o Benfica pôs-se a jeito…

Logo de início a equipa portuguesa teve uma entrada assaz receosa, oferecendo por completo a iniciativa ao adversário, remetendo-se à zona da sua grande área, completamente subjugada pela velocidade imposta pela formação alemã, nomeadamente pelos corredores laterais, a contrastar de forma vincada com o ritmo “sonolento” dos benfiquistas, sem capacidade de reacção em “tempo útil”.

Nessa fase, só por casualidade o Benfica não começou de imediato a perder o jogo, o que se prolongaria pelo decurso da primeira metade, ora por ocasiões desperdiçadas pelos jogadores da equipa bávara, ora por intervenções “miraculosas” de Vlachodimos, bolas nos “ferros”, ou… pela intervenção do “VAR” (que não validaria dois lances em que a bola foi introduzida nas redes benfiquistas).

Ainda assim, há que dizê-lo, a equipa parece que foi animando com o perdurar do nulo, e teve um par de saídas para o ataque, uma delas em que esteve à beira de inaugurar o marcador, não fosse a fantástica intervenção de Neuer, por volta dos 40 minutos.

Ao intervalo ficava a sensação que era necessário acreditar mais, que seria possível procurar “jogar o jogo”, e, em paralelo, conceder ao sector defensivo algum momento de repouso, das várias fases de sufoco por que tinha passado.

Mas o Bayern voltou a entrar fortíssimo para a segunda parte, logo com Vlachodimos a defender com a ajuda do poste. O jogo estava “partido”, com o Benfica – mesmo sem conseguir prolongar os tempos de posse de bola – de quando em vez a procurar libertar-se do espartilho… e a conseguir chegar lá à frente.

A turma germânica já ameaçara marcar por duas ou três vezes, mas o Benfica teria outra soberana ocasião: num remate de Diogo Gonçalves, que levava “selo de golo”, Neuer voltava a fazer o que parecia impossível, mantendo a sua baliza inviolada.

Foi o “canto do cisne”… Frente a um adversário da mais elevada craveira a nível mundial não se podem desperdiçar oportunidades deste tipo, desaproveitamento que não fica sem “perdão”. “Quem não marca, sofre” e foi o que aconteceu.

Privada do seu treinador (retido no Hotel, tendo sido conhecido mais tarde que acusou positivo a teste à “COVID-19”), seriam os seus adjuntos a desferir a “machadada final”, com a entrada do “ultrasónico” Gnabry, que iria desmantelar por completo a organização defensiva contrária. O Benfica resistira estoicamente durante 70 minutos, mas o Bayern acabaria mesmo por chegar ao golo, na conversão de um livre, por Sané.

Nos dez minutos seguintes, procurou ainda o Benfica recompor-se desse “golpe psicológico”, mas o infeliz desvio de cabeça de Everton para a sua baliza arruinou mentalmente os seus companheiros. Num curtíssimo intervalo de apenas quatro minutos (entre os 80 e os 84), o Bayern marcava três golos e consumava a tão receada goleada, não tendo surtido qualquer efeito a tripla substituição no entretanto operada por Jorge Jesus.

Valeu que, nos poucos minutos que restavam, a turma alemã como que se mostrou “saciada”, não tendo, pois, dilatado ainda mais o que era um já pesadíssimo resultado.

Numa noite de múltiplos contrastes – entre o poderio de um e outro clube; o ritmo e a intensidade dos jogadores de uma e outra equipa dentro de campo; o atrevimento ofensivo do Benfica (numa tentativa de “pressão alta”) e as suas agudas deficiências e lacunas defensivas – perduram duas imagens bem contraditórias: o modo como ficou patente que, afinal, teria sido possível marcar frente ao Bayern; a par da forma como, qual “castelo de cartas”, a equipa ruiu por completo, em termos anímicos e físicos, entregando-se, como que desistindo do jogo, após o 2-0, culminando no tal desfecho extremamente negativo, que não deixa de envergonhar (a somar aos vários já averbados perante este mesmo adversário, em Munique), o qual, de alguma forma, se antecipava e que, também algo inexplicavelmente, não se conseguiu prevenir nem evitar.

20 Outubro, 2021 at 9:55 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 4ª Jornada

(“O Templário”, 14.10.2021)

Pela “amostra” (as quatro jornadas iniciais entretanto decorridas) este poderá vir a ser o campeonato mais disputado dos últimos (largos) anos – por agora, com os oito primeiros classificados separados por apenas dois pontos –, uma competição muito aberta, na qual se pode desde já projectar que todos os concorrentes irão perder bastantes pontos.

