Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo B
Happoel Tel-Aviv – Viktoria Plzen – 1-2
At. Madrid – Académica – 2-1

1º At. Madrid, 9; 2º Viktoria Plzen, 6; 3º Académica e Happoel Tel-Aviv, 1

Grupo D
Marítimo – Bordeaux – 1-1
Newcastle – Brugge – 1-0

1º Newcastle, 7; 2º Bordeaux, 4; 3º Brugge, 3; 4º Marítimo, 2

Grupo G
Genk – Sporting – 2-1
Videoton – Basel – 2-1

1º Genk, 7; 2º Videoton, 6; 3º Basel, 2; 4º Sporting, 1

(mais…)

25 Outubro, 2012 at 7:57 pm Deixe um comentário

«O monstro vai bem, obrigado»

A frase original e inteira de Vítor Gaspar, dita ontem no Parlamento, é esta: “existe aparentemente um enorme desvio entre aquilo que os portugueses acham que devem ter como funções sociais do Estado e os impostos que estão dispostos a pagar para assegurar essas mesmas funções”.

A palavra “aparentemente” está ali a mais. Todos queremos receber mais dando menos em troca. Isto é verdade para contribuintes, consumidores, investidores, patrões ou empregados. Para pais e filhos, namorados e casados. […]

É inegável que nas últimas décadas os governos acrescentaram sucessivas camadas de benefícios e subsídios, direitos e regalias que a nossa pobre economia jamais poderia pagar. A medíocre produtividade portuguesa nunca poderia suportar um Estado social “à nórdica”, ainda por cima gerido por uma máquina gorda e ineficaz. Alguma coisa teria de mudar. Aos anos que Medina Carreira e outros o diziam: ou abdicávamos de uma parte desses direitos ou teríamos que pagar mais impostos.

Incapazes de fazer a mudança, chegámos à ruptura: pagamos uma carga fiscal que nem nos piores pesadelos e temos uma protecção social em acelerada degradação.

Os cortes em subsídios e prestações sociais sucedem-se e chegam, escandalosamente, a quem deles precisa mesmo para sobreviver. Incapaz de fiscalizar, combater a fraude e ser mais selectivo, o Estado corta a eito. Os mais fracos são as primeiras vítimas da incompetência e ineficácia da máquina administrativa.

Paralelamente, esse mesmo Estado faz-se pagar cada vez mais pelos seus serviços. No ensino superior há propinas. Na saúde, as taxas moderadoras cada vez mais elevadas. A comparticipação dos medicamentos é cada vez menor. Todas as auto-estradas receberam portagens. As taxas de justiça sobem para valores surrealistas e os actos notariais também. […]

Vários aumentos de impostos depois, a frase de Vítor Gaspar só faz sentido assim: existe um enorme desvio entre aquilo que os portugueses devem ter como funções sociais do Estado e os impostos que estão a pagar.

(Paulo Ferreira, Dinheiro Vivo)

25 Outubro, 2012 at 6:32 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
D. Zagreb – Paris St.-Germain – 0-2
FC Porto – D. Kyiv – 3-2

