Qualificação para o “EURO 2020” – Classificações

Grupo A-B-CGrupo D-E-FGrupo G-HGrupo I-J

Apuraram-se directamente para a fase final os dois primeiros classificados de cada grupo, num total de 20 países qualificados. As restantes 4 vagas serão definidas por via dos “play-off” (a disputar apenas em Março de 2020), com base no escalonamento registado na “Liga das Nações” por parte das selecções não apuradas nesta fase de qualificação:

  • Islândia (Liga A) + 3 (Bulgária/Israel/Hungria/Roménia – Liga C)
  • Bósnia-Herzegovina, Eslováquia, Irlanda e I. Norte (Liga B)
  • Escócia, Noruega, Sérvia + 1 (Liga C)
  • Geórgia, Macedónia Norte, Kosovo e Bielorrússia (Liga D)

Dos 12 participantes na “Liga A”, apenas a Islândia não obteve agora o apuramento. Dos participantes na “Liga B” apuraram-se oito, disputando os restantes quatro o “play-off”. A Finlândia foi a única selecção que participou na “Liga C”, que conseguiu agora o apuramento directo.

A selecção mais penalizada com o novo esquema de “play-off” foi a da Grécia, único dos 3.º classificados na presente fase de qualificação que não terá acesso a tal via de apuramento.

Actualização a 22.11.2019 – Em função do sorteio entretanto realizado, é o seguinte o agrupamento dos jogos das “meias-finais” dos “play-off”:

Islândia – Roménia
Bulgária-Hungria
Bósnia-Herzegovina – I. Norte
Eslováquia – Irlanda
Escócia – Israel
Noruega – Sérvia
Geórgia – Bielorrússia
Macedónia do Norte – Kosovo

As finais, a disputar a 31.03.2020, terão o seguinte alinhamento:

Bulgária/Hungria – Islândia/Roménia
Bósnia-Herzegovina/I. Norte – Eslováquia/Irlanda
Noruega/Sérvia – Escócia/Israel
Geórgia/Bielorrússia – Macedónia do Norte/Kosovo

19 Novembro, 2019 at 11:28 pm Deixe um comentário

Luxemburgo – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Luxemburgo Luxemburgo – Anthony Moris, Laurent Jans, Maxime Chanot, Lars Gerson, Dirk Carlson, Vincent Thill (82m – Aurélien Joachim), Leandro Barreiro Martins (74m – Danel Sinani), Aldin Skenderović, Dave Turpel (59m – Olivier Thill), Gerson Rodrigues e Maurice Deville

Portugal Portugal – Rui Patrício, Ricardo Pereira, José Fonte, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Bruno Fernandes (90m – Rúben Neves), Danilo Pereira, Pizzi (62m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva e André Silva (71m – Diogo Jota)

0-1 – Bruno Fernandes – 39m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 86m

Cartões amarelos – Maurice Deville (7m) e Maxime Chanot (16m); Bernardo Silva (71m)

Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)

Num magnífico ciclo iniciado no ano 2000, Portugal marcará presença, pela 11.ª vez consecutiva, em fases finais de grandes competições (6 Europeus e 5 Mundiais)! (Anteriormente, apurara-se apenas para dois Mundiais, em 1966 e 1986, e dois Europeus, em 1984 e 1996).

Depois da boa exibição ante a Lituânia, este último desafio, no Luxemburgo, num relvado em condições impróprias (enlameado, com grandes peladas, impedindo a bola de rolar), ficou marcado por um desempenho de baixa qualidade por parte da selecção portuguesa, que, em regime de “serviços mínimos”, optando pelo pragmatismo, acabou por confirmar a vitória que lhe garantia o apuramento (afinal, em função do empate consentido pela Sérvia já em período de compensação, Portugal até poderia ter perdido este encontro…).

Mas a incerteza chegou a pairar, desde cedo, dado a Sérvia ter marcado logo no início do seu jogo, enquanto Portugal sofria, então, uma imprevista pressão luxemburguesa, que, em rápidas transições, sempre que a equipa portuguesa perdia o controlo da boa, esteve bem próximo de poder adiantar-se no marcador (três ocasiões de perigo, entre os cinco e os 25 minutos), o que, a ter sucedido, viria complicar ainda mais as coisas.

Com grande dificuldade em adaptar-se ao terreno e de encontrar a melhor forma de lidar com a questão – com um estilo de futebol directo, pouco sucedido -, seria com alguma felicidade (um lance esporádico, de “génio”) que Portugal chegaria ao golo, num magnífico lançamento de Bernardo Silva para Bruno Fernandes, a ganhar as costas dos adversários e, depois de dominar, a finalizar da melhor forma.

No recomeço, José Fonte poderia ter ampliado a contagem, mas o cariz do jogo não se alteraria, com o Luxemburgo outra vez a ameaçar (remate de Gerson sobre a barra), o que fez com que Fernando Santos adoptasse medidas “cautelares”, com a entrada de João Moutinho a procurar reforçar o meio-campo, em especial na sua acção defensiva, passando a privilegiar-se a posse de bola e os passes curtos. Em contraponto, o seleccionador do Luxemburgo arriscava, colocando em campo Sinani e, ainda em nova aposta ofensiva, Joachim.

