Liga Conferência Europa – Sorteio dos 1/8 de Final

Olympique Marseille – Basel
Leicester City – Rennes
PAOK – Gent
Vitesse – Roma
PSV Eindhoven – København
Slavia Praha – LASK Linz
Bodø/Glimt – AZ Alkmaar
Partizan – Feyenoord

Os jogos da primeira mão serão disputados a 10 de Março, estando a segunda mão agendada para 17 de Março.

25 Fevereiro, 2022 at 1:21 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Sorteio dos 1/8 de Final

Rangers – Crvena zvezda
Sp. Braga – Monaco
FC Porto – Olympique Lyon
Atalanta – Bayer Leverkusen
Sevilla – West Ham
Barcelona – Galatasaray
RB Leipzig – Spartak Moskva
Betis – E. Frankfurt

Os jogos da primeira mão serão disputados a 10 de Março (9 de Março, no caso de FC Porto e Betis), estando a segunda mão agendada para 17 de Março.

25 Fevereiro, 2022 at 12:21 pm Deixe um comentário

Liga Conferência Europa – “Play-off” intercalar (2.ª mão)

                               2ª mão      1ª mão       Total
Qarabağ - Olympique Marseille    0-3         1-3         1-6
Maccabi Tel-Aviv - PSV Eindhoven 1-1         0-1         1-2
Slavia Praha - Fenerbahçe        3-2         3-2         6-4
PAOK - Midtjylland               2-1 (5-3gp) 0-1         2-2
Randers - Leicester City         1-3         1-4         2-7
Bodø/Glimt - Celtic              2-0         3-1         5-1
Partizan - Sparta Praha          2-1         1-0         3-1
Vitesse - Rapid Wien             2-0         1-2         3-2

Na edição de estreia da Liga Conferência Europa destaca-se o contingente dos Países Baixos, com nada menos de quatro representantes (AZ Alkmaar, Feyenoord, PSV Eindhoven e Vitesse). Para além deste apenas a França (Olympique Marseille e Rennes) mantém mais de um clube na competição. Tal como no caso da Liga Europa, Inglaterra (Leicester City) e Itália (Roma) registam uma única equipa. Por seu lado, Alemanha, Espanha e Portugal não dispõem de qualquer representante em prova.

24 Fevereiro, 2022 at 10:55 pm Deixe um comentário

Liga Europa – “Play-off” intercalar (2.ª mão)

                               2ª mão      1ª mão       Total
D. Zagreb - Sevilla              1-0         1-3         2-3
Olympiakos - Atalanta            0-3         1-2         1-5
Real Sociedad - RB Leipzig       1-3         2-2         3-5
Napoli - Barcelona               2-4         1-1         3-5
Betis - Zenit                    0-0         3-2         3-2
Rangers - Borussia Dortmund      2-2         4-2         6-4
Sp. Braga - Sheriff Tiraspol     2-0 (3-2gp) 0-2         2-2
Lazio - FC Porto                 2-2         1-2         3-4

Os principais contingentes a marcar presença nos 1/8 de final da Liga Europa são os de Espanha (Barcelona, Betis e Sevilla) e Alemanha (Bayer Leverkusen, E. Frankfurt e RB Leipzig), Portugal (FC Porto e Sp. Braga) e França (Monaco e Lyon). Inglaterra (West Ham) e Itália (Atalanta) contam apenas um representante ainda em prova.

24 Fevereiro, 2022 at 10:54 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 de final (1.ª mão)

16.02.2022 – Salzburg – Bayern – 1-1
15.02.2022 – Sporting – Manchester City – 0-5
23.02.2022 – Benfica – Ajax – 2-2
22.02.2022 – Chelsea – Lille – 2-0
23.02.2022 – At. Madrid – Manchester United – 1-1
22.02.2022 – Villarreal – Juventus – 1-1
16.02.2022 – Inter – Liverpool – 0-2
15.02.2022 – Paris Saint-Germain – Real Madrid – 1-0

