Liga Conferência – 2026-27 – Calendário

É o seguinte o calendário completo da “UEFA Conference League” 2026-27:

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29 Agosto, 2026 at 8:43 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2026-27 – Calendário

É o seguinte o calendário completo da “Europa League” 2026-27:

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29 Agosto, 2026 at 8:09 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2026-27 – Calendário

É o seguinte o calendário completo da “Champions League” 2026-27:

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29 Agosto, 2026 at 6:21 pm Deixe um comentário

Liga Conferência – 2026-27 – Sorteio

Igualmente na terceira época do novo formato da prova, neste caso, numa “Liga” disputada em seis rondas, com cada clube a defrontar um adversário de cada um dos “Potes” 1 a 6, é o seguinte o sorteio da “UEFA Conference League” 2026-27:

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As seis rondas serão disputadas, a 15 de Outubro (1.ª), 22 de Outubro (2.ª), 5 de Novembro (3.ª), 26 de Novembro (4.ª), 10 de Dezembro (5.ª) e 17 de Dezembro (6.ª e última jornada, com todos os 18 jogos no mesmo dia e à mesma hora).

A Final da Liga Conferência desta temporada é prevista disputar-se no “Beşiktaş Stadium”, em Istambul, Turquia, a 2 de Junho de 2027.

28 Agosto, 2026 at 1:54 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2026-27 – Sorteio

Também na terceira temporada neste novo formato, numa “Liga” disputada em oito rondas, com cada clube a defrontar dois adversários de cada um dos “Potes” 1 a 4, é o seguinte o sorteio da “Europa League” 2026-27, indicando-se a sombreado, para cada equipa, os jogos a disputar fora de casa:

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As oito rondas serão disputadas, a 16 e 17 de Setembro (1.ª), 15 de Outubro (2.ª), 22 de Outubro (3.ª), 5 de Novembro (4.ª), 26 de Novembro (5.ª), 10 de Dezembro (6.ª), 21 de Janeiro (7.ª) e 28 de Janeiro (8.ª e última jornada, com todos os 18 jogos no mesmo dia e à mesma hora).

A Final da Liga Europa desta época é prevista disputar-se no “Waldstadion”, em Frankfurt, Alemanha, a 26 de Maio de 2027.

Apenas três clubes garantiram a participação nas três edições deste novo formato, em “Fase de Liga”: Ferencvárosi, Ol. Lyonnais e Viktoria Plzeň.

28 Agosto, 2026 at 1:18 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Play-off – Aarhus – Benfica

AarhusAarhus – Mads Hedenstad Christiansen, Jacob Andersen, Mouhammade Camara, Luka Callø (69m – Colin Rösler), Rasmus Carstensen, Jens Jønsson, Mikael Anderson (62m – Sebastian Jørgensen), Gift Links (83m – Frederik Emmery), Kristian Arnstad (62m – Magnus Knudsen), Tobias Bech e Janni-Luca Serra (45m – Stefen Tchamche)

BenficaBenfica – Samuel Soares, Alexander Bah, Tomás Araújo, Clément Lenglet (83m – Alessandro Circati), Samuel Dahl, Leandro Barreiro, Enzo Barrenechea, Rafael “Rafa” Silva (65m – Andreas Schjelderup), Heorhiy Sudakov (65m – Gonçalo Moreira), Gianluca Prestianni (74m – Dodi Lukébakio) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (74m – Jhon Durán)

0-1 – Gianluca Prestianni – 19m
0-2 – Rafael “Rafa” Silva – 56m
1-2 – Rasmus Carstensen – 60m
1-3 – Gianluca Prestianni – 61m

Cartões amarelos – Mouhammade Camara (25m) e Rasmus Carstensen (45m)

Árbitro – Daniel Siebert (Alemanha)

27 Agosto, 2026 at 8:57 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2026-27 – Sorteio

No terceiro ano de novo formato, numa “Liga” disputada em oito rondas, com cada clube a defrontar dois adversários de cada um dos “Potes” 1 a 4, é o seguinte o sorteio da “Champions League” 2026-27, indicando-se a sombreado, para cada equipa, os jogos a disputar fora de casa:

(clicar na imagem para ampliar)

As oito rondas serão disputadas, entre 8 e 10 de Setembro (1.ª), a 13 e 14 de Outubro (2.ª), 20 e 21 de Outubro (3.ª), 3 e 4 de Novembro (4.ª), 24 e 25 de Novembro (5.ª), 8 e 9 de Dezembro (6.ª), 19 e 20 de Janeiro (7.ª) e 27 de Janeiro (8.ª e última jornada, com todos os 18 jogos no mesmo dia e à mesma hora).

