Liga Europa – 1/16 Final (2.ª mão)

                                2ª mão      1ª mão       Total
Espanyol - Wolverhampton          3-2         0-4         3-6
Istanbul Başakşehir - Sporting    4-1 (a.p.)  1-3         5-4
Ajax - Getafe                     2-1         0-2         2-3
FC Porto - Bayer Leverkusen       1-3         1-2         2-5
Celtic - København                1-3         1-1         2-4
Basel - APOEL                     1-0         3-0         4-0
Sevilla - CFR Cluj                0-0         1-1         1-1
Arsenal - Olympiakos              1-2 (a.p.)  1-0         2-2
LASK Linz - AZ Alkmaar            2-0         1-1         3-1
Manchester United - Brugge        5-0         1-1         6-1
Inter - Ludogorets                2-1         2-0         4-1
RB Salzburg - E. Frankfurt        2-2         1-4         3-6
Benfica - Shakhtar Donetsk        3-3         1-2         4-5
Malmö - Wolfsburg                 0-3         1-2         1-5
Gent - Roma                       1-1         0-1         1-2
Sp. Braga - Rangers               0-1         2-3         2-4

Um (inesperado) descalabro total, com as quatro equipas portuguesas a serem eliminadas!

Seguem para os 1/8 de final três clubes da Alemanha; dois da Espanha, Inglaterra e da Itália; e um da Áustria, Dinamarca, Escócia, Grécia, Suíça, Turquia e Ucrânia.

Assinalam-se também as surpreendentes eliminações do Ajax, finalista da Liga Europa em 2017 e semi-finalista da Liga dos Campeões da época passada, e do Arsenal, também finalista na última edição da Liga Europa, duas das equipas que tinham fortes aspirações nesta competição.

27 Fevereiro, 2020 at 10:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 de final – Benfica – Shakhtar Donetsk

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Francisco “Chiquinho” Machado (67m – Haris Seferović), Julian Weigl, Adel Taarabt, Rafael “Rafa” Silva, Luís Fernandes “Pizzi” (79m – João Filipe “Jota”) e Dyego Sousa (79m – Carlos Vinicius)

Shakhtar DonetskShakhtar Donetsk – Andriy Pyatov, Domilson dos Santos “Dodô”, Serhiy Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Ismaily dos Santos, Marcos Antônio, Taras Stepanenko, Marlos Bonfim (62m – Mateus “Tetê” Martins), Alan Patrick Lourenço (90m – Davit Khocholava), Taison Freda (86m – Yevhen Konoplyanka) e Júnior Moraes

1-0 – Luís Fernandes “Pizzi” – 9m
1-1 – Rúben Dias (p.b.) – 12m
2-1 – Rúben Dias – 36m
3-1 – Rafael “Rafa” Silva – 47m
3-2 – Taras Stepanenko – 49m
3-3 – Alan Patrick Lourenço – 71m

Cartões amarelos – Rafael “Rafa” Silva (50m); Ismaily dos Santos (43m), Taison Freda (83m) e Yevhen Konoplyanka ((87m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

Frustração e apreensão são as palavras que prevalecem no fim deste jogo, desta eliminatória e de mais uma campanha europeia do Benfica.

Ser eliminado assim – por um adversário supostamente ao alcance, de nível reconhecidamente inferior, e de forma tão prematura (logo no primeiro confronto a eliminar) – custa bastante.

A forma como se consumou o desfecho – depois de, por três vezes, o Benfica ter estado em vantagem na eliminatória (a primeira delas ainda na Ucrânia, aquando do golo do empate), e, de igualmente, ter visto esfumar-se tal posição em menos de cinco minutos, em cada uma dessas três ocasiões -, a par do histórico recente na Europa, suscita dupla inquietude: de forma mais lata, sobre a dificuldade que o clube vem manifestando em se afirmar a este nível competitivo; no imediato, para o que resta desta temporada, e depois de um mês de Fevereiro bastante negativo, se será possível a equipa “regenerar-se” a tempo de conseguir ainda segurar o 1.º lugar no campeonato…

Vindo da Ucrânia com uma desvantagem, mesmo que pela margem mínima, mas, pelo menos, tendo marcado fora, o Benfica sabia que o 1-0 seria suficiente para seguir em frente, mas também estava consciente – o próprio Bruno Lage o reconheceu – dos riscos que a equipa adversária (uma bem trabalhada miscelânea ucraniano-brasileira) apresentava, pelo que, em bom rigor, seria expectável a necessidade de marcar mais do que o tal golo solitário.

