Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
LASK Linz – Rosenborg – 1-0
PSV Eindhoven – Sporting – 3-2

1º PSV Eindhoven e LASK Linz, 3; 3º Sporting e Rosenborg, 0

Grupo F
Standard Liège – V. Guimarães – 2-0
E. Frankfurt – Arsenal – 0-3

1º Arsenal e Standard Liège, 3; 3º V. Guimarães e E. Frankfurt, 0

Grupo G
Rangers – Feyenoord – 1-0
FC Porto – Young Boys – 2-1

1º FC Porto e Rangers, 3; 3º Young Boys e Feyenoord, 0

Grupo K
Wolverhampton – Sp. Braga – 0-1
Slovan Bratislava – Beşiktaş – 4-2

1º Slovan Bratislava e Sp. Braga, 3; 3º Wolverhampton e Beşiktaş, 0
(mais…)

19 Setembro, 2019 at 9:55 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Brugge – Galatasaray – 0-0
Paris St.-Germain – Real Madrid – 3-0

1º Paris St.-Germain, 3; 2º Brugge e Galatasaray, 1; 4º Real Madrid, 0

Grupo B
Olympiakos – Tottenham – 2-2
Bayern – Crvena Zvezda – 3-0

1º Bayern, 3; 2º Tottenham e Olympiakos, 1; 4º Crvena Zvezda, 0

Grupo C
D. Zagreb – Atalanta – 4-0
Shakhtar Donetsk – Manchester City – 0-3

1º D. Zagreb e Manchester City, 3; 3º Shakhtar Donetsk e Atalanta, 0

Grupo D
Bayer Leverkusen – Lokomotiv Moskva – 1-2
At. Madrid – Juventus – 2-2

1º Lokomotiv Moskva, 3; 2º Juventus e At. Madrid, 1; 4º Bayer Leverkusen, 0

Grupo E
Napoli – Liverpool – 2-0
RB Salzburg – Genk – 6-2

1º RB Salzburg e Napoli, 3; Liverpool e Genk, 0

Grupo F
Inter – Slavia Praha – 1-1
B. Dortmund – Barcelona – 0-0

1º Inter, Slavia Praha, Barcelona e B. Dortmund, 1

Grupo G
Lyon – Zenit – 1-1
Benfica – RB Leipzig – 1-2

1º RB Leipzig, 3; 2º Lyon e Zenit, 1; 4º Benfica, 0

Grupo H
Chelsea – Valencia – 0-1
Ajax – Lille – 3-0

1º Ajax e Valencia, 3; 3º Chelsea e Lille, 0

18 Setembro, 2019 at 9:53 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (23) Manchester United – Bayern München

Manchester_United Bayern_München

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1998-99 LCE  Grupo Bayern-M.United  2-2   M.United-Bayern  1-1
1998-99 LCE  Final M.United-Bayern  2-1  (Camp Nou, Barcelona)
2000-01 LCE   1/4  M.United-Bayern  0-1   Bayern-M.United  2-1
2001-02 LCE  Grupo Bayern-M.United  1-1   M.United-Bayern  0-0
2009-10 LCE   1/4  Bayern-M.United  2-1   M.United-Bayern  3-2
2013-14 LCE   1/4  M.United-Bayern  1-1   Bayern-M.United  3-1

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Manchester United - Bayern München 11    2    5    4   13 - 16

Num embate com vantagem alemã, o desafio mais célebre entre Manchester United e Bayern foi o disputado em Camp Nou, em Barcelona, na época de 1998-99, na Final da Liga dos Campeões, com o clube inglês a operar uma épica reviravolta no marcador, com os dois golos apontados (pelos suplentes Sheringham e Solskjaer) já em período de compensação, que lhe proporcionaram a conquista do segundo troféu (de um total de três que ostenta) de Campeão Europeu (depois da estreia, ante o Benfica, em 1967-68), na terceira de cinco finais perdidas pela formação germânica.

Os bávaros obteriam alguma consolação, com as desforras averbadas nos três confrontos posteriores a eliminar (em 2001, 2010 e 2014), afastando a turma de Manchester nos 1/4 de final da Liga dos Campeões em todas essas três eliminatórias – sendo que, na primeira das ocasiões, logo dois anos após a “hecatombe” de Barcelona, depois de ganhar ambas as partidas, em Manchester e em Munique, o Bayern viria a sagrar-se Campeão Europeu pela quarta vez (de um total de cinco títulos que alcançou) no seu historial.

