Prémio Nobel da Química – 2026
O prémio Nobel da Química 2026 foi hoje atribuído aos investigadores Henri B. Kagan (França) e Kenso Soai (Japão) pela “pela descoberta de efeitos não lineares e autocatálise em síntese orgânica assimétrica”.
Liga das Nações da UEFA – 2026/27 – 4.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – França-Bélgica – 4-1 / Itália-Turquia – 3-1
1º França, 10; 2º Itália, 7; 3º Bélgica, 6; 4º Turquia, 0
Grupo 2 – Grécia-Alemanha – 0-0 / Países Baixos-Sérvia – 2-1
1º Países Baixos e Grécia, 8; 3º Alemanha, 5; 4º Sérvia, 0
Grupo 3 – Croácia-Espanha – 1-2 / Inglaterra-Chéquia – 3-0
1º Espanha, 12; 2º Inglaterra, 9; 3º Croácia, 3; 4º Chéquia, 0
Grupo 4 – Portugal-Noruega – 2-1 / País de Gales-Dinamarca – 0-1
1º Portugal, 12; 2º Dinamarca, 6; 3º Noruega e País de Gales, 3
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2027. Os dois melhores dos 3.º classificados garantem a manutenção na Liga A, disputando os outros dois o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. Os dois melhores dos 4.º classificados disputarão também esse “play-off”, enquanto os restantes dois serão despromovidos à Liga B (edição de 2028/29 – a partir da qual os concorrentes passarão a ser repartidos em três Ligas de 18 países cada).
Prémio Nobel da Física – 2026
O prémio Nobel da Física 2026 foi hoje atribuído a Francis Halzen (Bélgica) “por contribuições decisivas para o Observatório de Neutrinos IceCube e para a descoberta de neutrinos de alta energia de origem astrofísica”.
Prémio Nobel da Medicina – 2026
O prémio Nobel da Medicina 2026 foi hoje atribuído a Karl Deisseroth (EUA), Peter Hegemann e Georg Nagel (Alemanha), “pela sua investigação sobre canais iónicos sensíveis à luz e optogenética”.
Portugal – Noruega (Liga das Nações – 4.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo (63m – Diogo Dalot), Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes, João Palhinha (62m – Rúben Neves), Vítor Ferreira “Vitinha” (86m – Bernardo Silva), Francisco Conceição, João Félix (90m – Nuno Tavares), Bruno Fernandes (90m – Francisco Trincão) e Gonçalo Ramos
Noruega – Egil Selvik, Fredrik Aursnes, Kristoffer Ajer, Leo Østigård, David Møller Wolfe, Martin Ødegaard, Sander Berge, Patrick Berg (87m – Thelonious “Thelo” Aasgaard), Andreas Schjelderup, Antonio Nusa (74m – Oscar Bobb) e Erling Haaland (67m – Jørgen Strand Larsen)
0-1 – Kristoffer Ajer – 36m
1-1 – João Cancelo – 38m
2-1 – Gonçalo Ramos – 79m
Cartões amarelos – João Cancelo (12m), Francisco Conceição (86m) e Bruno Fernandes (88m)
Cartão vermelho – Francisco Conceição (86m)
Árbitro – Maurizio Mariani (Itália)
O Pulsar do Campeonato – 3ª Jornada

(“O Templário”, 01.10.2026)
A terceira jornada da divisão principal do futebol distrital reforçou o estatuto dos clubes que se perfilam na disputa pelos lugares cimeiros. Assinala-se a curiosidade de todos os emblemas vitoriosos no passado Domingo ocuparem, nesta altura, precisamente os sete primeiros postos, começando, desde muito cedo, a cavar-se um fosso face às equipas da parte inferior da tabela.
O U. Tomar ascendeu à condição de líder da prova, em função da diferença geral de golos e do ataque mais concretizador (doze tentos já apontados, com a incrível média de quatro por jogo), pese embora em igualdade pontual (nove pontos) com Torres Novas, Samora Correia e Mação – sendo que torrejanos e maçaenses subsistem com as respectivas balizas invioladas.
Destaques – O primeiro sublinhado vai, necessariamente, para a impressiva goleada (5-0) aplicada pelo U. Tomar na deslocação a Vila Chã de Ourique – repetindo, aliás, o mesmo desfecho que o Torres Novas ali alcançara na semana precedente (mas, desta feita, jogando onze para onze…). Depois de se ter colocado em vantagem à passagem da meia hora, como corolário do domínio que vinha exercendo, a turma unionista resolveu a contenda com quatro golos “de rajada” na segunda metade, entre os 68 e os 79 minutos, continuando a afirmar a sua capacidade finalizadora, com o valor acrescentado de, pela primeira vez, ter mantido as suas redes em branco.