E as coisas até começaram da melhor forma, com uma entrada assertiva, com uma equipa a procurar mostrar-se “mandona”, e, melhor que isso, a conseguir resultados práticos ainda não estavam decorridos dez minutos, com o golo de Pizzi, num remate que surpreendeu a defensiva contrária – sendo que, já antes, Taarabt dispusera de oportunidade flagrante para ameaçar a baliza contrária.

Contudo, logo de seguida, começaria a manifestar-se o que, afinal, seria a tónica desta eliminatória: a incapacidade benfiquista em preservar a vantagem. Apenas três minutos volvidos, na primeira descida do Shakhtar, na sequência de um cruzamento perigoso, numa embrulhada na área com Júnior Moraes e Ferro, Rúben Dias acabaria por ser infeliz, com o contacto na bola a provocar que ela se introduzisse na sua própria baliza.

O Benfica acusou o toque, passou por uma fase de alguma instabilidade, que o Shakthar aproveitou para voltar a criar perigo – Ismaiy rematou ao poste -, valendo então, principalmente, as intervenções atentas de Vlachodimos.

Conseguindo serenar, e voltando a assumir a iniciativa do jogo, o Benfica veria os seus esforços recompensados com o segundo golo, com o mesmo Rúben Dias a redimir-se, marcando de novo, desta vez na “baliza certa”, com um excelente cabeceamento, na sequência de um canto. A eliminatória estava empatada.

Até final do primeiro tempo, o Benfica manteria a toada ofensiva, mas Dyego Sousa permitira a defesa a Pyatov, quanto tinha Pizzi na expectativa da assistência.

Após uma boa exibição do conjunto benfiquista, jogando com intensidade, o resultado tangencial ao intervalo era até algo lisonjeiro para a formação ucraniana…

E se o jogo tinha começado sob bons auspícios, seria difícil que a segunda parte tivesse melhor início, com o Benfica a ampliar a vantagem para 3-1, logo ao segundo minuto!

Num atraso mal medido para o guardião, surgiu, muito oportuno, Dyego Sousa, a interceptar a bola, e, tendo perdido o “timing” para visar as redes, teve ainda a lucidez para, num centro atrasado, solicitar o remate fulgurante de Rafa.

Porém, este “desafogo” do Benfica – com a eliminatória então ganha, e quando se esperaria que pudesse continuar a dominar e, porventura, voltar a marcar, um pouco à imagem do jogo precedente, com o Zenit – não duraria outros dois minutos, altura em que sucedeu o momento determinante da partida e, consequentemente, da eliminatória; Vlachodimos ainda começou por sacudir para canto uma bola que levava muito perigo, mas – há sempre um “mas”… -, também na sequência desse lance de bola parada, Stepanenko voltou a colocar a diferença num tangencial 3-2, o que acabaria por ser decisivo.

O Benfica voltava a necessitar marcar – e, bem vistas as coisas, até tinha quase toda a segunda parte para tal -, mas a verdade é que nunca mais conseguiu explanar o futebol que apresentara na metade inicial do encontro, ao mesmo tempo que continuava a denotar intranquilidade no sector defensivo.

A meio desssa etapa complementar, Bruno Lage arriscou, fazendo entrar Seferović – que, de imediato, até teria uma boa ocasião para chegar ao tal ansiado quarto golo, todavia cabeceando ao lado -, e, desta feita, não obstante o Benfica não tenha marcado, bastariam dois minutos para, em mais um de vários contra-ataques rápidos, o Shakhtar marcar o seu terceiro golo, num cruzamento atrasado de Taison, com Alan Patrick a empatar a 3-3, e, virtualmente, a sentenciar o desfecho da eliminatória.

As apostas ofensivas do Benfica para os derradeiros dez minutos seriam já em “desespero de causa” e, como é regra nestas situações, não frutificariam (pese embora Vinicius pudesse ter sido mais feliz). Chegou, aliás, a pairar a eventual ameaça de a turma portuguesa poder mesmo acabar por vir a perder o jogo, o que, a ter ocorrido, seria castigo excessivo. O empate já foi suficientemente amargo…

27 Fevereiro, 2020 at 10:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1/8 de final (1.ª mão)

18.02.2020 – B. Dortmund – Paris St.-Germain – 2-1
26.02.2020 – Real Madrid – Manchester City – 1-2
19.02.2020 – Atalanta – Valencia – 4-1
18.02.2020 – At. Madrid – Liverpool – 1-0
25.02.2020 – Chelsea – Bayern – 0-3
26.02.2020 – Lyon – Juventus – 1-0
19.02.2020 – Tottenham – RB Leipzig – 0-1
25.02.2020 – Napoli – Barcelona – 1-1

