Óscares – 2014 – Vencedores

E os vencedores dos Óscares foram:

  • Melhor filme – “12 Anos Escravo” (12 Years a Slave)
  • Melhor realizador –  Alfonso Cuarón (“Gravidade” – Gravity)
  • Melhor actor – Matthew McConaughey (“O Clube de Dallas” – Dallas Buyers Club)
  • Melhor actriz – Cate Blanchett (“Blue Jasmine)
  • Melhor actor secundário – Jared Leto (“O Clube de Dallas” – Dallas Buyers Club)
  • Melhor actriz secundária – Lupita  Nyong’o (“12 Anos Escravo” – 12 Years a Slave)

Consultar a lista completa aqui.

3 Março, 2014 at 8:12 am Deixe um comentário

U. Tomar – Centenário (XXII)

Centenario - 22

(“O Templário”, 27.02.2014)

Depois da vitória inaugural na I Divisão, frente ao Sporting, novamente a equipa unionista se superaria, causando sensação o empate alcançado na deslocação ao Estádio de Alvalade, em jogo disputado a 21 de Janeiro de 1969.

E o “escândalo” poderia ter sido de maior estrondo: o União, entrando cedo a ganhar, com um golo de Dui, logo aos nove minutos, apenas a quatro minutos do termo da partida concederia o empate, num tento de Pedras. Numa altura em que os nabantinos jogavam em inferioridade numérica, por expulsão de Cláudio (aos 64 minutos… por ter demorado na reposição da bola em jogo). Vale a pena recordar uma síntese, por um grande senhor da escrita desportiva em Portugal (Vítor Santos):

«Esta equipa do União de Tomar que sempre nos deu a ideia de ter uma ideia, foi o que é uma equipa «pequena» quando joga no campo do adversário – e do adversário… «grande». Defesa fechada, meio-campo manhoso e contra-ataque «com veneno», como o provam o golo, uma bola salva sobre o risco por Pedro Gomes e alguma coisa mais de fazer cardíacos entre os espectadores de Alvalade. De altamente positivo há na equipa o seguinte:

1. Um guarda-redes de bom talhe atlético, valente, elástico e decidido – Arsénio;

2. Um defesa-central que custa aceitar como «refugo» e, aqui para nós, fazia agora um jeitão ao Sporting, com Armando e José Carlos lesionados – Caló;

3. Dois homens de meio-campo bons executantes e muito experientes, capazes de conservarem a bola por longos períodos,  que são, como é óbvio, períodos de descanso para a equipa e de frustração para o adversário – Ferreira Pinto e Cláudio.

Se dissermos que o resto tem ânimo e ganas de jogar, compreende-se perfeitamente que a equipa, não vai ser, com certeza, acidental visita da I Divisão…»(1)

Ainda sobre a justiça do resultado, atente-se no facto de ter o União disposto de algumas ocasiões adicionais para marcar, como é aqui a seguir detalhado:

«Adiada uma prevista desforra!… Desfazendo todas ou quase todas as previsões, daqueles que consideravam como certa a vitória do Sporting, o União de Tomar foi a Lisboa conquistar um ponto, podendo ainda lastimar-se da forma como consentiu o empate (a 4 m. do fim) e já depois de a bola ter estado duas vezes à vista no fundo das redes de Damas e ainda se ter visto privada, daquele, que até à altura estava sendo um dos melhores jogadores em campo – Cláudio, que foi expulso pelo árbitro.»(2)

Em resumo, maior domínio leonino, de alguma forma consentido, e de todo não esclarecido: «o Sporting tem dominado muito, mas nem sempre bem, enquanto que o meio campo do União de Tomar com Ferreira Pinto, Dui e Cláudio a jogarem com acerto e com muita codícia, estão a chegar para a “urdidura” que o Sporting lhes apresenta.»(3)

____________

(1) Cf. “A Bola”, 23 de Janeiro de 1969 – Crónica de Vítor Santos
(2) Cf. “Cidade de Tomar”, 25 de Janeiro de 1969 – Crónica de Mecas
(3) Cf. “O Templário”, 25 de Janeiro de 1969 – Crónica de Silva Monteiro

2 Março, 2014 at 12:00 pm Deixe um comentário

O pulsar do campeonato – 17ª jornada

Pulsar - 17

(“O Templário”, 27.02.2014)

E, de repente, tudo muda… e poderá, certamente, continuar a mudar. Ainda na ronda anterior tínhamos o quarteto da frente concentrado num interregno de um único ponto; agora passou a ser já de quatro pontos a amplitude desse intervalo.

