Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo H
Konyaspor – Shakhtar Donetsk – 0-1
Sp. Braga – Gent – 1-1
1º Shakhtar Donetsk, 3; 2º Gent e Sp. Braga, 1; 4º Konyaspor, 0
Tal como sucedera com Benfica, FC Porto e Sporting, também o Sp. Braga não conseguiu ir além de um eventualmente comprometedor empate caseiro, no caso, tendo reagido à desvantagem inicial com que cedo se confrontou.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Paris St.-Germain – Arsenal – 1-1
Basel – Ludogorets – 1-1
1º Arsenal, Basel, Ludogorets e Paris St.-Germain, 1
Grupo B
D. Kyiv – Napoli – 1-2
Benfica – Beşiktaş – 1-1
1º Napoli, 3; 2º Benfica e Beşiktaş, 1; 4º D. Kyiv, 0
Grupo C
Barcelona – Celtic – 7-0
Manchester City – B. Mönchengladbach – 4-0
1º Barcelona e Manchester City, 3; 3º B. Mönchengladbach e Celtic, 0
Grupo D
Bayern – Rostov – 5-0
PSV Eindhoven – At. Madrid – 0-1
1º Bayern e At. Madrid, 3; 3º PSV Eindhoven e Rostov, 0
Grupo E
Bayer Leverkusen – CSKA Moskva – 2-2
Tottenham – Monaco – 1-2
1º Monaco, 3; 2º Bayer Leverkusen e CSKA Moskva, 1; 4º Tottenham, 0
Grupo F
Real Madrid – Sporting – 2-1
Legia Warsaw – B. Dortmund – 0-6
1º B. Dortmund e Real Madrid, 3; 3º Sporting e Legia Warsaw, 0
Grupo G
Brugge – Leicester – 0-3
FC Porto – København – 1-1
1º Leicester, 3; 2º FC Porto e København, 1; 4º Brugge, 0
Grupo H
Lyon – D. Zagreb – 3-0
Juventus – Sevilla – 0-0
1º Lyon, 3; 2º Juventus e Sevilla, 1; 4º D. Zagreb, 0
Para além de resultados extremamente desnivelados, com grandes goleadas como os 7-0 do Barcelona ao Celtic, os 6-0 do B. Dortmund em Varsóvia, frente ao Legia, os 5-0 do Bayern-Rostov, ou mesmo os 4-0 do Manchester City ao B. Mönchengladbach, esta jornada inaugural fica também marcada pela forma como as equipas portuguesas deixaram escapar – todas elas – a vantagem de que chegaram a desfrutar, no caso do Benfica, sofrendo o empate já em período de compensação, tendo o Sporting perdido mesmo, consentindo dois tentos em curtíssimo espaço de tempo, o do empate aos 89 minutos, e o que consumou a reviravolta a favor do Real Madrid, também já para além do tempo regulamentar…
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Beşiktaş
Benfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Lisandro López, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, André Horta, Ljubomir Fejsa (89m – Guillermo Celis), Eduardo Salvio, Franco Cervi (70m – Andreas Samaris), Pizzi e Gonçalo Guedes
Beşiktaş – Tolga Zengin, Andreas Beck, Marcelo, Duško Tošić, Adriano (63m – Cenk Tosun), Gökhan Inler, Atiba Hutchinson, Ricardo Quaresma, Oğuzhan Özyakup (45m – Anderson Talisca), Caner Erkin e Vincent Aboubakar (81m – Olcay Şahan)
1-0 – Franco Cervi – 12m
1-1 – Anderson Talisca – 90m
Cartões amarelos – Andreas Samaris (78m) e Eduardo Salvio (87m); Caner Erkin (87m) e Andreas Beck (88m)
Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)
Iniciando esta fase de grupos da Liga dos Campeões, recebendo, teoricamente, o concorrente menos difícil, o Benfica acabaria por vir a ser penalizado, já em período de descontos, deixando escapar uma vitória que tão importante poderia vir a revelar-se nas contas finais.