23 Fevereiro, 2022 at 10:55 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 final (1.ª mão) – Benfica – Ajax

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Gilberto Moraes (90m – Diogo Gonçalves), Nicolás Otamendi, Jan Vertonghen, Alejandro “Álex” Grimaldo, Rafael “Rafa” Silva, Julian Weigl, Adel Taarabt (85m – Paulo Bernardo), Everton Soares (62m – Roman Yaremchuk), Gonçalo Ramos e Darwin Núñez (90m – Valentino Lazaro)

AjaxAjax – Remko Pasveer, Noussair Mazraoui (90m – Devyne Rensch), Jurriën Timber, Lisandro Martínez, Daley Blind (73m – Nicolás Tagliafico), Edson Álvarez, Steven Berghuis, Ryan Gravenberch (73m – Davy Klaassen), Antony Matheus dos Santos, Dušan Tadić e Sébastien Haller

0-1 – Dušan Tadić – 18m
1-1 – Sébastien Haller (p.b.) – 26m
1-2 – Sébastien Haller – 29m
2-2 – Roman Yaremchuk – 72m

Cartões amarelos – Darwin Núñez (46m), Gonçalo Ramos (49m) e Roman Yaremchuk (72m); Noussair Mazraoui (23m), Steven Berghuis (45m) e Antony Matheus dos Santos (87m)

Árbitro – Slavko Vinčić (Eslovénia)

O resultado final foi claramente lisonjeiro para o Benfica. Não sei se é “suposto” festejarmos (enquanto benfiquistas) um empate em casa. Mas é também de “noites europeias” como esta que se forjou a mística e prestígio internacional do Benfica.

Contrariamente ao proclamado por Nélson Veríssimo, a abordagem do jogo por parte das duas equipas cedo denotou que esta não era uma eliminatória “50/50”. A diferença de intensidade competitiva foi demasiado flagrante, como se se enfrentassem uma equipa assustada, retraída, e outra, plena de confiança na sua superioridade, com uma dinâmica imparável.

O “onze” benfiquista, evidenciando dificuldades de organização, cometia falhas sucessivas, nem sempre resultado de “erros forçados” pelo adversário. Cabal exemplo, nessa fase inicial do jogo, foi dado pelo primeiro golo dos neerlandeses, aproveitando uma perda de bola (situação já antes repetida) de Grimaldo (não tendo conseguido fazer a recepção apropriada), com Tadić a surgir completamente liberto de marcação ao segundo poste, a alvejar a baliza num remate de primeira, algo “acrobático”, após cruzamento largo.

Seria da forma mais improvável que, escassos minutos volvidos, o Benfica reporia a igualdade no marcador: o defesa central, Vertonghen (antigo jogador do Ajax, onde completou a sua formação, tendo integrado a equipa principal do clube de Amesterdão de 2007 a 2012 – antes de enfileirar, durante oito temporadas, no Tottenham), aventurando-se pelo meio-campo contrário (acorrera à marcação de um pontapé de canto), driblou um adversário na zona central, ensaiou um remate que foi rechaçado, recuperou a bola, descaindo para a esquerda, avançou até à linha de fundo, procurando “cruzar” para a zona da pequena área – onde não havia nenhum jogador benfiquista, mas vários do Ajax, tendo a bola tabelado… no “ponta de lança” Haller, autor involuntário de um auto-golo!

Foi “sol de pouca dura”. Apenas mais três minutos decorridos o próprio Haller recolocava a sua equipa em vantagem, marcando, agora, na “baliza certa” (na sua perspectiva, claro), aproveitando uma defesa incompleta de Vlachodimos. Foi o 7.º jogo do franco-marfinense na Liga dos Campeões e, de forma incrível, o 7.º jogo a marcar consecutivamente na competição – registo nunca antes visto –, num total de 11 golos, que leva já nesta sua época de estreia no torneio (não obstante contar já 27 anos, tendo antes passado, no decurso da sua carreira, pelo Utrecht, Eintracht Frankfurt e West Ham).

Até ao termo da primeira metade subsistiria o desequilíbrio, a par de algum descontrolo da parte do Benfica, que bem poderia ter saído para o intervalo com, pelo menos, outros tantos tentos sofridos (não fossem as intervenções do guarda-redes grego, uma bola no poste, e uma recarga falhada de Haller).