Potenciando o calendário favorável com que se deparou nesta fase inicial do campeonato, o União materializou em pontos (100% vitorioso) a superioridade de argumentos face aos rivais. Adicionalmente, é de realçar que tais triunfos foram alcançados, todos eles, em reduto alheio (dado o Estádio Municipal de Tomar ter ainda em fase de acabamento a substituição do sintético).
Também o Torres Novas tem percurso idêntico – aliás, os tomarenses têm vindo a jogar com o adversário que os torrejanos enfrentaram na ronda anterior –, igualmente com três vitórias na condição de forasteiro, já com oito tentos marcados, e ainda sem qualquer golo sofrido. A formação do Almonda carimbou o resultado no terreno do Alcanenense, pela margem mínima de 1-0, mercê da conversão de uma grande penalidade, mesmo à beira do intervalo.
Em destaque esteve também o Porto Alto, não concedendo veleidades ao Moçarriense, goleando por 5-1 – como que a querer asseverar que o desaire caseiro da ronda inaugural terá sido algo fortuito –, porventura tirando também partido do facto de a turma da Moçarria ter jogado a meio da semana, altura em que recebeu o Mação (tendo sido, nesse caso, desfeiteada devido a um solitário golo sofrido). O desfecho da partida rapidamente ficou sentenciado, com três tentos apontados, aos 6, 13 e 25 minutos. A AREPA ampliou mesmo a contagem até aos 5-0, aos 38 e 79 minutos, tendo os visitantes alcançado o seu ponto de honra já em período de compensação.
Surpresa – Terá sido, de facto, apenas “meia-surpresa”, a divisão de pontos entre Vasco da Gama e Abrantes e Benfica (isto, se atentarmos que, há cerca de dois anos e meio, os abrantinos tinham ido a Boleiros golear por 5-0) – numa prova, até agora, com muito poucas igualdades, somente duas –, tendo, inclusivamente, a equipa da casa começado por se adiantar, próximo do final do primeiro tempo, logrando os forasteiros igualar (1-1) à entrada do quarto de hora final.
Confirmações – Nos restantes desafios os anfitriões levaram a melhor, confirmando o favoritismo que, com base, no potencial de cada um, a par do factor casa, lhes seria creditado.
O Samora Correia, um dos integrantes do quarteto do topo da pauta classificativa, só com vitórias, bateu, por convincente 3-1, o At. Ouriense, tendo resolvido este compromisso na fase inicial do prélio (com tentos obtidos aos 15 e 25 minutos), chegando a confortável vantagem de três golos logo no recomeço. O conjunto de Ourém não conseguiria melhor do que reduzir o diferencial, à entrada para os dez derradeiros minutos.
Outro dos guias, Mação, tem sido, neste início de época, menos exuberante do que nos vinha habituando: após o 2-0 ao At. Ouriense, no arranque, repetiu, no Domingo, o triunfo por magro 1-0 (que alcançara igualmente a meio da semana na Moçarria), agora recebendo o Águias de Alpiarça, apenas na segunda metade tido conseguido desbloquear o marcador. Mantém, tal como o Torres Novas, a inviolabilidade das suas redes, numa importante afirmação de solidez defensiva, que é atributo de um candidato ao título.
Num confronto entre dois clubes que partilharão como objectivo fundamental comum, o de procurar evitar maiores aflições, o Entroncamento AC, com pragmatismo, saiu vencedor ante o Pontével, por 1-0. O tento foi apontado de “penalty”, nos minutos iniciais da segunda parte, proporcionando um precioso desfecho, que lhe permite inclusivamente posicionar-se na parte superior da classificação, com seis pontos somados – e, consequentemente, já com seis pontos de margem face à zona de despromoção (tendo em conta que o trio constituído por Águias de Alpiarça, Pontével e At. Ouriense não conseguiu ainda pontuar).
Fica para o fim o desafio entre Amiense e Coruchense, com o grupo dos Amiais a impor o factor casa, superiorizando-se por categórico 2-0 (“placard” que se registava já ao intervalo), sendo, por ora, o imediato perseguidor do quarteto de líderes, apenas com um empate cedido. Após o triunfo caseiro ante o Alcanenense, a formação do Sorraia volta a baquear de forma algo imprevista, outra vez por diferença de dois golos, tal como sucedera em Vila Chã de Ourique.