26 Fevereiro, 2020 at 10:58 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (9) Barcelona – Celtic

Barcelona Celtic

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1964-65 TCF  2ª El.Barcelona-Celtic 3-1   Celtic-Barcelona 0-0
2003-04 UEFA  1/8  Celtic-Barcelona 1-0   Barcelona-Celtic 0-0
2004-05 LCE  Grupo Celtic-Barcelona 1-3   Barcelona-Celtic 1-1
2007-08 LCE   1/8  Celtic-Barcelona 2-3   Barcelona-Celtic 1-0
2012-13 LCE  Grupo Barcelona-Celtic 2-1   Celtic-Barcelona 2-1
2013-14 LCE  Grupo Celtic-Barcelona 0-1   Barcelona-Celtic 6-1
2016-17 LCE  Grupo Barcelona-Celtic 7-0   Celtic-Barcelona 0-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Barcelona - Celtic                 14    9    3    2   30 – 10

Pese embora não tenha, hoje por hoje, um estatuto de “grande” do futebol europeu, a verdade é que o Celtic é o terceiro clube da Europa com mais títulos conquistados (apenas superado pelo eterno rival, Rangers, e pelo Linfield), contando 50 títulos de Campeão da Escócia, tendo aliás em curso uma notável série de oito campeonatos nacionais ganhos consecutivamente, desde o ano de 2011.

E, para o efeito, mais importante, é um muito assíduo participante em competições europeias (55 temporadas, nas 65 edições em disputa até à data – tendo-se inclusivamente sagrado Campeão Europeu em 1967, na Final disputada em Lisboa, no Estádio Nacional, para além de ter sido vice-campeão em 1970), o que justifica a frequência deste embate, em particular, com o Barcelona.

Com alguma naturalidade, assinala-se uma clara supremacia catalã (nove vitórias, face a apenas dois triunfos dos escoceses), ainda mais vincada a nível da expressão do score global agregado (30-10), função nomeadamente das robustas goleadas sofridas pelos “católicos” nas suas duas últimas visitas a Camp Nou.

Espanhóis e escoceses defrontaram-se em eliminatórias por três ocasiões, tendo uma delas sido favorável ao Celtic, em 2003-04.

O início desta história remonta a 1964-65, ainda na Taça das Cidades com Feiras, competição precursora da Taça UEFA, com o Barcelona (que começara por eliminar a Fiorentina) a sair vencedor da 2.ª eliminatória, afastando assim o Celtic, que, por curiosidade, superara o Leixões na ronda inicial. Contudo, os catalães – já vencedores da competição em 1958 e 1960 e finalistas em 1962 – não iriam longe, sendo afastados logo na eliminatória seguinte (por “moeda ao ar”!), após três empates com o Racing de Strasbourg.

Após um longo interregno de quase quatro décadas, surgiria então a oportunidade – na Taça UEFA de 2003-04 – para o tal “brilharete” da turma de Glasgow (finalista da edição anterior da prova, batido pelo FC Porto em Sevilha, dirigido por Martin O’Neill), afastando o Barcelona (treinado por Frank Rijkaard e onde alinhava então Javier Saviola) nos 1/8 de final, mercê de um tangencial triunfo em casa (golo de Alan Thompson), seguido por um nulo em Camp Nou, com o jovem guardião David Marshall a ser o “herói” do jogo. Todavia, os escoceses não conseguiriam repetir a caminhada da época precedente, vindo a ser eliminados, nos 1/4 de final, pelo Villarreal.

Já na Liga dos Campeões, em 2007-08, igualmente nos 1/8 de final, o Barcelona (ainda sob o comando de Rijkaard) venceu os desafios das duas mãos ante o Celtic (que, na fase de grupos, afastara o Benfica), em ambos os casos por desfecho tangencial: 3-2 em Parkhead e 1-0 em casa. Os “blaugrana” superariam ainda o Schalke 04 (que eliminara o FC Porto), vindo a perder as meias-finais, ante o futuro Campeão Europeu, Manchester United.

Têm sido mais frequentes – em especial na última meia dúzia de anos – os encontros entre os dois clubes em fases de grupos da Liga dos Campeões, com o Celtic a conseguir “equilibrar as contas” numa única ocasião, na temporada de 2012-13.

Começando por 2004-05, Barcelona e Celtic reencontravam-se, depois da eliminatória da época anterior, com os escoceses a repetir o empate em Camp Nou, mas, desta vez, tendo sido desfeiteados no seu próprio reduto logo na ronda inaugural, terminando no último lugar do grupo. Quanto ao Barcelona, seguiu para os 1/8 de final, eliminatória que viria a perder ante o Chelsea (de José Mourinho, Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira e Tiago).

