Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)
18.02.2013 – Manchester City – Barcelona – 0-2
25.02.2013 – Olympiakos – Manchester United – 2-0
19.02.2013 – AC Milan – At. Madrid – 0-1
18.02.2013 – Bayer Leverkusen – Paris St.-Germain – 0-4
26.02.2013 – Galatasaray – Chelsea – 1-1
26.02.2013 – Schalke 04 – Real Madrid – 1-6
25.02.2013 – Zenit – Borussia Dortmund – 2-4
19.02.2013 – Arsenal – Bayern München – 0-2
Seis vitórias e um empate, a par de uma única derrota (do Manchester United, em Atenas), com um score global de 20-6 (!) – traduzindo uma tão inequívoca como imprevista superioridade (por tão flagrante) dos vencedores de grupos -, deixa as equipas que jogaram em terreno alheio nesta primeira mão, praticamente todas, à beira do apuramento para os 1/4 Final. Salvo maiores surpresas, das equipas que agora actuaram em casa, apenas o Olympiakos parece ter aspirações a, na segunda mão, em Manchester, confirmar tal apuramento.
Adeus, “Capitão”
Obrigado, “Senhor Coluna”!
Ao longo de 16 épocas (de 1954 a 1970), Mário Coluna disputou 525 jogos aos serviço do Benfica, tendo marcado 127 golos. Foi capitão de equipa, de 1963 a 1070. Conquistou 19 títulos (jogador com mais conquistas ao serviço do clube): 2 vezes Campeão Europeu (1960-61 e 1961-62); 10 vezes Campeão Nacional (1954-55, 1956-57, 1959-60, 1960-61, 1962-63, 1963-64, 1964-65, 1966-67, 1967-68, 1968-69); 7 Taças de Portugal.
Foi internacional pela “Selecção A” de Portugal – que capitaneou no “Mundial de 1966”, em Inglaterra, obtendo o 3.º lugar – por 57 vezes, tendo marcado 8 golos.
Livro do Centenário do União de Tomar – Excerto exemplificativo

(clicar na imagem para aceder a algumas páginas exemplificativas do livro do Centenário do União de Tomar)
EURO 2016 – Sorteio da Fase de Qualificação
Realizou-se hoje, em Nice, o sorteio da Fase de Qualificação para o Campeonato da Europa de Futebol de 2016, cuja fase final será disputada em França. É a seguinte a constituição dos Grupos:
Grupo A Grupo B Grupo C Holanda Bósnia-Herzegovina Espanha R. Checa Bélgica Ucrânia Turquia Israel Eslováquia Letónia P. Gales Bielorrússia Islândia Chipre Macedónia Cazaquistão Andorra Luxemburgo Grupo D Grupo E Grupo F Alemanha Inglaterra Grécia Irlanda Suíça Hungria Polónia Eslovénia Roménia Escócia Estónia Finlândia Geórgia Lituânia I. Norte Gibraltar S. Marino I. Faroé Grupo G Grupo H Grupo I Rússia Itália Portugal Suécia Croácia Dinamarca Áustria Noruega Sérvia Montenegro Bulgária Arménia Moldávia Azerbaijão Albânia Liechtenstein Malta
Portugal – beneficiando do seu estatuto de “cabeça-de-série” – vê-se enquadrado num Grupo, em que terá como principais adversários a Dinamarca e a Sérvia, necessitando de justificar o seu favoritismo, para garantir o apuramento.
Com a fase final da prova a ter – numa estreia na história da competição -, um total de 24 países participantes, serão portanto apurados os 2 primeiros classificados de cada Grupo, assim como o melhor dos 3.º classificados, e, ainda outros 4 dos restantes 3.º (em sistema de play-off).
U. Tomar – Centenário (XXI)
(“O Templário”, 20.02.2014)
A 22 de Setembro de 1968, à terceira jornada (depois dos empates averbados com o Atlético e Belenenses), a cidade de Tomar recebia a primeira visita de um dos grandes do futebol português, o Sporting. E, de forma surpreendente, o União obteria o seu primeiro triunfo na I Divisão!