Privada de uma série de elementos fulcrais, quer na defesa, mas, sobretudo, na dianteira (nomeadamente com as forçadas ausências de Jardel, Rafa, Jiménez, Mitroglou e Jonas), a equipa portuguesa teve de recorrer a Franco Cervi e Gonçalo Guedes como homens mais adiantados no terreno.
Não obstante, a boa exibição de Fejsa e André Horta, a pautar o jogo a meio-campo, proporcionaram ao Benfica um absoluto controlo das operações, com sucessivas recuperações de bola a originar investidas para o ataque, rapidamente premiadas com o golo, obtido logo aos 12 minutos, por Cervi, muito oportuno, a antecipar-se à defesa, na recarga a uma defesa incompleta de Zengin a um primeiro remate de Salvio, bem desmarcado por André Horta.
Esta vantagem alcançada ainda numa fase inicial do encontro tranquilizou e motivou os jogadores benfiquistas, que beneficiariam então da possibilidade de procurar explorar rápidos lances de contra-ataque, em situações de superioridade numérica que, caso tivessem sido mais bem aproveitadas, poderiam ter possibilitado o ampliar da vantagem… e o consolidar do triunfo.
Para a segunda parte, a equipa turca fez entrar em campo o emprestado Anderson Talisca, a par de alterações tácticas de posicionamento, com Quaresma mais activo. Subindo gradualmente de rendimento, o Beşiktaş começaria a ameaçar, forçando Ederson Moraes a excelentes intervenções, a negar o tento do empate.
Ao invés, o sinal dado pelo Benfica era, nesta fase final, o de procurar a contenção, com a entrada de Andreas Samaris para reforço do meio-campo defensivo. Ainda assim, poderia ter “matado” o jogo, caso Gonçalo Guedes tivesse materializado em golo uma soberana oportunidade de que dispôs, isolado face ao guardião contrário, mas permitindo-lhe uma defesa “in-extremis”, com os pés.
Já numa fase em que geria as substituições (Fejsa saíra aos 89 minutos, por troca com Celis, e José Gomes preparava-se para entrar, em cima do minuto 90) – a culminar uma prestação algo desequilibrada do Benfica, entre as duas partes do jogo -, uma falta cometida próxima da área daria o melhor pretexto para Talisca se “vingar”, não perdoando, rematando sem apelo, na cobrança do livre, convertendo-o em golo, que retirava os tais dois pontos de uma vitória que parecia adquirida…
Suíça – Portugal (Mundial 2018 – Qualif.)
Suíça – Yann Sommer, Stephan Lichtsteiner (70m – Silvan Widmer), Fabian Schär, Johan Djourou, Ricardo Rodríguez, Valon Behrami, Granit Xhaka, Blerim Džemaili (89m – Gelson Fernandes), Breel Embolo, Admir Mehmedi e Haris Seferović (78m – Eren Derdiyok)
Portugal – Rui Patrício, Cédric Soares, Pepe, José Fonte, Raphaël Guerreiro, William Carvalho (45m – João Mário), Bernardo Silva, Adrien Silva, João Moutinho (68m – Ricardo Quaresma), Nani e Éder (45m – André Silva)
1-0 – Breel Embolo – 23m
2-0 – Admir Mehmedi – 30m
Cartões amarelos – Admir Mehmedi (41m) e Granit Xhaka (70m)
Cartão vermelho – Granit Xhaka (90m)
Árbitro – Antonio Mateu Lahoz (Espanha)
No regresso à competição oficial, agora aureolada com o magno estatuto de Campeã da Europa, a selecção nacional começou por ter – neste jogo de arranque para a qualificação para o Campeonato do Mundo de 2018 – uma bastante boa entrada em jogo, com uns 20 minutos iniciais de bom nível, com forte intensidade, dominando, assumindo a iniciativa, tendo Éder e Bernardo Silva estado perto de inaugurar o marcador.
Porém, no curto espaço de apenas sete minutos, dois erros defensivos, decorrentes de falhas de concentração – com a equipa, aparentemente, preocupada em não jogar “feio” (o que poderia ter sido eficaz na salvaguarda da sua baliza) – proporcionaram à Suíça uma vantagem que, desde logo, se percebeu que muito dificilmente poderia ser anulada, até por algum natural desânimo que, no imediato, e até final do primeiro tempo, não deixaria de se apoderar do grupo.