Em 2012-13, cada um dos emblemas venceu a respectiva partida em casa, por 2-1 (numa noite inesquecível para os escoceses, uma magnífica prenda de 125.º aniversário), surpreendente desfecho que, conjugado com os resultados das restantes jornadas, possibilitou a ambas as equipas o apuramento para a fase a eliminar, em detrimento do… Benfica (3.º classificado no grupo). O Celtic seria afastado logo de seguida, com duas derrotas (0-3 e 0-2) ante a Juventus. Por seu lado, o Barcelona ultrapassaria o AC Milan e o Paris Saint-Germain, vindo a ter a sua carreira interrompida nas meias-finais, outra vez pelo futuro Campeão Europeu, Bayern (com dois pesados desaires, 0-4 e 0-3, num terrífico “score” global de 0-7, o pior de sempre dos catalães em toda a sua história nas competições europeias).

Na época seguinte, com o Barcelona a ganhar ambos os desafios, o jogo da 2.ª volta ficaria assinalado pela primeira goleada (6-1, com hat-trick de Neymar), tendo o Celtic sido, outra vez, 4.º classificado no grupo. O emblema da Catalunha afastaria de seguida o Manchester City, vindo a ser eliminado nos 1/4 de final pelo At. Madrid.

Por fim, na temporada de 2016-17, com outros dois triunfos dos espanhóis, o Barcelona ampliou ainda a expressão da goleada, desta feita para 7-0 (agora com hat-trick de Messi e bis de Suárez) com o Celtic a repetir a última posição no grupo. A turma catalã conseguiria ainda uma fantástica “remontada”, goleando também o Paris Saint-Germain por 6-1 (depois do 0-4 sofrido em Paris), antes de ser afastada, nos 1/4 de final, pela Juventus.

26 Fevereiro, 2020 at 7:00 pm Deixe um comentário

Sp. Tomar – Quadro interactivo de resultados

SCT - Resultados

Em dia de aniversário (105.º) do Sporting Clube de Tomar, um quadro interactivo com todos os resultados disponíveis, na modalidade de Hóquei em Patins, relativos a Campeonatos Nacionais, Taça de Portugal, Competições Europeias, Campeonatos Distritais e Regionais.

26 Fevereiro, 2020 at 10:44 am Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (10) Juventus – Manchester United

Juventus Manchester_United

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1976-77 UEFA  1/16 M.United-Juventus 1-0 Juventus-M.United 3-0
1983-84 TVT   1/2  M.United-Juventus 1-1 Juventus-M.United 2-1
1996-97 TCE  Grupo Juventus-M.United 1-0 M.United-Juventus 0-1
1997-98 LCE  Grupo M.United-Juventus 3-2 Juventus-M.United 1-0
1998-99 LCE   1/2  M.United-Juventus 1-1 Juventus-M.United 2-3
2002-03 LCE  Grupo M.United-Juventus 2-1 Juventus-M.United 0-3
2018-19 LCE  Grupo M.United-Juventus 0-1 Juventus-M.United 1-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Juventus - Manchester United       14    6    2    6   17 – 17

O confronto entre Juventus e Manchester United tem-se pautado, em termos históricos, por um absoluto equilíbrio a nível de balanço global, com seis triunfos para cada lado, e, inclusivamente, igualdade em golos marcados e sofridos!

Curiosamente, metade das vitórias do Manchester United foram obtidas nas suas três últimas deslocações a Turim, tendo, por seu lado, a Juventus vencido por duas vezes (e empatado noutras duas ocasiões) em Manchester.

Não obstante estes dois clubes nunca se tenham encontrado numa Final de uma competição europeia, cruzaram-se em três eliminatórias (duas delas, nas meias-finais) e, por quatro ocasiões, integrando o mesmo grupo da Liga dos Campeões.

Em 1976-77, disputando a Taça UEFA – por curiosisidade, depois de, na 1.ª eliminatória, o Manchester United ter afastado o Ajax, enquanto a Juventus eliminava o Manchester City – a turma de Turim teria de voltar a Manchester logo na 2.ª ronda da prova: a derrota sofrida (0-1) seria cabalmente revertida na 2.ª mão, com um categórico 3-0. Nessa temporada, a Juventus (em cujo comando se estreava Giovanni Trappatoni) superaria ainda o Shakhtar Donetsk, o Magdeburg e o AEK de Atenas, antes de bater, na Final a duas mãos, o Athletic de Bilbao, sagrando-se vencedora da competição, um título que reconquistaria por outras duas vezes (em 1990 e 1993).

Sete épocas mais tarde (1983-84), Juventus e Manchester United voltariam a encontrar-se, agora na Taça dos Vencedores de Taças, nas meias-finais, com a turma italiana a superiorizar-se novamente, empatando em Manchester e ganhando em Turim, apurando-se assim para a Final de Basileia, uma página que fica também marcada na história do futebol português, dado que foi disputada ante o FC Porto. Ganhando por tangencial 2-1, a Juventus (ainda sob a batuta de Trappatoni) conquistaria então o seu único troféu nesta prova.