Efectivamente, dos três primeiros classificados no final da semana anterior, só o Cartaxo conseguiu pontuar, não tendo, aliás, ido além do nulo em Amiais de Baixo. O que, em paralelo, significa que o União de Tomar perdeu a invencibilidade, tendo vista interrompida em Samora Correia a sua trajectória triunfal… mantendo, não obstante, a liderança isolada!

Destaques – Numa ronda repleta de desafios a suscitar forte interesse, dada a imprevisibilidade dos respectivos desfechos, tivemos várias “surpresas”, com duas equipas em especial evidência.

Desde logo, o Samora Correia, que recebeu e bateu o líder, por claro 3-1. Num embate cujo histórico apontava já para uma notória supremacia dos donos da casa, estes confirmaram tal tendência, somando o quinto triunfo em seis confrontos disputados face aos unionistas na última década. Por curiosidade, num total de 27 jogos entre os dois clubes para o campeonato (nos dois campos), regista-se agora um absoluto equilíbrio, com onze vitórias para cada lado e, inclusivamente, uma igualdade no “score” agregado de golos marcados e sofridos (40-40).

E o União até entrou praticamente a ganhar, outra vez com Tiago Vieira, muito oportuno, a materializar em golo – logo de início – uma fase que seria de maior ascendente dos tomarenses, durante largo período do primeiro tempo. Porém, embora em vantagem e assumindo maior iniciativa, a verdade é que o jogo esteve sempre bastante dividido, muito “nervoso”, devido à atitude inconformada e irrequieta dos samorenses.

Se a primeira parte abrira com o golo dos visitantes, a segunda metade começou com o tento do empate por parte dos homens da casa, a aproveitar um lance infeliz do guardião contrário. Os locais reforçaram o ânimo e a crença de que poderiam obter resultado favorável; ao invés, os unionistas atravessaram período de natural oscilação. Não demoraria muito tempo até que a contenda acabasse por ficar “resolvida”: primeiro, por via de uma grande penalidade, a sancionar entrada mais impetuosa; e, logo de seguida, o terceiro golo, numa rápida transição.

Até final (faltando jogar cerca de 25 minutos), o União procuraria ainda a possibilidade de vir a retirar algo de positivo do encontro, mas o melhor lance que conseguiu criar, já em período de compensação, na conversão de um livre, seria travado por uma soberba defesa do guarda-redes; pagando bem caro as falhas cometidas, regressava a casa com o primeiro desaire na prova.

A propósito do desfecho da partida, ainda outra curiosidade: em cerca de oito centenas de jogos até hoje disputados pelo U. Tomar na I Divisão Distrital esta foi apenas a 27.ª vez (pouco mais de 3% do total) que os nabantinos perderam por 1-3 (o que não sucedia desde Fevereiro de 2018), sendo que, nas quatro últimas ocasiões em que se verificou tal desfecho, desde Dezembro de 2016, duas delas ocorreram frente ao U. Almeirim e, outras duas, perante o Samora Correia.

Ainda assim, os tomarenses mantêm-se no comando, uma vez que o seu, até então, mais directo perseguidor, o Fazendense, jogando mais tarde (às 18 horas – portanto já conhecedor dos resultados), seria surpreendido por um desconcertante At. Ouriense (que vinha de uma derrota caseira, ante o… Samora Correia) – a outra equipa em maior evidência nesta ronda –, o qual se impôs, sem apelo nem agravo, por 4-2, em pleno reduto adversário, nas Fazendas de Almeirim.

Destaque ainda para nova afirmação de força por parte do Rio Maior, indo vencer a Alcanena por 2-1, assim como, por outro lado, deve realçar-se também o triunfo obtido pelo Benavente ante o U. Almeirim (3-2), com o conjunto almeirinense (recém-despromovido do Nacional) a cair até ao 13.º posto da tabela.

No “derby” do município de Salvaterra de Magos, o Salvaterrense levou a melhor, ganhando por 2-1. A par do Rio Maior, os salvaterrenses são já os únicos dois grupos ainda invictos, partilhando a 2.ª posição, um ponto apenas abaixo do União de Tomar. Ao invés, a turma da Glória do Ribatejo somou a quarta derrota em outros tantos desafios, mantendo a indesejada “lanterna vermelha”.