A segunda parte seria substancialmente diferente: a ideia que fica é que o Ajax, perante tamanhas facilidades com que lidara até então, como que se “acomodou”, limitando-se a adormecer o jogo, confiante, não só de que a vitória não lhe escaparia, como, com naturalidade, seria ampliada a margem. Mas não… Era não contar com o impacto do apoio entusiasta dos adeptos benfiquistas, levando a equipa “ao colo”, capacitando-a animicamente e impulsionando-a a reverter a situação.

E, claro, necessariamente, também com uma mudança de atitude dentro de campo, de grande entrega, com um inesperado “playmaker” a revelar-se em Taarabt, deambulando por todo o campo, a puxar também pelos companheiros, a solicitar a velocidade de Rafa na direita e a fogosidade (mesmo que, por vezes, inconsequente, por menor inteligência emocional) de Darwin a partir do flanco esquerdo. Tudo isto coroado com a alteração estratégica delineada por Nélson Veríssimo: a entrada de Yaremchuk, enquanto o incansável Gonçalo Ramos descaía para a zona intermediária, agora em apoio à dupla mais ofensiva. A que acresceria, uma vez mais, a intervenção “salvadora” de Vlachodimos (por volta do minuto 65), a evitar o que poderia ter sido o terceiro golo adversário, o que, a acontecer, teria selado o desenlace da partida.

Bastariam dez minutos após a entrada do ucraniano em campo – curiosamente, num lance de insistência, depois de um potente remate de meia distância de Gonçalo Ramos (assistido por Rafa, embalado em velocidade, após uma recuperação de bola na sequência de canto a favor do Ajax), que “levava fogo”, o qual o guardião neerlandês não conseguiu igualmente suster, mais não conseguindo que repelir a bola para a sua frente – para, muito focado, de forma bastante oportuna, se antecipar ao guarda-redes, cabeceando sem apelo para o fundo da baliza. O golo que, certamente, mais terá desejado marcar em toda a sua carreira, dedicando-o ao povo da Ucrânia, numa hora grave para o país, enfrentando a inadmissível agressão russa.

Daí até final, ainda com cerca de vinte minutos por jogar, o Ajax, tendo quebrado o ritmo que impusera na primeira parte, denotaria maiores dificuldades em voltar a reactivar a dinâmica inicial, num contexto agora já distinto. Vlachodimos ainda seria chamado a mais duas intervenções, a remates de Antony, mas o 2-2  não se alteraria até final, colocando assim travão à caminhada triunfal do Ajax na presente edição da prova, depois de ter vencido todos os seis jogos da fase de grupos (frente a Sporting, Borussia Dortmund e Beşiktaş).

Os adeptos benfiquistas saíam satisfeitos com o desempenho da equipa – e, sobretudo, com a capacidade de reagir à adversidade que demonstrou -, e, porque não dizê-lo, com o próprio resultado, não se tendo confirmado os piores “temores”. Mais, independentemente das dificuldades que serão de esperar no desafio da 2.ª mão, em Amesterdão – com o Ajax óbvio favorito –, terá aumentado de forma interessante a expectativa de poder levar de vencida esta eliminatória, no que, a concretizar-se, não deixaria de se traduzir num sensacional desfecho.

23 Fevereiro, 2022 at 10:55 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 18ª Jornada

(“O Templário”, 17.02.2022)

Numa “cimeira” ao mais alto nível, em dois desafios que reuniram as quatro melhores equipas do campeonato, os dois clubes que repartem o 3.º lugar derrotaram os dois que partilham a liderança, tendo o Fazendense conseguido quebrar enfim – após 18 jogos – a invencibilidade do Rio Maior. Quanto ao U. Tomar, soçobrou em Mação, numa espécie de “hara-kiri”, jogando os últimos 15 minutos reduzido a nove elementos, averbando o seu segundo desaire nesta temporada.