Campeonato de Portugal – Em encontro de acerto de calendário, o Fazendense foi goleado (5-0) em Alverca, pela equipa “B” local, quedando-se no penúltimo lugar após a 4.ª jornada.
Taça do Ribatejo – Na 2.ª ronda desta curta fase de grupos, destacam-se as vitórias averbadas pelos líderes das Séries 2, 3 e 5, respectivamente: Salvaterrense (imponente goleada de 7-1, frente aos “Lagartos” do Sardoal), U. Almeirim (3-1, nos Foros de Salvaterra) e Tramagal (1-0, em casa, perante o At. Riachense). Estes três clubes bisaram o triunfo da jornada inicial, virtualmente selando o apuramento para a fase a eliminar (ressalvando a eventualidade de empate final entre três concorrentes, a seis pontos, nas Séries 2 e 3).
Nas restantes séries, subsiste a indefinição, tudo ficando para decidir no próximo fim-de-semana, quanto ao apuramento dos seis vencedores de série e dos quatro melhores de entre os segundos classificados: Ferreira do Zêzere e Pego lideram na Série 1, com quatro pontos, depois de terem empatado, no Pego, a duas bolas; o mesmo sucede com a Académica de Santarém (4-0, na recepção ao Benfica do Ribatejo) e o Bairrense (1-0, à Ortiga) na Série 4. Por fim, na Série 6, apenas com três concorrentes, a equipa da Glória do Ribatejo superou a marca do Caxarias (na primeira jornada), tendo ido ganhar a Pernes por esclarecedor 3-0. Realce ainda para a goleada (6-1) obtida pelo Vilarense (em disputa pela qualificação), no reduto do histórico Alferrarede.
Antevisão – As atenções estarão focadas, na 4.ª ronda do Distrital, nos embates em que marcam presença os actuais quatro comandantes: o U. Tomar defronta o Alcanenense (tendo, previsivelmente, de recorrer à Atalaia, como sua “casa emprestada”), enquanto o Torres Novas se estreia no seu terreno, recebendo o Amiense; não menos desafiantes serão as missões de Samora Correia (visitando a Moçarria) e Mação (que viaja até Coruche).
A jornada decisiva da fase de Grupos da Taça do Ribatejo tem agendadas várias partidas determinantes, como são os casos, em especial, dos confrontos directos entre Bairrense-Académica de Santarém e Glória do Ribatejo-Caxarias. Na série mais equilibrada, o Ferreira do Zêzere terá a visita do Vilarense, enquanto o Pego se desloca a Alferrarede.
Quer a Liga 3 como o Campeonato de Portugal subsistem em pausa, apenas sendo retomadas estas competições no fim-de-semana de 10 e 11 de Outubro.
(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 1 de Outubro de 2026)
Liga das Nações da UEFA – 2026/27 – 3.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Bélgica-Turquia – 3-0 / França-Itália – 1-1
1º França, 7; 2º Bélgica, 6; 3º Itália, 4; 4º Turquia, 0
Grupo 2 – Alemanha-Sérvia – 2-0 / Grécia-Países Baixos – 2-2
1º Grécia, 7; 2º Países Baixos, 5; 3º Alemanha, 4; 4º Sérvia, 0
Grupo 3 – Croácia-Inglaterra – 0-7 / Espanha-Chéquia – 3-1
1º Espanha, 9; 2º Inglaterra, 6; 3º Croácia, 3; 4º Chéquia, 0
Grupo 4 – Dinamarca-Portugal – 2-4 / País de Gales-Noruega – 2-1
1º Portugal, 9; 2º Dinamarca, Noruega e País de Gales, 3
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2027. Os dois melhores dos 3.º classificados garantem a manutenção na Liga A, disputando os outros dois o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. Os dois melhores dos 4.º classificados disputarão também esse “play-off”, enquanto os restantes dois serão despromovidos à Liga B (edição de 2028/29 – a partir da qual os concorrentes passarão a ser repartidos em três Ligas de 18 países cada).