A última vez que os caminhos de italianos e ingleses se cruzaram em eliminatórias, também nas meias-finais, mas da Liga dos Campeões, foi em 1998-99 – no que constituía já a terceira época consecutiva de embates entre ambos, numa espécie de grande rivalidade inaugural na era da Liga dos Campeões -, tendo a sorte sorrido, desta feita, a o Manchester United, a rectificar o empate consentido em Old Trafford com um triunfo (3-2) no terreno do adversário, ganhando assim o direito a disputar a Final, realizada em Barcelona, ante o Bayern, a qual culminaria na épica reviravolta (com os dois golos marcados em período de compensação) que proporcionou então aos “Red Devils” sagrarem-se Campeões Europeus pela segunda vez no seu historial (depois da estreia, em 1968, ante o Benfica).

Na segunda mão dessas meias-finais, disputada em Turim, o Manchester perdia por 2-0 à passagem dos dez minutos iniciais (dois golos de Filippo Inzaghi em apenas cinco minutos), quando uma fantástica exibição de Roy Keane conduziu os ingleses a uma sensacional reviravolta no marcador.

De facto, os dois emblemas haviam-se defrontado já, nas duas temporadas precedentes, na fase de grupos, com duas vitórias da Juventus em 1996-97 e um triunfo para cada lado em 1997-98. Sobre o primeiro desses embates, em que se destacaram Alessandro Del Piero ou Zinedine Zidane, diria Gary Neville: «Big names, big players, in every respect. We lost 1-0 to them in Turin, but it could have been 10-0. It was the biggest battering I’ve ever had on a football pitch».

Em ambos os casos seguiriam em frente na competição, vindo as duas equipas a ser desfeiteadas pelo Borussia Dortmund, na sua gloriosa campanha de 1996-97 (o United nas meias-finais; a Juventus, perdendo a Final); em 1997-98, os ingleses quedar-se-iam pelos 1/4 de final, eliminados pelo Monaco, após dois empates, enquanto a Juventus repetiria a presença (e a derrota) na Final, desta vez batida pelo Real Madrid, de regresso aos títulos (Campeão Europeu pela 7.ª vez) após um longo interregno de 32 anos…

No intervalo de apenas seis anos, Juventus e Manchester United defrontaram-se por oito vezes, as últimas, de novo na fase de grupos, em 2002-03, com o grupo inglês a triunfar nas duas partidas, impondo um 3-0 em Turim (com Ryan Giggs a bisar, ainda na primeira metade). Tal como nas outras ocasiões, independentemente dos desfechos dos confrontos directos, os dois clubes avançaram para a fase a eliminar, vindo ambos a cruzar-se com… o Real Madrid: a turma inglesa ficaria, outra vez, pelos 1/4 de final, conseguindo a “Vecchia Signora” superar os merengues nas meias-finais, antes de perder a sua 5.ª final da Taça/Liga dos Campeões, no desempate da marca de grande penalidade, frente ao AC Milan.

Os mais recentes embates entre estes dois “gigantes” do futebol europeu – após uma demorado “desencontro” de 16 anos – datam da época passada, outra vez integrando o mesmo grupo (com José Mourinho a reencontrar Cristiano Ronaldo, embora em lados opostos, no regresso do jogador a Old Trafford), com a particularidade de, nos dois jogos, os visitantes terem imposto uma derrota aos visitados.

Uma vez mais, Juventus e Manchester United superiorizaram-se à concorrência, ocupando os dois primeiros lugares do respectivo grupo. Os ingleses, depois de uma fantástica reviravolta, ganhando (3-1) em Paris, ao Paris St–Germain, nos 1/8 de final (após o desaire sofrido em casa, por 0-2), seriam liminarmente afastados pelo Barcelona (com duas derrotas) na eliminatória seguinte; quanto à formação de Turim, depois de eliminar o At. Madrid, terminaria também a sua participação pelos 1/4 de final, suplantado pelo sensacional Ajax.

Por curiosidade – à excepção da primeira e da última temporada -, Alex Ferguson liderou o Manchester United em dez dos desafios disputados contra a Juventus, primeiro de Giovanni Trappatoni (de 1976 a 1986), depois de Marcello Lippi (de 1994 a 1999 e, de novo, de 2001 a 2004).