Tem sido repleto de cambiantes este animadíssimo campeonato: começou mais forte o Torres Novas, que cedo se isolou; depois, fraquejando, cedeu a batuta ao Fazendense, o qual, contudo, a viria a transmitir a um Coruchense que parecia então inexpugnável, com uma série de sete triunfos consecutivos; agora, é a vez de surgir o At. Ouriense a parecer revelar-se mais sólido, encarreirando quatro vitórias de seguida.

E, a aproximar-se a passos largos, provindo das profundezas da pauta classificativa, temos um fantástico União de Tomar – sete jogos ganho em oito partidas disputadas neste ano tão especial, do centenário –, agora “apenas” a quatro pontos do 4.º classificado.

Então, foi assim: At. Ouriense, impondo-se por 2-0 na difícil deslocação ao Cartaxo; assim como o Torres Novas, com triunfo por margem categórica em Mação (3-0 – resultado que não espelha as dificuldades experimentadas pelos visitantes), numa bela operação, em que consegue somar três vitórias sucessivas em outros desafios em terreno alheio, assumem os dois primeiros lugares, separados por um ponto, a favor dos oureenses.

O Coruchense, não tendo conseguido melhor que a igualdade, a dois golos, na visita à capital do Ribatejo, frente aos Empregados do Comércio – parecendo atravessar período mais oscilante, com uma derrota, uma vitória e um empate nas três jornadas mais recentes – baixou assim ao 3.º lugar, a um ponto dos torrejanos.

Mais inesperado terá sido o desfecho do Fazendense claudicando na Chamusca, derrotado por 0-1 – terceiro desaire nos últimos seis encontros –, vendo assim ampliar-se para quatro pontos a distância para o líder.

Ao invés, o União de Tomar, depois de três derrotas nas quatro jornadas iniciais, apenas voltou a perder numa única ocasião, curiosamente… na Chamusca. “Suprimindo” essas tais rondas, os unionistas ocupariam um fantástico 3.º lugar (26 pontos em 13 jogos; apenas a três pontos do Coruchense, e a seis do At. Ouriense) – um exercício meramente académico, apenas demonstrativo da excelente carreira que o clube vem fazendo, em particular no ano de 2014. Desta feita, num desafio em que, no imediato, estava em disputa o 5.º lugar, os tomarenses superiorizaram-se ao sempre difícil conjunto de Amiais de Baixo, ganhando por 2-1.

Quem teve também motivos para sorrir foi a formação de Assentiz, ganhando (2-0) ao Benavente, reencontrando o caminho das vitórias, de que andava arredada desde há seis jornadas. Por fim, o cada vez mais “lanterna vermelha”, U. Abrantina, foi impotente para evitar um pesado desaire caseiro (0-3), na recepção ao Pontével.

À parte os clubes da frente da tabela, os principais beneficiados desta jornada foram a U. Chamusca (a subir do 11.º ao 9.º lugar) e o Assentis (de 13.º para 10.º); em perfeito contraponto, Benavente (“trocando” de posições com a U. Chamusca, descendo de 9.º a 11.º) e Cartaxo (de forma simétrica ao grupo de Assentiz, caindo de 10.º para 13.º) voltam a ver-se envolvidos numa zona muito arriscada da classificação – no “meio”, imóvel, manteve-se a equipa dos Empregados do Comércio, que subsiste na 12.ª posição.

Não obstante, também a este nível as diferenças são ainda escassas: estas cinco equipas estão concentradas num intervalo de apenas três pontos, pelo que, obviamente, nada pode ser dado como adquirido. É que falta ainda bastante campeonato: nove jornadas, ou seja, vamos entrar no último 1/3 da competição.

Ao invés, na II Divisão Distrital, faltando apenas duas jornadas para a conclusão da primeira fase da prova, Atalaiense, Ferreira do Zêzere e Pego (os dois primeiros já garantidos matematicamente), Barrosense (também já apurado), e os regressados U. Santarém e Rio Maior, deverão ser os seis clubes que disputarão, na segunda fase, o título de Campeão desse escalão, assim como as três vagas de acesso à promoção à I Divisão Distrital.