FC Porto, 9; 2º Paris St.-Germain, 6; 3º D. Kyiv, 3; 4º D. Zagreb, 0

Grupo B 
Montpellier – Olympiakos – 1-2
Arsenal – Schalke – 0-2

Schalke, 7; 2º Arsenal, 6; 3º Olympiakos, 3; 4º Montpellier, 1

Grupo C
Málaga – AC Milan – 1-0
Zenit – Anderlecht – 1-0

Málaga, 9; 2º AC Milan, 4; Zenit, 3; 4º Anderlecht, 1

Grupo D
B. Dortmund – Real Madrid – 2-1
Ajax – Manchester City – 3-1

B. Dortmund, 7; 2º Real Madrid, 6; 3º Ajax, 3; 4º Manchester City, 1

Grupo E
Shakhtar Donetsk – Chelsea – 2-1
Nordsjælland – Juventus – 1-1

Shakhtar Donetsk, 7, 2º Chelsea, 4; 3º Juventus, 3; 4º Nordsjælland, 1

Grupo F
Lille – Bayern – 0-1
BATE Borisov – Valencia – 0-3

1º Valencia, BATE Borisov e Bayern, 6; 4º Lille, 0

Grupo G
Barcelona – Celtic – 2-1
Spartak Moskva – Benfica – 2-1

1º Barcelona, 9; 2º Celtic, 4; 3º Spartak Moskva, 3; 4º Benfica, 1

Grupo H
Manchester United – Sp. Braga – 3-2
Galatasaray – CFR Cluj – 1-1

Manchester United, 9; 2º CFR Cluj, 4; 3º Sp. Braga, 3; 4º Galatasaray, 1

O Benfica fez um mau resultado em Moscovo, colocando-se na dependência do Barcelona (necessitando que este vença as suas partidas frente a Spartak Moscovo e Celtic)… desde que o Benfica consiga cumprir a sua “obrigação” de vencer também esses mesmos adversários.

Em Manchester, o Braga causou grande surpresa durante larga parte do tempo, tendo chegado a estar em vantagem por 2-0; ainda na primeira parte permitiria à equipa inglesa reduzir a desvantagem, para, na fase complementar, não resistir à reviravolta do United.

Por seu lado, o FC Porto, embora não isento de dificuldades – tendo permitido, por duas vezes, que o D. Kiev empatasse o jogo -, acabando por conseguir garantir o pleno de vitórias, perfila-se em posição privilegiada para garantir o apuramento para os 1/8 Final da competição.

24 Outubro, 2012 at 9:39 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Spartak Moscovo – Benfica

Spartak MoscovoSpartak Moscovo – Artem Rebrov, Evgeni Makeev, Nicolás Pareja, Marek Suchý, Dmitri Kombarov, Rafael Carioca, Kim Källström (79m – Sergei Bryzgalov), José Manuel Jurado, Jano Ananidze (58m – Kirill Kombarov), Diniyar Bilyaletdinov (73m – Welliton) e Ari

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Jardel, Ezequiel Garay, Melgarejo, Nemanja Matić (89m – Ola John), Eduardo Salvio, Enzo Peréz, Bruno César (65m – Nico Gaitán), Rodrigo (65m – Óscar Cardozo) e Lima

1-0 – Rafael Carioca – 3m
1-1 – Lima – 33m
2-1 – Jardel (p.b.) – 43m

Cartões amarelos – Suchý (45m), Welliton (90m) e Ari (90m);  Óscar Cardozo (72m) e Nemanja Matić (75m)

Árbitro – Mark Clattenburg (Inglaterra)

Um sério aviso logo no primeiro minuto do jogo, e um golo sofrido ao terceiro minuto traduzem a forma desastrada como o Benfica entrou neste jogo…

E o desacerto na zona defensiva e de meio-campo prosseguiria nessa fase inicial da partida (o Spartak remataria ainda à trave, numa oportunidade de “golo feito”, inacreditavelmente desperdiçada), até que, ainda sem ter feito muito por isso, Lima, sempre oportuno, conseguisse alcançar o empate.

O Benfica pareceu então acalmar, e começar a construir jogo, mas, em mais uma desconcentração, permitindo a um homem do Spartak estar perfeitamente preparado para receber a bola, vindo de um cruzamento, para concretizar, Jardel, em último recurso, procurando antecipar-se, seria infeliz, introduzido a bola na sua própria baliza.

Na segunda parte, o Benfica continuaria, durante largo tempo, alheado do jogo; apenas no último quarto de hora conseguiria, embora já com “pouca cabeça”, empurrar a equipa russa para a sua área, conseguindo uma sucessão de cantos a seu favor, mas sem conseguir obter pelo menos o golo do empate.