Confirmações – Nos outros três jogos confirmaram-se as expectativas: a repartição de pontos (0-0) no Amiense-Cartaxo; e as vitórias, por números porventura escassos (2-0 em ambos os casos), de Abrantes e Benfica e do Mação, respectivamente sobre o Ferreira do Zêzere e o Torres Novas, para já penúltimo e antepenúltimo da pauta classificativa, ambos a começarem já a denotar dificuldades na árdua disputa que terão pela frente, pela manutenção.

Taça do Ribatejo – Terminou já a fase de grupos, na qual participaram 23 clubes do escalão secundário, tendo-se qualificado 10 para a fase seguinte – com base em fórmula de apuramento algo complexa (os seis vencedores de série e os quatro melhores de entre os 2.º classificados, desconsiderando, para esse cômputo, os resultados dos jogos em que defrontaram o 4.º classificado, no caso das cinco séries compostas por quatro clubes): Porto Alto, Marinhais, Entroncamento AC, Espinheirense, Fátima, Forense, U. Atalaiense, Moçarriense e as “novidades”, do Paço dos Negros e Vasco da Gama.

Da terceira e última ronda desta fase preliminar, destacam-se várias goleadas, a suscitar alguma interrogação sobre a competitividade do campeonato da II Divisão Distrital, que se seguirá: 9-0 no Fátima-Ortiga; 8-0 no Entroncamento-Pego; um deveras surpreendente 0-6 no Riachense-Espinheirense; 6-1 no Águias Alpiarça-Caxarias; e 4-0 no Vasco da Gama-Benfica do Ribatejo.

Antevisão – A 5.ª jornada do Distrital da I Divisão tem como “prato forte” o U. Tomar-Fazendense, um “choque de titãs”, para além do Abrantes e Benfica-Amiense e do Salvaterrense-Mação. O Rio Maior visita Ferreira do Zêzere, perfilando-se como favorito a somar os três pontos.

No arranque da divisão secundária, parecem mais apelativos os seguintes embates: Marinhais-Águias de Alpiarça; Entroncamento AC-U. Tomar “B”; e Alferrarede-Moçarriense.

A Liga 3 e o Campeonato de Portugal mantêm-se em pausa, para disputa da eliminatória relativa aos 1/32 de avos de final da Taça de Portugal – já sem representantes do Distrito –, com a curiosidade de um reencontro entre Belenenses e Sporting, pouco mais de três anos depois de os “azuis” do Restelo terem optado por começar a reconstituir direitos desportivos a partir do escalão mais baixo do futebol em Portugal (III Divisão Distrital de Lisboa – equivalente ao 7.º nível).

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 14 de Outubro de 2021)

17 Outubro, 2021 at 11:00 am Deixe um comentário

Portugal – Luxemburgo (Mundial 2022 – Qualif.)

Estádio Algarve, Faro-Loulé

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Nuno Mendes, João Palhinha (73m – Rúben Neves), João Moutinho (65m – João Mário), Bruno Fernandes (80m – Gonçalo Guedes), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva (80m – Matheus Nunes) e André Silva (73m – Rafael Leão)

Luxemburgo Luxemburgo – Anthony Moris, Laurent Jans, Maxime Chanot, Dirk Carlson, Michael Pinto (87m – Edvin Muratović), Danel Sinani (87m – Eric Veiga), Christopher Martins, Leandro Barreiro, Olivier Thill (45m – Yvandro Borges), Gerson Rodrigues e Sébastien Thill (45m – Maurice Deville)

1-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 8m
2-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 13m
3-0 – Bruno Fernandes – 18m
4-0 – João Palhinha – 69m
5-0 – Cristiano Ronaldo – 87m

Cartões amarelos – Nuno Mendes (22m) e João Cancelo (84m); Christopher Martins (32m)

Árbitro – Benoît Bastien (França)

Foi um “jogo sem história”, para lá da “história” dos golos, de tal modo se tornou fácil, desde logo por via de duas grandes penalidades assinaladas (e convertidas) ainda antes do quarto de hora. O terceiro golo de Portugal, ainda antes dos 20 minutos “acabou com o jogo”, com o desfecho já então mais que decidido.