Por fim, no Campeonato de Seniores, com a vitória do Fátima sobre o Riachense (2-0) e a derrota do Alcanenense (1-2) nas Caldas da Rainha, tudo está bastante “embrulhado”, com os cinco primeiros separados somente por dois pontos; a turma de Alcanena baixou ao 3.º posto, agora a um ponto do novo guia, Lourinhanense, enquanto o Fátima é 5.º, um ponto mais abaixo. Parecem dispor ambos, para já, de margem de segurança suficiente face à zona perigosa da classificação (respectivamente de nove e oito pontos), mas terão de manter-se “vigilantes”. Para o grupo de Riachos, nada está ainda definitivamente perdido; continuam a ser cinco os pontos que o separa do Carregado, antepenúltimo classificado.

Neste fim-de-semana, os campeonatos distritais registam novo breve hiato, para disputa da eliminatória correspondente aos ¼ Final da Taça do Ribatejo, com o seguinte alinhamento de jogos: At. Ouriense – U. Tomar; Fazendense – Amiense; U. Almeirim – Assentis; e Cartaxo – Glória do Ribatejo. Com um sorteio “pouco amigável” – desafio em terreno alheio, tendo por opositor o líder –, do União de Tomar aguarda-se, em primeiro lugar, que continue a dignificar o nome do clube, e, com um pouco de “estrelinha”, que possa continuar a ser “feliz”…

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 27 de Fevereiro de 2014)

2 Março, 2014 at 10:00 am Deixe um comentário

«Memórias dos cem anos do União de Tomar contadas em livro»

Recuperar o património histórico do União de Tomar, nomeadamente dos seus momentos mais grandiosos, deixando um legado para as gerações vindouras é o que moveu Leonel Vicente, tomarense de 47 anos, natural da freguesia de Olalhas, a escrever um livro sobre o centenário do U. Tomar. O facto de nunca ter escrito um livro e residir em Lisboa há vários anos, onde exerce a profissão de auditor, não impediu que o desafio lhe fosse lançado pelo actual presidente do clube, Abel Bento.

A obra está em fase de acabamento e vai chegar ao público a 4 de Maio de 2014, data do centenário do U. Tomar. “Este projecto nasceu por altura do 95.º aniversário do clube, como um sonho pouco definido, quando criei um blogue dedicado especificamente à recolha e compilação de dados sobre o historial do União de Tomar (http://uniaotomar.wordpress.com)”, revela a O MIRANTE.

“É um livro que foi sendo escrito ‘a meias’ com uma diversidade de grandes cronistas e autores, alguns dos nomes maiores do jornalismo desportivo em Portugal, a par dos jornalistas locais”, descreve. A obra intercala a narrativa detalhada da história do clube com excertos de crónicas de jogos de várias épocas.

As fotografias, que surgem como separadores das várias partes em que o livro se compõe, são de época, disponibilizadas por várias pessoas, desde jogadores a dirigentes, ou adeptos e simpatizantes, na maior parte das vezes sem que tenha sido possível apurar a sua autoria. O livro foi escrito durante três anos, sobretudo à noite e nos tempos livres, em paralelo com a pesquisa e compilação de documentos. Um trabalho a que, nos últimos meses, se dedicou todas as noites. O prefácio é de Vítor Serpa, há vários anos director do jornal A Bola.

O grande incentivo para escrever o livro deu-se quando, em Maio de 2010, foi realizada uma homenagem aos campeões nacionais da II Divisão de 1973-74, organizada pelos veteranos do União. O convite de José Martins e José Tapadas Martins permitiu-lhe conviver directamente com alguns dos ídolos da sua infância, casos de Conhé, Faustino, Kiki, Manuel José, Raúl Águas, Bolota, Camolas ou Totói, de quem coleccionou os famosos cromos.

Seguiu-se um trabalho de pesquisa, ao longo de cerca de quatro anos, na Hemeroteca de Lisboa, onde consultou todos os exemplares publicados pelos jornais locais, bem como os jornais desportivos nacionais. Passou ainda algum tempo na Biblioteca Municipal de Tomar e na Biblioteca Nacional de Portugal.