Primeiro, num livre apontado por Ricardo Rodríguez, com Rui Patrício a defender para a frente, sem que Cédric tivesse pronta reacção, que pudesse ter impedido a recarga de Breel Embolo. Pouco depois, uma estanha apatia e passividade de William Carvalho e João Moutinho proporcionaram uma arrancada de Admir Mehmedi, sem oposição, triangulando com Haris Seferović, com tempo para tudo, com o mesmo Mehmedi a ir concretizar o lance em golo.
Ao intervalo, Fernando Santos ainda procuraria inverter o rumo dos acontecimentos, injectando moral nos seus jogadores, e procurando transmitir sinais de inconformismo, traduzidos na entrada de João Mário e André Silva. Tal permitiria que Portugal pudesse voltar a assumir o controlo do jogo, perante uma equipa suíça, naturalmente, agora mais na expectativa, que foi recuando, em busca de preservar a preciosa vantagem adquirida.
Mas, na verdade, tal superioridade teórica não teria, no imediato, concretização em soberanas oportunidades e, ainda menos, se materializaria em golo. Seria já com Quaresma em campo, para os derradeiros vinte minutos, que tais ocasiões viriam então a surgir, especialmente num lance em que Nani não conseguiria dar a melhor sequência a centro de Quaresma, cabeceando a bola… mas na direcção do poste.
Um arranque em falso, perante o adversário directo na disputa pelo apuramento, sendo que apenas o 1.º classificado do grupo garantirá directamente a presença na fase final do Mundial, o que – não obstante estarmos ainda numa fase muito prematura deste torneio – quase requer necessariamente uma vitória no jogo de retribuição, quando recebermos em Portugal a visita da formação suíça.
Com o desempate final a operar-se com base na diferença global de golos, será importante começar, desde já, no próximo encontro, com Andorra, a recuperar o atraso… esperando, paralelamente, por uma “escorregadela” suíça na Hungria.
GRUPO B Jg V E D G Pt 1º Suíça 1 1 - - 2 - 0 3 2º Letónia 1 1 - - 1 - 0 3 3º Hungria 1 - 1 - 0 - 0 1 4º I. Faroé 1 - 1 - 0 - 0 1 5º Andorra 1 - - 1 0 - 1 - 6º Portugal 1 - - 1 0 - 2 -
1ª jornada
06.09.2016 – Andorra – Letónia – 0-1
06.09.2016 – I. Faroé – Hungria – 0-0
06.09.2016 – Suíça – Portugal – 2-0
Liga Europa – 2016-17 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Man. United Olympiakos Anderlecht Zenit Fenerbahçe APOEL St.-Étienne AZ Alkmaar Feyenoord Young Boys Mainz M. Tel-Aviv Zorya Astana Qäbälä Dundalk Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H V. Plzeň Athletic Bilbao Ajax Shakhtar Roma Genk Standard Liège Sp. Braga Austria Wien Rapid Wien Celta Gent Astra Giurgiu Sassuolo Panathinaikos Konyaspor Grupo I Grupo J Grupo K Grupo L Schalke 04 Fiorentina Inter Villarreal Salzburg PAOK Sparta Praha Steaua Krasnodar Slovan Liberec Southampton Zurich Nice Qarabağ H. Beer-Sheva Osmanlıspor
A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 15 de Setembro, estando agendado para 8 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga Europa será disputada em Solna (Estocolmo), na Suécia, a 24 de Maio de 2017.
Liga dos Campeões – 2016-17 – Sorteio da Fase de Grupos
Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D P. St.-Germain Benfica Barcelona Bayern Arsenal Napoli Man. City At. Madrid Basel D. Kyiv B. M'gladbach PSV Ludogorets Beşiktaş Celtic Rostov Grupo E Grupo F Grupo G Grupo H CSKA Moskva Real Madrid Leicester Juventus B. Leverkusen B. Dortmund FC Porto Sevilla Tottenham Sporting Brugges Lyon Monaco Legia Warsaw København D. Zegreb
A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 13 e 14 de Setembro, estando agendado para 6 e 7 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.