Perante um cenário em que se receava pudesse surgir o tento do empate, acabaria por ser Portugal a sentenciar o desfecho da partida, com Cristiano Ronaldo a marcar o seu 99.º golo pela selecção, a confirmar, em cima da linha de baliza, um lance em que a bola, tocada de forma algo atabalhoada por Diogo Jota (outra vez na sequência de uma grande abertura de Bernardo Silva), se encaminhava já para as redes.

Faltavam quatro minutos para o final e Portugal podia, enfim, “respirar” de alívio…

Por incrível coincidência, Portugal obtinha, ante o Luxemburgo, a sua vitória n.º 300, repetindo os anteriores marcos históricos registados precisamente ante este mesmo adversário (o centésimo triunfo da selecção portuguesa, em 1986, assim como a sua 200.ª vitória, em 2006).

Afinal, num grupo desequilibrado como este, o apuramento para a fase final do “EURO 2020” (7.ª presença consecutiva de Portugal em fases finais do Europeu, desde 1996) ficara já “traçado” há algum tempo, logo no terceiro jogo de Portugal nesta campanha, a 7 de Setembro, em Belgrado, com o triunfo por 4-2 ante a Sérvia).

Estão já qualificadas as seguintes 17 selecções: Portugal, Holanda, Inglaterra, Bélgica, França, Espanha, Itália, Croácia, Polónia, Alemanha, Ucrânia, Suécia, Rússia, Áustria, R. Checa, Turquia e Finlândia. As três vagas restantes de apuramento directo serão disputadas entre: Dinamarca, Suíça e Irlanda (apuram-se dois) e Hungria, País de Gales e Eslováquia (apura-se um).

Por outro lado – em função dos respectivos desempenhos na “Liga das Nações” -, confirmaram já a participação nos “play-off” (para determinar os quatro últimos países apurados): Islândia (“Liga A”); Bósnia-Herzegovina e I. Norte (“Liga B”); Escócia, Noruega, Sérvia, Bulgária, Israel e Roménia (“Liga C”); e Geórgia, Macedónia do Norte, Kosovo e Bielorrússia (“Liga D”). A estas 13, juntar-se-ão ainda as três selecções (das anteriormente referidas) que não alcançarem o apuramento directo.

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         8     6     2     -    17 -  4    20
2º Portugal        8     5     2     1    22 -  6    17
3º Sérvia          8     4     2     2    17 - 17    14
4º Luxemburgo      8     1     1     6     7 - 16     4
5º Lituânia        8     -     1     7     5 - 25     1

10ª jornada

17.11.2019 – Luxemburgo – Portugal – 0-2
17.11.2019 – Sérvia – Ucrânia – 2-2
(mais…)

17 Novembro, 2019 at 4:00 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 9ª Jornada

O pulsar do campeonato - 2019-20 - 9jornada

(“O Templário”, 14.11.2019)

Numa semana em que os dois primeiros voltaram a aumentar distâncias – o duo que reparte agora o 3.º lugar regista já um atraso de oito pontos em relação ao líder – o facto mais saliente terá sido a forma como o Coruchense resiste, segurando-se no grupo da frente, um ponto mais abaixo. De resto, o 100% vitorioso U. Almeirim e o seu mais directo rival, U. Tomar (que somou 5.º triunfo sucessivo, oitavo em nove jogos) “aquecem já os motores” para o embate da próxima ronda.

Destaques – No encontro mais importante da 9.ª jornada, o Coruchense fez “prova de vida”, tendo ido vencer a Abrantes, por 2-1, numa partida equilibrada, não isenta de controvérsia, em que o Abrantes e Benfica, embora batido, demonstrou uma vez mais a sua valia, podendo ter obtido resultado mais positivo. Tal desfecho proporcionou um reagrupamento dos clubes classificados entre o 3.º e o 6.º lugar, agora separados entre si apenas por dois pontos.

E isto porque, por outro lado, também o Cartaxo cedeu pontos, atrasando-se, pois, face ao par da frente, ao não conseguir ir além do nulo na deslocação a Torres Novas, um empate que terá deixado mais satisfeitos os torrejanos, os quais mantêm tranquila posição a meio da tabela, tendo aumentado ligeiramente a diferença para o quinteto de clubes da cauda, todos eles derrotados.

A outra nota de realce vai para o Amiense, que conseguiu, não só quebrar um ciclo negativo de seis jogos sem ganhar (seguia, aliás, numa série de quatro desaires sucessivos), como contrariar a história, tendo ido ganhar, também por 2-1, aos Riachos, onde perdera em todas as cinco últimas deslocações. Tal proporciona ao clube de Amiais de Baixo, desde já, “respirar melhor”, podendo dar à equipa a confiança necessária para explanar em campo o seu potencial.