As contas continuam mais ou menos “na mesma” (isto é, difíceis), agora ainda mais claramente definidas: necessidade imperiosa de vencer as duas partidas em casa, frente ao Spartak e ao Celtic, portanto, sem qualquer margem de erro, e dependência de terceiros, isto é, que o Barcelona vença todos os seus jogos…

23 Outubro, 2012 at 6:58 pm Deixe um comentário

Eleições Presidenciais EUA – 2012 (II)

Eleições Presidenciais EUA - 2008

Antes do último debate entre os candidatos presidenciais (desta madrugada), e agora a apenas cerca de 15 dias das eleições Presidenciais nos EUA, aqui procedo a actualização do acompanhamento da evolução das tendências, com o apoio de um grafismo disponibilizado pela CNN. Tendo por base as inúmeras sondagens realizadas até à data, preparei o seguinte mapa, por Estado:

A posição que é possível antecipar neste momento resume-se da seguinte forma:

Barack ObamaClaro favoritismo de Barack Obama – 16 Estados (indicando-se também o correspondente número de “Grandes eleitores”): California (55), Connecticut (7), Delaware (3), Hawaii (4), Illinois (20), Maine (4), Maryland (10), Massachussetts (11), Minnesota (10), New Jersey (14), New York (29), Novo México (5), Oregon (7), Rhode Island (4), Vermont (3) e Washington (12); para além do District of Columbia (3) – correspondendo a um total de 201 “Grandes Eleitores”.

Mitt RomneyClaro favoritismo de Mitt Romney  – 22 Estados: Alabama (9), Alaska (3), Arizona (11), Arkansas (6), Carolina do Norte (15), Dakota do Norte (3), Dakota do Sul (3), Georgia (16), Idaho (4), Indiana (11), Kansas (6), Kentucky (8), Lousiana (8), Mississippi (6), Missouri (10), Montana (3), Nebraska (5), Oklahoma (7), Texas (38), Utah (6), West Virginia (5) e Wyoming (3) – correspondendo a um total de 186 “Grandes Eleitores”.

Sendo a vitória nestas eleições alcançada com a obtenção de 270 “Grandes Eleitores”, tudo se deverá decidir nos restantes 12 Estados (os quais correspondem a um total de 151 “Grandes Eleitores”),  apresentando as seguintes tendências:

  • Ligeiro favoritismo de Barack Obama – Michigan (16) e Pennsylvania (20)
  • Ligeiro favoritismo de Mitt Romney – Carolina do Sul (9) e Tennessee (11)
  • “Empate técnico” – Colorado (9), Florida (29), Iowa (6), Nevada (6), New Hampshire (4), Ohio (18), Virgínia (13) e Wisconsin (10)

Considerando que as tendências se confirmarão nos casos de Carolina do Sul, Michigan, Pennsylvania e Tennessee, a projecção de “Grandes Eleitores” passaria a totalizar 237 para Barack Obama, face a 206 para Mitt Romney – e a verdadeira grande disputa estaria reduzida a 8 Estados, onde estão em jogo 95 “Grandes Eleitores” (nos quais, em 2008, Barack Obama venceu então em todos eles!…).

Como é tradicional, os Estados da Florida e Ohio serão determinantes – quem ganhar os dois (se algum candidato o conseguir) deverá vencer a eleição -, sendo que, nesta altura, Barack Obama surge ligeiramente acima nas intenções de voto no Ohio, Wisconsin, Iowa e Nevada, enquanto Mitt Romney surge agora em posição ligeiramente favorável na Florida, Virgínia, Colorado e New Hampshire.

A disputa parece mais renhida do que nunca, desde a célebre eleição de 2000, entre George W. Bush e Al Gore. Em resumo, Barack Obama continua a ter ligeiro favoritismo, uma vez que deverá necessitar “apenas” de confirmar as vitórias no Ohio, Wisconsin e Iowa ou Nevada. Mas a vantagem já foi bem mais nítida…

Em relação à projecção anterior, registo as seguintes alterações:

  • passagem “firme”, para o lado de Mitt Romney dos Estados da Carolina do Norte e do Missouri (mais 25 “Grandes eleitores”);
  • passagem para “ligeiro favoritismo” de Barack Obama – Michigan (anteriormente em “empate técnico”)
  • alteração de tendência nos Estados em situação de “empate técnico”, a favor de Mitt Romney – Colorado, Florida, New Hampshire e Virgínia.