«Em Tomar aconteceu sensação. Verdadeiro dia de futebol, em que o novo primo-divisionário recebia um dos mais sérios candidatos ao título final, o Sporting, que 4 dias antes, em autêntica noite de gala para o futebol português, havia vencido rotundamente um dos melhores conjuntos espanhóis, o Valência. Este facto, aliado ao excelente comportamento do União nas 2 primeiras jornadas, levou ao Estádio Municipal a maior enchente de sempre.»(1)
«A cidade de Tomar teve ontem o seu primeiro dia grande de futebol com a visita do Sporting, um grande e um «leader» do Campeonato Nacional, um nome portanto mais do que consagrado e mais do que suficiente para justificar o extraordinário movimento da bela cidade nabantina e do entusiasmo e do ambiente que envolveram o Estádio Municipal, excelentemente situado no parque e todo ele de belas e amplas perspectivas. E nem algumas reticências que entendemos fazer, noutro local, nesta primeira visita ao Estádio Municipal, em dia grande, […] pode minimizar o excelente espectáculo oferecido ontem por toda uma cidade atrás do seu clube e toda uma multidão atrás do seu «leader»»(2)
Contudo, o União de Tomar começaria por se ver em situação de desvantagem no marcador desde cedo, com um golo de Chico, logo aos 6 minutos. Reagiria, não obstante, da melhor forma, com um golo algo controverso de Leitão, aos 34 minutos, acabando por garantir esta histórica vitória, por intermédio de Cláudio, estabelecendo o 2-1 final aos 55 minutos.
«O Sporting, recheado de jogadores de reconhecida capacidade, não esteve, afinal, nos seus melhores dias, cedeu mais do que seria legítimo esperar e a sua defesa, considerada a melhor que existe no País, foi permeável à acção acutilante dos avançados do União de Tomar.»(3)
Em conclusão, sublinhando a justiça da vitória unionista:
«O União de Tomar alcançou um excelente triunfo, nas condições já descritas, num desafio em que foi, inegavelmente, a melhor equipa no terreno a que mais jogou e que mais dominou e a que mais rematou […]. A equipa fecha bem o caminho da baliza mete jogadores no meio do terreno e ataca com perigo, rematando, sempre que a oportunidade se lhe depara.»(4)
«E o final chegou com a vitória inesperada do União. Talvez por inesperada, não deixa de constituir um belo feito para os tomarenses, mais um momento inesquecível para o seu brilhante historial.»(5)
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O pulsar do campeonato – 16ª jornada
(“O Templário”, 20.02.2014)
No futebol também há dias assim, em que impera a lógica, em que seria menos difícil “acertar no totobola” (sendo que é sempre muito mais fácil – como dizia um antigo famoso jogador – fazer prognósticos “no fim do jogo”).
Neste campeonato, nunca, como nesta 16.ª jornada, os desfechos das várias partidas que a compunham foram tão previsíveis; nunca os seis primeiros classificados tinham ganho em simultâneo, todos eles. E só não venceram todos os sete clubes da primeira metade da tabela, porque dois deles se defrontaram entre si (Coruchense e Mação), pelo que o sétimo vencedor da ronda foi o… 8.º classificado.
Isto dito, naturalmente, teve duas consequências óbvias: por um lado, mantiveram-se inalteradas as distâncias pontuais, assim como as correspondentes posições relativas, entre os seis primeiros… tal como entre os seis últimos; tendo, por outro lado, sido ampliado o fosso que separa esse sexteto da frente do sexteto da retaguarda, agora já estabelecido em dez pontos, quando faltam disputar dez jornadas.