Já se antevia, à partida, que estes seriam dois embates de exigência máxima para os guias da prova; o que não se esperaria talvez é que, depois de se terem colocado, ambos, em vantagem (no caso do Rio Maior, com dois golos nos seis minutos iniciais!) e de terem voltado para a segunda parte nessa condição, de “vencedores”, acabassem por baquear – os unionistas com dois tentos consentidos em dois minutos; os riomaiorenses sofrendo o ponto da derrota no derradeiro minuto.

Tendo sido, pois, interrompido um magnífico ciclo de onze triunfos consecutivos – todos os jogos disputados desde que, a 31 de Outubro de 2021, empatara com o Rio Maior – o U. Tomar igualou a segunda melhor série vitoriosa de todo o seu historial (já registada, anteriormente, entre 16 de Novembro de 1997 e 25 de Janeiro de 1998), quedando-se, todavia, a três êxitos do seu máximo, de 14 vitórias (alcançado entre 20 de Março e 2 de Outubro de 1988).

Destaques – O primeiro realce da 18.ª ronda vai para o Fazendense, que, depois de se ver a perder por 0-2 com pouco mais de cinco minutos de jogo, teve a enorme força mental (e física) para, enfrentando um dos líderes, ainda invicto, conseguir operar sensacional reviravolta no marcador, acabando por ganhar por 3-2. Para tal seriam determinantes, em especial, dois golos: o 1-2, logo a abrir a segunda parte e o tento da vitória, em cima do minuto 90, perante um atónito Rio Maior.

Os riomaiorenses denotaram, assim, inesperadas fragilidades, de um sector que tinha sido, até agora, a sua grande fortaleza: com uma média inferior a 0,5 golos sofridos por jogo, nos 17 primeiros encontros do campeonato, consentiram, num único desafio, três golos!

Precisamente, o terceiro golo da turma das Fazendas de Almeirim veio salvar, “in extremis”, a posição do U. Tomar, até então em risco de perder, após 18 jornadas, a liderança da competição (mesmo que “à condição”, uma vez que mantém um jogo em atraso, a disputar em Benavente).

Os tomarenses sentiram dificuldades, como raramente experimentaram nesta época, para impor a sua toada característica, que consiste em assumir, desde início, o controlo e a iniciativa do jogo. Em Mação, frente a um adversário de grande valor, a primeira parte foi repartida, mesmo que com alguma ligeira supremacia dos unionistas, a qual, depois de uma ou outra ocasião de maior perigo, viria a traduzir-se em golo (através de uma grande penalidade) já próximo do intervalo.

Porém, na segunda metade, os maçaenses surgiram particularmente aguerridos, empurrando o oponente para o seu meio-campo, forçado a defender-se. A pressão dos homens da casa resultaria, à entrada do quarto de hora final, no tento do empate, do que decorreria o tal deslaçar emocional dos nabantinos. Alguma falta de “fair-play” nos festejos do golo, suscitou reacção intempestiva, sancionada com cartão vermelho.

O U. Tomar via-se reduzido a dez elementos, para, de imediato, num lance ambíguo – depois de ser assinalada falta a seu favor, o árbitro reverteria o seu juízo, optando pela decisão contrária –, sendo que, do livre, surgiria o segundo golo do Mação. Entre os 75 e os 78 minutos, o União sofria dois golos… e duas expulsões. Paradoxalmente, a jogar apenas com nove elementos, teria uma forte reacção, chegando mesmo a ameaçar poder restabelecer a igualdade.

Em partida de forte intensidade – tendo sido mostrados 12 cartões amarelos (sete aos tomarenses) e três vermelhos (o Mação teria também um jogador expulso já na compensação) –, num reduto adverso e frente a rival poderoso, subsiste a impressão de que o União poderia ter pontuado.

Em função destes desfechos reduziu-se ligeiramente, de 12 para 9 pontos, o “fosso” entre os dois primeiros e o duo que ocupa a 3.º posto, o que, contudo, não deverá constituir alteração profunda no escalonamento entre os dois pares, atendendo ainda ao facto de o União ter um jogo a menos.