25 Fevereiro, 2020 at 7:00 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 19ª Jornada

O pulsar do campeonato - 2019-20 - 19jornada

(“O Templário”, 20.02.2020)

Após uma fantástica série de 18 vitórias consecutivas, foi enfim travada a senda triunfal do U. Almeirim, com o Cartaxo a ser a primeira equipa a conseguir bater o líder nesta temporada. Por coincidência, tal ocorreu no mesmo dia em que o triunvirato que ocupava os três lugares da frente perdeu os respectivos desafios, com o Fazendense a sofrer também o primeiro desaire no seu reduto, enquanto o U. Tomar viu repetir-se a desfeita ante o Abrantes e Benfica.

Num fim-de-semana tristemente assinalado por mais um episódio de deploráveis atitudes de racismo (na I Liga), este com a resposta inédita em Portugal, do abandono do campo por parte do maliano Moussa Marega, vítima de tais invectivas, ao qual faço questão de aqui expressar a minha solidariedade – perante uma autêntica “pedrada no charco”, a despertar consciências e a gritar bem alto que não podemos continuar a tolerar uma situação que, ao invés, se impõe repudiar de forma absoluta e inequívoca, num mundo (cada vez mais) perigoso, em que a fronteira da bestialidade parece a cada dia mais ténue, num fenómeno obviamente sem qualquer racionalidade.

Destaques – O grande destaque da 19.ª ronda vai, necessariamente, para o Cartaxo – à partida um assumido candidato ao título –, já virtualmente afastado de tal objectivo, mas que, seguindo com o pleno de triunfos nas quatro jornadas disputadas nesta segunda volta, não estará arredado da pretensão de poder chegar ainda até ao 2.º lugar. Os cartaxeiros, puxando dos “galões”, conseguiram superiorizar-se ao até agora invicto U. Almeirim, batido por dois golos sem resposta.

Em paralelo, os vizinhos das Fazendas não conseguiram fazer melhor, tendo sido também superados – pela primeira vez, ao 10.º jogo disputado em casa nesta época – por uma equipa do Mação, que parecia atravessar fase menos positiva, mas que, tendo qualidade intrínseca, soube levar a melhor neste desafio, ganhando por 2-1 ante o até então vice-líder Fazendense (agora 3.º).

Em Abrantes, os locais lograram voltar a vencer o U. Tomar, repetindo o desfecho (2-1) do encontro da primeira volta, em Tomar, o que teve por consequência a ascensão do Abrantes e Benfica à 3.ª posição (partilhada com o Fazendense) e a descida do União ao 5.º posto, pese embora apenas um ponto abaixo e, agora, a três pontos do novo 2.º classificado, Coruchense.

Os tomarenses até entraram mais afirmativos, começando logo por assumir a iniciativa; porém, os abrantinos aproveitariam da melhor forma uma falha contrária, para, ainda nos minutos iniciais, inaugurar o marcador. Não se descompondo, os unionistas procuraram inverter a situação, mas, infelizes, a um remate a embater nos ferros da baliza contrária (que poderia ter resultado na igualdade no “placard”) viram seguir-se, de imediato, em rápido lance de contra-ataque, o 2-0.

Os nabantinos reduziriam ainda para 2-1, mas, na fase final, não teriam já argumentos para contrariar a organização defensiva do Abrantes e Benfica, que “trancou” o resultado a seu favor – um desfecho bastante penalizador para o U. Tomar, deveras castigado pela eficácia do adversário, com um quase pleno aproveitamento dos erros do rival.

Num duelo entre os dois conjuntos que repartiam a condição de “lanterna vermelha”, nos Riachos, o Pego, que vinha já transmitindo indícios de poder reverter a situação, foi superior, obtendo um triunfo (2-1) que poderá vir a revelar-se crucial para as suas aspirações de manutenção, não só pelos três pontos somados – a colocar termo a um ciclo muito negativo, de sete derrotas sucessivas –, mas também pelo “élan” que poderá proporcionar para o que resta.

Confirmações – Nos outros jogos, confirmaram-se as expectativas, com vitórias folgadas do Coruchense (3-0, frente à turma da Glória do Ribatejo) e do Torres Novas (4-2, ante o Moçarriense), com a turma da Moçarria a marcar os seus dois tentos após ter chegado ao intervalo a perder por 4-0 – no que poderá constituir também um tónico para próximas “batalhas”.

Em Rio Maior, os locais conseguiram forçar o empate (1-1) ante o Samora Correia, o que significa que nenhum dos quatro semi-finalistas da Taça conseguiu vencer (os outros três, U. Almeirim, Fazendense e U. Tomar, tal como referido antes, foram inclusivamente derrotados).

A partida que colocará frente-a-frente Amiense e Ferreira do Zêzere foi adiada para dia 23.