Passemos então ao concreto: os dois clubes que partilham a liderança, At. Ouriense e Coruchense receberam e venceram, respectivamente, os Empregados do Comércio (3-0) e o Mação (1-0); a avaliar pelos números, tendo enfrentado graus de dificuldade distintos, reflectindo afinal, também, a posição na tabela de cada um destes dois opositores.
O par que se segue, de imediato, um escasso ponto abaixo, Torres Novas e Fazendense ganharam igualmente: no caso dos torrejanos, em Abrantes, frente à U. Abrantina (2-0), no segundo de um ciclo de três jogos consecutivos em terreno alheio (depois do triunfo em Assentiz, e antes de se deslocar a Mação); a turma de Fazendas de Almeirim, por tangencial margem (2-1) na recepção ao Cartaxo.
O terceiro dueto, formado por União de Tomar e Amiense (equipas que se cruzam na próxima jornada), foi também vencedor: 3-1 no caso dos unionistas, repetindo o desfecho, precisamente pela mesma marca, do desafio disputado há duas semanas, no mesmo local, e perante o mesmo oponente; 2-0 em Amiais de Baixo, tendo recebido a visita do U. Chamusca. Por fim, no único encontro entre duas equipas da segunda metade da pauta classificativa, o Pontével derrotou o Assentis por 4-2.
Abre-se aqui um breve parêntesis para tratar um pouco mais em detalhe o confronto que opôs Benavente e União de Tomar. E, muito curiosamente – ainda mais, porque o resultado foi exactamente coincidente com o de há duas semanas, então em partida a contar para a Taça do Ribatejo –, um cabal exemplo de que “não há dois jogos iguais”.
De facto, tendo inaugurado o marcador desde cedo (na conversão de uma grande penalidade), e, ainda na meia hora inicial, ampliado a vantagem para (tão “confortável” como arriscado) 2-0 – já depois de o árbitro ter indultado um segundo castigo máximo aos visitados –, a turma unionista passaria depois por um largo período de sofrimento, decorrente de a formação da casa ter reduzido o marcador para 1-2 ainda antes do intervalo (também na sequência de uma grande penalidade).
No segundo tempo, a equipa benaventense acreditou que podia chegar ao empate, pressionando e instalando-se no meio-campo contrário, aproveitando também alguma fase de nervosismo e intranquilidade dos tomarenses. Acabaria por ser de alguma forma feliz o União, ao conseguir, num momento crucial, marcar o seu terceiro golo, que, de forma definitiva, sentenciava o desfecho do desafio.
Com o campeonato a manter-se “ao rubro”, numa altura em que começa a aproximar-se a “hora das decisões”, a próxima jornada será certamente de bem mais complexa previsão, atentando nas dificuldades que esperam os primeiros classificados; senão, vejamos: o At. Ouriense desloca-se ao Cartaxo; o Coruchense a Santarém, para defrontar os Empregados do Comércio; o Fazendense à Chamusca (onde será favorito); o Torres Novas, tal como já referido, visita Mação; e o União de Tomar recebe o Amiense, num encontro em que estará em jogo o 5.º lugar.
Na II Divisão Distrital, destaque para o empate cedido pelo Ferreira do Zêzere em Pernes, permitindo ao líder Atalaiense dilatar para três pontos a sua vantagem; e, a Sul, para o inesperado desaire caseiro do guia, Barrosense, na recepção ao U. Santarém, encurtando o seu avanço, agora também para três pontos, sobre o par formado pelos escalabitanos e pelo Rio Maior, sendo que a equipa da Barrosa mantém um jogo em atraso, com o U. Almeirim.
Iniciou-se entretanto a segunda fase do Campeonato Nacional de Seniores, com a realização da 1.ª jornada (de um total de 14 rondas suplementares), disputando as três equipas do Distrito a série de manutenção. Enquanto o Alcanenense venceu por 1-0 na recepção ao Fátima, o Riachense prossegue na senda dos desaires, tendo perdido em casa ante o Torreense, por 1-3.