Confirmações – Num fim-de-semana sem (outras) surpresas de monta, assinalam-se três nulos no “placard” final, nos confrontos Abrantes e Benfica-Cartaxo (duas equipas em momento de forma menos afirmativo), Benavente-Salvaterrense (mantendo-se muito a par, separados por um ponto, numa disputa que transita já da temporada precedente, então no escalão secundário) e Samora Correia-At. Ouriense, sendo de registar que os samorenses empataram nove dos seus últimos 15 jogos, não tendo vencido nas seis jornadas mais recentes.

Ademais, para além das derrotas dos dois comandantes, perderam também os três emblemas da cauda da tabela, pese embora, todos eles, por tangencial 1-2: o U. Almeirim, em Amiais de Baixo, ante o Amiense; o Ferreira do Zêzere em Alcanena, frente ao Alcanenense, que prossegue a sua bela campanha, tendo reforçado a 5.ª posição; o Glória do Ribatejo, em casa, ante o Torres Novas, começando a ver muito ameaçada a possibilidade de manutenção (a sete pontos do 14.º classificado, U. Almeirim, e já com onze pontos de atraso do 13.º, At. Ouriense).

II Divisão Distrital – Os favoritos consolidaram as respectivas posições, mercê dos triunfos alcançados: 4-0 do Forense, frente ao Coruchense “B”; 3-0 do Águias de Alpiarça, perante o U. Santarém “B”; 5-1 do Entroncamento, no terreno do Vilarense; 3-2 no Fátima-U. Atalaiense; e 3-1 no Moçarriense-Ortiga (11.ª vitória da formação da Moçarria em outros tantos desafios).

Ainda com seis jornadas por disputar, os cinco clubes vencedores antes referidos parecem muito bem encaminhados para assegurar a presença na fase final, subsistindo em aberto, nesse cenário, uma vaga, a decidir entre Espinheirense (folgou) e Tramagal (vencedor frente ao Pego, por 3-0).

Liga 3 – O U. Santarém vem acusando alguma dificuldade competitiva neste escalão (somando quatro vitórias em 19 jogos), tendo perdido por 2-0 na Amora, baixando ao penúltimo lugar, com 16 pontos, somente um ponto acima do Oriental Dragon (este ainda com dois jogos em atraso).

Campeonato de Portugal – Também o Coruchense foi derrotado, por tangencial 2-1, em Sacavém, ante o Sacavenense. O grupo do Sorraia voltou ao 6.º lugar, apenas seis pontos abaixo do duo da liderança (Sintrense e Belenenses), quando falta jogar apenas as duas últimas rondas.

Antevisão – Na I Divisão Distrital avultam, na 19.ª jornada, os embates Torres Novas-Mação e At. Ouriense-Fazendense, cabendo aos dois guias receber, nos respectivos redutos, o Samora Correia (em Tomar – com o União a procurar voltar às vitórias) e o Alcanenense (em Rio Maior). No segundo escalão destacam-se o Porto Alto-Forense e o Entroncamento AC-Riachense.

Na Liga 3, o U. Santarém terá a visita do líder destacado da sua série, U. Leiria (primeiro clube a garantir o apuramento para a fase final). No Campeonato de Portugal, o Coruchense recebe o Sp. Ideal, visando uma vitória que lhe proporcione, em especial, afastar-se da parte baixa do quadro.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 17 de Fevereiro de 2022)

20 Fevereiro, 2022 at 11:00 am Deixe um comentário

Liga Conferência Europa – “Play-off” intercalar (1.ª mão)

Olympique Marseille – Qarabağ – 3-1
PSV Eindhoven – Maccabi Tel-Aviv – 1-0
Fenerbahçe – Slavia Praha – 2-3
Midtjylland – PAOK – 1-0
Leicester City – Randers – 4-1
Celtic – Bodø/Glimt – 1-3
Sparta Praha – Partizan – 0-1
Rapid Wien – Vitesse – 2-1

17 Fevereiro, 2022 at 10:56 pm Deixe um comentário

Liga Europa – “Play-off” intercalar (1.ª mão)