O clube de Munique chegaria também à Final da prova em 2009-10 (depois de ter afastado o Lyon), vindo, contudo, a ser desfeiteado, em partida disputada no “Santiago Bernabéu”, ante o Inter… de José Mourinho.

Já em 2013-14, o Bayern seria eliminado nas meias-finais, perdendo os dois jogos, sendo mesmo goleado em Madrid, pelo Real, por 4-0…

Na outra ocasião – para além de 1998-99 – em que integraram o mesmo grupo da Liga dos Campeões (na segunda fase de grupos), na temporada de 2001-02, tendo empatado os dois encontros entre si disputados, ambos os emblemas avançariam para a fase eliminar, tendo deixado para trás o Boavista (3.º do grupo – que, na primeira fase de grupos, a par do Liverpool, superara o Borussia Dortmund e o D. Kiev) e o Nantes.

O Bayern quedar-se-ia então, logo nos 1/4 de final, tendo sido igualmente batido pelo Real Madrid; quando ao Manchester United, depois de se superiorizar ao Deportivo da Coruña, veria o seu percurso terminado nas meias-finais, em função de dois empates ante o Bayer Leverkusen, com os alemães a ter vantagem no critério de desempate dos golos marcados fora.

18 Setembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 1ª jornada – Benfica – RB Leipzig

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Luís Fernandes “Pizzi” (76m – Rafael “Rafa” Silva), Ljubomir Fejsa, Adel Taarabt, Franco Cervi (76m – Haris Seferović), João Filipe “Jota” (67m – David Tavares) e Raúl de Tomás

RB LeipzigRB Leipzig – Péter Gulácsi, Willi Orban, Ibrahima Konaté, Nordi Mukiele, Diego Demme, Marcel Sabitzer, Konrad Laimer (39m – Amadou Haidara), Emil Forsberg (88m – Christopher Nkunku), Marcel Halstenberg (83m – Lukas Klostermann), Yussuf Poulsen e Timo Werner

0-1 – Timo Werner – 69m
0-2 – Timo Werner – 78m
1-2 – Haris Seferović – 84m

Cartões amarelos – João Filipe “Jota” (62m); Yussuf Poulsen (57m) e Amadou Haidara (70m)

Árbitro – Anastasios ”Tasos” Sidiropoulos (Grécia)

Na estreia de Bruno Lage na Liga dos Campeões (por coincidência, suspenso, devido ao cartão vermelho que lhe foi exibido no último jogo da Liga Europa da temporada passada), o treinador do Benfica voltou a procurar surpreender, optando por uma “mini-revolução” no onze, dando também oportunidade ao “baptismo europeu” de Tomás Tavares (e, depois, igualmente de David Tavares), estreando-se também Taarabt e Raúl de Tomás em desafios das competições europeias, ao serviço do Benfica, a que acrescem ainda as entradas de Franco Cervi (primeiro jogo oficial na presente época) e Jota, para os lugares habitualmente desempenhados por Rafa Silva e Seferović.

A primeira parte caracterizou-se por quase absoluto equilíbrio (repartição paritária do tempo de posse de bola, 50/50, dois cantos para cada lado, número muito aproximado de remates), com as duas equipas perfeitamente “encaixadas”, destacando-se, neste período, dois lances, um para cada lado: primeiro, aos 26 minutos, Timo Werner a testar a concentração de Vlachodimos; quase a chegar ao intervalo, seria a vez de Gulácsi defender um remate de cabeça de Raúl de Tomás.

Porém, à medida que o relógio ia avançando, o ritmo competitivo mais intenso da formação germânica começava a fazer-se sentir, com Vlachodimos a ser chamado a várias intervenções de bom nível, procurando manter a sua baliza inviolada.

O primeiro lance de algum perigo a favor do Benfica surgiria apenas à passagem da hora de jogo, com Pizzi a conseguir fugir à marcação directa, mas, sem deixar de se sentir pressionado, algo precipitadamente, a rematar fraco e à figura do guardião contrário.

Com as equipas a arriscar mais – pese embora a turma portuguesa apostasse mais em transições rápidas -, o jogo começaria a ficar “partido”, abrindo-se espaços, e acabaria mesmo por ser o RB Leipzig a inaugurar o marcador, próximo dos 70 minutos.

Com uma boa reacção ao tento sofrido, o Benfica teria, quase de imediato, as suas melhores oportunidades de golo, primeiro com o guarda-redes húngaro a dar boa resposta a um livre directo apontado por Grimaldo, e poucos minutos volvidos, com Taarabt a lançar Cervi, que, isolado frente a Gulácsi, não teve, porém, o discernimento necessário para marcar.