22 Outubro, 2012 at 8:40 pm 1 comentário

Lance Armstrong déchu de ses titres par l’UCI

Lance Armstrong n’est plus le septuple vainqueur du Tour de France. Le nom de l’ancien cycliste a été, une fois pour toute, rayé du palmarès de la Grande Boucle par l’Union cycliste internationale (UCI), qui a suivi le rapport cinglant de l’agence américaine antidopage (Usada) accusant le Texan de dopage systématique lors de sa carrière.

“Armstrong n’a pas sa place dans le cyclisme”, a ainsi déclaré le président de l’UCI, l’Irlandais Pat McQuaid, à l’occasion d’une conférence de presse organisée lundi à Genève. […]

L’UCI a annoncé qu’elle déciderait vendredi si les podiums du Tour de France de 1999 et 2005 seront réattribués. La tâche parait compliquée, et ressemble à un véritable casse-tête pour désigner vainqueur un coureur vierge de toute accusation de dopage… En 1999, le deuxième du Tour de France est le Suisse Alex Zülle. Impliqué dans l’affaire Festina l’année précédente, il avoue s’être dopé et sera suspendu sept mois. L’Allemand Jan Ullrich (deuxième en 2000, 2001 et 2003), l’Espagnol Joseba Beloki (deuxième en 2002) et l’Italien Ivan Basso (deuxième en 2005) ont tous été sanctionnés pour avoir été mêlés à l’affaire Puerto, vaste scandale de dopage mis au jour en 2006. Seul Andreas Klöden, deuxième en 2004, n’a jamais été pris par la patrouille même si plusieurs de ses coéquipiers l’ont accusé d’avoir procédé à des transfusions sanguines durant le Tour 2006 qu’il termine également à la deuxième place.

De son côté, Amaury sports Orgnaisation (ASO), propriétaire du Tour de France, a plaidé, par la voix de son directeur, Christian Prudhomme, pour laisser vide le palmarès des années Armstrong. “Ce que nous souhaitons, c’est qu’il n’y ait pas de vainqueur”, a-t-il déclaré.

(Le Monde)

22 Outubro, 2012 at 1:53 pm 1 comentário

Portugal – I. Norte (Mundial-2014 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Pereira (74m – Eder), Bruno Alves, Pepe, Miguel Lopes (45m – Ruben Amorim), Ruben Micael (61m – Silvestre Varela), Cristiano Ronaldo, João Moutinho, Miguel Veloso, Nani e Hélder Postiga

I. Norte I. Norte – Roy Carroll, Ryan McGivern, Craig Cathcart, Jonny Evans, Christopher Baird, Steven Davis, Kyle Lafferty, Corry Evans, Niall McGinn, Oliver Norwood e Aaron Hughes

0-1 – Niall McGinn – 30m
1-1 – Hélder P
ostiga – 79m

Cartões amarelos – Pepe (80m); Aaron Hughes (84m)

Árbitro – Thorsten Kinhöfer (Alemanha)

Uma péssima exibição de uma equipa desconexa, com uma surpreendente incapacidade de dominar a bola – fruto do temporal que se abateu sobre o Estádio do Dragão? – e um inesperado empate com uma selecção de fracos recursos, como a da Irlanda do Norte, a colocar o 1º lugar do Grupo bastante longe ainda antes de atingir a metade desta fase de qualificação.

Uma má forma de recordar a centésima internacionalização de Cristiano Ronaldo, num encontro em que, nos últimos 20 minutos, a selecção portuguesa mais não conseguiu que bombear bolas para a área do adversário, mas de forma absolutamente inconsequente.

Segue-se, apenas já no próximo ano, uma dupla – e porventura a assumir cariz de decisiva –  jornada, com deslocações a Israel e ao Azerbaijão.