Sevilla – D. Zagreb – 3-1
Atalanta – Olympiakos – 2-1
RB Leipzig – Real Sociedad – 2-2
Barcelona – Napoli – 1-1
Zenit – Betis – 2-3
Borussia Dortmund – Rangers – 2-4
Sheriff Tiraspol – Sp. Braga – 2-0
FC Porto – Lazio – 2-1

17 Fevereiro, 2022 at 10:56 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – Taça do Ribatejo – 1/8 de final

(“O Templário”, 10.02.2022)

Em dia agendado para nova ronda da Taça do Ribatejo, o passado Domingo acabou por ser algo híbrido, uma vez que o desafio de maior cartaz (entre Rio Maior e Mação) foi adiado, sendo que, em alternativa, os mesmos dois clubes aproveitaram para acerto de calendário do campeonato, defrontando-se, em Mação, em jogo em atraso da 16.ª jornada, o qual, saldando-se por um empate (1-1), se traduz no termo de uma excelente série de nove triunfos consecutivos dos riomaiorenses.

Um “deslize” justificável pelo poderio dos maçaenses (que partilham o 3.º posto com o Fazendense) – e que, aliás, tinham já imposto também uma igualdade, no arranque da I Divisão Distrital, em Rio Maior, tendo mesmo, desta feita, estado em vantagem até à entrada do quarto de hora final –, mas que, em paralelo, possibilitou à turma visitante igualar o U. Tomar na 1.ª posição (mesmo que à condição, uma vez que são, agora, os unionistas a ter um jogo a menos).

E isto porque, nas últimas sete semanas, os tomarenses disputaram um único encontro (!) para o campeonato, enquanto o Rio Maior realizou quatro, diferencial que lhe permitiu recuperar os sete pontos que, a dada altura, chegou a ter de desvantagem (quando tinha dois jogos em atraso).

Quanto à Taça, propriamente dita, não houve grandes surpresas, com as formações de maiores argumentos a superiorizarem-se, destacando-se a robusta goleada aplicada pelo U. Tomar ao Entroncamento AC, enquanto Amiense e Salvaterrense foram mais eficazes no desempate da marca de grande penalidade, frente a Alcanenense e Torres Novas, respectivamente.

Destaques – O maior realce da eliminatória correspondente aos 1/8 de final da Taça do Ribatejo (tendo sido disputadas, conforme referido, sete das oito partidas previstas) vai precisamente para a goleada (7-2) imposta pelo U. Tomar na recepção ao vizinho Entroncamento AC, um resultado tão invulgar, que nunca antes se tinha registado, em quase 2.300 jogos disputados pelo União!

A turma da cidade ferroviária tinha sido já derrotada em Tomar, três semanas antes, pela equipa “B” dos unionistas, não tendo também revelado, agora face à formação principal, capacidade para resistir à superioridade adversária, num encontro entre comandantes da I e da II Divisão.

Depois de, bastante cedo, os nabantinos inaugurarem o marcador, o Entroncamento ainda empatou, à passagem dos vinte minutos, mas o U. Tomar teria uma “cavalgada” irresistível, marcando aos 27, 33, 36, 37 e 42 minutos, passando – num quarto de hora – o “placard” de 1-1 para 6-1, mais que sentenciando o desfecho da eliminatória. Na segunda parte, dando oportunidade a jogadores menos utilizados, registou-se somente mais um tento para cada lado.

Por seu lado, o Fazendense – a par do U. Tomar os dois únicos clubes que, nos últimos 14 anos, sempre marcaram presença nos 1/8 de final da Taça do Ribatejo – foi vencer a Benavente, por tangencial 2-1, o suficiente para avançar para os quartos-de-final pela 7.ª vez nesse mesmo período (registo apenas superado pelos nove apuramentos dos tomarenses e do Amiense).

Precisamente, o grupo de Amiais de Baixo, com uma tão curta quão difícil deslocação a Alcanena, num “quase derby”, averbou um empate a uma bola no final dos 90 minutos, para, no desempate da marca de grande penalidade, ser mais assertivo, triunfando por 4-1.