Carlos Silva, seu antigo director, ofereceu-lhe a colecção integral do “Jornal União de Tomar”. Apesar de não ter realizado entrevistas formais, Leonel Vicente participou em alguns encontros com veteranos do clube, nomeadamente no Torneio dos Templários, mantendo contactos com antigos jogadores e directores, casos de Faustino, Totói, Mário Pinto ou Rui Costa, onde foram recordadas memórias da vida do clube.

“Tomar tem perdido relevância”

Apesar de Leonel Vicente ter vivido em Tomar apenas até aos sete anos, manteve-se sempre ligado à sua terra natal. Em cada deslocação à cidade lia avidamente os jornais locais para se manter informado sobre tudo. No dia 1 de Março de 2004, decidiu criar um blogue sobre Tomar (http://tomar.wordpress.com) com o intuito de reforçar esse elo.

“É patente que a estagnação do concelho nos últimos anos tenha levado a uma situação de perda de relevância face a municípios vizinhos, com maior capacidade de atracção, a que não é naturalmente alheia também a situação de grave crise que o tecido empresarial local atravessa”, responde, ,quando lhe perguntamos como é que um tomarense que reside fora há tantos anos olha para o seu concelho.

Na opinião de Leonel Vicente, para contrariar o flagelo do desemprego, que é nacional, devem ser adoptadas políticas que possibilitem a fixação de população, por via da captação de investimento. “Julgo também que o potencial turístico e cultural do concelho poderá ser igualmente uma área de desenvolvimento que deverá constituir aposta reforçada”, atesta.

(O Mirante, 27 de Fevereiro de 2014)

28 Fevereiro, 2014 at 2:25 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão) – Benfica – PAOK

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Rúben Amorim, Eduardo Salvio (60m – Lazar Marković), Filip Đjuričić (79m – Rodrigo), Nico Gaitán, André Gomes e Óscar Cardozo (60m – Lima)

PAOKPAOK – Panagiotis Glykos, Stelios Kitsiou, Kostas Katsouranis, Juan Insaurralde, Lino, Ergys Kaçe, Hedwiges Maduro, Lucas Martínez (74m – Zvonimir Vukić), Costin Lazăr, Sekou Oliseh (45m – Miroslav Stoch) (83m – Sotiris Ninis) e Stefanos Athanasiadis

1-0 – Nico Gaitán – 70m
2-0 – Lima (pen.) – 78m
3-0 – Lazar Marković – 79m

Cartões amarelos – Stelios Kitsiou (40m); Sílvio (76m)

Cartão vermelho – Kostas Katsouranis (69m)

Árbitro – Szymon Marciniak (Polónia)

Uma vitória por margem folgada do Benfica, que não traduz as dificuldades que a equipa portuguesa experimentou, sem grandes oportunidades de golo ao longo de toda a primeira parte (apenas um potente remate de Cardozo, a que o guardião contrário correspondeu de forma espectacular), e tendo então passado por um susto, quando Artur, numa deficiente intervenção, apenas à segunda conseguiu deter a marcha da bola, evitando, praticamente em cima da linha de golo, que os gregos se tivessem adiantado.

No segundo tempo, a toada de jogo não se alterou muito, com o Benfica a assumir sempre as “despesas”, controlando o jogo, e procurando construir lances ofensivos.

Mas a incerteza no desfecho do resultado, e, por consequência da eliminatória – apesar de tudo “presa” por um fio algo ténue, de um único golo de vantagem, alcançada na Grécia – prolongar-se-ia, até aos 70 minutos. Só nos derradeiros vinte minutos, jogando contra dez, o Benfica construiria então a tal vantagem folgada, de três golos.

Tudo começou com a falta grosseira de Katsouranis, praticamente em cima da área, na zona frontal, que lhe custou a expulsão por cartão vermelho directo. Na sequência do correspondente livre directo, Nico Gaitán, com uma execução perfeita – uma espécie de “Panenka”, num remate em “folha seca”, a fazer a bola passar por sobre a barreira -, abria o activo e conferia à equipa portuguesa a (definitiva) tranquilidade que há tanto tempo buscava.

Poucos minutos depois, uma mão na bola em plena área, originaria uma grande penalidade, que Lima, com segurança, converteu no segundo golo. E, no minuto imediato, aproveitando mais uma falha da equipa grega, Marković, obteria mais um golo de belo efeito, selando uma goleada (4-0 no conjunto das duas mãos).