Menos de dez minutos após o tento inaugural, a equipa alemã ampliaria a vantagem, outra vez pelo letal Timo Werner, dando prova de grande eficácia.

Já próximo do final da partida, o Benfica conseguiria ainda reduzir para uma diferença tangencial no marcador, com Seferović, de primeira, a dar boa sequência à assistência de Rafa.

Curiosamente, o conjunto português teria ainda nova ocasião para voltar a marcar, invertendo-se os papéis, desta vez com Rafa, a passe de Seferović, a rematar ao lado.

Frente a um adversário que se revelou mais forte – o RB Leipzig (actual líder da Bundesliga), vindo do “pote 4”, será talvez a mais poderosa equipa do grupo –, o Benfica acabou, não obstante, por ser penalizado pela sua ineficácia, não tendo conseguido materializar em golo um par de ocasiões flagrantes de que dispôs, voltando a ter uma comprometedora “entrada em falso” na Liga dos Campeões, que faz realçar, desde já, a crucial importância do jogo a disputar em São Petersburgo.

17 Setembro, 2019 at 9:53 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (24) Manchester United – Benfica

Manchester_United Benfica

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1965-66 TCE   1/4  M.United-Benfica 3-2   Benfica-M.United 1-5
1967-68 TCE  Final M.United-Benfica 4-1   (Estádio de Wembley)
2005-06 LCE  Grupo M.United-Benfica 2-1   Benfica-M.United 2-1
2006-07 LCE  Grupo Benfica-M.United 0-1   M.United-Benfica 3-1
2011-12 LCE  Grupo Benfica-M.United 1-1   M.United-Benfica 2-2
2017-18 LCE  Grupo Benfica-M.United 0-1   M.United-Benfica 2-0

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Manchester United - Benfica        11    8    2    1   25 - 11

Num dos dois “Grandes clássicos das competições europeias” em que é interveniente um clube português, o balanço do confronto directo entre Manchester United e Benfica é claramente desequilibrado a favor do emblema inglês, registando o Benfica uma única vitória, em 11 jogos disputados.

Nestes encontros, destaca-se, em especial, o da Final da Taça dos Campeões Europeus da época de 1967-68, disputado em Londres, no Estádio de Wembley, com uma igualdade a um golo no final do tempo regulamentar, tendo a formação inglesa marcado três tentos no prolongamento, num período de apenas três minutos.

Assim como, por outro lado, o triunfo alcançado pelo Benfica na última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões de 2005-06, que lhe proporcionou o apuramento para os 1/8 de final (fase em que a equipa portuguesa superaria o então Campeão Europeu em título, Liverpool, vindo depois a ser afastada pelo futuro Campeão, Barcelona), tendo, em paralelo, eliminado o Manchester United.

A estreia dos confrontos entre os dois clubes remonta a 1965-66, época em que o Manchester United, depois de eliminar o Benfica (com uma sensacional goleada de 5-1 no Estádio da Luz), viria a ser surpreendido, nas meias-finais, pelo Partizan de Belgrado.

Também já na era da “Liga dos Campeões”, em 2006-07, a turma inglesa, vencedora do seu grupo de apuramento, afastaria ainda o Lille e a Roma (com uma goleada por 7-1), tendo sido desfeiteada nas meias-finais, pelo AC Milan.

Adicionalmente, os dois empates averbados na temporada de 2011-12 (1-1 na Luz e 2-2 em Old Trafford) contribuíram para que o Benfica vencesse o grupo (à frente do Basileia), tendo resultado, de novo, no afastamento da prova do então vice-campeão europeu, Manchester United (que, aliás, marcara presença na Final da competição em três das quatro épocas precedentes).

Nessa época o Benfica ultrapassaria ainda o Zenit (nos 1/8 de final), vindo a cair perante o Chelsea, clube que acabaria igualmente por conquistar o título.

Por fim, em 2017-18, o Manchester United, depois de ter sido igualmente 1.º classificado do grupo, seria eliminado logo nos 1/8 de final, pelo Sevilla.