Num confronto empolgante, em Salvaterra de Magos, por três vezes o Torres Novas se colocou em vantagem (com mais um “hat-trick” de Miguel Miguel, a realizar uma época fantástica, a melhor da sua carreira), para o Salvaterrense, por outras tantas vezes, vir a restabelecer a igualdade. Após o 3-3 no termo do tempo regulamentar, os locais converteram todas as suas cinco tentativas da marca de grande penalidade, tendo os torrejanos falhado uma delas.

Confirmações – Nos restantes jogos os favoritos confirmaram o seu maior poderio, tendo o Abrantes e Benfica ido vencer em terreno alheio, ante o Vasco da Gama, por 4-1; enquanto o Cartaxo bateu o Moçarriense por 2-0, no que se constitui no primeiro desaire da turma da Moçarria na presente temporada, após uma magnífica sucessão de dez triunfos em outros tantos jogos até agora disputados no campeonato da divisão secundária.

O Forense (também líder de série) é, agora, o único representante de tal escalão ainda em prova na Taça do Ribatejo, após ter eliminado o Paço dos Negros (penúltimo dessa mesma série), repetindo, agora fora de casa, o triunfo por tangencial 1-0 que, há três semanas, registara perante o mesmo oponente – isto depois de, na estreia no campeonato, ter goleado tal adversário por 9-0!

Liga 3 – Na 18.ª ronda (de 22) da primeira fase desta competição o U. Santarém foi derrotado de forma categórica, no seu próprio reduto, por 0-3, pelo Alverca (actualmente na 3.ª posição). Os escalabitanos mantêm o 10.º (antepenúltimo) lugar, somente um ponto à frente do Oliveira do Hospital e com dois pontos a mais que o Oriental Dragon (este com três jogos em atraso); mas, também, apenas a um ponto do 9.º (Cova da Piedade) e a três do Sporting “B” (8.º classificado).

Campeonato de Portugal – Já o Coruchense averbou surpreendente triunfo (e por números convincentes: 3-0) no terreno do Pêro Pinheiro – que liderara durante praticamente toda a prova –, em partida da 15.ª jornada (de um total de 18 de que se compõe esta fase inicial da competição).

De forma sensacional a turma do Sorraia igualou este adversário na pauta classificativa, com o qual partilha agora o 4.º lugar, afinal apenas seis pontos abaixo do líder, Belenenses… e a três do Sintrense, que ocupa o 2.º posto de acesso à fase final, de disputa da promoção à Liga 3!

Numa série que continua a caracterizar-se por grande equilíbrio, o Coruchense dispõe, todavia, somente de um ponto de vantagem sobre o 6.º classificado, e dois em relação ao 7.º da tabela.

Antevisão – Neste fim-de-semana estarão de regresso os campeonatos distritais. Na divisão principal (18.ª ronda) teremos, muito em especial, dois aliciantes “pratos fortes”, em que se poderá começar a jogar muito do futuro da prova, com os agora dois guias a deslocarem-se aos terrenos dos… dois 3.º classificados (dois pares separados entre si na classificação por doze pontos)!

De facto, o U. Tomar visita Mação, onde terá um muito exigente desafio, no qual visará melhorar o registo (empate) averbado pelo Rio Maior no passado Domingo. Em paralelo, o Fazendense (que, nas últimas seis jornadas, somou cinco triunfos e um empate, este em Samora Correia) recebe os riomaiorenses, num confronto, também, de grau de dificuldade “máximo”.

No escalão secundário o realce vai para a partida entre Fátima e U. Atalaiense (2.º e 3º classificados da série) – sendo que uma eventual vitória dos fatimenses praticamente deverá deixar, desde já, definidos os dois clubes que virão a ser apurados para a fase final (Entroncamento AC e Fátima). Nota ainda para o Águias de Alpiarça-U. Santarém “B” e para o Tramagal-Pego.

Na Liga 3 o U. Santarém desloca-se à Amora; sendo que, no Campeonato de Portugal, o Coruchense visita Sacavém – com a particularidade de defrontarem, ambos, os 7.º classificados.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 10 de Fevereiro de 2022)

13 Fevereiro, 2022 at 11:00 am Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Maio 2026
S T Q Q S S D
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.