II Divisão Distrital – Na Série A, realce para o empolgante embate entre U. Atalaiense e Caxarias, com sucessivas cambiantes na marcha do marcador, com os homens da Atalaia a acabar por vencer por 5-4, no que, para já, pode ter-se traduzido numa mais nítida definição dos três clubes a apurar para a fase final, perante os triunfos averbados por Alcanenense (4-1 ao Alferrarede), Entroncamento (2-0 na Ortiga) e Tramagal (6-0 ao Abrantes e Benfica “B”).

Na Série B, tudo parece cada vez mais “embrulhado”, com (pelo menos) cinco candidatos ao apuramento, perante o inesperado desaire caseiro (0-1) do Marinhais ante o Benfica do Ribatejo, assim como a imprevista igualdade cedida pelo Benavente frente ao Goleganense, mesmo que Espinheirense e Forense se tenham também “empatado” mutuamente (2-2), com o Pontével (a bater o Salvaterrense por convincente 3-0) a aproveitar para reforçar a sua posição de liderança.

Campeonato de Portugal – Ao contrário da semana anterior, o Fátima decepcionou, derrotado em casa (1-2) pelo penúltimo classificado, V. Sernache. Melhor esteve o U. Santarém, que voltou a marcar três golos, pela terceira vez consecutiva, vencendo, não sem dificuldades (por 3-2), uma equipa do U. Leiria em queda, ampliando assim para sete rondas o seu ciclo de invencibilidade.

Em função destes desfechos, o Fátima caiu para o 4.º lugar, sendo que dispõe agora de uma vantagem de apenas seis pontos sobre o U. Santarém (que subiu à 11.ª posição, a par de U. Leiria e Condeixa), últimos acima da “linha de água”, com dois pontos a mais que o Oliveira do Hospital.

Antevisão – Os campeonatos distritais voltam a dar espaço à entrada em cena da Taça do Ribatejo, para disputa da 1.ª mão das meias-finais, com dois aliciantes pratos no menu: o “derby” Fazendense-U. Almeirim, com ambos os emblemas a pretender rapidamente superar os desaires sofridos no passado fim-de-semana; e, por outro lado, o Samora Correia-U. Tomar, em que os samorenses terão a seu favor o factor casa para procurar equilibrar a contenda, sendo expectável que tudo possa ficar por decidir para os jogos de retorno, agendados para 15 de Março.

No Campeonato de Portugal, os dois representantes do Distrito voltam a deparar-se com compromissos de elevado grau de dificuldade, e ambos em terreno alheio: o Fátima, viajando até à Sertã, para defrontar o agora 3.º classificado, Sertanense, que, precisamente, o precede na tabela; quando ao U. Santarém, indo de visita a Castelo Branco, onde encontrará o Benfica local, que reparte o 4.º lugar com os fatimenses e com o Caldas.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 20 de Fevereiro de 2020)

23 Fevereiro, 2020 at 11:00 am Deixe um comentário

Cristiano Ronaldo – 1.000 Jogos

Cristiano Ronaldo - 1000 Jogos
(Clicar na imagem para ampliar)

Cristiano Ronaldo acaba de iniciar o seu 1.000.º jogo no escalão de seniores!

SPAL-Juventus
SPAL-Juventus

22 Fevereiro, 2020 at 6:01 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 de final (1.ª mão)

Wolverhampton – Espanyol – 4-0
Sporting – Istanbul Başakşehir – 3-1
Getafe – Ajax – 2-0
Bayer Leverkusen – FC Porto – 2-1
København – Celtic – 1-1
APOEL – Basel – 0-3
CFR Cluj – Sevilla – 1-1
Olympiakos – Arsenal – 0-1
AZ Alkmaar – LASK Linz – 1-1
Brugge – Manchester United – 1-1
Ludogorets – Inter – 0-2
E. Frankfurt – RB Salzburg – 4-1
Shakhtar Donetsk – Benfica – 2-1
Wolfsburg – Malmö – 2-1
Roma – Gent – 1-0
Rangers – Sp. Braga – 3-2

20 Fevereiro, 2020 at 9:57 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/16 de final – Shakhtar Donetsk – Benfica

Shakhtar DonetskShakhtar Donetsk – Andriy Pyatov, Serhiy Bolbat, Serhiy Kryvtsov, Mykola Matviyenko, Ismaily dos Santos, Alan Patrick Lourenço (80m – Marcos Antônio), Taras Stepanenko, Marlos Bonfim (83m – Yevhen Konoplyanka), Viktor Kovalenko, Taison Freda (90m – Mateus “Tetê” Martins) e Júnior Moraes

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (90m – Andreas Samaris), Adel Taarabt, Florentino Luís, Franco Cervi, Francisco “Chiquinho” Machado  (79m – Rafael “Rafa” Silva) e Haris Seferović (69m – Carlos Vinicius)

1-0 – Alan Patrick Lourenço – 56m
1-1 – Luís Fernandes “Pizzi” (pen.) – 67m
2-1 – Viktor Kovalenko – 72m

Cartão amarelo – Florentino Luís (90m)

Árbitro – Robert “Bobby” Madden (Escócia)

Começam a faltar palavras para qualificar os sucessivos (maus) desempenhos do Benfica nas competições europeias, em anos recentes.