Pelo que, na segunda parte, sem forçar muito a nota, a equipa portuguesa pouco mais do que se limitou a gerir o esforço: foi deixando correr o tempo, tendo, com naturalidade, ampliado a contagem por mais duas vezes, ficando a dever a si própria uma goleada por números históricos, beneficiando também do facto de a equipa do Luxemburgo nunca se ter remetido a uma defesa porfiada da sua baliza, antes tendo tentado chegar ao seu “ponto de honra”.

A presença, pelo menos, num eventual “play-off” ficou desde já garantida. A qualificação directa – reservada ao vencedor de cada grupo – depende, nesta altura, quando faltam disputar as duas derradeiras rondas, de dois empates (na Irlanda e na recepção à Sérvia). Na eventualidade de Portugal poder vir a ser derrotado na Irlanda teria, nesse cenário, de ganhar à Sérvia, no único embate que resta jogar por parte dos actuais líderes do grupo.

   GRUPO A     Jg   V   E   D     G    Pt
1º Sérvia       7   5   2   -  16 - 8  17
2º Portugal     6   5   1   -  16 - 4  16
3º Luxemburgo   6   2   -   4   5 -14   6
4º Irlanda      6   1   2   3   8 - 8   5
5º Azerbaijão   7   -   1   6   4 -15   1

8ª jornada

12.10.2021 – Sérvia – Azerbaijão – 3-1
12.10.2021 – Portugal – Luxemburgo – 5-0
(mais…)

12 Outubro, 2021 at 9:36 pm Deixe um comentário

Prémio Nobel da Economia – 2021

O prémio Nobel da Economia 2021 foi hoje atribuído aos investigadores David Card (EUA, de origem do Canadá) – “pelas suas contribuições empíricas sobre a economia do trabalho” – e Joshua D. Angrist (EUA) e Guido W. Imbens (EUA, com origem nos Países Baixos), “pelas suas contribuições metodológicas para a análise das relações causais”.

11 Outubro, 2021 at 12:18 pm Deixe um comentário

Espanha – França – Liga das Nações da UEFA – Final

Espanha Espanha – Unai Simón, César Azpilicueta, Aymeric Laporte, Eric García, Marcos Alonso, Pablo Gavira “Gavi” (75m – Jorge Merodio “Koke”), Sergio Busquets, Rodrigo Hernández Cascante “Rodri” (84m – Pablo Fornals), Ferran Torres (84m – Mikel Merino), Mikel Oyarzabal e Pablo Sarabia (61m – Yéremi Pino)

França França – Hugo Lloris, Jules Koundé, Raphaël Varane (43m – Dayot Upamecano), Presnel Kimpembe, Benjamin Pavard (79m – Léo Dubois), Paul Pogba, Aurélien Tchouaméni, Theo Hernández, Antoine Griezmann (90m – Jordan Veretout), Kylian Mbappé e Karim Benzema

1-0 – Mikel Oyarzabal – 64m
1-1 – Karim Benzema – 66m
1-2 – Kylian Mbappé – 80m

Cartões amarelos – Aymeric Laporte (86m); Paul Pogba (46m), Jules Koundé (55m), Kylian Mbappé (90m)

Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)

Stadio Giuseppe Meazza (San Siro), Milão

O Campeão do Mundo, França, sucede a Portugal como vencedor da “Liga das Nações”, na segunda edição desta novel competição da UEFA.

Numa partida jogada com altíssima intensidade competitiva – em determinadas fases um verdadeiro “hino ao futebol” -, a Espanha, fiel ao seu estilo de jogo, assumiu maior domínio e controlo durante a metade inicial, mas sem que tivessem sido registadas flagrantes ocasiões de golo.

Na segunda parte, apertando ainda mais o ritmo, a equipa francesa foi desgastando o adversário. Numa fase “louca”, à passagem dos 63 minutos, os franceses remataram ao poste, para, no lance imediato, ser a Espanha a inaugurar o marcador. Mas não estavam volvidos dois minutos quando a França restabeleceu a igualdade.

Quando se poderia começar a antecipar o prolongamento, à entrada dos derradeiros dez minutos, a turma gaulesa sentenciou o desafio, com Mbappé a beneficiar de uma controversa interpretação da lei do fora-de-jogo, uma vez que, encontrando-se em posição claramente mais avançada no terreno, acabou por receber a bola depois de um (algo inadvertido) toque de “raspão” de Eric García (que se esticara para tentar fazer a intercepção da bola). Na leitura que prevaleceu, a posição irregular do avançado francês teria sido sancionada caso o defesa espanhol não se tivesse feito ao lance…

Independentemente da forma como se materializou o triunfo, a selecção gaulesa demonstrou maior consistência, perante um adversário, de grande nível, mas ainda em construção, integrando muita (e muito promissora) juventude.