Confirmações – Nas restantes cinco partidas não houve qualquer surpresa a assinalar, tendo os favoritos confirmado os superiores argumentos que, no papel, possuem.

Não obstante, o líder, U. Almeirim, começou por sofrer um susto, na visita a Rio Maior, onde se viu em desvantagem, vendo-se forçado a operar reviravolta, para acabar por ganhar por tangencial 2-1, com o tento do empate a surgir na sequência de uma algo controversa grande penalidade. Terá sido uma das menos conseguidas exibições dos almeirinenses, frente a um adversário que vem subindo de forma, à medida que os jogadores se vão entrosando neste patamar competitivo.

Por seu lado, o U. Tomar, outra vez dominador, não tendo permitido grandes veleidades à formação da Glória do Ribatejo, venceu por margem relativamente escassa (2-0 – marcador que, aliás, se repete pela quarta vez em cinco confrontos entre ambos em Tomar, incluindo um a contar para a Taça do Ribatejo), depois de ter chegado ao intervalo com a vantagem mínima. Continuando a denotar boa consistência, com uma campanha muito segura, o grupo unionista mantém bons registos em termos de médias de golos marcados (2,33) e golos sofridos (0,56), tendo registado o sexto desafio em que manteve a sua baliza inviolada, sendo que marcou em todos os nove jogos já disputados.

Nas Fazendas de Almeirim, num interessante confronto entre dois bons conjuntos, o Fazendense venceu o Ferreira do Zêzere, mercê de um solitário tento, o que lhe permite manter-se colado ao pelotão da frente, somente a dois pontos do Cartaxo e do Abrantes e Benfica.

O Samora Correia, actuando no seu terreno, obteve terceiro triunfo consecutivo, impondo ao Moçarriense terceira goleada seguida (depois das derrotas em Rio Maior e com o U. Tomar), ganhando por 4-0, igualando assim o Torres Novas, precisamente a meio da pauta classificativa.

Por fim, o Mação, pese embora já bastante afastado do topo da classificação – com um fosso de 14 pontos a separá-lo do comandante – aproveitou a recepção ao “lanterna vermelha”, Pego, para voltar aos triunfos, de que se encontrava arredado há três jornadas. A turma maçaense ocupa agora a 7.ª posição, a quatro pontos do Fazendense, liderando um segundo grupo de concorrentes.

II Divisão Distrital – O Alcanenense soma e segue, averbando a 5.ª vitória em outras tantas jornadas, mas, desta vez, com dificuldade, como indicia o tangencial 2-1 registado na recepção ao Caxarias. A turma de Alcanena beneficiou da igualdade (1-1) entre Tramagal e Entroncamento AC para se isolar na liderança. Destaque ainda para o bom desempenho da jovem equipa tomarense, que obteve a sua terceira vitória em quatro jogos (4-1), ante o Aldeiense, repartindo agora o 3.º posto com a U. Atalaiense.

A Sul, o Marinhais, ganhando por magro 1-0 na recepção ao Fazendense “B” mantém-se no comando, dois pontos acima do Espinheirense (vencedor por 4-2, ante o Salvaterrense).

Campeonato de Portugal – Esta foi uma ronda bem positiva para os representantes do Distrito, que obtiveram, ambos, importantes triunfos: o Fátima, por 2-0, na recepção ao Oliveira do Hospital; o U. Santarém, também em casa, por 1-0, frente ao Sp. Ideal.

Em função destes resultados, após a 10.ª jornada, os fatimenses, somando 16 pontos (quatro vitórias e quatro empates), integram o lote dos 3.º classificados, somente a três pontos do Beira-Mar; quanto aos escalabitanos, contando 11 pontos (três vitórias e dois empates) subiram ao 13.º lugar, imediatamente acima da “linha de água”.

Antevisão – É chegado então o, até agora, “jogo do ano”: em Almeirim cruzam-se os dois primeiros classificados do principal escalão do futebol distrital, em busca da supremacia, numa partida em que o U. Almeirim beneficiará, não apenas do factor casa, como, paralelamente, de se encontrar em posição mais vantajosa, decorrente do seu percurso triunfal até à data. Para o U. Tomar, tendo noção de que o campeonato é longo, será crucial, não obstante, alcançar um resultado positivo, até em termos motivacionais.

Dos outros encontros da 10.ª ronda, referência ainda ao Coruchense-Torres Novas (com amplo favoritismo dos visitados), Amiense-Fazendense, de tendência repartida, assim como para o “derby” Pego-Abrantes e Benfica, em que os pegachos pretenderão certamente causar surpresa.

Na II Divisão, assinalam-se, em especial, os seguintes encontros: Ortiga-Tramagal, Entroncamento-U. Atalaiense e Benavente-Porto Alto.