17 Setembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Lituânia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Lituânia Lituânia – Ernestas Šetkus, Saulius Mikoliūnas, Markus Palionis, Edvinas Girdvainis, Vytautas Andriuškevičius, Domantas Šimkus, Vykintas Slivka, Modestas Vorobjovas, Mantas Kuklys (69m – Artūras Žulpa), Ovidijus Verbickas (77m – Donatas Kazlauskas)e Karolis Laukžemis (65m – Deimantas Petravičius)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Rúben Dias, José Fonte, Raphaël Guerreiro, Rúben Neves, William Carvalho, Bruno Fernandes (56m – Rafa Silva), Cristiano Ronaldo (79m – Gonçalo Guedes), João Félix e Bernardo Silva (89m – Pizzi)

0-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 7m
1-1 – Vytautas Andriuškevičius – 28m
1-2 – Cristiano Ronaldo – 62m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 65m
1-4 – Cristiano Ronaldo – 76m
1-5 – William Carvalho – 90m

Cartões amarelos – Não houve

Árbitro – Bas Nijhuis (Holanda)

Ter-nos-emos tornado demasiado exigentes?

Portugal ganha – em terrenos e frente a adversários em que, noutras ocasiões, por várias vezes, registava comprometedores resultados – e goleia (e, em concreto, no jogo desta noite, teve oportunidades para praticamente duplicar o resultado!)… mas não estamos satisfeitos.

Sobretudo porque a exibição não foi constante, nem sequer nivelada, ao longo dos noventa minutos, ao invés, denotando significativas oscilações.

E, desta vez, o que seria porventura o mais difícil – marcar o primeiro golo – até sucederia bem cedo, logo aos sete minutos, na conversão de uma grande penalidade.

Porém, ao invés de libertar a equipa para, tranquilamente, explanar a superior qualidade do seu futebol, a selecção portuguesa pareceu ter “desaparecido” do jogo, permitindo à Lituânia acreditar que – principalmente por via do recurso a lançamentos em profundidade – seria possível criar perigo. E não demoraria muito que a formação da casa chegasse mesmo ao golo, na sequência de um canto.

O conjunto nacional pareceu acusar o (inesperado) tento sofrido, denotando alguma ansiedade, pese embora João Félix tenha visto o guardião contrário negar duas boas ocasiões.

Fernando Santos também não estava satisfeito, mexendo na equipa pouco depois do início da segunda parte, fazendo entrar Rafa para o lugar de Bruno Fernandes, buscando maior mobilidade nas alas.

O tempo corria rápido e o golo não surgia… outra vez com João Félix (e também Bernardo Silva) a não conseguirem materializar em golos as oportunidades de que dispuseram.

Valeu então, já com mais de uma hora de jogo, um lance infeliz do guarda-redes – que vários “golos” salvara já antes -, a deixar a bola escapar-se para as suas redes, após um remate frouxo de Cristiano Ronaldo, a ressaltar no ombro de Šetkus, assim possibilitando, enfim, desbloquear uma partida que parecia complicar-se.

Sem dar tempo à Lituânia para se recompor, apenas três minutos volvidos, seria novamente Cristiano Ronaldo a sentenciar o desfecho da partida, com o seu terceiro golo. Chegaria ainda ao poker, atingindo a “estratosférica” marca de 93 golos apontados com a camisola das quinas.

A contagem seria encerrada, com William Carvalho outra vez a marcar (depois do oportuno golo apontado na Sérvia), já em período de compensação.

No final, a sensação foi a de dever cumprido (outra vez com um resultado amplo, porém, bem melhor que a exibição), na contagem decrescente para o apuramento, agora a três vitórias de distância (sendo que falta receber os dois últimos classificados, visitar o Luxemburgo… e a Ucrânia).

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         5     4     1     -    11 -  1    13
2º Portugal        4     2     2     -    10 -  4     8
3º Sérvia          5     2     1     2    10 - 12     7
4º Luxemburgo      5     1     1     3     5 -  8     4
5º Lituânia        5     -     1     4     4 - 15     1

6ª jornada

10.09.2019 – Luxemburgo – Sérvia – 1-3
10.09.2019 – Lituânia – Portugal – 1-5
(mais…)

10 Setembro, 2019 at 11:59 pm Deixe um comentário

Sérvia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Sérvia Sérvia – Marko Dmitrović, Nikola Milenković, Nikola Maksimović, Matija Nastasić, Aleksandar Kolarov, Nemanja Matić, Luka Milivojević (87m – Luka Jović), Darko Lazović (59m – Adem Ljajić), Dušan Tadić, Filip Kostić (83m – Aleksandar Katai) e Aleksandar Mitrović

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo (65m – João Cancelo), José Fonte, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, William Carvalho, Bruno Fernandes (85m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Gonçalo Guedes (70m – João Félix) e Bernardo Silva