10 Outubro, 2021 at 9:55 pm 1 comentário

Itália – Bélgica – Liga das Nações da UEFA – 3.º/4.º lugar

Itália Itália – Gianluigi Donnarumma, Giovanni Di Lorenzo, Francesco Acerbi, Alessandro Bastoni, Emerson dos Santos, Nicolò Barella (70m – Bryan Cristante), Manuel Locatelli, Lorenzo Pellegrini (70m – Jorge Frello Filho “Jorginho”), Domenico Berardi (90m – Lorenzo Insigne), Federico Chiesa (90m – Federico Bernardeschi) e Giacomo Raspadori (65m – Moise Kean)

Bélgica Bélgica – Thibaut Courtois, Toby Alderweireld, Jason Denayer, Jan Vertonghen, Timothy Castagne, Axel Witsel, Youri Tielemans (59m – Kevin De Bruyne), Alexis Saelemaekers (59m – Charles De Ketelaere), Hans Vanaken, Yannick Ferreira-Carrasco (87m – Leandro Trossard) e Michy Batshuayi

1-0 – Nicolò Barella – 46m
2-0 – Domenico Berardi (pen.) – 65m
2-1 – Charles De Ketelaere – 86m

Cartões amarelos – Giovanni Di Lorenzo (30m) e Emerson dos Santos (82m); Jan Vertonghen (14m), Axel Witsel (56m) e Toby Alderweireld (63m)

Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)

Allianz Stadium, Turim

10 Outubro, 2021 at 7:00 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 3ª Jornada

(“O Templário”, 07.10.2021)

Estão disputadas apenas as três rondas iniciais (de um total calendarizado de 30) do Distrital da I Divisão, mas – tendo sido o único clube a triunfar em todos os seus três desafios – o União de Tomar isolou-se já no comando do campeonato, o que não sucedia desde 1 de Fevereiro de 2015, na 17.ª jornada da época de 2014-15 (por curiosidade, tendo a liderança sido então perdida, no jogo seguinte, em função de um empate caseiro ante o Mação).

Destaques – Ora, foi precisamente frente à turma de Mação que os tomarenses venceram no passado Domingo, por 3-1. E até começaram mal, sofrendo o primeiro golo, na sequência de um lance de “bola parada”, apenas com dez minutos jogados; não obstante, com pronta resposta, restabeleceriam a igualdade logo dois minutos volvidos, por intermédio de Tiago Vieira. O segundo tento seria da autoria do seu irmão, Fábio Vieira, ainda antes do intervalo, a colocar os unionistas em merecida vantagem, face à superioridade até então demonstrada.

Na segunda metade, o União optou por, de alguma forma, conceder a iniciativa ao adversário, mantendo a segurança defensiva, estratégia que frutificaria, mesmo no final, com o terceiro golo, a confirmar o triunfo, apontado por Pedro Pires – anote-se o regresso aos golos de três jogadores que há bastante tempo se encontravam em “jejum”: Tiago Vieira desde Junho (na última ronda do campeonato anterior); Fábio Vieira (tendo, entretanto, feito uma interrupção na actividade) e Pedro Pires (também com prolongada paragem, por lesão), ambos desde Janeiro de 2020.

Mesmo tratando-se ainda de uma fase muito prematura da prova, é de assinalar que a generalidade dos clubes perdeu já bastantes pontos, apenas em três encontros disputados, o que faz transparecer uma competição muito disputada, com grande nivelamento: de entre os candidatos aos lugares cimeiros, por exemplo, o Mação leva já sete pontos de atraso; Abrantes e Benfica, At. Ouriense, Amiense e U. Almeirim perderam cinco pontos cada um; o Rio Maior, quatro; e o Cartaxo, três.

Em destaque esteve também, justamente, o Cartaxo, que recebeu e bateu o Abrantes e Benfica por 2-1. Depois de um passo em falso na estreia, em Almeirim, e de um triunfo “arrancado a ferros” ante o Ferreira do Zêzere, a verdade é que os cartaxeiros, ocupam já o 3.º posto, apenas atrás de U. Tomar e Fazendense.

Realce ainda para mais uma goleada (6-1), obtida pelo Torres Novas (que somou os seus primeiros pontos no campeonato), frente ao Glória do Ribatejo, a registar um muito mau arranque de temporada, contando por desaires os três jogos disputados, acumulando já 11 golos sofridos.