No Campeonato de Portugal, o Fátima desloca-se à Marinha Grande, para defrontar o Marinhense (8.º classificado, a par do U. Leiria), depois do duplo confronto aí realizado na Taça de Portugal (com um empate e uma vitória dos “vidreiros”); o U. Santarém terá também uma saída difícil, até Torres Vedras, para defrontar o actual 7.º classificado, Torreense, sem vencer há quatro jogos.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 14 de Novembro de 2019)

17 Novembro, 2019 at 11:00 am Deixe um comentário

Portugal – Lituânia (Europeu 2020 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Ricardo Pereira, Rúben Dias, José Fonte, Mário Rui, Rúben Neves, Bruno Fernandes (72m – João Moutinho), Pizzi, Cristiano Ronaldo (83m – Diogo Jota), Bernardo Silva (66m – Bruma) e Gonçalo Paciência

Lituânia Lituânia – Ernestas Šetkus, Saulius Mikoliūnas, Markus Palionis, Edvinas Girdvainis, Vytautas Andriuškevičius, Vykintas Slivka, Domantas Šimkus, Mantas Kuklys (57m – Deivydas Matulevičius), Arvydas Novikovas, Paulius Golubickas (72m – Justas Lasickas) e Fedor Černych (80m – Donatas Kazlauskas)

1-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 7m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 22m
3-0 – Pizzi – 52m
4-0 – Gonçalo Paciência – 56m
5-0 – Bernardo Silva – 63m
6-0 – Cristiano Ronaldo – 65m

Cartões amarelos – Markus Palionis (27m) e Saulius Mikoliūnas (80m)

Árbitro – Ruddy Buquet (França)

Portugal volta a adiar o apuramento, pelo menos, para a derradeira ronda (isto, se não acabar por vir a ser, de novo, forçado a “horas extra”, por via de mais um play-off).

Em paralelo, neste jogo em concreto, cumpriu (com “distinção”) mais um requisito para a qualificação, ganhando, com naturalidade, ficando, pois, a faltar “apenas” mais um triunfo, no Luxemburgo (no limite, a selecção nacional até poderia perder essa partida, desde que a Sérvia não vença a Ucrânia…).

E fê-lo de forma muito agradável, sendo que, todavia, se revelou muito difícil distrinçar a parte que se deveu a uma exibição bastante fluida e a parte que decorreu da grande fragilidade competitiva do adversário, completamente inofensivo.

Tais foram as facilidades, tal foi a “avalanche” de futebol ofensivo de Portugal – que teve o mérito de encarar este desafio com grande concentração e atitude -, que poderia ter sido perfeitamente atingida uma goleada mesmo histórica (os dois dígitos justificavam-se tal o desnível evidenciado dentro de campo).

Num jogo de sentido único, com Bernardo Silva a dinamizar a frente de ataque de Portugal, beneficiando também do “poder de choque” de Gonçalo Paciência (com três soberanas ocasiões para marcar, entre o primeiro e o segundo golo), Cristiano Ronaldo apontou mais um “hat-trick”, fazendo subir a sua contagem pessoal ao serviço da selecção para números “astronómicos”: 98 golos (agora somente a 11 do “record” mundial do iraniano Ali Daei).

Após um curto 2-0 ao intervalo, a turma portuguesa rapidamente resolveu a contenda logo a abrir o segundo tempo e, então, com a formação da Lituânia “desorientada”, chegou a pensar-se na possibilidade da tal goleada histórica.

Mas, embora Cristiano Ronaldo porfiasse em continuar em campo, em busca de mais algum golo, por coincidência ou não, a verdade é que, após a saída de Bernardo Silva, Portugal não voltaria a marcar.

De facto, nos últimos dez minutos – então com a selecção lusa já com “a cabeça” no Luxemburgo – pouco se jogaria já, com as duas equipas plenamente “conformadas” com o resultado (mais golo, menos golo, nada alteraria nas contas do grupo).

Em qualquer caso, fica a nota muito favorável para a exibição da selecção portuguesa, a seriedade e determinação com que assumiu a importância deste encontro, a prometer um desfecho positivo para esta campanha, pese embora o adversário que defrontará no Domingo ser de qualidade bastante superior ao desta noite.

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         7     6     1     -    15 -  2    19
2º Portugal        7     4     2     1    20 -  6    14
3º Sérvia          7     4     1     2    15 - 15    13
4º Luxemburgo      7     1     1     5     7 - 14     4
5º Lituânia        8     -     1     7     5 - 25     1

9ª jornada

14.11.2019 – Portugal – Lituânia – 6-0
14.11.2019 – Sérvia – Luxemburgo – 3-2
(mais…)

14 Novembro, 2019 at 10:34 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 8ª Jornada

O pulsar do campeonato - 2019-20 - 8jornada

(“O Templário”, 07.11.2019)

Em função dos desfechos da 8.ª ronda da I Divisão Distrital, começam a ampliar-se as diferenças pontuais entre o pelotão da frente, com U. Almeirim (100% vitorioso) e U. Tomar (sete triunfos) a destacar-se dos demais, com o Abrantes e Benfica agora a cinco pontos do guia, o Cartaxo a seis e o Coruchense já com nove pontos de atraso. Ainda numa fase relativamente inicial da prova, não será arriscar demasiado apontar um destes cinco clubes como futuro Campeão.