Se o resultado da formação de Alcanena lhe pode proporcionar maior tranquilidade (lidera a série, dispondo agora de nove pontos de vantagem sobre o antepenúltimo classificado); o inverso pode suceder com o Fátima, que, em função da partição a metade dos pontos obtidos na primeira fase, e desta derrota, baixou ao 5.º lugar – o último que garante automaticamente a manutenção – apenas com cinco pontos a mais que o Carregado, primeira equipa na zona de maior risco na classificação. Por fim, a equipa de Riachos, subsiste na indesejável posição de “lanterna vermelha”, curiosamente também a distância de cinco pontos do Carregado.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 20 de Fevereiro de 2014)
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão) – PAOK – Benfica
PAOK – Panagiotis Glykos, Stelios Kitsiou, Kostas Katsouranis, Juan Insaurralde, Lino, Ergys Kaçe, Hedwiges Maduro, Sotiris Ninis (63m – Lucas Martínez), Costin Lazăr (82m – Dimitris Salpingidis), Sekou Oliseh (76m – Miroslav Stoch) e Stefanos Athanasiadis
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Sílvio, Rúben Amorim, Filip Đjuričić, André Gomes (66m – Lazar Marković), Enzo Pérez (63m – Ljubomir Fejsa), Miralem Sulejmani (76m – Eduardo Salvio) e Lima
0-1 – Lima – 59m
Cartões amarelos – Ergys Kaçe (5m), Costin Lazăr (27m); Hedwiges Maduro (54m) e Miroslav Stoch (85m); André Gomes (45m)
Árbitro – Wolfgang Stark (Alemanha)
Colocando em marcha um plano de “rotatividade” nos antípodas do que praticara em anos anteriores, o treinador benfiquista, Jorge Jesus, terá pensado sobretudo em preservar a segurança defensiva, visando trazer a definição do desfecho da eliminatória para a 2.ª mão, no Estádio da Luz.
Embora sem que a equipa tivesse assumido, de forma decidida, uma toada ofensiva, o Benfica evidenciaria a sua superioridade, acabando por vencer mesmo em Salónica, vantagem importante para a definição do apuramento, mas que não é de modo a permitir quebras de concentração. A jogar em casa, a equipa portuguesa terá de enfrentar a partida da 2.ª mão com o fito de obter nova vitória, forma mais segura de garantir o precioso avanço alcançado na Grécia.
Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão)
Dnipro – Tottenham – 1-0
Betis – Rubin Kazan – 1-1
Swansea – Napoli – 0-0
Juventus – Trabzonspor – 2-0
Maribor – Sevilla – 2-2
Viktoria Plzen – Shakhtar Donetsk – 1-1
Chernomorets Odessa – Lyon – 0-0
Lazio – Ludogorets – 0-1
Esbjerg – Fiorentina – 1-3
Ajax – Salzburg – 0-3
Maccabi Tel-Aviv – Basel – 0-0
FC Porto – E. Frankfurt – 2-2
Anzhi – Genk – 0-0
D. Kyiv – Valencia – 0-2
PAOK – Benfica – 0-1
Slovan Liberec – AZ – 0-1
Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)
18.02.2013 – Manchester City – Barcelona – 0-2
25.02.2013 – Olympiakos – Manchester United
19.02.2013 – AC Milan – At. Madrid – 0-1
18.02.2013 – Bayer Leverkusen – Paris St.-Germain – 0-4
26.02.2013 – Galatasaray – Chelsea
26.02.2013 – Schalke 04 – Real Madrid
25.02.2013 – Zenit – Borussia Dortmund
19.02.2013 – Arsenal – Bayern München – 0-2
Na primeira metade desta 1.ª mão dos 1/8 Final da Liga dos Campeões, a curiosidade de todas as equipas visitadas terem sido derrotadas, portanto com os visitantes com “meio caminho” andado nesta eliminatória, etapa inicial no percurso até Lisboa.