GRUPO F                Jg   V   E   D     G     Pt
1º Rússia               4   4   -   -    8- 0   12
2º Israel               4   2   1   1   10- 5    7
3º Portugal             4   2   1   1    6- 3    7
4º I. Norte             4   -   3   1    3- 5    3
5º Azerbaijão           4   -   2   2    2- 6    2
6º Luxemburgo           4   -   1   3    2-12    1

4ª jornada
16.10.12 – Rússia – Azerbaijão – 1-0
16.10.12 – Israel – Luxemburgo – 3-0
16.10.12 – Portugal – I. Norte – 1-1
(mais…)

16 Outubro, 2012 at 10:44 pm Deixe um comentário

O que vai fazer o resto da sua vida?

O Orçamento do Estado tem tudo para correr mal. O rol de desgraças está mais do que listado, a maior carga fiscal de sempre é um tonelada em cima de algodão, não há justiça nem rumo, há impostos, impostos, impostos. E há sobretudo a descrença de que vai funcionar. A certeza de que não vai chegar, porque nada chega para encher um buraco negro no universo. Desde ontem, há ainda mais. Há riscos. […]

Mas há mais um risco. O risco político. Os desenvolvimentos dos últimos dias mostram que o golpe palaciano movido pelo CDS e por parte do PSD contra o ministro das Finanças falhou. Ficou tudo como estava antes das maratonas no Conselho de Ministros. Vítor Gaspar não cedeu a Portas, como noticiava o “Sol” na sexta, os escalões de IRS e a sobretaxa não mudaram, como avançava o “Expresso” no sábado. Ficou tudo na mesma. Gaspar venceu. E ficou só. […]

É preciso inventar a esperança. Ela não morreu, apenas não está no Governo que a devia erguer.

(Pedro Santos Guerreiro, Jornal de Negócios)

16 Outubro, 2012 at 7:19 pm Deixe um comentário

Um orçamento que não se pode executar

O Orçamento ontem apresentado por Vítor Gaspar não tem execução prática possível. Esta inviabilidade resulta de condições objectivas (natureza das medidas e contexto económico) e de condições subjectivas (estas relacionadas com quem as executa). Vejamos:

a) Condições objectivas: Portugal não é, em 2012/2013, o mesmo país onde o FMI interveio em 1983/1985. Claro. Já não temos moeda própria que possamos desvalorizar. E isso faz muita diferença. Mas, não é tudo. Há um outro dado fundamental que é preciso considerar no processo de ajustamento: o do endividamento das famílias: […]

b) Condições subjectivas: este Governo, em concreto, não tem condições para executar este concreto orçamento. Procurando ser sintético, diria que lhe falta discurso, percurso, curso e coesão: […]

(a ler o artigo completo, da autoria de Rui Rocha, no Delito de Opinião)

16 Outubro, 2012 at 6:53 pm Deixe um comentário

Receitas do Orçamento de Estado para 2013

                Imposto                Valor ('000 €)     %  
IVA - Imp. s/ valor acrescentado          13.307.964    37,0
IRS - Imp. s/ rend. pessoas singulares    12.066.323    33,6
IRC - Imp. s/ rend. pessoas colectivas     4.559.503    12,7
ISP - Imp. s/ produtos petrolíferos        2.173.366     6,0
IS - Imposto do selo                       1.649.193     4,6
Imposto de consumo s/ tabaco               1.386.373     3,9
ISV - Imp. s/ veículos                       380.140     1,1
IUC - Imposto único de circulação            198.602     0,6
Imposto s/ álcool e bebidas alcoólicas       172.922     0,5
       Total de receitas fiscais          35.947.719

      Total das receitas correntes        39.968.923
      Total das despesas correntes        46.617.475

(fonte: MF/DGO)

Pode consultar-se aqui o Relatório do Orçamento do Estado para 2013.

15 Outubro, 2012 at 8:14 pm Deixe um comentário

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