Uma bela homenagem ao “velho Capitão”, Senhor Mário Coluna, anteontem desaparecido.

O “segredo” desta eliminatória acabou por estar na solidez defensiva do Benfica, que praticamente não concedeu qualquer oportunidade de golo ao adversário.

Um aspecto a preservar, no contexto da difícil concorrência que o clube defrontará na próxima eliminatória, a equipa inglesa do Tottenham.

27 Fevereiro, 2014 at 9:52 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)

                                 2ª mão     1ª mão      Total
Tottenham - Dnipro                 3-1        0-1        3-2
Rubin Kazan - Betis                0-2        1-1        1-3
Napoli - Swansea                   3-1        0-0        3-1
Trabzonspor - Juventus             0-2        0-2        0-4
Sevilla - Maribor                  2-1        2-2        4-3
Shakhtar Donetsk - Viktoria Plzen  1-2        1-1        2-3
Lyon - Chernomorets Odessa         1-0        0-0        1-0
Ludogorets - Lazio                 3-3        1-0        4-3
Fiorentina - Esbjerg               1-1        3-1        4-2
Salzburg - Ajax                    3-1        3-0        6-1
Basel - Maccabi Tel-Aviv           3-0        0-0        3-0
E. Frankfurt - FC Porto            3-3        2-2        5-5
Genk - Anzhi                       0-2        0-0        0-2
Valencia - D. Kyiv                 0-0        2-0        2-0
Benfica - PAOK                     3-0        1-0        4-0
AZ - Slovan Liberec                1-1        1-0        2-1

As duas equipas portuguesas conseguiram garantir o apuramento, de forma mais folgada o Benfica, mais “à tangente” o FC Porto, numa eliminatória algo esquisita, em que, em ambos os jogos, as equipas da casa desperdiçaram vantagem de 2-0 de que chegaram a dispor, permitindo aos adversários igualar a dois golos; sendo que, em Frankfurt, a equipa da casa chegaria ainda a nova vantagem (3-2), antes de conceder o tento decisivo a quatro minutos do final.

De entre os apurados, destaque para os contingentes espanhol (Valencia, Sevilla e Betis) e italiano (Juventus, Napoli e Fiorentina – que perdeu, nesta eliminatória, a Lazio), seguindo-se Portugal (único país com 2 clubes), para além de 8 outros países com apenas um representante cada (Inglaterra, França, Holanda, Rússia, Bulgária, R. Checa, Suíça e Áustria). De assinalar a ausência de clubes da Alemanha; por outro lado, houve uma razia completa nas equipas da Ucrânia (país, que a par da Itália, registava maior representação nesta eliminatória), com a eliminação de Chernomorets Odessa, Dnipro, D. Kyiv e Shakhtar Donetsk.

Dos clubes que transitaram da Liga dos Campeões mantêm-se em prova seis (Juventus, Benfica, Viktoria Plzeň, Basel, Napoli e FC Porto), apenas tendo sido afastados Shakhtar Donetsk  e Ajax. Por seu lado, dos 12 vencedores da fase de grupos, prosseguem na competição Valencia, Ludogorets, Salzburg, Fiorentina, Sevilla, Lyon, Tottenham e AZ (apenas o Rubin Kazan, E. Frankfurt, Genk e Trabzonspor foram eliminados); os restantes dois apurados (Betis e Anzhi) tinham terminado a fase de grupos no 2.º lugar, respectivamente atrás de Lyon (grupo em que participou o V. Guimarães) e Tottenham.

Os encontros dos 1/8 Final, a disputar já nos próximos dias 13 e 20 de Março, têm o seguinte alinhamento:

AZ – Anzhi
Ludogorets – Valencia
FC Porto – Napoli
Lyon – Viktoria Plzen
Sevilla – Betis
Tottenham – Benfica
Basel – Salzburg
Juventus – Fiorentina

Destaque para o escaldante duelo entre os grandes rivais Sevilla e Betis, assim como para o confronto italiano, entre Juventus e Fiorentina, com as equipas portuguesas a defrontar adversários bastante poderosos, que implicarão uma necessidade de superação em ordem a permitir avançar na competição.