A Final da Liga dos Campeões desta época é prevista disputar-se no “Estadio Metropolitano”, em Madrid, Espanha, a 5 de Junho de 2027.

Apenas 13 clubes garantiram a participação nas três edições deste novo formato, em “Fase de Liga”: Paris Saint-Germain, Bayern München, Real Madrid, Liverpool, Internazionale, Manchester City, Arsenal, FC Barcelona, Atlético de Madrid, Borussia Dortmund, Sporting, Club Brugge e PSV Eindhoven.

27 Agosto, 2026 at 8:42 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Play-off – Benfica – Aarhus

BenficaBenfica – Samuel Soares, Alexander Bah, Tomás Araújo, Clément Lenglet, Samuel Dahl, Leandro Barreiro (66m – Richard Ríos), Enzo Barrenechea, Rafael “Rafa” Silva (84m – Jakub Kamiński), Heorhiy Sudakov (84m – Fredrik Aursnes), Gianluca Prestianni (72m – Andreas Schjelderup) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (72m – Jhon Durán)

AarhusAarhus – Mads Hedenstad Christiansen, Colin Rösler (56m – Rasmus Carstensen), Mouhammade Camara, Eric Kahl, Jacob Andersen, Sebastian Jørgensen (56m – Stefen Tchamche), Kristian Arnstad, Magnus Knudsen (73m – Jens Jønsson), Frederik Emmery (73m – Gift Links), Tobias Bech e James Bogere (81m – Mikael Anderson)

1-0 – Rafael “Rafa” Silva – 2m
2-0 – Leandro Barreiro – 31m
2-1 – Sebastian Jørgensen – 36m
3-1 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis (pen.) – 45m

Cartões amarelos – Leandro Barreiro (9m) e Tomás Araújo (24m); Stefen Tchamche (83m)

Árbitro – Marco Guida (Itália)

O Benfica cedo voltou a começar a tornar fácil mais uma eliminatória, colocando-se em vantagem logo ao segundo minuto, numa jogada de insistência, em que só à terceira tentativa a bola transpôs a linha de golo, com Rafa, na pequena área, a marcar na segunda recarga, já depois de Pavlídis ter ensaiado um remate, mas contra uma barreira de pernas de adversários.

Como que atordoado pela intensidade colocada em jogo pela equipa portuguesa, o Aarhus denotava muitas dificuldades em travar as investidas contrárias, com o perigo a rondar de novo a sua baliza, estavam decorridos dez minutos, outra vez com Pavlídis a ver um remate devolvido pela defesa contrária.

Para, apenas três minutos volvidos, começar o “festival Hedenstad”, com uma mão cheia de intervenções a negar várias oportunidades de golo. Primeiro, num remate cruzado de Rafa, que o guardião, em último recurso, sacudiu com o pé. Aos 18 minutos, uma boa estirada, a desviar um remate de Prestianni. E, aos 26, outra vez a opor-se à tentativa de Rafa, com mais uma defesa apertada. Rafa dinamitava por completo o sector mais recuado da formação dinamarquesa, forçando o guarda-redes a nova defesa com o pé, à meia hora de jogo.

Não surpreendeu, pois – após tantas ocasiões desaproveitadas –, a chegada do 2-0, outra vez num lance de insistência: um pontapé de canto, com um toque de cabeça de Lenglet, tendo a bola acabado por ressaltar para o desvio final de Leandro Barreiro, já após um corte “in extremis”, em cima da linha de baliza, de um defesa do Aahrus.

O que não estava “no programa” era o golo da turma da Dinamarca, a aproveitar alguma desconcentração e o espaço livre, à entrada da área.

Tomás Araújo falharia ainda, pouco tempo depois, à boca da baliza, mais uma soberana ocasião para repor a diferença; enquanto Pavlídis voltava a testar os reflexos de Hedenstad.

Perante o rumo do encontro no decurso dos primeiros 45 minutos, não seria expectável que o desfecho ficasse fixado logo na metade inicial da partida, tendo, entretanto, o Benfica marcado o seu terceiro golo, em mais uma grande penalidade convertida por Pavlídis – desta feita, sem hipótese de defesa para o guardião – a sancionar contacto com o braço por parte de um defesa.

A segunda parte seria substancialmente distinta: mesmo que no subconsciente, a percepção que parece ter ficado é que o Benfica, de algum modo, se terá assustado com o golo sofrido, reduzindo as iniciativas de risco, mais focado em procurar preservar a margem de segurança alcançada do que, propriamente, dilatá-la. Ainda assim, não deixou de ter mais um par de boas jogadas ofensivas, com o guarda-redes adversário a continuar em grande evidência.