Destaques – Na partida mais aliciante da jornada, entre dois candidatos, o Cartaxo recebeu e bateu o Coruchense por 2-0, o que permitiu aos cartaxeiros manter as distâncias para os dois primeiros na tabela, afastando ainda mais a turma do Sorraia, a atravessar um ciclo difícil – tendo somado terceiro desaire nos quatro últimos desafios disputados no campeonato –, começando a ver muito reduzida a sua “margem de manobra”, podendo o seu próximo jogo ser crucial.

Por seu lado o U. Tomar continua em destaque, tendo averbado uma excelente vitória – a quarta consecutiva – no reduto do Moçarriense, por categórica marca de 5-0. Perante um animoso adversário, que procurava redimir-se do desfecho negativo da semana anterior, e tendo, uma vez mais, chegado ao intervalo “em branco”, após ter conseguido quebrar a barreira defensiva (e a resistência anímica) contrária surgiria então uma torrente de golos para os unionistas, quase em catadupa. Correspondendo à posição que ocupa na classificação, os tomarenses registam actualmente o 2.º ataque mais concretizador (19 golos), a par da 2.ª defesa menos batida (5 golos).

Quem segue agora de “vento em popa” é o Ferreira do Zêzere, tendo somado terceiro triunfo sucessivo, e por números robustos, goleando o frágil Riachense por 6-0, o que lhe proporcionou galgar mais alguns degraus, até um bem mais tranquilo 8.º posto.

O Samora Correia conseguiu também bisar a vitória, tendo ido ganhar ao Pego por 2-1, que continua com grandes dificuldades para escapar à indesejada condição de “lanterna vermelha”. No imediato, os samorenses (agora no 10.º lugar) podem “respirar” um pouco melhor.

Surpresa – A surpresa da jornada veio de Monsanto (“casa emprestada” do Amiense), onde o Torres Novas, reagindo positivamente às contrariedades que vem sofrendo – e depois de quatro jogos sem vencer –, foi ganhar por 1-0, ascendendo assim ao 7.º lugar; mas, mais importante, distanciando-se da zona delicada da tabela, na qual, inesperadamente, a formação de Amiais de Baixo (sofrendo quarto desaire sucessivo) se vê, por agora, envolvida.

Confirmações – O U. Almeirim, recebendo o rival Fazendense, no “derby” municipal, ganhou por 2-0, somando o oitavo triunfo em outras tantas partidas disputadas. Mais impressionante ainda: os “imparáveis” almeirinenses defrontaram (e bateram) já todos os (seis) clubes actualmente posicionados entre o 3.º e o 8.º lugar da classificação!

Noutro ponto de interesse, o Mação – pese embora tenha interrompido uma notável série de seis vitórias consecutivas do Abrantes e Benfica – não conseguiu ir além da igualdade a uma bola, num embate que se afigurava ser já de cariz determinante para as aspirações dos maçaenses, no sentido de poderem vir a revalidar o título conquistado há duas épocas. O Mação (com um único triunfo nos cinco últimos jogos) viu, assim, dilatar-se – para praticamente insuperáveis 14 pontos – o fosso que o separa do líder, tendo caído mesmo até modesta 9.ª posição na pauta classificativa.

A equipa da Glória do Ribatejo fez valer o factor casa, impondo-se a um ainda inconstante Rio Maior, ganhando por tangencial 1-0, o suficiente para igualar pontualmente esse adversário (tal como o Amiense), tendo, em paralelo, ultrapassado Riachense e Moçarriense, transpondo assim a “linha de água”, o seu objectivo primordial na competição.

II Divisão Distrital – Alcanenense (com mais uma soberba goleada, de 7-0, em Alferrarede) e Tramagal (goleando também, por 4-1, em Abrantes a equipa “B” local) prosseguem as respectivas trajectórias triunfais, já com cinco pontos de vantagem sobre Entroncamento AC (com um jogo a menos) e Ortiga, equipas que, em confronto directo na 4.ª jornada, não desfizeram o nulo.

A Sul, o Marinhais, ganhando em Benfica do Ribatejo (2-1), beneficiou do empate cedido pelo Benavente na Golegã para se isolar no comando, um ponto acima dos benaventenses, seguidos de imediato pelo Espinheirense, que venceu, também por 2-1, no terreno do Forense.

Campeonato de Portugal – O Fátima obteve mais um resultado positivo, tendo ido empatar (1-1) frente ao Oleiros, fixando-se, por agora, na 7.ª posição (mas somente a três pontos do vice-líder, Beira-Mar), mantendo a vantagem de cinco pontos em relação à zona de relegação.