Dinamarca – Portugal (Liga das Nações – 3.ª Jornada)
Dinamarca – Mads Hermansen, Rasmus Kristensen, Joachim Andersen, Oliver Provstgaard, Joakim Mæhle (80m – Nikolas Nartey), Morten Hjulmand (74m – Victor Froholdt), Pierre-Emile Højbjerg, Adam Daghim (45m – Gustav Isaksen), Mikkel Damsgaard (85m – Kasper Høgh), Mohamed Daramy e Rasmus Højlund
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo (63m – Diogo Dalot), Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes, Rúben Neves, Vítor Ferreira “Vitinha”, Pedro Neto (81m – João Félix), Bruno Fernandes (90m – Tomás Araújo), Rafael Leão (63m – Francisco Trincão) e Gonçalo Ramos (81m – João Neves)
0-1 – João Cancelo – 13m
1-1 – Mikkel Damsgaard – 23m
1-2 – Gonçalo Ramos – 25m
2-2 – Rasmus Højlund – 53m
2-3 – Vítor Ferreira “Vitinha” – 67m
2-4 – João Félix – 87m
Cartões amarelos – Daramy (79m); Jorge Jesus (67m – Treinador) e Rúben Neves (82m)
Árbitro – Mykola Balakin (Ucrânia)
Liga das Nações da UEFA – 2026/27 – 2.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Bélgica-França – 0-1 / Turquia-Itália – 1-4
1º França, 6; 2º Itália e Bélgica, 3; 4º Turquia, 0
Grupo 2 – Sérvia-Países Baixos – 1-2 / Alemanha-Grécia – 0-1
1º Grécia, 6; 2º Países Baixos, 4; 3º Alemanha, 1; 4º Sérvia, 0
Grupo 3 – Chéquia-Inglaterra – 0-2 / Espanha-Croácia – 4-1
1º Espanha, 6; 2º Inglaterra e Croácia, 3; 4º Chéquia, 0
Grupo 4 – Dinamarca-País de Gales – 2-0 / Noruega-Portugal – 1-2
1º Portugal, 6; 2º Dinamarca e Noruega, 3; 4º País de Gales, 0
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2027. Os dois melhores dos 3.º classificados garantem a manutenção na Liga A, disputando os outros dois o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. Os dois melhores dos 4.º classificados disputarão também esse “play-off”, enquanto os restantes dois serão despromovidos à Liga B (edição de 2028/29 – a partir da qual os concorrentes passarão a ser repartidos em três Ligas de 18 países cada).
Noruega – Portugal (Liga das Nações – 2.ª Jornada)
Noruega – Ørjan Nyland, Fredrik Aursnes, Kristoffer Ajer, Torbjørn Heggem, Julian Ryerson (66m – Leo Østigård), Martin Ødegaard, Sander Berge, Patrick Berg (72m – Oscar Bobb), Andreas Schjelderup, Antonio Nusa (8m – Jørgen Strand Larsen) e Erling Haaland
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes, João Palhinha (81m – Rúben Neves), Francisco Conceição (55m – Rafael Leão), João Neves (55m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Pedro Neto (87m – Bernardo Silva), João Félix e Gonçalo Ramos (81m – Francisco Trincão)
0-1 – João Félix – 17m
1-1 – Erling Haaland – 51m
1-2 – Gonçalo Ramos – 54m
Cartões amarelos – Julian Ryerson (16m), Fredrik Aursnes (47m) e Kristoffer Ajer (65m); João Palhinha (49m), Renato Veiga (67m), Vítor Ferreira “Vitinha” (76m), João Cancelo (76m), Rúben Dias (88m) e Bernardo Silva (90m)
Árbitro – François Letexier (França)
Portugal teve a sorte do jogo num momento crucial: quando, após ter restabelecido o empate, a Noruega ganhava forte ascendente, empurrando a equipa nacional “contra as cordas”, um erro crasso do guardião (ao tentar fazer um passe, em zona proibida, pelo corredor central, para um colega) proporcionou o 1-2. Mas a sorte dá algum trabalho: foi Gonçalo Ramos a acreditar, a antecipar-se para interceptar a bola, e, com enorme frieza e oportunidade, a picá-la sobre o guarda-redes, num lance de excelente (e difícil) execução técnica.
O resultado da partida afigura-se deveras lisonjeiro; numa apreciação mais racional, até o empate poderia ser considerado um mau resultado para a Noruega, atendendo à superioridade que evidenciou dentro de campo, não enjeitando a oferta da posse de bola que a selecção portuguesa – aparentemente de forma estratégica – lhe concedeu, na procura de potenciar as transições. No final, tudo correu bem para a selecção portuguesa, mas terá sido contra as probabilidades.