O resultado de 3-1 é bom, parecendo a eliminatória bem encaminhada, mas, uma vez mais, o Benfica ficou a dever a si próprio – e, neste caso em específico, também ao guarda-redes norueguês, com exibição de alto nível –, não ter aplicado terceira goleada, em outros tantos jogos no Estádio da Luz, nestas pré-eliminatórias.

20 Agosto, 2026 at 9:56 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Pré-Eliminatória – Heart of Midlothian – Benfica

Heart of MidlothianHeart of Midlothian – Beau Reus, Jordi Altena, Jamie McCart, Oisin McEntee (84m – Michael-John “MJ” Kamson-Kamara), Stuart Findlay, Tom Renaud (64m – Tómas Bent Magnússon), Sabri Guendouz (75m – Sabah Kerjota), Calvin Miller (75m – James Wilson), Blair Spittal, Joshua “Josh” McPake e Cláudio Braga (75m – Pierre Landry Kaboré)

BenficaBenfica – Samuel Soares, Amar Dedić, Manuel “Manu” Silva, Clément Lenglet (45m – Tomás Araújo), José Neto, Richard Ríos, Enzo Barrenechea (64m – Leandro Barreiro), Dodi Lukébakio (79m – Jakub Kamiński), Heorhiy Sudakov (64m – Gianluca Prestianni), Andreas Schjelderup (79m – Rafael “Rafa” Silva) e Jhon Durán

1-0 – Tómas Bent Magnússon – 77m
1-1 – Dodi Lukébakio – 79m

Cartão amarelo – Cláudio Braga (34m)

Árbitro – Sander van der Eijk (Países Baixos)

O Benfica voltou a não ser bem sucedido em jogos fora de casa nestas pré-eliminatórias, não indo além do empate em Edimburgo.

Tendo prescindido de Bah, Dahl e Pavlídis (não utilizados neste jogo), e poupado também Tomás Araújo e Clément Lenglet (actuando uma parte, cada um), assim como Leandro Barreiro, Prestianni e Rafa, a equipa portuguesa assumiu, ainda assim, o controlo, tendo exercido forte domínio numa primeira metade praticamente de sentido único, mas sem eficácia.

Foram, pelo menos, quatro as ocasiões flagrantes para marcar: Sudakov, a meio da etapa inicial, a ficar a centímetros de chegar à bola, para fazer o desvio, já na pequena área; Dedić com um cabeceamento a acertar na trave; e, por duas vezes, Schjelderup, primeiro a forçar o guarda-redes do Heart a defesa apertada, de recurso, e, depois, partindo do flanco esquerdo e internando-se no terreno, com um remate cruzado, a sair ao lado da baliza.

No segundo tempo, a formação benfiquista deixou adormecer o jogo, o que proporcionou ao adversário ir adquirindo confiança para se abalançar a acções atacantes, deixando nada menos de três sérias ameaças, quase sucessivas, ainda antes de completados dez minutos: primeiro, um remate de Guendouz a rasar o poste, sem hipótese para Samuel Soares; outra vez por intermédio de Guendouz, frente-a-frente com o guardião, tendo este conseguido fazer a “mancha”; para além de um golo não validado, por fora-de-jogo.

Passado este período de desacerto defensivo, a turma portuguesa operou os necessários ajustes, e o jogo ia decorrendo em toada morna, até que – numa fase em que não o justificaria tanto, e já depois de um defesa local ter também interceptado, in extremis, uma bola que se dirigia para a sua baliza – o conjunto escocês conseguiu mesmo chegar ao golo, com um tiro do islandês Magnússon, após lance bem gizado.

O Benfica demoraria menos de minuto e meio a ripostar, igualando o marcador, com Schjelderup a trabalhar bem a bola, do lado esquerdo, numa boa combinação com José Neto, com este a atrasar para a zona da meia-lua, onde surgiu Lukébakio a rematar na passada, com excelente colocação, tendo a bola entrado junto ao poste.

Até final, ainda mais uma investida da equipa benfiquista, neutralizada com um desarme perfeito (sem falta) a Dedić, mesmo no limite de um eventual “penalty”; e, a fechar, uma atenta intervenção de Beau Reus, a opor-se a forte remate de Leandro Barreiro.

A falta de consistência exibicional na globalidade dos noventa minutos – a par de se ter revelado muito perdulário – resultou em forte penalização no desfecho averbado pelo Benfica, que fica a dever a si próprio a vitória, perante a fragilidade do oponente (mesmo que o conjunto escocês tenha estabilizado a sua organização dentro de campo, face ao desnorte evidenciado no Estádio da Luz).