Menos eficaz, o U. Santarém voltou a ser desfeiteado, tendo sido batido em virtude de um solitário tento sofrido na Sertã, o que lhe custou a descida a um preocupante 15.º lugar, pese embora apenas a dois pontos de Marinhense e Oliveira do Hospital, últimas equipas em zona de manutenção.

Antevisão – Na próxima jornada as atenções estarão sobretudo focadas, a nível da I Divisão, no Abrantes e Benfica-Coruchense, o tal jogo que poderá ser já de “tudo ou nada” para a formação do Sorraia, a qual, em caso de derrota, deverá comprometer decisivamente as suas aspirações, numa fase tão prematura, quando não atingimos ainda o primeiro terço do campeonato.

E isto porque se antevê que, com maior ou menor dificuldade, U. Almeirim (visita Rio Maior) e U. Tomar (recebe a turma da Glória do Ribatejo) possam vir a somar mais três pontos cada.

Em teoria de maior complexidade será a tarefa do Cartaxo, em deslocação a Torres Novas, sem prejuízo de os cartaxeiros se perfilarem como favoritos para esse confronto.

Na II Divisão, o realce vai para o Alcanenense-Caxarias e Tramagal-Entroncamento AC, devendo o Marinhais (que será visitado pela equipa “B” do Fazendense) aproveitar a folga do Benavente para ampliar a sua vantagem no comando, cuja margem dependerá também do desfecho do Espinheirense-Salvaterrense, partida na qual os visitados serão favoritos.

No Campeonato de Portugal, o Fátima recebe o Oliveira Hospital, tendo uma boa oportunidade para consolidar a sua posição na primeira metade da classificação; já o U. Santarém recebe o seu actual parceiro na tabela, Sp. Ideal (Açores), sendo importante que possa vencer.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 7 de Novembro de 2019)

10 Novembro, 2019 at 11:00 am Deixe um comentário

Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
LASK Linz – PSV Eindhoven – 4-1
Rosenborg – Sporting – 0-2

1º Sporting, 9; 2º LASK Linz e PSV Eindhoven, 7; 4º Rosenborg, 0

Grupo F
Standard Liège – E. Frankfurt – 2-1
V. Guimarães – Arsenal – 1-1 (06.11.2019)

1º Arsenal, 10; 2º Standard Liège e E. Frankfurt, 6; 4º V. Guimarães, 1

Grupo G
Rangers – FC Porto – 2-0
Feyenoord – Young Boys – 1-1

1º Young Boys e Rangers, 7; 3º Feyenoord e FC Porto, 4

Grupo K
Wolverhampton – Slovan Bratislava – 1-0
Sp. Braga – Beşiktaş – 3-1

1º Sp. Braga, 10; 2º Wolverhampton, 9; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 0

Ainda com duas jornadas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final os seguintes clubes: Sevilla, Basel, Celtic, Espanyol e Manchester United.
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7 Novembro, 2019 at 9:59 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Paris St.-Germain – Brugge – 1-0
Real Madrid – Galatasaray – 6-0

1º Paris St.-Germain, 12; 2º Real Madrid, 7; 3º Brugge, 2; 4º Galatasaray, 1

Grupo B
Bayern – Olympiakos – 2-0
Crvena Zvezda – Tottenham – 0-4

1º Bayern, 12; 2º Tottenham, 7; 3º Crvena Zvezda, 3; 4º Olympiakos, 1

Grupo C
D. Zagreb – Shakhtar Donetsk – 3-3
Atalanta – Manchester City – 1-1

1º Manchester City, 10; 2º Shakhtar Donetsk e D. Zagreb, 5; 4º Atalanta, 1

Grupo D
Bayer Leverkusen – At. Madrid – 2-1
Lokomotiv Moskva – Juventus – 1-2

1º Juventus, 10; 2º At. Madrid, 7; 3º Lokomotiv Moskva e Bayer Leverkusen, 3

Grupo E
Napoli – RB Salzburg – 1-1
Liverpool – Genk – 2-1

1º Liverpool, 9; 2º Napoli, 8; 3º RB Salzburg, 4; 4º Genk, 1

Grupo F
B. Dortmund – Inter – 3-2
Barcelona – Slavia Praha – 0-0

1º Barcelona, 8; 2º B. Dortmund, 7; 3º Inter, 4; 4º Slavia Praha, 2

Grupo G
Lyon – Benfica – 3-1
Zenit – RB Leipzig – 0-2

1º RB Leipzig, 9; 2º Lyon, 7; 3º Zenit, 4; 4º Benfica, 3

Grupo H
Chelsea – Ajax – 4-4
Valencia – Lille – 4-1

1º Ajax, Chelsea e Valencia, 7; 4º Lille, 1

Ainda com duas rondas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões os seguintes clubes: Paris St.-Germain, Bayern e Juventus.