Quando o mínimo que se pode dizer é que o resultado foi o menos mau, numa noite em que a equipa benfiquista se apresentou completamente desconexa, perdida dentro de campo, falha de intensidade, os sinais não são animadores.

Depois da exibição no último jogo da fase de grupos da Liga dos Campeões, em que o Benfica se superiorizou claramente ao líder da liga russa, Zenit, o comportamento evidenciado em Kharkiv traduz uma clara regressão.

Defrontando uma formação ucraniana – de regresso à competição após uma “pausa de Inverno” de dois meses – que, mais do que ataque organizado, privilegia as transições rápidas, o Benfica, entrando também na expectativa, ainda conseguiu começar por equilibrar a toada de jogo, no quarto de hora inicial.

Porém, a partir de meio da primeira parte, começaram a vir ao de cima as fragilidades defensivas que têm sido notórias nos últimos jogos, com a turma portuguesa incapaz de encontrar o posicionamento adequado dentro de campo, para contrariar o carrossel do Shakhtar, então a começar a rodopiar em crescente aceleração.

O primeiro susto – com Marlos, na sequência de um contra-ataque, a introduzir a bola na baliza contrária – foi “cancelado” pelo “VAR”, a não validar o que teria sido o tento inaugural do grupo ucraniano. Mas o Shakhtar continuaria a fazer “gato-sapato” das (inoperantes) marcações dos defesas contrários, valendo, nessa fase, a atenção e o acerto de Vlachodimos para evitar males maiores, a par de uma bola salva por Tomás Tavares.

O nulo no final da metade inicial do desafio era claramente lisonjeiro para o Benfica. Mas as coisas iriam piorar no segundo tempo…

O Shakthar necessitaria, então, de apenas dez minutos para, em mais uma jogada envolvente, materializar em golo a sua notória superioridade – isto depois de, no entretanto, o guardião benfiquista ter sido já chamado a outras duas intervenções apertadas (a deter os remates de Júnior Moraes e de Marlos), para além de ter visto uma bola embater no poste da sua baliza (a remate de Ismaily).

Procurando esboçar uma reacção, o Benfica teria a felicidade de, sem até então ter feito grande coisa por isso, rapidamente chegar ao golo, restabelecendo a igualdade no marcador. Tomás Tavares, já na pequena área contrária, surgiria a desviar um passe de Cervi, lance que seria também objecto de análise pelo “VAR”, na perspectiva de um “fora-de-jogo”, mas do qual acabaria por resultar, paralelamente, o assinalar de grande penalidade, por toque sobre o mesmo Cervi. Pizzi, muito focado, não desperdiçaria a ocasião.

Pensou-se que, motivada pelo golo, a formação portuguesa poderia então aproveitar alguma eventual oscilação dos ucranianos/brasileiros do Shakhtar, até em função da sua natural falta de ritmo para disputar noventa minutos em alta rotação.

Puro engano: os visitados não deram sinal de ter acusado o golo sofrido, mantendo a dinâmica e não seriam precisos mais do que cinco minutos para se voltarem a colocar em vantagem, aproveitando uma falha clamorosa de Rúben Dias – descaído sobre a direita, já próximo da linha de fundo, a não despachar, perdendo a bola para Júnior Moraes, que ofereceu o golo a Kovalenko.

A entrada em campo de Rafa parecia ser um sinal de algum inconformismo (Grimaldo tentaria ainda a sorte por duas vezes), mas, na verdade, nos minutos finais, o Benfica preocupar-se-ia, sobretudo, em não deixar ampliar a diferença, frente a um grupo versátil e hábil, muito bem orientado por Luís Castro.

No final, mantendo em aberto o desfecho da eliminatória, a tendência apenas poderá ser revertida se o Benfica conseguir, em Lisboa, uma exibição de sinal diametralmente oposto, assumindo a iniciativa e procurando não apenas controlar, mas dominar o jogo. Será capaz disso?

20 Fevereiro, 2020 at 8:50 pm Deixe um comentário

Artigos Mais Antigos Artigos mais recentes


Autor – Contacto

Destaques

Benfica - Quadro global de resultados - Printscreen Tableau
Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade União de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Abril 2020
S T Q Q S S D
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Eleições EUA 2008

Twitter

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.