A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se no “Millennium Stadium”, em Cardiff, no País de Gales, a 3 de Junho de 2017.
Jogos Olímpicos 2016 – Rio de Janeiro
Terminaram os Jogos Olímpicos de 2016, realizados no Brasil, tendo por sede o Rio de Janeiro, culminando a XXXI Olimpíada, com o seguinte quadro de medalhas:
(clicar na imagem para consultar a tabela completa)
Portugal, conquistando apenas uma medalha de bronze – após a medalha de prata obtida em Londres, na canoagem -, a 24.ª do seu historial (somando agora um pecúlio de 4 medalhas de ouro, 8 de prata e 12 de bronze), posicionou-se no grupo dos 78.º classificados (10 países, com igual resultado, entre os quais, por exemplo, a Áustria e a Finlândia), num total de 87 países medalhados, assim mantendo a média de uma medalha por Olimpíada, desde a estreia, há 104 anos, em Estocolmo.
(imagem via Sapo Desporto / Lusa)
Nesta edição, para além da medalha de bronze conquistada pela judoca Telma Monteiro, destaque ainda para os seguintes dez “Diplomas Olímpicos” (classificações até ao 8.º lugar) – face a nove, obtidos em 2012 -, com a particularidade de se registarem em diversas disciplinas técnicas:
- Emanuel Silva / João Ribeiro – 4.º lugar na Canoagem – K2 1.000m
- João Pereira – 5.º lugar no Triatlo
- Fernando Pimenta – 5.º lugar na Canoagem – K1 1.000m
- Marcos Freitas – 5.º lugar no Ténis de Mesa (1/4 de final)
- Selecção Olímpica de Portugal – 5.º lugar no Futebol (1/4 de final)
- Nélson Évora – 6.º lugar no Atletismo – Triplo-salto
- Patrícia Mamona – 6.º lugar no Atletismo – Triplo-salto
- Ana Cabecinha – 6.º lugar no Atletismo – 20 km Marcha
- David Fernandes / Emanuel Silva / Fernando Pimenta / João Ribeiro – 6.º lugar na Canoagem – K4 1.000m
- Nélson Oliveira – 7.º lugar em Ciclismo – Contra-relógio
Numa classificação por pontos, a equipa portuguesa obteve a sua segunda melhor pontuação de sempre (41 pontos), apenas superada (44 pontos) em 2004, em Atenas.
Para além das anteriores, referência ainda ao 9.º lugar de Rui Bragança (Taekwondo) e de Luciana Diniz (Hipismo – Salto de obstáculos) e ao 10.º posto de Sergiu Oleinic e Joana Ramos (ambos no Judo), Susana Costa (Triplo-salto) e Rui Costa (Ciclismo – prova de Estrada).
A nível global, as grandes figuras destes Jogos Olímpicos foram – tal como há quatro anos, em Londres, e há oito anos em Pequim – Michael Phelps (EUA – conquistando mais 5 medalhas de ouro e 1 de prata, elevando para 28 o record de medalhas olímpicas conquistadas por um atleta, das quais 23 medalhas de ouro) e Usain Bolt (Jamaica – repetindo os triunfos nos 100 e 200 metros, assim como na prova de estafetas 4×100 metros, alcançando portanto uma tripla “tripla”).
Destaque ainda para os fantásticos records mundiais obtidos no atletismo, pelo sul-africano Wayde Van Niekerk (43.03 segundos, nos 400 metros, superando a marca de 43.18 segundos obtida por Michael Johnson há já 17 anos) e pela etíope Almaz Ayana (29:17.45 nos 10.000 metros femininos, melhorando a marca de 29:31.78, da chinesa Wang Junxia, este um registo já com 23 anos).
Tal como há quatro anos, referência ainda para o britânico Mo Farah (nascido na Somália), bisando o título de duplo campeão olímpico, nos 5.000 e nos 10.000 metros. Por seu lado, a estado-unidense Simon Biles, com 4 medalhas de ouro e 1 de bronze consagrou-se como a melhor ginasta da competição.