Surpresas – A maior surpresa da jornada ocorreu em Ourém, com a formação local a ser derrotada (0-1) pelo Samora Correia, equipa que perdera nas duas primeiras rondas.

Depois dos bons sinais evidenciados nesta fase inicial, não seria talvez esperada a perda de pontos do Salvaterrense, em casa, ante o Benavente, com o desfecho a saldar-se por uma igualdade a um.

Confirmações – Nos restantes três encontros não houve golos, portanto com outros tantos empates, no Rio Maior-Fazendense, U. Almeirim-Amiense, e no Ferreira do Zêzere-Alcanenense.

No primeiro caso tal significou a perda dos primeiros pontos do até então líder, Fazendense, num resultado de alguma forma expectável, perante o equilíbrio de forças que se antecipava entre duas das equipas de maior potencial neste campeonato, atendendo também ao peso do factor casa.

No que respeita ao confronto entre U. Almeirim e Amiense, o grupo de Amiais de Baixo rectificou, de certo modo, o deslize da semana anterior, em que havia sido derrotado, no seu reduto, pelo Salvaterrense, perante uma equipa a “lamber as feridas” do 0-3 sofrido em Abrantes.

Por fim, em Ferreira do Zêzere, o conjunto local vai procurando dar passos mais seguros, tendo averbado o primeiro ponto, face ao Alcanenense, adversário que, depois de se ter estreado no campeonato com uma vitória, até tinha dado boa conta de si nas Fazendas de Almeirim.

Taça do Ribatejo – Na segunda ronda da fase de grupos estiveram em especial evidência o Entroncamento AC (goleada de 4-0 no terreno do Aldeiense) e o Pego (goleando também, por 6-2, em Pernes), para além do Fátima (vencedor, por 4-2, fora de casa, face ao Paço dos Negros).

Num total de 23 concorrentes são sete os emblemas que somaram triunfos nas duas partidas até agora realizadas, os quais estarão virtualmente já apurados para a fase a eliminar da competição: Porto Alto, Marinhais, Entroncamento AC, Riachense, Fátima, Forense e Moçarriense.

Liga 3 – Afinal o U. Santarém teve folga “forçada”, em função do imprevisto adiamento do encontro ante o histórico V. Setúbal, devido ao falecimento da esposa do capitão da equipa sadina.

Campeonato de Portugal – O Coruchense averbou um empate a zero, na deslocação aos Açores, frente ao Operário Lagoa (actual 3.º classificado). Após a 3.ª jornada, o conjunto do Sorraia, somando quatro pontos, partilha o 4.º lugar com o Sacavenense e O Elvas, numa série em que surpreende pela negativa a posição (no grupo dos 7.º classificados) do Belenenses, que somou o segundo desaire em outros tantos jogos fora de casa, desta feita no reduto do líder, Pêro Pinheiro.

Antevisão – A 4.ª ronda do Distrital da I Divisão integra um lote de vários embates de grande interesse, desde logo com a deslocação do U. Tomar ao sempre difícil terreno do Samora Correia; mas, também, o Amiense-Cartaxo (equipas que terminaram empatadas em pontos, no 4.º e 5.º lugar, na última temporada), o Fazendense-At.Ouriense, o Benavente-U. Almeirim, o Alcanenense-Rio Maior, isto para além do “derby” Glória do Ribatejo-Salvaterrense.

Pode antever-se que, em qualquer dos casos, os visitantes não deixarão de enfrentar dificuldades, projectando-se, ainda assim, que o Fazendense possa ser o visitado com maior grau de favoritismo.

Na 3.ª e última jornada da fase de grupos da Taça do Ribatejo, por coincidência, defrontam-se os dois primeiros classificados de cada uma das séries 1 (Marinhais-Porto Alto), 2 (Entroncamento AC-Pego), 3 (Riachense-Espinheirense) e 4 (Fátima-Ortiga), tendo também o U. Atalaiense-Alferrarede (série 5) cariz determinante para o escalonamento das equipas.

Entretanto, quer a Liga 3, quer o Campeonato de Portugal terão agora duas semanas de interregno, pelo que apenas serão retomadas estas competições no fim-de-semana de 23 e 24 de Outubro.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 7 de Outubro de 2021)

10 Outubro, 2021 at 11:00 am Deixe um comentário

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