6 Novembro, 2019 at 9:58 pm 1 comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (17) Real Madrid – Roma

Real Madrid Roma

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
2001-02 LCE  Grupo Roma-Real Madrid 1-2   Real Madrid-Roma 1-1
2002-03 LCE  Grupo Roma-Real Madrid 0-3   Real Madrid-Roma 0-1
2004-05 LCE  Grupo Real Madrid-Roma 4-2   Roma-Real Madrid 0-3
2007-08 LCE   1/8  Roma-Real Madrid 2-1   Real Madrid-Roma 1-2
2015-16 LCE   1/8  Roma-Real Madrid 0-2   Real Madrid-Roma 2-0
2018-19 LCE  Grupo Real Madrid-Roma 3-0   Roma-Real Madrid 0-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Real Madrid - Roma                 12    8    1    3   24 –  9

Os caminhos de Real Madrid e Roma nas competições europeias apenas se cruzaram pela primeira vez já no século XXI, tendo, desde então, integrado por quatro ocasiões o mesmo grupo da Liga dos Campeões (as três primeiras concentradas no quadriénio de 2001 a 2005).

A regra têm sido as vitórias do Real Madrid (oito, face a apenas três da Roma – tendo, curiosamente, duas delas sido obtidas em Madrid, enquanto, por seu lado, os “merengues” ganharam em cinco das suas seis deslocações a Roma!), destacando-se também o reduzido número de golos apontados pelos romanos (apenas nove, nos doze desafios disputados – tendo ficado a zero em metade dos encontros).

Nas duas situações de confrontos a eliminar, por coincidência repetiram-se os “placards” nos jogos em casa e fora, tendo a Roma vencido as duas partidas em 2008 e perdido os dois encontros em 2016. A formação italiana cairia logo de seguida, nos 1/4 de final, ante o futuro Campeão, Manchester United (em 2007-08); por seu lado, o Real Madrid prosseguiria o seu percurso triunfal, em 2015-16, para garantir o seu 11.º título (repetindo o desfecho da Final de 2014, impondo-se ao At. Madrid… desta feita no desempate da marca de grande penalidade).

Nas quatro temporadas em que partilharam o mesmo grupo, os dois clubes começaram por superar essa fase inicial em 2001-02 e 2002-03, assim como na época passada, com a Roma a quedar-se pela 2.ª fase de grupos nos dois primeiros casos, tendo sido eliminada nos 1/8 de final, pelo FC Porto, em 2018-19; em 2004-05 os italianos não conseguiram o apuramento, tendo sido mesmo útlimos classificados do seu grupo.

Quanto ao Real Madrid, sagrar-se-ia também Campeão Europeu em 2001-02 (9.º título), sendo afastado pela Juventus nas meias-finais no ano seguinte e, igualmente pela “Vecchia Signora”, em 2004-05 (nos 1/8 de final) – tal como sucederia em 2018-19, agora derrotado pelo Ajax, logo na primeira ronda a eliminar.

6 Novembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª jornada – Olympique Lyonnais – Benfica

Olympique LyonnaisOlympique Lyonnais – Anthony Lopes, Léo Dubois, Jason Denayer, Joachim Andersen, Youssouf Koné, Jeff Reine-Adélaïde (73m – Bertrand Traoré), Thiago Mendes, Lucas Tousart, Houssem Aouar (90m – Marcelo), Moussa Dembélé e Memphis Depay (45m – Maxwel Cornet)

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro” (16m – Jardel Vieira), Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes (45m – Haris Seferović), Florentino Luís, Gabriel Pires, Francisco “Chiquinho” Machado, Franco Cervi (73m – Luís Fernandes “Pizzi”) e Carlos Vinicius

1-0 – Joachim Andersen – 4m
2-0 – Memphis Depay – 33m
2-1 – Haris Seferović – 78m
3-1 – Bertrand Traoré – 89m

Cartões amarelos – Gabriel Pires (43m) e Florentino Luís (50m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

Bruno Lage tinha “prometido” um Benfica que procuraria estar à altura da sua história europeia, com a ambição de seguir em frente na Liga dos Campeões, o que passava, inevitavelmente, pela obtenção de um resultado positivo em Lyon.

Independentemente dos méritos e razões justificativas das opções técnicas que tem tomado, a nível da composição do “onze” inicial, a verdade é que, tardando os resultados, a contestação a tais escolhas tende, naturalmente, a aumentar.

Em função de uma espécie de “caminho das pedras” que o clube vem percorrendo, a nível dos desfechos (negativos) que tem vindo a acumular, emerge a dúvida sobre se será sustentável – e se poderá vir algum dia a produzir frutos desportivos – a aposta num grupo tão jovem, cuja rentabilização pressuporá necessariamente a sua continuidade e maturação na equipa.

Neste contexto, dificilmente seria pior o início deste jogo, com o Benfica praticamente a entrar em campo a perder – na sequência de um pontapé de canto, com a equipa a denotar alguma passividade -, para, decorridos pouco mais de dez minutos, ver um dos (jovens) esteios da sua defesa ser forçado a sair (após ter passado mesmo por breve período de perda de sentidos, sendo retirado de maca, com colar cervical) na sequência de um contundente embate do seu próprio guardião.