13 Agosto, 2026 at 11:46 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Pré-Eliminatória – Benfica – Heart of Midlothian

BenficaBenfica – Samuel Soares, Alexander Bah, Tomás Araújo, Clément Lenglet (73m – Manuel “Manu” Silva), Samuel Dahl, Leandro Barreiro, Enzo Barrenechea (64m – Richard Ríos), Rafael “Rafa” Silva, Heorhiy Sudakov (64m – Andreas Schjelderup), Gianluca Prestianni (85m – Jakub Kamiński) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (64m – Jhon Durán)

Heart of MidlothianHeart of Midlothian – Beau Reus, Jordi Altena, Oisin McEntee, Stuart Findlay, Harry Milne (45m – Jamie McCart), Calvin Miller (73m – Joshua “Josh” McPake), Laurent Mendy (45m – Tom Renaud), Blair Spittal, Alexandros Kyziridis (86m – Sabah Kerjota), Pierre Landry Kaboré (64m – Sabri Guendouz) e Cláudio Braga

1-0 – Rafael “Rafa” Silva – 3m
2-0 – Tomás Araújo – 23m
3-0 – Evangelos “Vangelis” Pavlídis (pen.) – 42m
4-0 – Gianluca Prestianni – 59m
4-1 – Tom Renaud – 72m
5-1 – Jhon Durán – 87m
6-1 – Andreas Schjelderup (pen.) – 90m

Cartões amarelos – Gianluca Prestianni (33m) e Alexander Bah (79m); Mendy (41m), Blair Spittal (70m), Oisin McEntee (84m) e Cláudio Braga (89m)

Árbitro – Marian Barbu (Roménia)

Foi um bom jogo, com (vários) bons momentos. O Benfica foi competente, e, sobretudo, não se “acomodou”.

Isto dito, bem cedo ficou patente que esta equipa do Heart é ainda mais “fraquinha” que o St. Gallen, transmitindo a percepção de que, perante adversários deste nível, o Benfica está claramente “a mais” nestas pré-eliminatórias, dado que se trata de patamares bem distintos, a todos os níveis.

Marco Silva fez alinhar um “onze” com algumas alterações, uma delas algo imprevista, atribuindo a titularidade na baliza a Samuel Soares, sendo que Tomás Araújo e Pestianni se estrearam, após o regresso do Mundial.

Quando inaugurou o marcador, logo ao terceiro minuto – num lance em que Rafa apareceu liberto de oposição, à entrada da pequena área, a desviar para o fundo da baliza, dando sequência a um cruzamento atrasado de Leandro Barreiro –, já antes a turma benfiquista tinha criado uma outra eminente oportunidade de golo, por Prestianni.

Com uma entrada dominadora em campo, eram tais as facilidades, que se afigurava importante não perder o foco. Mas, após um ligeiro abaixamento de intensidade, entre os dez minutos e o quarto de hora, logo o Benfica voltou a ser como que um “rolo compressor”.

O 2-0 chegou, com naturalidade, a meio da primeira parte, com Tomás Araújo a saltar mais alto que todos os adversários, após cobrança de um pontapé de canto por Sudakov, a cabecear sem hipótese de defesa.

A contagem seria ampliada já próximo do intervalo, na conversão de uma grande penalidade. E o “placard” só não era mais expressivo devido a boas intervenções do guardião.

Ainda antes de completada a hora de jogo, o Benfica chegava ao quarto de golo, num remate de bela execução de Prestianni, a desviar a bola do alcance do guarda-redes, depois de ter começado por fazer uma boa recuperação de bola, quando o Hearts tentava sair do seu reduto defensivo.

O ritmo afrouxou um pouco, o que possibilitaria à formação escocesa apontar o seu “ponto de honra”, para além de uma ou outra ameaça.

O desfecho seria fixado com mais dois tentos para o Benfica, nos minutos finais, a resolver definitivamente a eliminatória.

Primeiro, Schjelderup, sobre o flanco esquerdo, a assistir Durán, também solto à entrada da área, que se estreou a marcar pelo Benfica; para, já em período de compensação – e depois de Rafa ter rematado ao poste –, ser o norueguês a converter a segunda grande penalidade do encontro, após contacto do defesa com o braço, a travar um remate do próprio Schjelderup.

Voltando ao início: o resultado não deixa qualquer margem para dúvidas sobre o esmagador domínio da equipa portuguesa, que joga muitas rotações acima do Heart, mesmo que não deva ser de molde a iludir sobre as melhorias de que o Benfica necessita ainda para equilibrar o seu jogo e aumentar a competitividade.

O agregado de 11-1, em dois desafios das competições europeias, no intervalo de apenas uma semana, é bem elucidativo das facilidades encontradas…

6 Agosto, 2026 at 9:52 pm Deixe um comentário

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