A ler: «O Balanço Possível de Portugal nos Jogos Olímpicos», por Rui Pedro Silva.
Eleições Presidenciais EUA – 2016
A três meses e meio das eleições presidenciais nos EUA – agendadas para o próximo dia 8 de Novembro -, e numa altura em que se realizou já a Convenção Republicana, estando a decorrer a Convenção Democrata, eis uma simulação do que poderá traduzir-se num cenário de absoluto empate entre os candidatos democrata, Hillary Clinton, e republicano, Donald Trump, cada um, teoricamente, com 191 “grandes eleitores” com forte tendência em seu respectivo favor, a que se somam, em ambos os casos, 78 “grandes eleitores” afectos a Estados ainda com tendência indefinida, como são os casos da Pennsylvania, Michigan, Virginia, Minnesota, Wisconsin e Colorado (por agora, a pender ligeiramente para Clinton), e da Florida, Ohio, North Carolina, Nevada, Iowa e New Hampshire (com a média das sondagens a favorecer Trump):
Christopher Froome vence “Tour de France” pela terceira vez
Numa prova bastante equilibrada – com os dez primeiros separados por apenas cerca de sete minutos (somente cerca de três minutos entre o 2.º e o 10.º classificados!) -, o ciclista britânico (nascido no Quénia) Christopher Froome conquistou pela terceira vez a Volta a França em Bicicleta, segunda consecutiva, numa edição que controlou, de forma tranquila, praticamente desde o início até ao seu termo, acabando como seus “lugares-tenente” o francês Romain Bardet – beneficiando de uma fuga que lhe proporcionou o triunfo na antepenúltima etapa – e o colombiano Nairo Quintana, que fora 2.º classificado nos dois anos precedentes.
Em relação aos portugueses, depois de duas desistências nas duas últimas edições, Rui Costa quedou-se, na geral, no 49.º lugar, acabando, surpreendentemente, por ser o 5.º classificado na classificação do “Prémio da Montanha”; aquém da forma que o caracterizou em anos anteriores, o antigo Campeão do Mundo tentou, por três vezes, vencer etapas, protagonizando fugas, num esforço digno de realce, não conseguindo, porém, melhor do que um 2.º lugar, outro 5.º, na penúltima etapa, e um 15.º posto, no dia anterior. Por seu lado, Nelson Oliveira – que se evidenciou nos contra-relógios, com um magnífico 3.º lugar, apenas superado por Tom Dumoulin e Christopher Froome – terminou numa mais modesta 80.ª posição, depois de, no ano passado, ter finalizado nos 50 primeiros.
Classificação geral final:
1º Christopher Froome (Grã-Bretanha) – Team Sky – 89h 04′ 48”
2º Romain Bardet (França) – AG2R La Mondiale – a 04′ 05”
3º Nairo Quintana (Colômbia) – Movistar Team – a 04′ 21”
4º Adam Yates (Grã-Bretanha) – Orica-BikeExchange – a 04′ 42”
5º Richie Porte (Austrália) – BMC Racing Team – a 05′ 17”
6º Alejandro Valverde (Espanha) – Movistar Team – a 06′ 16”
7º Joaquin Oliver Rodriguez (Espanha) – Team Katusha – a 06′ 58”
8º Louis Meintjes (África do Sul)) – Lampre-Merida – a 06′ 58”
9º Daniel Martin (Irlanda) – Etixx- Quick Step – a 07′ 04”
10º Roman Kreuziger (R. Checa) – Tinkoff – a 07′ 11′
…
49º Rui Costa (Portugal) – Lampre-Merida – a 02h 11′ 42”
80º Nelson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 03h 04′ 53”
É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:
- 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
- 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955), Greg Lemond (1986, 1989 e 1990) e Christopher Froome (2013, 2015 e 2016)
- 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984) e Alberto Contador (2007 e 2009);
- 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012) e Vincenzo Nibali (2014).
A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.



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