0-1 – William Carvalho – 42m
0-2 – Gonçalo Guedes – 58m
1-2 – Nikola Milenković – 68m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 80m
2-3 – Aleksandar Mitrović – 85m
2-4 – Bernardo Silva – 86m

Cartões amarelos – Nikola Maksimović (10m) e Aleksandar Kolarov (65m); Rúben Dias (40m) e William Carvalho (89m)

Árbitro – Cüneyt Çakır  (Turquia)

Quer pela lógica dos “rankings”, quer pelos resultados até então averbados na presente fase de qualificação, o desafio de Belgrado adivinhava-se quase como uma “final”, no que à decisão de apuramento (reservado aos dois primeiros classificados de cada grupo) respeita.

Apesar de estarmos ainda numa ronda relativamente prematura – para a selecção portuguesa – desta disputa, os comprometedores empates cedidos em casa ante os dois principais rivais colocavam já uma pressão importante, sendo praticamente “proibido” perder.

Ciente também do seu superior potencial, a equipa nacional entrou em campo determinada a assumir a iniciativa do jogo, perante uma formação da Sérvia na expectativa.

Assim decorreram os primeiros vinte minutos, com Portugal a controlar o jogo e a posse de bola, mas, com baixa intensidade e a ritmo denunciado, aparentemente incapaz de contornar a bem escalonada defensiva contrária, assente num rigoroso posicionamento táctico e na compleição física dos seus defesas.

Passada essa fase inicial, a equipa visitada começou a conseguir fazer chegar a bola a zonas mais adiantadas, através de rápidas transições, a solicitar os extremos. Entre os 30 e os 40 minutos, por uma, duas, três ocasiões, Tadić e Mitrović, levando a melhor em velocidade, geraram perigo junto da baliza de Rui Patrício, obrigado a aplicar-se para manter o marcador em branco.

Adivinhava-se o golo… que, contra o que era então a tendência do jogo, surgiria para Portugal, de forma algo fortuita: na sequência de um lançamento de Bruno Fernandes, houve uma falha de comunicação entre o guardião Dmitrović e Milenković, os dois a tentar ir à bola, a chocar, e o esférico a sobrar para William Carvalho, em zona em que não é vulgar a parecer, oportuno, a empurrar a bola para o fundo da baliza.

Na segunda metade, o cariz do encontro seria radicalmente diferente, com a Sérvia a ser forçada a correr mais riscos, em busca do golo, o que, naturalmente, proporcionaria espaços à turma portuguesa. Já depois de ter ameaçado por duas vezes, ambas por Cristiano Ronaldo, Portugal ampliaria a contagem, numa excelente execução de Gonçalo Guedes, descaído sobre a esquerda, a conseguir isolar-se frente ao guarda-redes.

Quando se esperaria que Portugal conseguisse fazer serenar a partida, controlando a boa vantagem já adquirida, a Sérvia conseguiria mesmo marcar e até poderia ter igualado o “placard”, logo de seguida, não fosse a intervenção de Rui Patrício, perante Ljajić.

O jogo estava agora, aberto, bem vivo, dando oportunidade a uma notável abertura de Bernardo Silva para Cristiano Ronaldo, que, eficaz, apontaria o terceiro tento português. Faltavam dez minutos para o final e a vitória estava confirmada… ou talvez não…

Na zona intermediária, Bruno Fernandes teria um passe infeliz, para trás, a libertar a rápida progressão de Tadić, que ofereceu o segundo golo a Mitrović.

Num confronto repleto de cambiantes, Portugal colocava-se à mercê de uns potencialmente “infernais” cinco minutos derradeiros. Mas a incerteza seria de pouca dura: no minuto imediato, Bernardo Silva colocaria o ponto final no jogo, fixando o 4-2.

Contrariamente ao que tem sido a “imagem de marca” da selecção portuguesa, o sector defensivo pareceu, desta vez, ser o mais oscilante, incapaz de transmitir a segurança necessária, com a metade ofensiva, em contraponto, com grande eficácia – mesmo após as dificuldades que denotara em todo o primeiro tempo -, a conseguir alcançar uns notáveis quatro golos no “Marakana” (reduto do Crvena Zvezda), obtendo assim um triunfo que poderá ser determinante para o que falta disputar.