27 Fevereiro, 2014 at 1:38 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)

18.02.2013 – Manchester City – Barcelona – 0-2
25.02.2013 – Olympiakos – Manchester United – 2-0
19.02.2013 – AC Milan – At. Madrid – 0-1
18.02.2013 – Bayer Leverkusen – Paris St.-Germain – 0-4
26.02.2013 – Galatasaray – Chelsea – 1-1
26.02.2013 – Schalke 04 – Real Madrid – 1-6
25.02.2013 – Zenit – Borussia Dortmund – 2-4
19.02.2013 – Arsenal – Bayern München – 0-2

Seis vitórias e um empate, a par de uma única derrota (do Manchester United, em Atenas), com um score global de 20-6 (!) – traduzindo uma tão inequívoca como imprevista superioridade (por tão flagrante) dos vencedores de grupos -, deixa as equipas que jogaram em terreno alheio nesta primeira mão, praticamente todas, à beira do apuramento para os 1/4 Final. Salvo maiores surpresas, das equipas que agora actuaram em casa, apenas o Olympiakos parece ter aspirações a, na segunda mão, em Manchester, confirmar tal apuramento.

25 Fevereiro, 2014 at 10:26 pm Deixe um comentário

Adeus, “Capitão”

Coluna

Obrigado, “Senhor Coluna”!

Ao longo de 16 épocas (de 1954 a 1970), Mário Coluna disputou 525 jogos aos serviço do Benfica, tendo marcado 127 golos. Foi capitão de equipa, de 1963 a 1070. Conquistou 19 títulos (jogador com mais conquistas ao serviço do clube): 2 vezes Campeão Europeu (1960-61 e 1961-62); 10 vezes Campeão Nacional (1954-55, 1956-57, 1959-60, 1960-61, 1962-63, 1963-64, 1964-65, 1966-67, 1967-68, 1968-69); 7 Taças de Portugal.

Foi internacional pela “Selecção A” de Portugal – que capitaneou no “Mundial de 1966”, em Inglaterra, obtendo o 3.º lugar – por 57 vezes, tendo marcado 8 golos.

25 Fevereiro, 2014 at 6:09 pm Deixe um comentário

Livro do Centenário do União de Tomar – Excerto exemplificativo

UT- Centenario - Capa
(clicar na imagem para aceder a algumas páginas exemplificativas do livro do Centenário do União de Tomar)

24 Fevereiro, 2014 at 9:16 pm Deixe um comentário

EURO 2016 – Sorteio da Fase de Qualificação

Realizou-se hoje, em Nice, o sorteio da Fase de Qualificação para o Campeonato da Europa de Futebol de 2016, cuja fase final será disputada em França. É a seguinte a constituição dos Grupos:

Grupo A                Grupo B                Grupo C

Holanda                Bósnia-Herzegovina     Espanha
R. Checa               Bélgica                Ucrânia
Turquia                Israel                 Eslováquia
Letónia                P. Gales               Bielorrússia
Islândia               Chipre                 Macedónia
Cazaquistão            Andorra                Luxemburgo

Grupo D                Grupo E                Grupo F

Alemanha               Inglaterra             Grécia
Irlanda                Suíça                  Hungria
Polónia                Eslovénia              Roménia
Escócia                Estónia                Finlândia
Geórgia                Lituânia               I. Norte
Gibraltar              S. Marino              I. Faroé

Grupo G                Grupo H                Grupo I

Rússia                 Itália                 Portugal
Suécia                 Croácia                Dinamarca
Áustria                Noruega                Sérvia
Montenegro             Bulgária               Arménia           
Moldávia               Azerbaijão             Albânia
Liechtenstein          Malta

Portugal – beneficiando do seu estatuto de “cabeça-de-série” – vê-se enquadrado num Grupo, em que terá como principais adversários a Dinamarca e a Sérvia, necessitando de justificar o seu favoritismo, para garantir o apuramento.

Com a fase final da prova a ter – numa estreia na história da competição -, um total de 24 países participantes, serão portanto apurados os 2 primeiros classificados de cada Grupo, assim como o melhor dos 3.º classificados, e, ainda outros 4 dos restantes 3.º (em sistema de play-off).

23 Fevereiro, 2014 at 12:01 pm Deixe um comentário

Older Posts Newer Posts


Autor – Contacto

Destaques


Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade
União de Tomar - Recolha de dados históricosSporting de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Maio 2026
S T Q Q S S D
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.