Não obstante, no imediato, a equipa até pareça não ter acusado em demasia o tento sofrido, a verdade é que as circunstâncias do jogo se alteraram, com a formação portuguesa a ter de assumir o risco, deixando espaço ao Lyon – que logo adoptara uma estratégia de curtas trocas de bola, fazendo o adversário correr atrás dela – para rápidas transições, de que, aliás, viria a surgir o segundo golo, com o (ainda inexperiente) lateral direito a não ter velocidade (nem matreirice) para travar tal investida.

Com pouco mais de meia hora jogada, a missão benfiquista tornara-se já quase “impossível”, em contraponto a uma situação muito confortável no jogo por parte da turma francesa, proporcionada pela vantagem averbada e pela forma como cada equipa podia conduzir a respectiva dinâmica dentro de campo, com o Lyon a dominar por completo, perante a incapacidade de construir jogo denotada pelo opositor.

Ao intervalo, Bruno Lage arriscou “tudo”, substituindo Gedson por Seferović, e a tendência do jogo mudou bastante, com o Benfica, em futebol directo, a conseguir enfim ameaçar a defesa contrária, com várias tentativas de remate.

Primeiro, seria Chiquinho, na sequência de um livre, a “assustar”, para, de seguida, o suíço obrigar Anthony Lopes a redimir-se da falha de Lisboa. Também Grimaldo procuraria o golo.

Já com Pizzi em campo, o Benfica chegaria mesmo ao golo, numa sua assistência, bem finalizada por Seferović.

A equipa portuguesa tinha ainda cerca de um quarto de hora para procurar chegar, pelo menos, ao empate e acreditou que tal seria possível. Mas o Lyon, que baixara ainda mais as suas linhas, foi inteligente na preservação da bola, mesmo oferecendo a iniciativa aos portugueses, e cínico na forma como, praticamente em cima dos 90 minutos, sentenciou o desfecho da partida… e as aspirações do Benfica.

No final, a imagem que transpareceu foi a de uma equipa fragilizada, denotando grandes dificuldades para controlar o jogo a nível defensivo e pouco eficaz ofensivamente, incapaz de se afirmar a este nível de exigência máxima, começando a ser recorrentes as frustrantes campanhas que vem registando.

5 Novembro, 2019 at 10:54 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (18) Bayern München – Anderlecht

Bayern_München Anderlecht

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1975-76 STE  Final Bayern-Anderlecht 2-1 Anderlecht-Bayern 4-1
1985-86 TCE   1/4  Bayern-Anderlecht 2-1 Anderlecht-Bayern 2-0
1986-87 TCE   1/4  Bayern-Anderlecht 5-0 Anderlecht-Bayern 2-2
2003-04 LCE  Grupo Anderlecht-Bayern 1-1 Bayern-Anderlecht 1-0
2007-08 UEFA  1/8  Anderlecht-Bayern 0-5 Bayern-Anderlecht 1-2
2017-18 LCE  Grupo Bayern-Anderlecht 3-0 Anderlecht-Bayern 1-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Bayern München - Anderlecht        12    7    2    3   25 - 14

A história entre estes dois “grandes” do futebol europeu remonta ao ano de 1976, com a disputa da Supertaça Europeia, na qual o Anderlecht (vencedor da Taça das Taças da temporada de 1975-76) obteve a sua maior vitória (4-1) sobre o Bayern (que acabara de se sagrar tri-Campeão Europeu), conquistando o troféu – feito que, curiosamente, viria a repetir apenas dois anos volvidos, então frente ao Liverpool.

O Anderlecht levaria igualmente a melhor sobre o emblema bávaro na eliminatória da Taça dos Campeões Europeus de 1985-86, mas acabaria por ser afastado nas meias-finais, pelo futuro vencedor dessa edição da prova, o Steaua București.

Já na época de 2007-08, com os dois clubes, então, a marcar presença na Taça UEFA, os belgas até conseguiriam vencer em Munique (2-1), mas no contexto de uma eliminatória em que  haviam começado por ser “destroçados”, no seu próprio terreno, por 5-0! Por curiosidade, o Bayern viria a cair também nas meias-finais… goleado (4-0) pelo Zenit St.-Petersburg.

Tratava-se, aliás, de uma marca que não era já inédita entre os dois clubes, tendo o Bayern aplicado igualmente “chapa 5” ao Anderlecht na temporada de 1986-87, na sua caminhada até à Final de Viena, na qual viria a ser derrotado pelo FC Porto.

Nas duas ocasiões em que se cruzaram no mesmo grupo da Liga dos Campeões, o Anderlecht seria eliminado nessa fase (quedando-se mesmo, nas duas vezes, pela última posição do grupo), tendo o Bayern atingido os 1/8 de final em 2003-04 e as meias-finais em 2017-18 (afastado, em ambos os casos, pelo Real Madrid).

5 Novembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

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