De facto, foi suficiente um único encontro para que a situação se invertesse, a favor de Portugal: “bastar-lhe-á” agora vencer os quatro desafios ante as duas selecções teoricamente menos cotadas (Luxemburgo e Lituânia) para, matematicamente, garantir o apuramento; disporá ainda, adicionalmente, da partida na Ucrânia para, eventualmente, disputar o 1.º lugar.

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         5     4     1     -    11 -  1    13
2º Portugal        3     1     2     -     5 -  3     5
3º Luxemburgo      4     1     1     2     4 -  5     4
4º Sérvia          4     1     1     2     7 - 11     4
5º Lituânia        4     -     1     3     3 - 10     1

5ª jornada

07.09.2019 – Lituânia – Ucrânia – 0-3
07.09.2019 – Sérvia – Portugal – 2-4
(mais…)

7 Setembro, 2019 at 9:40 pm Deixe um comentário

30 anos

BL&C(1989 – 1997)

Mazars(1997 – 2013)

ECFP(2013 – 2017)

R&V - SROC(2013 – …)

4 Setembro, 2019 at 9:00 am Deixe um comentário

Liga Europa – 2019-20 – Sorteio da Fase de Grupos

Grupo A         Grupo B         Grupo C         Grupo D
Sevilla         D. Kyiv         Basel           Sporting
APOEL           København       Krasnodar       PSV Eindhoven
Qarabağ         Malmö           Getafe          Rosenborg
Dudelange       Lugano          Trabzonspor     LASK Linz

Grupo E         Grupo F         Grupo G         Grupo H
Lazio           Arsenal         FC Porto        CSKA Moskva
Celtic          E. Frankfurt    Young Boys      Ludogorets
Rennes          Standard Liège  Feyenoord       Espanyol
CFR Cluj        V. Guimarães    Rangers         Ferencváros

Grupo I         Grupo J         Grupo K         Grupo L
Wolfsburg       Roma            Beşiktaş        Man. United
Gent            B. M'gladbach   Sp. Braga       Astana
Saint-Étienne   Başakşehir      Wolverhampton   Partizan
Oleksandriya    Wolfsberger     Slovan Bratisl. AZ Alkmaar

A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 19 de Setembro, estando agendado para 12 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.

A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no Stadion Energa Gdańsk, na Polónia, a 27 de Maio de 2020.

30 Agosto, 2019 at 12:46 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias

Ao longo de 64 anos de provas europeias de clubes, regista-se um conjunto de 24 confrontos directos entre alguns dos principais clubes da Europa, os quais se repetiram já por mais de dez vezes.

São os grandes clássicos das competições europeias (a que, numa série a desenvolver nos próximos meses, voltaremos de forma bem mais detalhada):

                                    J    V    E    D   GM   GS
Real Madrid - Bayern München       26   12    3   11   41 - 39
Real Madrid - Juventus             21   10    2    9   26 - 25
Real Madrid - AC Milan             15    6    3    6   24 - 25
Real Madrid - Internazionale       15    6    2    7   20 - 19
Real Madrid - Ajax                 14    8    1    5   27 - 15
Real Madrid - Borussia Dortmund    14    6    5    3   24 - 19
Real Madrid - AS Roma              12    8    1    3   24 -  9
Real Madrid - FC Porto             12    9    1    2   23 - 10
Real Madrid - Manchester United    11    5    4    2   22 - 17
Barcelona - AC Milan               19    8    6    5   30 - 23
Barcelona - Chelsea                17    6    6    5   29 - 21
Barcelona - Celtic                 14    9    3    2   30 - 10
Barcelona - Juventus               13    4    4    5   15 - 14
Barcelona - Manchester United      13    6    4    3   24 - 15
Barcelona - Internazionale         12    6    4    2   20 -  9
Barcelona - Paris Saint-Germain    11    5    3    3   22 - 16
Juventus - Ajax                    14    6    5    3   17 - 12
Juventus - Manchester United       14    6    2    6   17 - 17
Juventus - Olympiakos              12    8    2    2   25 -  9
Manchester United - Bayern München 11    2    5    4   13 - 16
Manchester United - Benfica        11    8    2    1   25 - 11
Bayern München - Anderlecht        12    7    2    3   25 - 14
Bayern München - Arsenal           12    7    2    3   27 - 13
AC Milan - Ajax                    14    5    4    5   12 - 18

Em função do sorteio desta tarde, da fase de grupos da Liga dos Campeões, Barcelona e Inter reencontrar-se-ão para (pelo menos) mais dois jogos na presente temporada.

29 Agosto, 2019 at 8:00 pm Deixe um comentário

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